PSB irá compor equipe de transição do governo no Rio Grande do Sul

 Partido indicou os nomes de José Stédile e Sanny Figueiredo para comporem time

O PSB aceitou o convite do governador eleito Eduardo Leite (PSDB) e irá integrar a equipe de transição do governo do Estado. O partido, que abriu apoio ao tucano no segundo turno das eleições, indicou os nomes de José Stédile, que foi secretário de Habitação e Obras durante a gestão de Leite, e Sanny Figueiredo, que concorreu ao Senado pelo partido, para comporem o time.

A decisão de participar foi aprovada pela executiva da sigla. Segundo o presidente da sigla, Mário Bruck, é o momento de "convergência de forças republicanas e democráticas em torno do objetivo comum de atender as prioridades da população e preservarmos a democracia", ressaltando ainda a proximidade do partido com o governo federal eleito. Geraldo Alckmin, recém filiado ao PSB, além de vice de Lula (PT), é coordenador da transição política entre as gestões.

No primeiro turno, após imbróglios envolvendo a pré-candidatura de Beto Albuquerque, o partido disputou com o nome do ex-vice governador Vicente Bogo, conquistando 0,27% dos votos. Conforme Bruck, o plano de governo de Bogo, pode ser aproveitado "em diversas áreas" pela gestão eleita.


Correio do Povo

Equipe de transição ainda não decidiu se o Auxílio Brasil ficará fora do teto de gastos

 Segundo o senador Wellington Dias, coordenador de Orçamento do grupo, o tema está em negociação e apresenta 'dois caminhos'


O senador eleito Wellington Dias (PT-PI), coordenador de Orçamento da equipe de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta sexta-feira que inda não está definida a retirada permanente do Auxílio Brasil do teto de gastos — regra que proíbe o aumento de despesas públicas acima da inflação. 

"Estamos dialogando para evitar que se tenha esse tensionamento todo ano. Considerando que todo mundo sabe que não se resolve o problema da fome em um ano e que existem pessoas passando necessidade, por que a cada ano tem que se criar tensão para discutir se aprova ou não a PEC?", questionou.

O comentário de Dias foi feito durante uma conversa com jornalistas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do governo de transição, em Brasília. Nessa quinta, o relator-geral do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI), sinalizou que a PEC da Transição deve retirar o benefício do teto de gastos permanentemente.

No entanto, Dias reforçou que a equipe de transição trabalha em duas frentes. "Temos dois caminhos, um que excepcionaliza o Auxílio Brasil [do teto de gastos], ao mesmo tempo que se trabalha por uma fixação [da regra] até 2026. Sobre isso, tratamos com Lula, e ele nos orientou que, sob o comando de Alckmin, seguíssemos o caminho do entendimento", detalhou.

Ele disse que o valor da PEC deve ser de R$ 175 bilhões, embora tenha destacado que a equipe ainda não bateu o martelo sobre o valor total da proposta. Com a retirada do Auxílio Brasil do teto, sobra um espaço orçamentário R$ 105 bilhões para cumprir promessas de campanha do governo petista e garantir investimentos mínimos em infraestrutura.

PEC será apresentada na próxima semana

Como esses valores não estão definidos, a apresentação da PEC ficou para a semana que vem, após o feriado da Proclamação da República. Segundo Dias, a expectativa é pacificar o texto até a quarta-feira, quando a proposta deve ser entregue ao senador Marcelo Dias. 

Mais cedo, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que as tratativas devem começar pelo Senado. Para ser aprovada, a PEC precisa obter o apoio de, no mínimo, 49 dos 81 senadores. Se passar pela Casa, segue para a Câmara, onde deve passar por dois turnos e precisa receber o apoio de, no mínimo, 308 dos 513 deputados.

R7 e Correio do Povo

Motorola libera funcionários para participarem de manifestações e convida outras empresas a fazerem o mesmo

 


Putin humilhado

 Jurandir Soares

Não resta a menor dúvida que a retirada das forças russas da cidade de Kherson, a única grande cidade da Ucrânia que haviam tomado, é uma grande derrota e humilhação para o presidente Vladimir Putin. E é, ao mesmo tempo, um reforço para a posição do presidente ucraniano Volodimir Zelensky, que resistia a uma pressão do Ocidente para negociar com a Rússia e insistia na capacidade de resistência das forças ucranianas. O fracasso pode ser medido pelo que expressou no Telegram o blog militar russo War Gonzo: “É uma página sombria na história do Exército russo”. Apesar da derrota, as forças russas ainda se mantêm à margem esquerda do rio Dnipro, ou seja, mais próximo de sua fronteira, na parte Leste da Ucrânia que pretendem tomar.

Em meio ao recuo militar, surgem informações sobre como a Rússia está sendo afetada pela guerra. A economia russa está muito pior do que todas as previsões mostravam, de acordo com artigo publicado por cinco economistas da Universidade de Yale. Vamos aos dados com base no artigo. Fala-se que o rublo se valorizou, o que é verdade, mas isto não representa vantagem para a Rússia. Para entendermos isto, vamos nos aprofundar nos fatores determinantes para esta elevação. Primeiro, as sanções econômicas direcionadas à Rússia limitaram drasticamente o país de fazer importações de mercadorias. Por exemplo, as concessionárias não conseguem importar, o que era comum, veículos da Ford, da Nissan, Hyundai, Volkswagen etc. Dessa forma não trocam seus rublos por dólares para pagar as importações, resultando numa menor pressão de venda da moeda. Menores importações resultam em menor venda de rublos em troca de dólar. O que, por consequência, valoriza o rublo. A queda das importações é estimada em 50%.

Assim, o valor de uma moeda não reflete necessariamente a força econômica. Um rublo mais forte não traz nenhum benefício se o país não puder importar. Na verdade, isto se torna um pesadelo, porque produtos essenciais como máquinas, microchips e computadores não chegam ao país. O microchip, por exemplo, é essencial na fabricação de qualquer eletrônico, desde geladeira a tanque de guerra. Então, a Rússia deixa de receber componentes essenciais para a sua indústria, o que torna impossível para o país se transformar de uma economia baseada nos combustíveis fósseis em uma indústria altamente produtiva. Isto está levando a indústria russa ao colapso. A produção de veículos caiu pela metade e a inflação nos setores de tecnologia e elétrico já passa dos 60%. Portanto, a valorização da sua moeda não reflete a realidade do país.

Quem está aproveitando para comprar o petróleo da Rússia que não vai para a Europa é a China. E compra mais barato. Em setembro chegou a 50% do valor de mercado. Ou seja, a Rússia cortou o suprimento de gás e petróleo de seu maior consumidor, a Europa, e teve que se sujeitar a vender para a China pela metade do preço. Assim, Putin está perdendo a guerra. E fica demonstrado o quanto é perigoso para um país democrático, como a Alemanha, por exemplo, fazer negócio com um regime como o liderado por Putin. O que projeta que, mesmo com o fim da guerra, a Europa, que está buscando alternativas energéticas, não irá comprar mais da Rússia.


Correio do Povo

Trump anunciará candidatura às eleições presidenciais de 2024 na terça-feira, diz assessor

 Bilionário deu sinais durante campanha republicana para as eleições legislativas que iria concorrer à Casa Branca novamente


Donald Trump anunciará na próxima terça-feira que concorrerá à presidência dos Estados Unidos novamente em 2024, disse seu conselheiro de longa data Jason Miller, nesta sexta-feira. O ex-presidente, que terá 78 anos quando a próxima eleição for realizada, insinuou outra candidatura presidencial enquanto fazia campanha para os candidatos republicanos para as eleições legislativas. Em um de seus discursos afirmou que faria um "grande anúncio".

"O presidente Trump vai anunciar na terça-feira que concorrerá à presidência", disse Miller ao ex-assessor de Trump Steve Bannon em seu popular podcast War Room. "Vai ser um anúncio muito profissional e sóbrio", acrescentou.

O grande anúncio ocorreu após vários candidatos apoiados por Trump na eleição legislativas de meio de mandato terem um resultado decepcionante nas urnas. A esperada "onda vermelha" republicana não se concretizou, e o partido conseguiu uma vitória muito menor do que o previsto. A entrada antecipada de Trump na corrida teria sido planejada para defender o bilionário das acusações criminais sobre a retirada sem autorização de documentos ultra-secretos de dentro da Casa Branca e também sobre seus esforços para anular a eleição de 2020 que resultou no ataque de seus apoiadores ao Capitólio em janeiro de 2021.

Outro objetivo seria minar seu principal rival em potencial para a indicação presidencial republicana, o governador da Flórida, Ron DeSantis, que emergiu como um dos maiores vencedores nas eleições legislativas ao ser reeleito com 60% dos votos.

R7 e Correio do Povo

Copa deve gerar R$ 864,49 milhões a bares e restaurantes, diz CNC

 O valor representa um aumento de 8,3% em relação ao campeonato mundial disputado na Rússia, em 2018

Copa do Mundo de Futebol, que começa no dia 20, deve injetar R$ 864,49 milhões no faturamento de bares e restaurantes brasileiros, segundo estimativas da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

Se confirmado, o montante representará um aumento de 8,3% em relação ao campeonato mundial disputado na Rússia, em 2018, já descontada a inflação do período. Em relação à Copa realizada no Brasil, em 2014, o faturamento previsto ainda é 2,6% menor.

Como consequência do maior movimento, o setor deve abrir 7,7 mil vagas de trabalho temporárias, calculou o economista Fabio Bentes, responsável pelo estudo da CNC. Ele estima que o salário médio de admissão de funcionários seja de R$ 1,5 mil. Nas edições do mundial em 2014 e em 2018, os salários médios de admissão foram de R$ 920 e R$ 1,2 mil, respectivamente.

Vagas para garçons e auxiliares devem responder pela maioria das oportunidades temporárias, o equivalente a 23,4% dos novos empregos previstos. Outros 15,6% dos postos seriam para a função de cozinheiro e 15% para atendentes de lanchonete.

Segundo a CNC, o faturamento de bares e restaurantes costuma crescer 2,52% nos meses de Copa do Mundo. "Além disso, o fato de que o campeonato será disputado no período de pagamento da primeira parcela do 13º salário favorece a expansão dos gastos neste ano", apontou o estudo.


Agência Estado, R7 e Correio do Povo

Mais uma manifestação em Brasília contra a censura e a favor da democracia - 11.11.2022

 



Fonte: https://www.facebook.com/pactocontraopt/videos/866272664542274/

Antes de temporais, RS terá predomínio de sol e abafamento neste sábado

 Tarde será de máximas ao redor e acima de 30°C em muitas cidades



O sol predomina neste sábado no Rio Grande do Sul e gera aquecimento. A tarde deve ser de calor, com máximas ao redor e acima de 30°C em muitas cidades. O aquecimento associado à umidade formará nuvens, com alerta para temporais isolados, sobretudo, em cidades da Metade Oeste e Norte do Estado.

Pode chover forte com rajadas de vento e até granizo pontual, segundo a MetSul. No Sul e no Leste gaúcho, o sol predomina, com potencial chance de chuva isolada no turno da noite. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 17ºC e 30ºC.

Mínimas e máximas em algumas cidades neste sábado:

Torres 18 ºC / 25 ºC
Caxias do Sul 15 ºC / 25 ºC
São Miguel do Ausentes 12 ºC / 23 ºC
Erechim 13 ºC / 27 ºC
Santa Rosa 17 ºC / 31 ºC
Santa Cruz 17 ºC / 32 ºC

Correio do Povo

Equipe de transição de Lula tem ex-ministros presos por corrupção

 Presidente eleito convidou políticos investigados nas operações Lava Jato e Zelotes, como Guido Mantega e Paulo Bernardo


A equipe do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), escalou para o governo de transição ex-ministros e políticos aliados do petista que já foram presos ou denunciados por corrupção.

Entre eles, está Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda e do Planejamento e ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele vai compor o grupo técnico de planejamento, orçamento e gestão da equipe de transição de Lula.

Em 22 de setembro de 2016, ele foi preso em uma das fases da operação Lava Jato pela suspeita de ter pedido um pagamento de R$ 5 milhões ao empresário Eike Batista. O dinheiro teria sido repassado a marqueteiros do PT para quitação de dívida de campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010.

Mantega acabou solto no mesmo dia, mas em 2018 virou réu na operação por corrupção e lavagem de dinheiro pela suposta edição de medidas provisórias para beneficiar empresas do grupo Odebrecht. De acordo com a denúncia, a Odebrecht teria disponibilizado R$ 50 milhões a Mantega para que as MPs fossem assinadas. A investigação ainda não foi finalizada.

O ex-ministro também foi acusado de crimes na operação Zelotes. Em 2016, o Ministério Público Federal (MPF) o denunciou por corrupção, advocacia administrativa tributária e lavagem de dinheiro por uma autuação tributária imposta ao grupo Cimento Penha no valor de R$ 57,7 milhões.

De acordo com os procuradores, houve manipulação da composição e funcionamento do Conselho Superior de Recursos Fiscais, órgão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Em seguida, ocorreu favorecimento indevido ao grupo comercial e, em troca, Mantega e outros denunciados receberam vantagens indevidas. Em 2017, contudo, a Polícia Federal concluiu o inquérito e não indiciou Mantega.

À época de cada caso, Mantega negou as acusações. Durante um depoimento em São Paulo afirmou que não fez pagamentos via caixa dois da Odebrecht para a campanha da petista. O advogado do ex-ministro, José Roberto Batochio, chegou a afirmar que o cliente negou que teve qualquer tipo de reunião com o empresário Eike Batista para falar sobre doações de dinheiro ou de pagamento de dívida.

Paulo Bernardo

Para o grupo técnico de comunicação, Lula chamou Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações. Ele foi preso em 23 de junho de 2016 em uma operação que foi desdobramento na Lava Jato por ter recebido ao menos R$ 7 milhões de um esquema de corrupção, segundo o MPF. Paulo Bernardo deixou a prisão seis dias depois.

De acordo com as denúncias, o esquema de repasses de propina vigorou durante cinco anos e começou depois que o Ministério do Planejamento contratou, em 2009, uma empresa terceirizada para controlar o sistema eletrônico do crédito consignado do Governo Federal.

Segundo as investigações, houve um direcionamento na contratação da empresa, que abriu mão do seu faturamento, direcionando pagamentos de cerca de 70% para corrupção. Em julho de 2016, a Polícia Federal enquadrou Paulo Bernardo por integrar organização criminosa e praticar corrupção passiva pelo envolvimento no esquema. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu o ex-ministro.

A defesa de Paulo Bernardo, afirmou na época, por meio de nota, que "o ex-ministro Paulo Bernardo reitera que não participou ou teve qualquer ingerência na celebração ou manutenção do acordo de cooperação técnica celebrado autonomamente entre a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e as associações de Bancos e Previdência (ABBC e SINAPP). Também reitera que não recebeu qualquer quantia da Consist, direta ou indiretamente".

Outros integrantes

Outro membro da equipe de transição é Paulo Okamotto, ex-presidente do Instituto Lula e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que estará no grupo técnico de pequena empresa. Em 2005, foi denunciado pelas CPIs dos Bingos e do Mensalão de ter pago uma dívida de R$ 30 mil de Lula e não declarar a origem desses recursos. O caso segue sem solução.

Além disso, em 2020, ele se tornou réu na Lava Jato, junto com Lula e o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, por uma suposta lavagem de R$ 4 milhões da Odebrecht ao Instituto Lula. A ação, no entanto, foi anulada pelo STF.

Durante a CPI dos Bingos no Senado, em 2015, Okamotto confirmou que pagou em dinheiro, junto à tesouraria do Partido dos Trabalhadores, a quantia de R$ 29.436,26 para cobrir despesas, principalmente com viagens e diárias ao exterior, realizadas em 2001 pelo então pré-candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva e por sua então mulher, Marisa Letícia.

No grupo técnico de pequena empresa também estará o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, André Ceciliano. Em 2021, ele foi investigado pela suspeita de rachadinha com ex-funcionários do gabinete dele pela movimentação suspeita de R$ 49 milhões, mas foi inocentado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

No mesmo ano, o Ministério Público informou que a movimentação fazia referência à quitação de uma dívida de um empresário que estava lotado no gabiente de Ceciliano.

O R7 não conseguiu contato com os políticos citados na reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

R7 e Correio do Povo

Último final de semana da Feira do Livro de Porto Alegre

 Confira a programação da festa literária neste sábado e domingo

A 68ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre chega na reta final. Realizada até 15 de novembro, na Praça da Alfândega, a festa literária promove diversas atividades e sessões de autógrafos, neste sábado, dia 12, e domingo, dia 13.


Confira alguns destaques da programação:

Dia 12, sábado

Das 9h às 15h30min: Mostra de HQs de Márcio Rampi, no Espaço Jovem Petrobras

Às 11h: Orquestra Jovem do Sesi/Gravataí, no Teatro Carlos Urbim

Às 14h: Lampião e Maria Bonita – teatro de bonecos, no Teatro Carlos Urbim

Das 15h30min às 17h: A escrita de Lygia Bojunga: os objetos e seus deslocamentos – análise a partir de cinco obras.Apresentação de trabalhos com Ninfa Parreiras e Ângela Hofmann, do grupo Encontros Literários da Casa Lygia Bojunga-RJ. Local: Sala Moacyr Scliar

Às 17h: Sarau dos 23 livros de Lygia Bojunga em comemoração aos 50 anos de lançamento de Os colegas, sua primeira obra. Com Ninfa Parreiras e Ângela Hofmann, na Sala Moacyr Scliar.

Das 18h às 20h: Mostra de HQs de Márcio Rampi e bate-papo com o autor.  No Espaço Jovem Petrobras

Às 18h: Em voz alta – Pocket Sarau: mulheres, música, poesia. Com Cláudia Schroeder, Cláudia Tajes, Rita Zart e Viridiana. Nas palavras, Claudia Schroeder (As línguas são para outras coisas, Editora Taverna/2022) e Claudia Tajes (Macha, LP&M/2019). Na música, Rita Zart e Viridiana. No Teatro Carlos Urbim.

Autógrafos

14h -O black power de Akin, de Kiusam de Oliveira

14h - A Ilusão de um instante, de Eduardo Rodrigues

15h - Sete erros, de Ana Luiza Rizzo

15h - Oliveira Silveira: Obra reunida – Edição Especial / 130 poemas antologia (2004-2021), Organização de Ronald Augusto

15h - Um Poema por dia, de Fátima Farias

15h - Chegou um Negro, de Jorge Fróes

17h - Croniquetas do atendente: histórias de livraria, de Mauro Messina e Pablito Aguiar (ilustração)

18h - A Escultura Pública de Porto Alegre, de José Francisco Alves

Dia 13, domingo 

Às 14h30min: Com Guilherme Dei Svaldi, Karen Soarele e J.M. Trevisan, Rafael Dei Svaldi e Lucas Silva Borne. Como é possível viver no mundo real criando mundos imaginários. Os autores de Tormenta, maior universo de fantasia do Brasil, falam sobre seus processos criativos e novos projetos, tanto de literatura quanto de RPG. No Auditório Barbosa Lessa.

Às 16h: Entre batalhas e guerreiros: uma jornada pela literatura fantástica. Com Eduardo Spohr, Duda Falcão e Maria Vitória Caselgrandi. Quer conhecer mais sobre a construção de mundos arrebatadores, personagens marcantes e conflitos apocalípticos? Saber como escritores de literatura fantástica trilham a sua jornada pelo caminho das letras? Então, não deixe de conferir este bate-papo que discutirá o trabalho criativo dos autores convidados. No Auditório Barbosa Lessa.

Às 18h: SLAM e o RAP na Feira do Livro – poesia, música e cultura da periferia. Com Marck B, Raffa Rafuagi,Marina Minhote, Nati Gaspa e Daniel Dkg. SLAM, a batida da competição de poesia falada, que traz questões da atualidade no ritmo melódico do Rap! Falas políticas e sociais da periferia! Resistência em forma de arte. No Teatro Carlos Urbim. 

Às 19h: Rebu Literário com Bárbara Catarina. 25 anos de contação de histórias na Feira do Livro de Porto Alegre. Intervenções de Ana Paula Cecato, Jairo Klein, Eleonora Medeiros, Arlete Cunha, Milene Barazzetti, Elisa Lucas, Antônio Schimeneck e Selma Maria. No Circo dos Mafagafos.

Autógrafos

15h - 40 poemas de quarenta / Selvagem liturgia da palavra, de Anna Maria Fernandes

15h – Portoalegriadas, de Claudio Levitan

15h - Poesia para surdo ler, de Andréia Didó, Alessandra Ayres, Laura Didó e Danielle Freitas

16h - Elis Regina para menines, de Antônio Schimeneck

18h - Santo guerreiro volume 2 – ventos do norte, de Eduardo Spohr

18h - Rinocerontes alados, de Caio Riter

Correio do Povo