Luís Castro reconhece falhas do Grêmio e projeta Gre-Nal como desafio decisivo

 


O técnico Luís Castro sofreu sua primeira derrota no comando do Grêmio na noite desta quarta-feira (14). Com atuação abaixo do esperado, o Tricolor foi superado pelo São José por 1 a 0, na Arena, pela segunda rodada do Campeonato Gaúcho.

Análise do treinador

Após o jogo, o português admitiu o mau desempenho da equipe e destacou a necessidade de ajustes imediatos:

“Temos que, rapidamente, retificar aquilo que deu errado. Hoje não funcionamos como equipe e os jogadores sabem disso. Temos que ajustar isso para o próximo jogo.”

Próximos compromissos

O Grêmio volta a campo no sábado (17), às 19h, contra o São Luiz, e enfrenta o Guarany de Bagé na quarta-feira seguinte. Apesar da sequência, Castro já direciona seu olhar para o Gre-Nal 449, marcado para o dia 25 de janeiro, pela quinta rodada do Gauchão.

“O meu grande desafio é saber quem está mais pronto, já para a partida mais importante antes do início do Brasileirão: o Gre-Nal”, afirmou.

Objetivo no Estadual

Segundo o treinador, o clássico também faz parte da preparação para a temporada e está diretamente ligado à meta de conquistar o título estadual.

“É um momento em que precisamos jogar um campeonato e nos prepararmos para outro. Estamos em uma fase híbrida da época, mas temos o objetivo claro de ganhar o Estadual, não olhamos para ele de outra forma”, concluiu.

Leão das liberdades

 Por Alexandre Garcia

É o discurso o mais abrangente do Papa - de Roma para o Mundo. Mencionou cada um dos grandes problemas da humanidade, confirmando que Habemos Papam! Destaco: “A guerra voltou a estar na moda e um fervor bélico está a alastrar.” E a família: “A subestimação do papel social da família está levando à sua progressiva marginalização institucional. A vocação ao amor e à vida se manifesta na união exclusiva e indissolúvel entre a mulher e o homem.”

O Master, o Careca da Previdência, a Venezuela, o Irã, nesses dias ocuparam no noticiário um espaço que deveria ser da manifestação seminal do papa Leão XIV, na tradicional reunião de início de ano, no Salão das Bênçãos, com diplomatas de 184 países. É o discurso o mais abrangente do Papa - de Roma para o Mundo. Mencionou cada um dos grandes problemas da humanidade, confirmando que Habemos Papam! Destaco: “A guerra voltou a estar na moda e um fervor bélico está a alastrar.” E a família: “A subestimação do papel social da família está levando à sua progressiva marginalização institucional. A vocação ao amor e à vida se manifesta na união exclusiva e indissolúvel entre a mulher e o homem.” E, destaque maior, a opressão das liberdades de opinião, de expressão, de consciência. “Não podemos esquecer o sofrimento de tantos detidos por motivos políticos, presentes em muitos países.”


Chefe de uma Igreja que, por 407 anos tinha o Índice dos Livros Proibidos, só extinto por Paulo VI em 1966, o papa Leão, com esse discurso, se mostra um paladino das liberdades de expressão, de consciência, de religião e até de viver. Alerta um mundo que não está percebendo que essas liberdades estão sendo restringidas. “É doloroso constatar que, especialmente no Ocidente, os espaços para a liberdade de expressão estejam cada vez mais a ser reduzidos, enquanto se desenvolve uma nova linguagem, ao estilo de Orwell, que, na tentativa de ser cada vez mais inclusiva, acaba por excluir aqueles que não se adaptam às ideologias que a animam.” O papa americano conhece muito bem a tirania do movimento Woke, nascido na Califórnia.


Ouça o Papa: “Quando as palavras perdem a sua correspondência com a realidade e a própria realidade se torna sujeita a opiniões e, em última análise, incomunicável, tornamo-nos como aqueles dois, de que fala Santo Agostinho, que são obrigados a permanecer juntos sem que nenhum deles conheça a língua do outro. A linguagem já não é o meio privilegiado da natureza humana para conhecer e encontrar, mas, nas malhas da ambiguidade semântica, torna-se cada vez mais uma arma com a qual se engana ou se atinge e ofende os adversários. Precisamos que as palavras voltem a expressar de forma inequívoca realidades certas.” E, mais adiante: “Isso deve acontecer nas nossas casas e praças, na política, nos meios de comunicação e nas redes sociais, bem como no contexto das relações internacionais e do multilateralismo, para que este último possa recuperar a força necessária para desempenhar aquele papel de encontro e mediação, necessário para prevenir conflitos, de modo que ninguém seja tentado a sobrepor-se ao outro pela lógica da força, seja ela verbal, física ou militar.” “É importante notar que o paradoxo deste enfraquecimento da palavra é com frequência reivindicado em nome da própria liberdade de expressão. No entanto, se olharmos bem, é verdade o contrário: a liberdade de palavra e de expressão é garantida precisamente pela certeza da linguagem e pela certeza de que cada termo está ancorado na verdade.”


Cada um inventa o seu direito, sem se importar com os direitos de todos. “Isso ocorre quando cada direito se torna autorreferencial e, sobretudo, quando perde a sua conexão com a realidade das coisas, a sua natureza e a verdade.” As palavras não significam mais a realidade e a verdade. Isso é trágico para nos entendermos. Por isso temos uma língua comum. A Constituição do Brasil diz, no art. 13, que é o Português. Os legislativos do Amazonas e de Santa Catarina, e os dos municípios de Porto Alegre, Murié MG e São Gonçalo RJ, fizeram leis proibindo nas escolas e serviços públicos a linguagem neutra, que não existe na Língua Portuguesa. Mas o Supremo não permitiu que defendessem a Constituição. Alegou que é prerrogativa da União regrar o ensino, quando deveria prevalecer a defesa da principal ferramenta de ensino, que é a língua. A falácia woke conquista até mentes bem-intencionadas. Ao votar, a ministra Cármen Lúcia afirmou que proibir a linguagem neutra viola a liberdade de expressão; mas contraria o Papa, a Língua Portuguesa, a natureza e a Constituição.

Correio do Povo



Irã adia execução de manifestante, segundo CNN

 


A execução do manifestante iraniano Erfan Soltani, de 26 anos, foi adiada, conforme informações divulgadas por familiares e pela ONG de direitos humanos Norway, nesta quarta-feira (14).

Informações da família e ONG

Um parente de Soltani, identificado apenas como Somayeh por questões de segurança, afirmou à CNN que a execução prevista para a tarde não ocorreu. Ele destacou, porém, que o ato não foi cancelado e que a família aguarda novas informações.

A organização Hengaw também confirmou o adiamento.

“A ordem de execução previamente comunicada à sua família e agendada para quarta-feira não foi cumprida e foi adiada”, disse Arina Moradi, integrante da ONG, à CNN Brasil.

A entidade ressaltou que, devido às restrições de comunicação e interrupções na internet, não é possível acompanhar em tempo real os desdobramentos do caso.

Contexto

Soltani foi preso em 8 de janeiro, em sua casa, na cidade de Kurtis, acusado de participar dos protestos contra o governo iraniano.

Ainda nesta quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre o caso e afirmou ter sido informado de que “não há plano para execuções”.

Cenário mais amplo

O adiamento ocorre em meio a denúncias de repressão no Irã. Segundo ONGs, milhares de pessoas já morreram em decorrência da violência contra manifestantes.

Dois bebês do DF são intoxicados após consumo de fórmula infantil da Nestlé

 


A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) confirmou nesta terça-feira (13) que dois bebês, com cerca de um ano de idade, apresentaram intoxicação após ingerirem fórmulas infantis da Nestlé pertencentes aos lotes proibidos pela Anvisa devido ao risco de contaminação.

Sintomas e evolução

As crianças tiveram episódios de vômitos persistentes e diarreia. Após a identificação dos lotes consumidos, as famílias suspenderam o uso dos produtos. Segundo a SES/DF, os pacientes evoluem bem e os sintomas cessaram após a interrupção da ingestão.

Medida da Anvisa

Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização, distribuição e uso de determinados lotes de fórmulas infantis da Nestlé, devido ao risco de contaminação pela toxina cereulide, produzida pela bactéria Bacillus cereus. A substância pode causar vômitos, diarreia e letargia — caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, além de dificuldade de reação e expressão emocional.

Os lotes afetados incluem fórmulas das marcas: Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfort, Nan Sensitive e Alfamino.

Posição da Nestlé

Em nota, a Nestlé informou que não recebeu registros oficiais de internações em seus canais de atendimento e que está empenhada em tratar cada caso individualmente. A empresa orienta consumidores que possuam produtos dos lotes citados a suspender imediatamente o consumo e entrar em contato para devolução gratuita e reembolso integral.

📞 Canais de atendimento:

  • E-mail: falecom@nestle.com.br

  • Telefone: 0800 761 2500

  • WhatsApp: (11) 97893-3289

  • Site oficial: informações sobre o recall

Produtos liberados

Nestlé e Anvisa reforçam que fórmulas fora da lista de lotes proibidos seguem liberadas para consumo.

Tênis Insanity Oldsen – Corrida, Academia e Treino

 


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EUA suspendem emissão de vistos de imigrante para 75 países, incluindo o Brasil

 


O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (14) a suspensão da emissão de vistos de imigrante para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A medida passa a valer a partir do dia 21 de janeiro e não tem prazo definido para terminar.

Motivo da suspensão

Segundo comunicado oficial, a decisão busca garantir que novos imigrantes não dependam de assistência social em níveis considerados elevados.

“O Departamento de Estado suspenderá o processamento de vistos de imigrantes de 75 países cujos migrantes recebem assistência social do povo americano em taxas inaceitáveis”, informou o órgão em publicação no X.

Quais vistos são afetados

A suspensão atinge apenas os vistos de imigrante, destinados a quem deseja residir permanentemente nos EUA — como pessoas que se casam com cidadãos americanos ou que pretendem trabalhar de forma fixa no país. Os vistos de não imigrante, voltados a viagens temporárias (turismo, negócios, estudos ou competições esportivas), continuam válidos e não foram afetados pela decisão.

Impacto para brasileiros

Brasileiros que planejam viajar aos Estados Unidos a turismo ou para visitar familiares e amigos devem solicitar o visto B2, enquadrado na categoria de não imigrante. Portanto, esse tipo de viagem não será prejudicado pela suspensão anunciada.

Moraes abre inquérito para apurar possível quebra de sigilo fiscal de ministros do STF

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, instaurou de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) teriam quebrado irregularmente o sigilo fiscal de ministros da Corte e de seus familiares.

Notificação e questionamentos

A abertura da investigação foi revelada pelo Poder360 e confirmada pelo Estadão. Receita e Coaf foram notificados nesta quarta-feira (14), mas não se manifestaram oficialmente, assim como o STF. Interlocutores da Receita afirmam que o órgão não possui acesso a contratos particulares e que a consulta a informações sigilosas sem procedimento fiscal aberto pode resultar em demissão.

Contexto da decisão

Moraes tomou a medida como presidente interino do STF, função que assumiu no plantão da Corte em 12 de janeiro. O tribunal retoma suas atividades em fevereiro. Diferentemente do procedimento usual, o inquérito não foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que informou apenas que acompanhará a apuração.

Caso Banco Master

As suspeitas de vazamento de dados surgiram a partir da chegada do Caso Banco Master ao STF. Reportagem de O Globo revelou detalhes de um contrato firmado em janeiro de 2024 entre o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e o Banco Master, prevendo pagamento de R$ 3,6 milhões mensais por três anos — valor que poderia alcançar R$ 129 milhões até 2027.

Envolvimento de Toffoli

No domingo (18), o Estadão publicou que familiares do ministro Dias Toffoli cederam participação milionária no resort Tayaya, no Paraná, a um fundo da Reag Investimentos. A empresa é investigada por vínculos com o Banco Master e suspeita de sonegação bilionária no setor de combustíveis. Toffoli é o relator das investigações sobre o banco no STF.

Vídeo - Chuvas e temperaturas favorecem lavouras de milho no RS

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/chuvas-e-temperaturas-favorecem.html

Grupo do PP gaúcho contesta convocação de Covatti Filho e anuncia boicote

 


Um grupo influente do Progressistas (PP) no Rio Grande do Sul divulgou nesta quarta-feira (14) uma nota conjunta em reação à convocação do diretório estadual para o dia 20, feita pelo presidente da sigla, Covatti Filho. O documento, que defende diálogo e unidade, foi assinado por nomes de peso como o presidente de honra Celso Bernardi, o senador Luís Carlos Heinze, o ex-governador Jair Soares, além de deputados federais, estaduais e representantes de entidades ligadas ao partido.

Contestação e boicote

Alinhado ao deputado Ernani Polo, o grupo classificou a decisão de Covatti como “unilateral, grave e inadequada”, sustentando que o encontro não possui legitimidade. Os signatários anunciaram que não participarão da reunião, afirmando que a medida busca preservar a unidade partidária e evitar “atritos internos intransponíveis”.

Segundo os progressistas, até o momento a única decisão tomada de forma conjunta foi o lançamento de candidatura própria ao governo do Estado (Piratini).

Resposta de Covatti Filho

Após a divulgação da nota, Covatti Filho reafirmou que a reunião do diretório está mantida. Ele destacou que foi eleito democraticamente, assim como a executiva e o diretório, e que há um regimento interno que orienta as ações. O dirigente também lembrou que o encontro estava originalmente previsto para dezembro.

“A reunião está mantida. O diretório é soberano para deliberar, e suas decisões estão acima, inclusive, das decisões da presidência. Agora, cabe aguardar e respeitar o que o diretório decidir no dia 20”, afirmou.

Cenário interno

Apesar da manutenção da convocação, o impasse evidencia o racha interno no PP gaúcho. A expectativa é de que o encontro do diretório, em vez de pacificar, amplie ainda mais a divisão entre as alas do partido.

O redesenho do Oriente Médio

 Por Jurandir Soares

Um número crescente de países passou a ver a teocracia iraniana como um obstáculo à estabilidade regional

Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã vive sob uma teocracia comandada pelos aiatolás, sustentada por um rígido aparato repressivo. Ao longo das décadas, protestos populares foram sistematicamente esmagados com prisões em massa, torturas e execuções sumárias. Nos últimos anos, manifestações motivadas por demandas básicas – liberdade, direitos das mulheres, empregos e dignidade – passaram a ser tratadas pelo regime como crimes contra o Estado.


A resposta tem sido brutal: penas de morte, julgamentos sumários e intimidação generalizada. Esse histórico consolidou uma imagem negativa do país no cenário internacional, gerando repulsa no chamado mundo civilizado, que vê no Irã um símbolo de autoritarismo religioso e violação permanente dos direitos humanos.


ECONOMIA


A repressão política caminha lado a lado com o colapso econômico. Apesar de possuir uma das maiores reservas de petróleo e gás do planeta, o Irã enfrenta inflação elevada, desemprego crônico e perda constante do poder de compra da população. Sanções internacionais ajudam a explicar o quadro, mas não são a única causa.


O próprio regime contribuiu para afundar a economia ao priorizar gastos ideológicos e militares em detrimento do bem-estar social. Bilhões de dólares foram drenados para sustentar um projeto de poder regional que pouco ou nada retorna ao cidadão comum. A precarização da vida cotidiana tornou-se um dos principais combustíveis dos protestos, revelando o abismo formado entre a elite clerical e a sociedade iraniana.


MILÍCIAS


Parte central dessa estratégia externa foi o financiamento de grupos armados considerados retrógrados e fundamentalistas. Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina, Hamas e os rebeldes houthis, no Iêmen, receberam apoio financeiro, logístico e militar de Teerã. A isso soma-se o respaldo decisivo à ditadura de Bashar al-Assad, na Síria, responsável por uma das guerras civis mais sangrentas do século.


Para muitos iranianos, é incompreensível que recursos nacionais sejam destinados a conflitos externos enquanto faltam empregos, serviços públicos e perspectivas dentro do país. Essa política ampliou o isolamento do Irã e reforçou a percepção internacional de que o regime atua como um fator permanente de desestabilização regional.


GEOPOLÍTICA


Hoje, a rejeição ao regime dos aiatolás não se limita mais aos Estados Unidos e a seus aliados tradicionais. Um número crescente de países do Oriente Médio passou a ver a teocracia iraniana como um obstáculo à estabilidade regional. Israel está na linha de frente desse movimento e, em junho de 2025, chegou a travar um confronto direto com Teerã, evidenciando o grau de tensão acumulado. Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e outros países do Golfo também defendem, de forma aberta ou velada, a destituição do regime iraniano.


MUDANÇA


Esse realinhamento sugere a busca por uma nova geopolítica no Oriente Médio, mais pragmática e menos tolerante ao radicalismo religioso armado. Somada à mudança recente ocorrida na Síria, essa dinâmica pode redesenhar o equilíbrio de forças na região. Resta saber se o Irã seguirá isolado em sua rigidez ideológica ou se, pressionado por dentro e por fora, será forçado a enfrentar o próprio futuro. O fato é que depender da violência para se manter no governo significa que o poder acabou.

Correio do Povo