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Lula informa que não participará de debate com Bolsonaro na Record TV
Com a decisão do petista, emissora realizará entrevista de 1 hora com o candidato Jair Bolsonaro, que confirmou participação
A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência da República, informou à Record TV na noite desta quarta-feira (19) que não participará do debate que a emissora realizaria no próximo domingo (23), a uma semana do segundo turno das eleições.
Com a decisão do candidato petista, a Record TV fará uma entrevista com o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), que havia confirmado sua presença no confronto de ideias entre as candidaturas que disputam o 2º turno.
A entrevista com Bolsonaro terá duração de 1 hora e acontece no próximo domingo, ao vivo, a partir das 21h30 (horário de Brasília), direto dos estúdios da emissora em São Paulo, com transmissão simultânea do R7 e também das multiplataformas do Grupo Record, além do Play Plus. A sabatina será conduzida pelo jornalista Eduardo Ribeiro.
R7 e Correio do Povo
TSE proíbe fala de Marco Aurélio Mello em propaganda eleitoral de Bolsonaro
Campanha do presidente usaria vídeo de ministro aposentado do STF sobre Lula "nunca ter sido inocentado"
O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu a campanha do presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), de usar na propaganda eleitoral um vídeo em que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello fala sobre a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirma que o petista "nunca foi inocentado".
Na propaganda feita pela campanha de Bolsonaro, Marco Aurélio Mello explica que as condenações que Lula recebeu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do triplex do Guarujá (SP) e de um sítio de Atibaia (SP) foram anuladas pelo STF e diz que "o Supremo não o inocentou, o Supremo aceitou a nulidade dos processos crime".
As falas do ministro aposentado eram seguidas pelos comentários de um locutor e uma mulher que chamavam Lula de "corrupto" e "ladrão". De acordo com Sanseverino, o uso dessas expressões ultrapassa "os limites da liberdade de expressão". Por isso, o ministro decidiu proibir a veiculação da peça inteira.
"A propaganda eleitoral impugnada é ilícita, pois atribui ao candidato à conduta de 'corrupto' e 'ladrão', não observando a legislação eleitoral regente e a regra de tratamento fundamentada na garantia constitucional da presunção de inocência ou não culpabilidade", escreveu o ministro na decisão.
"É inviável que se utilize de espaço público de comunicação para reduzir absolutamente o alcance de um direito ou garantia constitucional e, em contraponto, empregar máxima relevância às condenações criminais anuladas pelo Poder Judiciário, que não permitem afirmar culpa no sentido jurídico-penal", acrescentou Sanseverino.
R7 e Correio do Povo
Sem citar Leite, Lula "veta" votos do PT em Onyx no RS
O candidato à presidência concedeu coletiva de imprensa antes de caminhada com apoiadores
Seguindo sua agenda de campanha pelo país, o candidato ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está em Porto Alegre pela primeira vez na disputa ao segundo turno. Sem palanque no RS, já que Onyx Lorenzoni (PL) é apoiador histórico do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL); e o ex-governador Eduardo Leite (PSDB) optou pela neutralidade quanto ao apoio em âmbito nacional, Lula concedeu entrevista em um hotel antes de realizar uma caminhada com apoiadores pela região central da Capital. Na ocasião, o ex-presidente falou sobre o cenário do segundo turno gaúcho.
"Acho que já há várias pessoas no PT que já declaram voto contra o Onyx. O povo tem que escolher o mais democrata, o mais sensível com as causas sociais. Pelo que conheço do Onyx ele não é essa pessoa. O PT do RS tem autonomia para tudo, menos votar no Onyx", afirmou, sem citar em nenhum momento o nome de Leite.
Lula iniciou sua fala lamentando atos discriminatórios contra o cantor Seu Jorge, na Capital. "Temos que rejeitar e repudiar qualquer gesto de preconceito neste país. Seja em Porto Alegre, em São Paulo ou em qualquer parte do país. Precisamos nos manifestar", disse.
Depois da entrevista, Lula segue para uma caminhada do Largo dos Açorianos até a Praça da Matriz, passando pela avenida Borges de Medeiros e pela rua Riachuelo, todos na região central.
No RS, o petista foi derrotado por Bolsonaro no primeiro turno. No Estado, o atual presidente teve 48,89% dos votos válidos contra 42,28% do petista. No primeiro turno, ele fez um comício em Porto Alegre, quando defendeu suas bandeiras.
Durante a coletiva, Lula também falou sobre os próximos dez dias de campanha. Afirmou que pretende fazer comícios em seis estados e encerrar a campanha em São Paulo.
Correio do Povo
Leite e Onyx voltam a alternar ataques
Ironias, trocas de acusações e comparações entre governos marcam o debate entre os dois candidatos promovido nesta quarta pela Federasul
Os candidatos Eduardo Leite (PSDB) e Onyx Lorenzoni (PL), que disputam o governo do Estado, novamente alternaram ataques durante o debate promovido no início da tarde desta quarta-feira pela Federasul, na sede da entidade.
Os embates começaram ainda no primeiro dos seis blocos, destinado às considerações iniciais, quando Onyx voltou a citar indiretamente a polêmica da semana passada sobre homofobia e as trocas de acusações que se seguiram. Ele queixou-se ainda de ser alvo de uma campanha de baixo nível e desmentiu o que chamou de ‘terrorismo’ que estaria ocorrendo junto a prefeitos: de que, se vencer as eleições, ocorrerá paralisação de obras.
Leite rebateu no segundo bloco, previsto para que os candidatos respondessem a perguntas da Federasul sobre equilíbrio fiscal, redução de carga tributária, aumentos para servidores, geração de empregos, competitividade e atração de investimentos. O tucano disse que a baixaria não parte de sua campanha e voltou a destacar que um dos colaboradores do adversário, remunerado, fez, nas redes sociais, insinuações de pedofilia em relação a ele, Leite. “Entramos judicialmente e tiramos isso do ar”, resumiu.
No terceiro e no quarto blocos, quando fizeram questionamentos entre si, a ironia marcou as manifestações dos dois postulantes ao Piratini, que divergiram sobre vários outros pontos. Entre eles a posição que o Brasil ocupa no ranking do valor da gasolina em diferentes países, as aspirações de Leite de concorrer à presidência da República, o fato de Onyx exercer mandatos fora do RS há quase duas décadas, a venda da CEEE, o plano de privatização da Corsan, a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o uso dos recursos federais durante a pandemia do coronavírus, e o desempenho de Onyx nos ministérios que chefiou. Em uma fala de Leite, houve nova alusão à qual candidato seria “mais homem”. E Onyx disse que “campanha não é para mimimi.”
No quinto bloco os dois responderam a uma pergunta da Federasul sobre se pretendem aumentar alíquotas de ICMS ou outros impostos. Onyx se comprometeu a não aumentar o ICMS e a trabalhar para reduzir outros impostos e simplificar a matriz tributária. Leite prometeu trabalhar para a redução da carga tributária e disse que este é um dos objetivos das reformas e privatizações.
No sexto bloco, destinado às considerações finais, os candidatos terminaram fazendo comparações entre ações do governo federal e do estadual, e seguindo com a troca de farpas sobre o projeto de privatização da Corsan, o Banrisul, a área da saúde, a corrupção, o combate à pandemia do coronavírus e a eleição nacional.
Correio do Povo
Associação de prefeitos declara apoio a Bolsonaro no segundo turno
Presidente conversou com 390 prefeitos nesta quarta-feira; eles entregaram documento com reivindicações
O presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), recebeu apoio para o segundo turno da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) nesta quarta-feira (19). O anúncio ocorreu após reunião no Palácio da Alvorada, em Brasília, entre o chefe do Executivo federal e 390 prefeitos.
"Nós queremos expressar o reconhecimento por tudo que já foi conquistado nesse período pelo governo republicano do presidente Jair Bolsonaro, pela forma igualitária com que ele trata os municípios. Nós estamos aqui para chancelar o nosso apoio e o nosso reconhecimento a isso. Viva o Brasil", declarou o vice-presidente da CNM, Julvan Lacerda.
Bolsonaro agradeceu o gesto dos prefeitos e disse que "esse apoio e com toda certeza será decisivo para nossa reeleição".
Prefeitos entregam reivindicações
Durante a reunião com Bolsonaro, os prefeitos entregaram a carta do Movimento Municipalista, com demandas que visam o fortalecimento dos municípios brasileiros.
A carta aborda 15 tópicos e foi aprovada por mais de 500 gestores, que se reuniram na terça-feira (18), durante a mobilização organizada pela CNM. O documento também deve ser entregue ao adversário de Bolsonaro no segundo turno da disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — neste caso, ainda sem data.
"Propomos o compromisso e a determinação daqueles que estarão na liderança do país nos próximos quatro anos para a efetivação da garantia da proteção social, fortalecimento e desenvolvimento dos municípios", diz o documento, obtido pela reportagem.
Entre as estratégias apontadas no texto estão a discussão e a revisão do sistema federativo, em que o poder político e decisório fica concentrado na União, que propõe, regulamenta e implementa as políticas públicas que interferem nos municípios. Para tanto, pedem o comprometimento para ajustar equilibradamente a repartição da arrecadação tributária nacional e os encargos administrativos transferidos.
Na área da educação, o movimento pede a permissão para que estados e municípios participem de forma igualitária da formulação e da definição das políticas educacionais. A medida, dizem, se daria desde a sua concepção, instituindo mecanismos permanentes de financiamento da educação básica pública.
Já na área da saúde, os prefeitos reforçam a importância do estabelecimento do equilíbrio das competências federativas diante do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é a equidade na oferta, no financiamento e na gestão dos serviços públicos. Entre elas, a recomposição do orçamento e reajuste anual nos valores do cofinanciamento.
R7 e Correio do Povo
Lula divulga carta pública de compromisso com os evangélicos
Candidato do PT diz ser contra o aborto e promete que não haverá interferência do Estado nos valores das famílias
Documento foi entregue a pastores durante evento em São Paulo | Foto: NELSON ALMEIDA / AFP / CPO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência da República pelo PT, divulgou, nesta quarta-feira, uma "Carta Pública ao Povo Evangélico", reafirmando seu respeito pelas liberdades coletivas e individuais e compromisso com a liberdade de culto e de religião no Brasil.
O documento foi divulgado no site oficial do candidato e entregue a pastores durante evento em São Paulo. O aceno aos eleitores religiosos era aguardado por algumas alas da campanha e toca em temas considerados sensíveis pelos eleitores cristãos: aborto, drogas e valores das famílias.
"Vivemos um período em que mentiras passaram a ser usadas intensamente com o objetivo de provocar medo nas pessoas de boa fé, e afastá-las do apoio a uma candidatura que justamente mais as defende", afirmou o petista. "Por isso senti a necessidade de reafirmar meu compromisso com a liberdade do culto e de religião em nosso país", continuou.
O ex-presidente diz ter "compromisso com a vida plena em todas as suas fases" e que é pessoalmente contra o aborto. "Lembro a todos e todas que este não é um tema a ser decidido pelo Presidente da República, e sim pelo Congresso Nacional".
Lula fez compromissos, ainda, relacionados às drogas, valores e fé cristã, prometendo trabalhar para manter os jovens longe das drogas e diz que caberá às escolas "apoiá-los dialogando e respeitando os valores das famílias, sem a interferência do Estado".
Citando trechos bíblicos ao longo da carta, diz que o governo contribuiu para "melhorar a vida de milhões de famílias brasileiras" e que foi no seu governo que as igrejas mais cresceram.
O candidato aponta ações do governo do PT em prol dos evangélicos, como a Reforma do Código Civil assegurando a Liberdade Religiosa no Brasil, o Decreto que criou o dia dedicado à Marcha para Jesus e o Dia Nacional dos Evangélicos.
"Não há por que acreditar que agora seria diferente. Posso lhes assegurar, portanto, que meu governo não adotará quaisquer atitudes que firam a liberdade de Culto e de Pregação ou criem obstáculos ao livre funcionamento dos Templos", completou. O ex-presidente fez ainda o compromisso de não usar símbolos da fé para fins político-partidários e prometeu respeitar as leis e tradições que separam o Estado da Igreja.
R7 e Correio do Povo
Bolsonaro jantará com Tarcísio, Garcia e prefeitos em São Paulo
A agenda busca reunir apoio aos candidatos à Presidência e Governo de SP no segundo turno, em 30 de outubro
Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao Governo de SP, e o presidente Jair Bolsonaro (PL) | Foto: ALAN SANTOS / PR / CPO presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), jantará na noite desta quinta-feira (20) com o candidato ao Governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e com o governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB).
O encontro ocorrerá na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, das 20h às 23h. Prefeitos de diversas cidades também estarão na agenda, que tem o objetivo de reunir apoio a Bolsonaro e Freitas.
Bolsonaro vai enfrentar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, marcado para o dia 30 de outubro, último domingo do mês, enquanto Tarcísio enfrentará Fernando Haddad (PT).
Garcia, por sua vez, tentava a reeleição, mas ficou em terceiro, com 18,40% dos votos, atrás de Tarcísio e do candidato do PT, Fernando Haddad. Após a derrota, o governador paulista anunciou apoio ao ex-ministro da Infraestrutura e disse que Tarcísio tem condições de fazer um bom trabalho à frente de São Paulo e por isso terá o seu voto.
"Durante toda a eleição de primeiro turno, disse que São Paulo é um estado desenvolvido, que dá oportunidade a todos, que ajuda quem precisa, porque o PT nunca governou o nosso estado. E essa mesma avaliação eu faço em relação ao Brasil", afirmou Garcia na época.
"Não quero para São Paulo, muito menos para o Brasil. Portanto, meu apoio incondicional e meu trabalho nesse segundo turno para que o presidente Bolsonaro possa se reeleger e possa continuar comandando, ao lado da população brasileira, os destinos dessa nação", completou.
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