Boneca Bebê Reborn Loira Com Cílios Roupa Rosa 16 itens - Bebe Reborn Baby

 


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Descrição:

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- 01 Calça;

01 Par de brincos que vai na bebê;

01 Chupeta magnética que vai na bebê;

01 Faixinha de cabelo

02 Fraldas descartáveis;

01 Certidão de nascimento;

01 Carteirinha de vacinação;

01 Manual de cuidados;

01 Certidão de pezinho;

01 Meus primeiros Ultrassons;

01 Certificado de Autinticidade;

01 Mamadeira grande com LEITE FALSO;

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Brasileiro terá que trabalhar 149 dias do ano para pagar impostos

 


No próximo dia 29 de maio, os brasileiros “terminam” de pagar seus impostos, taxas e contribuições exigidas pelos governos federal, estadual e municipal neste ano de 2022. Não funciona assim, mas esse seria esse o diagnóstico caso todo o pagamento de tributos fosse concentrado no início do ano.

O que é fato: um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra que o brasileiro compromete 40,82% do rendimento médio apenas com o pagamento de tributos. Isso significa que é necessário trabalhar 149 dias do ano para quitar as obrigações.

O cenário piora a depender do salário. O IBPT projeta que uma renda de R$ 3 mil leve 141 dias para atingir o objetivo. Para um faturamento de R$ 10 mil, são necessários 150 dias de trabalho.

Quem ganha de R$ 3 mil a R$ 10 mil, contudo, pode levar 157 dias. Isso porque mudam as alíquotas sobre renda, patrimônio e consumo.

O IBPT constata ainda que entre 2003 e 2022, houve um crescimento percentual quase constante do valor gasto pelos contribuintes com a tributação sobre rendimentos. Assim, o mesmo aconteceu com os dias de trabalho comprometidos com tributos.

Impostômetro

O Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no Centro Histórico da capital paulista, registrou na madrugada do último dia 3, o valor de R$ 1 trilhão. Este montante refere-se aos impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, muros e correção monetária pagos pelos contribuintes brasileiros aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano.

No ano passado, esse mesmo valor foi registrado 16 dias depois. A explicação para a maior arrecadação, considerando o mesmo período de 2021, de acordo com a análise do economista da ACSP, Marcel Solimeo, se dá, principalmente, pelo aumento da inflação.

Solimeo lembra que parte dos impostos incide sobre os preços dos produtos, o chamado imposto embutido. “Quanto maior o preço, maior o imposto embutido. Alguns itens estão extremamente tributados, como é o caso dos combustíveis e da energia elétrica”, disse.

Nesta terça-feira (24), o Impostômetro já registrava mais de 1 trilhão e 154 bilhões de reais em impostos. As informações são do portal de notícias G1 e da Associação Comercial de São Paulo.

O Sul

Câmara dos Deputados conclui votação, e despacho gratuito de bagagens em voos vai à sanção de Bolsonaro

 


A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (24) a votação de uma proposta que restabelece o despacho gratuito de bagagem em voos nacionais e internacionais. A matéria segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro, mas o governo já indicou ser contrário ao trecho.

A retomada da gratuidade foi incluída pelos parlamentares em uma medida provisória (MP) mais ampla, que flexibiliza regras para o setor aéreo, conhecida como “MP do Voo Simples”. O dispositivo não constava no texto original enviado pelo governo.

Se sancionado, o texto irá alterar o Código de Defesa do Consumidor para incluir no rol das práticas abusivas a cobrança por parte das companhias aéreas por até um volume de bagagem em voos nacionais com peso inferior a 23 quilos, e em voos internacionais, com peso inferior a 30 quilos.

A proposta já havia sido aprovada nas duas Casas, mas retornou para análise dos deputados após mudanças no Senado em outras regras presentes na MP. Nesta segunda votação, a Câmara só pode analisar os dispositivos alterados pelo Senado – ou seja, a gratuidade nos despachos não poderia mais ser modificada.

Em 2016, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma resolução que autorizava as aéreas a cobrarem por bagagens despachadas. O passageiro tem o direito de levar na cabine uma bagagem de mão de até 10 quilos.

A justificativa da agência, à época, era que a autorização para a cobrança do despacho de bagagem aumentaria a concorrência e poderia, por consequência, reduzir os preços das passagens.

A deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), autora da emenda que incluiu esse dispositivo na MP, disse que “as empresas aéreas enganaram a população brasileira e enganaram o plenário da Câmara”. Segundo ela, foi “má fé” das companhias informarem que os preços iriam diminuir caso a obrigatoriedade fosse retirada.

Atualmente, bagagens de 23 quilos em voos nacionais e 32 quilos nos voos internacionais são cobradas à parte, com um valor adicional ao da passagem. Cada empresa estabelece o critério de cobrança e as dimensões das malas.

Essa não é a primeira vez que o Congresso tenta aprovar uma lei para garantir o despacho gratuito. Em 2019, os parlamentares tentaram retomar a gratuidade das bagagens em votação de outra medida provisória.

Na ocasião, o texto previa a gratuidade para bagagem de até 23 quilos em aviões com capacidade acima de 31 lugares, nos voos domésticos. Contudo, o dispositivo foi vetado por Bolsonaro e, em sessão do Congresso posterior, os parlamentares mantiveram o veto.

MP do Voo Simples

A proposta estabelece, entre outros pontos:

  • o fim da competência da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para outorga de serviços aéreos;
  • o fim da necessidade de revalidação dessas outorgas a cada cinco anos;
  • o fim de contratos de concessão das empresas aéreas;
  • o fim da obrigação de autorização prévia para construção de aeródromos.

Além disso, a MP exclui a necessidade de cadastro e autorização prévia, concedida pela Anac, de todas as pistas privadas destinadas à decolagem e ao pouso de aeronaves.

Empresas estrangeiras

A proposta também facilita a autorização para que uma empresa estrangeira obtenha a autorização para explorar o serviço de transporte aéreo, cabendo à Anac tratar do tema em uma regulamentação. O texto revoga uma série de exigências, hoje previstas em lei, para que uma empresa de transporte aéreo opere no País.

A legislação que vigorava antes da MP previa que empresas estrangeiras, para explorar o serviço de transporte aéreo internacional no Brasil, precisavam tanto da autorização do governo brasileiro quanto do governo de seu país de origem. Era exigido um ato de ambos os governos, dos dois países. A MP retirou a exigência.

No Senado, foi incluído trecho que dispensa “autorização prévia” do governo brasileiro para funcionamento das companhias internacionais. Fica dispensada também a obrigatoriedade de criação de CNPJ e filial no Brasil.

O relator da matéria na Câmara, deputado General Peternelli (União-SP), defendeu a medida e disse que ela irá desburocratizar o setor.

“Ressaltamos que a autorização para operar não será extinta, permanecendo essa atribuição com a Anac”, escreveu em seu parecer.

A medida, porém, foi criticada por parlamentares da oposição.

“Não tem precedentes em outros lugares do mundo, tem uma questão de soberania nacional, nenhum país entrega o controle aéreo da sua frota de aviação para que empresas estrangeiras possam entrar sem nenhum controle de legalidade, uma autorização do Poder Executivo, inclusive condições para fiscalizar”, criticou a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS).

Papel da Anac

Também fica retirada a previsão de que só a Anac poderá “regulamentar e conceder certificado de habilitação para praticantes de aerodesporto”. Desta forma, outros órgãos poderão conceder a autorização. Na avaliação de parlamentares que defenderam a medida, isso possibilitará a descentralização de determinadas decisões para as unidades organizacionais da Agência.

A MP também permite que os aeródromos privados na Amazônia Legal tenham um tratamento diferenciado, com a possibilidade de adequar suas operações por meio de regulamento específico emitido pela autoridade de aviação civil.

Hoje, apenas os aeródromos públicos têm direito a essa possibilidade que, segundo a lei, tem como objetivo “promover o fomento regional, a integração social, o atendimento de comunidades isoladas, o acesso à saúde e o apoio a operações de segurança”.

Serviço aéreo

A MP acaba com a distinção entre serviço público e privado no que se refere à prestação de serviços aéreos.

Ao enviar a matéria, o governo argumentou que o serviço prestado pelas aéreas não é de “titularidade exclusiva do Estado”, que requer uma outorga administrativa para exploração, mas uma atividade econômica de interesse público prestado por agentes privados.

Por isso, a MP altera dispositivos do Código Brasileiro de Aeronáutica e estabelece a criação da Anac para substituir, por exemplo, os termos “concessionários” ou “permissionários”, por prestadores de serviços aéreos.

Aeroclubes

A MP propõe a revogação de um dispositivo do Código Brasileiro de Aeronáutica que exigia que aeroclubes, escolas ou cursos de aviação tivessem autorização prévia para funcionar.

Com isso, fica liberado o funcionamento dos aeroclubes sem que haja aval prévio da autoridade aeronáutica.

Indisciplina

A MP deixa a cargo da Anac a regulamentação do tratamento dispensado pelo prestador de serviços aéreos a passageiros “indisciplinados”.

Segundo o texto, as companhias poderão deixar de vender, por até 12 meses, bilhetes a passageiros que tenham praticado ato de indisciplina considerado gravíssimo. O que será considerado gravíssimo, no entanto, caberá à autoridade de aviação civil.

A proposta diz ainda que os dados de identificação de passageiro que tenha praticado ato gravíssimo de indisciplina poderão ser compartilhados pelo prestador de serviços aéreos com seus congêneres.

Privatizações

A proposta também inclui a permissão para privatização de oito aeroportos no Amazonas.

Segundo o texto, o governo poderá promover licitações para a celebração de contratos de concessão patrocinada dos aeroportos de Barcelos, Carauari, Coari, Eirunepé, Lábrea, Maués, Parintins e São Gabriel da Cachoeira.

O Sul

Entenda a Proposta de Emenda à Constituição que propõe cobrar mensalidade nas universidades públicas

 


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 206/2019 propõe cobrar mensalidade em universidades públicas. A ideia é que as instituições usem os recursos captados para dívidas de custeio, como água e luz, e que a gratuidade seja mantida para alunos que não tenham condições socioeconômicas de arcar com os custos. O valor mensal seria definido pelo Ministério da Educação (MEC).

A PEC estava na pauta da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, desta terça-feira (24). Mas, segundo o relator , o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP), deve ser adiada para a semana que vem.

O CCJ precisa avaliar a admissibilidade da proposta. Ou seja, se a PEC não viola as cláusulas pétreas da Constituição. Caso seja admitida, tem mérito analisado por uma comissão especial, que pode alterar a proposta original – com prazo de 40 sessões para votação. Só então ela vai ao plenário da Casa Legislativa. Por ser uma PEC, a aprovação depende dos votos favoráveis de 3/5 dos deputados (308), em dois turnos. Após a aprovação em uma Casa, é enviada para a outra, neste caso, o Senado. Se aprovada, é promulgada na forma de emenda constitucional – se houver modificação substancial, não só na redação, ela volta à Casa de origem.

Autor da proposta, o deputado federal General Peternelli (União Brasil -SP) justifica a mudança no artigo 206 da Constituição com base no relatório Um ajuste justo – propostas para aumentar eficiência e equidade do gasto público no Brasil, elaborado pelo Banco Mundial em 2017. O estudo da entidade diz que o gasto brasileiro com estudantes do ensino superior público é “muito superior” ao de países como a Espanha e a Itália, por exemplo.

Peternelli, que está entre os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, escreveu que a “maioria dos estudantes dessas universidades acaba sendo oriunda de escolas particulares e poderiam pagar a mensalidade”. “Não seria correto que toda a sociedade financie o estudo de jovens de classes mais altas.” A PEC é relatada pelo deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP).

“A gratuidade generalizada, que não considera a renda, gera distorções gravíssimas, fazendo com que os estudantes ricos – que obviamente tiveram uma formação mais sólida na educação básica – ocupem as vagas disponíveis no vestibular em detrimento da população mais carente, justamente a que mais precisa da formação superior, para mudar sua história de vida”, continua a justificativa.

Nesta segunda-feira (23), o jornal Estadão mostrou que os Institutos Villas Bôas, Sagres e Federalista apresentaram o seu Projeto de Nação, O Brasil em 2035. O documento, entre outros pontos, prevê que a classe média deve pagar mensalidades nas universidades públicas

Na última década, a implementação das cotas socioeconômicas e raciais levou para as universidades alunos de perfil socioeconômico mais vulnerável. Pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), de 2018, indica que 70,2% dos alunos estão na faixa de renda mensal familiar per capita de 1,5 salário mínimo. Alunos que cursaram ensino médio em escolas públicas foram maioria absoluta (64,7%) – os que cursaram em particulares representaram 35,3%.

Nas redes sociais, entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) criticaram a proposta. “Nós não vamos pagar nada! Uma educação pública, gratuita e de qualidade é direito assegurado pela nossa Constituição!”, escreveu a UNE nas redes sociais.

Também pelas redes sociais, a líder do PSOL na Câmara, a deputada Sâmia Bomfim (SP) rebateu o argumento que embasa a PEC. “Contra as mentiras daqueles que querem destruir a universidade pública e gratuita, espalhe a verdade: maioria dos estudantes das universidades federais é de baixa renda! #PEC206Não”, escreveu a parlamentar, no Twitter.

Relator da proposta, Kataguiri considera a repercursão da PEC “excelente”. “Quanto mais debatido for esse projeto, melhor. Mesmo porque ainda tem 40 reuniões de comissão especial se for aprovado”, disse o deputado ao Estadão/Broadcast. Afirmou também que ainda precisa sentir o clima do plenário para saber se o projeto pode avançar mesmo em ano eleitoral.

Kim Kataguiri votou a favor de admitir a PEC

Peternelli afirma que, para garantir a gratuidade aos que necessitam, comissões de avaliação precisariam criar cadastros de pessoas que terão esse direito. O MEC, por sua vez, deverá estabelecer de faixas de valores mínimos e máximos. “Idealmente, o valor máximo das mensalidades poderia ser a média dos valores cobrados pelas universidades particulares da região e o valor mínimo seria 50% dessa média. Mas isso será objeto de ulteriores estudos”, complementa o deputado.

O relator da proposta, em dois pareceres, votou a favor da PEC – ou seja, pela constitucionalidade, juridicidade, boa técnica legislativa e admissibilidade dela. “Não estamos eliminando o ensino público superior, muito menos na modalidade gratuita. A gratuidade continuará existindo, mas será restrita aos alunos que dela precisam”, defendeu o relator.

Kataguiri disse acreditar que a cobrança de mensalidade de alguns alunos não seja “retrocesso”. “Pelo contrário, trata-se de prestigiar a regra geral de igualdade – esta sim cláusula pétrea – que determina, no que tange às contribuições das pessoas ao Estado, que cada um contribua de acordo com sua capacidade financeira.”

O Sul

Chloé Chloe Signature- Perfume Feminino - Eau de Parfum

 


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Pessoas a partir de 63 anos podem receber a quarta dose contra a Covid em Porto Alegre

 


A prefeitura irá ampliar, a partir desta quarta-feira (25), o público apto a receber a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em Porto Alegre. A imunização estará disponível para pessoas com 63 anos ou mais vacinadas com a terceira dose até 24 de janeiro, ou seja, há pelo menos quatro meses.

A mudança segue orientação do Ministério da Saúde, que anunciou a ampliação para idosos a partir de 60 anos. Por conta do grande público, foi necessário realizar escalonamento.

Na última sexta-feira (20), a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) abriu a imunização para pessoas a partir de 65 anos. A abertura para o restante da faixa etária (60, 61 e 62 anos) dependerá das quantidades disponíveis de doses em estoque.

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, deve ser utilizado o imunizante da Pfizer/BioNTech, Janssen ou Oxford/Astrazeneca. A aplicação irá ocorrer no Shopping João Pessoa e em 22 unidades de saúde, seis delas com atendimento até as 21h (Álvaro Difini, Belém Novo, Campo da Tuca, Navegantes, São Carlos e Tristeza).

Para receber a quarta dose, é necessário apresentar documento de identidade com CPF e a carteira de vacinação com o registro das três doses.

O Sul

Em noite de Rodrigo Dourado, Inter goleia time equatoriano por 5 a 1 e avança na Sul-Americana

 


O Inter fez o trabalho de casa e avançou para as oitavas de final da Copa Sul-Americana. A vaga foi garantida após o Colorado golear o 9 de Octubre (Equador) por 5 a 1, na noite desta terça-feira (24) no Beira-Rio, em Porto Alegre. O Inter  aguarda o sorteio para saber a data e o adversário das oitavas de final da competição. A próxima partida da equipe colorada será em casa pelo Brasileirão, onde enfrenta o Atlético-GO, às 20h, na próxima segunda-feira (30).

Com o resultado o Colorado chegou aos 12 pontos, garantindo a primeira posição do Grupo E da competição continental. O Inter nem precisou contar com o resultado do Guaireña, que ficou no empate contra o Independiente Medellín, para avançar na Sul-Americana.

Logo aos 8 minutos a equipe brasileira abriu o placar com Rodrigo Dourado, de cabeça, após cobrança de escanteio de De Pena. Mas 2 minutos depois os equatorianos igualaram tudo com Caicedo, que cabeceou após cruzamento de Mauro da Luz.

Mesmo procurando mais a vitória, o Inter só conseguiu voltar a ficar na frente no segundo tempo. Aos 3 minutos Taison cruzou, a bola passou por Bruno Mendez e Dourado não perdoou. Mas a tranquilidade só veio aos 20 minutos, quando Edenilson mandou para a área adversária e Orlin Quiñónez fez contra.

Aos 30 minutos a dupla Taison e Dourado voltou a entrar em ação, com o camisa sete mandando para o volante marcar de cabeça. Sete minutos depois deu tempo para Estevão deixar o seu.

Após a partida, Rodrigo Dourado comentou a boa atuação da equipe: “Muito feliz pelos gols, era um jogo difícil para nós e precisávamos da vitória. Uma noite iluminada para mim. Três gols é muito difícil para um volante”. O jogador também falou sobre possível injustiça da torcida: “Não. É normal. Faz parte do torcedor. Antes do Mano Menezes chegar, eu vinha jogando pouco e mesmo assim era o mais vaiado. Só jogando poderia mudar essa situação. Espero poder manter isso”.

Ficha técnica

Inter: Daniel; Bustos (Heitor), Bruno Méndez, Vitão e Renê; Dourado (Gabriel), De Pena, Edenilson e Mauricio (Taison); Wanderson (Estevão) e David (Cadorini). Técnico: Mano Menezes.

9 de Octubre: Recalde; Medina, Becerra, Cisneros e Glendys Mina; Vernaza, Chávez (Saltos), Esterilla e Mauro da Luz; Mojica (Orlín Quiñonez) e Caicedo. Técnico: Juan Carlos León.

O Sul

Grêmio goleia o Glória de Vacaria por 5 a 0 e conquista o tricampeonato da Recopa Gaúcha

 


Na noite desta terça-feira (24), o Grêmio conquistou mais um título estadual nesta temporada. Com uma equipe alternativa, a equipe comandada pelo técnico Roger Machado viajou a Vacaria, no interior do Rio Grande do Sul, para enfrentar o Glória, em partida válida pela decisão do título da Recopa Gaúcha. Com gols assinalados por Elkeson, Campaz, Janderson, Jhonata Varela e Ricardinho, o Tricolor venceu os donos da casa por 5 a 0.

Primeiro tempo

Os minutos iniciais foram com ambas as equipes estudando o jogo e buscando o campo de ataque. A primeira chance foi adversária, logo aos 5 minutos, com um chute de longa distância de Vitor, que pegou o rebote de uma defesa de Brenno e arriscou, levando perigo a meta tricolor. Mas de imediato, o Grêmio respondeu com efetividade: Janderson desceu pela direita e fez um cruzamento rasteiro na área para Elkeson, que se esticou e empurrou para o fundo das redes, abrindo o marcador, com 7’ jogados.

Com muita disputa nas jogadas, a partida passou a ficar tensa e truncada, mas com uma leve superioridade tricolor. Passados 21’, foi a vez de Campaz cobrar um escanteio, colocando a bola na marca penal, mas a zaga do Glória fez o corte. Seis minutos depois, Thiago Rosa deu um passe para Elkeson mais à esquerda, invadindo a área – o atacante recebeu e finalizou, mas mandou por sobre o gol.

Aos 33’, o Grêmio se lançou para o ataque com Janderson acionado na direita, mas a bola correu demais e acabou saindo pela linha de fundo. Logo em seguida, Campaz carregou pela esquerda e cruzou na área, mas ninguém conseguiu alcançar e completar a gol.

Já o Glória tentou uma reação com 38 minutos, em uma oportunidade de bola parada, em falta da intermediária de ataque. Gabriel Grando saiu do gol e fez a defesa da cobrança de Germano.

Na reta final, o Grêmio chegou com Janderson dentro da área, que tentou passar pela marcação de Vitor, mas foi derrubado com falta. Pênalti bem assinalado. Na cobrança, Campaz foi certeiro e estufou as redes adversárias, mandando no meio, no alto, com 45 minutos jogados.

Segundo tempo

O Tricolor voltou a campo com a mesma formação para a etapa complementar.

Com 8’ jogados, o time do interior do estado chegou com perigo com um chute de fora da área de Baggio, que obrigou Gabriel Grando a voar para fazer a defesa e espalmar por sobre a meta.

O técnico Roger Machado fez sua primeira mudança passados 12’, quando Kannemann deixou o campo para a entrada de Heitor.

Foi aos 17 minutos, que o Tricolor conseguiu ampliar a contagem com um golaço. Campaz colocou na área e Janderson mandou de bicicleta, balançando as redes adversárias e assinalando o terceiro gol gremista.

Mais duas alterações foram feitas: Elkeson e Sarará deram lugar a Ricardinho e Jhonata Valera, aos 20’.

Não demorou para nascer o quarto gol do Tricolor, passados 24 minutos. Em uma jogada bem trabalhada, Campaz deu um passe em diagonal para Janderson, que fez a progressão e encontrou Jonatha Varela na direita. O meia recebeu e finalizou direto para o fundo das redes.

As últimas modificações na equipe foram feitas: Janderson e Thiago Santos saíram para Kevin e Fernando Henrique, aos 26’.

Foi aos 35’, que Ricardinho ampliou a contagem no Estádio Altos da Glória. O atacante recebeu na esquerda e chutou cruzado, na saída do goleiro, marcando o quinto gol gremista.

Ficha técnica

Grêmio

Gabriel Grando; Rodrigues, Natã e Kannemann (Heitor); Sarará (Jhonata Varela), Thiago Santos (Fernando Henrique), Benítez, Campaz e Thiago Rosa; Janderson (Kevin Quejada) e Elkeson (Ricardinho) Técnico: Roger Machado.

Glória

Samuel; Marcão, Igor Douglas e Vitor; Vacaria (Bruno Cruz), Baggio (Felipe Klein), Tcharles (Biel) e Germano; Paulista (Francis) e João Paulo (Rafael Gelatti) Técnico: Alê Menezes

Arbitragem

Roger Goulart, auxiliado por Otávio Legramanti e Conrado Bittencourt Berger.

O Sul

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Atirador mata ao menos 19 crianças e professora em escola no Texas, nos Estados Unidos



Um tiroteio em uma escola de ensino fundamental no Estado do Texas, nos Estados Unidos, deixou 19 crianças mortas, além de uma professora e um outro adulto nesta terça-feira (24), informaram as autoridades americanas.

Em entrevista coletiva, o governador Greg Abbott havia dito inicialmente que 14 crianças haviam morrido.

Mais tarde, o senador texano Roland Gutierrez disse em entrevista à TV americana que mais quatro crianças morreram no ataque, elevando a cifra para 18. Além disso, ele disse que o total de adultos mortos chegou a três. Não está claro se o criminoso, morto no local, faz parte desta contagem.

O incidente foi registrado na escola Robb Elementary, na cidade de Uvalde, a 130 km de San Antonio.

Por fim, um porta-voz do Departamento de Segurança Pública do Texas informou no final da noite desta terça que o total de crianças mortas é de 19. Mais dois adultos também foram mortos.

O incidente foi registrado na escola Robb Elementary, na cidade de Uvalde, a 130 quilômetros de San Antonio. O caso já é considerado como o mais mortal dos EUA desde o massacre na escola Sandy Hook, em Connecticut, que deixou 26 pessoas mortas – 20 crianças entre 6 e 7 anos e seis adultos – em 2012.

Por enquanto, sabe-se que as crianças mortas são do 2º, 3º e 4º ano do colégio. A escola, uma “elementary school”, recebe alunos de 5 a 10 anos. O criminoso foi identificado pelas autoridades como Salvador Roma, de 18 anos.

Até o início da madrugada desta quarta (25), não havia informações sobre as motivações do ataque. Informações divulgadas pela imprensa americana dão conta de que o assassino teria atirado contra a sua própria avó antes de se dirigir para a instituição de ensino.

Além das mortes, estudantes deram entrada em um hospital da região com ferimentos e o banco de sangue da cidade fez um pedido para doações. Uma criança e uma mulher de 62 anos precisaram ser transferidas para uma cidade vizinha, para um centro de saúde especializado em traumas.

Ataque

No começo da tarde desta terça, por volta do meio dia, a polícia de Uvalde respondeu a um chamado na escola de ensino fundamental Robb Elementary.

Eles isolaram a área e pediram que os pais dos alunos aguardassem a liberação e entrega organizada dos estudantes em um local seguro.

Nos EUA, o ano letivo termina em junho, quando começam as férias de verão, e a escola Robb Elementary estava em sua última semana de aulas.

Crime comum

Tiroteios em massa têm se tornado mais comuns nos EUA e o número de casos como esse tem aumentado nos últimos anos.

Em 2021, foram 34 ataques em escolas, o maior número registrado desde 1999 – quando iniciou a série histórica –, segundo levantamento do jornal “The Washington Post”.

Não há um balanço oficial do governo americano que registre o número de ataques com armas em escolas do país.

Desde que assumiu a presidência dos EUA, Joe Biden tem advogado contra a venda de armas e pede maior controle federal sobre o tema.

Há duas semanas, um atirador matou 10 e deixou 3 feridos em um supermercado da cidade de Buffalo, no Estado de Nova York.

No ano passado, Biden chegou a apresentar uma proposta limitando o acesso, mas o assunto no país é bastante polarizado e o direito de portar armas está na 2ª Emenda da Constituição americana.

Manifestações

Após mais esse episódio de violência com armas de fogo, o presidente norte-americano fez um discurso incisivo contra o setor de armas em seu país. “Sabemos que há tragédias, mas precisamos lidar com o banimento dessas armas”, disse.

Biden também criticou a indústria bélica, afirmando que “fabricantes de armas trabalham para lucrar ainda mais e vem sendo assim nos últimos 20 anos. Nós precisamos nos erguer contra esse setor”.

Relembrando sua trajetória na política e seu posicionamento antiarmamentista, o presidente declarou estar “exausto”. E complementou: “não me diga que não podemos ter um impacto nessa carnificina”. Ele criticou ainda o lobby de armas no país, defendendo que “é hora de agir”.

Comparando a situação dos Estados Unidos com a de outros países, o chefe de Estado contestou a frequência de ataques semelhantes ao desta terça no território americano.

“Esse tipo de massacre não acontece com a frequência que acontece nos Estados Unidos. Por que? Por que temos que viver com essa carnificina?”, questionou.

O democrata finalizou o pronunciamento pedindo orações pelas vítimas. “Que Deus abençoe as almas inocentes que hoje partiram, neste dia trágico. Que Deus aqueça o coração daqueles que sofrem no momento, porque eles precisarão de muita ajuda e muita de nossas orações”, declarou.

A vice-presidente, Kamala Harris, também comentou o ataque. “Toda vez que uma tragédia como essa acontece, nossos corações se partem e nossos corações partidos não são nada comparados aos corações partidos dessas famílias. E, no entanto, continua acontecendo”, afirmou.

“Basta. Como nação, temos que ter a coragem de agir e entender o nexo entre o que faz uma política pública razoável e sensata para garantir que nada como isso aconteça novamente”, continuou Kamala.

O Sul