Defesa de Flordelis vai recorrer da sentença que a condenou a 50 anos de prisão

 De acordo com a defesa, o julgamento pode ser anulado; motivo é uma série de "nulidades"

A defesa da pastora, cantora gospel e ex-deputada Flordelis dos Santos de Souza, de 61 anos, vai recorrer buscando a anulação da sentença que a condenou. Declarada culpada da acusação de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, ocorrido em 16 de junho de 2019, Flordelis recebeu pena de 50 anos e 28 dias de prisão. Mas, de acordo com a defesa, o julgamento pode ser anulado. O motivo é uma série de "nulidades" (atos jurídicos com grave vício e desprovidos de validade).

"Vamos recorrer porque ocorreram diversas nulidades no decorrer do julgamento. Não consigo nem lembrar a quantidade", disse ao Estadão o advogado Rodrigo Faucz, que lidera a defesa da ex-deputada. O defensor destacou duas situações ocorridas no último dia do julgamento que teriam "o poder de anular o julgamento", conforme afirmou.

"Foram duas nulidades absolutas, ou seja, que devem ser reconhecidas a qualquer tempo", explicou. "Numa das situações, o MP fez menção a documento a que a defesa não teve acesso. O advogado explicou que, além de não estar em posse da defesa, o documento trata de procedimento da Vara de Infância e estava sob sigilo. "Portanto, não poderia ter sido usado."

Faucz disse também que o assistente de acusação, Ângelo Máximo, abordou, em sua sustentação oral, o silêncio dos acusados no interrogatório. Trata-se de direito garantido na Constituição. O procedimento do acusador é proibido pelo Código do Processo Penal.

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Niterói condenou Flordelis por quatro crimes. São eles: homicídio triplamente qualificado (27 anos e 6 meses), tentativa de homicídio duplamente qualificado (18 anos e 8 meses), uso de documento falso (2 anos 9 meses) e associação criminosa armada (3 anos e 1 mês).

A defesa tem cinco dias para fazer a apelação regular junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O advogado lembrou, porém, que as nulidades absolutas poderiam ser questionadas a qualquer momento.

Recursos

A apelação será só para Flordelis, a única dentre as rés condenadas que Faucz defendeu. Simone dos Santos Rodrigues, filha da ex-deputada que também foi condenada - recebeu pena de 31 anos e 4 meses de prisão por homicídio, tentativa de homicídio e associação criminosa armada -, contou com outra defesa, a cargo da advogada Daniela Gregio.

Outros três réus - Marzy Teixeira, André Luiz de Oliveira e Rayane dos Santos, defendidos pela mesma equipe que Flordelis - foram absolvidos. "Em relação aos outros três, ficamos bastante satisfeitos, tendo em vista que conseguimos comprovar, no decorrer do julgamento, que não tinham qualquer participação na morte do pastor, bem como que não ocorreu qualquer tentativa de envenenamento."

O Ministério Público vai recorrer dessas absolvições. Na manhã de domingo, quando a sentença foi proclamada, a promotoria afirmou que não considera que tenha havido nenhuma das nulidades alegadas pela defesa.


Agência Estado e Correio do Povo

Costura por maioria na Assembleia Legislativa é desafio para segundo governo Leite

 Embora veja agenda legislativa menos polêmica, aumento da esquerda e possibilidade de oposição à direita é empecilho para base ampla

Diferentemente do primeiro mandato, no qual aprovou a maioria dos projetos reformistas e que envolviam privatizações com alguma facilidade, o governador Eduardo Leite (PSDB) encontrará maior restrição na Assembleia Legislativa na próxima legislatura. Divergências ideológicas dentro dos próprios partidos que comporão a base, ampliação da bancada oposicionista de esquerda e a possibilidade de uma oposição no campo mais à direita são desafios do governo.

Os seis partidos originais da coligação de Leite (PSDB, Cidadania, MDB, União Brasil, PSD e Podemos) elegeram juntos 17 de 55 deputados. Somente a federação liderada pelo PT conquistou 12 cadeiras. Somadas às duas do PSol, são 14 deputados que deverão se opor em projetos mais polêmicos. Até por isso, o governo buscou estreitar laços com partidos como PDT e PSB, que apoiaram a candidatura de Leite no segundo turno, e foram convidados a participar do processo de transição. As duas siglas, somadas, têm cinco cadeiras no Legislativo. Mesmo assim, o processo eleitoral deixou feridas na base. 

Além do MDB, onde alas migraram para a candidatura do adversário de Leite, Onyx Lorenzoni (PL), no Podemos, o apoio do estreante Professor Cláudio ao ex-ministro na reta final das eleições levantou dúvidas sobre como agirá a sigla na Assembleia. O deputado eleito promete uma atuação independente, mas deixa claro o respeito às deliberações partidárias. “O Podemos contribuiu demais com a candidatura do Eduardo Leite, e eu respeito a posição do partido. Eles podem contar comigo em todos os projetos que o governador reeleito encaminhar à Assembleia e que ajude a construir um Rio Grande melhor. Nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas”, afirma.

Os resultados das urnas, no que tange o Legislativo, também trazem uma incógnita quanto aos eleitos que apoiaram formalmente o opositor de Leite. PP, PL, Republicanos e PTB fizeram parte da base, cenário que mudou com a chegada do período eleitoral. Juntos, eles têm 18 deputados. 

Apoiadores de Onyx

Entre os integrantes do PP, dos sete eleitos, cinco apoiaram Onyx. Ex-prefeito de Bento Gonçalves e segundo vice-presidente do diretório gaúcho, o deputado eleito Guilherme Pasin projeta que reuniões ocorram até o final deste mês para definir a posição sobre o novo governo. “Ainda não sentamos para discutir isso. Acredito que nas próximas semanas tenhamos um alinhamento de assuntos.”

No Republicanos, a tendência é pela neutralidade, conforme o único reeleito da bancada, que cresceu de quatro para cinco deputados, Sérgio Peres. Deputado mais votado no RS, o estreante Gustavo Victorino, crítico da gestão do tucano, corrobora a postura de independência. “Minha posição é de responsabilidade proativa, ou seja, não quero nenhum tipo de reciprocidade ou comprometimento com o senhor Eduardo Leite e me reservo o direito de votar as matérias de acordo com a minha consciência e a minha proposta liberal e conservadora”, garante.

Já no PL, a definição de momento é não estar na base. O deputado reeleito Rodrigo Lorenzoni não descarta uma “oposição à direita”, mas entende que a tendência é também pela independência.

Único representante do PTB, que passará a se chamar Mais Brasil 25 após fusão com o Patriota, Elizandro Sabino evita ser definitivo quanto ao posicionamento, garantindo que “estará alinhado com os projetos que visam o crescimento do Rio Grande do Sul”.

Recursos em rodovias federais

Outro assunto, que o próprio governador eleito voltará a pautar, poderá ser um desafio. Derrubado por 26 votos contrários contra 25 favoráveis em julho, o projeto que destinaria R$ 495,1 milhões de recursos do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a fim de concluir obras em rodovias federais, deverá ser reconfigurado e voltar à Casa.

Em evento promovido pela Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), quatro dias após a reeleição, em Porto Alegre, Leite reafirmou a intenção de investir recursos estaduais na conclusão do Complexo Sinos-Scharlau da BR-116. “O Estado poderia bancar a conclusão das obras, em troca puxa o compromisso do governo federal na (extensão da) BR-448. A gente buscaria viabilizar o recurso para isso dentro de um novo ciclo de investimento”, disse, no dia 3 de novembro.

Quando a ideia foi rejeitada na Assembleia, uma das principais reclamações era a falta de contrapartidas. Uma emenda chegou a ser proposta prevendo abatimento da dívida com a União, mas sem garantir que isso seria viável. Além disso, houve pressão de prefeitos do interior, que pleiteiam acesso asfáltico aos municípios, um problema que perpassa gestões. Eles cobravam que os valores fossem destinados para esse tipo de obra.

Vice é trunfo na AL

Vice-governador eleito e coordenador político da transição, Gabriel Souza (MDB) é um “trunfo” de Leite na costura da base na Assembleia. Deputado estadual e ex-presidente do Legislativo durante o primeiro governo, Gabriel tem mantido conversas com parlamentares. “Entendo que teremos condições de ter uma base ampla”, garante.

Gabriel salienta que projetos do Executivo enviados à Assembleia na gestão que se inicia em 2023 não devem gerar grandes discussões. “Temos uma agenda legislativa muito menos polêmica do que tivemos nos dois últimos governos (Sartori e Leite), que foram reformistas e privatizantes”, analisa.


Correio do Povo

Manifestação em Nova York contra os ministros do STF - 14/11/2022

 



Fonte: https://www.facebook.com/pactocontraopt/videos/1176543229612919/

Andressa Urach está internada após sofrer "surto psicótico", diz marido

 Segundo Thiago Lopes, a influenciadora chegou a colocar a vida dele e do filho do casal, Leon, de 9 meses, em risco


Andressa Urach está internada há duas semanas na ala psiquiátrica de um hospital. A informação foi revelada pelo marido dela, Thiago Lopes, em um vídeo publicado no Youtube no domingo, dia 13.

Segundo ele, a influenciadora teve um surto psicótico e chegou a colocar a vida dele e do filho do casal, Leon, de 9 meses, em risco. "Há duas semanas, a Andressa foi internada, ela está na ala psiquiatria de uma hospital porque há duas semanas ela teve um delírio psicótico místico. Foi o que a médica falou assim que recebeu ela no hospital", disse.

De acordo com Lopes, o surto psicótico não é um diagnóstico, "mas foi o que a médica relatou quando Andressa chegou no hospital e ainda estava com uma certa desconexão com a realidade".

Ele ainda informou que, até o momento, a ex-A Fazenda não tem previsão de alta e a equipe médica está administrando os medicamentos em busca de uma melhora.

"É importante eu falar que, além do borderline, que a Andressa já foi diagnosticada, surgiram essas outras situações, que ainda falta uma palavra final da equipe médica para saber do que se trata", completou o marido.

O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mencionado por Lopes, é uma doença mental grave caracterizada por extrema instabilidade de humor, afetos, autoestima, relacionamentos e comportamento.

Ele passou então a descrever o surto vivido pela mulher: "Na noite de sábado, [28 de outubro], a Andressa, não sei como falar, teve um certo surto psicótico aqui em casa e foi um episódio bem assustador, porque chegou a colocar a vida do Leon em risco, a minha vida, a vida da minha mãe."

E contou: "Ela chegou, durante o surto, a falar que o Leon seria o Isaac [personagem da Bíblia], que iria oferecer esse sacrifício do Leon. São coisas totalmente desconexas com a realidade, [ela disse] que o sangue e o sacrifício teria que ser hoje, que ainda daria tempo de chamar o Leon, foram várias coisas assustadoras."

Thiago Lopes abre pedido de divórcio

Após as informações sobre o estado de saúde de Andressa, Thiago Lopes revelou que está abrindo um processo de divórcio da influenciadora. "Não é fácil manter um casamento assim. Tem que ter muito esforço. Com o borderline, já era difícil, agora que surgiram esses novos problemas, fica inviável até o relacionamento social da Andressa, imagine um casamento", disse. "E por isso, eu estou ajuizando a ação de divórcio da Andressa, com um pedido de guarda do Leon, por motivos lógicos. Eu tenho e consegui gravar a maior parte das coisas que ocorreram durante o surto psicótico da Andressa", revelou.

Lopes ainda disse que "não dá para lutar sozinho" e que perdoou "o que a maioria das pessoas não perdoaria, mas, infelizmente, o casamento chegou ao fim por uma doença psiquiátrica".

O jornal O Estado de S. Paulo entrou em contato com Thiago Lopes para atualizar o estado de saúde de Andressa, mas não obteve resposta.


Agência Estado e Correio do Povo

Google chega a acordo de US$ 391,5 milhões com 40 estados em caso de dados de usuários nos EUA

 Este é o maior acordo alcançado sobre proteção de informações pessoais em solo americano

O Google chegou a um acordo com 40 estados americanos no qual concorda em pagar US$ 391,5 milhões para encerrar as investigações sobre a forma como coleta dados de seus usuários. Este é o maior acordo alcançado com os estados sobre proteção de informações pessoais nos Estados Unidos, de acordo com um comunicado de imprensa do procurador-geral de Nova Jersey.

Segundo este grupo de estados, o gigante da Internet violou o direito à confidencialidade dos consumidores ao recolher dados de geolocalização sem a sua autorização, para fins publicitários.

"Com base nas melhorias que realizamos nos últimos anos, encerramos essa investigação que se baseava em regras desatualizadas, que mudamos há anos", disse um porta-voz do Google à AFP.

"O Google não pode fingir que fornece aos usuários ferramentas para controlar suas informações pessoais e depois ignorar esses recursos para coletar e vender dados a anunciantes, contrariando o pedido expresso dos usuários da Internet", disse Matthew Platkin, procurador-geral de Nova Jersey, citado no comunicado.

Segundo o acordo, o Google terá que indicar com mais clareza quais dados de geolocalização serão coletados.

O Google, como outras empresas do Vale do Silício, recebe críticas por seu modelo econômico que consiste na venda de espaços publicitários para os quais depende dos dados que o grupo obtém dos internautas, desde os sites que navegam até o uso que fazem de aplicativos gratuitos.


AFP e Correio do Povo

Manifestações não são antidemocráticas, afirma Mourão

 De acordo com senador eleito, protestos ocorrem por conta de frustração com vontade da maioria

vice-presidente e senador eleito pelo Rio Grande do Sul, Hamilton Mourão (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira, em entrevista ao programa Agora, da Rádio Guaíba, que as manifestações contrárias ao resultado das últimas eleições não podem ser consideradas antidemocráticas. 

De acordo com ele, os protestos ocorrem por conta da frustração de parte da população em relação ao processo eleitoral brasileiro e vontade da maioria. "O governo eleito tem que compreender que esta foi uma eleição bastante polarizada e que Lula venceu com uma diferença ínfima", declarou. 

Em Porto Alegre, os gazebos, barracas e “barracas iglus” continuam montados no Centro Histórico, formando acampamento que começou a tomar corpo no dia 1º de novembro. Os manifestantes não aceitam o resultado, acusam o processo eleitoral de "fraudulento" e pedem "intervenção das forças armadas". O movimento se repete em vários estados brasileiros e não tem uma data definida de término.

Para Mourão, a oposição ao governo Lula agora deve focar nos trabalhos direcionados às eleições municipais de 2024 com o objetivo de aumentar a base política e a direita voltar com força em 2026. O vice-presidente considera que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve dar uma resposta mais satisfatória em relação aos apontamentos do relatório do Ministério da Defesa acerca do pleito. "Eles têm que prestar conta à população", defendeu. 

O senador eleito também criticou a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas eleições. "Não resta dúvida que desde algum tempo as mais altas cortes do país avançaram o sinal, tomaram decisões que são acima de sua responsabilidade", disse. "O congresso tem que abrir um canal com a Suprema Corte para que cada um volte a trabalhar no seu nível e consequentemente isso dê mais tranquilidade ao país", acrescentou. 

É necessária, segundo Mourão, uma reformulação nas nomeações e no tempo de atuação dos magistrados. Uma das possíveis medidas citadas pelo integrante do governo federal é um mandato para os ministros. "A pessoa ser nomeada e ficar 25, 30 anos na Suprema Corte é muito tempo, uma vida praticamente", pontuou. 

O vice criticou a intenção do governo eleito de furar o teto de gastos em R$ 175 bilhões com a PEC da Transição. Mourão chamou a manobra de "PEC Super Kamikaze" e disse que é justificável ultrapassar o limite de despesas federais apenas para a manutenção do Auxílio Brasil e um aumento real do salário mínimo. 

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Smartphone Motorola Moto G10 64GB Branco Floral - 4G 4GB RAM Tela 6,5” Câm. Quádrupla + Selfie 8MP

 


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Parlamento do Irã vota a favor da execução de 14 mil pessoas presas em protestos

 Decisão recebeu votos favoráveis de 227 dos 290 deputados; autoridades acreditam que manifestantes precisam de ‘dura lição’


Parlamento do Irã votou na última semana a favor da morte dos manifestantes presos nos protestos contra a morte de Mahsa Amini, detida pela polícia do país por supostamente usar o véu de maneira inapropriada. Estima-se que mais de 14 mil pessoas tenham sido detidas durante os movimentos populares.

Segundo a versão online da revista norte-americana Newsweek, 227 dos 290 membros do Parlamento iraniano votaram a favor da decisão, no que seria uma tentativa de dar uma “dura lição” aos manifestantes, que protestam desde meados de setembro.

O porta-voz do governo do Irã, Masoud Setayeshi, disse, de acordo com a Reuters, que medidas mais enérgicas são um pedido da sociedade do país para conter os protestos. “Agora, o público, mesmo os manifestantes que não apoiam distúrbios, exigem do judiciário e das instituições de segurança que lidem com as poucas pessoas que têm causado distúrbios”, afirmou Setayeshi na última semana.

A possibilidade da execução de milhares de pessoas fez com que ativistas dos direitos humanos usassem as redes sociais para protestar. Representantes de movimentos exigiram que os líderes do G20 coloquem o assunto na pauta da cúpula, que começará nesta terça-feira, em Bali, na Indonésia.

Sem números oficiais, o analista político iraniano Karim Sadjadpour acredita que mais de 300 manifestantes foram mortos nas últimas oito semanas. Nesta segunda-feira, a Corte Revolucionária em Teerã sentenciou um manifestante à morte, segundo a mídia estatal do país. Sem identidade divulgada, o condenado teria ateado fogo em um prédio do governo.

R7 e Correio do Povo

Mantega coordena reunião da equipe de transição mesmo impedido de assumir cargos

 Ex-ministro da Fazenda foi apontado para a área de planejamento, mas não pode assumir formalmente o cargo após decisão do TCU

Mesmo impedido de exercer cargo na administração pública federal, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega coordenou nesta segunda-feira (14) a reunião da equipe técnica que vai tratar da transição do governo na área do Planejamento.

Por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), ele não pode assumir de maneira formal nenhum cargo no grupo nem no futuro governo. No entanto, trabalha como voluntário na equipe técnica.

Na reunião, o grupo discutiu o organograma da pasta e o papel estratégico que o novo ministério deve ter no governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até o momento, não foi necessário requisitar dados ao Ministério da Economia, etapa que deve ser iniciada na próxima segunda-feira (21), para quando está prevista a próxima reunião da equipe.

O nome de Mantega chegou a ser apresentado pelo vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB), para dirigir o grupo técnico — o que não vai ser possível formalmente.

O impedimento ocorre porque Mantega foi condenado pelo TCU no processo das pedaladas fiscais, que resultaram também no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. Com o processo, o ex-ministro está inabilitado para assumir qualquer cargo público até 25 de fevereiro de 2030.

Ainda assim, o nome de Mantega chegou a ser ventilado para assumir uma das pastas que devem surgir a partir do desmembramento do Ministério da Economia: Fazenda; Desenvolvimento, Planejamento e Gestão; Comércio Exterior e Serviços; Pequenas e Médias Empresas e Indústria.

Recentemente, o ex-ministro informou, em entrevista, que não seria ministro de Lula, que assumirá a terceira gestão à frente do Palácio do Planalto a partir de 1º de janeiro de 2023.


R7 e Correio do Povo

Feriado será de sol e vento no RS

 Máximas devem ficar perto de 30ºC em diversas cidades



O feriado será de sol na maioria das regiões do Rio Grande do Sul devido a uma massa de ar seco que ingressa no Estado nesta terça-feira. Segundo a MetSul, o dia poderá começar com instabilidade no extremo Sul em decorrência de um ciclone no mar a sudeste da região.

Como resultado, a terça será ventosa no território gaúcho, com rajadas que poderão oscilar entre 40 e 60 km/h, especialmente no Sul e Leste. O tempo firme, com sol, garante grande amplitude térmica.

No turno da manhã, as mínimas tendem a oscilar entre 11ºC e 13°C, enquanto as máximas variam de 26ºC a 29°C. Em Porto Alegre, a mínima é de 17ºC, e a máxima chega aos 28ºC.

Veja as mínimas e máximas em algumas cidades:

Torres 17 ºC / 26 ºC
Caxias do Sul 12 ºC / 23 ºC
Erechim 11 ºC / 24 ºC
Passo Fundo 13 ºC / 25 ºC
Alegrete 15 ºC/ 27 ºC
Bagé 14 ºC / 27 ºC

Correio do Povo