Senador democrata ganha reeleição no Arizona

 Vitória do ex-astronauta Mark Kell deixa o partido do presidente Joe Biden a apenas uma cadeira de manter o controle da Câmara alta do Congresso


O Partido Democrata do presidente Joe Biden manteve sua cadeira do Arizona no Senado, conforme noticiado pelas redes CNN e a CBS na sexta-feira (11). A vitória eleitoral deixa os democratas a apenas uma cadeira de manter o controle da Câmara alta do Congresso. 

O ex-astronauta Mark Kell superou seu adversário republicano, Blake Masters, informaram as duas emissoras americanas de televisão.

AFP e Correio do Povo

Lula vai a hospital em São Paulo antes de embarcar para COP27

 Presidente eleito faz exames de rotina e se prepara para embarque para Egito para conferência do clima da ONU


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi ao Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, neste sábado, para exames de rotina. A visita ao hospital ocorre antes de sua viagem para a 27ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas, a COP 27, no Egito.

Por volta de 14h40, Lula deixou o hospital. Ele estava acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr Roberto Kalil Filho, Dr. Artur Katz e Dr. Rubens Brito. O petista segue, agora, para sua residência.

Em nota, o hospital confirmou a entrada de Lula para "avaliação clínica multidisciplinar de rotina" e informou que os exames mostraram uma pequena área de leucoplasia (uma espécie de mancha) na laringe. "Foram realizados exames de imagens: ecocardiograma, angiotomografias e PET scan, que estão normais e seguem mostrando completa remissão do tumor diagnosticado em 2011. O exame de nasofibroscopia mostra alterações inflamatórias decorrentes do esforço vocal e pequena área de leucoplasia na laringe", diz o hospital.

COP27

Lula participará da COP27 a partir da próxima terça-feira. Além do petista, a comitiva contará também com os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Renan Calheiros (MDB-AL) e a deputada federal eleita por São Paulo Marina Silva, cotada para assumir o Ministério do Meio Ambiente.

O evento começou em 6 de novembro e vai até o dia 18 de novembro, no Egito, e conta com a participação de mais de cem chefes de Estado.

O Brasil será representado COP27 por membros tanto do governo Jair Bolsonaro (PL) quanto do grupo do presidente eleito. A delegação brasileira será chefiada pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que chegará ao Egito na próxima terça-feira. O governo Bolsonaro também será representado pelo Ministério das Relações Exteriores, com os embaixadores Paulino Franco de Carvalho Neto (Assuntos Multilaterais Políticos) e Leonardo Cleaver de Athayde (Departamento de Desenvolvimento Sustentável).

Durante o evento, o Brasil deve mostrar o potencial de geração de energias verdes — atualmente, o país conta com 84% de sua matriz de energia elétrica de fontes renováveis. Além disso, deve apresentar as políticas públicas que incentivam a medida, como uma portaria interministerial sobre exploração das eólicas marinhas.

O encontro entre os líderes de mais de 190 países ocorre em um contexto de guerra na Ucrânia, provocada pela Rússia, de críticas de ativistas à conferência e de alertas feitos por especialistas sobre a necessidade de cumprir acordos firmados no passado.

R7 e Correio do Povo

Biden dirá a Xi que China deve conter 'piores tendências' da Coreia do Norte

 Líderes mundiais se reunirão durante a cúpula do G20 em Bali

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pedirá a seu colega chinês, Xi Jinping, que contenha as "piores tendências" da Coreia do Norte e alertará que o acúmulo de armas de Pyongyang levará a uma crescente presença militar americana na Ásia. A afirmação é do conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, a repórteres. Os dois líderes mundiais se reunirão durante a cúpula do G20 em Bali, na próxima segunda-feira.

Biden também dirá a Xi que, se o acúmulo de mísseis e armas nucleares da Coreia do Norte "continuar nesse caminho, isso significará simplesmente um aumento da presença militar e de segurança dos Estados Unidos na região".

Falando a bordo do avião presidencial Air Force One a caminho do Camboja para uma cúpula dos países do Sudeste Asiático, Sullivan disse que Biden não fará exigências à China, mas dará a Xi "sua perspectiva". Ele observou que "a Coreia do Norte representa uma ameaça não apenas para os Estados Unidos, não apenas para a Coreia do Sul e o Japão, mas para a paz e a estabilidade de toda a região".

Se a China irá pressionar a Coreia do Norte, "será uma decisão deles", disse Sullivan. No entanto, com a expectativa de que a Coreia do Norte teste uma arma nuclear e aumente suas capacidades de mísseis, "a situação operacional é mais grave no momento", concluiu Sullivan.


AFP e Correio do Povo

PE impede que auditor tire manifestantes de área militar - 12/11/2022

 


AUDITOR FISCAL entrou na Manifestação, em frente ao QG do Exército, 12-11-22, para apreender Barracas, mas a PE não permitiu e o tirou da Área Militar.
A jurisdição desse local é Federal, do Exército.

Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=510849254424765&aggr_v_ids[0]=510849254424765&aggr_v_ids[1]=819235045995975&notif_id=1668299553956558&notif_t=watch_follower_video&ref=notif

Flordelis afirma que morte de Anderson do Carmo foi motivada por supostos abusos

 Ao ser interrogada no Tribunal do Júri de Niterói, a ex-deputada federal relatou ter sido vítima de agressões do ex-marido


A ex-deputada federal Flordelis foi a segunda entre os cinco réus a ser interrogada no sexto dia do julgamento da morte do pastor Anderson do Carmo, neste sábado.

Flordelis disse acreditar que o crime tenha sido motivado pelos abusos que ocorreram dentro da casa dela. A ex-deputada federal contou que, inicialmente, houve uma desconfiança de que a filha Kelly teria sofrido abuso, mas que soube dos casos após o assassinato do pastor.

Sobre o casamento com Anderson do Carmo, ela afirmou que a relação era feliz no começo, mas que ele passou a agredi-la depois de um tempo, inclusive relatou ter sido enforcada e sufocada com um travesseiro. "Meu marido só sentia prazer se me machucasse", comentou Flordelis sobre a agressividade do ex-marido na intimidade. 

Ela alegou não ter feito nenhuma denúncia contra Anderson do Carmo por vergonha.  Ao ser questionada sobre quem matou o pastor, a ex-parlamentar, que chorou em alguns momentos, disse que não poderia acusar ninguém.

Flordelis também negou as acusações de tentativa de envenenamento da vítima. Ela disse que alguns remédios eram colocados na comida do ex-marido, porque ele não queria tomar as medicações de que necessitava. "Jamais vi minha vida sem Anderson do Carmo", declarou.

Denunciada pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) como a mandante do crime, Flordelis só respondeu às perguntas elaboradas pela defesa e pelos jurados por orientação dos advogados.

Depoimentos de outros réus

Depois de Flordelis, a neta dela, Rayane dos Santos Oliveira, prestou depoimento e relatou também ter sido vítima de abuso por parte de Anderson do Carmo, mas que só falou sobre isso após a morte dele. A ré negou, ainda, que tenha envolvimento no episódio da contratação de um pistoleiro para matar a vítima.

O primeiro a falar foi André Luiz de Oliveira, filho afetivo de Flordelis, acusado de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e associação criminosa armada. Sobre a relação familiar, ele disse que nunca presenciou nenhum tipo de agressão do pastor contra Flordelis, mas afirmou que ele era muito rígido. Além disso, declarou que a mãe só fazia o que o pai orientava.

André Luiz também disse que tem Flordelis como o maior exemplo de caráter. No fim do depoimento, alegou inocência. As próximas a ser ouvidas são a filha afetiva Marzy Teixeira da Silva e a biológica Simone dos Santos Rodrigues. 

R7 e Correio do Povo

Ingênuos, ignorantes ou surdos?

 Não entendo o espanto com as diretrizes lulistas

Guilherme Baumhardt

Não entendo o espanto de muita gente (em especial a turma dos “liberais de boutique”) com as diretrizes lulistas para a economia. Ele está fazendo exatamente o que disse durante a campanha. Criticou a reforma trabalhista, o teto de gastos e as privatizações. Veio a disputa, a declaração de vitória pelo TSE, um grupo de transição foi instalado e o que vemos? PEC do rompe teto (R$ 200 bilhões), estatais que permanecerão sob controle do governo, aumento do gasto público e que se exploda a responsabilidade fiscal. Falta apenas a proposta para enterrar a (tímida) reforma trabalhista feita no governo de Michel Temer.

Aos que desejavam ver um governo petista moderado, a semana trouxe mais um choque de realidade. Muitos sonhavam com Geraldo Alckmin em algum ministério de ponta. Governador bem avaliado em São Paulo e avesso a devaneios administrativos, seria uma espécie de porto seguro do governo. Mas Lula deixou claro: “Alckmin não disputa vaga de ministro porque é o vice-presidente da República”. Na lista de apostas para a Fazenda, Henrique Meirelles, outro bastião da saúde fiscal, está mais gelado que traseiro de pinguim. Nem mesmo ele acredita que será convidado, especialmente após dizer que Lula “dilmou”, por adotar a linha radical. É mais um nome que fica pelo caminho. Faz o L agora, Meirelles!

Aqueles que ainda têm um fio de esperança torcem por Pérsio Arida, um dos criadores do Plano Real, e que está no grupo de transição. Mas, enquanto escrevo estas linhas, rumores dão conta de que é questão de tempo para que ele também abandone o barco. Quem sobra? Figuras como Nelson Barbosa e Guido Mantega, responsáveis pelo show de horrores visto no governo Dilma Rousseff. E Lula já disse que gostaria de um político na Fazenda – seria ele Fernando Haddad?

Há alguns dias o jornalista e colunista do Correio do Povo Alexandre Garcia compartilhou com os ouvintes do Agora (Rádio Guaíba) uma breve história. Quando era titular do Ministério da Educação, Haddad ligou para o jornalista e convidou-o para uma visita. Alexandre Garcia foi ao gabinete e ouviu o seguinte: “Você fica dizendo que o marxismo é coisa do passado. Não é! É o futuro da humanidade! Eu separei alguns livros aqui para você ler e se convencer de que o marxismo é o futuro”. Há, portanto, um risco real de termos um marxista convicto no comando da economia do Brasil.

Na quinta-feira, Lula resolveu dar o ar da graça e promover um desarranjo verbal. “Por que as pessoas são levadas a sofrerem por conta de garantir a tal da estabilidade fiscal nesse país? Por que toda hora as pessoas falam que é preciso cortar gasto, é preciso fazer superávit, é preciso fazer teto de gasto?”, disse o palanque ambulante. Eu respondo: se não fizermos isso, mergulharemos em outra crise como aquela deixada por Lula e Dilma, em 2015.

O impacto da fala lulista veio na hora. O dólar disparou no Brasil (enquanto apresentava queda no restante do mundo), e a Bolsa de Valores de São Paulo despencou. “Ah, mas não tenho ações em bolsa, isso não me atinge”. Atinge, sim, amigão. É a confiança do país que está em jogo. Ninguém minimamente responsável duvidava da irresponsabilidade gerencial de um governo petista. O que não se imaginava é que chegaríamos tão rápido à beira do precipício.

E Armínio Fraga, que defendeu Lula durante a campanha? Também se disse frustrado. Aliás, Armínio, Arida, Meirelles, Alckmin e tantos outros que avalizaram o petismo na campanha são cúmplices da tragédia econômica que se aproxima. E isso nós jamais poderemos esquecer. Essa turma sofre de quê, afinal? São ingênuos, ignorantes ou surdos?

A volta da harmonia
A imagem dos abraços, sorrisos, beijos e tapinhas no rosto e nas costas resumem bem o deboche que virou o país. Lula ser recebido no Supremo Tribunal Federal é do jogo. Mas aquela cena é um tapa na cara do Brasil. Aqueles que estavam saudosos da “harmonia entre os poderes” devem estar soltando foguetes. E a pergunta: foi uma visita de cortesia ou de agradecimento? Sem o STF e suas decisões estapafúrdias, o petista provavelmente ainda estaria na cadeia.

Depois de Alckmin, Rigotto
Já escrevi: poucos rasgaram com tanta vontade a própria biografia quanto Geraldo Alckmin. Temos agora um gaúcho que se aproxima do feito: Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul. A manchete do Estadão resume: “MDB indica Renan Calheiros, Jader Barbalho e Germano Rigotto para equipe de transição”. Sobre os dois primeiros recomenda-se distância segura. Mas Rigotto, pelo visto, não viu problema. Lamentável.

Falando em MDB...
O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, é hoje o principal nome do MDB, no Rio Grande do Sul. Pedro Simon permanece, obviamente, como referencial histórico, mas não tem mandato e não concorrerá mais. José Ivo Sartori segue respeitado e prestigiado, mas não demonstra intenção de disputar cargo público. Osmar Terra e Alceu Moreira consolidaram posições importantes, mas no legislativo. O outro nome que surge é o de Gabriel Souza, vice-governador eleito. Resta saber se ele terá papel de destaque no governo Eduardo Leite, capaz de alçá-lo à condição de liderança regional, ou se será mero coadjuvante. Dos últimos vices, apenas Miguel Rossetto teve algum êxito eleitoral.

Correio do Povo

Moraes mantém prisão de homem que ameaçou ministros do STF

 Ivan Rejane Fonte Boa Pinto pediu relaxamento de sua prisão ou a substituição por medidas cautelares, mas foi negado



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes manteve, nessa sexta-feira, a prisão preventiva de Ivan Rejane Fonte Boa Pinto, investigado por ataques à Corte, aos respectivos magistrados e a políticos. 

Rejane aparece em um vídeo ameaçando ministros do Supremo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Em um dos trechos da gravação, ele ameaça "pendurar" os ministros "de cabeça para baixo" e convoca outras pessoas para invadirem o Supremo e colocar os magistrados para fora do Brasil.

Para o ministro, o andamento da investigação e o atual momento do país — com algumas manifestações antidemocráticas reivindicando golpe militar em frente a quartéis — recomendam a manutenção da prisão. Moraes lembrou que, mesmo no dia de sua prisão, Rejane incitou publicamente a animosidade entre Forças Armadas e demais Poderes, entre eles o Judiciário.

Além disso, Moraes determinou à Polícia Federal que ouça, no prazo de 30 dias, as seis pessoas que mantiveram contato com o investigado na época dos fatos investigados. A corporação deve, ainda, identificar e ouvir os participantes do grupo de Telegram intitulado 'Caçados de ratos do STF', diante da suspeita da ocorrência do crime de organização criminosa.

O investigado pediu o relaxamento da prisão preventiva ou a substituição por medidas cautelares. No entanto, Moraes avalia que a gravidade da conduta de Rejane e o risco concreto de 'reiteração delitiva' justificam a manutenção da prisão para a garantia da ordem pública. A reportagem busca contato com Rejane e sua defesa. O espaço está aberto para manifestação.

R7 e Correio do Povo

Mega-Sena/Concurso 2538 (12/11/22)

 



Fonte: https://www.google.com/search?q=mega+sena&rlz=1C1SQJL_pt-BRBR990BR990&oq=mega&aqs=chrome.0.69i59j69i57j35i39j0i131i433i512l3j69i60l2.2002j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8

Transição nomeia mais 44 nomes; veja quem são

 Edição extra do Diário Oficial da União oficializou indicação de sete grupos temáticos escolhidos para trabalhar até janeiro de 2023



O coordenador da equipe de transição e vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), nomeou, em edição extra do Diário Oficial da União, mais 44 pessoas para o grupo que funcionará até janeiro de 2023.

Foram formalizados os integrantes de sete grupos e mais duas pessoas para atuar em cargos especiais. Entre os oficializados já anunciados por Alckmin estão a senadora Simone Tebet, no grupo de desenvolvimento social, e Anielle Franco, irmã de Marielle Franco, no grupo de mulheres.

Veja os nomes dos escolhidos

Foram nomeados no grupo técnico de Desenvolvimento Social e Combate à Fome: André Quintão Silva; Isabela Giordano Gil Moreira; Márcia Helena Carvalho Lopes; Simone Nassar Tebet; Reinaldo Takarab; Renato Sérgio Jamil Maluf; e Tereza Helena Gabrielli Barreto Campello.

No grupo técnico de Comunicação, estarão: Alessandra Orofino; Cézar Santos Alvarez; Jorge Bittar, ex-deputado federal; Helena Martins; e Paulo Bernardo Silva, ex-ministro do Planejamento.
Farão parte do grupo técnico de Direitos Humanos: Janaina Oliveira; Luiz Alberto Silva dos Santos; Maria do Rosário Nunes, ex-deputada federal; Margarida Quadros; Maria Vitória Benevides; Rubinho Linhares; e Sílvio Luiz de Almeida.

No grupo técnico de Mulheres, foram nomeados: Anielle Franco; Aparecida Gonçalves; Eleonora Menicucci de Oliveira; Maria Helena Guarezzi; Roberta Eugênio; e Roseli Faria.

Daniella Fernandes Cambauva e Vinicius Carnier Colombini também foram nomeados para exercer o cargo especial de transição governamental.

Estarão no grupo técnico de Indústria, Comércio e Serviço: André Ceciliano; Germano Rigotto; Jackson Schneider; Luciano Coutinho; Marcelo Ramos; Paulo Feldman; Paulo Okamoto; Rafael Lucchesi; Tatiana Conceição Valente.

No grupo técnico de Economia, foram nomeados: André Lara Resende; Guilherme Santos Mello; Nelson Henrique Barbosa Filho; e Pérsio Arida.

Já o grupo técnico de Planejamento, Orçamento e Gestão terá: Antônio Carlos Lacerda; Enio Verri; Esther Dweck; e Guido Mantega.

Transição

O período de transição, regulamentado pela lei nº 10.609/2002 e pelo decreto nº 7.221/2010, tem o objetivo de dar condições para que o candidato eleito possa receber de seu antecessor todos os dados e informações necessários à implementação do programa do novo governo.

Os membros são indicados pela equipe e devem ter acesso às diversas informações relacionadas às contas públicas, aos programas e projetos, entre outras. O grupo é formado por 50 pessoas, que assumem os cargos especiais de transição governamental (CETG). A equipe está sediada no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília.

Nesta sexta-feira (11), Alckmin nomeou também a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, o ex-ministro Aloizio Mercadante e Antônio Floriano Pesado para ocuparem, respectivamente, a função de articulação política, coordenação dos grupos técnicos e coordenação-executiva. Hoffmann e Mercadante são voluntários e não receberão salário.

R7 e Correio do Povo

Guerra reitera desejo por permanência de Renato e diz que negociação precisa ser finalizada

 Candidato da chapa 2 venceu as eleições e se tornou o novo presidente do Grêmio para os próximos três anos



Sem conseguir comemorar direito a vitória nas eleições do Grêmio para a assumir a presidência, Alberto Guerra foi bombardeado por perguntas a respeito do futuro do clube. A primeira delas questionou sobre a situação de Renato Portaluppi. "Ainda não posso anunciar a permanência do Renato, mas quero que ele permaneça como treinador da nossa equipe. Falta finalizar, viajar ao Rio para acertarmos", resumiu. 

Guerra, ainda emocionado pelo resultado das urnas, comentou o que disse a Odorico Roman, seu adversário no pleito. Na ocasião, o novo presidente afirmou que as portas do clube estarão abertas ao candidato derrotado. "Sou um conciliador por natureza e a ideia é pacificar", sintetizou. "É preciso ter consciência de que assumir um clube deste tamanho é muita responsabilidade. Quero agradecer ao torcedor que confiou em mim e no meu grupo", acrescentou Guerra. 

Com mais de 8,6 mil votos, Alberto Guerra superou Odorico Roman na corrida eleitoral pela presidência do Grêmio. O candidato da chapa 1 somou pouco mais de 6 mil votos e acabou derrotado na tarde deste sábado. 

Correio do Povo