Com alta da Selic para 9,25% ao ano, cálculo do rendimento da poupança sofre mudança; veja simulação

 


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Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, elevou mudança nesta quarta-feira.

Rendimento terá ajuste de 0,5% ao mês e 6,17% ao ano Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de elevar a taxa básica de juros (Selic) para 9,25% ao ano, o cálculo do rendimento da caderneta de poupança vai sofrer mudança e a rentabilidade voltará para a regra antiga, chamada de "poupança velha". Com a mudança do cálculo, a poupança a passa a valer menos do que hoje e a aplicação mais popular do país vai continuar perdendo para a inflação.  

Agora, a poupança terá o rendimento ajustado para 0,5% ao mês e 6,17% ao ano, mesmo rendimento que era pago para depósitos feitos até abril de 2012, ou seja, a "poupança velha". Até então, com a Selic a 7,75%, o investimento da aplicação financeira mais popular do país representa 0,44% ao mês e de 5,43% ao ano.  

 

"Quando a Selic está em até 8,5% ao ano, a poupança tem um rendimento limitado a um percentual de 70% dos juros básicos, mais a Taxa Referencial (TR, calculada pelo Banco Central e que está em zero desde 2017). Isso acontece porque a Selic está abaixo de 8,5% ao ano", explica o especialista em Finanças e planejador financeiro Marlon Glaciano.      

No caso da "poupança velha", os rendimentos são sempre calculados com 0,50% ao mês ou 6,17% ao ano, independentemente da taxa de juros que estiver em vigor. Até abril de 2012, os depósitos feitos eram aplicados com a "poupança velha".  

O especialista afirma que, mesmo passando a render mais a partir deste mês, a modalidade ainda vai perder para a inflação e para outros investimento de renda fixa. Pelo menos a curto prazo.  

"Mesmo com esta atualização na regra, considerando que a Selic superará os 8,5% ao ano, ainda é mais eficiente títulos indexados a 100% do CDI ao menos ou títulos do tesouro direto Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no caso de um maior tempo de exposição", explica o especialista em Finanças e planejador financeiro.  

O diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, preparou uma simulação de como ficaria uma aplicação financeira no valor de R$ 10 mil pelo prazo de doze meses, considerando aqui a Selic estável em 9,25% ao ano.  

Na Poupança antiga este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 680 (6,80% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.680. Já na poupança nova este investidor teria acumulado de rendimento o valor de R$ 680 (6,80% ao ano) totalizando um valor aplicado de R$ 10.680.

Fonte: O Dia Online - 08/12/2021 e SOS Consumidor

Balaiada - História virtual

 


Balaiada, chamada ainda Guerra dos Bem-te-vis, foi a mais longa e numerosa revolta popular ocorrida no Maranhão[1] entre os anos de 1838 e 1841,[2] com início em 13 de dezembro de 1838.[3] Os primeiros indícios da revolta ecoaram de um lugarejo chamado vila da Manga do Iguará, também conhecido simplesmente Manga, hoje a cidade de Nina Rodrigues, na região do Maranhão oriental.

A revolta foi liderada por homens pobres, mestiços e também escravos, devido ao sentimento de opressão que sentiam em relação aos prefeitos, cargo criado por uma administração conservadora do presidente da província Camargo. 

De um lado, grandes proprietários de terra e de escravos, autoridades provinciais e comerciantes; do outro, os balaios (vaqueiros, artesãos, lavradores, escravos, mestiços, mulatos, sertanejos, índios e negros), sem direito à cidadania e nem ao acesso à propriedade da terra, buscando o fim de novas arbitrariedades instituídas pelas oligarquias regionais que haviam subido ao poder após a proclamação da independência, além do fim de recrutamentos violentos.

Como em diversas revoltas camponesas, é comum dizerem não haver uma motivação revolucionária de questionamento do sistema político, conclusão equívoca e resultado de 150 anos de negação da legitimidade do movimento,[1] além de ter sido considerada pela ordem monárquica uma anomalia e uma manifestação da barbárie contra a civilização.[4]

Antecedentes

Apesar de uma implementação tardia, a economia escravista de plantation caracterizou-se no Maranhão pelo desenvolvimento e crescimento da importância de uma economia camponesa de forma diferenciada e autônoma, principalmente se comparada a outras regiões do Brasil onde também predominaram as grandes lavouras escravistas.

A economia camponesa assumia, então, uma função complementar à economia de plantation, criando assim um antagonismo entre os dois setores, gerando a base do conflito entre os autodenominados caboclos e os fazendeiros escravistas, e por fim, preparando o território para a eclosão da Balaiada.[5]

O Maranhão era regido por dois partidos: os liberais (chamados de bem-te-vis, por causa do seu jornal, chamado O Bem-te-vi) e os conservadores (cabanos, por analogia com os cabanos do Pará, Pernambuco e Alagoas).[2]

A articulação defasada entre o sertão maranhense e o litoral criou uma separação antagônica e consequentemente importante para a revolta, acentuando conflitos entre as camadas sociais no sertão e o poder provincial.

A revolta dos balaios

Considerada uma das maiores insurreições populares da época Brasil-Império, a Balaiada chegou a mobilizar ao menos 12.000 homens ao longo de seus quatro anos de duração.[6]

A revolta tomou o nome de Balaiada pois Balaio era o apelido de um de seus principais líderes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira. Ele era um fabricante de balaios, e fora vítima da violência policial, que havia violentado uma de suas filhas, sem que houvesse punição nenhuma.

A principal causa da revolta foi a detenção do irmão do vaqueiro Raimundo Gomes, o Cara Preta,[7] acusado pelo sub-prefeito da Vila da Manga[2] (atual Nina Rodrigues ), José Egito, um cabano. No dia 13 de dezembro de 1838, Raimundo Gomes, com nove outros homens, invadiu o edifício da cadeia pública da povoação e libertou-o, reforçando seu grupo com os prisioneiros soltos e vinte e dois soldados encarregados da segurança policial da Vila.[2]

Raimundo Gomes conseguiu o apoio de Lívio Pedro MouraMulungueta, e Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, também conhecido como Manuel Balaio, o que deu nome ao movimento.[2]

Os revoltosos, após destruírem e saquearem fazendas e vilas, investiram contra a Vila de Caxias, que, sob a liderança civil de João Paulo Dias e do capitão militar Ricardo Leão Sabino, conseguiu resistir, inclusive com o apoio de mulheres, durante quarenta e seis dias sob o cerco do bando de Raimundo Gomes.[2]

Quando não havia mais como defender a vila, o Capitão Sabino simulou haver aderido à revolta, mas disparou um canhão, causando pânico entre os balaios, resultando na evacuação da vila. Esta vitória animou o partido dos Bem-te-vi, que enviou emissários à capital São Luís, pedindo a rendição ao presidente do Maranhão.[2]

Os balaios, porém, eram desorganizados, sem unidade de comando, e perderam um de seus líderes, o Balaio, que foi atingido por um projétil atirado de seu próprio bando e morreu de gangrena.[2]

A importância da revolta reside, por um lado, em seu pioneirismo, tamanho e grandeza, que envolvem seu impacto na formação do campesinato maranhense, se fixando como parte importante da história de resistência da população camponesa. Por outro lado, a Balaiada, como diversas outras revoltas da época da Regência, teve seu caráter multiclassista, contando com uma liderança popular desde o princípio, unindo fazendeiros, vaqueiros e escravos, compondo um exemplo atípico de aliança.[6]

A repressão


A região do Baixo Sertão, onde está localizada a cidade de Caxias, também foi atingida pela Balaiada. Saindo de Caxias, através do rio Itapecuru, os rebeldes atingiram o baixo Munim, ocupando a vila de Icatu, na baía de São José, em frente à ilha de São Luís, criando assim uma grande ameaça ao governo da capital. [3]

Para combater a situação, a Regência enviou ao Maranhão, como Presidente e Comandante das Armas da Província o coronel Luís Alves de Lima e Silva, que tinha experiência militar por ter lutado na Guerra de Independência e na Guerra da Cisplatina, de 1825 a 1828. Ele recebeu o comando de todas as tropas em operação no Maranhão, Piauí e Ceará, e assumiu o comando em 7 de fevereiro de 1840.[2]

Lima e Silva criou a Divisão Pacificadora, dividindo em três colunas, comandadas por Sérgio de Oliveira, que ocupou as comarcas de Caxias e Pastos Bons, João Thomaz Henrique, que atuou em Vargem Grande e Brejo, e Souza Pinto Magalhães, que ocupou a Vila Icatu e as margens do rio Mearim.[2]

A estratégia dos revoltosos era de guerrilha rural, atacando só os pontos fracos da defesa do governo; a resposta estratégica foi manter suficientemente guarnecidas todas as vilas e cidades importantes para os revoltosos. Destes pontos fixos, Lima e Silva combateu a Balaiada, usando muitas vezes o cerco contra grupos de rebeldes.[2]

Os balaios ainda tiveram o apoio de três mil escravos, que fugiram das fazendas, se aquilombaram e depois ficaram sob a liderança do negro Cosme Bento das Chagas.[2]

Em 23 de agosto de 1840, quando foi proclamada a maioridade do imperador Dom Pedro II, Lima e Silva anunciou aos maranhenses a quase extinção da guerra civil.[2]

Lima e Silva receberia, mais tarde, o título de Barão de Caxias por esta campanha.[8]

Referências

  1. ↑ a b Assunção, Matthias (1 de dezembro de 2008). «Entrevista com o historiador Matthias Röhrig Assunção». Revista Outros Tempos5
  2. ↑ a b c d e f g h i j k l m Participação na Pacificação do BrasilA Balaiada no Maranhão 1838-1840 Exército Brasileiro
  3. ↑ a b dos Santos, Sandra. «O SERTÃO MARANHENSE NO CONTEXTO DA BALAIADA: conflitos e contradições» (PDF)
  4.  Janotti, Maria de Lourdes (2005). Balaiada: construção da memória histórica. São Paulo: [s.n.]
  5.  Assunção, Matthias (2015). De Caboclos a Bem-Te-Vis, : formação do campesinato numa sociedade escravista: Maranhão 1800-1850. São Paulo: [s.n.]
  6. ↑ a b Assunção, Matthias (1998). Histórias do Balaio. [S.l.: s.n.]
  7.  Arruda, José Jobson de A.; Piletti, Nelson TODA A HISTÓRIA: História Geral e História do Brasil 5ª edição 1996, ISBN 8508052022
  8.  Artigo sobre o tema do cientista social, mestre em sociologia-política e doutorando em ciências sociais, Renato Cancian - UOL Educação, em 31 de julho de 2005.

Bibliografia


  • MIRANDA,A. Balaios e Bem-te-vis: a guerrilha sertaneja (2a. ed.). Teresina: Instituto Dom Barreto, 2002.
  • JANOTTI, Maria de Lourdes Mônaco. A Balaiada. São Paulo: Brasiliense, 1987. 74p. il.
  • OTÁVIO, Bigode Janeiro: Imprensa Nacional, 1942.
  • OTÁVIO, Rodrigs". São Paulo: Siciliano, 2001. 75p. ISBN 8526708694
  • SANTOS, Maria Villela. A Balaiada e a insurreição de escravos no Maranhão. São Paulo: Ática, 1983. 145p.
  • A BALAIADA | EDUARDO BUENO


Wikipédia


Saiba mais:


Balaiada (1838-1841): resumo, motivos e líderes - Toda Matéria



Balaiada (1838 – 1841) - Mundo Educação - UOL


1841). Revolta da Balaiada - Brasil Escola


Balaiada (1838-1841): Revolta popular no Maranhão - UOL ...


Há 181 anos, explodia a Balaiada, revolta que uniu escravos e

STF forma maioria e mantém decisão que suspende despejos até março de 2022

 Decisão do ministro considerou que os efeitos causados pela crise sanitária ainda perduram no país  

Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que suspende despejos e desocupações por causa da pandemia de covid-19 até 31 de março de 2022. O julgamento começou no plenário virtual da Corte na última segunda-feira, 6, e se estenderá até a meia-noite desta quarta.  

Até esta manhã, acompanharam Barroso os ministros Dias Toffoli, Carmen Lúcia, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Rosa Weber. Ricardo Lewandowski, por sua vez, divergiu dos demais e considerou "mais prudente" manter a decisão apenas enquanto 'perdurarem os efeitos da pandemia'.  

Entenda a decisão Em junho deste ano, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu liminar para suspender por seis meses, até 3 de dezembro, os despejos e as desocupações em razão da crise sanitária. Em outubro, uma lei aprovada pelo Congresso Nacional (Lei 14.216/2021) suspendeu ordens de remoção e despejo até o dia 31 deste mês, apenas para imóveis urbanos.   

Diante da proximidade do fim da vigência da norma, o PSOL e outras entidades voltaram a acionar o Supremo, pedindo que as regras valessem por mais um ano ou até que fossem cessados os efeitos da pandemia. Barroso deferiu o pedido a fim de que os direitos assegurados pela legislação fossem estendidos para as áreas rurais e seguissem vigentes até 31 de março de 2022.   

Ao justificar o seu voto, o ministro observou que, sob o ponto de vista sanitário, houve uma melhora do cenário, mas lembrou que a pandemia ainda não acabou. Ontem, o país registrou 278 mortes por covid-19 e 10.303 novos casos da doença. Barroso também fez um apelo, mencionando a descoberta da nova variante do vírus, a Ômicron. 

"Nesse momento, não é possível ter uma previsão clara sobre se a onda de infecções que atinge a Europa chegará ao Brasil, nem se a nova variante do vírus contribuirá para o agravamento da crise sanitária. Diferentemente de outros países, a vacinação brasileira está avançando e não parece ter chegado a um ponto de estagnação, como no continente europeu", disse.  

"Além disso, também me parece relevante destacar os efeitos socioeconômicos da pandemia, que vem agravando de forma significativa a pobreza no país. Diversos fatores contribuem para a piora na situação dos grupos vulneráveis: a diminuição dos programas governamentais de assistência social (auxílio emergencial, a extinção do Programa Bolsa Família e a criação do Auxílio Brasil); o aumento da inflação (com elevação de preços particularmente sobre itens da cesta básica, gás e energia elétrica) e o aumento do desemprego", continuou.

Fonte: O Dia Online - 08/12/2021 e SOS Consumidor

Ignorar que vacinados transmitem coronavírus é um erro, informa The Lancet

 

União é condenada por omissão em caso de coleta de dados da Microsoft

 por Paula Soprana

Justiça determina pagamento de R$ 100 mil em danos morais coletivos

A Justiça condenou a União a pagar danos morais coletivos por omissão em um caso envolvendo coleta irregular de dados pela Microsoft.

A sentença da 9ª Vara Cível de São Paulo saiu na segunda-feira (6) e determinou o pagamento de R$ 100 mil referentes a uma ação civil pública movida pelo MPF (Ministério Público Federal) contra a empresa e a União.

 

A ação alegava que o Windows 10, sistema operacional da Microsoft, coletava dados de clientes de maneira ampla sem o consentimento expresso e informado pelos usuários. Eram informações como geolocalização, hábitos de navegação e histórico de buscas realizadas na internet. 

No ano passado, a Microsoft firmou um termo de ajustamento de conduta de R$ 2,5 milhões com o MPF para adequar seu sistema a requisitos de privacidade demandados pela Lei Geral de Proteção de Dados e pelo Marco Civil da Internet.

A empresa alterou seu acesso à política de dados, criando um canal direto e rápido para o usuário, mudou ícones e opções pré-selecionadas que, por padrão, coletavam dados de forma abrangente, e criou telas de configuração de privacidade, tornando o processo de tratamento de dados mais transparente.

A União, segundo o MPF, seguiu respondendo o processo por "não cumprir o seu dever de fiscalizar a empresa e por ter sido negligente na defesa dos consumidores do Windows 10".

Em 2016, a Senacom (Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor) foi questionada sobre possíveis providências para limitar a invasão de privacidade pelo uso do Windows 10. O órgão é responsável por abrir processos administrativos contra empresas que, de alguma maneira, lesem os consumidores.

Na época, a secretaria respondeu que "a questão era complexa" e que propôs à Microsoft que reforçasse as ações nesse sentido. O MPF considerou a ação frágil, pois não houve instauração de qualquer procedimento administrativo para investigar o caso.

No processo, a Senacom mencionava que "não se furtou a atuar na defesa do consumidor", mas "apenas não o fez por meio de processo administrativo sancionatório".

A sentença proferida pela juíza federal Cristiane dos Santos diz que, se não fosse a ação do MPF nenhuma das melhorias que a Microsoft implementou após fechar o acordo teriam ocorrido.

"A atuação do Departamento Nacional de Proteção ao Consumidor, no caso, restou aquém do esperado, de forma a caracterizar efetiva omissão no tocante à apuração e cobrança de atuação da Microsoft", afirmou.

Ela cita vários casos globais de uso irregular de dados para embasar a decisão, como de espionagem relevados pelo Wikileaks ou o escândalo da Cambrige Analytica, envolvendo o Facebook, em 2018.

A Microsoft e o Ministério da Justiça não se manifestaram até a publicação deste texto.

Fonte: Folha Online - 08/12/2021 e SOS Consumidor

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Vacinação contra a Covid ocorre em 44 locais nesta quinta em Porto Alegre

 


A prefeitura de Porto Alegre, por meio da Secretaria de Saúde, mantém a vacinação contra a Covid-19 em 44 locais nesta quinta-feira (9): Shopping João Pessoa, Largo Glênio Peres, sete farmácias e 34 unidades de saúde – seis delas com atendimento até as 21h (Belém Novo, Morro Santana, Primeiro de Maio, Ramos, São Carlos e Tristeza).

O Rolê da Vacina estará no Piquete do Tio Flor – Rua da Represa, 1023 – bairro Cascata -, das 9h às 15h.

Primeira dose

Público: Pessoas com 12 anos ou mais

Onde: 34 unidades de saúde, Shopping João Pessoa, Largo Glênio Peres, sete farmácias parceiras e  Piquete do Tio Flor

Endereços e horários: confira no link

Documentação: documento de identidade com CPF

Segunda dose para vacinados com Coronavac/Butantan

Público: Pessoas que receberam a primeira dose até 11 de novembro (28 dias)

Onde: 15 unidades de saúde, Largo Glênio Peres, Shopping João Pessoa e Piquete do Tio Flor

Endereços e horários: confira no link

Documentação: identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação

Segunda dose para vacinados com Pfizer/BioNtech e Oxford/AstraZeneca

 Público: pessoas que receberam a primeira dose até 14 de outubro (oito semanas)

Onde: 34 unidades de saúde, Shopping João Pessoa, Largo Glênio Peres, sete farmácias parceiras e Piquete do Tio Flor

Endereços e horários: confira no link

Documentação: identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação

Terceira dose (dose de reforço)

Público: Pessoas acima de 18 anos vacinadas com a segunda dose até 9 de julho (cinco meses) e imunossuprimidos com esquema vacinal completo até 11 de novembro (28 dias)

Onde: 34 unidades de saúde, Shopping João Pessoa, Largo Glênio Peres, sete farmácias parceiras e Piquete do Tio Flor

Endereços e horários: confira no link

Documentação: documento de identidade com CPF e carteira de vacinação com o registro das duas doses. Imunossuprimidos devem apresentar também comprovante da condição de saúde por meio de atestado médico, nota de alta hospitalar ou receita de medicação.

O Sul

O ESTADO LAICO E O MINISTRO EVANGÉLICO - 09.12.21

 

por Percival Puggina - http://www.puggina.org


 


Diz-se laico do estado não religioso. Ateu é o estado totalitário que se faz objeto de culto. Surpreso com saber? Mais ainda ficará quando perceber que há quem queira precisamente essa anomalia para si e para todos nós.


Fiquei pensando nisso ao perceber a estarrecida surpresa de muitos jornalistas brasileiros, primeiro com a indicação e, logo após, com a aprovação de André Mendonça para a vaga existente no STF. Diversos senadores manifestaram-se, também, a respeito da tal suposta incompatibilidade. Não duvido que muitos dos votos contrários tenham sido motivados por ela. Sim, sim, no Senado há gente para todos os desgostos.


“Na vida a Bíblia; no STF, a Constituição”. A frase do ministro só não esclareceu quem, diante da luz da verdade, imediatamente coloca óculos escuros. Fotofobia da razão e da alma. O Brasil estaria bem mais feliz se os dez colegas do novo ministro tivessem a Constituição como Bíblia de suas decisões e não a transformassem no Livro de uma seita muito particular, a serviço de suas próprias opiniões e irmandades.


Bem entendido isso, torna-se oportuno sublinhar que é discriminação e preconceito não admitir opinião ou argumento originário de algum ditame religioso, ou a ele semelhante. Afirmar em tais ocasiões que “o estado é laico”, como quem passa a tranca na porta e encerra o assunto, é retórica farsante. É usar a palavra para bater a carteira do auditório.


Sabem por quê? Porque a única consequência da aceitação dessa trampolinagem é cassar a palavra da divergência sob uma alegação falsa. Não há o menor sentido em que opiniões com fundamento moral desconhecido ou inexistente, diferentes tradições, chavões jornalísticos, contraditórias referências científicas e até o mero querer de alguém ou de alguns sejam legitimados, mas se declare inadmissível algo inerente ou assemelhado ao saber cristão, amplamente majoritário na sociedade.


Com muita ênfase, os constituintes promulgaram a Constituição “sob a proteção de Deus”. Determinaram ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livro exercício dos cultos" (art. 5, inc. VI). Afirmaram que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença" (art. 5, inc. VIII).


Não, não são as opiniões de indivíduos ou, mesmo, de figuras públicas em que se perceba inspiração religiosa que violam a Constituição, mas as tentativas de os silenciar. Foi exatamente contra essa pretensão totalitária que os constituintes ergueram sólidas barreiras constitucionais.


Pontocritico.com

MALHA SUL TERÁ R$ 10 BILHÕES DE INVESTIMENTO PRIVADO

 O secretário nacional de Transporte Terrestre do Ministério da Infraestrutura, Marcello Costa, afirmou nessa quarta-feira (8), em reunião-almoço com empresários na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), que até o final de 2022 ou início de 2023 um novo operador ou a renovação antecipada estará aprovado para a Rumo Malha Sul. O trecho ferroviário atravessa Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo e possui uma extensão total de 7.223 quilômetros, com um investimento total de R$ 10 bilhões, todo da iniciativa privada. “O projeto que o governo federal vem implementando para o país prevê uma grande transformação no modal ferroviário. O papel do governo não é investir, é regular o setor”, garantiu Costa.


O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, observou que a indústria gaúcha acompanha com expectativa a modernização brasileira, que possibilite avançar na área logística. O presidente citou a concessão da hidrovia da Lagoa Mirim à iniciativa privada, o projeto do porto em Arroio do Sal e o Programa de Estímulo ao Transporte de Cabotagem como notícias de grande relevância ao setor industrial. “Nas ferrovias, também observamos com atenção as iniciativas do Ministério da Infraestrutura e o programa Pro Trilhos, com previsão inicial de R$ 100 bilhões em investimentos privados neste modal”, ressaltou, reiterando a crença da FIERGS no desenvolvimento do Brasil tendo como base o desempenho do setor produtivo apoiado por uma infraestrutura moderna e logística adequada à competitividade mundial.


Pontocritico.com

Perfume Coscentra Linn Young Coeur Pure Feminino - Eau de Parfum 100ml

 


Se encontrar é um ato de cuidado com nosso interior, e achar nossa identidade olfativa com o aroma certo, faz parte desse processo incrível! Conheça a marca Coscentra foi fundada em 2004 e atualmente é uma das principais empresas de desenvolvimento e fabricação de perfumes acessíveis no mundo. As linhas da empresa são distribuídas em mais de 70 países com destaque para Alemanha, todas as embalagens e frascos são criados por renomados designers europeus, que inserem sofisticação e elegância em suas apresentações, proporcionando um alto impacto. Destaque-se com o perfume ideal para você. Encante com Coeur Pure, Eau de Parfum feminino 100ml, uso adulto da linha Linn Young. Foi criada para a mulher moderna, a frente do seu tempo e muito romântica. Valente, gosta de desbravar o mundo carregando seu sorriso luminoso e sua independência. Essa mulher, de andar deslizante, suavemente consegue o que quer, abusando de sua sedução farta e de sua determinação sincera.

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