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O Rei e o Parlamento: Como o governo de Henrique III deu origem à democracia britânica
Diferente de seus homólogos franceses, Henrique III de Inglaterra (1207–1272) não é lembrado por conquistas militares gloriosas, mas sim por ter um dos reinados mais longos e turbulentos da história inglesa (56 anos). Ele foi o monarca que viu o nascimento do Parlamento como o conhecemos e a consolidação da identidade inglesa.
Aqui está o que torna Henrique III uma figura crucial para a história do Reino Unido:
1. O Rei Menino e a Herança Maldita
Henrique assumiu o trono com apenas 9 anos, em meio ao caos. Seu pai, o infame Rei João Sem-Terra, havia mergulhado a Inglaterra em uma guerra civil contra os barões e uma invasão francesa.
A Reafirmação da Magna Carta: Para salvar o trono do menino, seus regentes confirmaram a Magna Carta, transformando um documento de rebelião em uma base legal para o governo inglês. Isso limitou o poder real desde cedo na vida de Henrique.
2. A Obsessão pela Estética e a Fé
Henrique III era um homem profundamente religioso e um esteta. Ele era obcecado por Eduardo, o Confessor (o rei santo anglo-saxão), tanto que deu o nome dele ao seu filho (o futuro Eduardo I).
A Reconstrução da Abadia de Westminster: Seu maior legado físico. Henrique gastou fortunas para reconstruir a abadia no estilo gótico francês, transformando-a no santuário nacional e local de coroação que é até hoje.
3. O Conflito com os Barões: Simon de Montfort
Henrique III era visto como um governante fraco, que favorecia estrangeiros (os parentes de sua esposa francesa) e cobrava impostos excessivos para financiar guerras fracassadas no exterior. Isso levou à Segunda Guerra dos Barões.
Simon de Montfort: O cunhado do rei que se tornou seu maior inimigo. Em 1264, na Batalha de Lewes, Montfort capturou Henrique III e seu filho, tornando-se o governante de facto da Inglaterra.
O Primeiro Parlamento: Em 1265, enquanto mantinha o rei sob custódia, Montfort convocou uma assembleia que incluía não apenas nobres e clérigos, mas também representantes das cidades e condados (os "comuns"). Este foi o embrião do Parlamento moderno.
4. Importância Histórica
A importância de Henrique III reside na transição da monarquia absoluta para a monarquia constitucional:
Surgimento dos "Comuns": Pela primeira vez, o povo (ainda que a elite local) teve voz nas decisões financeiras do reino através do Parlamento.
Identidade Inglesa: Henrique foi o primeiro rei desde a conquista normanda (1066) a se identificar fortemente com a cultura e os santos ingleses, apesar de sua ascendência francesa.
Estabilidade Jurídica: Sob seu reinado, as cortes de justiça e a burocracia estatal tornaram-se mais profissionais e independentes da presença física do rei.
5. Curiosidade: O Zoológico da Torre de Londres
Henrique III recebeu animais exóticos de outros monarcas, incluindo um urso polar (que pescava no Rio Tâmisa amarrado a uma corda) e um elefante africano (um presente do rei da França). Esses animais formaram o núcleo do que seria a Royal Menagerie na Torre de Londres por séculos.
Resumo do Reinado
| Aspecto | Detalhe |
| Duração | 1216 – 1272 (Um dos mais longos da Inglaterra). |
| Legado Arquitetônico | A estrutura atual da Abadia de Westminster. |
| Ponto de Inflexão | A criação do Parlamento de Simon de Montfort. |
| Sucessor | Eduardo I (Eduardo "Pernas Longas"). |
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Entre a Fé e a Coroa: Como Henrique III tentou equilibrar um reino partido ao meio
Henrique III (1551–1589) foi o último monarca da Dinastia Valois e uma das figuras mais complexas, incompreendidas e trágicas da história francesa. Seu reinado foi o epicentro das sangrentas Guerras de Religião, e sua morte marcou a transição definitiva do poder para os Bourbon.
Aqui está o que você precisa saber sobre sua trajetória e seu impacto histórico:
1. O Rei Culto e Refinado
Henrique III não era o típico rei guerreiro medieval. Era um homem de intelecto aguçado, poliglota, amante das artes, da filosofia e da moda. Antes de assumir a França, ele foi o primeiro rei eleito da Polônia (como Henrique de Valois), mas abandonou o trono polonês meses depois para suceder seu irmão, Carlos IX, na França.
A Corte de Mignons: Henrique cercava-se de jovens nobres favoritos, chamados de mignons ("os fofos" ou "os bonitinhos"). Ele introduziu uma etiqueta de corte rigorosa e sofisticada, que serviu de rascunho para o que Luís XIV faria em Versalhes décadas depois.
2. O Triângulo de Poder: A Guerra dos Três Henriques
O reinado de Henrique III foi definido por uma disputa mortal entre três líderes de mesmo nome, cada um representando uma facção da França:
Henrique III: O Rei, tentando manter a autoridade da coroa e uma posição de centro (os Politiques).
Henrique de Guise: Líder da Liga Católica, radical e apoiado pela Espanha, que queria exterminar os protestantes e, eventualmente, tomar o trono.
Henrique de Navarra (futuro Henrique IV): Líder dos Huguenotes (protestantes) e herdeiro legítimo por linhagem de sangue após os Valois.
3. O Golpe de Mestre e a Queda
Em 1588, sentindo seu poder esvair-se para a Liga Católica, Henrique III tomou uma decisão drástica: ordenou o assassinato de Henrique de Guise dentro do Castelo de Blois.
O ato horrorizou a França católica. O rei foi excomungado pelo Papa e viu Paris rebelar-se contra ele. Sem saída, ele foi forçado a aliar-se ao seu antigo inimigo protestante, Henrique de Navarra, para tentar retomar sua própria capital.
4. Importância Histórica
Apesar da fama de "rei fraco" propagada por seus inimigos na época, a importância de Henrique III é fundamental:
O Fim dos Valois: Sua morte sem herdeiros em 1589 (assassinado pelo monge fanático Jacques Clément) encerrou uma linhagem que governava a França desde 1328.
Fortalecimento da Instituição Real: Ele foi um dos primeiros a entender que a monarquia precisava de uma burocracia centralizada e de uma imagem de "majestade" distante para sobreviver, criando ordens de cavalaria como a Ordem do Espírito Santo.
Transição para a Tolerância: Ao reconhecer Henrique de Navarra como seu sucessor legítimo, ele garantiu que a França não fosse retalhada por potências estrangeiras (como a Espanha), permitindo a unificação que ocorreria sob os Bourbon.
5. Curiosidade: O Rei da Etiqueta
Henrique III é creditado por popularizar o uso do garfo na mesa francesa (trazido de Veneza) e por elevar o uso de acessórios como brincos e perfumes entre a nobreza masculina, o que gerou muitas críticas dos setores conservadores da época, que o viam como "afeminado".
Resumo do Reinado
| Aspecto | Detalhe |
| Religião | Tentou o equilíbrio entre católicos e protestantes, sem sucesso. |
| Morte | Assassinado por um fanático religioso em Saint-Cloud. |
| Legado Político | Estabeleceu as bases do absolutismo administrativo. |
| Sucessor | Henrique IV (Henrique de Navarra), iniciando a Dinastia Bourbon. |
STF desobriga Campos Neto de depor na CPI do Crime Organizado
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (02/03) desobrigar o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de comparecer à CPI do Crime Organizado no Senado. Com a decisão, a convocação obrigatória foi convertida em convite.
Os Detalhes da Decisão
O depoimento, agendado para esta terça-feira (03/03), às 9h, visava investigar possíveis falhas na fiscalização bancária durante a gestão de Campos Neto (2019-2024).
Status de Convidado: Campos Neto não tem mais o dever legal de comparecer. Caso decida ir por vontade própria, ele terá o direito de permanecer em silêncio diante dos senadores.
Objeto da Investigação: A CPI apura se fragilidades no controle do sistema financeiro facilitaram a lavagem de dinheiro e a expansão de facções criminosas, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Argumentos da Defesa
A defesa do ex-presidente do BC recorreu ao STF alegando que a convocação era ilegal. Segundo os advogados:
Justificativa Frágil: O requerimento estaria baseado em suposições sem provas concretas de envolvimento direto do ex-dirigente.
Ilegalidade: A análise do objeto da CPI, cruzada com a Operação Compliance Zero, demonstraria um desvio de finalidade na tentativa de forçar o depoimento.
Contexto Político
A decisão de Mendonça ocorre em um momento de alta tensão entre o Legislativo e o Judiciário sobre o alcance das investigações parlamentares. Recentemente, outros ministros do STF também suspenderam quebras de sigilo e convocações da mesma CPI, sob o argumento de preservação de direitos individuais.
Resumo da Agenda:
Evento: Depoimento na CPI do Crime Organizado.
Data original: Terça-feira, 3 de março de 2026.
Horário: 9h.
Situação atual: Presença facultativa (direito ao silêncio garantido).



