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Fogão de Embutir 5 bocas Electrolux Cinza Experience Mesa de Vidro e Grill (FE5EC)
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O técnico do Internacional, Paulo Pezzolano, enfrenta uma dúvida no meio-campo para a partida deste domingo (19) contra o Mirassol, no Beira-Rio. A indefinição está entre Bruno Henrique e Paulinho Paula, que disputam a vaga ao lado de Villagra.
· Paulinho Paula: contratado nesta temporada, começou o ano como titular e se destacou pela intensidade e mobilidade. No entanto, perdeu espaço nas últimas rodadas e hoje é alternativa.
· Bruno Henrique: após desempenho discreto em 2025, permaneceu no clube por cláusula contratual. Com atuações consistentes, ganhou confiança da comissão técnica e assumiu a titularidade. Seu estilo é marcado pela precisão nos passes e maior controle do ritmo.
A escolha dependerá da proposta de jogo: Paulinho oferece vigor físico e presença em diferentes zonas do campo, enquanto Bruno Henrique agrega organização e segurança na circulação da bola.
Pezzolano também precisa lidar com baixas no setor defensivo. Estão fora Bernabei e Mercado, além da provável ausência de Matheus Bahia, o que limita as opções para a zaga.
O duelo contra o Mirassol será marcado pela busca de equilíbrio entre intensidade e controle no meio-campo, em meio às dificuldades defensivas do Colorado.
O Grêmio terá um desfalque importante para enfrentar o Cruzeiro neste sábado (18), às 20h30min, no Mineirão. O zagueiro argentino Walter Kannemann não viajou a Belo Horizonte devido a um desconforto muscular sentido no treino de quinta-feira (16).
Kannemann seria o substituto de Viery, suspenso após expulsão no Gre-Nal 452. Com sua ausência, o técnico optou por Wagner Leonardo ao lado de Gustavo Martins na zaga.
· Weverton
· Pavon, Gustavo Martins, Wagner Leonardo e Pedro Gabriel
· Noriega, Arthur e Nardoni
· Enamorado, Amuzu e Carlos Vinícius
O Tricolor busca superar os desfalques para conquistar pontos fora de casa contra o Cabuloso.
Viery é suspenso por um jogo após expulsão no Gre-Nal
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou nesta sexta-feira (17) o zagueiro Viery, do Grêmio, pela expulsão no Gre-Nal 452. O jogador recebeu punição de um jogo de suspensão, que será cumprida na partida contra o Cruzeiro, neste sábado (18), às 20h30min, no Mineirão.Viery havia sido denunciado no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de agressão física e prevê punições de quatro a 12 partidas. No entanto, a denúncia foi desclassificada para o artigo 254, referente a jogadas violentas, cuja pena mínima é de um jogo.
O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro Bruno Arleu de Araújo aos 43 minutos do segundo tempo, após falta cometida por Viery em Thiago Maia, na intermediária de ataque gremista.
Com a suspensão, o Grêmio terá de ajustar sua defesa para enfrentar o Cruzeiro, já que Viery não poderá atuar.
Adversários da Dupla Gre-Nal têm vários ex-jogadores
Os confrontos da Dupla Gre-Nal neste fim de semana terão um ingrediente especial: a presença de diversos ex-jogadores de Grêmio e Inter nos elencos adversários. Somados, Cruzeiro e Mirassol contam com nove atletas que já passaram por Arena ou Beira-Rio.
A equipe mineira concentra a maioria dos nomes e deve ter apenas um ex-jogador como titular: Lucas Silva, volante e capitão da Raposa, que atuou pelo Grêmio entre 2020 e 2022. Outros ex-gremistas estão fora de combate ou na reserva:
· Cássio (goleiro, lesionado)
· Matheus Henrique (volante, alterna titularidade)
· Walace (volante, perdeu espaço após polêmica)
Ex-Inter também aparecem no elenco:
· William (lateral-direito)
· Wanderson (atacante)
Provável escalação do Cruzeiro
Matheus Cunha; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Silva, Gerson, Christian e Matheus Pereira; Arroyo e Villarreal.
O adversário colorado no domingo (19), no Beira-Rio, também terá ex-gremistas:
· Reinaldo (lateral-esquerdo, destaque em 2025, mas lesionado contra o Bahia)
· Rodriguez (zagueiro, formado em Eldorado do Sul)
· Galdino (atacante, parceiro de Suárez em 2023)
Provável escalação do Mirassol
Walter; Daniel Borges, João Victor, Lucas Oliveira e Victor Luis; Neto Moura, Lucas Mugni, Galeano, Eduardo e Negueba; Tiquinho Soares.
Assim, os torcedores da Dupla Gre-Nal poderão rever velhos conhecidos nos duelos contra Cruzeiro e Mirassol, ainda que a maioria deles esteja na reserva ou fora por lesão.
“Vamos consegui-lo entrando no Irã, com muitas escavadeiras. Precisamos das maiores escavadeiras que vocês podem imaginar. Mas iremos juntos com o Irã. Vamos obtê-lo. Vamos levá-lo de volta para casa, para os Estados Unidos, muito em breve”, afirmou.
O presidente norte-americano costuma se referir às reservas iranianas como “pó nuclear”, acusando Teerã de tentar utilizá-las para fabricar uma bomba atômica.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou que as reservas de urânio enriquecido da República Islâmica não seriam levadas “a lugar nenhum”, contrariando a versão de Trump.
Apesar da divergência, Trump se mostrou otimista quanto às negociações com Teerã, afirmando que já não havia “pontos conflitivos” e que um acordo estaria “muito perto” de ser alcançado para encerrar as hostilidades.
As declarações reforçam o clima de tensão nas negociações nucleares, mas também indicam a possibilidade de um entendimento entre os dois países.
Irã contradiz Trump sobre urânio enriquecido
O Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta sexta-feira (17) que suas reservas de urânio enriquecido não serão transferidas “para lugar nenhum”, em resposta às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que havia dito que Teerã concordara em entregá-las.
“O urânio enriquecido do Irã não vai ser transferido para lugar nenhum”, disse o porta-voz Esmail Baghaei à televisão estatal.
Segundo Baghaei, a transferência nunca foi cogitada nas negociações recentes. Ele destacou que as conversas atuais têm como foco encerrar a guerra e discutir temas como o levantamento de sanções e compensações pelos danos sofridos.
Trump havia afirmado em sua plataforma Truth Social que os EUA receberiam todo o “pó nuclear” iraniano, em referência ao urânio enriquecido enterrado após ataques americanos em 2025. No entanto, Teerã nega qualquer acordo nesse sentido.
Antes dos ataques, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) estimava que o Irã possuía cerca de 440 kg de urânio enriquecido a 60%, muito acima do limite de 3,67% estabelecido pelo acordo nuclear de 2015, do qual os EUA se retiraram posteriormente.
Baghaei ressaltou que as negociações atuais se concentram em pôr fim ao conflito e ampliar o leque de temas tratados, incluindo o plano de 10 pontos para levantar sanções e discutir compensações. O Irã reforça que manterá suas reservas nucleares sob controle próprio.
O Rio Grande do Sul terá um sábado (18) marcado pelo predomínio do sol e tempo firme, sob a influência de uma massa de ar seco associada a um centro de alta pressão. A maior parte do estado deve registrar céu claro ou com pouca nebulosidade ao longo do dia.
Entre a madrugada e o início da manhã, há possibilidade de formação de nevoeiro, neblina ou nuvens baixas em algumas localidades. Esses fenômenos, no entanto, tendem a se dissipar rapidamente.
· O amanhecer será de temperaturas amenas, com sensação de leve frio, especialmente em áreas de maior altitude.
· No decorrer da manhã, os termômetros sobem de forma rápida.
· A tarde deve registrar marcas agradáveis, com calor moderado em parte do território gaúcho.
Assim, o sábado será de clima estável e ensolarado, proporcionando condições favoráveis para atividades ao ar livre em todo o estado.
Bugio é resgatado na zona Sul de Porto Alegre
Um bugio-ruivo foi resgatado na manhã desta sexta-feira (17) após mobilizar uma operação envolvendo diversos órgãos na zona Sul de Porto Alegre. O animal havia sido avistado desde o início da semana em uma residência na avenida Nonoai e vinha sendo monitorado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus).
Segundo Soraya Ribeiro, chefe do Setor de Fauna da Smamus, o bugio chegou a descer de uma árvore e entrou em confronto com cães da residência, sofrendo ferimentos leves. Diante dos riscos de atropelamento e choque elétrico, foi montada uma força-tarefa para garantir a captura segura.
A ação contou com a participação de:
· Corpo de Bombeiros
· EPTC
· Defesa Civil
· Centro de Vigilância do Estado
· CEEE
O animal foi capturado com o uso de um dardo tranquilizante aplicado por um especialista do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS). A operação foi considerada um sucesso.
Após o resgate, o bugio foi encaminhado para atendimento veterinário pela ONG Voluntários da Fauna. Ele apresentava ferimentos leves decorrentes do confronto com os cães e passará por avaliação antes de eventual retorno ao seu habitat natural.
A mobilização reforça a importância da integração entre órgãos públicos e entidades de proteção animal para garantir a segurança da fauna silvestre em áreas urbanas.
O esporte brasileiro perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores ídolos. Oscar Schmidt, conhecido como “Mão Santa”, faleceu aos 68 anos após ser internado às pressas em decorrência de um mal-estar.
Natural de Natal (RN), Oscar iniciou sua carreira profissional no Palmeiras em 1975 e passou por clubes como Sírio, Juvecaserta, Pavia, Forum Valladolid, Corinthians, Bandeirantes, Mackenzie/Microcamp e Flamengo. Apesar da longa carreira em clubes, foi com a seleção brasileira que se consagrou como uma lenda do esporte.
· Participou de quatro Copas do Mundo e cinco Olimpíadas.
· É até hoje o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
· Foi incluído no Hall da Fama da FIBA, mesmo sem nunca ter jogado na NBA.
O auge de sua trajetória pela seleção ocorreu em 1987, nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis. Liderando o Brasil, Oscar comandou a vitória histórica sobre os Estados Unidos por 120 a 115, resultado que marcou definitivamente sua carreira.
Oscar Schmidt deixa um legado incomparável para o basquete brasileiro e mundial. Ídolo dentro e fora das quadras, será lembrado como o maior nome do basquete nacional e uma referência global no esporte.
Oscar Schmidt mantém recordes olímpicos e legado histórico
O ex-jogador brasileiro Oscar Schmidt, falecido nesta sexta-feira (17) aos 68 anos, deixou marcas históricas no basquete mundial que ajudam a dimensionar sua importância para o esporte.
· Até abril de 2024, era o maior cestinha da história do basquete, com 49.737 pontos, marca superada por LeBron James.
· Maior pontuador da história das Olimpíadas: 1.093 pontos em cinco edições (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996).
· Maior número de pontos em uma única partida olímpica: 55 contra a Espanha nos Jogos de Seul-1988.
· Cestinha em três Olimpíadas consecutivas: Seul-1988, Barcelona-1992 e Atlanta-1996.
· Maior média de pontos por jogo em uma edição olímpica: 42,3 pontos em Seul-1988.
· Maior cestinha da história da seleção brasileira: 7.693 pontos.
· Na Itália, foi cestinha em 7 das 11 temporadas disputadas e é o segundo maior pontuador da Liga Italiana, com 13.957 pontos.
Oscar liderou a histórica conquista do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando a seleção derrotou os Estados Unidos por 120 a 115. Apesar de nunca ter conquistado medalha olímpica, sua trajetória é marcada por feitos raros e recordes que permanecem até hoje.
Mesmo sem passagem pela NBA, Oscar é considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos, reverenciado por estrelas internacionais e eternizado no Hall da Fama da FIBA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou homenagem nesta sexta-feira (17) ao ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que faleceu aos 68 anos. Em publicação no X, Lula destacou o legado do “Mão Santa” como exemplo de obstinação, talento e amor à camisa da seleção brasileira.
“Oscar Schmidt, o ‘Mão Santa’, foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção”, escreveu o presidente.
Lula ressaltou ainda que Oscar uniu o País com seus “arremessos incríveis e liderança indiscutível”, lembrando a vitória histórica do Brasil sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis.
O triunfo de 1987 marcou a primeira derrota dos norte-americanos em casa em jogos oficiais e a primeira vez que sofreram mais de 100 pontos em uma partida. Para Lula, a dedicação de Oscar elevou o nome do Brasil e inspirou gerações de atletas e amantes do esporte.
“Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte”, concluiu.
Oscar Schmidt morreu em Santana do Parnaíba (SP), após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa, em Alphaville. Ele deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie. O velório será restrito aos familiares.
Além da carreira esportiva, Oscar também tentou ingressar na política em 1998, quando concorreu ao Senado por São Paulo, mas foi derrotado por Eduardo Suplicy.
Alckmin decreta luto oficial por morte de Oscar Schmidt
O presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) decretou luto oficial de três dias pela morte de Oscar Schmidt, maior nome do basquete brasileiro, falecido nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Logo após o anúncio da morte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em viagem à Espanha, prestou homenagem ao ex-jogador nas redes sociais. Lula destacou que Oscar foi “o maior ídolo da história do basquete brasileiro” e um exemplo de obstinação, talento e amor à camisa da seleção.
“Oscar Schmidt, o ‘Mão Santa’, foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção”, declarou Lula.
Oscar Schmidt morreu em Santana do Parnaíba (SP), após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa, em Alphaville. Ele chegou ao Hospital Municipal Santa Ana já sem vida. O velório será restrito aos familiares.
O ex-jogador deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie.
A morte de Oscar Schmidt representa uma grande perda para o esporte brasileiro, que reconhece nele uma lenda do basquete e inspiração para gerações.
ILUSÃO
Mais do que sabido, a cada vez que o IBGE divulga a TAXA DE DESEMPREGO NO BRASIL, a MÍDIA PROFISSIONAL, antes de REPASSAR A NOTÍCIA AOS SEUS -LEITORES, OUVINTES E TELESPECTADORES-, cuida sempre de EMBALAR O -PRODUTO- COM PAPEL DE PRESENTE, com o claro objetivo de ILUDIR O PÚBLICO EM GERAL. Na última divulgação feita pelo IBGE, por exemplo, ocorrida em fevereiro deste ano (2026), a MÍDIA PROFISSIONAL FESTEJOU a TAXA DE DESEMPREGO DE 5,8%, A MENOR PARA O PERÍODO TRIMESTRAL NA SÉRIE HISTÓRICA, sem ANALISAR as razões que levaram os pesquisadores a obter o referido percentual.
DESMISTIFICAÇÃO
Pois, enquanto a MÍDIA PROFISSIONAL mais parece uma FÁBRICA DE ILUSÕES construídas à base de -NARRATIVAS CALCULADAS-, alguns comunicadores da MÍDIA AMADORA, fazendo uso ilimitado das esclarecedoras REDES SOCIAIS, não raro tratam de -DESMISTIFICAR- INFORMAÇÕES FORNECEDIDAS POR JORNALISTAS PREGUIÇOSOS, OU MAL INTENCIONADOS. É o caso, por exemplo, do analista e estrategista em política, economia e tecnologia, Roberto Reis, que mostra em artigo recente, a resultante da TAXA DE DESEMPREGO de 5,8%. Eis:
PLANILHA ESCLARECEDORA
O governo Lula pode apontar um número GRANDE, VISTOSO, VENDAVEL ao dizer que entre janeiro de 2023 e dezembro de 2025, o Brasil ABRIU MAIS DE 4 MILHÕES DE EMPREGOS FORMAIS. O problema começa quando essa planilha é aberta: QUASE TODA A CRIAÇÃO LÍQUIDA FICOU CONCENTRADA NAS FAIXAS MAIS BAIXAS.
1- a faixa de 1 até 1,5 salário mínimo, sozinha, ABSORVEU 3.976.438 vagas
2- a faixa de até 1 salário mínimo SOMOU MAIS 963.035 vagas
Dali para cima, a paisagem muda de forma brutal:
- Entre 1,5 e 2 salários mínimos, o saldo foi NEGATIVO em 113.187 vagas
- Entre 2 e 3 salários mínimos, a PERDA CHEGOU a 336.585
- Entre 3 e 5, 162.654 NEGATIVOS
- Entre 5 e 10, 111.215 NEGATIVOS
- Acima de 10 salários mínimos, 70.391 NEGATIVOS
A CLASSE MÉDIA -CLT- ACABOU
Estes indiscutíveis números deixam bem claro que a CLASSE MÉDIA CLT simplesmente ACABOU. Restaram só os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS. O Brasil segue gerando ocupação, mas a ocupação que mais cresce está ENCOSTADA NO PISO. A escada que levava o trabalhador do emprego de entrada para um padrão de vida de classe média ficou praticamente inexistente. Quando se soma o triênio, o desenho fica ainda mais claro: cerca de 5,16 milhões de vagas líquidas até 1,5 salário mínimo e destruição líquida de aproximadamente 790 mil acima disso. Ou seja, O PAÍS LOTOU A BASE E ESVAZIOU O MEIO. A tese fica mais forte quando se olha a porta de entrada. Em fevereiro de 2026, o salário médio real de admissão foi de R$ 2.346,97. Com o salário mínimo em R$ 1.518,00 em 2025 e R$ 1.621,00 em 2026, isso significa que a vaga média nova gira em torno de 1,4 a 1,6 salário mínimo. Isso ajuda a DESMONTAR A PROPAGANDA FÁCIL DO PLENO EMPREGO.
O Brasil pode ter desemprego baixo e, ao mesmo tempo, destruir mobilidade social. A PNAD registrou taxa anual de desocupação de 5,6% em 2025, população ocupada recorde de 103 milhões e rendimento médio real habitual de R$ 3.560. Tudo isso convive, sem contradição alguma, com um mercado em que 35,3% dos trabalhadores recebem até 1 salário mínimo e apenas 7,6% passam de 5 salários mínimos.
A MÉDIA MENTE
Outro detalhe melhora muito a leitura do quadro: a média conta uma história otimista demais. A mediana conta a história real. Na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) do setor privado, a REMUNERAÇO MÉDIA REAL em dezembro de 2023 foi de R$ 3.514,24. A MEDIANA foi de R$ 2.290. A diferença é enorme. -A média sobe puxada pelo topo. A mediana mostra o trabalhador típico. O diploma perdeu força. A erosão chega ao coração da promessa da classe média. O ensino superior perdeu parte importante de seu prêmio salarial. O rendimento real médio de trabalhadores com diploma caiu de R$ 7.495,00 por mês em 2012 para R$ 6.619,00 em 2024, queda real de 11,7%.
Em paralelo, a informalidade entre trabalhadores com ensino superior cresceu, a presença de pejotizados avançou em setores qualificados e mais de um terço dos diplomados passou a atuar em ocupações abaixo da qualificação adquirida. Esse é um dos dados mais devastadores de todo o quadro, porque atinge o pacto psicológico da classe média. Durante décadas, a mensagem foi clara: estudar, acumular credenciais e entrar no mercado formal geraria estabilidade, progressão e previsibilidade. O mês seguinte virou problema. A Renda não é o único ponto. Previsibilidade também virou luxo. A taxa ajustada de rotatividade do emprego bateu 33,64% em 2025. (1/3). Isso ajuda a explicar por que tanta gente olha para o noticiário econômico, vê celebração oficial e sente irritação. O saldo líquido pode ser positivo no papel e, ainda assim, a vida concreta piorar. Rotatividade alta, faixa salarial apertada, crédito caro e horizonte curto produzem um trabalhador empregado, mas inseguro. E insegurança continuada corrói a sensação de futuro e joga a favor de alternância de governo.
Enquanto o setor privado aperta, o Estado preserva ilhas muito mais protegidas. O Censo 2022 registrou rendimento médio de R$ 4.131,00 no setor público, contra R$ 2.406,00 no privado, diferença de 71,7%. Em outro recorte citado nos materiais, servidores federais recebem prêmio salarial de 96% sobre trabalhadores privados com qualificação equivalente.
É aqui que o modelo lulista fica exposto:
- O pobre está assistido por transferência e valorização da base
- O rico se protege com patrimônio, capital e renda financeira
- O topo estatal conserva remuneração, estabilidade corporativa
- O trabalhador privado de classe média fica no corredor do meio, pagando imposto alto, endividado, comprando escola e saúde no mercado e vendo sua posição material derreter aos poucos.
A MÁQUINA TRAVOU. Esse esvaziamento do meio não nasce só de vontade política. Ele também decorre de uma economia travada. *A produtividade do trabalho brasileiro cresceu apenas 0,6% ao ano nas últimas quatro décadas. A Selic chegou a 15% em 2025. Os juros reais ficaram entre os maiores do planeta. Esse ponto também precisa de honestidade analítica. A origem do problema antecede Lula, mas é ele que vai pagar a conta. A desindustrialização de décadas e a estagnação produtiva já vinham empurrando o mercado para baixo. A crítica séria ao lulismo é outra. Lula não inventou a doença. Lula governou dentro dela, conviveu com ela e não fez nada. O Brasil de Lula 3 gerou muito emprego. Gerou, sobretudo, emprego de entrada. A base foi alimentada. O meio foi abandonado por esse governo. A classe média privada perdeu renda relativa, perdeu proteção, se endividou, perdeu prêmio educacional e perdeu previsibilidade. Ela continuou trabalhando, continuou pagando a conta e continuou afundando. Lula chutou de vez todas as escadas de ascensão da classe média.*
Pontocritico.com
O homem, quando guiado pela ética, é o melhor dos animais; quando sem ela, é o pior de todos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou o desempenho das distribuidoras de energia elétrica em 2025. O levantamento avaliou 33 concessionárias de grande porte no Brasil, considerando indicadores de duração e frequência das interrupções, além das compensações pagas aos consumidores. No ranking, a CEEE Equatorial ficou na última posição.
Em comunicado, a CEEE Equatorial afirmou que o ranking não reflete a eficiência absoluta da distribuidora, já que a metodologia considera metas regionais distintas. Segundo a empresa, isso pode favorecer concessionárias com limites regulatórios diferentes dos aplicados no Rio Grande do Sul.
A companhia destacou avanços técnicos recentes:
· Número médio de interrupções (FEC): caiu mais de 60% entre 2016 e 2025, chegando a 4,47, abaixo da média nacional.
· Duração média das interrupções (DEC): foi reduzida à metade, atingindo 9,84 horas.
· Desempenho global (DGC): melhorou de 1,76 em 2024 para 0,98 em 2025, o melhor resultado desde 2016.
A empresa ressaltou que os investimentos de mais de R$ 3 bilhões desde 2021 trouxeram mais segurança, confiabilidade e resiliência ao sistema elétrico que atende 72 municípios gaúchos.
Segundo a Aneel, a qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica melhorou em 2025 em relação a 2024. Os consumidores brasileiros ficaram, em média, 9,30 horas sem energia no ano, uma redução de 9,2% em comparação com as 10,24 horas registradas no ano anterior.