Olympéa Legend Paco Rabanne Perfume Feminino - Eau de Parfum

 


Uma Batalha Solar. Uma Miragem Floral. Flor de gengibre. Branca mas picante. Outra flor. Do deserto. Verde refrescante, viva e exuberante. Que acalma com areia-âmbar e se torna o brilho solar. Uma nota viciante de sal frutado. O poder envolvente e vibrante da baunilha. Vagem negra, elegância exposta. O efeito salgado e doce da ameixa. Como uma amêndoa da fava tonka. Um prazer cheio de nuances. Deslumbrante. Heroís vêm e vão, mas os mitos são ETERNOS. Olympéa Legend de Paco Rabanne mantém seus indicadores: uma estrutura dupla que oscila entre o frescor e a sensualidade; e então, baunilha, flor de gengibre e a nota salgada da assinatura. Em uma nova construção. Aqui temos uma fragrância oriental com uma qualidade floral mais quente e luminosa, um eco do deserto. E outro acorde singular duplo de "ameixa e baunilha salgada". Com facetas de damasco roxo, a ameixa suculenta é atingida com cristais de sal para amplificar o poder viciante da baunilha. Apenas... divina. A Fragrância: Oriental Floral. - Notas de Topo: Sal marinho, Ameixa e Damasco. - Notas de Coração: Flor de gengibre e Notas florais. - Notas de Fundo: Baunilha, Âmbar, Areia e Fava Tonka.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/olympea-legend-paco-rabanne-perfume-feminino-eau-de-parfum/p/gjhc64hh06/PF/PPFM/

Robô da Nasa registra eclipse da lua "em forma de batata" de Marte; veja o vídeo

 Fenômeno durou pouco mais de 40 segundos e pode ajudar os cientistas a entender melhor a órbita do satélite natural



O robô Perseverance, da Nasa, registou imagens de Phobos, a lua em forma de batata de Marte, cruzando a face do Sol. Segundo a NASA, "essas observações podem ajudar os cientistas a entender melhor a órbita da lua e como sua gravidade puxa a superfície marciana, moldando a crosta e o manto do Planeta Vermelho."

O eclipse foi registrado no dia 2 de abril e durou pouco mais de 40 segundos, o que o torna muito mais curto em relação a um eclipse solar envolvendo a Lua da Terra. Isso ocorre porque Phobos é cerca de 157 vezes menor do que o satélite da Terra.

A Nasa explica que a câmera Mastcam-Z do Perseverance possui um filtro solar que age como um óculos de sol para reduzir a intensidade da luz do fenômeno. “Você pode ver detalhes na forma da sombra de Phobos, como cristas e saliências na paisagem da lua”, disse Mark Lemmon, astrônomo que orquestrou a maioria das observações de Phobos por Marte. 

À medida que a lua circula Marte, deforma levemente as rochas na crosta e no manto do planeta, devido à força de sua gravidade. Com isso, os geofísicos poderão entender melhor o interior do planeta. Como Phobos se aproxima da superfície de Marte, está condenada a colidir com ele em dezenas de milhões de anos.

R7 e Correio do Povo

Pouca chuva no verão e custos muito altos preocupam citricultores gaúchos

 O Rio Grande do Sul deve colher 500 mil toneladas de citros, a maior parte, 300 mil toneladas, de laranjas cultivadas em mais de 14 mil hectares de pomares espalhados pelo interior do Estado. Segundo a Emater/RS-Ascar, está projetada também a produção de 170 mil toneladas de bergamotas, em uma área de 10 mil hectares, e mais 15 mil toneladas

Citricultores temem não ter rentabilidade para fazer frente ao que precisaram gastar, por exemplo, em fertilizantes, mesmo se obtiverem bom volume de frutas para comercializar 

Por Patrícia Feiten


Das populares laranjas valência, do céu, navelina e salustiana às cultivares de tangerina dekopon e satsuma okitsu, de origem japonesa, e ao híbrido limão meyer, o pomar do produtor João Griebler tem de tudo. Os 150 hectares dedicados à fruticultura em sua propriedade em Aratiba, no extremo norte gaúcho, produzem 26 variedades de cítricos e refletem a bem-sucedida aposta da família Griebler na diversificação – nas palavras do próprio produtor, uma forma de “não colocar todos os ovos na mesma cesta”. Às vésperas da colheita, que ele planeja começar em 20 de maio, o citricultor espera contabilizar, nesta safra, 3 mil toneladas apenas de laranjas e bergamotas, mil toneladas a mais que no ano passado. 

“Este ano temos árvores novas que não estavam produzindo no ano passado”, comenta Griebler. Nesta safra, sua grande preocupação se traduz em cifras. Ele teme que o resultado das vendas não seja suficiente para compensar as despesas e garantir rentabilidade. “Não tem como reduzir despesas no pomar, já temos frota própria para transporte da fruta”, afirma.

Em todo o Rio Grande do Sul, a produção de frutas cítricas neste ano é estimada pela Emater/RS-Ascar em 500 mil toneladas. A maior parte desse total – 300 mil toneladas – é de laranja, cultura que ocupa 14,4 mil hectares plantados. Os pomares de bergamota, que somam 10 mil hectares, prometem em torno de 170 mil toneladas, e a colheita do limão deve ficar em 15 mil toneladas, segundo o assistente técnico em fruticultura da Emater Luiz Ângelo Poletto. 


Em razão da estiagem enfrentada pelo Estado no verão, em plena fase de desenvolvimento das culturas, a colheita de cítricos deste ano deverá revelar frutas de calibre menor. “Acreditamos que, com a chuva recente, houve uma melhora na qualidade e vamos atingir uma quantia normal de produção”, avalia Poletto. Apesar da estabilidade no número de citricultores em atividade, ele diz que esse segmento do agronegócio vem se fortalecendo no Rio Grande do Sul e se transformando na principal fonte de renda de muitas propriedades rurais. “Os produtores estão aumentando a área e a produção, estão se especializando e se tecnificando”, destaca. 

Em Liberato Salzano, uma das principais regiões produtores de laranja, as variedades precoces da fruta foram as mais afetadas pela escassez hídrica. “Ainda estamos aguardando as plantas se desenvolverem mais, desde o retorno das chuvas, para um levantamento mais preciso”, explica o presidente da Associação dos Citricultores de Liberato Salzano, Leandro Rubini. Ele calcula perdas de 25% a 30% nos pomares do município, que concentra 400 citricultores e destina 80% da produção às indústrias de sucos. 

No Vale do Caí, a estiagem teve efeitos distintos nos pomares de bergamota e, nas áreas mais prejudicadas, são previstas perdas de 30% a 40%, segundo a produtora Elisandra Kehl. “Os pomares mais velhos, com raízes mais profundas, se recuperam mais facilmente, mas a maioria dos citricultores vai ter pouca bergamota este ano”, afirma Elisandra, que é presidente da Associação dos Citricultores do Vale do Caí. Os apreciadores da fruta, porém, não deverão perceber esse impacto nos expositores dos supermercados, garante Elisandra. “Como os produtores plantaram mais, talvez não chegue a faltar”, afirma.


Com 7,5 hectares, a propriedade da família Kehl, em Montenegro, colheu no ano passado mais de 2,5 mil caixas de bergamota (em torno de 65 toneladas). Mesmo com a captação de água de dois açudes, Elisandra diz que a safra de 2022 será 50% menor. Para a comercialização da produção, a citricultora espera que a oferta menor contribua para elevar a até R$ 50,00 o preço da caixa da bergamota montenegrina, que chegou ao mercado no outono de 2021 com valores de R$ 35 a R$ 38. “Compradores de São Paulo e do alto Uruguai, onde a seca castigou um pouco, estão vindo para cá, isso vai dar uma mexida no mercado este ano”, prevê Elisandra. 

Raleio da fruta verde abastece indústria da perfumaria

Nos pomares sob a atenção do agricultor Ernesto Kasper, em Montenegro, a colheita da bergamota começa apenas na segunda quinzena de agosto e se estende pela primavera. Cada um dos cerca de 4 mil pés cultivados no sistema agroecológico em 15 hectares, ocupados na maior parte pela variedade montenegrina, devem entregar até duas caixas da fruta (que correspondem a cerca de 55 quilos), destinadas à produção de sucos orgânicos. Neste início de outono, o trabalho ainda é focado no chamado raleio, a remoção dos frutos menores e verdes para evitar a sobrecarga das árvores e garantir o bom desenvolvimento das bergamotas que ficam nos galhos. O tamanho desta safra preliminar depende das dimensões de cada planta, explica Kasper. “No raleio, em uma planta média com 10 a 15 anos de idade se colhe de uma a duas caixas de fruta verde”, diz o produtor. 

Pequenas, mas não menos valiosas, as bergamotas do raleio servem à produção de óleos essenciais, que são extraídos da casca da fruta e usados nas indústrias de perfumaria, cosméticos e produtos de limpeza. A extração é realizada pela Ecocitrus, cooperativa de citricultores orgânicos fundada por Kasper em Montenegro que conta com uma unidade de processamento de sucos e óleos essenciais. 


Segundo o citricultor, os mais de 100 associados da agroindústria obtém hoje em torno de R$ 18 por caixa de fruta verde. Quase toda a produção de óleos, assim como a de sucos, é vendida a países europeus, como França e Alemanha. “(O óleo) é uma forma de agregar valor; além de ter o diferencial de orgânico, a gente se empoderou do processo de extração, e isso facilita a comercialização”, afirma Kasper. 

Apesar da grande demanda internacional pelos óleos, ele diz que a ampliação da produção requer uma mudança de mentalidade. “Temos dificuldade em convencer um produtor convencional a se tornar um produtor orgânico”, observa. Com capacidade instalada para processar 17 mil toneladas de frutos por ano, a Ecocitrus foi criada em 1994. A cooperativa tem certificações internacionais, como as do IBD, maior certificadora orgânica da América Latina; a da Flo-Cert, braço da organização Fairtrade que emite certificados de comércio justo, e o Selo Demeter, que atesta a prática da agricultura biodinâmica em algumas propriedades.

Estiagem diminuiu tamanho da bergamota

Na vizinha Maratá, o citricultor Márcio Hansen está finalizando o raleio da bergamota caí na propriedade onde cultiva 10 hectares com citros. “Vai dar umas 2 mil caixas, em torno de 50 toneladas de bergamota verde”, estima o produtor, que destina as frutas verdes a unidades de extração de óleos essenciais em três outros municípios do Vale do Caí. A partir de maio, Hansen projeta colher de 150 toneladas a 200 toneladas das variedades caí, pareci e morgote, metade do volume obtido na safra anterior. A estiagem que vem prejudicando os resultados do pomar há três ciclos consecutivos também diminuiu o tamanho das frutas, embora sem comprometer as características e o sabor. “É difícil explicar para o consumidor, pois (o brasileiro) quer uma fruta graúda”, comenta Hansen.

Enquanto aguarda a concretização de medidas preventivas contra as secas recorrentes no Rio Grande do Sul – ele é um dos produtores beneficiados com açudes que serão implantados no município pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), por meio da Emater/RS-Ascar –, o citricultor busca alternativas para driblar os custos do pomar, que dispararam desde a invasão da Ucrânia pela Rússia. O país euroasiático é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil, e a guerra resultou em escassez do produto. Uma das soluções adotadas por Hansen foi o uso de bioinsumos. O produtor conta que costuma fazer cinco aplicações de adubo por ano, sendo que em apenas um desses procedimentos eram usados fertilizantes orgânicos. “Neste ano, são três aplicações com químico e duas com esterco de ave”, explica.

Diante da pressão exercida pela planilha de custos, a comercialização da bergamota gera expectativas. Em conversas com grupos de citricultores no Whatsapp, Hansen constatou que alguns estão negociando a fruta atualmente por valores entre R$ 60,00 e R$ 80,00 a caixa. Com a entrada da nova safra no mercado e o consequente aumento da oferta, os preços devem recuar, prevê o citricultor. Para cobrir as despesas do pomar, ele calcula que terá de vender a produção por pelo menos R$ 30,00 a caixa, ante preços de R$ 20,00 a R$ 25,00 negociados na safra passada. 


O citricultor Evandro Nedel, de Pareci Novo, já deu início aos trabalhos de colheita em seu pomar, que totaliza em torno de 12,6 mil pés de bergamotas das variedades caí, pareci e montenegrina. Apesar dos transtornos causados pela estiagem, ele diz que as plantas se recuperaram bem e espera colher uma média de duas caixas de frutas (em torno de 50 quilos) por planta. 

A grande incógnita é a rentabilidade da atividade. Nedel estima que as despesas totais com o pomar – incluindo os tratos de controles sanitários, compra de fertilizantes e contratação de mão de obra – tenham aumentado pelo menos 40% nesta safra. Compensar essa disparada dos custos com repasses aos preços dos produtos, que dependem da comercialização em grandes volumes, porém, pode ser um desafio. “A gente sente que existe uma recessão no varejo, um quilo de fruta não está barato, mas ainda espero um ano bom”, comenta. 

O cultivo de frutas cítricas no Rio Grande do Sul ganhou nesta safra um aliado tecnológico. Pela primeira vez, servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) utilizaram drones na inspeção de pomares nos municípios de Constantina, Liberato Salzano e Iraí. 

A fiscalização ocorreu de 14 a 18 de março de 2022, e a ferramenta permitiu identificar áreas em que os pomares de bergamotas, laranjas e limões apresentavam colorações diferentes, indicando clorose causada por alguma doença ou causa ambiental, como a estiagem.

Correio do Povo


Brasil de Pelotas empata no Bento Freitas e segue sem vencer na Série C

Metaverso amplia experiências educacionais

 Para os especialistas no assunto, é importante que as iniciativas virtuais imersivas na Educação não sejam apenas transposições do mundo real, mas ambientes para criar, cocriar e inventar novas formas de ensinar e de aprender

No projeto Metaverso La Salle Sapucaia School são desenvolvidas atividades, como a produção cultural de HQs e Animes, Saraus Literários, encontros de Cosplay, além de contação de histórias para alunos do turno inverso 


Por Vera Nunes

As experiências da Educação no metaverso, como já foi abordado na edição passada do +Domingo, exigem esforços, especialmente dos professores, para que não se restrinjam apenas a reproduções do mundo real, transpostas para o virtual. “Uma coisa que nos preocupa do ponto de vista da ciência na educação e pesquisas na área é que os metaversos criados não sejam só reproduções, transposições de sala de aula, de instituições, de um espaço geográfico feito de átomo, materializadas no espaço digital, reproduzindo todos os problemas que a gente já tem”, adverte a professora dos PPGs em Educação e em Linguística Aplicada da Unisinos, Eliane Schlemmer. Ela alerta que “os metaversos têm a potência de se constituírem em espaços para experienciar, vivenciar, criar, cocriar e inventar novas formas de ensinar e de aprender, de organização e funcionamento das instituições educacionais, da sociedade, de novas formas de democracia, de governança e de novos conceitos e formas que possam contribuir para melhorar as instituições já existentes no espaço geográfico”.

Persistência

Coordenadora do Grupo Internacional de Pesquisa Educação Digital (GPe-dU), Eliane lembra que nos metaversos, as interações são provocadas por desafios, experiências imersivas, engajadoras, que vão instigar diferentes habilidades, tanto cognitivas quanto sensório-motoras. “É importante ressaltar que trata-se de sistemas dinâmicos, multiusuários e persistentes e que podem ser criados tanto em 2D como em 3D que vão se modificando em tempo real, à medida que os avatares vão interagindo. Para a educação, essa característica de persistência é fundamental, porque é essa persistência que permite que o metaverso exista e evolua permanentemente. Garante que o que foi criado pelo avatar ou pelo grupo de avatares continue a existir mesmo quando se desconecta e se desliga do computador”, salienta. 

A persistência pode ser uma das ênfases da proposta desenvolvida em Sapucaia do Sul. O Metaverso La Salle Sapucaia School surgiu dos próprios alunos no final de 2021. Neste ano, a experiência foi ampliada e está sendo vivenciada pelos alunos do Ensino Fundamental, que têm realizado diferentes atividades explorando esse novo recurso, que agora faz parte do processo de aprendizagem.

Ambiente simulado

A escola foi projetada dentro de uma plataforma virtual que possibilita a interação de usuários em tempo real: o Minecraft. Dentro desse ambiente simulado, foram estruturados os espaços e ambientes da instituição. Os alunos criaram seus avatares e trans-põem atividades do dia a dia e projetos que estão em andamento no ambiente escolar para dentro da plataforma. 

No projeto, as salas de aula passaram a ser universos dentro do Multiverso La Salle Sapucaia School e cada turma se tornou um universo diferente, com uma temática definida pelos próprios alunos, entre elas os universos Geek, SOS Planeta, Esportes Radicais e Super Humano. Nesses universos, os estudantes desenvolvem projetos entre si, de forma sistêmica, versátil e interativa. Atividades como a produção cultural de HQs e Animes, Saraus Literários, encontros de Cosplay, além de contação de histórias para os estudantes do turno inverso, são alguns exemplos de atividades desenvolvidas. Ao longo do ano letivo, os estudantes irão aperfeiçoar a proposta, podendo haver adaptações na ideia original. Com isso, o projeto estima que será possível proporcionar aos alunos uma experiência pedagógica que desenvolva não só a autonomia, mas que possa aproximar os temas trabalhados do contexto contemporâneo da comunidade local. 

Impactos

Em palestra para o Senac RS, o especialista em experiência do usuário (UX designer) e professor Franz Figueroa, alertou para a importância de as escolas estarem atentas às possibilidades do metaverso. “É difícil prever o impacto de uma tecnologia no seu começo, assim como ninguém conseguia prever o impacto real da Internet no seu surgimento, nem do iPhone quando foi lançado. Contudo, podemos prever duas coisas com absoluta certeza: o metaverso passará a fazer parte da vida das pessoas em inúmeras áreas e acima de tudo seu uso mudará o modelo mental das pessoas, a forma de pensar, analisar e resolver os problemas e com isto mudará muito os nossos alunos. E, também, que seu uso fará parte do dia a dia dos alunos muito antes das escolas ou instituições de ensino, como foi com o Facebook, celulares, Instagram, etc.; salvo que passe a existir um esforço concreto delas em inovar os processos educacionais”, afirma.

Ampliação do Acesso

Para quem estuda o surgimento da nova tecnologia, um dos maiores desafios, senão o maior, é a ampliação do acesso, como lembra o especialista em gestão educacional, César Silva, presidente da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT). Ele lembra que um fato que muita gente esquece – ou ignora – é a dura realidade da grande massa de estudantes, jovens ou não, que não é contemplada por essas necessárias ferramentas. “A tecnologia existe e está implantada em bolhas, clusters de estudos especializados, mas a realidade da escala de um país com dimensão continental e diverso é muito distante do metaverso. Nunca o virtual foi tão distante do real”, analisa. 

Correio do Povo


São José reage e busca empate com o Remo na Série C


Em busca da emancipação


Caxias estreia com pé direito e bate Juventus-SC pela Série D

Perfume Shakira Dance Magnetic Feminino - Eau de Cologne 80ml

 


Para mulheres que gostam de dança, expressão e movimento, a marca Shakira apresenta o perfume Dance Magnetic, feminino, 80ml, eau de cologne. Trata-se de uma essência gourmand oriental com notas de saída com limão, mirtilo, framboesa e nectarina. No coração da fragrância, a flor de laranjeira combinada com a peônia, e no fundo, notas de sândalo, tonka e musk. Este frasco segue os demais da mesma linha e captura um instante em movimento, a sensual silhueta dos quadris da cantora que se movem ao ritmo da música. Um verdadeiro show para ser usado de dia ou de noite e deixar seus momentos ainda mais especiais!

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/perfume-shakira-dance-magnetic-feminino-eau-de-cologne-80ml/p/226560000/PF/PPFM/

Polícia Civil quer transformar mais de 100 carros apreendidos em viaturas

 Além dos veículos, montante conta também com 38 imóveis e duas aeronaves



Polícia Civil está dando os próximos passos da megaoperação Kraken, que atingiu o coração financeiro da facção do Vale do Rio dos Sinos na última terça-feira. A ação resultou no sequestro judicial de 102 veículos, sendo que mais de 50 deles foram apreendidos, bem como 38 imóveis e duas aeronaves. Houve ainda 812 quebras de sigilo fiscal, bancário, tributário e bursátil. O alvo foram cerca de R$ 50 milhões em bens e valores da organização criminosa gaúcha.

“Nossa ideia é a de que esses bens, como veículos e imóveis, passem ao Estado”, frisou o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM), delegado Mario Souza, na manhã deste sábado. “Em relação aos carros, nossa intenção é que sejam transformados em viaturas”, adiantou. Os veículos foram comprados pela facção criminosa, muitos deles de luxo como Maserati, Cadilac, BMW, Jaguar, Audi, Volvo e Camaro, entre outros.

Ele explicou ainda que todo o material apreendido está sendo analisado e a expectativa é a de saber, por exemplo, a quantia em valores existente nas 190 contas bancárias dos investigados e que foram bloqueadas judicialmente. “Não sabemos quanto têm”, enfatizou.

A organização criminosa, envolvida com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, homicídios e roubos, tinha planos inclusive de roubar carros de luxo na praia de Jurerê Internacional, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O grupo comprava os veículos e imóveis no RS e SC, além de adquirir empresas para conversão de valores e investir até mesmo em bolsas de valores.

A investigação começou no final do ano de 2020, sendo conduzida pela 2ª DPRM e pela 1ª DP de Sapucaia do Sul, chefiada pelo delegado Gabriel Borges. "O trabalho investigativo foi focado na lavagem de dinheiro da facção e que após o recebimento dos dados bancários e fiscais em decorrência do sigilo quebrado uma profunda análise será realizada para buscar mais bens e valores do grupo criminoso, complemento o delegado Gabriel Borges.

A megaoperação Kraken teve 207 investigados e 58 presos. Em torno de 1,3 mil agentes públicos cumpriram 1.368 ordens judiciais, incluindo 273 mandados de busca e apreensão e 66 mandados de prisão em 28 cidades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. A ação ocorreu ainda em 13 casas prisionais gaúchas e uma penitenciária federal.

Os policiais civis apuraram que a facção mantinha contatos com organizações criminosas no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, bem como cartéis internacionais na Bolívia e na Colômbia.

“Isso representa uma derrota da lavagem de dinheiro. O crime organizado gaúcho sofreu um golpe muito forte. É o maior golpe econômico”, ressaltou o delegado Mario Souza.. “É o maior esquema de lavagem de dinheiro do crime organizado gaúcho”, acrescentou.

“Agimos em toda a estrutura da organização. A coluna vertebral econômica foi quebrada”, assinalou. “Foi um trabalho de repressão qualificada realizado para quebrar as finanças do crime organizado”, concluiu o delegado Mario Souza.  

Correio do Povo

TSE já recebeu 127 mil urnas para uso nas eleições deste ano

 Previsão é de que 225 mil dos 577 mil equipamentos usados nessas eleições sejam do modelo atualizado


O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já recebeu 127 mil novas urnas eletrônicas para as eleições de 2022, informou a Corte. Outras 4,5 mil estão em trânsito, ou seja, a caminho dos depósitos da Justiça Eleitoral. Em dezembro do ano passado, o TSE informou que 225 mil novos equipamentos seriam entregues até julho deste ano.

Ao todo, serão 577.125 urnas à disposição nas próximas eleições – quase metade é do modelo novo, com novos dispositivos de segurança. As mais antigas receberam um hardware para torná-las mais seguras — elas poderão executar apenas programas desenvolvidos pela equipe do tribunal.

Os equipamentos novos foram adquiridos pelo TSE por meio de uma licitação. A empresa Positivo Tecnologia, responsável por fabricar as novas máquinas, foi escolhida em outubro do ano passado. A mudança ocorreu para incluir medidas de segurança e de celeridade. 

De acordo com levantamento feito pela Corte, a pedido do R7, outras 16 mil urnas serão entregues antes do primeiro turno das eleições. Ao todo, 577 mil peças serão distribuídas aos estados para as eleições de 2022. Dessas, 225 mil fazem parte da nova remessa e são do modelo EU2020. As alterações em relação aos modelos anteriores estão na placa-mãe do equipamento eletrônico.

O processador, do tipo SOC (System on a Chip), é dezoito vezes mais rápido que o modelo 2015. O projeto da urna eletrônica é 100% nacional e já foi exportado para mais de 50 países. Por conta disso, a Secretaria de Tecnologia do TSE acompanha os novos equipamentos. A expectativa é de que o registro do voto e a apuração das eleições devem ficar mais rápidos em razão da velocidade de processamento dos novos modelos.

Voto eletrônico

A primeira votação com a urna eletrônica no Brasil ocorreu em 1998. Desde então, os modelos das urnas foram atualizados 11 vezes, com a compra de novos equipamentos. A última aquisição foi em 2020. Mesmo com modelos mais antigos, ainda é possível atualizar o software, ou seja, o programa que roda no equipamento para computar os votos.

Neste ano, as peças mais antigas são de 2009. Para máquinas mais antigas que isso não é possível atualizar o sistema com as novas medidas de segurança, por isso o uso foi descartado. A atualização ocorre para evitar fraudes e rebater críticas ao sistema. O presidente Jair Bolsonaro tem repetido de maneira reiterada que os equipamentos não são seguros e que ocorreram irregularidades nas votações anteriores. 

O jurista Marcellus Ferreira Pinto, especialista em direito eleitoral, explica que o envio dos equipamentos segue critérios lógicos. "A distribuição das urnas é feita de acordo com o número de seções eleitorais de cada região, atendendo critérios administrativos determinados pela Justiça Eleitoral", explica.

Ele destaca que contestar o resultado das eleições não é um fenômeno novo, embora seja perigoso para a democracia. “O resultado de uma eleição sempre será contestado por quem perdeu, e esse fenômeno não é restrito às eleições brasileiras. Contudo, a participação de entidades e organismos estrangeiros e independentes pode trazer mais legitimidade ao pleito. Isso dependerá dos poderes fiscalizatórios atribuídos a tais entidades pela Justiça Eleitoral”, completa. 


R7 e Correio do Povo


Polícia Civil prende ex-namorado da jovem grávida desaparecida em Sertão Santana

Ucrânia anuncia ter recuperado três localidades perto de Kharkiv

 Invasão russa teve início em fevereiro



Ucrânia afirmou neste sábado que reconquistou três localidades próximas de Kharkiv, segunda maior cidade do país que fica na região leste, enquanto o Exército russo se concentra no Donbass e no sul. "Nosso Exército ucraniano lançou com sucesso uma contra-ofensiva ontem pela manhã. Após longos e ferozes combates, nossas tropas desalojaram tropas russas de Bezruki, Slatine e Prudyanka", informou o governador da região de Kharkiv, Oleg Synegubov, no Telegram.

Prudyanka fica a cerca de 15 quilômetros da fronteira com a Rússia. Synegubov disse ainda que duas pessoas morreram, e 19 ficaram feridas em bombardeios russos na região de Kharkiv nas últimas 24 horas.

De acordo com o porta-voz do Ministério ucraniano da Defesa, Kharkiv continua "parcialmente bloqueada" pelas forças russas. Estas seguem presentes, sobretudo, no noroeste, e estão reforçando suas posições "ao sul da cidade".

No Donbass, região sobre a qual Moscou quer assumir o controle total, as tropas russas estão "concentrando seus esforços na área entre Slaviansk e Kramatorsk", uma aglomeração localizada na província de Donetsk, anunciou Oleksiy Arestovich, assessor da Presidência ucraniana.

Os russos "estão realizando operações ofensivas e de reconhecimento para tentar encontrar pontos fracos em nossa defesa", completou.

Mais ao sul, zona que também é um alvo prioritário para as forças russas, eles estão "tentando continuar sua ofensiva na cidade de Gulyaypole", na província de Zaporizhia, a meio caminho entre a cidade homônima e o porto de Mariupol.

AFP e Correio do Povo

Água de Colônia Infantil Pom Pom - 100ml

 


A Água de Colônia Pom Pom deixa o bebê com um delicioso cheirinho e a pele macia. O produto de 100ml é testado dermatologicamente, não irrita a pele do bebê e sem álcool etílico. Fácil de aplicar basta colocar a colônia em pequenas porções na palma da mão e espalhar sobre a pele do corpo do bebê.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/agua-de-colonia-infantil-pom-pom-100ml/p/222498600/ME/ACCB/

Guarda Municipal prende dupla que invadiu sede da Carris, em Porto Alegre

 Seguranças da empresa flagraram criminosos e acionaram o efetivo da GM



A Guarda Municipal prendeu dois homens na madrugada deste sábado por tentativa de furto à sede da Carris, localizada na rua Albion, no bairro Partenon. Com auxílio das câmeras de segurança, os vigilantes da empresa flagraram a presença dos suspeitos. O efetivo da GM foi então acionado para atender à ocorrência e efetuar as prisões.

A dupla possui ficha criminal por furto, roubo e tráfico de drogas. Os criminosos, de 34 e 29 anos, chegaram a pular o muro da estatal, mas foram surpreendidos pelos agentes de segurança. Eles estavam com um facão e uma mochila com objetos furtados como relógios, brincos e colar. Parte de uma grade de proteção de metal chegou a ser danificada.

Eles foram autuados em flagrante por furto, dano e invasão, sendo encaminhados para o registro do flagrante na 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (2ª DPPA) no Palácio da Polícia.

“Com auxílio do sistema de videomonitoramento, os vigilantes acionaram com rapidez as nossas guarnições para efetuarmos a prisão. Estamos trabalhando em conjunto com diferentes órgãos e forças policiais para coibirmos os furtos e roubos de fios na cidade”, afirmou o comandante da Guarda Municipal, Marcelo do Nascimento.

Na semana passada, a sede da Carris chegou a ficar seis dias sem luz após ter sofrido uma tentativa de furto de cabos de energia elétrica. A ação criminosa não chegou a afetar a circulação de ônibus na cidade. Parte da rede de energia pegou fogo. Os custos para conserto, reposição dos cabos e aluguel de geradores passaram de R$ 40 mil.  

Pelo Twitter, o prefeito Sebastião Melo destacou a atuação dos agentes de segurança e a integração entre as forças policiais. “Parabéns aos agentes da Guarda Municipal que agiram com rapidez para prender dois suspeitos por tentativa de furto à Carris nesta madrugada. A Companhia foi alvo de ataques e teve que operar com geradores de energia. Não vamos perder a mão. Estamos atuando em várias frentes para combater o furto de cabos e fios de energia e semáforos. A denúncia da população pelos telefones 153 e 156 auxilia e muito neste combate à criminalidade”, postou nas redes sociais.

Correio do Povo