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Gurias Coloradas goleiam na abertura da Supercopa do Brasil Feminina
Real Brasília supera Avaí de virada para se classificar
O Internacional goleou o Athletico-PR por 5 a 1, neste sábado (4) no Beira-Rio, na partida que marcou a abertura da edição 2023 da Supercopa do Brasil Feminina, competição que inaugura a temporada 2023 do futebol feminino brasileiro.

Que estreia do Inter!
— Brasileirão Feminino Neoenergia (@BRFeminino) February 4, 2023
Vitória das @GuriasColoradas no Beira-Rio! Vaga garantida na semifinal da #SupercopaFeminina! 🇦🇹 pic.twitter.com/3ry47DbYv4
Agora as Gurias coloradas aguardam o confronto entre Corinthians e Atlético-MG, a partir das 10h30 (horário de Brasília) do próximo domingo (5), para conhecerem seu adversário das semifinais da competição.
Apesar de jogar em casa, o Internacional viu o Athletico-PR sair na frente, graças a gol de Verónica com três minutos de bola rolando. Mas a reação veio um minuto depois, quando a lateral Roberta Schroeder aproveitou confusão na área para mandar para o fundo das redes. A virada veio aos 25. Belén Aquino recebeu na área e acertou um belo chute no ângulo.
As coloradas ampliaram a vantagem aos 37. A bola foi levantada na área em cobrança de escanteio e Bruna Benites subiu muito para marcar de cabeça. Os últimos dois gols saíram na etapa final, com Belén Aquino aos dois e com Djeni, em cobrança de pênalti, aos 11.
Vitória de virada
Na outra partida do dia o Real Brasília não teve tanta facilidade para triunfar e avançar. O Avaí chegou a abrir o placar com Rafinha, mas as Leoas do Planalto viraram graças a gols de Carol Gomes e Karla Alves.
Leoas do Planalto na semifinal! 🦁
— Brasileirão Feminino Neoenergia (@BRFeminino) February 5, 2023
Foi de virada, com emoção! Carol Gomes e Karla Alves marcaram para o @realbrasiliaofc, que avança na #SupercopaFeminina! pic.twitter.com/4izr2lB98T
Agência Brasil
Brasil tem potencial para juntar ecologia e economia, diz Marina Silva
No Rio, ela disse que houve um desmonte de políticas ambientais
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou hoje (4) que houve um desmonte na área ambiental, nos últimos quatro anos, e que está sendo realizado um grande esforço para retomar políticas de proteção para o setor. Ela participou, neste sábado, da 13ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), que este ano acontece no Rio de Janeiro, no prédio da Fundição Progresso, nos Arcos da Lapa.

“Na área ambiental tivemos um apagão, um desmonte, de quatro anos. Estamos fazendo agora o esforço, de forma transversal, para restabelecer políticas pública e criar outras", disse.
Ela acrescentou que o "Brasil tem um grande potencial de juntar economia e ecologia numa mesma equação". "Combater o que não deve ser feito, mas colocar no lugar aquilo que pode ser feito. O Brasil, que é uma potência florestal, também pode ser uma potência agrícola de baixo carbono. Ser uma potência em segurança energética, com a produção do hidrogênio verde. Temos condição de ter uma matriz energética limpa e diversificada”, ressaltou a ministra, antes de subir ao palco principal onde se encontrou com centenas de estudantes.
Marina também adiantou que o governo federal está tomando diversas medidas para a proteção dos povos indígenas, principalmente os yanomamis, ameaçados por fome e doenças causadas pela exploração de garimpos ilegais em suas terras.
“O governo já restabeleceu o plano de prevenção e controle do desmatamento nos biomas brasileiros, começando, prioritariamente, na Amazônia e no cerrado e, mais focadamente, nas terras indígenas. Temos três casos emblemáticos, que é o povo yanomami, os mundurukus e o povo caiapó. Mas essa realidade se estende em vários estados e regiões da Amazônia. São ações de combate à criminalidade, de ordenamento territorial e fundiário, para que o Brasil se aproprie daquilo que é seu”, disse.
Ela revelou que existem cerca de 2 mil pistas de pouso clandestina na região amazônica, o que facilita as ações do crime contra o ambiente e as comunidades indígenas.
“Hoje temos um descontrole aéreo na Amazônia. São mais de 2 mil pistas clandestinas que o Estado brasileiro tem que pôr um ponto final nessa forma criminosa de se assenhorar das comunidades e tornar elas reféns do tráfico de drogas, do tráfico de armas, da grilagem e da violência. Inclusive violência contra as mulheres indígenas, crianças e adolescentes”, afirmou.
Agência Brasil
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Medidas provisórias que limitavam gastos com cultura perdem validade
MPs foram editadas pelo governo Bolsonaro
Duas medidas provisórias editadas pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro perdem a validade neste domingo (5). Uma delas adiou repasses orçamentários aos setores da cultura e de eventos previstos nas leis Paulo Gustavo, Aldir Blanc 2 e no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). O texto chegou a receber 44 emendas.

A outra, a MP 1.135/2022, limitou o uso de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Ela recebeu 15 emendas.
Como não foram votadas na Câmara, as medidas provisórias não chegaram a ser enviadas ao Senado para votação.
Tramitação
Uma medida provisória vale por 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Depois disso, caso não tenha sido votada nas duas Casas do Parlamento (Câmara e Senado), ela expira.
A Constituição determina que as relações jurídicas estabelecidas por uma MP não aprovada podem ser definidas pelo Congresso, por meio de decreto legislativo. Se isso for feito até 60 dias após a caducidade, os atos praticados durante a vigência da MP podem ser convalidados.
Pelo menos outras 24 medidas provisórias estão pendentes de votação no Congresso Nacional.
STF
Ontem, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou liminar que assegurou o repasse de recursos ao setor cultural.
A decisão foi em resposta a ação, ajuizada pela Rede Sustentabilidade contra a MP 1.135/2022. A MP chegou a ser suspensa por decisão do STF, que restabeleceu a eficácia da legislação criada pelo Congresso Nacional para dar socorro emergencial ao setor afetado pela pandemia de covid-19.
Mas a Rede informou posteriormente à Corte que o Poder Executivo não providenciou a execução orçamentária em tempo hábil para o repasse de verbas para o setor cultural ainda em 2022. Diante disso, foi acolhido o pedido da Rede para assegurar que o socorro financeiro destinado pela legislação ao setor possa ser utilizado no decorrer de 2023.
Agência Brasil
Governo envia novas equipes de socorro à Terra Indígena Yanomami
Eles começam a chegar a Roraima neste domingo
Nova comitiva com representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) chega à região Yanomami na próxima segunda-feira(6). Ela dará continuidade ao trabalho, da comitiva anterior, de coletar informações e diagnósticos sobre a tragédia humanitária em territórios indígenas em Roraima. Estão agendadas, ainda na segunda-feira, visitas à Casa de Saúde Indígena (Casai), ao hospital da Criança e do Sistema Único de Saúde (SUS), além do Hospital Geral de Roraima (HGR). Na terça-feira (7), estão previstas visitas a aldeias que integram o território Yanomami, em Surucucu, com o mesmo objetivo.

Desde o dia 27 de janeiro o MDHC instituiu o Gabinete de Enfrentamento à Crise Humanitária em território Yanomami. A iniciativa emergencial faz parte das ações prioritárias para o enfrentamento às violações de direitos reveladas na região de Boa Vista (RR). Objetivo é propor medidas urgentes para o contingenciamento da crise e a formulação de um plano de ações de médio e longo prazo.
Saúde
Em outra ação, grupos profissionais voluntários desembarcam em Roraima neste domingo(5). São ao todo, 40 profissionais — entre nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais, médicos e enfermeiros - habilitados no programa do Ministério da Saúde. Eles vão compor nove equipes multidisciplinares focadas nos atendimentos prestados na Casa de Saúde Indígena (Casai) e percorrer três polos de atendimento de saúde nos territórios indígenas de Auaris, Surucucu e Missão Catrimani na busca ativa de pacientes.
Para isso, os profissionais vão passar por treinamentos específicos para socorrer casos de desnutrição e malária. “Com a dificuldade de deslocamento nas regiões, muitas vezes, os doentes só procuram atendimento em estágio muito grave, o que aumenta o risco de óbitos”, explica a coordenadora do Centro de Operações Emergenciais (COE) - Yanomami, Ana Lúcia Pontes que também é médica sanitarista e pesquisadora da Fiocruz.
O número de casos de malária registrados nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas ( Dseis), que em 2018 era de seis mil, saltou, atualmente, para cerca de 20 mil. Para Ana Lúcia, esse cenário afeta, principalmente, crianças menores de 9 anos e gestantes. “Cerca de 50% das crianças têm desnutrição moderada e grave. No caso das gestantes, o dado é de mais de 40%, entre as que fizeram algum tipo de acompanhamento. Os números são críticos, sendo que os dados de mortalidade mostram que as principais causas são de doenças diarréicas, respiratórias e malária, ou seja, quadros que podem ser evitados”, avaliou.
COE
O trabalho desse grupo de voluntários que faz parte da Força Nacional do SUS terá a duração média de 14 dias sob articulação e planejamento do Centro de Operações Emergenciais (COE). Instituído pelo Ministério da Saúde e coordenado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) é composto pela Defesa civil; Casa Civil da Presidência da República, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Ministério da Defesa, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério do Desenvolvimento Social e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Além dos voluntários, o COE também coordena a distribuição de alimentos, a reposição de insumos de saúde e o envio de estruturas móveis de internet que vão melhorar a comunicação com os polos de saúde. Durante os atendimentos, os pacientes em situação mais grave são encaminhadas para os hospitais de referência.
Agência Brasil
Ministra diz que é preciso garantir alimentos próprios dos yanomami
Sonia Guajajara está em Roraima acompanhando ações emergenciais
A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, desembarcou neste sábado (4), em Boa Vista, para acompanhar de perto as ações interministeriais que tentam conter a crise humanitária envolvendo o povo Yanomami. Afetados pela presença do garimpo ilegal em suas terras, os indígenas têm sofrido com casos de desnutrição e doenças como malária e pneumonia, situação histórica, mas que piorou nos últimos quatro anos.

Após visitar a Casa de Saúde Indígena (Casai) e o Hospital de Campanha da Força Aérea Brasileira (FAB), a ministra se reuniu com integrantes do Centro de Operações Emergenciais (COE), do governo federal, para atualizar as ações em andamento. Representantes de entidades indígenas e de organismos internacionais, como a Organização Panamericana de Saúde (Opas) e os Médicos Sem Fronteiras, também estiveram presentes.
Em seguida, Guajajara concedeu uma entrevista coletiva, na sede do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (DSEI-Y). Questionada sobre a distribuição de alimentos e cestas básicas, ela informou que uma das prioridades do governo é adequar a alimentação dos indígenas aos seus costumes tradicionais.
"Nesse momento, o atendimento é identificar essas prioridades e garantir o alimento próprio que o povo Yanomami come. Não é essas cestas com esses itens que compõe, comumente, uma cesta básica, que vão resolver. Está se fazendo um estudo para a compra de alimentos dos produtores de outras terras indígenas. Ou mesmo na área yanomami, que tem produção de banana, de melancia, outros alimentos que eles comem, para serem adquiridos e oferecer [aos indígenas]", observou.
É a segunda vez que a ministra vem ao estado para lidar com o problema. Há exatamente duas semanas, ela acompanhou uma visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois que imagens de indígenas gravemente desnutridos chamaram a atenção da opinião pública nas últimas semanas e motivaram o governo federal a implementar medidas emergenciais para socorrer os yanomami. A repercussão também gerou uma onda de doações de alimentos, que estão sendo entregues em operações organizadas por militares das Forças Armadas. Até o momento, foram entregues mais de 3,2 mil cestas e 75 toneladas de alimentos e medicamentos.
Produção própria
Para a ministra, no entanto, é necessário que os próprios indígenas retomem a produção própria, o que só deve ocorrer com a retirada urgente dos mais de 20 mil garimpeiros que vivem na terra indígena.
"A gente está buscando esse plano também de produção de alimentos, que é o alimento próprio do povo Yanomami, entregando as ferramentas, as sementes, os insumos que precisam para que eles voltem a produzir os seus alimentos. Por isso, é urgente a retirada dos garimpeiros, para deixar o território livre, para que eles possam ter segurança em circular no território, plantar suas roças e viver ali livremente. É preciso fazer essa retirada, garantir a proteção do território e manter uma base permanente de fiscalização para evitar a volta dos invasores", enfatizou.
Neste domingo (5), a ministra vai pessoalmente à Terra Indígena Yanomami ver de perto a situação dos indígenas. Ela visitará o polo base de Surucucu, que fica praticamente na fronteira do país com a Venezuela, cujo acesso só é possível por via área. A área tem sido fortemente atingida pelo garimpo ilegal.
Agência Brasil
Cadeirinha de Descanso Mastela Reclinável - com Móbile Leão até 11kg
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