Vedação e sistemas de segurança protegem carros elétricos em alagamentos, mas especialistas alertam para oxidação

 


O crescimento da frota de veículos elétricos nas cidades brasileiras trouxe à tona dúvidas sobre a segurança desses modelos em situações de enchentes. Segundo o tenente-coronel Willian Leal Nunes, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, os riscos imediatos são muito semelhantes aos dos veículos a combustão: perda de aderência e possibilidade de flutuação. No entanto, o especialista esclarece que o temor comum de choques elétricos ou explosões imediatas não encontra respaldo na engenharia desses automóveis, que são projetados com baterias isoladas e sistemas de monitoramento em tempo real.



Diferente dos motores a combustão, os elétricos não correm o risco de "calço hidráulico" (quando o motor aspira água), e o peso elevado das baterias no chassi ajuda o veículo a manter melhor o contato com o solo. Em termos de segurança elétrica, o sistema funciona de forma análoga a um disjuntor inteligente: qualquer fuga de energia ou variação térmica anormal detectada pelos sensores provoca o corte automático e instantâneo do fluxo de eletricidade, isolando a bateria e protegendo os ocupantes.

Apesar da robustez tecnológica, o perigo reside no pós-enchente, especialmente em casos de exposição à água salgada ou contaminada. O contato prolongado com agentes corrosivos pode oxidar o compartimento metálico da bateria, comprometendo a vedação a longo prazo. Especialistas advertem que danos internos podem evoluir silenciosamente mesmo após o veículo aparentar estar seco e funcionando, tornando indispensável uma revisão técnica detalhada sempre que o automóvel enfrentar níveis elevados de água ou submersão parcial.

Caso de Fernando Henrique Cardoso impulsiona debate sobre curatela e proteção jurídica de idosos

 


A recente interdição judicial do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, motivada pelo avanço do Alzheimer, recolocou a curatela e o planejamento patrimonial no centro das discussões jurídicas no Brasil. A decisão da Justiça de São Paulo, atendendo a um pedido dos filhos baseado em laudos de comprometimento cognitivo, resultou na nomeação de um curador provisório para representar o ex-presidente em atos civis e financeiros.

O caso, embora envolva uma figura pública, ilustra um desafio crescente para milhares de famílias brasileiras devido ao aumento da expectativa de vida e das doenças neurodegenerativas.

O que é a Curatela?

Diferente do senso comum, a curatela moderna não visa anular a pessoa, mas protegê-la. De acordo com o advogado Alexandre Dalla Bernardina, o mecanismo é uma ferramenta de dignidade:

  • Foco Patrimonial: No Brasil, a regra é que a curatela seja parcial e proporcional, restringindo-se a atos de natureza negocial (bancos, contratos, vendas).

  • Direitos Pessoais: Direitos de caráter pessoal costumam ser preservados para respeitar a autonomia possível do indivíduo.

  • Fiscalização: O curador não tem liberdade total; ele atua sob supervisão judicial e deve prestar contas regularmente ao Estado.


A importância do Planejamento Antecipado

Especialistas alertam que a maioria das famílias só lida com a interdição em momentos de crise, o que gera desgaste emocional e burocracia. O planejamento preventivo surge como a melhor alternativa para evitar conflitos:

  1. Diretivas Antecipadas de Vontade: Documentos que registram quais tratamentos e cuidados a pessoa deseja (ou não) receber caso perca a lucidez.

  2. Procurações e Gestão Patrimonial: Organização prévia que permite a movimentação financeira para despesas essenciais sem a necessidade imediata de uma longa disputa judicial.

  3. Testamento Vital: Instrumento que garante que a vontade do indivíduo seja respeitada mesmo quando ele não puder mais expressá-la.

O cenário atual exige que a sociedade brasileira encare o envelhecimento com uma abordagem que equilibre a proteção jurídica necessária com a autonomia do idoso, garantindo que a gestão de bens e cuidados médicos ocorra de forma fluida e respeitosa.

UMA SOCIEDADE DE BAIXA CONFIANÇA

 UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO

Hoje cedo, ao me deparar com o excelente artigo do cientista político Lucas Aragão,- com o título -UM PAÍS QUE NÃO CONFIA EM SI MESMO-, publicado na coluna OPINIÃO do BRASIL JOURNAL, achei por bem que textos deste tipo e conteúdos precisam ser lidos e muito bem compreendidos por todos os brasileiros. Eis: 

ESCAPAR DELES

No Brasil, melhorar de vida muitas vezes não significa acessar serviços públicos melhores. Significa escapar deles. -Plano de saúde para não depender do SUS, escola privada para não depender da pública, carro para não depender do transporte coletivo. A ascensão social é frequentemente medida pela distância que se consegue colocar entre si e o Estado.


Não é exatamente um projeto de cidadania. É mais um PLANO DE SAÍDA. Isso não é só desigualdade: é um traço mais profundo. O Brasil funciona em larga medida como uma sociedade de baixa confiança. Os dados confirmam essa intuição. Segundo um levantamento de 2022 da OCDE, apenas 26% dos brasileiros declararam ter confiança alta ou moderada no governo federal. 


O PROBLEMA É DE SOCIEDADE

Mais revelador: cerca de SETE EM CADA DEZ BRASILEIROS acreditam que as instituições públicas não funcionam no interesse da sociedade. A confiança nos partidos e no serviço público segue o mesmo padrão. Mas o dado mais incômodo não está em Brasília. Está em nós mesmos.


Pesquisa da Ipsos em 30 países mostrou que menos de 15% dos brasileiros acreditam que a maioria das pessoas pode ser confiada, um dos menores índices do levantamento. O LATINOBARÔMETRO, ao longo de décadas, registra padrão semelhante. O problema, portanto, não é só de governo. É de sociedade. 


Mas há um ponto mais relevante do que a simples percepção de corrupção. O brasileiro não desconfia apenas porque acredita que o Estado é desonesto. Desconfia porque não acredita que ele funcione. E essa distinção muda tudo.

CETICISMO

A desconfiança de natureza moral é uma acusação de caráter: aponta para a corrupção, para o desvio, para o político que rouba. A desconfiança operacional é uma acusação de capacidade: questiona se o Estado consegue entregar, se as políticas se adaptam, se reclamar serve para alguma coisa.


A segunda forma é estruturalmente mais difícil de reverter. Não se responde com prisões ou com escândalos punidos. Responde-se com décadas de entrega consistente. Os dados apontam nessa direção. A mesma pesquisa da OCDE indica que apenas um terço dos brasileiros acredita que o governo alteraria uma política pública diante de pressão popular, e menos de um em cada três acredita que o Estado incorporaria opiniões coletadas em consultas públicas. Não é ceticismo sobre a honestidade do governante. É ceticismo sobre a utilidade de participar. A pergunta que organiza esse comportamento não é se há desvio, mas se adianta. Isso transforma o problema de governança em problema de expectativa. Uma sociedade que desconfia moralmente ainda pode ser mobilizada por indignação, por lideranças que prometem mudança. Uma sociedade que desconfia operacionalmente é mais difícil de alcançar.

CONFIANÇA

Instituições que não são confiáveis tornam-se inevitavelmente mais frágeis. Sem confiança, o cumprimento de regras depende de fiscalização constante, a cooperação vira exceção, e o custo de implementar políticas públicas aumenta. O sistema passa a operar com mais atrito, mais burocracia e menos previsibilidade. Nesse ambiente, a corrupção deixa de ser apenas um desvio e passa a ser parte do funcionamento.  Em sociedades de baixa confiança, pequenos desvios tendem a ser racionalizados. Furar fila, acionar um conhecido, acelerar um processo não são vistos apenas como falhas individuais, mas como formas de navegar um sistema percebido como ineficiente ou arbitrário. Não se trata exatamente de aprovação da corrupção, mas de algo mais desconfortável: a sensação de que seguir as regras pode ser, em muitos casos, a pior estratégia disponível. Este é o ponto em que a baixa confiança deixa de ser percepção e vira comportamento coletivo. Quando podem, as pessoas saem. O setor de saúde suplementar fechou 2024 com mais de 52 milhões de beneficiários, um crescimento contínuo mesmo em anos de crise econômica. A migração para o transporte individual e a preferência por educação privada seguem trajetória parecida. Não se trata apenas de escolha, e sim de defesa.

O EFEITO É ESTRUTURAL

A cidadania deixa de ser a demanda por serviços públicos universais de qualidade e passa a ser a capacidade de não precisar deles. O efeito disso sobre o sistema político é mais profundo do que parece. Uma sociedade que não confia também não cobra de forma coordenada. Cada grupo busca sua própria solução, cada indivíduo tenta resolver seu próprio problema, e o espaço para projetos coletivos vai encolhendo. Não por falta de ideias, mas por falta de base social para sustentá-las. A política se adapta a esse ambiente. Em sociedades de baixa confiança o incentivo para construir projetos coletivos é menor: o cálculo individual prevalece porque a experiência ensina que a coordenação raramente compensa. O sistema político brasileiro reflete essa lógica com precisão.


Nos últimos anos, o País assistiu ao fortalecimento do Congresso e à descentralização progressiva do orçamento. Em tese, isso poderia aproximar o gasto público das necessidades locais. Na prática, produziu fragmentação em escala. 


As emendas parlamentares, que representavam menos de 4% das despesas discricionárias da União em 2014, chegaram a quase 29% em 2020 e ainda respondem por cerca de 20% em 2024, segundo dados do FGV-IBRE. Em valores absolutos, saltaram de R$ 6 bilhões para mais de R$ 44 bilhões no mesmo período. O efeito é estrutural. Quando quase metade das transferências federais diretas para municípios e estados passa pelo Legislativo, o orçamento deixa de ser a expressão de um plano nacional e passa a ser a soma de planos individuais. Cada parlamentar opera como uma unidade autônoma de alocação de recursos. 

POLARIZAÇÃO

Há uma racionalidade nisso: num ambiente de baixa confiança no Estado central, parlamentares têm incentivo para controlar diretamente a alocação de recursos, reduzindo a dependência de um Executivo percebido como pouco confiável. O problema é que essa lógica individual inviabiliza a coordenação coletiva. O que faz sentido para cada um torna mais difícil o que funciona para todos.


A polarização completa o quadro. Se a responsabilidade é sempre do outro lado, as instituições deixam de ser vistas como espaços de solução e passam a ser tratadas como instrumentos de disputa. Isso corrói ainda mais a confiança e reforça o ciclo. Menos confiança leva a mais fragmentação, que por sua vez reduz ainda mais a capacidade de coordenação.


Uma sociedade de baixa confiança não é apenas uma sociedade que suspeita de tudo. É uma sociedade em que o sucesso coletivo vai sendo substituído por estratégias individuais de sobrevivência, tanto no comportamento cotidiano quanto na organização política. Democracias precisam de cidadãos dispostos a apostar em um plano de País, a aceitar perdas temporárias em troca de ganhos futuros compartilhados, a confiar que as regras valem mesmo quando ninguém está olhando.  Numa sociedade em que essa aposta parece ingênua, a democracia não desaparece formalmente. Ela se esvazia por dentro. Continua existindo como procedimento, mas perde progressivamente o que a torna relevante: a crença de que ela serve para alguma coisa.

Pontocritico.com

FRASE DO DIA

 Que ingenuidade, pedir a quem tem o poder para mudar o poder.

- Giordano Bruno

Betty Cirne Lima retira pré-candidatura a vice de Maranata para retomar gestão do Parque Assis Brasil

 


A produtora rural Betty Cirne Lima não integra mais a chapa de Marcelo Maranata (PSDB) na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. A decisão, oficializada nesta segunda-feira, ocorreu após apelos de entidades do setor agropecuário para que ela retornasse à organização da Expointer. Betty, que havia sido anunciada como pré-candidata a vice-governadora em março, voltará a ocupar o cargo de subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, função que exercia desde 2022.

O recuo altera a estratégia do PSDB gaúcho, que havia sido o primeiro partido a apresentar uma chapa pura e completa para as eleições deste ano. O presidente estadual da legenda, Moisés Barboza, afirmou compreender a decisão, destacando a ligação histórica da produtora com o setor e a importância da Expointer em sua trajetória profissional. Segundo o dirigente, a busca por um novo nome para compor a majoritária ao lado de Maranata e dos pré-candidatos ao Senado, Cláudio Diaz e Milton Cardoso, será reiniciada imediatamente.

A cúpula tucana deve se reunir nesta terça-feira para avaliar novos perfis dispostos a integrar a chapa. Apesar da baixa, Barboza sinalizou otimismo, afirmando que o partido possui quadros qualificados para preencher a vaga de vice. O retorno de Betty Cirne Lima à gestão do Parque Assis Brasil é visto por lideranças do agronegócio como um movimento estratégico para garantir a continuidade técnica na organização da maior feira agropecuária da América Latina.

Tensões entre EUA e Irã escalam com proximidade do fim do cessar-fogo e incerteza sobre diálogo

 


O cenário de instabilidade no Oriente Médio atingiu um novo ápice nesta segunda-feira, com a troca de ameaças diretas entre os governos dos Estados Unidos e do Irã. A pouco menos de 48 horas do encerramento oficial da trégua, previsto para a noite de quarta-feira, o presidente Donald Trump manifestou forte ceticismo quanto à prorrogação do cessar-fogo, classificando a continuidade da suspensão das hostilidades como "muito improvável". Enquanto Washington confirma o envio de uma delegação diplomática a Islamabad, no Paquistão, para possíveis novos contatos, Teerã demonstra resistência e questiona a seriedade da proposta americana.

O conflito, iniciado no final de fevereiro após ataques de Israel e dos Estados Unidos contra alvos iranianos, já provocou milhares de mortes e gerou impactos severos na economia global. Em declarações recentes, Trump reiterou que manterá o bloqueio total aos portos iranianos, alegando que a medida causa um prejuízo diário de 500 milhões de dólares ao país persa. O presidente americano justificou a pressão econômica e militar acusando o Irã de violar os termos da trégua com ataques a navios no Estreito de Ormuz, ponto nevrálgico para o transporte mundial de petróleo.

Pelo lado iraniano, a resposta foi de confronto. Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do parlamento da República Islâmica, afirmou que o país não aceitará negociar sob coerção e que as forças militares estão preparadas para retomar o combate com "novas cartas no campo de batalha". O porta-voz da chancelaria iraniana reforçou que não há, até o momento, uma decisão oficial sobre participar de um novo ciclo de conversas no Paquistão, exacerbando a incerteza sobre o futuro da segurança regional e a possibilidade de uma escalada bélica ainda maior após o prazo de quarta-feira.

México investiga presença de agentes dos EUA após acidente fatal em operação antidrogas

 


A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta segunda-feira que o governo federal desconhecia a atuação de dois agentes antidrogas norte-americanos mortos em um acidente de carro no último fim de semana. O episódio ocorreu no estado de Chihuahua, no norte do país, durante o retorno de uma operação para destruir laboratórios clandestinos de drogas sintéticas. Segundo Sheinbaum, a presença dos agentes em território mexicano teria sido uma decisão direta do governo estadual, e não da administração federal.

A governante mexicana reiterou que não existem operações militares conjuntas entre o México e os Estados Unidos, seja por terra ou pelo ar, rejeitando as ofertas de auxílio militar feitas pelo presidente Donald Trump. Diante do incidente, Sheinbaum confirmou que solicitará informações detalhadas tanto ao governo de Chihuahua quanto às autoridades americanas para apurar se houve violação da Lei de Segurança Nacional, que regula a atuação de agentes estrangeiros no país.

De acordo com o Ministério Público de Chihuahua, os americanos atuavam como instrutores em tarefas de treinamento. O acidente fatal aconteceu quando a caminhonete em que viajavam, acompanhados por dois agentes mexicanos, derrapou e caiu em uma ribanceira, explodindo em seguida. O caso acentua as tensões diplomáticas entre os dois países, em um momento em que a Casa Branca pressiona o México por medidas mais severas contra o narcotráfico e o fluxo de entorpecentes na fronteira.

Cuba e Estados Unidos realizam reuniões diplomáticas em Havana sob clima de sigilo

 


Representantes dos governos de Cuba e dos Estados Unidos realizaram encontros diplomáticos recentes em Havana, confirmou Alejandro García, diretor de assuntos bilaterais do Ministério das Relações Exteriores da ilha. Em entrevista ao jornal oficial Granma, o diplomata classificou as conversas como um intercâmbio "respeitoso e profissional", ressaltando que o processo vem sendo tratado com discrição por ambas as partes devido à sensibilidade do cenário político atual.

A confirmação surge em meio a relatos divergentes sobre o teor das negociações. Enquanto veículos de imprensa americanos, como o portal Axios, indicaram que Washington teria imposto exigências específicas para o avanço do diálogo — incluindo a libertação de presos políticos —, a chancelaria cubana negou categoricamente a existência de pressões coercitivas ou prazos estabelecidos. Segundo García, a prioridade da delegação cubana no encontro foi a pauta energética, focando na tentativa de reverter o atual "cerco" que afeta o abastecimento do país.

As conversas ocorrem em um período de elevada fricção diplomática. Desde o início de 2026, a administração do presidente Donald Trump intensificou a política de "pressão máxima" contra Havana, endurecendo sanções e buscando restringir as importações de petróleo pela ilha. Apesar das hostilidades públicas e das exigências de Washington por mudanças estruturais no governo cubano, a manutenção desse canal de diálogo em Havana sinaliza uma tentativa de negociação direta entre as duas nações.

Loterias CAIXA | 20/04/2026

 


Quina - concurso nº 7006; Lotofácil - concurso nº 3666; Lotomania - concurso nº 2914; Dupla Sena - concurso nº 2947; Super Sete - concurso nº 837. #LoteriasCAIXA #JaPensou

Caixa Econômica Federal sorteia prêmios acumulados de cinco modalidades nesta segunda-feira

 


A Caixa Econômica Federal divulgou, na noite desta segunda-feira (20), os resultados de cinco de suas principais loterias, realizados no Espaço da Sorte, em São Paulo. O grande destaque da rodada foi o concurso 7006 da Quina, que apresentou um prêmio estimado em expressivos R$ 28,9 milhões para quem acertasse as dezenas 33, 41, 48, 55 e 68. Além da Quina, foram sorteados os números da Lotofácil (concurso 3666), que ofereceu R$ 2 milhões, e da Lotomania (concurso 2914), com prêmio acumulado de R$ 2,4 milhões.

Os sorteios da noite também incluíram a Dupla Sena (concurso 2947), com premiações distintas para dois sorteios realizados na mesma extração, e o Super Sete (concurso 837), cujo prêmio estimado chegou a R$ 6,3 milhões. As dezenas sorteadas na Dupla Sena foram 05, 08, 22, 24, 36, 44 (1º sorteio) e 01, 08, 24, 25, 40, 44 (2º sorteio), enquanto no Super Sete as colunas foram preenchidas pela sequência 1, 0, 3, 0, 0, 4 e 4. Os detalhes sobre a quantidade de ganhadores e o rateio completo dos prêmios são atualizados pelo portal oficial das Loterias Caixa após a conferência de todas as apostas realizadas no território nacional.