Jornalista americano Glenn Greenwald

 



Fonte: https://www.facebook.com/100002522890721/posts/26476572035343533/?rdid=2jeLpcN0S7T77YQO#

FMI projeta dívida do Brasil em 100% do PIB até 2027

 


O endividamento público do Brasil deve atingir 100% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, conforme projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI). O avanço é impulsionado pela piora do resultado primário e pelo aumento das despesas com juros, que agravam o quadro fiscal do país.
A estimativa consta no Monitor Fiscal do FMI, que detalha a trajetória de alta da dívida. O documento aponta que o endividamento bruto brasileiro chegará a 93,3% do PIB em 2025 e 96,5% em 2026, antes de alcançar a marca de 100% no ano seguinte. O déficit nominal também deve saltar de 6,2% para 8,1% do PIB entre 2024 e 2025.
O peso dos juros cria um efeito de “bola de neve” nas contas públicas. Com taxas elevadas, o custo da dívida sobe, ampliando o déficit e, consequentemente, o endividamento. Essa dinâmica reduz a capacidade do governo de reagir a crises e aumenta a exposição da economia à volatilidade dos mercados.
O patamar da dívida brasileira é elevado em comparação com seus pares. A média para mercados emergentes é de 57,5% do PIB, enquanto na América Latina fica em torno de 74%. O México, por exemplo, apresenta uma trajetória mais estável, com endividamento previsto ao redor de 63% do PIB.
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Post de Jovem Pan News

Fonte: https://www.facebook.com/jovempannews/posts/o-endividamento-p%C3%BAblico-do-brasil-deve-atingir-100-do-produto-interno-bruto-pib-/1441466831347684/

Trajetória de versatilidade: o legado de Carrie Anne Fleming no cinema e na televisão canadense

 


Carrie Anne Fleming consolidou sua carreira como uma das atrizes mais resilientes e presentes da indústria audiovisual de Vancouver, no Canadá, destacando-se por uma habilidade singular de transitar entre o terror, o drama e a ficção científica. Nascida na Nova Escócia, sua jornada artística foi marcada por uma formação sólida e uma presença constante em produções que se tornaram marcos da cultura pop global, muitas vezes assumindo papéis que exigiam uma carga emocional intensa e transformações físicas notáveis.

O reconhecimento internacional de Fleming é frequentemente associado à sua colaboração com diretores de renome no gênero de horror. Um dos momentos mais icônicos de sua trajetória foi o papel protagonista no episódio "Jenifer", da série antológica Masters of Horror, dirigido por Dario Argento. Sua interpretação da personagem-título — uma figura perturbadora e trágica — exigiu horas de maquiagem protética e uma atuação visceral, sendo aclamada pela crítica como uma das performances mais memoráveis da franquia. Além disso, a atriz estabeleceu uma conexão duradoura com o universo da série Supernatural, onde interpretou diferentes personagens ao longo de várias temporadas, incluindo a marcante enfermeira que interage com os protagonistas em momentos cruciais da trama.

Para além do terror, a obra de Fleming abrange participações em séries de grande audiência como The Good Doctor, The X-Files, Smallville e iZombie, demonstrando uma versatilidade que a permitiu trabalhar ininterruptamente por décadas. Sua carreira não se limitou apenas à frente das câmeras; Carrie Anne também é reconhecida por seu trabalho de voz e por seu envolvimento na comunidade artística canadense, servindo como uma mentora informal para novos talentos que buscam espaço no competitivo mercado de "Hollywood North". Sua longevidade na profissão é um reflexo de sua capacidade técnica e de uma escolha cuidadosa de papéis que, independentemente do tempo de tela, deixam uma marca indelével na narrativa.

Bia Kicis - Retrospectiva da semana

 



Fonte: https://www.facebook.com/share/v/1RhqcxLEEm/

TORNOZELEIRA FOLHEADA A OURO COM PEDRA DE 6 MM VERMELHA

 


Tornozeleira folheada a ouro, contendo pedra de 6 mm na cor vermelha.


Código: TR0143


Unid.: pç


Garantia: 1 ano após a data da compra


Prazo de liberação: Até 48 horas (somente dias úteis)


Dimensões aproximadas:

-comprimento da corrente (sem extensor): 24,5 cm

-comprimento da corrente (com extensor): 30,5 cm

Link para comprar: https://www.imagemfolheados.com.br/produto/tornozeleira-folheada-a-ouro-com-pedra-de-6-mm-vermelha/TR0143&a=97592


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Vedação e sistemas de segurança protegem carros elétricos em alagamentos, mas especialistas alertam para oxidação

 


O crescimento da frota de veículos elétricos nas cidades brasileiras trouxe à tona dúvidas sobre a segurança desses modelos em situações de enchentes. Segundo o tenente-coronel Willian Leal Nunes, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, os riscos imediatos são muito semelhantes aos dos veículos a combustão: perda de aderência e possibilidade de flutuação. No entanto, o especialista esclarece que o temor comum de choques elétricos ou explosões imediatas não encontra respaldo na engenharia desses automóveis, que são projetados com baterias isoladas e sistemas de monitoramento em tempo real.



Diferente dos motores a combustão, os elétricos não correm o risco de "calço hidráulico" (quando o motor aspira água), e o peso elevado das baterias no chassi ajuda o veículo a manter melhor o contato com o solo. Em termos de segurança elétrica, o sistema funciona de forma análoga a um disjuntor inteligente: qualquer fuga de energia ou variação térmica anormal detectada pelos sensores provoca o corte automático e instantâneo do fluxo de eletricidade, isolando a bateria e protegendo os ocupantes.

Apesar da robustez tecnológica, o perigo reside no pós-enchente, especialmente em casos de exposição à água salgada ou contaminada. O contato prolongado com agentes corrosivos pode oxidar o compartimento metálico da bateria, comprometendo a vedação a longo prazo. Especialistas advertem que danos internos podem evoluir silenciosamente mesmo após o veículo aparentar estar seco e funcionando, tornando indispensável uma revisão técnica detalhada sempre que o automóvel enfrentar níveis elevados de água ou submersão parcial.

Caso de Fernando Henrique Cardoso impulsiona debate sobre curatela e proteção jurídica de idosos

 


A recente interdição judicial do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, motivada pelo avanço do Alzheimer, recolocou a curatela e o planejamento patrimonial no centro das discussões jurídicas no Brasil. A decisão da Justiça de São Paulo, atendendo a um pedido dos filhos baseado em laudos de comprometimento cognitivo, resultou na nomeação de um curador provisório para representar o ex-presidente em atos civis e financeiros.

O caso, embora envolva uma figura pública, ilustra um desafio crescente para milhares de famílias brasileiras devido ao aumento da expectativa de vida e das doenças neurodegenerativas.

O que é a Curatela?

Diferente do senso comum, a curatela moderna não visa anular a pessoa, mas protegê-la. De acordo com o advogado Alexandre Dalla Bernardina, o mecanismo é uma ferramenta de dignidade:

  • Foco Patrimonial: No Brasil, a regra é que a curatela seja parcial e proporcional, restringindo-se a atos de natureza negocial (bancos, contratos, vendas).

  • Direitos Pessoais: Direitos de caráter pessoal costumam ser preservados para respeitar a autonomia possível do indivíduo.

  • Fiscalização: O curador não tem liberdade total; ele atua sob supervisão judicial e deve prestar contas regularmente ao Estado.


A importância do Planejamento Antecipado

Especialistas alertam que a maioria das famílias só lida com a interdição em momentos de crise, o que gera desgaste emocional e burocracia. O planejamento preventivo surge como a melhor alternativa para evitar conflitos:

  1. Diretivas Antecipadas de Vontade: Documentos que registram quais tratamentos e cuidados a pessoa deseja (ou não) receber caso perca a lucidez.

  2. Procurações e Gestão Patrimonial: Organização prévia que permite a movimentação financeira para despesas essenciais sem a necessidade imediata de uma longa disputa judicial.

  3. Testamento Vital: Instrumento que garante que a vontade do indivíduo seja respeitada mesmo quando ele não puder mais expressá-la.

O cenário atual exige que a sociedade brasileira encare o envelhecimento com uma abordagem que equilibre a proteção jurídica necessária com a autonomia do idoso, garantindo que a gestão de bens e cuidados médicos ocorra de forma fluida e respeitosa.

UMA SOCIEDADE DE BAIXA CONFIANÇA

 UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO

Hoje cedo, ao me deparar com o excelente artigo do cientista político Lucas Aragão,- com o título -UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO-, publicado na coluna OPINIÃO do BRASIL JOURNAL, achei por bem que textos deste tipo e conteúdos precisam ser lidos e muito bem compreendidos por todos os brasileiros. Eis: 

ESCAPAR DELES

No Brasil, melhorar de vida muitas vezes não significa acessar serviços públicos melhores. Significa escapar deles. -Plano de saúde para não depender do SUS, escola privada para não depender da pública, carro para não depender do transporte coletivo. A ascensão social é frequentemente medida pela distância que se consegue colocar entre si e o Estado.


Não é exatamente um projeto de cidadania. É mais um PLANO DE SAÍDA. Isso não é só desigualdade: é um traço mais profundo. O Brasil funciona em larga medida como uma sociedade de baixa confiança. Os dados confirmam essa intuição. Segundo um levantamento de 2022 da OCDE, apenas 26% dos brasileiros declararam ter confiança alta ou moderada no governo federal. 


O PROBLEMA É DE SOCIEDADE

Mais revelador: cerca de SETE EM CADA DEZ BRASILEIROS acreditam que as instituições públicas não funcionam no interesse da sociedade. A confiança nos partidos e no serviço público segue o mesmo padrão. Mas o dado mais incômodo não está em Brasília. Está em nós mesmos.


Pesquisa da Ipsos em 30 países mostrou que menos de 15% dos brasileiros acreditam que a maioria das pessoas pode ser confiada, um dos menores índices do levantamento. O LATINOBARÔMETRO, ao longo de décadas, registra padrão semelhante. O problema, portanto, não é só de governo. É de sociedade. 


Mas há um ponto mais relevante do que a simples percepção de corrupção. O brasileiro não desconfia apenas porque acredita que o Estado é desonesto. Desconfia porque não acredita que ele funcione. E essa distinção muda tudo.

CETICISMO

A desconfiança de natureza moral é uma acusação de caráter: aponta para a corrupção, para o desvio, para o político que rouba. A desconfiança operacional é uma acusação de capacidade: questiona se o Estado consegue entregar, se as políticas se adaptam, se reclamar serve para alguma coisa.


A segunda forma é estruturalmente mais difícil de reverter. Não se responde com prisões ou com escândalos punidos. Responde-se com décadas de entrega consistente. Os dados apontam nessa direção. A mesma pesquisa da OCDE indica que apenas um terço dos brasileiros acredita que o governo alteraria uma política pública diante de pressão popular, e menos de um em cada três acredita que o Estado incorporaria opiniões coletadas em consultas públicas. Não é ceticismo sobre a honestidade do governante. É ceticismo sobre a utilidade de participar. A pergunta que organiza esse comportamento não é se há desvio, mas se adianta. Isso transforma o problema de governança em problema de expectativa. Uma sociedade que desconfia moralmente ainda pode ser mobilizada por indignação, por lideranças que prometem mudança. Uma sociedade que desconfia operacionalmente é mais difícil de alcançar.

CONFIANÇA

Instituições que não são confiáveis tornam-se inevitavelmente mais frágeis. Sem confiança, o cumprimento de regras depende de fiscalização constante, a cooperação vira exceção, e o custo de implementar políticas públicas aumenta. O sistema passa a operar com mais atrito, mais burocracia e menos previsibilidade. Nesse ambiente, a corrupção deixa de ser apenas um desvio e passa a ser parte do funcionamento.  Em sociedades de baixa confiança, pequenos desvios tendem a ser racionalizados. Furar fila, acionar um conhecido, acelerar um processo não são vistos apenas como falhas individuais, mas como formas de navegar um sistema percebido como ineficiente ou arbitrário. Não se trata exatamente de aprovação da corrupção, mas de algo mais desconfortável: a sensação de que seguir as regras pode ser, em muitos casos, a pior estratégia disponível. Este é o ponto em que a baixa confiança deixa de ser percepção e vira comportamento coletivo. Quando podem, as pessoas saem. O setor de saúde suplementar fechou 2024 com mais de 52 milhões de beneficiários, um crescimento contínuo mesmo em anos de crise econômica. A migração para o transporte individual e a preferência por educação privada seguem trajetória parecida. Não se trata apenas de escolha, e sim de defesa.

O EFEITO É ESTRUTURAL

A cidadania deixa de ser a demanda por serviços públicos universais de qualidade e passa a ser a capacidade de não precisar deles. O efeito disso sobre o sistema político é mais profundo do que parece. Uma sociedade que não confia também não cobra de forma coordenada. Cada grupo busca sua própria solução, cada indivíduo tenta resolver seu próprio problema, e o espaço para projetos coletivos vai encolhendo. Não por falta de ideias, mas por falta de base social para sustentá-las. A política se adapta a esse ambiente. Em sociedades de baixa confiança o incentivo para construir projetos coletivos é menor: o cálculo individual prevalece porque a experiência ensina que a coordenação raramente compensa. O sistema político brasileiro reflete essa lógica com precisão.


Nos últimos anos, o País assistiu ao fortalecimento do Congresso e à descentralização progressiva do orçamento. Em tese, isso poderia aproximar o gasto público das necessidades locais. Na prática, produziu fragmentação em escala. 


As emendas parlamentares, que representavam menos de 4% das despesas discricionárias da União em 2014, chegaram a quase 29% em 2020 e ainda respondem por cerca de 20% em 2024, segundo dados do FGV-IBRE. Em valores absolutos, saltaram de R$ 6 bilhões para mais de R$ 44 bilhões no mesmo período. O efeito é estrutural. Quando quase metade das transferências federais diretas para municípios e estados passa pelo Legislativo, o orçamento deixa de ser a expressão de um plano nacional e passa a ser a soma de planos individuais. Cada parlamentar opera como uma unidade autônoma de alocação de recursos. 

POLARIZAÇÃO

Há uma racionalidade nisso: num ambiente de baixa confiança no Estado central, parlamentares têm incentivo para controlar diretamente a alocação de recursos, reduzindo a dependência de um Executivo percebido como pouco confiável. O problema é que essa lógica individual inviabiliza a coordenação coletiva. O que faz sentido para cada um torna mais difícil o que funciona para todos.


A polarização completa o quadro. Se a responsabilidade é sempre do outro lado, as instituições deixam de ser vistas como espaços de solução e passam a ser tratadas como instrumentos de disputa. Isso corrói ainda mais a confiança e reforça o ciclo. Menos confiança leva a mais fragmentação, que por sua vez reduz ainda mais a capacidade de coordenação.


Uma sociedade de baixa confiança não é apenas uma sociedade que suspeita de tudo. É uma sociedade em que o sucesso coletivo vai sendo substituído por estratégias individuais de sobrevivência, tanto no comportamento cotidiano quanto na organização política. Democracias precisam de cidadãos dispostos a apostar em um plano de País, a aceitar perdas temporárias em troca de ganhos futuros compartilhados, a confiar que as regras valem mesmo quando ninguém está olhando.  Numa sociedade em que essa aposta parece ingênua, a democracia não desaparece formalmente. Ela se esvazia por dentro. Continua existindo como procedimento, mas perde progressivamente o que a torna relevante: a crença de que ela serve para alguma coisa.

Pontocritico.com

FRASE DO DIA

 Que ingenuidade, pedir a quem tem o poder para mudar o poder.

- Giordano Bruno

Betty Cirne Lima retira pré-candidatura a vice de Maranata para retomar gestão do Parque Assis Brasil

 


A produtora rural Betty Cirne Lima não integra mais a chapa de Marcelo Maranata (PSDB) na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. A decisão, oficializada nesta segunda-feira, ocorreu após apelos de entidades do setor agropecuário para que ela retornasse à organização da Expointer. Betty, que havia sido anunciada como pré-candidata a vice-governadora em março, voltará a ocupar o cargo de subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, função que exercia desde 2022.

O recuo altera a estratégia do PSDB gaúcho, que havia sido o primeiro partido a apresentar uma chapa pura e completa para as eleições deste ano. O presidente estadual da legenda, Moisés Barboza, afirmou compreender a decisão, destacando a ligação histórica da produtora com o setor e a importância da Expointer em sua trajetória profissional. Segundo o dirigente, a busca por um novo nome para compor a majoritária ao lado de Maranata e dos pré-candidatos ao Senado, Cláudio Diaz e Milton Cardoso, será reiniciada imediatamente.

A cúpula tucana deve se reunir nesta terça-feira para avaliar novos perfis dispostos a integrar a chapa. Apesar da baixa, Barboza sinalizou otimismo, afirmando que o partido possui quadros qualificados para preencher a vaga de vice. O retorno de Betty Cirne Lima à gestão do Parque Assis Brasil é visto por lideranças do agronegócio como um movimento estratégico para garantir a continuidade técnica na organização da maior feira agropecuária da América Latina.