No embalo, vereadores de Porto Alegre reajustam salários

 Mesa Diretora aprovou aumento salarial de 14,79%.

Taline Oppitz



A mesa diretora da Câmara de Porto Alegre votou aumento salarial de 14,79% para os vereadores e servidores da Casa. Único representante da oposição na mesa, Matheus Gomes (PSol) votou contra e classificou a ação como absurda. Com o aumento, salário dos parlamentares passa para R$ 16,7 mil.

“Em meio à crise econômica dos trabalhadores foram ampliados os privilégios dos políticos e o distanciamento da Câmara do povo. Além disso, sequer ocorreu debate. Fizeram manobra incluindo o aumento junto da aprovação do reajuste dos servidores de carreira da Casa”, disse Matheus à coluna.

No Executivo, o reajuste ficou em 10,06%. 

Correio do Povo


Motorista morre após perder controle do veículo na ERS 486 em Itati


Após 24 horas sem luz, energia elétrica é restabelecida em Mostardas

Governo do RS espera ingressar no RRF até junho

 Executivo detalhou plano prevendo a homologação e os impactos, como redução de impostos e pagamento dos precatórios até 2029



Um dia após a Assembleia Legislativa aprovar a alteração na Lei do Teto de Gastos, o governo do Estado sancionou o projeto e detalhou os próximos passos para a homologação da adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), do governo federal. Com a adesão, o Executivo deverá seguir uma série de normas, prevendo manter o equilíbrio fiscal e a retomada gradual do pagamento da dívida com a União. 

Após sete anos de negociações, o próximo passo será a análise e emissão dos pareceres por três órgãos: Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal do Rio Grande do Sul (CSRRF-RS). A expectativa é de que o retorno ocorra no prazo de até duas semanas. Com as avaliações positivas, o último passo é a assinatura propriamente dita do presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Efetivamente com a adesão, o governo voltará a pagar a dívida com a União, que, segundo a secretaria estadual da Fazenda, está estimada em R$ 74 bilhões. A diferença se dará pelo valor anual. Sem o RRF, o valor anual para pagamento da dívida seria de R$ 4 bilhões. Com a adesão, a retomada se dá de maneira escalonada. Em 2023, a parcela a ser paga será de R$ 400 milhões no ano, crescendo gradativamente, até atingir R$ 4 bilhões, no 9º ano do regime. Segundo o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, a expectativa é de que, em função das reformas já realizadas (administrativa e previdenciária) as finanças se mantenham equilibradas, além de uma projeção otimista da retomada econômica. 

ICMS sem majoração

Na projeção detalhada pelo Executivo está previsto que não haverá majoração de alíquotas de ICMS nos próximos anos, ao contrário, a redução. O governo estima abrir mão de R$ 6,5 bilhões de arrecadação de ICMS em função do regime. Os valores são oriundos de três movimentos: R$ 4 bilhões oriundos da redução de alíquotas no início deste ano; R$ 2,1 bilhões, da redução nas alíquotas de energia e comunicações de 25% para 17% prevista para 2024; e mais R$ 415 milhões com o fim do programa AMPARA-RS, em 2026. Além disso, segundo Marco Aurelio, não está prevista uma nova majoração das alíquotas dentro do período que o governo estiver no Regime de Recuperação Fiscal. A sinalização foi confirmada pelo governador Ranolfo Vieira Júnior. “A queda na arrecadação será absorvida pelo próprio plano e pela responsabilidade fiscal, sem qualquer projeção de aumento de impostos”, ressaltou o governador. 

Outra medida prevista no plano é a quitação do estoque da dívida de precatórios, estimada atualmente em R$ 16 bilhões, até 2029, sem gerar atrasos em outras obrigações. Para tal, porém, o governo ainda espera concretizar o financiamento com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A expectativa é obter 500 milhões de dólares para quitar os acordos diretos de precatório. 

Entenda:

  • A dívida atual do Estado com a União é de R$ 74 bilhões. Com a adesão ao RRF, o governo consegue melhorar a forma de pagamento. Ao invés de pagar R$ 4 bilhões por ano, retomará a quitação com uma parcela de R$ 400 milhões (em 2023). A meta é atingir, no último ano, os R$ 4 bilhões (sem levar em consideração a atualização de juros). A previsão é quitar toda a dívida até 2048.
  • Na negociação não está incluída o valor de R$ 16,5 bilhões que o governo não pagou durante o período da liminar. Esse valor foi renegociado separadamente.
  • No plano, o governo se compromete, entre outras coisas, a quitar o estoque de precatórios até 2029. As projeções feitas passarão por atualizações a cada dois anos, permitindo alguns ajustes. 


"RS pode sair do regime", afirma Ranolfo

Durante a apresentação, o governador Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) respondeu às críticas feitas, especialmente por pré-candidatos ao Piratini, ao ingresso do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Ele afirmou que, ao contrário de algumas manifestações, o Rio Grande do Sul pode deixar o RRF a qualquer momento. Para tal, deverá pedir autorização à Assembleia Legislativa. Porém, pontuou que ao fazê-lo, o governo deverá arcar com o pagamento integral da parcela da dívida, que é de R$ 4 bilhões ao ano. Após, agradeceu aos deputados que aprovaram o projeto, “apesar da contaminação eleitoral” da discussão.

“Estamos em um dia histórico, com a sanção do último texto legal exigido para que estivessem satisfeitos os requisitos legais para a adesão, o que só foi possível com todos os ajustes que promovemos por meio de reformas estruturais”, disse Ranolfo. 

Outra resposta aos críticos foi feito pelo secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, ao responder que a adesão ao RRF reduziria os investimentos próprios. “O que acaba com o investimentos é a irresponsabilidade financeira. O RS era o Estado que menos fazia investimentos”, afirmou. Ele complementou ainda a mudança no cenário das finanças desde 2019, como o fato de que o Estado voltou a pagar em dia o pagamento dos servidores públicos.

Antes da coletiva, o governo detalhou o plano aos chefes dos Poderes e das instituições com autonomia financeira, além dos líderes de bancadas, como PSDB, União Brasil, Republicanos, Novo, PT, MDB e PP. 

Correio do Povo


Cupertino passou por mais de 100 endereços em três países antes de ser preso

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TCU aprova última fase da privatização da Eletrobras

 Previsão do governo federal é que transferência da estatal para a iniciativa privada ocorra entre julho e agosto



Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira, para aprovar a segunda e última fase da privatização da Eletrobras, a maior empresa de energia elétrica da América Latina. A intenção do governo Jair Bolsonaro é transferir o comando da estatal para a iniciativa privada entre julho e agosto deste ano. O placar foi de 7 a 1.

O julgamento havia sido suspenso em abril após um pedido de vista do ministro Vital do Rêgo, que solicitou 60 dias para análise do processo. A presidente do tribunal, Ana Arraes, sugeriu a concessão de vista coletiva por 20 dias. Rêgo disse, na ocasião, que existe "uma contradição entre o discurso para justificar a privatização da Eletrobras e os estudos apresentados ao TCU, que preveem em 30 anos a ausência de investimentos". De acordo com o ministro, há "uma inconsistência nos investimentos previstos".

A expectativa do governo era que a matéria fosse aprovada pela maioria dos ministros e, assim, dar continuidade ao processo. A transferência do controle da empresa para a iniciativa privada deve ocorrer entre julho e agosto, sinalizou Rodrigo Limp, presidente da estatal.

Os ministros Paulo Guedes (Economia) e Adolfo Sachsida (Minas e Energia) se reuniram na última terça-feira para tratar da privatização da Eletrobras, às vésperas do julgamento. O encontro contou com a participação de Rodrigo Limp (presidente da estatal), Gustavo Montezano (comandante do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e secretários.

Para o diretor da Associação dos Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras (Aesel), Ikaro Chaves, um dos autores de um estudo que avalia os impactos da privatização da Eletrobras e os impactos tarifários para os brasileiros, a privatização da estatal pode significar um aumento de tarifa para o consumidor cativo de até 14%. Chaves alerta, porém, que esse estudo foi feito com base na MP original.

Primeira etapa

Em 15 de fevereiro, o TCU formou maioria para aprovar a primeira etapa da privatização da Eletrobras. O relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, votou por dar aval para o procedimento na forma proposta pelo governo, acompanhado de outros seis magistrados.

A primeira fase da privatização é a definição do valor total que os compradores devem pagar para assumir a empresa, definido em R$ 67 bilhões pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Desse total, R$ 25,3 bilhões serão pagos aos cofres públicos pela utilização das usinas hidrelétricas da Eletrobras. Outros R$ 32 bilhões vão para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que tem o objetivo de baixar as contas de luz.

O TCU encaminhou determinações como a apresentação, pelo Ministério de Minas e Energia, de estudos de impactos econômicos e financeiros que podem ser causados aos consumidores de energia elétrica em relação ao bônus de outorga. O relator recomendou, entre outras coisas, que fosse avaliada a possibilidade de incorporar as projeções de receitas auferíveis com a comercialização da reserva de capacidade, na forma de potência, na estimativa do Valor Adicionado das Concessões.

Em março, os ministros da corte se reuniram com representantes do Poder Executivo para tratar da segunda etapa da privatização. Na época, foram discutidas questões técnicas como o modelo de capitalização proposto pelo governo, que compreende a venda de novas ações para investidores.

Em abril, o então ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o governo continuava com o plano de capitalizar a estatal ainda neste ano. Por ser um ano eleitoral, existe pressa do Executivo para que o TCU julgue logo o caso da Eletrobras, de modo que o governo possa dar início ao processo.

Lucro da Eletrobras

A Eletrobras anunciou ter obtido lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre de 2022. O resultado, divulgado na segunda-feira, é 69% superior ao do mesmo período de 2021 e foi impactado positivamente pelo aumento de 12% da receita bruta e também pelo desempenho financeiro da companhia, com destaque para o efeito positivo da variação cambial.

A receita operacional líquida apresentou crescimento de 12%, influenciado pelo reajuste de contratos bilaterais e das receitas de transmissão, pelo aumento das tarifas fixas de Angra I e II e por uma melhor performance da UTE Candiota III. A redução da dívida líquida da companhia em 4,6% é outro ponto positivo do trimestre, mantendo a relação dívida líquida/Ebitda recorrente igual a 1 e encerrando o trimestre com um caixa consolidado de R$ 15 bilhões.

A Eletrobras concluiu o trimestre com capacidade instalada de 50.491 megawatts (MW), o equivalente a 28% da geração de energia elétrica do país, enquanto no segmento de transmissão a companhia detém cerca de 40% das linhas do Brasil.

R7 e Correio do Povo

Governo pagará reajuste de 6% dos servidores do RS no 1º de junho

 Pagamento será possível por meio da rodagem da folha suplementar

Taline Oppitz



Além da proposta de adequação à legislação federal sobre o Teto de Gastos, última etapa para a homologação da adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal, o governador Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) sancionou na tarde desta quarta-feira o texto de reposição de 6% para o quadro-geral. O projeto foi aprovado pelo plenário da Assembleia no início deste mês. Com as sanções, os servidores irão receber o reajuste ainda neste mês. A folha já começou a rodar, mas será editada uma suplementar para garantir o reforço nos vencimentos o mais rápido possível. Assim, os servidores vão receber o salário normal no dia 31 e o reajuste no dia 1 de junho. 

A proposta do governo, aprovada com 48 votos favoráveis e 2 contrários, prevê um aumento de 6% para os servidores de todos os poderes. Do total, 1% será retroativo a janeiro e, o restante, a partir de maio. O impacto na folha deste ano será de R$ 1,2 bilhão. A partir do próximo, de R$ 1,5 bilhão.

Em abril, o governador atribuiu caráter normativo a parecer da PGE que assegura a incidência da revisão geral nas parcelas de irredutibilidade do Magistério, da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. A decisão foi publicada no Diário Oficial. Segundo a PGE, em parecer sobre a revisão geral da remuneração e do subsídio dos servidores públicos estaduais haverá incidência sobre a parcela completiva transitória de irredutibilidade devida aos integrantes do Magistério, da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.

A parcela de irredutibilidade é paga desde a transformação dos vencimentos dos servidores do Magistério e dos militares estaduais, como forma de assegurar o valor nominal da remuneração anterior à implantação. 

Correio do Povo

Toffoli nega seguimento de ação de Bolsonaro contra Moraes no STF

 Ministro afirma que não há indícios de irregularidade no processo, por isso "não há justa causa para o prosseguimento do feito"



O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira o prosseguimento da ação movida pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Alexandre do Moraes, apontando que a investigação sobre fake News seria injustificada. Toffoli foi sorteado como o relator da demanda.

“Os fatos descritos na ‘notícia-crime’ não trazem indícios, ainda que mínimos, de materialidade delitiva, não havendo nenhuma possibilidade de enquadrar as condutas imputadas em qualquer das figuras típicas apontadas”, declarou o ministro em sua decisão.

Para o ministro, os fatos não constituem crime e “não há justa causa para o prosseguimento do feito [ação do presidente]”. Diante da repercussão do caso, Toffoli afirmou também que “não mais se justifica a manutenção do sigilo” – o processo corria em segredo de Justiça.

Mais cedo, o R7 havia divulgado que a ação de Bolsonaro teria mais repercussão entre os simpatizantes do presidente do que efeito prático na esfera jurídica. Membros da Suprema Corte ouvidos pela reportagem disseram que Toffoli não receberia a demanda e que a expectativa era de arquivamento do pedido.

Ação de Bolsonaro

Bolsonaro havia ajuizado ação contra Moraes por entender ser injustificada a investigação no inquérito das fake news. Para o presidente, há "um evidente excesso" e não existiu "a ocorrência de nenhum crime nos fatos investigados". Uma das queixas é de que o ministro não permitiu o acesso da defesa aos autos.

A ação pedia “a instauração de investigação em face do ministro Alexandre de Moraes para apurar cinco fatos e o possível cometimento dos delitos”. Os fatos citados são: duração não razoável da investigação, negativa de acesso aos autos, prestar informação inverídica sobre procedimento, exigir cumprimento de obrigação sem amparo legal e instauração de inquérito sem justa causa.

Bolsonaro relata possíveis informações inverídicas de Moraes e argumenta que o ministro decretou que as redes sociais de 16 investigados fossem paralisadas, o que não teria amparo legal, “uma vez que o bloqueio nas redes sociais dos investigados ocorreu de modo integral, não se restringindo apenas às postagens tidas como ilícitas”.

inquérito das fake news foi aberto em 2019. Na ação encaminhada ao Supremo, Bolsonaro criticou o fato de que “até o momento não fora apresentado sequer um relatório parcial de investigações por parte da Autoridade Policial”.

Em 2020, o STF chegou a julgar a validade jurídica do inquérito e a continuidade do processo. Na ocasião, 10 dos 11 ministros foram a favor da investigação. Apenas o ministro Marco Aurélio foi contra, chamando a ação de "inquérito do fim do mundo, sem limites".

Em julho de 2021, Moraes compartilhou os materiais colhidos na investigação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No despacho, o ministro apenas avisou sobre o encaminhamento e sugere que o órgão tome as "providências cabíveis".

R7 e Correio do Povo


RS emite Avisos para todas as regiões por "aumento acelerado" de casos de Covid-19

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Bolsonaro entra com representação contra Moraes na PGR

 Presidente da República denunciou o ministro do STF por abuso de autoridade por atos no inquérito das "fake news"



presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou nesta quarta-feira (18) com representação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Procuradoria-Geral da República (PGR). Bolsonaro avalia que houve abuso de autoridade no inquérito sobre as fake news. Segundo o chefe do Executivo, o processo é injustificado, excessivo, não permitiu o acesso da defesa aos autos e desrespeita a Constituição. A representação tramita em sigilo.

Ação no STF

Na última terça-feira (17), Bolsonaro entrou com uma ação contra Moraes no STF. O processo está sendo relatada pelo ministro Dias Toffoli. Em decisão na tarde quarta-feira (18), o magistrado rejeitou o pedido e disse que não há "justa causa para o prosseguimento do feito".

A notícia-crime pede “a instauração de investigação em face do ministro Alexandre de Moraes para apurar cinco fatos e o possível cometimento dos delitos”. Os fatos citados são: duração não razoável da investigação, negativa de acesso aos autos, prestar informação inverídica sobre procedimento, exigir cumprimento de obrigação sem amparo legal e instauração de inquérito sem justa causa.

Na terceira acusação apresentada por Bolsonaro no documento, o presidente ressalta que o ministro "afirmou que as defesas tiveram amplo acesso aos elementos de prova", mas que "tal afirmação não é verdadeira".

Na ação, o presidente da República também argumenta que, no mesmo inquérito, Moraes decretou o bloqueio das redes sociais de 16 investigados, o que não teria amparo legal, "uma vez que [...] ocorreu de modo integral, não se restringindo apenas às postagens tidas como ilícitas".

inquérito das fake news foi aberto em 2019. Bolsonaro critica, na ação, o fato de que "até o momento não fora apresentado sequer um relatório parcial de investigações por parte da Autoridade Policial"

Em 2020, o STF chegou a julgar a validade jurídica do inquérito e a continuidade dele. Na ocasião, dez dos 11 ministros foram a favor da investigação. Apenas o ministro Marco Aurélio foi contra, chamando a ação de "inquérito do fim do mundo, sem limites".

Em julho de 2021, Alexandre de Moraes compartilhou os materiais colhidos na investigação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No despacho, o ministro apenas avisa sobre o encaminhamento e sugere que o órgão tome as "providências cabíveis".

R7 e Correio do Povo

RS terá tempo nublado e frio nesta quinta-feira

 Há chance de chuva isolada e passageira no Litoral e na Serra



O sol aparece em todo o Rio Grande do Sul nesta quinta-feira, mas a circulação de umidade de áreas de baixa pressão no oceano ainda traz nuvens, principalmente para a Metade Leste. Nessa região, há chance de chuva isolada e passageira no Litoral e na Serra. Não se pode afastar risco de rápida instabilidade na Grande Porto Alegre.

O dia começa com sol e frio. A tarde será amena e menos fria que terça e quarta. Além disso, pode gear em pontos de áreas serranas. O vento sopra predominantemente fraco na maior parte dos municípios gaúchos, enquanto na costa terá intensidade moderada, com rajadas esporádicas. 

Com o ciclone se distanciando, não há mais risco de vento forte, segundo a MetSul. Entretanto, segue o alerta nos litorais do Sul e do Sudeste do Brasil para o mar muito agitado, que pode trazer forte ressaca em algumas praias, com ondas de até quatro metros no Litoral Norte gaúcho.

Em Porto Alegre, a quinta será de sol entre nuvens, com temperatura que varia entre 11ºC e 17ºC.

Mínimas e máximas no RS

Bagé 7°C / 16°C
Santa Cruz 9°C / 18°C
Vacaria 5°C / 13ºC
Torres 13°C / 19°C
Erechim 6°C / 15°C 

MetSul e Correio do Povo

Rosa Weber envia à PGR notícia-crime contra Jair Bolsonaro

 A ministra do STF pediu ao procurador-geral da República que opine sobre a aceitação ou não do pedido de investigação



A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber enviou nesta quarta-feira (18), à Procuradoria-Geral da República (PGR), uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) por declarações e atos que colocam em xeque, sem provas, o sistema eletrônico de votação brasileiro.

O pedido de investigação foi ajuizado pelo deputado professor Israel Batista (PSB-DF). Ele trata de afirmações do presidente da República quando ele participou do "Ato cívico pela liberdade de expressão", em 27 de abril, no Palácio do Planalto, em Brasília.

O pedido diz que há indícios de vários crimes cometidos por Bolsonaro, como peculato, prevaricação e crimes contra o Estado democrático de direito, além de improbidade administrativa. O documento foi encaminhado à PGR porque cabe a Augusto Aras, chefe do órgão, analisar se há elementos para que o STF autorize uma investigação contra Bolsonaro.

"As declarações, os atos eventualmente praticados e os atos preparatórios dolosos e eventualmente incriminatórios devem ser objeto de investigação e persecução penal, para fins de que se busque a ocorrência da prática atos em desalinho com o interesse público e os crimes narrados nos tópicos a seguir alinhavados", diz a petição (Pet 10326).

R7 e Correio do Povo


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