Coberdrom Edredom Cobertor Casal Queen Dupla Face - LuckBaby

 


COBERDROM MANTINHA COM POLIESTERContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEnchimento: Manta 80SUPER LANÇAMENTOObservações:O coberdrom é um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em microfibra poliéster, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em Mantinha, um tecido extremamente macio e suave ao toque. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho casal, Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido:MicrofibraComposição:100% Poliéster.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/coberdrom-edredom-cobertor-casal-queen-dupla-face-luckbaby/p/gaa7j24052/CM/COBD/

No vídeo, mais ações do Governo Federal, de 13 a 20 de maio

 



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=1224085938421954&aggr_v_ids[0]=1224085938421954&notif_id=1653167185963882&notif_t=watch_follower_video&ref=notif

Solenidade da posse dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST)

 Veja aí um trecho da solenidade da posse dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), com a presença do nosso presidente Jair Messias Bolsonaro




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=856616898591831&aggr_v_ids[0]=856616898591831&aggr_v_ids[1]=554260629739824&notif_id=1653086184838243&notif_t=watch_follower_video&ref=notif

A NEGAÇÃO DA DEMOCRACIA

 


O STF abandonou sua função essencial de árbitro da Constituição e passou a agir, segundo alega, como intérprete, legislador e executor do que considera serem “os desejos da sociedade”

J. R. Guzzo

Circulam livremente no Brasil deste momento, numa atmosfera de alta reverência, devoção ideológica e temor à força divina, duas ideias absurdas. A primeira sustenta que o Supremo Tribunal Federal, e o resto do alto aparelho judiciário que habita o Plano Piloto de Brasília, são as forças que garantem a democracia neste país. A segunda diz que essa muralha de virtudes precisa ser defendida com urgência pela sociedade brasileira, pois estaria sendo ameaçada pelo “populismo”, a “direita” e o “governo Bolsonaro”. É uma contrafação de proporções espetaculares — e quanto mais a sua falsidade se revela, mais agressiva se torna a veneração prestada a esse embuste pela mídia, pelas elites que vivem à custa do atraso nacional e pelas classes intelectuais.

Isso se chama ditadura — sem tanque na rua e sem polícia secreta, mas ditadura do mesmo jeito

As duas colocações, como vem se tornando comum no ambiente de aberta veneração à mentira vivido hoje pelo Brasil, estão exatamente do lado contrário de tudo aquilo que mostram os fatos. O STF, na vida real, é neste momento o mais ruinoso inimigo da democracia no Brasil — porque abandonou sua função essencial de árbitro da Constituição e passou a agir, segundo alega, como intérprete, legislador e executor do que considera serem “os desejos da sociedade”. É fatal. Todas as vezes que uma corte suprema deixa de ser, mesmo por cinco minutos, um tribunal que se limita a decidir se esta ou aquela decisão é constitucional, e se intromete em qualquer outro tipo de questão, ela passa imediatamente a ser um agente da tirania. Não há ninguém acima do STF; suas decisões, quaisquer que sejam, não podem ser revistas. Se é assim, e se os ministros podem decidir sobre todas as questões que existem, o tribunal começa a governar o país sem sofrer contestação — e sem ter sido eleito para governar coisa nenhuma. Isso se chama ditadura — sem tanque na rua e sem polícia secreta, mas ditadura do mesmo jeito. De forma idêntica, os fatos comprovam que o STF persegue grosseiramente os seus inimigos políticos, põe gente na cadeia, aplica multas exorbitantes, boicota a ação do governo, exige informações em “três dias”, abre inquéritos policiais, desrespeita objetivamente a lei. Como pode se queixar, então, de estar sendo ameaçado? É ele, na prática, que ameaça as pessoas. É demente.

O STF, para usar uma expressão da moda entre a esquerda brasileira e entre os próprios ministros, está vivendo em estado permanente de “desvio de função”. Ao contrário do que pregam as bulas papais do ministro Luís Roberto Barroso, tido pelos jornalistas, professores de ciências sociais e bilionários de esquerda como a turbina ideológica da “suprema corte”, o STF não existe para “transformar o Brasil”. Não é pago pela população para “carregar a história para a frente”, como diz ele — e nem para condenar o presidente da República como “inimigo”. Não lhe cabe melhorar o país ou organizar a sua administração, nem ditar como os políticos devem se comportar, e nem influir nos usos e costumes da sociedade. Sua única função é decidir, nos casos de dúvida, se a Constituição de 1988 está ou não está sendo aplicada corretamente — é isso, e não pode ser mais do que isso, sob pena de subversão da ordem pública. O STF não está se comportando como a lei determina.

Moraes age como um carcereiro maníaco, como naqueles filmes do tipo “terror no presídio”

Os ministros, cada vez mais, agem como os árbitros dos desejos e das necessidades da sociedade — quer dizer, deram a si próprios o poder de decidir o que a população está querendo. Ao fazerem isso ofendem o princípio mais sagrado de uma democracia de verdade — o de que só existe um regime democrático quando o governo é exercido com o consentimento dos governados. O STF, abertamente, quer governar sem este consentimento. Há ministros que já disseram, aliás, que o Brasil é “conservador” demais para o modelo de país que têm em suas cabeças; a maioria dos brasileiros precisaria mudar de ideias, para se encaixar no Brasil desejado pelo ministro Barroso e seus colegas. É possível. Mas se for assim não cabe ao STF tornar o Brasil mais “moderno” — ou mais “igualitário”, ou mais “inclusivo”, ou mais “justo”. Por acaso a maioria da população brasileira é a favor do aborto, por exemplo, ou do casamento gay, ou da entrega às tribos indígenas de porções cada vez maiores do seu território? Quer que seja proibida a construção de ferrovias, de estradas ou de usinas hidroelétricas? Apoia a doutrinação política de esquerda na escola pública? Os ministros querem decidir sobre isso tudo; pretendem ditar os hábitos do cidadão, e determinar como devem se comportar em suas vidas pessoais. É a negação da democracia. Os desejos da população têm de ser atendidos pelo Congresso Nacional, e unicamente por ele; não há outra opção, a não ser em tiranias. É para isso — para executar a sua vontade — que o povo elege deputados e senadores. Os que temos podem ser lamentáveis, mas não existe no Brasil outro parlamento que não seja esse aí. Fazer o quê? Cabe aos eleitores, exclusivamente a eles, melhorar as decisões do Congresso. O STF não tem nada a ver com isso.

Não se trata de discordância com o teor das decisões do Supremo, como os ministros querem fazer crer diante de qualquer crítica que recebem. Tanto faz o teor — seria a mesma aberração se as decisões estivessem indo no sentido oposto ao que o STF tem decidido. Ajuda muito a embaralhar o debate, é claro, a baixíssima qualidade das sentenças, uma espécie de Museu de Horrores de Madame Tussaud; é tudo em geral tão infame, tão subdesenvolvido e tão ofensivo à lógica, que o problema parece ser a incompetência dos ministros no seu papel de magistrados. Ninguém, nesse ponto, supera no momento o ministro Alexandre de Moraes. Esqueça um pouco as considerações feitas acima sobre democracia e Constituição; aqui o angu é outro, e bem mais grosseiro. Moraes, no caso da sua incompreensível perseguição pessoal ao deputado Daniel Silveira, age como um carcereiro maníaco, como naqueles filmes do tipo “terror no presídio”. Está mortalmente ressentido porque o presidente da República, no estrito cumprimento da lei, anulou a pena de quase nove anos de cadeia que tinha socado em cima de Silveira. De lá para cá, vem dobrando a aposta: decidiu que, com indulto ou sem indulto, com lei ou sem lei, o deputado tem de ser punido, para que ele, Moraes, prove que é mais forte que o presidente e que a Constituição. Criou uma situação de desordem.

O que há de constitucional na decisão do ministro Edson Fachin que anulou as quatro ações penais contra Lula?

No seu último surto, o ministro vetou a redução de 35% no valor do IPI que o governo havia decidido, na tentativa de dar mais um estímulo à economia. Que diabo a redução do IPI tem a ver com as funções de um ministro do Supremo? Moraes não tem de decidir absolutamente nada nesse assunto. A decisão também não teve relação nenhuma com as suas possíveis convicções sobre política fiscal; foi vingança pessoal pura, simples e infantil. Não prejudica o “governo”. Como em tantas outras intromissões do STF em assuntos que não lhe dizem respeito, prejudica, de forma direta e imediata, a população.

Que ligação lógica pode existir entre a Constituição brasileira e tornozeleiras eletrônicas, multas de R$ 400.000 para as vítimas do ministro Moraes ou o CEP de Curitiba? O que há de constitucional na decisão do ministro Edson Fachin que anulou as quatro ações penais contra Lula, incluindo a sua condenação pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, em terceira e última instância e por nove magistrados diferentes? E a exigência do “passaporte sanitário” para cidadãos brasileiros entrarem no seu próprio país — uma decisão tão estúpida que nunca chegou a entrar realmente em vigor? O STF decidiu que os prefeitos tinham direito de manter fechadas por dois anos as escolas do Brasil. Bloqueia a construção de uma ferrovia essencial para a produção do Centro-Oeste, porque ela passa em 0,8% de uma “terra indígena”. Fecha acordos com empresas estrangeiras que controlam as redes sociais, como se fosse uma repartição administrativa, para censurar o conteúdo de mensagens e abolir fatos que possam favorecer o governo durante a campanha eleitoral. Ameaça, seguidamente, “cassar” a chapa do presidente para a eleição de outubro próximo; o ministro Moraes, a propósito, já prometeu “prisão” e outros horrores para os acusados de “fake news” e “desinformação.” O STF, há anos, desceu ao nível da justiça comum, funcionando hoje como um escritório de advocacia penal para soltar marginais, ladrões do Erário público e traficantes de droga. Atende sistematicamente a exigências de partidos da esquerda, quando querem impor uma decisão de governo ou um ponto de vista partidário. Onde a Constituição se conecta com isso tudo?

Mais extraordinária ainda é a queixa, apresentada diariamente nos meios de comunicação, de que o STF está sendo “ameaçado”, que sofre “uma campanha de descrédito” e é vítima de ações de “lavagem cerebral”. O STF, ameaçado? Só se for pela vontade da maioria da população, que vai se expressar nas próximas eleições — essas mesmas que tanto preocupam os ministros e seus agentes do TSE. Ameaça dos militares com certeza não é; se estivesse preocupado com eles, o TSE não iria devolver, sem atender a nenhuma, todas as sugestões feitas pelas Forças Armadas para reforçar a segurança das apurações. Do “governo Bolsonaro” também não pode ser. Não há nos últimos três anos e meio nenhum exemplo, mesmo distante, de que qualquer órgão do governo tenha desrespeitado a lei ou o Estado de Direito — ao contrário, o Executivo foi atacado 24 horas por dia pelo STF, teve dezenas de decisões bloqueadas e não desobedeceu a nenhuma das ordens que recebeu da justiça. Onde está a perseguição? Não existe, simplesmente — a não ser como desculpa antecipada para tentativas de virar a mesa, em mais uma cruzada para salvar a democracia no Brasil.

Leia também “Os inimigos da palavra livre”

Revista Oeste

Edredom Sherpa Cobertor E Coberdrom Casal Queen Grosso Cores - LuckBaby

 


Cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/edredom-sherpa-cobertor-e-coberdrom-casal-queen-grosso-cores-luckbaby/p/db84c38eg4/CM/COBD/

William Bonner quer romper contrato com a Rede Globo

 ASSISTA O VÍDEO: https://youtu.be/5-WmAEblo7o



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid0X4bfCSVbQWEoVsictP6o6gfJ8XDHfZRu5zByHGQidk91LBpFyXzomvihi16h7y3Al&id=143279942403059&m_entstream_source=feed_mobile

A primeira grande reunião de campanha de Lula

 https://veja.abril.com.br/coluna/radar/a-primeira-grande-reuniao-de-campanha-de-lula/

A primeira grande reunião de campanha de Lula | Radar

Lula sonha com o PT-PSDB

 

Coluna do Mazzini


Assistindo à autofagia surreal do PSDB, e depois de conquistar o passe do ex-tucano Geraldo Alckmin, Lula da Silva (PT) cerca os tucanos pela tangente para pedir apoio do partido em caso de vencer a eleição, no mote de que a social-democracia, base do PT e PSDB, devem se unir contra Jair Bolsonaro no segundo turno. Mirou o experiente Aloysio Nunes como a ponte. Ex-ministro de FHC e Temer e ex-senador, Aloysio é dos quadros de perfil suprapartidário e de bom trânsito entre caciques. Sua declaração de apoio já no 1º turno à candidatura de Lula começou a ser desenhada em reunião que durou três horas, no ano passado, intermediada pelos advogados Cristiano Zanin, Valeska Martins e Fernando Tibúrcio. De lá para cá deu-se sequência de encontros e ligações entre Lula e Aloysio. Quem acompanhou as tratativas destaca que as conversas transcorreram num clima de afetividade, baseadas em especial na preocupação com os rumos da democracia, inflação e perda de poder aquisitivo dos pobres.

Lula se aproximou de Aloysio para cercar o PSDB e fazer convite à base, em caso de vitória na eleição. Partido rachado contribui para o cenário

O trato será rompido

As trocas no comando da Petrobras chegaram à linha tênue que separa o bom senso do rompimento entre chefe e subordinado. Jair Bolsonaro e Paulo Guedes têm trato de o presidente não se meter no preço dos combustíveis. Mas virou questão de sobrevivência. Como revelou o blog, Bolsonaro perdeu o controle até dos seus conselheiros na administração.

Evaristo SA

Gol dos cartolas na loteria do DF

Sem tradição nacional no futebol, os times de Brasília vão ganhar aporte mensal, um presente milionário, para turbinar os clubes que orbitam entre as Séries C e B. O Projeto de Lei da nova Loteria do DF prevê, no Artigo 6o, que 5% da arrecadação de cada premiação sejam repassados a times do território. Ganha o torcedor, e ganham mais ainda dois expoentes políticos que vivem no alambrado. Marido da deputada Paula Belmonte (Cidadania), o empresário Luiz Felipe Belmonte é dono do Real Brasília. O Brasiliense, mais premiado da capital, é de propriedade do ex-senador Luiz Estêvão. Um golaço da dupla, nota quem assiste da arquibancada.

Um golpe feio da turma da boquinha

Niyi Fote
É fato que João Doria não é palatável  à parte do PSDB – a oposição é natural  e ocorre com os presidenciáveis nos partidos. Mas nesse caso só falta o tucano sofrer assalto à mão armada, tamanha a manobra para lhe tirarem da disputa. Não há precedente no ninho de um vencedor de prévia ser barrado numa disputa presidencial. O golpe surgiu da turma  que quer acesso ao fundo eleitoral, e vislumbra fechar aliança com um eventual Governo de Lula ou Bolsonaro, por altos cargos na gestão. Nessa tentativa, usaram de bucha até o governador gaúcho Eduardo Leite. Primeiro, nas prévias;  e depois, em visitas a Doria.

Moro é vítima de plano e não sabe

Dida Sampaio
No Podemos, Sergio Moro era tratado como rei e (real) candidato ao Planalto. Agora orbita entre ser nada ou ninguém na corrida eleitoral, e pode ter sido vítima de um plano muito bem engendrado. Uma vez candidato, ele tiraria votos do presidente. Entre portas, há quem indique que o controlador do União Brasil, Luciano Bivar, está fechado com Bolsonaro, e ambos combinaram de excluir Moro da disputa. Faltava o ex-juiz aceitar o convite para filiação ao UB onde, de promessa a presidenciável, virou um pré-candidato à Câmara, liberando caminho para a dupla maquiavélica seguir seu jogo.

Queda de moto é segredo de Estado

A segurança presidencial está possessa com o chefe. Na terça-feira à noite, dia 3, na Vila Planalto – bairro atrás do Palácio –, o Corpo de Bombeiros bloqueou o trânsito para socorrer um motoqueiro da comitiva. Quem estava no grupo, confidencia que era o intrépido piloto Bolsonaro.

Esqueceram do chefe

A Missão Passeio a Paris não ficará apenas na dupla de servidores André Barbosa e Marcelo Magalhães. O ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, decidiu também embarcar para a França — e levou junto a chefe do Cerimonial, Carolina Campos. Com tudo pago por você, eles prestigiam evento na Normandia e depois curtem o torneio Roland Garros.

Batedores da prefeita

A PM de Juiz de Fora (MG) bateu pé, sinalizou ao PT que não tem prerrogativas para fazer escolta de candidato a presidente. A prefeita petista Margarida Salomão correu para resolver: escalou agentes da Guarda Municipal para batedores da comitiva de Lula da Silva, do aeroporto ao ginásio onde fez apresentação semana passada.

Nos bastidores

Outro Cabral no Senado
A Casa Alta é um museu à parte. Mas há quem exagere. Os que chegam à Liderança do Podemos no Senado veem um busto
de bronze que remete à figura de Pedro Álvares Cabral.
E a plateia fez coro
O prefeito bolsonarista Marcelo Magno pagou com verba pública show de Seu Jorge, em Arraial do Cabo (RJ), no domingo. E se irritou, apesar de se esconder, ao ver o protesto do cantor contra o presidente.
Villas Bôas na ‘ativa’
O general Villas Bôas, a despeito da saúde debilitada, continua ativo no cenário político. O instituto que leva seu nome, aliado aos institutos Sagres e Federalista, lançaram quinta-feira o Projeto de Nação, no setor militar em Brasilia.

De quem é a música?

Transitou em julgado decisão do STJ que deu ganho de causa a Paula Toller em ação do ex-amigo Leoni no Kid. Ele pretendia danos morais pelo uso do nome da música “Como eu quero” em show da cantora.

IstoÉ 

Jogo de Taças para Cerveja de Vidro 6 Peças - 250ml Ambev Stella Artois

 


Para quem gosta, não há nada melhor do que tomar uma cerveja gelada após o trabalho ou aos finais de semana não é mesmo? E pra não esquecer disso, que tal espalhar pela sua casa um belo conjunto de taças? Assim, você estará sempre preparado para servir uma boa cerveja para seus amigos e familiares. O conjunto de taças para cerveja da Ambev modelo Stella Artois é feito de vidro com borda dourada e design totalmente diferenciado. Possui 6 taças de 250ml. Sirva os mais diversos tipos de cerveja para sua família e amigos pois o jogo foi desenvolvido para você servir com elegância.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/jogo-de-tacas-para-cerveja-de-vidro-6-pecas-250ml-ambev-stella-artois/p/218481700/UD/TCCV/?campaign_email_id=3453&utm_campaign=email_210522_sab_ud&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-218481700

Lula e a fabulosa mansão de 700 metros em bairro nobre de SP

 


Lula da Silva, o meliante de São Bernardo, dias atrás, em ato de campanha na CUT, ou algo assim, bateu sem dó nem piedade na classe média brasileira, alvo eterno da fúria sindical e da esquerda brasileira, sabe-se lá o porquê.

Sim, se há algo que a canhotinha nacional não suporta, é pobre que deixou de ser pobre mas não se tornou rico. No Brasil, oficialmente ao menos, classe média significa uma família com renda mensal de três a sete mil reais.


Há alguns anos, a amalucada Marilena Chauí, ícone da esquerda caviar, em surto irado berrou: ‘eu odeio a classe média, a classe média é o atraso, é a estupidez, é o que tem de mais reacionário, ignorante e terrorista’, sob aplausos e zurros da plateia esquerdopata.

A ‘filósofa’, por certo, não se referia à classe média pobre, pois massa de manobra de seus ídolos cretinos populistas. Ela se referia à classe média rica, àquela que ‘consome bens materiais, muda de casa, compra carro e acha que ficou rica’ (palavras enojadas da moça).

A valente também não se referia aos ricos de verdade do País, como as famílias Andrade (Andrade e Gutierrez), Villela (Banco Itaú), Odebrecht e outros bilionários do ‘socialismo brasuca’, que irrigaram, durante décadas, os bolsos e cofres das esquerdas do Brasil.

Voltando ao ex-tudo (ex-presidente, ex-presidiário, ex-corrupto e ex-lavador de dinheiro), é sabido que casou, mudou e não me convidou. O capo petista contraiu núpcias em luxuoso salão de festas, com regabofe de primeira, para cerca de 150 convidados em São Paulo.

A pajelança durou cerca de nove horas, e ninguém pôde entrar com celular. Sabem como é, né? Quando se trata de socialismo, tudo é público. Já o capitalismo, só no privado. Afinal, ‘eu odeio a classe média que bebe vinho caro e fuma charuto cubano, porra’!

Livre, leve e solto pelos ‘brodinhos’ do Supremo, e embolsando indenizações por ter sido chamado de ‘líder de quadrilha’, o pai do Ronaldinho dos Negócios trocou São Bernardo por Sampa, e o AP humilde em que morava com a ‘galega’ por uma luxuosa mansão.

Com 700 metros quadrados, piscina, quatro suítes, oito banheiros (taqueopariu!!) e churrasqueira, o novo puxadinho do pai dos pobres deixa o sítio de Atibaia (que não é dele) e o triplex de Guarujá (que também não é dele) parecendo cafofo de quarto e sala.

Outro dia, o chefão do mensalão e petrolão – vixe, lá vem processo nimim!! – surgiu ostentando um relógio Piaget, avaliado em 90 mil reais (o mesmo valor dos micheques do Queiroz). Isso porque Lula, Chauí e companhia odeiam a classe média. Imagino se gostassem.

IstoÉ