Torcidas organizadas da dupla Grenal podem voltar aos estádios

 


Um mês após terem sido suspensas devido a episódios de violência ocorridos em clássicos Grenal disputados em março pelo Gauchão, oito torcidas organizadas de Grêmio e Inter estão liberadas para voltar aos estádios.

A suspensão foi revogada pelo juiz Marco Aurélio Martins Xavier, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos de Porto Alegre, após audiências de conciliação. O magistrado atendeu a um pedido do Ministério Público.

As torcidas liberadas são: Super Fico, Nação Independente, Força Feminina e Camisa 12, do Inter; Geral, Torcida Jovem, Garra Tricolor e Rasta, do Grêmio.

“A medida de proibição de funcionamento alcançou o seu objetivo, que foi o de neutralizar o funcionamento dos festejos, essência da torcida organizada, diante da ocorrência de atos de violência e criminalidade, incompatíveis com a festa”, afirmou o magistrado.

Segundo ele, “houve apaziguamento do ambiente dos estádios durante a suspensão, o que revela colaboração das organizadas”.

As torcidas já podem voltar a ostentar faixas, camisas, instrumentos musicais e outros sinais de identificação.

O Sul

Governo anuncia bloqueio de 8 bilhões de reais em gastos e reduz orçamento dos ministérios

 


O Ministério da Economia anunciou na sexta-feira (20) um bloqueio adicional de gastos de R$ 8,2 bilhões no orçamento deste ano, o que irá reduzir ainda mais as verbas destinadas aos Ministérios.

O contingenciamento, divulgado por meio do relatório de receitas e despesas do orçamento de 2022, tem por objetivo cumprir a regra do teto de gastos — pela qual a maior parte das despesas não pode subir acima da inflação do ano anterior.

O bloqueio, realizado nos gastos “livres” (que podem ser ajustados pelo governo), se fez necessário porque houve aumento da estimativa com gastos obrigatórios.

Houve crescimento de R$ 4,8 bilhões para o pagamento de sentenças judiciais, de R$ 2 bilhões com o Proagro e de R$ 2,3 bilhão com o plano Safra, entre outros. Também houve redução de algumas despesas, em R$ 900 milhões, o que fez o bloqueio ficar em R$ 8,2 bilhões.

As áreas onde as restrições serão implementadas ainda não foram detalhadas e deverão constar em um decreto presidencial, a ser editado até o fim do mês.

Segundo o secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, o bloqueio deve ser realizado nas despesas discricionárias (custeio e investimento dos ministérios) ou em emendas de comissão ou de relator.

Ainda, de acordo com Colnago, a tendência é que o corte se concentre nas despesas discricionárias, preservando as emendas. Ele afirma ainda que o orçamento de nenhum ministério será “estrangulado”.

“Vamos olhar os ministérios, os que estão com mais dificuldade orçamentária, Economia é uma delas, e buscar preservar dentro do possível [o orçamento] dos que estão com mais dificuldade”, disse.

Esse é o segundo bloqueio no orçamento de 2022. O primeiro, realizado em março deste ano, foi de R$ 1,72 bilhão e contemplou as emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”.

O bloqueio adicional de R$ 8,2 bilhões equivale a cerca de 6,2% das chamadas despesas discricionárias dos ministérios, ou seja, dos gastos “livres” do governo (sobre os quais o Executivo tem controle). Os gastos livres equivalem a 7,4% das despesas primárias totais.

A maior parte do orçamento, em 2022, refere-se aos gastos obrigatórios, que não podem ser bloqueados. Estes equivalem a 92,6% de todas as despesas. Entre os gastos obrigatórios, por exemplo, estão os pagamentos dos salários dos servidores, das aposentadorias do INSS e do seguro-desemprego.

Reajuste de servidores

O bloqueio orçamentário ainda não contempla, segundo a área econômica, a abertura de espaço para conceder reajuste aos servidores públicos.

Permanece, até o momento, uma reserva de R$ 1,7 bilhão no orçamento para esses reajustes, mas as indicações são de que serão necessários mais recursos.

Deste modo, assim que anunciado, o aumento para o funcionalismo público achatará ainda mais as despesas dos ministérios.

A decisão sobre os aumentos tem de ser tomada até o fim de junho. O prazo está na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A proposta em debate embute um aumento de 5% para todos servidores, considerada “insuficiente” por representantes dos servidores.

Várias categorias de funcionários públicos têm realizado manifestações nas últimas semanas e, algumas delas, como os servidores do Banco Central, e do INSS, estão em greve.

Nesta semana, Bolsonaro afirmou que o governo tem se esforçado para arrumar um espaço no orçamento e contemplar os servidores públicos. E sinalizou que pode propor um aumento maior para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

“Têm várias propostas para atender a PRF, não estou dizendo que vai acontecer. Para chegar no mesmo nível do agente da PF [Polícia Federal]. Bem como o pessoal do Depen, que tá ganhando bem lá embaixo. Se não me engano, o teto deles é R$ 7 mil. A ideia é dar 50% [de aumento]. Está acontecendo um impasse das categorias porque todas querem mais. Não tem dinheiro”, declarou ele.

O Sul

Conjunto de Frigideiras Brinox Cerâmica - Ceramic Life Optima Cinza e Vermelho 2 Peças

 


Nada melhor do que contar com utensílios de qualidade na hora de cozinhar para nossa família ou amigos. Por isso vale a pena conferir o Conjunto de Frigideiras Ceramic Life Optima da Brinox. Feitas em alumínio com revestimento cerâmico, essas belíssimas frigideiras cinza e vermelho proporcionam um cozimento uniforme de seus alimentos e são muito fáceis de lavar. A decoração interna da peça representa a delicadeza e dedicação de quem cozinha com amor. Possuem cabo antitérmico, permitindo o manuseio com total segurança. Esta embalagem acompanha 2 peças.

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Dólar fecha a semana a 4 reais e 87 centavos na venda

 


Afora uma alta pontual na primeira hora de negócios, o dólar trabalhou em baixa firme durante todo o pregão nesta sexta-feira (20). Com a piora do sentimento externo, terminou a sessão em queda de 0,87%, a R$ 4,8740 – abaixo de R$ 4,90 desde 25 de abril e no menor nível desde o dia 22. A divisa encerra a semana com perdas 3,63% e passa a acumular desvalorização de 1,39% em maio. No ano, a baixa é de 12,59%.

O anúncio de estímulos monetários na China, que dá novo alento às perspectivas para os preços das commodities, fez com que o real e seus pares emergentes se livrassem da onda global de aversão ao risco detonada por temores de recessão nos EUA.

Operadores voltaram a relatar entrada de capital externo para a bolsa doméstica, com investidores em busca de ativos ligados a commodities, e desmonte de posições defensivas no mercado futuro.

“Ao contrário dos Bancos Centrais do mundo, que vêm subindo taxa de juros, a China cortou suas taxas para dar mais força à economia. Isso gera expectativa de aumento de consumo de commodities e traz um clima mais positivo para o Brasil, hoje mais sensível a mudanças na China do que no mercado americano”, afirma o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni.

Ibovespa

Em semana ruim para os índices de Nova York, que acumularam perdas de 2,90% (Dow Jones) a 3,82% (Nasdaq) no período, o Ibovespa conseguiu se desconectar da correção vista por lá e sustentou a segunda semana de recuperação, em alta semanal de 1,46%, vindo de ganho de 1,70% na anterior. Nesta sexta-feira, o índice avançou 1,39%, a 108.487,88 pontos, com giro financeiro a R$ 31,1 bilhões em sessão de vencimento de opções sobre ações. Foi também o segundo dia de alta para o Ibovespa, após ganho de 0,71% ontem. No mês, a referência da B3 volta a subir (+0,57%) e, no ano, avança 3,50%.

Em Nova York, ainda predominam os receios quanto ao comportamento da inflação nos Estados Unidos e o grau de atuação do Federal Reserve para impedir que os preços fujam ao controle. Assim, tanto o S&P 500, durante a sessão mas não no fechamento, quanto o Nasdaq, que já estava na condição, tocam o ‘bear market’, definido como uma queda de ao menos 20% em relação ao pico mais recente – no caso do índice amplo, referente a 4 de janeiro. Dow Jones e S&P 500 tiveram leve reação perto do fim da sessão (+0,03% e +0,01%, respectivamente), enquanto o Nasdaq fechou em baixa de 0,30% nesta sexta-feira.

“No início do ano, ninguém pensava que o S&P 500 estava indo para o território do ‘bear market’, mas a inflação persistente, outro erro de política do Fed e os temores de recessão deixaram os investidores nervosos”, observa em nota Edward Moya, analista de mercado da OANDA em Nova York. Segundo ele, a cautela entre os investidores tende a permanecer, e as vendas de ações a se acentuar, até que o Fed comece a mostrar sinais de que está preocupado com as condições financeiras e que pode parar de apertar (a política monetária) de forma tão “agressiva”.

Ainda assim, a B3 conseguiu se manter a alguma distância da aversão a risco nas últimas duas sessões. “Ontem o Ibovespa já havia conseguido se descolar, com avanço das commodities, o que ajuda Brasil. As notícias que chegam da China são de redução de lockdown, das restrições, com portos sendo reabertos e o de Xangai praticamente funcionando a plena carga, o que já havia ajudado ontem Petrobras, Vale e siderúrgicas na Bolsa”, diz Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master.

A ponta do Ibovespa nesta sexta-feira ficou com IRB (+6,56%), Ecorodovias (+5,48%) e Hypera (+4,98%) – com CSN ON (+4,97%) e CSN Mineração (+3,60%) também entre as maiores altas pelo segundo dia, ainda beneficiadas pelo anúncio sobre recompra de ações. No lado oposto, Méliuz (-5,34%), Petz (-5,17%) e Banco Pan (-3,64%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Inflação de mais de 12% tira carne, leite e óleo do carrinho de supermercado do brasileiro

 


A inflação de mais de 12% acumulada no último ano tem obrigado consumidores a deixar de comprar até produtos mais básicos, segundo mostra um levantamento da empresa de inteligência de mercado Horus. Itens como carne de boi, leite longa vida e óleo estão menos presentes nos carrinhos de supermercado em comparação com abril do ano passado. No mesmo período, também houve aumento no preço médio desses produtos.

A partir da análise de 35 milhões de notas fiscais em todo o Brasil, a Horus verificou que, no mês passado, o leite estava presente em 14,2% dos carrinhos. Em abril de 2021, essa incidência era 1,7 ponto percentual maior, de 15,9%. No mesmo período, o preço médio do litro passou de R$ 4,29 para R$ 7,25 – um aumento de quase 69% em um ano, ainda de acordo com a pesquisa.

O cenário é semelhante para o óleo e para a carne bovina: a presença do primeiro nos carrinhos de supermercado passou de 7,1% para 6% em um ano; da segunda, de 5,9% para 5,3%. Ao mesmo tempo, o valor médio do litro de óleo foi de R$ 9,60 para R$ 16,81 (+75,1%), enquanto o quilo da carne saltou de R$ 29,66 para R$ 31,47 (+6,1%).

“A inflação está muito difusa, muito espalhada nos produtos. Vai ficando uma situação difícil para o consumidor, porque vai atingindo aqueles produtos mais básicos. Está tudo muito caro”, disse Luiza Zacharias, diretora de Novos Negócios da Horus.

Incidência nos carrinhos  (abr/21 – abr/22)

  • Leite longa vida: 15,9% – 14,2%
  • Óleo de cozinha: 7,1% – 6%
  • Carne bovina: 5,9% – 5,3%

Preço médio por litro ou quilo (abr/21 – abr/22)

  • Leite longa vida: R$ 4,29 – R$ 7,25
  • Óleo de cozinha: R$ 9,60 – R$ 16,81
  • Carne bovina: R$ 29,66 – R$ 31,47

Menos produtos x estoque

Luiza Zacharias explica ainda que a alta generalizada dos preços criou uma situação “quase paradoxal”: enquanto as famílias mais pobres estão comprando menos produtos, aquelas com mais recursos têm preferido fazer estoque, adquirindo determinados itens em grande quantidade e de uma só vez, para se proteger da inflação.

É o caso do feijão e do azeite: a incidência média desses itens é menor agora do que em abril de 2021, mas o número de mercadorias compradas aumentou.

Esse cenário “sugere menos carrinhos com os produtos, porém em maiores quantidades, para abastecimento”, segundo a pesquisa da Horus.

“Quem está com dinheiro muito curto vai reduzindo a quantidade e a frequência de consumo de alguns itens, porque a renda não comporta o mesmo que comportava há um ano. Ao mesmo tempo, as famílias que têm uma condição um pouco melhor voltaram a fazer aquela compra do mês que se fazia antigamente, para fugir um pouco da inflação”, analisa a especialista.

Incidência nos carrinhos (abr/21 – abr/22)

  • Feijão: 4,7% – 4,6%
  • Azeite: 1,9% – 1,4%

Quantidade média de itens comprados (abr/21 – abr/22)

  • Feijão: 2,1 – 2,2
  • Azeite: 1,2 – 1,3

“As famílias com mais recursos começam a buscar embalagens mais econômicas, com maiores quantidades, para se proteger da alta dos preços, porque não sabem se dali a mês vão conseguir comprar a mesma quantidade de coisas”, diz Luiza.

Cesta básica mais cara

Um levantamento feito na semana passada já havia mostrado como a inflação está atingindo fortemente produtos considerados primários, como aqueles que integram a cesta básica.

A batata inglesa foi o item que mais subiu entre março e abril, saltando 18,28% no período, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O tomate, que já foi vilão da inflação, também teve forte alta: 10,18%. O preço do leite longa vida subiu 10,31% entre março e abril – a segunda maior alta entre os produtos que compõem a cesta básica. O leite em pó também ficou mais caro, mas com variação bem menor, de 1,6%.

A banana ficou mais barata no mês passado, ainda de acordo com o IBGE. As quedas variam de 2,37%, no caso da banana d’água, a 8,46% para a banana-maçã. Apenas a banana-da-terra registrou alta (3,96%).

O Sul

Preço do diesel nos postos marca novo recorde; gasolina recua

 


O preço do diesel voltou a subir nesta semana e marcou um novo recorde nos postos de combustíveis do país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20).

O balanço mostrou que o preço do litro do diesel subiu 1,4%, para R$ 6,943. Trata-se do maior valor nominal pago pelos consumidores desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.

Até então, o maior preço do combustível apurado pela agência foi no levantamento anterior (R$ 6,847), que contemplou o período de 8 a 14 de maio.

Na semana passada, a Petrobras anunciou um novo aumento do o preço do diesel para as distribuidoras. O preço médio do litro vai passou de R$ 4,51 para R$ 4,91, uma alta de 8,87%.

Dias depois, o presidente Jair Bolsonaro (PL) trocou o comando do Ministério de Minas e Energia. Bento Albuquerque foi exonerado, a pedido, e Adolfo Sachsida foi nomeado como titular da pasta.

Já o preço médio do litro da gasolina recuou 0,3%, para R$ 7,275, nesta semana, depois de subir por cinco semanas seguidas.

Disparada

A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.

Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira.

Pela política de preços atual, os preços cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.

Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem mostrado interesse em colocar na pauta de votação na Casa o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, para reduzir os preços dos combustíveis ao consumidor. Atualmente, o projeto está na Câmara, mas Pacheco já pretende mobilizar os líderes para discutir o tema.

O projeto propõe a desoneração de tarifas de energia, telecomunicações e transportes, e tramita junto com o PLP 211/21, que estabelece limite para a tributação dos bens essenciais, especialmente energia, petróleo, telecomunicações e gás. Os textos estão em regime de urgência e podem ser votados pelo plenário a qualquer momento.

O Sul

Kit Lixeira Inox com Pedal e Tampa 3L e 12L - 2 Peças Brinox Standard

 


Dentre um universo que engloba cesto, balde e latas de lixo cada vez mais modernos, uma pequena lixeira ainda é uma boa opção para acondicionar o lixo que produzimos diariamente em casa, assegurando a limpeza dos ambientes. O kit lixeira Standard da Brinox é fabricada em aço inox durável, higiênico e de fácil limpeza. O conjunto é composto por duas peças, sendo uma de 12L e outra de 3L que podem ser usadas em diferentes espaços. Além disso, possui balde removível, pedal, tampa e uma prática alça para facilitar o transporte. O acabamento alto brilho dá charme e destaque à peça. Uma combinação perfeita de praticidade e requinte para sua casa ou escritório!

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Havan é condenada a pagar dano moral por induzir empregados a votarem em Bolsonaro

 Os constrangimentos, de acordo com a decisão, eram realizados por meio de “lives” durante reuniões e de ordens internas de comunicação. #Valor

https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2022/05/20/havan-e-condenada-a-pagar-dano-moral-por-induzir-empregados-a-votarem-em-bolsonaro.ghtml?fbclid=IwAR1gd2trSA_FCLoSM6frDyK5m2KdoPJXKHlhBqxQyV3Eho4DXScEUppWAbs

Vejam só a Herança do ex-presidente Lula para o Brasil!

 #LulaNuncaMais




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=3217892898482222

A instalação da Comissão das Fake News

 Live de Valter Nagesltein


Fonte: https://www.facebook.com/watch/live/?ref=watch_permalink&v=531821231730597