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13 de abril de 2026 – Novas análises climáticas apontam para a possível formação de um super El Niño ainda este ano, com intensidade capaz de superar todos os registros dos últimos 140 anos. O fenômeno pode elevar as temperaturas globais e gerar extremos climáticos até 2027.
De acordo com o Centro Europeu de Previsão Meteorológica (ECMWF), o aquecimento das águas do Pacífico pode ultrapassar os 2ºC, caracterizando um super El Niño. Esse cenário poderia quebrar o recorde de 2015, quando o oceano registrou 2,8ºC acima da média.
O professor Paul Roundy, da Universidade Estadual de Nova York, alerta que há risco real de o fenômeno ser o mais forte em mais de um século, especialmente entre o fim de 2026 e o início de 2027.
Se confirmado, os efeitos seriam sentidos em várias regiões:
Secas severas: América Central, África Central, Austrália, Indonésia e Filipinas.
Chuvas intensas e enchentes: Peru, Equador e áreas próximas à Linha do Equador.
Brasil: seca no Nordeste e chuvas acima da média no Sul, como ocorreu nas enchentes do RS em 2024.
Ondas de calor: América do Sul, sul dos EUA, África, Europa, Oriente Médio e Índia.
Ciclones e tufões: aumento no Pacífico; redução da atividade de furacões no Atlântico.
Além dos impactos climáticos, há preocupação com a agricultura. A Índia pode enfrentar redução das monções, comprometendo a produção agrícola. Em outras regiões tropicais, calor extremo e seca podem agravar perdas no campo e pressionar o abastecimento de água.
Especialistas ressaltam que não existem dois El Niños iguais e que o aquecimento global altera os padrões do fenômeno. O meteorologista Eric Webb, do Departamento de Defesa dos EUA, explica que a concentração de gases de efeito estufa impede a dissipação completa do calor entre eventos, intensificando os efeitos.
👉 Caso se confirme, o super El Niño pode transformar 2027 em um dos anos mais quentes da história, com impactos profundos no clima, na economia e na vida de milhões de pessoas.
Por Roberto Motta - Gazeta do Povo
"O Brasil tinha um problema grave. Depois surgiu outro gravíssimo. Agora, os dois se fundiram em um desafio existencial. Sou otimista, mas não consigo enxergar uma solução.
O problema original era o ativismo judicial descontrolado, autorizado pela Constituição de 1988. Esse é o problema “A”. Os constituintes brasileiros, ao contrário dos constituintes americanos, não enxergavam a constituição como uma ferramenta de limitação do poder estatal. Ao contrário; para os legisladores brasileiros a Constituição deveria ser uma lista de tarefas para o Estado. Nas palavras do imortal Roberto Campos, a sétima constituição brasileira é uma mistura de “dicionário de utopias com catalogação minuciosa do efêmero”.
Uma das consequências foi a hipertrofia da corte suprema, que deveria ser uma corte constitucional (como acontece em quase todas as democracias). Como o Estado ficou encarregado de resolver todos os problemas da sociedade, no Brasil qualquer questão é potencialmente um problema constitucional. Hoje é possível enxergar com clareza a consequência da escolha desastrosa feita pelos constituintes: nada pode ser resolvido definitivamente no país sem uma sentença da suprema corte.
Os onze ministros se tornaram os decisores de última instância sobre todos os assuntos. Essa responsabilidade lhes conferiu um poder extraordinário, amplificado por mecanismos como a criação de turmas e a possibilidade de decisões monocráticas, tomadas por um único ministro.
Foi questão de tempo até que os ministros se dessem conta do poder que possuíam e decidissem exercê-lo plenamente. O primeiro sinal pode ter sido o “fatiamento” do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Mas o marco definitivo foi o inquérito das fake news, aberto de ofício em 2019 e ainda em andamento.
O mesmo grupo de juristas estatais controla o processo eleitoral, através da Justiça Eleitoral, e os níveis inferiores do Judiciário, através do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A corte assumiu a gestão do país e passou a tutelar os políticos.
Esse é o problema A. Então surgiu o problema “B” – B de Banco Master.
Antes do escândalo do Banco Master, a suprema corte já enfrentava uma longa lista de queixas: violação da inércia do Judiciário, do princípio do juiz natural, da neutralidade do juiz, do sistema acusatório e do devido processo legal. Traduzindo em português corrente: os juízes abandonaram seu papel de guardiões da lei e passaram a criar leis segundo seus próprios desejos e crenças.
Depois do Master, uma questão de natureza diferente veio se somar a essa lista: a suspeita de envolvimento com o maior escândalo de corrupção já registrado.
A grande mídia, que redescobriu seu papel de crítica dos poderosos, está denunciando apenas esse segundo problema. Mas ele é uma consequência esperada do primeiro, a tomada do poder pelos ministros. Como Lord Acton já tinha avisado, o poder absoluto corrompe absolutamente.
Juízes que usurpam o poder político são um problema em todo o Ocidente. O Brasil representa um caso extremo. A consequência é a degeneração da democracia e das instituições republicanas. Mas a suspeita de envolvimento com um multibilionário esquema de corrupção não tem paralelo. A consequência é a falência múltipla das instituições.
Não há solução visível para essa crise porque a constituição “cidadã” de 1988 determina que a corte julgue a si mesma. Além disso, a efetiva tomada do poder político blindou os ministros contra qualquer tentativa parlamentar de removê-los.
O país assiste então a um espetáculo incomum: juristas estatais supremamente poderosos, que deveriam ser o símbolo máximo da retidão, acumulam suspeitas graves, sem que isso os impeça de manter os cargos, as responsabilidades e os poderes. Como se nada estivesse acontecendo.
O país se pergunta: em que momento essa charada será resolvida? Em que ponto o custo da desonra será tão alto, mesmo para aqueles que respiram o ar rarefeito do poder, que a correção será inevitável – e que correção será essa?
É isso que o país inteiro espera para ver."
Pontocritico.com
PAPA -INFALÍVEL-
Mais do que sabido, toda e qualquer crítica endereçada ao SUMO PONTÍFICE corre sério risco de ser RECHAÇADA. Como líder máximo da Igreja Católica, o PAPA é visto e compreendido mundo afora como -AUTORIDADE SUPREMA -INFALÍVEL-. Como tal simplesmente não pode CONTRARIADO.
QUESTÕES DE MORALIDADE
Ontem, no entanto, com sobrada razão, o -CATÓLICO- vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, manifestou APOIO TOTAL ao presidente Donald Trump ao dizer, cuidadosamente, que EM ALGUNS CASOS seria melhor para o Vaticano se ater as QUESTÕES DE MORALIDADE. Mais: deveria se ater as questões -como o que está acontecendo na Igreja Católica- e deixar o presidente dos Estados Unidos ditar as políticas públicas americanas. Vale lembrar que no domingo,12, em post na rede Truth Social, ao se referir aos comentários do Papa Leão XIV pedindo uma desescalada militar nos PAÍSES PERSA E SUL-AMERICANO (operação americana que capturou o ditador Nicolás Maduro em janeiro),Trump afirmou que não quer -UM PAPA QUE ACHE ACEITÁVEL O IRÃ TER ARMAS NUCLEARES-; que -ACHE TERRÍVEL QUE OS EUA TENHAM ATACADO A VENEZUELA-.
SILÊNCIO PAPAL
Por mais que preferisse não manifestar comentários quanto, no meu claro entender, foi muito infeliz e a manifestação do Papa Leão XIV, o que realmente me preocupa é o SILÊNCIO PAPAL a respeito das -QUATRO PESSOAS, entre elas uma mulher, QUE FORAM CONDENADAS À MORTE NO IRÃ POR CAUSA DOS PROTESTOS CONTRA O GOVERNO NO INÍCIO DESTE ANO-, segundo informaram hoje, terça-feira (14), várias organizações de direitos humanos. O Papa, mais do que ninguém, sabe que o Irã já executou sete pessoas ligadas a esses protestos, que, segundo ativistas, foram reprimidos com uma violência que deixou milhares de mortos e dezenas de milhares de detidos. Pode?
Pontocritico.com
O poder não corrompe as pessoas, apenas revela quem elas realmente são.
São Paulo – 14 de abril de 2026 – O concurso 2.996 da Mega-Sena foi sorteado na noite desta terça-feira (14), mas nenhum apostador acertou as seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulou e deve pagar R$ 52 milhões no próximo sorteio.
07 – 09 – 27 – 38 – 49 – 52
Quina (5 acertos): 78 apostas ganhadoras, cada uma leva R$ 25.112,52.
Quadra (4 acertos): 4.220 apostas ganhadoras, cada uma recebe R$ 765,10.
O próximo concurso da Mega-Sena será realizado na quinta-feira, 16 de abril.
👉 Com o prêmio acumulado, a expectativa é de grande procura nas casas lotéricas e apostas online para concorrer ao valor milionário.
Porto Alegre – 14 de abril de 2026 – O Grêmio conquistou sua primeira vitória na Copa Sul-Americana ao derrotar o Deportivo Riestra (ARG) por 1 a 0, nesta terça-feira à noite, na Arena. O gol salvador foi marcado por Amuzu aos 41 minutos do segundo tempo, em partida válida pela 2ª rodada do Grupo F.
Com dificuldades ofensivas e pouca criatividade, o Tricolor teve amplo domínio da posse de bola (85% no primeiro tempo), mas encontrou resistência na defesa argentina. As principais chances vieram em chutes de fora da área de Pavon e em uma bola no travessão de Gabriel Mec.
Na volta do intervalo, o técnico Luís Castro lançou mão de titulares como Arthur e Amuzu, além de Enamorado. Porém, logo aos cinco minutos, o volante Nardoni foi expulso, deixando o time com um a menos. Mesmo assim, o Grêmio manteve a pressão, com boas jogadas de Enamorado pela direita.
Aos 41 minutos, Enamorado fez grande jogada pela ponta e cruzou rasteiro para Amuzu finalizar no ângulo direito, garantindo o triunfo. Nos acréscimos, o belga ainda teve chance de ampliar, mas parou em defesa de Arce.
Com o resultado, o Grêmio soma três pontos, enquanto o Montevideo City Torque (URU) lidera com seis após vencer o Palestino (CHI) por 2 a 0.
👉 O próximo compromisso do Tricolor será no sábado, às 20h30, contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão.
Porto Alegre – 14 de abril de 2026 – O Grêmio sofreu, mas conseguiu vencer o modesto Deportivo Riestra (ARG) por 1 a 0, nesta terça-feira, pela segunda rodada da Copa Sul-Americana. O gol da vitória foi marcado por Amuzu, aos 41 minutos do segundo tempo.
Com apenas 13.518 torcedores presentes, o Tricolor apresentou um futebol apático no primeiro tempo, finalizando apenas duas vezes e acertando uma bola no travessão. A equipe deixou o campo vaiada.
No intervalo, o técnico Luís Castro promoveu mudanças: saíram Dodi, Tetê e Gabriel Mec, entrando Arthur, Amuzu e Enamorado. Logo aos dois minutos, o volante Nardoni foi expulso, complicando ainda mais a situação.
Mesmo com um a menos, o Grêmio pressionou, mas sem criatividade. Aos 17 minutos, Carlos Vinícius entrou no lugar de Braithwaite, e aos 33, Monsalve substituiu Balbuena.
Aos 41 minutos, Enamorado fez jogada pela direita e cruzou rasteiro para Amuzu, que finalizou no ângulo, garantindo o triunfo. Nos acréscimos, o belga ainda teve chance de ampliar, mas parou em defesa do goleiro Arce.
Os números mostram o abismo entre os dois times:
Grêmio tem valor de mercado estimado em R$ 624 milhões.
Riestra vale cerca de R$ 54 milhões.
No ranking da Conmebol, o Grêmio aparece em 14º lugar, enquanto o Riestra não figura nem até a posição 287.
No Campeonato Argentino, o Riestra é lanterna do Grupo A, ocupando a 15ª posição entre 15 clubes.
👉 Apesar da vitória, o desempenho preocupa. O Grêmio volta a campo no sábado, contra o Cruzeiro, pelo Brasileirão, no Mineirão.
Porto Alegre – 14 de abril de 2026 – Após a vitória do Grêmio por 1 a 0 sobre o Deportivo Riestra (ARG), o técnico Luís Castro destacou a dedicação da equipe e discordou das críticas sobre a falta de criação ofensiva.
Segundo o treinador português, o Tricolor foi dominante, mesmo com um jogador a menos:
“Foi uma vitória importante. Dificuldades foram superadas. Jogo de 82% de posse de bola. Fomos a única equipe que quis jogar e ganhar ao longo do jogo, mesmo estando com 10 jogadores em campo”, afirmou.
Questionado sobre a baixa produção ofensiva, Castro disse que o problema não foi a criação de jogadas, mas sim a falta de precisão nas finalizações:
“O Grêmio não apresentou dificuldades na criação, senão não teríamos 82% de posse de bola. Tivemos dificuldade em finalizar aquilo que criamos. Os números mostram isso.”
Com o triunfo, o Grêmio voltou a vencer após cinco partidas. Para Castro, o resultado é fundamental para recuperar o entusiasmo da equipe e da torcida:
“Precisamos retomar as vitórias para recuperar o entusiasmo. A torcida nos apoiou sempre, do início ao fim. Manifestaram-se quando deveriam, e nós temos que aceitar, já que não estamos em um bom momento. Mas dedicação não faltou.”
👉 A vitória dá novo fôlego ao Tricolor, que agora busca embalar na temporada e reencontrar confiança para os próximos desafios.