“Brasil vive de Vini Jr. e Endrick”, diz jornal espanhol após vitória sobre a Croácia

 


01/04/2026 | 17:29
Estadão Conteúdo
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 1 sobre a Croácia, na noite desta quarta-feira, nos Estados Unidos, gerou grande repercussão na imprensa internacional, com destaque especial para as atuações de Vinicius Júnior e Endrick.Na Espanha, onde Vini Jr. brilha com a camisa do Real Madrid e Endrick iniciou sua carreira europeia, os dois atacantes dominaram as manchetes dos principais jornais esportivos.O jornal Marca foi direto: “Vinicius e Endrick lideram o Brasil contra uma Croácia apática”. A publicação destacou a assistência de Vini Jr. para o primeiro gol brasileiro e a atuação decisiva de Endrick no segundo tempo, quando sofreu o pênalti que resultou no 2 a 1 e deu a assistência para o gol de Gabriel Martinelli.Já o jornal As resumiu o desempenho da Seleção com a frase: “O Brasil vive de Endrick e Vini”. O periódico ressaltou que, “em outra partida sem grande brilho, uma jogada histórica de Vini e uma atuação heroica de Endrick evitaram um desastre que, por momentos, parecia inevitável”.Repercussão na América do SulNa Argentina, o jornal Olé tratou o resultado como uma espécie de “vingança” pela eliminação brasileira na Copa do Mundo de 2022, quando a Croácia venceu o Brasil nos pênaltis. “O Brasil se vingou: derrotou a Croácia”, estampou a publicação.O Olé avaliou ainda que a vitória traz mais tranquilidade ao técnico Carlo Ancelotti nesta reta final de preparação para a Copa do Mundo, após a derrota para a França em Boston.

Guerra contra o Irã é “desnecessária” e baseada em “mentira”, afirma Lula

 


01/04/2026 | 19:54
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou nesta quarta-feira (1º) a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã como “desnecessária” e afirmou que a justificativa usada pelos dois países — o suposto desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã — é “mentirosa”.“Os Estados Unidos se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã, alegando que tinha arma nuclear ou que estavam tentando fazer arma nuclear. É mentira”, declarou Lula durante entrevista à TV Cidade, em Fortaleza.O presidente relembrou que, em 2010, durante visita oficial ao Irã ainda em seu segundo mandato, mediou um acordo para o enriquecimento de urânio com fins pacíficos, nos mesmos moldes permitidos pela Constituição brasileira. Segundo ele, o acordo foi rejeitado pelos Estados Unidos e pela União Europeia.“Não tem arma nuclear lá. Se tem uma divergência política entre Israel, Estados Unidos e Irã, não precisava terminar em guerra”, acrescentou.Lula também criticou a crença de que a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, encerraria o conflito. “Eles achavam que tinham acabado a guerra porque mataram o Khamenei. Não acabaram a guerra. O Irã é um país com quase 100 milhões de habitantes e uma cultura milenar”, afirmou.Preocupação com o preço do dieselLula voltou a expressar preocupação com o impacto da guerra no preço dos combustíveis no Brasil, especialmente o diesel, do qual o país importa cerca de 30% do consumo.O presidente reforçou que o governo está monitorando o mercado e fiscalizando possíveis abusos, com atuação da Polícia Federal e dos Procons estaduais. “Estamos fiscalizando e vamos ter que colocar alguém na cadeia se for necessário”, disse.Ele criticou a privatização da BR Distribuidora, argumentando que, quando a empresa era controlada pela Petrobras, o repasse da redução de preços era mais direto ao consumidor. “A Petrobras baixa o preço, mas não chega na bomba”, observou.O governo federal deve publicar ainda esta semana uma medida provisória (MP) que cria um subsídio de R$ 1,20 por litro no diesel importado. O custo total estimado é de R$ 3 bilhões em dois meses, dividido igualmente entre União e estados. Cerca de 80% dos estados já sinalizaram adesão à proposta.O conflito no Irã completou um mês nesta semana, com o fechamento do Estreito de Ormuz e forte alta no preço internacional do petróleo, que já subiu cerca de 50%.

RS terá mais um dia de calor acima da média nesta quinta-feira

 


01/04/2026 | 19:43
MetSul Meteorologia
O Rio Grande do Sul enfrenta mais um dia de temperaturas elevadas nesta quinta-feira (2). O sol predomina em todo o estado, mas nuvens isoladas devem se formar ao longo do dia, favorecendo pancadas rápidas e típicas de verão em alguns pontos, especialmente no interior.As máximas ficam ao redor ou acima dos 30°C na maior parte do território gaúcho, com calor mais intenso nas regiões Oeste e Noroeste. Os valores estão bem acima da média histórica para o mês de abril.O calor fora de época deve persistir ao longo do dia, mantendo o padrão de tempo quente que vem marcando o início do outono no estado.

Jean-Andoche Junot, o “Duque de Abrantes” ou “A Tempestade”

 


Jean-Andoche Junot (Bussy-le-Grand, 25 de setembro de 1771 – Montbard, 29 de julho de 1813), conhecido como “a Tempestade”, foi um dos mais destacados generais do exército napoleônico. Nomeado 1.º Duque de Abrantes por Napoleão Bonaparte, seu nome ficou especialmente ligado à primeira invasão francesa de Portugal, em 1807.BiografiaNascido em Bussy-le-Grand, na região de Côte-d’Or, Junot era filho de Michel Junot e Marie Antoinette Bienaymé. Estudou direito em Paris, mas com o início da Revolução Francesa, em 1791, abandonou os estudos e alistou-se no exército como voluntário.Durante o Cerco de Toulon (1793), chamou a atenção de um jovem oficial chamado Napoleão Bonaparte, que o escolheu como ajudante-de-ordens. A partir daí, Junot acompanhou Napoleão em quase todas as suas grandes campanhas: Itália, Egito (1798-1801), Áustria (1805), Rússia (1812) e, especialmente, na Guerra Peninsular.Carreira militar e ferimentosJunot distinguiu-se pela bravura na Campanha da Itália, onde foi promovido a coronel. Recebeu um grave ferimento na cabeça em Lonato, episódio que, segundo seus biógrafos, afetou permanentemente seu caráter, tornando-o cada vez mais impulsivo e temperamental.Participou do golpe de 18 de Brumário (1799), que levou Napoleão ao poder. Em 1800, casou-se com Laure Martin de Permond (futura Duquesa de Abrantes e célebre memorialista).Durante a Campanha do Egito, foi promovido a general de brigada, mas feriu-se num duelo e foi capturado pelos ingleses quando tentava regressar à França. Libertado, foi nomeado general de divisão e governador de Paris em 1801, cargo do qual Napoleão o afastou pouco depois.A invasão de Portugal e o título de Duque de AbrantesEm 1807, Junot comandou o Corpo de Observação da Gironda e liderou a primeira invasão francesa de Portugal. Partindo de Salamanca, entrou em território português pela Beira Baixa em 17 de novembro e ocupou Lisboa no dia 30 do mesmo mês.Nomeado governador-geral de Portugal, recebeu de Napoleão o título de Duque de Abrantes em março de 1808. No entanto, a chegada das tropas inglesas comandadas por Arthur Wellesley (futuro Duque de Wellington) mudou o rumo dos acontecimentos. Derrotado nas batalhas da Roliça e do Vimeiro, Junot assinou a Convenção de Sintra (30 de agosto de 1808), que permitiu a retirada das tropas francesas com “armas e bagagens” — expressão que se tornou famosa em Portugal.Em 1810, regressou à Península Ibérica como subordinado do marechal Masséna, durante a terceira invasão francesa, onde foi gravemente ferido.Últimos anos e morteDurante a desastrosa Campanha da Rússia (1812), Junot comandou o 8.º Corpo francês e participou da Batalha de Borodino. Acusado de ter permitido a retirada do exército russo após Smolensk, sua estrela começou a declinar.Em 1813, foi nomeado governador da Ilíria, mas já apresentava claros sinais de demência. De regresso a França, tentou suicidar-se atirando-se de uma janela. Fraturou a perna e, dias depois, tentou amputá-la com uma faca de cozinha. Morreu em Montbard, em 29 de julho de 1813, vítima de infecção.LegadoO nome de Junot está inscrito na 33.ª coluna do Arco do Triunfo, em Paris. Uma estátua sua, da autoria de Paul Eugène Breton, pode ser vista na fachada norte do Louvre, na rue de Rivoli.Embora tenha sido um militar corajoso e leal a Napoleão, sua carreira foi marcada por impulsividade, ferimentos graves e problemas mentais que se agravaram com o tempo. Em Portugal, seu nome ficou associado à primeira invasão francesa e à Convenção de Sintra.



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PM informa ao STF troca do carregador da tornozeleira eletrônica de Bolsonaro

 


01/04/2026 | 20:26
Agência Brasil
A Polícia Militar do Distrito Federal comunicou nesta quarta-feira (1º) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a troca do carregador da tornozeleira eletrônica de monitoramento usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.Bolsonaro cumpre prisão domiciliar de 90 dias e é obrigado a manter o equipamento carregado 24 horas por dia.De acordo com o relatório enviado ao STF, a substituição do carregador ocorreu na madrugada de domingo (29) para segunda-feira (30), entre 00h34 e 01h03. O motivo da troca não foi informado pela PM, que é responsável pela fiscalização da residência do ex-presidente.A policial penal Rita de Cassia Gaio foi a responsável pela operação. Ela ficou conhecida no ano passado após entrar na casa de Bolsonaro quando o ex-presidente tentou violar a tornozeleira com um ferro de solda.Com base nas informações prestadas pela Polícia Militar, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, poderá solicitar novos esclarecimentos sobre o episódio.Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão, imposta na ação penal que investigou a trama golpista.

CPI dos Pedágios convida Eduardo Leite para depor na próxima semana

 


01/04/2026 | 18:24
Luana Pazutti
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pedágios enviou, nesta quarta-feira (1º), um novo ofício convidando o governador Eduardo Leite (PSD) a prestar depoimento na próxima semana.O documento, proposto pelo relator Miguel Rossetto (PT) e assinado pelo presidente da CPI, Paparico Bacchi (PL), dá ao governador o prazo de três dias para indicar uma data para comparecimento, que deve ocorrer até o dia 10 de abril.“Leite tem que explicar o fracasso do bloco 3, a tarifa alta do bloco 2 e a ausência de proposta para o bloco 1”, afirmou Rossetto, líder da bancada do PT/PCdoB na Assembleia Legislativa.O convite já havia sido aprovado pela CPI em 23 de fevereiro. Com o fim dos trabalhos da comissão marcado para a primeira quinzena de abril, os integrantes da CPI demonstram urgência para ouvir o governador.Motivação do depoimentoOs parlamentares querem que Eduardo Leite esclareça pontos considerados críticos no processo de concessão das rodovias gaúchas, especialmente os problemas enfrentados no bloco 3, as tarifas elevadas do bloco 2 e a falta de avanços no bloco 1.Na sessão desta quarta-feira, a CPI ouviu o diretor de Transporte e Mobilidade da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs), Airton Roberto Rehbein.