Móbile Meus Bichinhos de Pendurar - Fisher-Price

 


O móbile Meus Bichinhos de Pendurar da Fisher-Price é fácil de encaixar na cobertura do carrinho, com 5 animais para o bebê brincar. O elefante, sapo e leão translúcidos captam a luz e a atenção da criança! O panda macio possui um chocalho, e o macaco tem brinquedos que balançam.

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Após revisão, mais 1,6 milhão de trabalhadores vão receber abono salarial

 Com este último lote, o total de beneficiados chega a 24,2 milhões, com um volume de recursos de R$ 22,6 bilhões


Mais 1,6 milhão de profissionais foram considerados aptos a receber o abono salarial do PIS/Pasep, após reprocessamento feito pela Dataprev e finalizado nesta terça-feira. A informação é do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgada nesta quarta-feira.

Os novos beneficiados fazem parte de um grupo de 3,5% (1,9 milhão) de casos cuja validação dos cadastros junto às bases do governo Federal apresentou inconsistências, em fevereiro, e por isso os dados precisaram ser reprocessados.

O sistema considera as regras da legislação e orientações do Ministério do Trabalho e Previdência para realizar as verificações de elegibilidade do programa. Em fevereiro, a Dataprev já havia atingido 96,5% de conclusão do processamento do benefício, com 55 milhões de cadastros.

Os interessados já podem checar a situação por meio dos seguintes canais: aplicativo “Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital)” e/ou plataforma serviços no Portal Gov.br. Os valores do Abono Salarial estarão disponíveis aos trabalhadores que foram beneficiados com o reprocessamento a partir de 29 de março. 

Veja o calendário

- Dia 29 de março
Trabalhadores que pelas regras do calendário de pagamento deveriam ter recebido no mês de fevereiro.

- Dia 31 de março
Trabalhadores que pelas regras do calendário de pagamento deveriam ter recebido no mês de março.

Com este último lote, um total de 24.255.660 de trabalhadores foram considerados elegíveis a receber o abono salarial, cujo volume de recursos é da ordem de R$ 22,62 bilhões.

Neste ano, o calendário de pagamento do benefício está sendo realizado nos meses de fevereiro e março. Além disso, o pagamento aos trabalhadores com domicílios nos municípios declarados em situação de calamidade pública dos estados da Bahia e Minas Gerais receberam no dia 8 de fevereiro.

Saiba mais sobre o calendário de pagamento do MTP.


R7 e Correio do Povo

Banco Central anuncia aumento da Selic para 11,75%, o maior nível em 5 anos

 É a nona elevação consecutiva de uma série iniciada em março de 2021, numa tentativa do Banco Central para conter a inflação


Com a guerra na Ucrânia e a pressão da alta dos preços, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) definiu nesta quarta-feira o novo patamar dos juros básicos da economia brasileira. No nono aumento seguido, a taxa Selic subiu 1 ponto percentual, passando dos atuais 10,75% para 11,75% ao ano, o maior nível desde fevereiro de 2017.

"No cenário externo, o ambiente se deteriorou substancialmente. O conflito entre Rússia e Ucrânia levou a um aperto significativo das condições financeiras e aumento da incerteza em torno do cenário econômico mundial. Em particular, o choque de oferta decorrente do conflito tem o potencial de exacerbar as pressões inflacionárias que já vinham se acumulando tanto em economias emergentes quanto avançadas", afirmou o Banco Central em nota após a reunião do Copom.

O resultado já era esperado pelo mercado. Isso porque a inflação do país segue alta e dá sinais de que não está sofrendo o impacto dos juros altos, que deveriam tirar recursos do mercado e, assim, baixar os preços.

Além disso, a invasão russa da Ucrânia pressiona a inflação no mundo, refletindo no Brasil. O Banco Central dos Estados Unidos também decidiu nesta quarta-feira aumentar a taxa de juros pela primeira vez desde 2018. A guerra impacta a oferta de commodities, principalmente aquelas em que a Rússia tem peso, como petróleo, trigo, fertilizantes e minerais. 

"A alta da Selic é um remédio para controlar o aumento dos preços, mas não é o melhor remédio para a nossa inflação. A taxa é para controlar a demanda e o nosso problema é falta de oferta. Mas é o remédio que nós temos e tem que ser aplicado mesmo assim", avalia Murillo Torelli, professor de contabilidade financeira do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Torelli avalia que é uma decisão difícil por causa da instabilidade muito grande, com a alta dos que impactam a cadeia distributiva. "A dose desse remédio não pode ser muito forte porque mata o paciente. Começa a estagnar a economia, o crédito fica mais caro e perde o incentivo para investir no setor produtivo", explica Torelli. 

A trajetória de alta da taxa básica começou em março do ano passado, quando a Selic estava em 2% ao ano, o menor patamar da história, após uma série de reduções iniciada em 2016. Para o fim de 2022, a projeção do mercado é que a taxa alcance 12,25% ao ano. Mas já há analistas que apostam em 13,25%.

Essa é a segunda reunião do Copom em 2022. Na primeira, no início de fevereiro, a taxa subiu 1,5 ponto percentual. Em nota, o Banco Central afirma que o Copom já prevê outro ajuste da mesma magnitude para a próxima reunião. "O Copom enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas, e dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária", afirma o texto.

O novo aumento da taxa ficará vigente por ao menos 45 dias, quando os diretores do BC voltam a se encontrar para discutir novamente a conjuntura econômica nacional. A ata detalhada com as razões que motivaram a decisão será publicada na próxima terça-feira.

Como funciona a Selic

A Selic é conhecida como taxa básica porque é a mais baixa da economia e funciona como forma de piso para os demais juros cobrados no mercado. A taxa é usada nos empréstimos entre bancos e nas aplicações que as instituições financeiras fazem em títulos públicos federais.

Em linhas gerais, a Selic é a taxa que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.

A taxa básica também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, perto da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Histórico

Até março do ano passado, a taxa básica de juros vinha registrando uma série de quedas, desde julho de 2015, e uma sequência de reduções consecutivas, desde julho de 2019, chegando ao menor patamar da história.

A alta da inflação e as incertezas da economia por causa das crises sanitárias, gerada pela pandemia de coronavírus, e da guerra entre Rússia e Ucrânia, vêm pesando na decisão do Copom de elevar sucessivamente a Selic.


R7 e Correio do Povo

Mega-Sena volta a acumular e próximo concurso deve pagar R$ 190 milhões

 Próximo sorteio será no sábado



O concurso 2.463 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (19) à noite no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram 11 - 16 - 31 - 37 - 42 - 51.

O próximo concurso (2.464), no sábado (20), deve pagar o prêmio de R$ 190 milhões.

A quina teve 281 ganhadores e cada um vai receber R$ 51.216,19. Os 20.541 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.000,90.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Dólar fecha abaixo de R$ 5,10 após decisão do BC norte-americano

 Bolsa foi influenciada pelo mercado externo e subiu 1,98%



A decisão do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de elevar os juros gradualmente nos Estados Unidos trouxe alívio ao mercado financeiro global nesta quarta-feira (16). O dólar teve a maior queda em duas semanas e voltou a ser vendido abaixo de R$ 5,10. A bolsa de valores recuperou parte das perdas recentes e retomou os 111 mil pontos.

O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,093, com queda de R$ 0,066 (-1,27%). A cotação operou próxima da estabilidade ou em baixa durante quase todo o dia, mas acelerou a queda após o Federal Reserve aumentar os juros básicos dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, dissipando os receios de um aumento de 0,5 ponto.

Essa foi a primeira queda após quatro altas seguidas. O recuo foi o mais expressivo desde o último dia 3, quando a cotação tinha caído 1,55%. A moeda norte-americana acumula queda de 1,21% em março e 8,65% em 2022.

Ibovespa

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. Após quatro quedas seguidas, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.112 pontos, com alta de 1,98%. O indicador pegou carona nas bolsas americanas, que subiram após a divulgação do comunicado do Fed.

Na reunião de hoje, o Banco Central americano elevou os juros básicos para uma faixa entre 0,25% e 0,5% ao ano. Essa foi a primeira elevação desde 2018, após a taxa ficar praticamente zerada desde o início da pandemia de covid-19.

Em comunicado, o órgão informou que pretende fazer um ajuste gradual, mas consistente, com seis aumentos em 2022 e, pelo menos, mais três aumentos em 2023. A magnitude das elevações, no entanto, será discutida a cada reunião do Fed.

Apesar dos impactos econômicos da guerra da Ucrânia e de a inflação nos Estados Unidos estar no maior nível em 40 anos, a expectativa de um ajuste gradual agradou aos investidores. Um aumento de 0,5 ponto percentual estimularia a retirada de capital de países emergentes, como o Brasil. Por causa do horário de fechamento das negociações, o mercado ainda não refletiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro, que também aumentou os juros básicos hoje.

Além da reunião do Fed, dois fatores internacionais contribuíram para manter a estabilidade no mercado financeiro global. Hoje, diplomatas russos e ucranianos anunciaram a elaboração de um plano de negociação de paz. Além disso, o governo chinês anunciou que pretende oferecer mais estímulos econômicos para compensar as medidas de lockdown em regiões do país por causa do avanço da variante Ômicron do coronavírus.

Agência Brasil e Correio do Povo

Sol predomina no RS nesta quinta

 Há risco de chuva isolada e passageira no interior gaúcho da tarde para a noite



O sol predomina no Rio Grande do Sul e aparece em todas as regiões nesta quinta-feira, embora acompanhado de nuvens. Este será o primeiro dia desde o final da semana passada sem registro de chuva ou garoa na Grande Porto Alegre.

Entretanto, há risco de chuva isolada e passageira no interior gaúcho da tarde para a noite, de acordo com a MetSul.

A madrugada será de temperatura agradável, enquanto a tarde será mais quente, com tempo mais aberto e predomínio do sol. Em Porto Alegre, a mínima é de 17°C, e a máxima chega aos 29°C.

Mínimas e máximas no RS

Bagé 17°C / 30°C
Santa Cruz 17°C / 31°C
Vacaria 12°C / 26ºC
Torres 18°C / 28°C
Erechim 16°C / 29°C 

MetSul e Correio do Povo

Governo do RS publica decreto e máscaras deixam de ser obrigatórias em ambientes abertos

 Estado justifica decisão pelo avanço da vacinação e contexto atual da pandemia


O governo do Rio Grande do Sul publicou, na noite desta quarta-feira, o decreto que retira a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes abertos em todo o Estado. A medida tem efeito imediato e passa a valer a partir da publicação. Em espaços fechados, o acessório segue obrigatório.

decisão foi tomada na terça-feira, após reunião do Gabinete de Crise, que coordena as ações do combate ao Covid-19 em território gaúcho. A nova determinação leva em conta os posicionamentos do Comitê Científico de Apoio ao Enfrentamento à Pandemia COVID-19 e do Centro Estadual de Vigilância em Saúde  (Cevs). 

A flexibilização ocorre em meio à queda no número de pacientes internados com Covid-19 no Estado "A situação epidemiológica atual do território gaúcho permite retirar as sanções e a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre”, pontua o Cevs . A nota se baseia nos indicadores epidemiológicos atuais de redução de internações e avanço da vacinação no Estado, que chega a 76% da população com esquema vacinal completo (duas doses ou dose única).

Nas determinações do decreto publicado nesta noite ainda seguem avaliações para que, em ambientes amplos e com muitas pessoas, se mantenha a proteção. Exemplos são locais sem distanciamento ou em longos períodos de exposição, como shows e estádios de futebol. Para pessoas com comorbidades ou que estejam apresentando sintomas gripais, o item segue sendo recomendado. 

O documento reitera que as cidades gaúchas poderão, se assim entenderem, adotar medidas diferentes - não autorizando a flexibilização. Por fim, conforme o Comitê e a Secretaria Estadual de Saúde (SES), ainda não se tem uma perspectiva para avaliar a obrigatoriedade nos ambientes fechados. 

Correio do Povo


Sol predomina no RS nesta quinta




Mega-Sena volta a acumular e próximo concurso deve pagar R$ 190 milhões


Banco Central anuncia aumento da Selic para 11,75%, o maior nível em 5 anos


Após revisão, mais 1,6 milhão de trabalhadores vão receber abono salarial


Auxílio-combustível está totalmente fora do radar da Câmara, diz Lira


Rússia bombardeia teatro de Mariupol onde havia "centenas" de refugiados civis


Biden autoriza ajuda militar maciça para Ucrânia a pedido de Zelensky


Pacheco quer reforma tributária aprovada na próxima semana


Quadrilha que atacou banco em Porto Alegre era investigada pela Polícia Civil


"Não tem consenso; vai no voto", diz relator da reforma tributária


Para Bolsonaro, Petrobras "cometeu crime contra a população"


Municípios da Região Sul começam a flexibilizar uso de máscaras ao ar livre


Morre cabo Anselmo, ex-agente duplo da ditadura militar


Olimpia reverte desvantagem e elimina Fluminense da Libertadores nos pênaltis



Comitiva de São Francisco de Paula visita feira em Dubai


Villarreal supera Juventus por 3 a 0 na Itália e Chelsea avança contra Lille


Recuperação da estiagem e produção industrial alavancam PIB do RS em 2021



Liverpool vence o Arsenal e encosta no líder Manchester City


Arthur Lira revoga obrigatoriedade do uso de máscara na Câmara



PIB do agronegócio registrou crescimento de 8,36% em 2021

 


O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 8,36% em 2021. Com o resultado, o setor alcançou participação de 27,4% no PIB brasileiro, a maior desde 2004, quando foi de 27,53%.

No entanto, no último trimestre de 2021, especificamente, o PIB do agronegócio brasileiro chegou a cair, 2,03%, influenciado sobretudo por uma piora nos preços reais do setor.

Os dados divulgados nesta quarta-feira (16), pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apontam ainda que os segmentos primário e de insumos se destacaram em 2021, com aumentos de 17,52% e 52,63%, respectivamente.

O PIB também cresceu para os outros dois segmentos, 1,63% para a agroindústria e 2,56% para os agrosserviços. Dentre os ramos, enquanto o PIB do agrícola avançou 15,88% de 2020 para 2021, o PIB do pecuário recuou 8,95%.

Ramo agrícola

De acordo com o relatório, o forte crescimento do PIB do segmento primário agrícola ocorreu, especialmente, por conta do alto patamar real dos preços, tendo em vista as expressivas quebras de produção para importantes culturas, devido ao clima desfavorável.

Além disso, o avanço da renda nesse segmento não foi ainda maior por conta do também expressivo incremento dos custos de produção – o que pode ser verificado no avanço do PIB dos insumos agrícolas.

Esse crescimento refletiu, em grande medida, a alta dos preços de fertilizantes e de máquinas agrícolas (mas o aumento da produção nacional de fertilizantes, defensivos e máquinas agrícolas também impulsionou os resultados).

Os pesquisadores destacam a importante desaceleração da agroindústria ao longo do segundo semestre de 2021, após sucessivas recuperações observadas ao longo do primeiro semestre.

No entanto, apesar das retrações ao longo do segundo semestre, no acumulado do ano a agroindústria teve alta modesta, de 1,63% frente a 2020. Houve crescimento da indústria agrícola (7,18%) e queda da indústria pecuária (-16,82%).

Ramo pecuário

De acordo com o balanço, o aumento expressivo dos custos com insumos, seja dentro da porteira, na agroindústria ou nos agrosserviços, foi o principal fator pelo fraco desempenho do ramo, com recuo de 8,95%.

Já no segmento primário, o PIB cresceu (5,79%), mas com resultado bem modesto tendo em conta as fortes elevações dos preços dos animais vivos e do leite.

O relatório diz ainda que, em 2021, o aumento do faturamento nas atividades pecuárias não se transformou em aumento do PIB, tendo em vista o avanço ainda mais expressivo do custo com insumos nessas atividades. Outro fator foi a menor produção de boi gordo (-5,88%) que também influenciou negativamente o PIB pecuário.

O Sul

Presidente Arthur Lira diz que Câmara não vai discutir isenção de PIS/Cofins da gasolina

 


O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), descartou nesta quarta-feira (16) a possibilidade de os deputados discutirem a isenção do PIS/Cofins sobre a gasolina. A medida foi defendida pela ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF), que disse que a iniciativa deveria sair do Congresso Nacional em vez do Executivo.

Para Lira, é viável a criação de um “subsídio dirigido” especificamente a algumas categorias, como motoristas de aplicativo, táxis, motoboy e caminhoneiro, por terem menos impacto, segundo o deputado. O tema tem sido debatido com a Casa Civil, o Ministério de Minas e Energia e a Economia.

“Nós vamos procurar a responsabilidade fiscal. Acho que o subsídio amplo nos combustíveis atende a quem pode arcar com a inflação normal no mundo e quem não pode e a gente tem que privilegiar quem não pode”, explicou Lira a jornalistas, na chegada à Câmara.

Ainda de acordo com Lira, é uma “falta de sensibilidade muito grande polemizar” iniciativas que preveem o pagamento de subsídios em ano eleitoral. Isso porque a legislação veda a concessão de benefícios em ano de eleições.

“Ficam confundindo eleição com proteção dos mais vulneráveis. Nós estamos com uma guerra acontecendo numa parte no mundo, que tem dias mais tensos, dias mais tranquilos, mas todos os dias são dolorosos”, afirmou.

Críticas à Petrobras

O presidente da Câmara ainda criticou a alta de preços dos combustíveis e cobrou um recuo no aumento dos valores. Lira, no entanto, evitou criticar especificamente a gestão do presidente da estatal, Silva e Luna. Questionado, disse que “não poderia avaliar”, por não ter uma “visão interna da Petrobras”.

“O barril sobe e a gente aumenta. O barril baixa e a gente não baixa? É importante que a Petrobras recue o preço do aumento que deu. Porque o dólar está caindo e o barril está caindo, então são dois componentes que fazem a política de preço da Petrobras”, afirmou.

O Sul