PAULO GUEDES TINHA RAZÃO - 14.02.23

 Por J.R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo


 


Saíram, afinal, os dados oficiais do Banco Mundial para o desempenho da economia em 2022 e lá está: o Brasil cresceu mais que a China, pela primeira vez em 42 anos. O ex-ministro Paulo Guedes já havia dito exatamente isso, em suas estimativas sobre a performance da economia brasileira no ano passado; foi sepultado por uma avalanche de reações indignadas por parte dos economistas de esquerda, analistas de grandes bancos e mais do mesmo, todos convencidos de que o Brasil não iria crescer nada, ou algo assim. Não só erraram na previsão; previram o contrário do que aconteceu. É claro que nenhum deles fará qualquer esforço sério para entender o que houve, e isso garante que a qualidade das suas análises continuará a mesma de sempre. Fazer o quê? O mundo das previsões econômicas é assim mesmo. A vida continua.


Vale a pena registrar, em todo caso, que os números do Banco Mundial colocam mais um prego no caixão em que está enterrada a eterna desculpa de Lula quando assume a Presidência da República — a de que recebeu uma “herança maldita” do seu antecessor. Em todas as vezes que disse isso, a realidade dos fatos era precisamente a oposta. Na verdade, Lula recebeu um país muito bem arrumado do ponto de vista econômico, levando-se em conta as circunstâncias mundiais e o efeito devastador que dois anos de covid e de “fique em casa” tiveram no sistema de produção do Brasil. A inflação, abaixo de 6% ao ano, é menor que a da Europa e dos Estados Unidos. A taxa de desemprego, em 2022, recuou para cerca de 8% — o melhor índice desde 2014. As reservas internacionais estão acima de US$ 320 bilhões. As exportações bateram mais um recorde. Os índices de miséria, segundo o mesmo Banco Mundial, são os menores em vinte anos. As empresas estatais, que segundo Lula estão “destruídas”, lucraram mais de R$ 250 bilhões no ano passado. (Quem levou a Petrobras à beira da falência foram os governos de Lula e Dilma.) Vem, agora, a confirmação do crescimento econômico — 3,1% em 2022, um dos mais altos do mundo num momento ruim para todos.


“Herança maldita”? Onde? Herança maldita, na vida real, foi a que os governos do PT deixaram para Michel Temer em 2016 — uma economia em ruínas, com a maior recessão que este país já teve em sua história. Temer, denunciado como “golpista” por Lula, simplesmente reconstruiu o Brasil destruído por Lula e Dilma; fez o  contrário, precisamente, do que é acusado de ter feito. Os números reais, de qualquer maneira, não vão desaparecer só porque Lula inventa uma situação que não existe. Ficarão aí para sempre — e logo mais, queira ele ou não queira, começarão a ser comparados com os números do seu governo. A população brasileira terá, então, a oportunidade de ver com os seus próprios olhos o que o novo presidente tem a apresentar no mundo das realidades.


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Grupo LGBT+ pede indenização por Flamengo não usar a camisa 24

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=3572422673080999

DIREITA: DESARTICULADA, DESORGANIZADA E SEM RUMO

 ESQUERDA UNIDA E DIREITA DISPERSA

Enquanto a ESQUERDA, com todos os seus tons ideológicos comprovadamente atrasados, se mantém praticamente coesa na luta contra o -LIBERALISMO-, que por sua vez se baseia na PROPRIEDADE PRIVADA DOS MEIOS DE PRODUÇÃO, NA ECONOMIA DE MERCADO E NO RESPEITO AOS DIREITOS FUNDAMENTAIS, a DIREITA se caracteriza pela DISPERSÃO e/ou pelo DESENCONTRO, na vã expectativa de que suas ideias e vontades serão resolvidas pelo fracasso das ações e propostas dos SOCIALISTAS/COMUNISTAS.  

PESQUISA

Vejam, por exemplo, o que acontece com a MÍDIA BRASILEIIRA: -segundo pesquisa recente a maioria dos jornalistas declarou ser de ESQUERDA (militando em causas progressistas), deixando bem claro que as coberturas e reportagens NÃO SÃO TÃO IMPARCIAIS QUANTO ALEGAM OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO. Mais: a pesquisa mostra que a maioria esmagadora dos jornalistas brasileiros (81%) se declarara de ESQUERDA. Apenas 4% disseram ter posicionamento mais à DIREITA (sendo 1,4% de direita e 2,5% de CENTRO-DIREITA). Mais ainda: até mesmo os que se identificam como EXTREMA-ESQUERDA (2%) superam os que os que se dizem de DIREITA e apenas 0,1% classificam-se como de EXTREMA-DIREITA. Que tal? 

A PROVA

A rigor, como revelou a Gazeta do Povo, dados mais antigos já davam indicações parecidas. Em 2017, ao rebater um ataque do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad à imprensa, o então editor-executivo, hoje diretor de redação da Folha de S. Paulo, Sérgio Dávila, admitiu que “as Redações são formadas em sua maioria por uma elite intelectual de jovens progressistas de esquerda” e que “o resultado era palpável nas páginas do jornal, por mais que os profissionais se empenhassem em fazer valer o princípio de apartidarismo que é pilar do Projeto Editorial da Folha”. Como se vê, não se trata de insinuações a respeito, mas de DECLARAÇÕES dadas pela própria Folha de S. Paulo.

CONSÓRCIO

Ora, todos os leitores e não leitores sabem que -o G1, ESTADÃO, FOLHA DE S. PAULO, UOL, O GLOBO E EXTRA- , com apoio irrestrito de toda a ESQUERDA, formaram um CONSÓRCIO de veículos de mídia com o -propósito- de divulgar, diariamente, o número de mortes e casos de COVID-19. Na realidade, mais do que sabido, a intenção sempre foi a de fixar, para sempre, o rótulo de -GENOCIDA- na testa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

JOGOS DE FUTEBOL

Pois, tão logo Lula foi declarado vencedor da eleição para presidente (pelo TSE e não pelas urnas), o CONSÓRCIO foi extinto e com isso todos os apreciadores do futebol deixaram de ser massacrados com a -informação-, sempre antes do início de cada jogo transmitido pela Globo e/ou pelo Première, quanto ao número de vítimas da COVID-19.

DIREITA NADA INTELIGENTE

Voltando ao início deste editorial, observem o quanto é real e certo que a preferência da DIREITA é criticar tudo que a ESQUERDA FAZ, mas não tem a menor iniciativa para atacar. Se a DIREITA fosse minimamente inteligente deveria se reunir e aproveitar o FIM DO CONSÓRCIO DA MÍDIA ESQUERDISTA para anunciar, minuto a minuto, as terríveis CONSEQUÊNCIAS do -FIQUE EM CASA-, que sabidamente resultou em grande número de EMPRESAS FECHADAS, do crescente ENDIVIDAMENTO das FAMÍLIAS, do AUMENTO EXUBERANTE DAS DESPESAS PÚBLICAS e outras desgraças mais.


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Prático, moderno e econômico. O Ar Condicionado Split EcoTurbo Electrolux oferece um ar mais puro, com classificação energética A, que garante a economia de energia que você precisa. Utiliza o Gás R410a, um gás que não agride a camada de ozônio, conta com a Função Siga-me; que faz com que a temperatura desejada, seja mantida onde está localizado o controle remoto, Função Auto-limpeza, para evitar a proliferação de odores e mofo. Resultado: Ar muito mais saudável para você e toda família.


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Com um sensor no controle remoto, a função permite que a temperatura desejada seja mantida onde está localizado o controle remoto.


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Opção de ligar ou desligar a iluminação do display da unidade interna através de um botão no controle remoto.


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Hélio Doyle é nomeado novo presidente da EBC

 


Jornalista foi professor da UnB, repórter e editor em vários veículos

A nomeação do jornalista Hélio Doyle como presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. Ele estava ocupando cargo de assessoria na empresa.

Hélio Doyle trabalhou como repórter, editor e chefe de redação em veículos como Correio BrazilienseO Estado de S. PauloJornal de Brasília, Opinião, Folha de S.Paulo, Rede Globo, Veja, Isto É, Brasil Extra, Zero Hora e Jornal do Brasil. Durante 28 anos, foi professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Atuou ainda como chefe da Assessoria de Imprensa no Governo do Distrito Federal. É autor dos livros Assim é a velha política e Interregno – o feitiço de Tobago.

No último dia 26, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, havia anunciado que Doyle seria o novo presidente da EBC.

Doyle vai assumir definitivamente o cargo, após a gestão de transição da jornalista Kariane Costa, representante dos empregados no Conselho de Administração da empresa desde 2021. Por um mês, ela comandou a empresa com o objetivo de retomar o caráter público dos veículos da EBC e valorizar os quadros da casa.

Transição

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, dá posse à representante dos empregados no Conselho de Administração (Consad) da EBC, Kariane Costa, como presidente da empresa.
Kariane Costa toma posse como presidente da empresa. - Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na cerimônia de posse, em 16 de janeiro, Kariane havia dito que sua gestão seria dedicada ao renascimento da comunicação pública. O decreto com a nomeação de Kariane e com as mudanças na diretoria da EBC foi publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em edição extra do Diário Oficial da União, em 13 de janeiro.

Graduada em Jornalismo, a ex-presidente da EBC Kariane Costa Silva Oliveira tem 41 anos e mais de 18 anos de experiência na área. Concursada da EBC desde 2012, foi jornalista da ouvidoria, repórter da Rádio Nacional, sendo setorista do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. Foi finalista em 2018 do prêmio Vladmir Herzog pela reportagem O Povo Venezuelano e a Crise.

Durante a gestão de Kariane Costa, a empresa retomou sua missão pública e o diálogo com os trabalhadores. O Comitê de Equidade de Gênero e Raça vai reiniciar suas atividades nesta terça-feira. A diretoria de transição estabeleceu um compromisso com o fim do assédio moral e lançou as bases de uma campanha em prol da saúde mental dos empregados. No jornalismo, foram realizadas coberturas sobre as investigações dos atos golpistas e sobre os direitos dos povos indígenas, da população negra e da comunidade LGBTQIA+.

Agência Brasil

Ativista é homenageado em programa para catadores de recicláveis

 Nome do advogado Diogo Sant'ana foi um pedido da categoria

Lançado nesta segunda-feira (13), o Programa Diogo Sant’ana Pró-Catadoras e Catadores para a Reciclagem Popular teve como inspiração o advogado e professor que, em 2010, foi responsável pela ação no âmbito da Secretaria-Geral da Presidência.

A pedido dos catadores, o programa recebeu o nome de Diogo Sant'ana, que faleceu em 31 de dezembro de 2020, aos 41 anos de idade, ao sofrer uma descarga elétrica após encostar em uma cerca energizada, em Florianópolis. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu ainda no local.

“Pessoas que têm um coração do tamanho do que o Diogo tinha não morrem nunca”, disse Lula em breve discurso. “O corpo vai embora, mas os ideais do Diogo estão perambulando aqui na cabeça de cada catador e catadora”, completou.


De acordo com a secretaria-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, Diogo Sant'Anna foi uma pessoa que "deu voz, dentro do Palácio do Planalto, para um segmento social que não está organizado, não tem representação política no Congresso Nacional".

"É um segmento social muito fragilizado e ele passou a ser uma voz dentro do Palácio do Planalto para que os direitos dos catadores fossem efetivados e se tornassem um segmento realmente presente e valorizado no processo da cadeia da reciclagem", explicou Fernanda.

Diogo foi advogado do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis e o responsável pelo Marco Legal das Organizações Sociais. Fez doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e concluiu o mestrado em Administração Pública em Harvard, na Kennedy School of Government. Sant'Anna foi um dos idealizadores do Natal dos Catadores, realizado desde 2003 com a presença do presidente Lula.

“O Diogo é um menino da periferia de São Paulo, da zona sul, que cresceu criado pela mãe solteira, que era professora de escola pública. Ele cresceu em uma casa de um quarto, que dividia com a mãe e com a avó. E essa infância, na periferia, foi uma coisa muito marcante na trajetória de quem ele viria a ser como homem e como gestor público, como ativista”, contou a diplomata Livia Sobota, ex-mulher de Sant'Anna.

Histórico

programa lançado hoje é uma atualização do antigo Programa Pró-Catador, extinto em 2020. A proposta do programa é recolocar os catadores como atores centrais na cadeia de reaproveitamento de materiais recicláveis e reutilizáveis e realizar uma mudança no modelo atual de economia circular e logística reversa do país. 

O Pró-Catador foi criado durante o segundo governo do presidente Lula, em 2010, e reunia ações de apoio a trabalhadores de baixa renda que se dedicavam a coletar materiais reutilizáveis e recicláveis. Em 2020, o programa foi extinto e, agora, com a recriação, será rebatizado.

Agência Brasil

Após anos de espera, conjuntos habitacionais são entregues na Bahia

 


Imóveis vão beneficiar 684 famílias em Santo Amaro da Purificação

Após anos de espera, 684 famílias vão receber apartamentos construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida em Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. As obras dos dois conjuntos habitacionais foram contratadas em 2013. A maior parte dos desembolsos, segundo dados disponibilizados pelo governo federal, foi feita em 2015 e 2016.

No entanto, os prédios praticamente acabados não foram ocupados e, com isso, se deterioraram e sofreram até com furtos de instalações elétricas e peças de acabamento. Foram necessárias reformas para que eles possam ser entregues hoje (14). O Residencial Vida Nova Sacramento tem 244 unidades habitacionais, com um investimento de R$ 14,6 milhões, e o Residencial Vida Nova Santo Amaro I é composto por 440 apartamentos, com investimento de R$ 26,4 milhões.

Mobília nova

Com o companheiro Emídio Barbosa, a dona de casa Sandra Cristina dos Santos, de 48 anos, também visitou o apartamento enquanto o condomínio passava pela última vistoria e limpeza antes de ser entregue aos novos moradores. “Mais de dez anos que estou esperando. Agradeço a Deus por ter saído”, afirma.

Sandra diz que está endividada pelo empréstimo consignado oferecido a partir do Auxílio Brasil, no ano passado, e que vai se mudar com a mobília antiga mesmo. “Eu não tenho muitos móveis, mas tenho umas besterinhas. Os meus bagulhos vou trazer”. O filho Emanuel, de 13 anos, está empolgado com a infraestrutura de lazer oferecida no local. “Meu filho ficou alegre por causa das quadras, ele gosta bastante de futebol. O sonho dele é ser jogador”, conta.

O Ministério das Cidades informou que fez uma série de esforços nos últimos 30 dias para garantir que as obras paralisadas do Minha Casa, Minha Vida fossem entregues. A pilha de processos que chegou no último mês à mesa da coordenadora de Habitação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Santo Amaro, Maria da Purificação Ribeiro, confirma isso. Ela conta que esperou, durante todo o ano passado, que os processos fossem enviados pela Caixa Econômica Federal e agora tem que se desdobrar para dar conta da demanda.

Sem banheiro

Os imóveis destinados à Faixa 1, com renda de até R$ 2,6 mil, atendem, de acordo com ela, a muitas famílias em grande vulnerabilidade. Ribeiro explica que nas áreas rurais do município muitas pessoas vivem em casas de taipa, sem acesso a saneamento ou em áreas de risco. A pasta não conta com dados precisos sobre as necessidades de moradia no município. Porém, só na enchente de 2015, chegaram a ficar desalojadas 757 famílias, o que dá uma dimensão de quantas pessoas vivem em situação precária.

Como parte das exigências do Minha Casa, Minha Vida, a secretaria vai apoiar os novos moradores na organização coletiva necessária para gerir os espaços de uso comum. “Nós vamos orientá-los a se organizar como condomínio. Existem praças, parques e quiosques que são de uso comum. Então, a gente vai orientar como vão usar para preservar aquele lugar”, diz.

Além disso, como as experiências das famílias são muito diferentes, Ribeiro destaca que é preciso trazer também orientações de como lidar com o novo patrimônio. “Fazer com que as pessoas desenvolvam o sentimento de pertencimento, que aquela casa é sua. Porque muitas famílias nunca tiveram um lugar. Saíam de um lugar para o outro. Nunca souberam o que é um banheiro, coleta de lixo”, acrescenta.

Agência Brasil

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Chegaram as Maquininhas MagaluPay!



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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

 


Adicional de R$ 150 só começará a ser pago em março

A Caixa Econômica Federal paga hoje (14) a parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. O valor mínimo corresponde a R$ 600.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,86 milhões de famílias, com um gasto de R$ 13,2 bilhões. O valor médio recebido por família equivale a R$ 606,91.

Desde o mês passado, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos ainda não começou. Em janeiro, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o valor extra só começará a ser pago em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no CadÚnico com NIS final 2. Com valor de R$ 112 em fevereiro, o benefício segue o calendário do Bolsa Família.

Com duração prevista até o fim de 2026, o programa atende a 5,95 milhões de famílias neste mês. Com a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, o benefício foi mantido em 100% do preço médio do botijão de 13 kg. Apenas neste mês, o governo gastará R$ 667,2 milhões com o programa.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Agência Brasil

Embrapa testa bioinsumo para aumentar produção de lúpulo no Brasil

 


Quase 100% do lúpulo usado nas cervejarias é importado

O Brasil pode deixar de depender da importação de lúpulo, um dos principais ingredientes da cerveja. Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão testando insumos biológicos para aumentar a produção de mudas em menos tempo. Quase 100% do lúpulo - ingrediente responsável pelo aroma e sabor da cerveja - usado nas cervejarias do país é importado.

Os estudos da Embrapa apontam que a produção de lúpulo pode ser beneficiada pela ação de bactérias e fungos. A exemplo de outras culturas em que os produtores já utilizam bioinsumos (insumos biológicos) para potencializar a produtividade, experimentos com mudas inoculadas com a bactéria Azospirillum possibilitaram aumento de 52% de biomassa na parte aérea da planta.

“Nossa perspectiva é obter um bioinsumo que estimule a produção de mudas mais vigorosas, com menor tempo de viveiro e que reflitam em benefícios em relação à produtividade e, quem sabe, até na qualidade sensorial do lúpulo”, explica o pesquisador Gustavo Xavier, da Embrapa Agrobiologia (RJ).

O trabalho é uma das frentes da Rede Lúpulo, um esforço voltado a criar condições para alavancar a produção da cultura no país.

Pesquisa

O experimento foi realizado no Viveiro Ninkasi, localizado em Teresópolis (RJ), o primeiro reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para produção de mudas de lúpulo no Brasil.

Os pesquisadores testaram bactérias e fungos armazenados no Centro de Recursos Biológicos Johanna Döbereiner (CRB-JD), em Seropédica (RJ). São microrganismos que, reconhecidamente, têm a função de promover o crescimento de plantas, mas não se sabia ainda se teriam algum benefício sobre o lúpulo.

Além de fazer novos testes de campo com diferentes bactérias da coleção biológica da Embrapa Agrobiologia, os pesquisadores querem conhecer como se dá a interação do lúpulo com outros microrganismos, como fungos e bacilos. “Ainda que os resultados sejam preliminares, eles apontam as potencialidades de expansão desses bioinsumos para a cultura do lúpulo”, complementa Xavier.

Mas não só nos microrganismos é focada a pesquisa com o lúpulo na Serra Fluminense. Por se tratar de cultura recente na região, há pouquíssimo material com orientações sobre manejo, colheita e pós-colheita levando em conta as características e necessidades locais. Pensando nisso, pesquisadores dos três centros de pesquisa da Embrapa no Rio de Janeiro vêm atuando no desenvolvimento de tecnologias e informações adequadas à produção e ao mercado. Os cientistas querem obter um lúpulo com qualidade diferenciada, especialmente no que se refere às características de aroma.

Produção 

Em 2021, o Brasil importou, aproximadamente, 4,7 mil toneladas de lúpulo, totalizando mais de R$ 450 milhões, segundo a Embrapa. Para diminuir essa dependência, além do Rio de Janeiro, a cultura do lúpulo também se expande em outros estados, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Norte. A maioria ocorre em pequenas propriedades com até um hectare, para atender à produção local de microcervejarias.

Para a produção de cerveja, os quatro ingredientes básicos são: água, trigo, cevada e lúpulo. O último é considerado o tempero da cerveja, exatamente o que lhe confere aroma e sabor. O lúpulo é o insumo mais caro da produção.

As grandes regiões produtoras de lúpulo no mundo encontram-se no Hemisfério Norte, nas faixas mais frias da América do Norte, Europa e Ásia. O produto importado é normalmente vendido em embalagens de 400 gramas, que podem custar até R$ 300.

Comercializado em grande escala para diversas partes do mundo, o lúpulo passa por um processo térmico de conservação de sua vida útil de até dois anos, chamado peletização. O aroma e o sabor do produto, apesar de ainda marcantes, não são similares aos do produto fresco.

Agência Brasil