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RS tem abstenção de 54,6% na prova digital do Enem
A versão impressa registrou 72,3% de participação no Estado
O primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022, ocorrido no último domingo, 13, registrou no Rio Grande do Sul a presença de 108.489 estudantes, dos 149.997 inscritos, representando 72,3% de participação na prova impressa. Na versão digital, foram 1.043 estudantes, dos 2.299 inscritos, com frequência de 45,4%, de acordo com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pela prova. A abstenção foi de 54,6%.
No país, foi apontado o comparecimento de 2.490.880 estudantes, que corresponde a 73,3% dos cerca de 3,4 milhões de inscritos em ambas as versões. Entre os presentes, com abstenção de 26,7% no total, 2.458.504 realizaram as provas em papel, e 32.376, em computador. Conforme o Inep, os dados são preliminares, visto que os números conclusivos dependem da apuração definitiva do consórcio aplicador (fundações Cesgranrio e Getulio Vargas).
Em 2021, 74% dos inscritos compareceram ao primeiro dia de prova, de acordo com o instituto. Já em 2020, o Enem registrou a maior abstenção de sua história: 51,5% dos inscritos não realizaram o exame.
Os participantes resolveram questões das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, além da Redação, com o tema “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”.
Parlamentares indígenas repercutiram o assunto. A deputada federal Célia Xakriabá (MG) comentou que a escolha do tema permite a valorização da história do Brasil e é motivo de comemoração. “É tempo de olhar para a nossa ancestralidade, para a nossa cultura e para nossos povos originários.”
No próximo domingo, 20, os estudantes cumprem a etapa final do exame com provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, cada uma com 45 questões, totalizando 90 desafios a serem resolvidos em até cinco horas (das 13h30min às 18h30min). Até o dia 23 de novembro, conforme edital, serão divulgados os gabaritos oficiais das provas, que serão disponibilizados no portal do Inep.
Correio do Povo
Enem 2022: Veja os conteúdos que mais aparecem nas provas
Levantamento do Fleming Medicina também explica como pontuar melhor no método de avaliação
Mesmo na última semana de preparação para o Enem, ainda há tempo de seguir algumas dicas para conquistar um bom resultado. As provas costumam ter um padrão no qual os alunos podem se basear para conseguir desempenho satisfatório. Além disso, entender os critérios da avaliação também pode ajudar. Desde 2009, o Enem utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI) como modelo estatístico para medir a proficiência dos estudantes.
No próximo domingo, 20, acontece o segundo dia de provas, com aplicação de conteúdos de Ciências da Natureza e Matemática. Ao contrário do que na tradicional Teoria Clássica dos Testes, costumeiramente usada nos vestibulares e que vincula a nota ao número de acertos, na TRI a avaliação se dá pela coerência pedagógica do seu padrão de respostas. Confira abaixo o que mais costuma ser cobrado em cada uma das avaliações da próxima data de prova, em levantamento organizado pelo pré-vestibular Fleming Medicina.
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
A prova de Ciências da Natureza costuma ter um bom equilíbrio entre as questões de Física, Biologia e Química, passando, às vezes, por conhecimentos interligados dessas disciplinas. Em Biologia, deve-se dar muita atenção à Ecologia, que é o conteúdo mais incidente, ao lado dos mecanismos evolutivos e da transmissão das características hereditárias.
Em Química, deve-se cuidar a Química Orgânica, as forças intermoleculares e suas consequências para a propriedade das substâncias e dos compostos orgânicos e inorgânicos. Na Física, o conteúdo mais incidente é o de Mecânica, com várias questões sobre as causas dos movimentos de partículas, objetos, pessoas e corpos celestes. Outro assunto que costuma ser incidente é o dos fenômenos da ondulatória e do eletromagnetismo.
Conteúdos que mais aparecem
Química inorgânica e Físico-Química – de 10 a 11 questões
Temperatura, calor, máquinas térmicas, fenômenos ondulatórios e ópticos – de 6 a 7 questões
Ecologia, Epidemiologia e saúde humana – de 5 a 6 questões
Química orgânica e Bioquímica – de 4 a 5 questões
Citologia, Bioenergética, Genética e Evolução – de 4 a 5 questões
Seres vivos, fisiologia, biotecnologia e imunologia – de 4 a 5 questões
Movimentos, forças, energia mecânica e colisões – de 4 a 5 questões.
Matemática e suas Tecnologias
Em Matemática, as operações fundamentais e os aspectos práticos de sua aplicação correspondem a cerca de 40% do total da prova. Para acertar tais questões, não basta saber as quatro operações básicas, pois é necessário interpretar situações-problema a fim de encontrar soluções para situações comuns do cotidiano. Os conhecimentos de geometria plana e espacial são explorados sobretudo no cálculo de perímetros e áreas de superfícies planas e volumes de sólidos.
O aluno também deve ter intimidade com a leitura de gráficos e tabelas. Na parte de Estatística, é importante conhecer como se determinam médias, medianas e modas. O Enem não pedirá o cálculo de variância e de desvio-padrão, mas exigirá que o aluno compreenda tais conceitos como medidas de dispersão em distribuições.
Em probabilidade, aparecem algumas das questões mais complexas da prova, junto com a Álgebra e a Geometria Analítica. Assuntos como logaritmos e funções trigonométricas não devem ter prioridade de resolução, pois tendem a ser questões de parâmetro de dificuldade mais alto: deixe-as para depois.
Conteúdos que mais aparecem
Contagem, progressões, operações fundamentais e análise combinatória – 8 a 9 questões
Álgebra e Geometria Analítica – 8 a 9 questões
Perímetros, áreas e volumes –de 7 a 8 questões
Relações de variação entre grandezas – de 5 a 6 questões
Estatística e probabilidade – de 5 a 6 questões
Noções de espaço e representação, reconhecimento de formas, unidades de medida e escalas – de 5 a 6 questões
Gráficos e tabelas – de 4 a 5 questões
Entender a TRI ajuda na pontuação
O segredo para uma boa pontuação no Enem é buscar aumentar a coerência pedagógica do padrão de respostas. Dessa forma, questões mais fáceis devem ter prioridade de resolução quando comparadas com questões mais difíceis.
“Acertar um item difícil tendo errado os fáceis implicará baixa pontuação devido à incoerência no padrão de respostas. Acertar itens fáceis e errar os difíceis garante maiores proficiências. Isso não significa que se deva pré-classificar as questões antes de resolvê-las. Se identificar um item fácil, resolva-o. Se identificar um item difícil, pule-o, e retorne posteriormente para resolvê-lo, caso ainda haja tempo”, aconselha o professor Francis Madeira, do Fleming Medicina.
Cada questão do Enem apresenta certos parâmetros que ajudam a determinar a nota do candidato. Assim, a prova dispõe de questionamentos de dificuldades variadas dentro de uma escala. Ainda que algum acerto seja considerado incoerente pela TRI, faz-se importante esclarecer que quaisquer respostas corretas aumentam a nota do candidato, mesmo que a diferença seja pequena em caso de erro.
“Essa coerência parte do pressuposto de que a aquisição do conhecimento é gradativa: não é possível dominar aspectos mais complexos das ciências e das linguagens sem que se conheça os mais simples”, explica Francis Madeira, professor e coordenador pedagógico do pré-vestibular Fleming Medicina.
Correio do Povo
Paciente da Santa Casa de Porto Alegre toca saxofone durante cirurgia no próprio cérebro
Estímulo do cérebro foi fundamental para o sucesso do procedimento cirúrgico
O agricultor e músico Vilson, de 60 anos, foi submetido a um procedimento para a retirada de um tumor cerebral e, ao mesmo tempo, pode praticar uma de suas paixões: tocar saxofone. A cirurgia, realizada no Hospital São José, no complexo hospitalar da Santa Casa de Porto Alegre, ocorreu nesta segunda-feira e foi liderada pelo neurocirurgião Marcelo Schuster.
O agricultor e músico Vilson, de 60 anos, foi submetido a um procedimento para a retirada de um tumor cerebral e, ao mesmo tempo, pode praticar uma de suas paixões: tocar saxofone.
— Correio do Povo (@correio_dopovo) November 14, 2022
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(📹: Carol Fornasier/Santa Casa) pic.twitter.com/7cvFJkJz2c
Segundo o médico, a técnica de cirurgia de tumor cerebral com o paciente acordado é especialmente útil em casos que o tumor está localizado em regiões diretamente envolvidas com os mecanismos de linguagem como falar, entender situações, fazer cálculos, interpretar textos e contextos, além realizar funções específicas como tocar um instrumento musical, como foi o caso do seu Vilson.
“O paciente é submetido a testes neurológicos específicos durante a cirurgia e, com o auxílio da estimulação elétrica cerebral ou monitorização neurofisiológica intraoperatória, é possível conseguir mapear áreas cerebrais fundamentais que não podem ser ressecadas. Somente assim é possível retirar o máximo de tumor causando mínimo ou nenhum déficit neurológico permanente”, explica Schuster.
Como destaca o médico, outro ponto que gera curiosidade é sobre a dor durante o procedimento. “O tecido cerebral em si não possui terminações nervosas, por isso conseguimos manipular o cérebro sem que o paciente sinta dor. A pele, osso, e membranas que envolvem o cérebro, e que podem causar dor, recebem uma anestesia especifica”, ressalta o neurocirurgião.
Correio do Povo
Comandantes das Forças Armadas falaram pelas instituições militares e não pelo governo Bolsonaro
Na avaliação de generais ouvidos pelo 'Estadão', ausência de assinatura do ministro da Defesa, representante político das Forças, mostra que oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica não queriam que manifestação em nota oficial fosse confundida como posição do atual governo
A ausência da assinatura do ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, da nota oficial publicada pelos comandantes das Forças Armadas - como antecipou o Estadão - é fruto da vontade de que o documento não fosse confundido como manifestação do governo de Jair Bolsonaro, mas, sim, entendido como a posição institucional dos militares. Foi a primeira vez que isso ocorreu na atual gestão. Essa é a opinião de oficiais generais da ativa e da reserva consultados pela reportagem.
Entre os consultados está o general Roberto Peternelli, que é deputado federal (União Brasil-SP). Para ele, os chefes militares falaram como líderes das instituições que representam e não como membros de governo. De fato, em pelo menos outras seis oportunidades, a assinatura do titular da pasta sempre esteve ao lado da dos comandantes. Assim foi em casos como a reação às declarações do senador Omar Aziz (PSD-AM), na CPI da Covid, sobre suposto envolvimento de militares com corrupção, ou durante a campanha eleitoral, quando o candidato Ciro Gomes (PDT) fez acusações semelhantes.
Também ocorreu assim quando os então comandantes militares e o ministro Fernando Azevedo e Silva publicaram nota reafirmando o compromisso das Forças Armadas como instituições de Estado e não de governo, em dezembro de 2020 - em março de 2021, a cúpula militar seria demitida por Bolsonaro. Até mesmo na volta das notas sobre o 31 de Março, publicadas pelos militares durante a gestão Bolsonaro, eram assinadas por todos - comandantes e ministro.
Como manifestação das instituições, o documento das Forças, segundo os oficiais generais, aborda situações que incomodam os comandantes e dão respostas a tantos que esperavam por uma manifestação após as eleições. Três pontos se destacam: o primeiro é o desconforto com a atuação do Poder Judiciário, que determinou a retirada do ar de perfis de bolsonaristas que questionaram as urnas eletrônicas, e com a suposta invasão de atribuições do Legislativo e do Executivo que teriam sido praticadas pelo Supremo Tribunal Federal. É contra as decisões recentes do ministro Alexandre de Moraes que se dirige a nota ao condenar a restrição a direitos individuais, como "à livre manifestação do pensamento".
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão
Protestos em quartéis
Outro ponto que aparece na nota é a defesa da "liberdade de reunião". Trata-se de uma referência, segundo os generais, às manifestações em frente às organizações militares em todo País. Manifestantes bolsonaristas têm ocupado as portas de quartéis pedindo a intervenção dos militares contra o resultado do segundo turno das eleições, que terminou com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. A nota afirma o direito de manifestação desses grupos, pois interpreta que ele está amparado na Lei de Defesa do Estado Democrático, citada pelos comandantes no documento, apesar de pedidos ao Judiciário para que os atos sejam dispersados.
Generais ouvidos pela reportagem afirmaram que não vão agir contra os protestos, pois os consideram pacíficos. Dizem que as manifestações devem se esvaziar sozinhas à medida que o País volta à normalidade. Eles ressaltam que os casos de violência - a exemplo do que dizem os comandantes - são exceções que merecem repúdio, como agressões registradas em bloqueios de estradas feitos por manifestantes. Ou seja, eles são contrários à criminalização dos participantes dos protestos indistintamente.
Ao mesmo tempo, os comandantes deixaram claro aos manifestantes e àqueles que cobram intervenção militar que não vão romper com a ordem democrática. Afirmaram que cultuam a tolerância, a ordem e a paz social e destacaram que estão transmitindo esses "valores" aos seus subordinados, para que tenham serenidade e confiança na cadeia de comando. Indicam, ainda, a existência de insatisfação com o resultado das urnas e simpatia com os manifestantes dentro das Forças - ao mesmo tempo em que afirmam que eventuais controvérsias devem ser resolvidas pela sociedade dentro dos instrumentos do estado democrático de direito e não pela força.
Pela manhã, a nota começou a ser compartilhada por oficiais do Exército no WhatsApp e em grupos bolsonaristas. Os apoiadores do presidente interpretavam que os militares "estavam a favor do povo" e fariam uma suposta intervenção "no momento certo". Outros diziam que a manifestação dos comandantes devia ampliar o público de protestos que os bolsonaristas estão prevendo fazer na próxima terça-feira, 15, Dia da Proclamação da República.
Terra
Jovem é resgatado após ficar em barco à deriva nas águas do rio Guaíba, na zona Sul de Porto Alegre
Vítima contou que fugiu para não ser executado na vila dos Sargentos, no bairro Serraria
Um jovem, de 19 anos, foi resgatado das águas do Guaíba pelo efetivo da Companhia Especial de Busca e Salvamento (CEBS), do Comando de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, na madrugada desta segunda-feira na zona Sul de Porto Alegre. Ele estava em um barco de madeira à deriva por cerca de duas horas, tendo pedido socorro à companheira após passar as coordenadas pelo telefone celular.
As buscas com duas equipes do CEBS para localizá-lo duraram em torno de 40 minutos. O jovem foi trazido para a margem com uma moto aquática e recebeu atendimento em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no local. Ele estava hipotérmico. Policiais militares do 1º BPM compareceram no local.
Para a Brigada Militar, a vítima relatou que seria executada por indivíduos na vila dos Sargentos, no bairro Serraria, devido às dívidas que teria com uma facção criminosa. O jovem disse que foi arrebatado em uma praça no bairro Mathias Velho, em Canoas, e trazido para a Capital. Os suspeitos estariam em dois veículos.
Para fugir após descer de um dos carros e ter uma espingarda calibre 12 apontada, ele contou que encontrou um caiaque de madeira, tipo artesanal, mas devido ao vento e à chuva foi parar na outra margem do Guaíba.
O caso será agora investigado pela Polícia Civil, que vai apurar inclusive uma segunda versão. Conforme a Brigada Militar, a esposa da vítima relatou que ele teria fugido de uma briga ocorrida em uma festa que estava e encontrou um caiaque que estava na beira do rio, entrando no barco para se afastar da suposta briga. O jovem deve prestar depoimento para esclarecer o que de fato ocorreu com ele.
Correio do Povo
Ciro Nogueira defende retirada do Auxílio Brasil do teto de gastos por um ano
Membros do governo eleito têm estudado a possibilidade de se excepcionalizar o programa por quatro anos
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), defendeu, nesta segunda-feira, que os custos do Auxílio Brasil, que deverá voltar a se chamar Bolsa Família, sejam retirados da regra do teto de gastos por um ano, e não quatro, como defendem membros da equipe de transição do governo eleito.
A ideia é discutida dentro da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, com o intuito de que o programa de transferência de renda possa ser retirado do teto de gastos, regra que proíbe o aumento de despesas públicas acima da inflação. O ministro do presidente Jair Bolsonaro (PL) defende a excepcionalidade do programa ao teto de gastos apenas por um ano, e, a partir daí, que a matéria seja analisada pelo Congresso Nacional e com a sociedade. “Por tudo isso, o mais prudente, transparente e republicano é assegurar ao novo governo condições para que proteja os mais vulneráveis em seu primeiro ano”, afirmou Nogueira.
“E, a partir daí, que dialogue com o Congresso eleito e com a sociedade, com base em todas as premissas claras de sua plataforma de gestão e seu programa econômico, como conduzir o país nos próximos quatro anos. Esse é o caminho mais democrático e legítimo”, completou.
A ideia de retirar o programa da regra do teto de gastos por quatro anos foi informada pelo senador eleito Wellington Dias (PT-PI), coordenador de Orçamento da equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Temos dois caminhos, um que excepcionaliza o Auxílio Brasil (do teto de gastos), ao mesmo tempo que se trabalha por uma fixação (da regra) até 2026. Sobre isso, tratamos com Lula, e ele nos orientou que, sob o comando de Alckmin, seguíssemos o caminho do entendimento", detalhou Dias na última sexta-feira.
O senador disse que o valor da PEC deve ser de R$ 175 bilhões, embora tenha destacado que a equipe ainda não bateu o martelo sobre o valor total da proposta. Com a retirada do Auxílio Brasil do teto, sobra um espaço orçamentário R$ 105 bilhões para cumprir promessas de campanha do governo petista e garantir investimentos mínimos em infraestrutura.
“Calcular precisamente quanto custam esses dois benefícios (programa social e salário mínimo) e assegurar os recursos necessários para eles dentro do orçamento, respeitando a regra do teto de gastos e flexibilizando exclusivamente apenas o necessário. É o que defendo”, argumentou Nogueira.
O ministro relatou que, sem o equilíbrio fiscal, a sociedade pode ser abatida com inflação, perda de poder de compra, desemprego e recessão. Na visão do chefe da Casa Civil, a estabilidade da economia é a única âncora de políticas sociais eficazes. “A questão de estender para 4 anos a atribuição do Congresso que termina não é só a usurpação de poder do Congresso que ainda nem começou. É a falta de critério democrático.”
R7 e Correio do Povo
Navio bate na ponte Rio-Niterói e vias são fechadas nos dois sentidos
Equipes da Marinha e Capitania dos Portos já foram acionadas. Não há previsão de liberação das vias para o tráfego
A ponte Rio-Niterói foi fechada nos dois sentidos na tarde desta segunda-feira após um navio desgovernado se chocar contra a estrutura.
A Prefeitura do Rio informou, por meio de seu Centro de Operações, que equipes da Marinha e Capitania dos Portos já foram acionadas.
Não há previsão para liberação das vias para o tráfego.
R7 e Correio do Povo
Zelensky diz que Rússia destruiu "todas as infraestruturas cruciais" em Kherson
Cidade foi retomada pela Ucrânia na semana passada
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou nesta segunda-feira que as forças russas haviam destruído "todas as infraestruturas cruciais" em Kherson (sul), cidade retomada pelo exército ucraniano na semana passada. "Antes do inverno [no hemisfério norte], os ocupantes russos destruíram absolutamente todas as infraestruturas cruciais", disse Zelensky na noite desta segunda após ter visitado áreas de Kherson.
"Absolutamente todas as infraestruturas importantes da cidade e da região estão minadas", afirmou. "Não há eletricidade, nem comunicação, nem internet, nem televisão" em Kherson, acrescentou Zelensky, destacando que "os ocupantes destruíram tudo de propósito".
"É isso que significa a bandeira russa: devastação completa", afirmou Zelensky, que prometeu o retorno à normalidade. A estatal energética ucraniana Ukrenergo informou que a Rússia destruiu a infraestrutura que fornece eletricidade a toda a margem direita da região de Kherson e parte importante da região de Mykolaiv.
"A maioria da região liberada de Kherson está sem eletricidade desde 6 de novembro", assegurou o diretor da Ukrenergo, Volodimir Kudrytsky. "Estamos fazendo o que podemos para abastecer com eletricidade as pessoas o quanto antes". A retomada da cidade de Kherson, no sul da Ucrânia, única capital regional que as tropas de Moscou conseguiram capturar, foi um golpe na ofensiva de Putin. Nesta segunda, durante uma visita a Kherson, Zelensky disse que a libertação da cidade era "o começo do fim da guerra".
AFP e Correio do Povo

