Ucrânia: Ocidente caminha para "vitória conjunta" após recuo russo

 Em Kherson, as forças de Kiev reconectaram a rede local de televisão após a retirada de 30 mil soldados


Ucrânia afirmou, neste sábado, que o Ocidente caminha para uma "vitória conjunta", após a retirada das tropas russas de Kherson, no sul do país, passados quase nove meses de combates. O hino nacional ucraniano soou em Kherson na sexta-feira, na esteira da retirada das tropas russas da cidade. Esta localidade foi a primeira a cair nas mãos de Moscou, depois da invasão da Ucrânia pelo presidente Vladimir Putin em fevereiro deste ano.

"Muito poucos acreditavam que a Ucrânia sobreviveria", disse o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Dmitro Kuleba, em reunião com o secretário de Estado americano, Antony Blinken, em uma cúpula do Sudeste Asiático no Camboja. "Está acontecendo, e nossa vitória será nossa vitória conjunta, uma vitória de todas as nações amantes da paz ao redor do mundo", acrescentou.

Blinken elogiou, por sua vez, a "bravura extraordinária" do Exército e do povo ucraniano e prometeu que o apoio dos Estados Unidos "continuará durante todo tempo que for necessário" para derrotar a Rússia. Kherson é "nossa", proclamou o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, após a retirada das tropas russas, ante a avassaladora contraofensiva ucraniana.

Vitória extraordinária

A cerca de 50 quilômetros de Kherson, Andriy Zholob, comandante de uma unidade médica, disse que foram recebidos com sorrisos e flores pela população. "As crianças correm ao nosso encontro e nos cumprimentam", disse Zholob à AFP.

Na região vizinha de Mikolaiv, que os russos não conseguiram capturar apesar de meses de ataques, o governador Vitaliy Kim disse que toda região, exceto Kinburn, no sul, está sob controle ucraniano. O conselheiro de Segurança Nacional americano, Jake Sullivan, comemorou a "vitória extraordinária" da Ucrânia.

"Este é um grande momento e se deve à incrível tenacidade e capacidade dos ucranianos, apoiados pelo incansável e sólido apoio dos Estados Unidos e dos nossos aliados", declarou. O ministro britânico da Defesa, Ben Wallace, disse hoje que Kherson pode levar russos a questionarem a guerra.

"A retirada de Kherson anunciada pela Rússia marca um novo fracasso estratégico para eles. Em fevereiro, a Rússia não conseguiu alcançar os principais objetivos que havia estabelecido, fora Kherson", disse Wallace, em um comunicado. "Agora, com (esta cidade) também abandonada, as pessoas na Rússia devem se perguntar: 'Para que serve tudo isso?'", acrescentou.

Para o ministro, a invasão russa em fevereiro "levou apenas ao isolamento e à humilhação internacional" da Rússia. O chanceler Kuleba advertiu, contudo, que "a guerra continua" e que Kiev segue vendo que "a Rússia mobiliza mais recrutas e traz mais armas para a Ucrânia" e pediu que o Ocidente mantenha seu apoio.

Retorno da televisão ucraniana

Em Kherson, as forças de Kiev reconectaram a rede local de televisão às redes ucranianas, depois que os jornais locais informaram que as forças russas explodiram, em sua retirada, a torre de televisão e as instalações elétricas, deixando a área na escuridão. O Ministério russo da Defesa informou que mais de 30 mil soldados russos foram retirados.

Kherson foi o primeiro grande centro urbano tomado após a invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro. Sua recaptura total por Kiev significa um golpe político e simbólico para o presidente Vladimir Putin e abre caminho para as forças ucranianas retomarem toda região de Kherson, com acesso ao Mar Negro, a oeste, e ao Mar de Azov, a leste.

Celebração

Na capital ucraniana, a notícia foi recebida com alegria. Envoltos em bandeiras, abrindo garrafas de champanhe e cantando o hino nacional, os moradores de Kherson instalados na capital nacional, Kiev, reuniram-se na praça de Maidan para comemorar. "No começo não acreditei. Achei que fosse levar semanas e meses, algumas poucas centenas de metros por vez, e agora vemos que chegaram a Kherson em um dia. É a melhor surpresa", declarou Artem Lukiv, de 41 anos, originário de Kherson, mas radicado em Kiev.

O Kremlin insiste, contudo, em que Kherson continua a fazer parte da Rússia. "É sujeito da Federação Russa. Não há mudanças nisso e não pode haver mudanças", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, à imprensa.

A recaptura total da região de Kherson por parte da Ucrânia cortaria uma ponte terrestre para a Rússia entre seu território continental e a península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014. Kherson foi uma das quatro regiões ucranianas que Putin disse ter anexado em setembro, prometendo usar todos os meios à sua disposição para defendê-la.

Neste sábado, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, pediu à China que "use todos os meios" para convencer a Rússia a respeitar o Direito Internacional, a poucos dias de uma cúpula do G20 que será dominada pelas consequências do conflito na Ucrânia.

"Encorajamos as autoridades chinesas a usarem todos os meios à sua disposição para convencer a Rússia a respeitar as fronteiras internacionalmente reconhecidas e a respeitar a soberania da Ucrânia", disse o líder à AFP. Michel falou com a AFP de Phnom Penh, onde se reúne hoje com líderes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em uma cúpula sábado e domingo.

AFP e Correio do Povo

Marco Feliciano pede mais clareza na nota do Ministério da Defesa

 



Fonte: https://www.facebook.com/100011336118751/videos/1290719081724108/

Feira de discos de vinil é realizada em frente ao Araújo Vianna em Porto Alegre

 O evento 'Vitrola' ocorre das 12h às 19h


A esplanada do Auditório Araújo Vianna recebe, neste sábado, a feira de discos de vinil "Vitrola". O evento é uma parceria com a Opinião Produtora, que tem proposto diversas iniciativas no espaço externo do local, para além dos shows da área interna.

A feira conta com expositores de diversas localidades do estado, apresentando opções de discos, cd's e fitas K7, além de artigos de moda e variedades. Localizado em um dos lugares mais populares de Porto Alegre, no Parque da Redenção, coração do bairro Bom Fim, o evento também contará com bar e alimentação na área externa, convidando os visitantes a curtirem a tarde de sábado no local. E, claro, o que não poderia faltar em uma feira de discos: discotecagem em vinil, com os DJs Marcelo Andres, Canepa e Damon M.

A feira ocorre entre 12h e 19h.

Correio do Povo

Alberto Guerra é eleito presidente do Grêmio para os próximos três anos

 Chapa 2 recebeu mais de 8,6 mil votos em votação realizada neste sábado


Após sete horas de votação presencial e pela internet, o Grêmio tem um novo presidente para os próximos três anos. Alberto Guerra foi eleito com 8.624 (57,90%) votos no final da tarde deste sábado. Odorico Roman recebeu 6.181 (41,50%). Noventa pessoas (0,6%) optaram por votar em branco. Dos 33.673 sócios tricolores aptos a votar, participaram do pleito 14.895 gremistas.

O anúncio foi feito na sala de conferências da Arena e apontou uma margem de diferença superior a 2,5 mil votos em relação à chapa liderada por Roman. Minutos depois da divulgação, Roman procurou Guerra para cumprimentá-lo pela vitória. O candidato derrotado desejou sorte ao novo mandatário que devolveu da seguinte forma. "As portas seguirão abertas para ti, para qualquer contribuição", disse Guerra. 

O novo Conselho de Administração será formado também pelos vice-presidentes Gustavo Bolognesi, Luciano Feldens, Eduardo Cozza Magrisso, Fábio Floriani, Geraldo Barbosa Correa e José Carlos Corrêa Duarte. 

A cerimônia de posse do novo presidente do Grêmio ocorrerá na próxima quarta-feira, quando o atual mandatário, Romildo Bolzan Júnior, passará o comando do clube para Alberto Guerra.  

 

 

 

Guerra e companheiros de chapa celebram vitória na Arena / Foto: Ana Aguiar / Rádio Guaíba / Especial / CP 

Perfil 

Alberto Guerra, 47 anos, nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pucrs, Guerra é especialista diplomado em Propriedade Industrial da Faculdade Direito e Ciências Políticas de Estrasburgo, Universidade Robert Schumann.

Após trajetória no jurídico, foi nomeado membro do Conselho de Administração e se tornou vice de futebol em 2010. Cargo novamente ocupado em 2016. Em 2018 e 2019, foi diretor de futebol contribuindo para a retomada da hegemonia do futebol gaúcho com o bicampeonato estadual em 2019. 

Em sua primeira passagem em 2010, foi um dos responsáveis pela contratação do técnico Renato Portaluppi pela primeira vez na história no clube. Já entre as contratações de jogadores, destacam-se a chegada do Kannemann e Edilson, fundamentais para a volta da raça tricolor, que resultaria na Copa do Brasil de 2016 e Libertadores de 2017.

Correio do Povo

Brasil e Argentina estão entre os cinco países candidatos a presidir BID

 Escolha será realizada em 20 de novembro

Brasil e Argentina, além de México, Chile e Trinidade e Tobago, apresentaram candidaturas para presidir o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) após a destituição de Mauricio Claver-Carone, informou a instituição ao término do prazo para apresentação das mesmas à meia-noite de sexta-feira.

Os governadores do BID, que costumam ser ministros da Fazenda ou outras autoridades econômicas dos 48 países-membros do banco, entrevistarão os candidatos em uma reunião virtual neste domingo, informou a instituição em comunicado. A escolha será realizada através de uma reunião híbrida da Assembleia de Governadores em 20 de novembro.

Para ser escolhido, o candidato deve obter uma maioria em função dos direitos de voto dos países-membros, que variam de acordo com a participação acionária na instituição. Os três principais acionistas do banco são Estados Unidos, Argentina e Brasil, que juntos possuem quase 53% dos direitos de voto.

Além disso, o candidato vencedor deve contar com o apoio de pelo menos 15 dos 28 países americanos (26 de América Latina e Caribe junto com Canadá e Estados Unidos). Um dos candidatos mais notórios é o economista brasileiro Ilan Goldfajn, ex-presidente do Banco Central do Brasil (BCB) e diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para as Américas.

Seu nome foi proposto pelo governo do presidente em fim de mandato Jair Bolsonaro, mas sua candidatura é contestada pela equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, que, por sua vez, não se pronunciou sobre o caso. A Argentina, que nunca presidiu a instituição desde a sua criação em 1959, aposta na economista Cecilia Todesca Bocco, atual secretária de Relações Econômicas Internacionais do Ministério das Relações Exteriores argentino.

Única mulher entre os candidatos, Cecilia ocupou outros cargos públicos e tem experiência no exterior, onde trabalhou para a Argentina no FMI e para a agência de classificação de risco Standard & Poor's. O México, por sua vez, apresentou o PhD em economia pela Universidade de Harvard, Gerardo Esquivel, que atualmente faz parte da junta de governadores do banco central mexicano (Banxico), onde defende uma política monetária menos restritiva.

Já o Chile optou por Nicolás Eyzaguirre, que ocupou o cargo de ministro de Fazenda nos governos socialistas de Ricardo Lagos e Michelle Bachelet. O governo chileno afirma tê-lo escolhido porque reúne vários requisitos: um perfil técnico, experiência em organizações internacionais e perícia em políticas públicas.

Por fim, Trinidade e Tobago apresentou o nome de Gerard Johnson, um ex-funcionário do BID. Desde a sua fundação, a presidência do BID esteve a cargo de Felipe Herrera, do Chile (1960-1970), Antonio Ortiz Mena, do México (1970-1988), Enrique V. Iglesias, do Uruguai (1988-2005), Luis Alberto Moreno, da Colômbia (2005-2020) e Mauricio Claver-Carone, dos Estados Unidos (2020-2022).

Este último foi destituído de suas funções depois que uma investigação concluiu que ele manteve uma relação íntima com uma subalterna, a quem teria dispensado tratamento favorecido. O presidente é eleito por um período de cinco anos, com possibilidade de uma única reeleição.


AFP e Correio do Povo

Um recado do deputado Daniel Silveira pra você

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=414646734063200

Banksy pinta grafite em cidade ucraniana bombardeada pela Rússia

 O artista postou no Instagram as imagens de seu novo trabalho, que apresenta uma ginasta em meio às ruínas



O famoso artista de rua britânico Banksy revelou um novo grafite pintado em um prédio bombardeado na cidade de Borodianka, nos arredores da capital ucraniana, Kiev.

O artista postou no Instagram as imagens de seu novo trabalho, que apresenta uma ginasta em meio às ruínas. "Borodianka, Ucrânia", diz a legenda. 

Junto com outras cidades, como Bucha ou Irpin, Borodianka foi duramente bombardeada pela Rússia e se tornou um símbolo da devastação causada pela ofensiva de Moscou. 

"É um símbolo de que somos inquebráveis", disse Oleksiy Savochka, 32, referindo-se ao mural. Vários murais no estilo de Banksy apareceram em Kiev e seus arredores, levando os ucranianos a pensar que o artista de rua anônimo possa estar no país devastado pela guerra. 

Outra obra em Borodianka, cuja autoria não foi reivindicada por Banksy, mostra um menino jogando no chão um homem com uniforme de judô. A cena pode ser uma referência ao presidente russo, Vladimir Putin, apaixonado por artes marciais. Um terceiro desenho, cuja autoria também não foi confirmada por Banksy, foi visto em Irpin.

AFP e Correio do Povo

Saiba quem fica com o dinheiro esquecido dos prêmios da Mega-Sena

 Desde 2015, mais de R$ 2,8 bilhões deixaram de ser resgatados pelos vencedores das loterias


Apostadores que ganharam prêmios das loterias da Caixa Econômica Federal deixaram de buscar R$ 323,3 milhões de janeiro a outubro deste ano. Desde 2015, a soma já ultrapassa R$ 2,8 bilhões. Os valores incluem todas as apostas, de todas as modalidades de jogos de loterias no país.

O recorde de esquecimento foi em 2021, quando R$ 586,8 milhões voltaram aos cofres públicos sem que os vencedores se apresentassem para pegar os prêmios.

Os dados são os seguintes:

• 2015 – R$ 301,3 milhões
• 2016 – R$ 320,4 milhões
• 2017 – R$ 326 milhões
• 2018 – R$ 332,2 milhões
• 2019 – R$ 331,9 milhões
• 2020 – R$ 311,9 milhões
• 2021 – R$ 586,8 milhões
• 2022 (até outubro) – R$ 323,3 milhões

Total esquecido: R$ 2,83 bilhões

Qual o prazo que o apostador tem para resgatar o prêmio?

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio.

O que acontece com o dinheiro após o prazo para resgatar?

Se o vencedor não resgatar o prêmio após 90 dias da data do sorteio, os valores serão repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior), conforme a Lei nº 13.756/18.

R7 e Correio do Povo

Roman deseja sucesso a Guerra e espera pela pacificação no Grêmio

 Líder da chapa 1 colocou-se à disposição para eventual contribuição com a nova gestão do Tricolor


Odorico Roman, candidato derrotado nas eleições do Grêmio deste sábado, falou sobre o resultado e disse que deseja sucesso a Alberto Guerra, novo presidente do Tricolor. O líder da chapa 1 comentou que espera pela pacificação do clube, mas colocou que a há dois fatores importantes para que isso se concretize. "A pacificação depende de vontade política dos entes e de resultados de campo. A gente sabe que quando isso não acontece, as coisas não funcionam", disse em entrevista na Arena. 

Roman ainda se colocou à disposição dos novos dirigentes do Grêmio para uma eventual contribuição no futuro. "Ele tem acesso ao nosso plano de gestão. Se o Guerra entender que eu posso contribuir com alguma coisa, não terá problema nenhum. A gente sabe que cada um tem as suas ideias, mas eu estarei aqui para ajudar como um gremista", ponderou. 

Ao falar sobre a necessidade ou não de mudança no clube depois dois anos ruins na gestão de Romildo Bolzan, Odorico Roman comentou que a continuidade pode ser algo relativo dentro de um time de futebol. "Muitas vezes as pessoas que estão em uma administração que deixou de ser boa podem continuar, mas com uma nova diretriz, uma orientação diferente, até as coisas voltarem a funcionar", argumentou. 

Alberto Guerra foi eleito com 8.624 (57,90%) votos no final da tarde deste sábado. Odorico Roman recebeu 6.181 (41,50%). Noventa pessoas (0,6%) optaram por votar em branco. 

Correio do Povo

Senador Luis Carlos Heinze fala sobre o relatório do Ministério da Defesa

 Iremos recorrer a todas as instâncias legais, diante do relatório apresentado pela @mindefesa, assim como sobre os sucessivos @bus0s que, inclusive, trouxeram de volta a C3NSUR@ a Nação brasileira.

O nosso trabalho é agir com respeito,dentro das “ quatro linhas” da Constituição, para responder a demanda legítima da sociedade que está nas ruas do País sedenta por Justiça. Não podemos permitir que pairem dúvidas sobre o nosso pleito!


Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1275863093256942