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Comentário de Milton Neves sobre Elon Musk

 


Bolsonaro diz que acordo com Musk é “início de um namoro” e não informa detalhes, prazos nem valores

 


Sem dar detalhes, prazos e custos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, falaram sobre o projeto da Starlink, que vai conectar à internet 19 mil escolas na zona rural do país, além de monitorar a Amazônia, durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (20). Segundo Bolsonaro, o acordo com Elon Musk é como o “início de um namoro”. Nenhum contrato foi firmado.

“É a primeira vinda aqui, um primeiro contato, o início de um namoro. Tenho certeza que vai acabar em casamento brevemente. Ele é uma pessoa bastante objetiva e quer concretizar o seu sonho de forma mais rápida possível”, afirmou o presidente.

O programa “Conecta Amazônia” foi anunciado pelo bilionário, que se encontrou com o Bolsonaro em um hotel de luxo em Porto Feliz (SP), nesta manhã. A reunião teve como assunto principal as iniciativas tecnológicas para a proteção da Amazônia, incluindo o uso de satélites para levar internet e monitoramento do desmatamento na região.

Faria já havia tido uma reunião com Musk sobre o mesmo assunto em novembro de 2021, quando houve o convite. O encontro desta sexta-feira deveria ter ocorrido em 19 e 30 de março, mas foi adiado em função da guerra na Ucrânia. “Nós seguramos a informação por questão de segurança”, explica o ministro.

De acordo com ele, Musk tem autorização para colocar 40 mil satélites em cima da Amazônia, mas nenhum contrato foi assinado até o momento. “Se o governo brasileiro puder ter as informações [dos satélites] para poder agir, será bem melhor”, reforça.

Faria explicou que o bilionário tem dois satélites lançados e autorização para mais 40 mil. “Ele precisa instalar uma ‘porta de entrada’ para a região norte e a empresa está correndo para isso. Ele vai definir a data, mas nos próximos meses isso deve ocorrer”.

Durante a coletiva, o ministro lembrou ainda de um sonho de Musk de ajudar escolas sem internet e em lugares diferentes.

“É uma pessoa que nunca criticou a Amazônia, sem nunca conhecer, como muitos fizeram. Ele veio para aqui para conhecer a verdade, para saber o que é a Amazônia”.

O Brasil já tem mecanismos tecnológicos para monitoramento da Amazônia. Desde 1988, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, recebe e processa os dados sobre perda de floresta. As imagens são obtidas via satélite e o nível de precisão é de 95%, segundo o próprio instituto.

Especialistas ouvidos pelo g1 apontam que Amazônia não precisa dos satélites de Musk, mas de fiscalização. Já nas escolas sem conexão com a internet, o problema também é a falta de computadores.

Já o presidente falou que, com a ajuda dos satélites de Musk, iria por um “ponto final” nas questões de incêndio, focos de calor e desmatamento ilegal na região.

“A Amazônia está no coração do mundo inteiro. E esse é o oferecimento dele, inclusive, levar internet para toda a região. Isso é muito bem-vindo. E, com isso, se mostra para o mundo a verdade sobre aquela região tão cobiçada, e não é de hoje, por outros países. Ao se levar a verdade, vamos mostrar que a Amazônia é preservada”, explica Bolsonaro.

Dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) detectaram a derrubada de 1.197 km² de floresta na Amazônia em abril, 54% a mais do que o registrado no mesmo mês de 2021.

“Com isso, a região teve o pior abril dos últimos 15 anos, desde que o instituto iniciou o monitoramento por satélites, em 2008. A área de floresta do tamanho da cidade do Rio de Janeiro foi posta abaixo no bioma”, avalia o Imazon.

Ainda durante a coletiva, Bolsonaro disse que falou com Musk sobre a bateria de nióbio, mas que isso não está no radar do empresário.

O Sul

Supremo tem maioria para invalidar lei que acaba com prisão disciplinar de policiais e bombeiros

 


O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (20) maioria de votos pela invalidação de uma lei que acaba com a pena de prisão disciplinar para policiais militares e bombeiros. A lei foi aprovada em 2019 pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A ação analisada pelo STF foi apresentada pelo governo do Rio de Janeiro. O tema está em julgamento no plenário virtual, no qual os ministros inserem o voto no sistema eletrônico. O prazo para a inserção acabou nesta sexta-feira.

Voto do relator

A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, Ricardo Lewandowski.

Para Lewandowski, a forma de elaboração da lei não seguiu a Constituição por ter sido proposta por parlamentares. Quando se trata do regime jurídico de servidores militares estaduais e distritais, os precedentes do STF são no sentido de que a iniciativa cabe a governadores.

“Não há como deixar de concluir que, na espécie, está-se diante de patente usurpação da iniciativa legislativa dos governadores”, afirmou o ministro.

O relator ressaltou ainda que a Constituição autoriza a prisão de militares, por determinação de seus superiores hierárquicos, caso não obedeçam a regras específicas do regime jurídico. A Constituição também restringe o uso do habeas corpus para militares.

Lewandowski também entendeu que o conteúdo da lei viola a Constituição porque, conforme o ministro, as forças militares estaduais se subordinam aos governadores e são reconhecidas pela Constituição como forças auxiliares e reserva do Exército, tendo regime diferenciado.

“Os servidores militares estaduais e distritais, à semelhança dos integrantes das Forças Armadas, submetem-se a um regime jurídico diferenciado, o qual se distingue daquele concernente aos servidores civis”, escreveu.

“Dada a alta relevância de sua importante missão, afigura-se perfeitamente compreensível que o constituinte de 1988 lhes tenha reservado um regime dotado de peculiaridades próprias, condizentes com o exercício da sensível função de ‘braço armado’ estatal, diferenciando-se, portanto, da categoria dos servidores civis, os quais não respondem – ao menos diretamente – pela manutenção da paz e ordem social”, completou.

Outros votos

Acompanham o relator os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso.

Moraes, por exemplo, afirmou que legisladores não podem “descaracterizar” o perfil constitucional das instituições nem separar da Constituição o trecho que permite a prisão disciplinar.

Dias Toffoli, por sua vez, escreveu que a Constituição “não repudiou a pena de prisão de militares pelas transgressões disciplinares, pelo contrário”.

“A Constituição da República autorizou, de forma expressa, a prisão de militares pela transgressão das regras a que estão sujeitos por determinação de seus superiores hierárquicos”, escreveu.

Gilmar Mendes ressaltou que a Constituição prevê regime diferenciado para policiais militares e bombeiros.

O Sul

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Onda de frio no País pode impactar a produção de milho e feijão

 


A onda de frio que atingiu praticamente todo o País nesta semana do mês de maio ainda não trouxe danos expressivos na lavoura até o momento, segundo Miguel Ivan Lacerda, diretor do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). No entanto, não estão descartados possíveis impactos à produção de milho e de feijão, que somente devem ser levantados daqui a uma semana. Em entrevista à Rádio Eldorado nesta sexta-feira (20), Lacerda disse que acompanha diariamente os efeitos das baixas temperaturas na agricultura do País.

Perda total não foi registrada, mas segundo o diretor do Inmet há registro de redução em hortaliças, café, cana-de-açúcar e algumas frutas, que o período das plantas está mais suscetível. “No entanto, hoje estamos mais preocupados com a produção de milho e do feijão. E essa avaliação sobre o impacto no milho e no feijão só vamos conseguir fazer daqui uma semana”, estima.

“A gente tem acompanhado diariamente o impacto na lavoura junto aos técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Inmet e por enquanto o impacto não foi tão grande, mas temos que aguardar até a semana que vem para ver como será no fim de semana, principalmente no leste do País e nos Estados do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, afirma Lacerda.

Para Lacerda, por menor que seja a redução, o consumidor pode ser impactado. “Quando se tem uma redução da oferta total, você tem um deslocamento do preço. No ano passado, teve uma série de geadas que impactaram muito o preço do café, principalmente no Estado de Minas Gerais. Por outro lado, desta vez, o impacto no café não será tão grande porque já houve esse impacto anterior, nas plantas que já sofreram de geada. Foram trocadas ou estão em recuperação. Mas na cana-de-açúcar, podemos ter impacto até no preço da gasolina, por ter parte misturada com etanol”, avalia ele. Além disso, algumas hortaliças como alface e brócolis também são impactadas pela alta de preços.

Com a variação da geada, o preço da carne também sofre reajuste. “A geada resseca o capim, tendo a exigência de colocar o boi em confinamento mais cedo. Como houve aumento grande de produtos como milho e soja, por isso, a preocupação com o milho, o custo para a produção da carne fica maior”, disse o diretor do Inmet.

Além das regiões Sudeste e Sul, as baixas temperaturas nestes dias de maio foram sentidas em localidades geralmente mais quentes do Centro-Oeste do País e na Bahia, no Nordeste. Existe atenção também com relação à produção da lavoura no Mato Grosso, por exemplo. “O frio chegou até quase o norte do Mato Grosso. O frio atingiu o Goiás e parte do sul da Bahia. Também parte do Espírito Santo. No Distrito Federal, tivemos recorde histórico de frio. A última vez que medimos uma temperatura tão baixa foi em 1975”, disse ele.

A partir deste fim de semana até quarta-feira (25), as temperaturas vão subir nos Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste atingidos pela frente fria. No entanto, a tendência de mudanças climáticas que podem causar eventos extremos com mais persistência exige maior investimento em meteorologia. “É preciso melhorar a estrutura de meteorologia para avisar o produtor, para que possa se preparar com antecedência. Precisamos melhorar as redes de estações para ter dados específicos sobre as mudanças climáticas. Investir em super computadores para antecipar ao produtores sobre quais são os riscos e como eles podem se preparar. A gente conseguiu prever essa onda de frio com antecedência de 15 dias, mas o investimento em meteorologia vai reduzir ainda mais esse risco climático para a agricultura”, afirma Lacerda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Receita Estadual deflagra operação para recuperar 44 milhões de reais em ICMS devido aos cofres públicos

 


A Receita Estadual deflagrou, nesta sexta-feira (20), a Operação Concorrência Leal VII, voltada à notificação de empresas devedoras contumazes que, conforme cruzamento de dados, deixam de recolher de maneira recorrente o ICMS declarado. A ação ocorreu de forma simultânea em Porto Alegre e outros nove municípios do interior do Estado. O valor de ICMS devido aos cofres públicos é estimado em mais de R$ 44 milhões em dívidas não regularizadas.

Ao todo, a operação deflagrada nesta sexta teve como alvo dez contribuintes dos setores de supermercados, fabricação de alimentos e materiais de limpeza, vestuário e artefatos para calçados, dos quais seis são indústrias, um é atacadista e três são varejistas. Os alvos atuam nos municípios de Alvorada, Antônio Prado, Campo Bom, Canoas, Estância Velha, Gravataí, Porto Alegre, Sananduva, Santo Ântônio da Patrulha e São Leopoldo.

Conforme os cruzamentos de dados e sistemas de inteligência do fisco gaúcho, alguns dos devedores têm indício de não recolhimento intencional do ICMS declarado em Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) e Escrituração Fiscal Digital (EFD). São empresas que estão em plena atividade, com faturamento regular, e que declaram o imposto devido, mas não efetuam o pagamento ao erário de forma contumaz, por longos períodos. Normalmente a forma de atuação envolve a abertura de outros CNPJs em nome de interpostas pessoas.

A Receita Estadual está atuando de forma especializada na cobrança de devedores, sendo os principais focos a inadimplência do ICMS declarado e os devedores contumazes. “Desde a implantação da cobrança especializada no final de novembro de 2021, já conseguimos diminuir a quantidade de devedores contumazes em aproximadamente 20%”, afirma Lisiane Moraes de Azeredo Feix, chefe da Divisão de Recuperação de Créditos. A estratégia faz parte da agenda Receita 2030, que reúne 30 iniciativas para modernização da administração tributária gaúcha.

A ação da Receita Estadual mobiliza uma equipe de 20 auditores-fiscais, cinco técnicos tributários e conta com o apoio da Brigada Militar. O objetivo é, assim como nas edições anteriores, combater a concorrência desleal e garantir o correto pagamento do imposto devido por parte das empresas. Segundo o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, os danos ocasionados pelos devedores contumazes à coletividade e à concorrência são significativos. “Além de não efetuarem o pagamento do imposto corretamente, utilizam o dinheiro para autofinanciamento, expansão de atividades, concorrência desleal e acréscimo patrimonial, acabando por desregular o mercado e prejudicar os contribuintes que recolhem corretamente o imposto”, afirma Ricardo.

O Sul

Erradicada há 30 anos, poliomielite volta a assombrar o Brasil em meio à baixa cobertura vacinal

 


Erradicada há 30 anos, a poliomielite volta a ser um risco no Brasil, após queda na taxa de vacinação. Sobreviventes da doença são unânimes: vacina salva e evita as sequelas que o vírus traz. Queda da imunização tem vários fatores e ocorre desde 2015. Especialista diz que faltam campanhas para incentivo em massa.

O que parecia ser um passado enterrado, voltou a assombrar. Em meio à baixa taxa de vacinação contra a poliomielite no país, especialistas são unânimes: a doença pode voltar. A poliomielite atingiu cerca de 26mil crianças entre 1968 e 1980. E as que sobreviveram garantem que tomar a vacina faria toda a diferença. A queda na imunização é um marco lamentável para a história do país hoje.

Sandra Ramalhoso tinha apenas três meses quando começou a ter febre. O ano era 1963. Depois do diagnóstico da poliomielite, foram várias as tentativas de salvar a criança: ela chegou a usar um pulmão de aço – um equipamento cilíndrico que permite respirar em casos de paralisia dos músculos.

“Minha mãe conta que eu parecia um trapo um pano, não tinha forças, não sustentava minha cabeça, não mexia os braços nem pernas.”

A paralisia atingiu as pernas de Sandra, e ela também tem dificuldades em mover os braços. Depois de sobreviver, foram anos para tratar a doença: cirurgias, fisioterapias, exercícios. Na adolescência, usou duas órteses, e apenas depois das muletas é que aprendeu a subir e descer escadas.

“Eu, como mulher, como vocês imaginam que eu usava absorventes? Frequentava escolas? São coisas que as mães, os pais não pensam no risco que seus filhos estão correndo? Risco dessa doença voltar, de trazer novos casos. Eu fico pensando: como você não evita uma doença sabendo que ela evitável?”, lamenta.

Apesar de já ter vacina disponível anos antes, foi apenas nos anos de 1980 que o Ministério da Saúde lançou a primeira campanha oficial contra a doença. A taxa, no entanto, vem caindo desde 2015 e chegou a 67,8% no ano passado.

Antes da vacina, em 1953, Zilda Reis conta que viu a filha cair e não levantar mais. Era poliomielite. O diagnóstico veio depois de dez mil cruzeiros gastos em consultas. Na época, quando o médico disse que a filha não iria mais andar, Zilda nem sequer conhecia o vírus.

“Com dois anos de doença, ela começou a mexer os dedinhos do pé. No dia que ela mexeu, eu agradeci tanto. Era um sinal que estava voltando aos pouquinhos. Eu sei que para mim, era um sofrimento. O sofrimento é eterno”, lembra.

Um sofrimento eterno inclusive para Josete Lacerda, que contraiu a doença em 1967, quando já dava os primeiros passos. As sequelas permanecem até hoje, e desde 2015, Josete tem a chamada síndrome pós-polio, uma síndrome que após um período de estabilização, pode provocar nova perda das funções musculares.

“Comecei a apresentar essa fraqueza, a busca por esse diagnóstico que foi uma luta muito grande. O conhecimento ainda é muito pouco. Porque realmente nós fomos esquecidos.” E ela também tem um recado: “Só quem teve pólio, só quem sofre as consequências da pólio sabe o que é esse vírus por falta de uma gota. Se eu tivesse tomado uma gotinha, eu não estaria hoje numa cadeira de rodas.”

Os fatores para a queda da vacinação são variados: movimentos antivacina, circulação de notícias falsas, mas principalmente ausências de campanha de vacinação em massa.

O pesquisador Fernando Verani, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, avalia que faltam incentivos. O problema, segundo ele, é que os casos podem chegar por outros se o Brasil não estiver com mais de 95% de cobertura vacinal – como ocorreu com o sarampo, erradicado em 2016, mas que voltou dois anos depois. Mas o pesquisador garante: ainda dá tempo de evitar o pior – se as campanhas aumentarem.

“O fato de não haver poliomielite não quer dizer que não podemos ter se pararmos de vacinar. Sim, podemos. Ainda há tempo de se reverter se começarmos ontem. O Brasil tem uma estrutura do SUS fabulosa, jamais podemos esquecer disso, é preciso mobilizar. Falta uma política que foque em estratégias mais concretas do que foram feitas no Brasil e deram resultado.”

A luta, agora, é para evitar que o Brasil caminhe os mesmos passos de Israel ou Malawi, onde a doença estava erradicada, mas voltou a registrar casos neste ano por causa da baixa vacinação. A campanha aqui, no entanto, ainda enfrenta desafios: por meses o Programa Nacional de Imunizações ficou sem um chefe titular, desde que a coordenadora se demitiu em julho do ano passado. Uma nova coordenadora só foi nomeada em abril. Além disso, a pasta diminuiu entre 2020 e 2021 o gasto com publicidade para vacinação contra a poliomielite. E o alerta continua. As informações são da rádio CBN.

O Sul

Conjunto de Jarra 1L e Copos 300ml de Vidro Haus - Pavillion 7 Peças

 


Na hora de servir sua família e amigos com todo requinte e maestria que eles merecem, contar com os utensílios adequados para cada ocasião faz toda a diferença não é mesmo? Por isso vale a pena conferir o Conjunto de Jarra e Copos Pavillion da Haus. Composto por 1 jarra com capacidade de 1 litro e 6 copos com capacidade de 300ml, totalizando 7 peças, trata-se de um conjunto feito de vidro que certamente deixará seus convidados encantados pela delicadeza das peças.

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Oposição trabalhista vence eleição na Austrália; primeiro-ministro reconhece derrota

 



Oposição trabalhista vence eleição na Austrália; primeiro-ministro reconhece derrota
O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, reconheceu neste sábado a derrota de seu partido nas eleições gerais do país. A coalizão do Partido Trabalhista, de Anthony Albanese, obteve maioria dos votos e deve liderar a formação de uma nova administração, que põe fim ao governo conservador após nove anos.

Fonte: https://twitter.com/i/events/1528010327962488832