Uruguaiana mantém tradicional colheita da Macela apesar da estiagem

 O evento tradicional ocorreu nesta sexta-feira e reuniu dezenas de pessoas

A tradicional colheita da macela em Uruguaiana levou dezenas de pessoas às margens das BR's 290 e 472 nesta Sexta-Feira Santa, logo ao amanhecer. Tive dificuldade em encontrar uma planta, como em outros anos, devido à estiagem dos últimos meses na região. 

De bicicleta, moto, carro ou carroças os populares praticaram o antigo ritual de recolher a erva considerada medicinal e recomendada, principalmente, para problemas digestivos. Entre tantos, Luiz Antônio Viana, rodou ao menos 15 milhas do centro da cidade, para encontrar uma planta destinada a chás e infusões, além de servir de enchimento de travesseiro - por ser considerado um calmante.

Viana, entre um mate e outro, colheu uma quantidade menor do que de costume, mas ainda assim será repartida entre ele e amigos que o procuram durante o ano. Quando chegaram no nascer do sol da Sexta-Feira Santa acredita-se que as propriedades da planta são potencializadas. Há também os vendedores que comercializaram a erva em pequenos carrinhos pelas ruas da cidade ou de porta em porta durante os próximos meses. 


Correio do Povo

Atletas ucranianos se rebelam contra possível participação russa nos Jogos de Paris-2024

 Irmãs nadadoras prometem boicotar Olimpíadas se os atletas russos recebem permissão para jogar

Enquanto a Rússia invadia a Ucrânia, as ucranianas do nado sincronizado Maryna e Vladyslava Aleksiiva receberam mensagens de atletas russos que apoiaram o início da guerra. Hoje elas prometem boicotar os Jogos Olímpicos de Paris de 2024 se os atletas da nação russa receberem permissão para participar.

As irmãs gêmeas de 21 anos, que conquistaram a medalha de bronze por equipe nos Jogos de Tóquio em 2021, tiveram que fugir de sua cidade natal, Kharkov, quando pularam a cair, interrompendo suas vidas e sua preparação para as Olimpíadas de 2024.

Quando a guerra começou, em fevereiro de 2022, os atletas russos foram excluídos da maioria das competições esportivas mundiais, mas o Comitê Olímpico Internacional (COI) abriu as portas à sua reintegração, sob bandeira neutra, no mês passado, acrescentando que a participação deles nos Jogos de Paris seria decidida mais tarde.

"Talvez seja melhor não permitir um país terrorista que matou nossos atletas", disse Maryna Aleksiiva à AFP, após um treino de seis horas em uma piscina de Kiev.

A nadadora diz ter recebido mensagens "malucas" quando Vladimir Putin decidiu invadir a Ucrânia. Nesses textos, os atletas disseram a ela que o presidente russo e seu exército estavam fazendo isso para ajudar o povo ucraniano.

Kiev afirma que pelo menos 343 instalações esportivas foram danificadas na campanha militar russa, incluindo uma piscina onde as irmãs Aleksiiva treinaram em Kharkov.

O COI "deve mostrar que os Jogos Olímpicos são da paz, deve mostrar isso ao mundo inteiro", diz Maryna. As autoridades ucranianas acusaram o COI de promover a guerra ao abrir caminho de integração para atletas da Rússia e da Bielorrússia, país aliado de Moscou que cedeu seu território para permitir a invasão.

Vários países ocidentais também se apresentaram aos planos da instituição olímpica. O presidente do COI, o alemão Thomas Bach, que mantém boas relações com Moscou, rejeitou esses movimentos, influenciado-os de "interferência política".

Silêncio como indicador 

O COI recomenda a reintegração dos russos e bielorrussos em torneios internacionais após a validação das federações envolvidas, mas apenas sob bandeira neutra, "a título individual", visto que os atletas não têm apoiado "ativamente" o conflito e não têm "contrato" com o exército russo.

Moscou criticou esses critérios, que consideram "discriminatórios".

O mergulhador ucraniano Stanislav Oliferchik lembra que os atletas de seu país não conseguem treinar direito e viver com medo, ao contrário dos russos.

"Como temos um alerta antiaéreo, os nadadores e nadadores em trajes de banho correm para os abrigos antiaéreos e esperamos o fim do som das sirenes", explica, enquanto os russos "treinam com calma, em condições serenas".

Oliferchik, que acordou com as explosões no primeiro dia da invasão, em 24 de fevereiro de 2022, só conseguiu treinar uma vez na nova piscina de sua cidade natal, Mariupol, conquistada meses depois pelas forças russas após uma campanha que deixou a cidade destruída, com milhares de mortos.

Sobre seus companheiros russos, o mergulhador diz que eles estão "em silêncio". "É um indicador, acredito eu, de seu apoio a esta guerra", afirma.

A ideia de uma participação de russos e bielorrussos sob uma bandeira neutra não o convence: "Todos conhecem o país que representam. Se houver autorização, nossa equipe vai boicotar".


AFP e Correio do Povo

Rússia retira embargo à importação de carne bovina brasileira

 Caso atípico e isolado de "vaca louca" no Pará havia provocado a medida

O Ministério das Relações Exteriores informou, nesta sexta-feira, que a Rússia pôs fim ao embargo à carne bovina brasileira . As restrições foram impostas em 1º de março após um caso “atípico e isolado” de encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como mal da "vaca louca", no Pará. “O anúncio, que se soma à recente reabertura do mercado das Filipinas, lograda em 28 de março, e à reabertura de outros mercados, representa a plena normalização do comércio do produto com a Rússia”, afirmou o Itamaraty.

Segundo comunicado da pasta, diferentemente da forma clássica da enfermidade, a forma atípica é de ocorrência natural e espontânea no rebanho bovino, não representa risco à saúde pública e aceita restrições à importação, conforme diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Até hoje, o Brasil não registrou casos clássicos de "vaca louca".

Ainda assim, em função do caso, a Rússia suspendeu a importação de carne bovina de animais com mais de 30 meses de idade provenientes do Pará. “O Ministério das Relações Exteriores, por meio de sua rede de embaixadas, em conjunto com as adidências agrícolas do Ministério da Agricultura e Pecuária em países estratégicos, segue desde a ocorrência do caso de encefalopatia espongiforme bovina para evitar fechamentos indevidos de mercados”, informou uma massa.

Em 2022, as exportações de carne bovina para a Rússia somaram cerca de US$ 165 milhões, equivalente a 24 mil toneladas do produto. Já as Filipinas são o sexto destino das exportações de carne bovina do Brasil, chegando a US$ 275 milhões em 2022 (61 mil toneladas).

A doença

Causada por um príon, molécula de proteína sem código genético, a encefalopatia espongiforme bovina é uma doença degenerativa. As proteínas modificadas consomem o cérebro do animal, tornando-o como uma esponja. Além de bois e vacas, a doença acomete búfalos, ovelhas e cabras.

A ingestão de carne e de subprodutos dos animais contaminados com os príons provoca, nos seres humanos, a encefalopatia espongiforme transmissível. No fim dos anos 1990, houve um surto de casos de mal da "vaca louca" em humanos na Grã-Bretanha, que provocou a suspensão do consumo de carne bovina no país por vários meses. Na ocasião, a doença foi transmitida aos seres humanos por meio de bois alimentados com ração animal contaminada.


Agência Brasil e Correio do Povo

Cadê a política ambiental? Governo Lula (PT) registra recorde histórico de desmatamento no primeiro trimestre

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=890714015352762

Eventos-teste para a Olimpíada de Paris começam em julho deste ano

 O primeiro será o torneio internacional de vela, na Marina de Marselha

Os organizadores dos Jogos de Paris 2024 (Olimpíada e Paralimpíada) definiram na quinta-feira o calendário de eventos-teste da principal competição esportiva do planeta. Serão ao todo 18 eventos somente neste ano, a começar pelo torneio internacional de vela, a partir de 9 de julho, na Marina de Marselha, cidade portuária ao sul da França. Durante a realização dos eventos preparatórios para Paris 2024, os organizadores conseguem identificar problemas e corrigir possíveis falhas antes da abertura dos Jogos, programada para 26 de julho de 2024.

"Estamos em total preparação e este é o momento certo para uma revisão", disse o chefe de operações Edouard Donnelly, em depoimento ao portal do Comitê Olímpico Internacional (COI). "Eventos-teste são parte de um programa global, que internamente de preparação. A ideia é treinar as equipes, porque não podemos falhar nos jogos. Então precisamos treinar muito, testar todos os processos de tomada de decisão e todas as decisões operacionais" , destaque.

A programação prevê três tipos de eventos-teste: as competições internacionais organizadas pelo Comitê de Paris 2024 (vela, triatlo e mountain bike); torneios de responsabilidade das federações nacionais e internacionais (canoagem slalom); e testes operacionais em locais fechados (Grand Palais, Versalhes e Roland Garros), com número limitado de atletas convidados.

Os eventos-teste se estenderão até junho do ano que vem, quando está previsto o último da lista: atletismo e paraatletismo no Stade de France. 


Agência Brasil e Correio do Povo

Jornalista dos EUA detido na Rússia é acusado formalmente de espionagem

 Repórter foi preso na semana passada e pode pegar uma pena de até 20 anos de prisão

O jornalista americano Evan Gershkovich, detido na semana passada na Rússia, foi indiciado nesta sexta-feira, 7, por espionagem, e pode resultar em uma pena de 20 anos de prisão, segundo as agências de notícias russas.

De acordo com a agência Tass, o jornalista nega a emoção. Evan Gershkovich , correspondente na Rússia do americano Wall Street Journal, foi detido na semana passada na Rússia.

O Serviço Federal de Segurança (FSB) russo afirmou que a detenção "frustrada como atividades ilegais" de Gershkovich, acusado de "espionar para o governo americano". Antes de ser contratado pelo Wall Street Journal, em 2022, Gershkovich, de 31 anos, trabalhou para a agência France Presse em Moscou e para o Moscow Times, um site de notícias em inglês.

A detenção do repórter acontece em um contexto de grande repressão na Rússia contra a imprensa e os opositores, que aumentou desde o início da ofensiva russa contra a Ucrânia, em fevereiro do ano passado.

Desenho antiguerra

Nesta sexta-feira, 7, a polícia prendeu uma jovem russa que protestou na porta de um tribunal onde seria realizada uma audiência sobre os direitos de custódia de um pai de uma adolescente de 13 anos que fez um desenho contra a guerra na Ucrânia na sala aula. A manifestante exibiu um cartaz com um outro desenho e foi presa.

A audiência de custódia e a nova prisão, que ocorreu em Yefremov, uma cidade na região de Tulam, ao sul de Moscou, destacou como o caso do pai, Alexei Moskalyov, e sua filha, Maria, paralisada na Rússia durante a guerra.

Moskalyov, de 54 anos, ficou sob pressão das autoridades depois que Maria, então com 12 anos, fez um desenho antigo em sua aula de arte da sexta série. O pai foi preso e processado por postagens antiguerra nas mídias sociais sob as novas leis que proíbem críticas aos militares.

Como resultado de sua prisão, Maria foi colocada em um orfanato. Então, em uma reviravolta dramática, Moskalyov escapou da prisão domiciliar na noite anterior à data em que um tribunal proferiria o veredicto em seu caso. Ele foi considerado culpado e condenado a 2 anos de prisão.

Moskalyov foi preso novamente no dia seguinte, em Minsk, Belarus. Mas ele não foi visto desde então. Grupos de direitos humanos indicam que os serviços de segurança da Bielorrússia podem estar com ele. O caso de censura da menina é mais um dos que envolveram crianças desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, no ano passado, e gerou uma tempestade de críticas, levantando questões sobre se as autoridades exageraram.

Maria passou semanas no orfanato, mas foi libertada na quarta-feira, 5, sob a custódia de sua mãe, de quem teria estado afastada dela por sete anos. O juiz não tomou uma decisão de custódia porque Moskalyov não foi encontrado.

Um vídeo do protesto solitário mostrou a ativista russa Yelena Tarbayeva, de 23 anos, com o cabelo pintado de vermelho, segurando o desenho em frente ao tribunal em Yefremov. "Putin come crianças", dizia uma inscrição abaixo do desenho.

A imagem, como a que Maria desenhou na escola, mostrava uma mulher ucraniana protegendo uma criança dos mísseis russos. Tarbayeva aparentemente de São Petersburgo para realizar seu protesto.

Tarbayeva foi rapidamente considerada culpada de violar as leis de censura e multada no equivalente a cerca de US$ 615. Outra audiência no caso de prisão foi marcada para 20 de abril. 


Agência Estado e Correio do Povo

Desmatamento na Amazônia tem um dos seus últimos trimestres anteriores

 Imagens de satélite detectaram 356km² de cobertura florestal destruída

O desmatamento na Amazônia voltou a crescer em março, encerrando, nos cem dias do governo Lula, um dos primeiros trimestres já registrados, segundo números oficiais divulgados nesta sexta (7). Imagens de satélite detectaram 356km² de cobertura florestal destruída na parte brasileira da maior floresta tropical do planeta. 

O dado mostra um aumento de 14% em relação ao registrado em março de 2022, último da administração de Jair Bolsonaro, segundo o sistema de vigilância DETER do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). 

Entre janeiro e março desse ano, a destruição da Amazônia brasileira foi a segunda mais alta da série histórica para esse período, com 844km² desmatados, perdendo apenas para 2022, quando foram destruídos 941km². 

Após quatro anos do governo de Bolsonaro, que segundo especialistas fragilizou regulações e órgãos de proteção ambiental, a melhora nos índices de desmate pode demorar, disse à AFP, Mariana Napolitano, gerente de conservação da ONG WWF Brasil. 

"Os dados mostram que todo o desmonte que aconteceu nos últimos 4 anos, todo o discurso compatível à ilegalidade, flexibilização maior em relação ao comando e controle mostra que é um cenário complexo que existe nesse bioma e que leva o tempo para ser alterado, ainda que o atual governo demonstrou sua intenção de combater o desmatamento com muita seriedade”.

Desde sua eleição, Lula prometeu reverter as políticas ambientais de seu antecessor e erradicar o desmatamento ilegal. "É necessária a recomposição desses órgãos (ambientais) e a retomada de forma intensa de ações de controle e controle para ver uma mudança real nessas tendências", completou Mariana.

Em seu primeiro dia de mandato, Lula assinou uma série de decretos para medidas prejudiciais anulares ao meio ambiente, criou um grupo de trabalho para combater o desmatamento e reativar o Fundo Amazônia, iniciativa financiada com doações estrangeiras que estava suspensa desde 2019. 

Lula também tentou convencer os países mais ricos do planeta a iniciativas financeiras para se inscreverem na floresta, somando-se aos esportes da Noruega e Alemanha para o Fundo, algo que até agora rendeu poucos frutos. 


AFP e Correio do Povo

Ministério da Justiça cria canal para receber denúncias de ameaças de atentados a escolas

 Medida faz parte de um pacote de ações de prevenção criado pelo Governo Federal após o ataque a uma creche em SC


O Ministério da Justiça e Segurança Pública criou um canal para receber ameaças sobre ameaças e ataques contra as escolas. A medida faz parte de um pacote de ações de prevenção criado pelo Governo Federal após o atentado em uma creche em Santa Catarina  em que quatro crianças foram mortas e outras quatro ficaram feridas. 

ACESSE AQUI A PÁGINA PARA DENÚNCIAS

As pessoas que denunciarem pelo canal serão preservadas, e as informações, mantidas sob sigilo. A ação faz parte da Operação Escola Segura e terá o apoio da equipe do CiberLab, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, na análise das informações. O trabalho nesta sexta-feira (7) está integrado com o monitoramento de ameaças. 

Nessa quinta, o grupo de trabalho criado pelo governo federal para estudar formas de combater a violência em escolas se reuniu pela primeira vez e anunciou que planeja criar uma espécie de força de inteligência para monitorar as redes sociais para evitar crimes como o ocorrido em Santa Catarina (veja o vídeo abaixo).

O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que esse trabalho de inteligência vai ser feito principalmente na chamada dark web e deep web, que são as redes "que estimularam a violência, o armamento, a intolerância e o ódio". "Esse assunto já foi ampliado, as equipes que vão trabalhar. Os centros integrados de segurança regionais já estão em alerta para essa questão."

Participaram do encontro na manhã desta quinta os ministros Camilo Santana (Educação), Nísia Trindade (Saúde), Silvio Almeida (Direitos Humanos) e Ana Moser (Esporte), o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Capelli, e o secretário-geral da Presidência, Márcio Macedo.

ação internacional

O Ministério da Justiça e Segurança Pública começou, há dois anos, um novo trabalho de prevenção a ataques no Ciberlab, laboratório que passou a ficar mais focado em auxiliar as polícias a desarticular possíveis atentados.

Com ajuda da Homeland Security Investigation (HSI), agência americana que atua no Brasil por meio da Embaixada dos Estados Unidos, o setor invejoso 80 alertas aos estados só no último ano — 134 desde 2021.

R7 e Correio do Povo

Vexame diplomático: Ucrânia rejeita sugestão de Lula (PT) para acabar com guerra contra Rússia

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=5923199681081958

Supermercados já venderam 80% dos estoques de ovos de chocolate

 Conforme a Agas, pelo menos 1 milhão de unidades foram vendidas até sexta-feira


A grande procura por ovos de chocolate nesta Páscoa já reflete em boas vendas para o comércio este ano. Durante uma semana, o público lotou supermercados em busca de caixas de bombons e barras de chocolate. Por conta da demanda, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) destaca que até a Sexta-Feira Santa os supermercados gaúchos venderam 80% dos estoques de ovos de chocolate, que totalizam 1 milhão de unidades vendidas no Rio Grande do Sul. E mais 5 milhões de caixas de bombons foram comercializadas. 

Diante desse cenário, quem deixou de adquirir os produtos neste fim de semana pode enfrentar dificuldades. Além do aumento das vendas de chocolate, o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, informa que a comercialização de pescados apresentou crescimento em relação ao ano passado. “Isso demonstra que o espírito de fé e religiosidade dos consumidores continua, já que tivemos um incremento de 20% na venda de pescados em função da diversidade de preços e pescados. As pessoas foram às compras buscando o peixe de sua preferência”, explica. 

Para Cesa Longo, os resultados demonstraram que o fim da pandemia permite que a população retome hábitos tradicionais de confraternização em família. “Neste sábado, o item mais vendido será a caixa de bombom, demonstrando que as pessoas querem se apresentar”, projeta. Os resultados de vendas também devem ser impulsionados no fim de semana. “Teremos churrasco do domingo de Páscoa com a expectativa de ampliarmos essas comemorações, incrementando a venda de carnes e bebidas e consolidando o evento de Páscoa comercialmente”, afirma.

Mesmo com os preços elevados dos produtos de Páscoa, Cesa Longo ressalta que muita gente optou por presentear as crianças com produtos mais baratos e que cabem no orçamento. “Cada vez mais as crianças têm hábitos de consumo conscientes, sabendo da dificuldade de renda das famílias, 'negociando' a compra de um ovo de acordo com a disponibilidade de renda”, observa.

Correio do Povo