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Geladeira/Refrigerador Panasonic Frost Free - Duplex 483L NR-BT55PV2XA
A geladeira Panasonic NR-BT55PV2XA Frost free, em aço inox, duplex, na cor Aço escovado, com capacidade líquida total em 483L tem a tecnologia exclusiva que garante até 43% de redução do consumo de energia, em relação à classe A no PBE. Pois há um monitoramento no uso do refrigerador no dia a dia, fazendo-o funcionar de acordo com a rotina da casa, sem falar no sistema inverter, que nada mais é a regulagem do compressor de acordo com a temperatura que varia com o abre o fecha da porta e com a quantidade de comida interna. E ainda, é silenciosa e congela os alimentos com rapidez. Ainda você pode contar com sistema antibactéria, que evita que os alimentos entrem em contato com as bactérias. Este processo é feito pela combinação de tecnologias, unida nas luzes LED especiais que potencializam os nutrientes dos alimentos, especialmente as vitaminas C e D, localizado próximas as gavetas Fresh Zone.
Haddad diz que vai propor a Lula até o fim do ano nova regra para gastos obrigatórios
Ministro da Fazenda afirmou que não pode antecipar precisamente o que será alvo de "regras mais estáveis"
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, planeja propor o fim do ano ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) novas normas para o crescimento das despesas obrigatórias e vinculações orçamentárias. "Penso que uma discussão ansiosa sobre perenidade de regras como essa deveria entrar na ordem do dia, no segundo semestre", disse à Folha de S.Paulo. Em entrevista, Haddad defende que a ideia é acabar com o "vaivém" de reajustes dessa classe de gastos a cada governo "conservador" ou progressista".
"Não está no arcabouçoa discussão, porque não tem como estar em lei complementar, mas como tem uma emenda constitucional que vai ou não ser prorrogada no final do ano sobre desvinculação, nós entendemos que depois da reforma tributária é um momento interessante para fazer essa discussão ", adiantou o ministro.
Haddad afirmou que não pode antecipar precisamente o que será alvo de "regras mais estáveis", mas deve estar em questão reajustes do salário mínimo e de servidores, além de pisos e vinculações para as áreas de Saúde e Educação.
"Uma hora, você congela o salário mínimo por sete anos, outra hora, você dá reajuste de acordo com o crescimento do PIB nominal. Então vamos buscar, em uma negociação, uma regra estável para evitar os solavancos que verificamos nos últimos anos", adicionado.
Agência Estado e Correio do Povo
Os descaminhos da guerra
O presidente chinês, Xi Jinping, está insistindo em ser o mediador para a guerra da Rússia contra a Ucrânia
Jurandir Soares
O presidente chinês, Xi Jinping, está insistindo em ser o mediador para a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Já elaborou um plano de 12 pontos que levou Moscou a se apresentar ao presidente Vladimir Putin, que não aceitou porque uma das cláusulas estabeleceria a retirada russa dos territórios que ocupam na Ucrânia, inclusive a Crimeia, tomada em 2014. Mesmo assim, Xi busca levar adiante seu plano, tendo convidados dirigentes europeus a irem a Pequim para discutir sobre o mesmo. E o convite já foi aceito. Na semana passada ele recebeu o prêmio espanhol, Pedro Sanchez. E nesta semana Xi recebeu em Pequim o presidente francês, Emmanuel Macron, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Na sequência receberá o secretário geral da Otan, Yens Stoltenberg.
No encontro desta semana, Macron pediu a Xi que exercesse sua influência sobre Putin no sentido de convencê-lo a vir para uma mesa de negócios. Ao mesmo tempo pediu para que atendesse ao convite do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, para um encontro entre ambos. Esta mobilização de dirigentes europeus tem dois objetivos. Um deles diz respeito à crescente influência chinesa nos negócios europeus. Poucos dias antes da visita a Pequim, Von der Leyen afirmou que a Europa “correria risco” diplomático e econômico com uma China suportável. Ela voltou ao tema nesta quinta: “Tanto a Europa quanto a China se beneficiaram imensamente com esse relacionamento. No entanto, as relações UE-China se tornaram mais complexas nos últimos anos, e é importante discutirmos todos os aspectos de nossas relações”, afirmou. O fato é que a China tornou-se um ator internacional cada vez mais atuante. Especialmente, porque passou a colocar qualidade em seus produtos. Porém, mesmo com as contestações, Macron experimentou a Pequim acompanhou de uma desejosa de mais de 50 empresários, onde se incluíam executivos da Airbus, empresa que assinou acordos para abrir uma nova linha de montagem na China, dobrando sua capacidade no segundo maior mercado de aviação do mundo. Assim é que essa rejeição à expansão de negócios da China na Europa é relativa. Até porque Xi disse que Pequim está disposto a trabalhar com Bruxelas para reiniciar acordos em todos os níveis. onde se incluiu executivo da Airbus, empresa que assinou acordos para abrir uma nova linha de montagem na China, dobrando sua capacidade no segundo maior mercado de aviação do mundo. Assim é que essa rejeição à expansão de negócios da China na Europa é relativa. Até porque Xi disse que Pequim está disposto a trabalhar com Bruxelas para reiniciar acordos em todos os níveis. onde se incluiu executivo da Airbus, empresa que assinou acordos para abrir uma nova linha de montagem na China, dobrando sua capacidade no segundo maior mercado de aviação do mundo. Assim é que essa rejeição à expansão de negócios da China na Europa é relativa. Até porque Xi disse que Pequim está disposto a trabalhar com Bruxelas para reiniciar acordos em todos os níveis.
Mas uma outra preocupação da Europa é com os custos da guerra. Isto sim está trazendo graves consequências, que seguem com o desabastecimento do gás que era fornecido pela Rússia, passaram pela alta de preços de produtos essenciais e estão culminando com a subida da queda, cuja média europeia em 2022 foi de 10%. Somam-se a isso os imensos recursos financeiros e em armamentos que estão sendo destinados à Ucrânia, para que suportem a guerra contra a Rússia. E aí vem o papel dos Estados Unidos, que não estão satisfeitos com esta aproximação da Europa com a China, pois os norte-americanos travam com Pequim a guerra comercial que se convencionou chamar de 2.0. Porém, a diferença maior entre Washington e Bruxelas não é fato de que os norte-americanos querem seguir com a guerra da Ucrânia. Querem continuar armando Kiev para seguir com uma guerra que visa ir desgastando gradativamente a Rússia. Tanto que nesta semana, além dos tanques que dão inveja, Washington mandou mais 2,6 bilhões de dólares em ajuda militar. O que fez com que a ajuda dos EUA para a Ucrânia chegue a 35 bilhões de dólares.
O líder europeu que demonstra estar mais disposto a atender o objetivo dos EUA é o presidente da Polônia, Andrzej Duda, que recebeu nesta quarta-feira a visita de Zelensky, que agradeceu por ter sido o primeiro país a enviar aviões de combate para a Ucrânia. O encontro também atraiu a especulação de que estaria sendo preparado uma contraofensiva, especialmente diante do avanço que a Rússia está tendo em Bakhmut, uma ação que é desenvolvida pelo grupo mercenário Wagner, que é quem está conquistando os melhores resultados para a Rússia. A conclusão é de que, enquanto uma parte do Ocidente busca uma mediação para acabar com a guerra, e, como tal, com seus prejuízos, outra parte quer seguir com a mesma, de modo a ir debilitando a Rússia gradualmente.
Correio do Povo
Para não esquecer
Quem finge cometer um crime não precisa necessariamente de um revólver ou uma pistola
Guilherme Baumhardt
A tragédia desta semana é mais uma prova de que a tese do desarmamento é furada. Quem finge cometer um crime não precisa necessariamente de um revólver ou uma pistola. É, também, mais uma evidência de que o desencarceramento em massa é um erro grotesco. Partidários da esquerda (dos radicais aos mais moderados) defendem com unhas e dentes a ideia de que tirar de circular um delinquente não resolve o problema. Bom mesmo é deixá-lo livre, leve e solto. Para esta gente, o monstro de Blumenau provavelmente se enquadraria no perfil do bandido que pode viver em sociedade.
No prontuário do assassino que matou quatro crianças a golpes de machadinha constam uma tentativa de assassinato (do próprio padrasto), posse de cocaína, briga em barco, arrombamento, entre outros. Ou seja, havia sinais bastante claros de que se tratava de um sujeito sem condições de convivência livremente em sociedade. Apesar do histórico, ele estava solto.
Quando o leitor tiver o azar de topar com um defensor da ideia de que prender criminosos é ruim, estampe no rosto do sujeito como manchetes e as fotos de pais chorando sobre caixões de crianças, uma delas com apenas três anos de idade. Se ainda assim o sujeito insistir, talvez estejamos diante de um caso perdido. Nem mesmo a mais absurda das evidências parece ser suficiente para provar que o desencarceramento é ruim. De gente assim é melhor manter distância segura.
Governo Lula em queda
Uma pesquisa recente mostrou que o governo Lula amarga queda na aprovação e aumento da rejeição. O índice positivo caiu de 52% para 49%, enquanto o negativo subiu de 39% para 41%. Embora a variação não seja grande, o dado preocupa. Governos geralmente arrancam com capital político considerável, utilizado para aprovar medidas indigestas na arrancada da gestão – uma reforma indigesta, como a trabalhista, tributária ou previdenciária, por exemplo. Não é o caso. Lula e seus ministros veem a popularidade começar a cair antes mesmo de completar 100 dias e sem que nenhuma pauta antipática tenha sido, de fato, debatida no Congresso. A picanha não veio, a confiança na economia derrete e a geração de empregos estancou. Sinal de alerta ligado.
Falando em reformas...
Esperada há décadas, a reforma tributária parece ter escolhido o pior atalho possível em Brasília. Do jeito que a coisa caminha, talvez seja melhor manter o péssimo sistema atual. Pelo que vem sendo proposto, o modelo atual (conhecido popularmente como “manicômio tributário”) permaneceria por 50 anos, sendo operado em paralelo com o novo sistema – que está muito, muito longe de ser perfeito. Ou seja, por cinco décadas, teríamos, no setor público, duas insanidades funcionando simultaneamente. Além disso, a ideia de enfraquecer o pálido sistema republicano, concentrando ainda mais a arrecadação na União, é motivo para colocar um freio gigantesco na reforma. Uma pena.
Qual é a agenda?
E se a reforma tributária não seguir? Qual é a agenda do governo federal? O que vem depois? Na gestão passada, as coisas estavam mais claras. Primeiro, a reforma da previdência, que foi aprovada. Depois viriam a administrativa e tributária, que pararam em função da pandemia, além das privatizações – foram operações vendidas da Petrobras e da Eletrobrás foi privatizada. A sensação é de que o atual governo federal não tem agenda. O que sobra? As ideias velhas e surradas de sempre. Nesta semana, os Correios deixaram a lista de estatais a serem vendidos, enquanto o marco do saneamento foi atingido por um decreto presidencial. Ou seja, voltamos à pauta soviética: mais e mais Estado.
Saneamento
Ao criar dificuldades para que o setor privado tome a sustentável no saneamento, o governo federal concebe justamente mais pobres e carentes a seguirem vivendo em meio ao esgoto. Ironia pura: o governo que diz defender os mais pobres prefere o modelo que há décadas amarrou o país ao atraso. Para exemplificar: a Corsan ao longo de 60 anos de história conseguiu provar tratamento de esgoto a apenas 20% da população atendida. O modelo é velho, falido, ultrapassado. Mas o governo federal atual insiste em não errar.
Banrisul
Crescem rumores aqui e ali sobre mudanças no comando do banco. A especulação da vez aponta para um ex-presidente cuja gestão produziu números fantásticos. Como Mateus Bandeira é carta fora do baralho (não é segredo que ele e o governador Eduardo Leite não mantiveram de simpatia mútua), os sinais apontam na direção de Fernando Lemos, que presidiu o Banrisul nos governadores de Germano Rigotto e Yeda Crusius, com resultados positivos . Aguardemos.
Correio do Povo
Morre em Porto Alegre, aos 63 anos, o ministro do STJ, Paulo de Tarso Sanseverino
Magistrado estava internado no hospital Moinhos de Ventos onde tratava de um câncer em estágio avançado
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, morreu às 15h deste sábado, aos 63 anos, no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, onde estava internado em decorrência de um câncer em estágio avançado. Com uma carreira de quase quatro décadas dedicada à Justiça, graduou-se na PUCRS e atuou como juiz de Direito em várias comarcas.
Sanseverino se tornou promotor de Justiça em 1984, após ser aprovado em primeira vaga no concurso público, e, em 1986, começou a sua trajetória como juiz de Direito, esteve em várias comarcas. Após ter sido desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), foi nomeado para o STJ em 2010, onde ocupou a cadeira que havia pertecido à ministra Denise Arruda e aos ministros Ruy Rosado e Athos Carneiro. Na Corte, era membro da 2ª Seção e da 3ª Turma.
Mestre e Doutor na área Cível – ambos os títulos obtidos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) –, também foi professor de Direito, inclusive na pós-graduação, em várias instituições, entre elas a PUCRS, o Instituto Brasiliense de Direito Público e, ultimamente, na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Em 2020, Sanseverino passou a integrar o Corte Especial. Desde novembro de 2021, era ministro substituído do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em agosto de 2022, ele havia completado 12 anos como membro do STJ. Sanseverino sempre atuou nos colegiados de Direito privado do STJ, tendo ocupado a presidência tanto da 3ª Turma quanto da 2ª Seção.
Sua passagem pelo Tribunal da Cidadania também ficou marcada pela participação ativa no aprimoramento do sistema de precedentes, sobretudo como presidente da Comissão Gestora de Precedentes e de Ações Coletivas (Cogepac).
“A Justiça brasileira perde um de seus mais brilhantes e dedicados operadores”, afirmou a presidente do STJ, ministra Maria Thereza de Assis Moura. Segundo ela, Sanseverino “teve uma carreira admirável, e seu legado como jurista, magistrado e professor é uma inspiração. Ele deixa um exemplo de integridade, de amor à família, de amizade, de seriedade profissional e de preocupação verdadeira com a justiça em seu sentido mais profundo”.
O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, também lamentou a morte de Sanseverino. "Há mais de 12 anos atuou de forma brilhante no STJ, acompanhado de muitas de suas virtudes, como a retidão, empatia e extremo zelo pelo país. A Justiça brasileira é testemunha da competência e grandiosidade do nosso colega. Em nome da Justiça Eleitoral, expressou profundo pesar e solidariedade aos familiares e amigos do grande magistrado, que tanto honrou a Justiça brasileira", assinalou.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), desembargador Roberval Casemiro Belinati, também manifestou pesar pela morte de Sanseverino. "O ministro, pessoa de notável conhecimento jurídico, foi um grande incentivador do sistema de gestão de precedentes como forma de fortalecer a jurisprudência dos tribunais. Sua morte é uma perda inestimável para toda a comunidade jurídica", escreveu Belinati.
O velório será neste domingo, a partir das 10h, na capela do Cemitério São José, no Crematório Metropolitano de Porto Alegre, na avenida Oscar Pereira, 584, bairro Azenha. Na segunda-feira, o velório aceitouá a partir das 7h30min, no auditório do Crematório Metropolitano. A cerimônia de despedida está prevista para as 15h. O ministro deixa a esposa, Maria do Carmo Stenzel Sanseverino, e os filhos Luíza e Gustavo.
Correio do Povo
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Thiago Carvalho lamenta má atuação no primeiro jogo e exalta atuação na Arena
Para técnico equipe Grená poderia ter saído com o título diante do Grêmio e sua torcida
Um treinador. Foi assim que o próprio técnico Thiago Carvalho, comandante do vice-campeão gaúcho Caxias, definiu o seu sentimento após a derrota por 1 a 0 diante do Grêmio , no segundo jogo da final do Gauchão. "Fiquei frustrado mas estou orgulhoso de todo o trabalho realizado no clube", expressou o treinador em entrevista coletiva após o jogo.
Carvalho não atribuiu o resultado ao pênalti marcado em Suárez aos 14 minutos do segundo tempo, e sim ao desgaste físico da equipe. "Naquela situação do jogo nosso meu tempo, já tinha alguns atletas já tinha sentido a parte física". Ele também destacou que a falta de jogadores de frente foram essenciais para a demora nas trocas. "Eu seguroi o máximo possível para tentar afzer uma situação de jogo e tentar empatar", acrescentou.
O jovem treinador destacou a exibição do tempo durante os 90 minutos e que em Caxias, no primeiro jogo, a equipa não teve o mesmo rendimento. "No primeiro jogo nosso time não jogou, marcou bem mas deixou de fazer o que a gente fez durante todo o campeonato, e hoje nosso time jogou", avaliou o treinador que indicou a dificuldade que o Grêmio teve para conseguir o gol. "Conseguimos fazer um jogo de igual para igual fora da nossa casa. Poderíamos ter saído com o título daqui. Talvez se no primeiro tivéssemos jogado um pouco mais experiente ter vindo com a vantagem e ter ganho o título", finalizou.
Correio do Povo
Jean Dias deve assinar com o Inter na segunda-feira
Atacante foi um dos destaques do Caxias no Campeonato Gaúcho
O atacante Jean Dias deverá assinar contrato com o Inter nesta segunda-feira. O acerto com o jogador foi alcançado nessa semana e neste sábado, após a decisão do Campeonato Gaúcho , ele confirmou que chegará a Porto Alegre para fechar com o Colorado.
"Gratidão ao Mano Menezes e gratidão a tudo o que aconteceu na minha vida. Agora é voltar para casa e na segunda-feira retornar a Porto Alegre para se apresentar", resumiu em entrevista à Rádio Guaíba.
De acordo com informações do repórter da Rádio Guaíba Geison Lisboa, Jean Dias irá assinar um contrato de um ano com o Inter. Ao participar de 20 partidas, o vínculo irá aumentar, com valorização salarial.
Correio do Povo
