Mercado tem carne para o fim de ano, mas falta o consumidor, diz consultoria

 


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Baixo poder de compra da população impacta projeções do setor

Pagamento da primeira parcela do 13º, salário do mês, chegada dasfestas de fim ano. Tudo poderia levar o consumidor para o mercado de alimentos neste início de dezembro. Ele continua, no entanto, bastante retraído, principalmente na aquisição de carnes.

A avaliação é de Heloísa Xavier, diretora da JOX Assessoria Agropecuária. "É um mercado inconsistente para este período do ano. Falta poder aquisitivo da população, e o dinheiro que está entrando vai para pagar contas atrasadas e as que estão vencendo", afirma.

 

No setor de carnes, a bovina ainda tem uma pequena sustentação nas vendas, devido às promoções da carne de segunda, mas a oferta de animais ainda é baixa. Já nos setores de frango e de suínos, os frigoríficos estão bem mais abastecidos.

"O mercado tem carne, mas falta o consumidor."

Esse cenário de incertezas no consumo se reflete no campo. Após um recuo de R$ 11 na sexta-feira (3), quando caiu para R$ 313, a arroba de boi gordo voltou a se recuperar nesta segunda-feira (6) no mercado paulista, subindo para R$ 322, uma elevação de R$ 9.

A queda da semana passada foi um movimento brusco, mas pontual, segundo Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

O cenário, no entanto, será de preços firmes. Ele acredita em umapressão de compras no final de ano e, mesmo com a taxa de inflação elevada e a perda de renda, o consumidor acabará optando pelas proteínas, afirma o pesquisador.

A dificuldade maior para o consumidor, em termos de preços, vai continuar com a carne bovina. Além da demanda maior neste período do ano, o que é natural, a oferta de gado vai continuar restrita.

A ocorrência de chuvas na passagem de 2021 para 2022 está melhor do que foi a de 2020 para 2021, o que permite ao pecuarista controlar melhor suas vendas.

A oferta de gado está restrita, mas a produtividade vem melhorando, segundo Carvalho. Os pecuaristas estão planejando melhor sua atividade nos anos recentes, utilizando novas tecnologias e aprimorando o manejo e a gestão.

Já os aventureiros do setor têm problemas, devido a esse sobe e desce dos preços, afirma ele. Em julho, a arroba estava em R$ 322, recuou para R$ 254 no final de outubro e voltou para R$ 324 na semana passada.

O pesquisador do Cepea diz que está havendo uma peneira na atividade, com muitos produtores indo para a soja ou arrendando suas terras.

Apesar do cenário atual, ele prevê uma melhora na oferta, principalmente após o primeiro semestre. O pecuarista já faz confinamento para a entrega no ano todo, e há um aumento de produtividade.

O cenário para o consumidor, porém, é delicado. A arroba de boi no pasto vale mais do que o equivalente a uma arroba da carcaça casada no atacado de São Paulo. Isso mostra uma pressão maior no campo do que os preços atuais da carne no atacado e no varejo.

Segundo o Cepea, o quilo de carne da carcaça casada (carnes do traseiro, dianteiro e ponta de agulha) está em R$ 20,55 no mercado atacadista de São Paulo, o maior preço desde meados de junho.

Esse mercado ainda tem um componente muito importante para ser avaliado: quando a China volta e quanto vai comprar.

O país asiático está em uma sinuca, uma vez que os chineses aprenderam a comer carne bovina, a classe média se amplia e a necessidade de importações cresce.

Para Carvalho, a China precisa de carne, e o Brasil é o melhor mercado para eles, devido à boa oferta e a preços mais acessíveis. É difícil, no entanto, prever quando os chineses voltam ao mercado brasileiro. Talvez esperem o início do próximo ano, afirma o pesquisador.

A China interrompeu as compras de carne bovina do Brasil no início de setembro, após a ocorrência de dois casos atípicos de vaca louca.

Com isso, as exportações totais de carne bovina fresca, resfriada e congelada, pelo Brasil, recuaram para apenas 163 mil toneladas no acumulado de outubro e de novembro. Só em setembro, as exportações haviam somado 187 mil toneladas.

De acordo com a Secex (Secretaria de Comércio Exterior), as exportações melhoraram nesta primeira semana de dezembro, somando 5.288 toneladas por dia útil, 24% acima do volume médio de novembro.

Para Carvalho, a situação é delicada também para o pecuarista. Apesar de uma previsão de preços bons para o boi, não adiante segurar o animal. O consumidor está sem renda, e a concorrência das outras proteínas, com custos menores, é grande.

Há um limite para aumentos internos. Já o dólar nos patamares atuais incentiva as exportações.

Fonte: Folha Online - 07/12/2021 e SOS Consumidor

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Venda online lidera gasto no varejo mesmo com reabertura, diz Rede

 por Eduardo Cucolo

Empresa de pagamento do Itaú Unibanco não vê desaceleração da modalidade após hábitos mudarem O valor das vendas online do varejo avançou 42% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2020, segundo dados da Rede, empresa de meios de pagamento do Itaú Unibanco, divulgados nesta terça-feira (7).

O desempenho é superior aos 24% das vendas físicas, apesar do movimento de reabertura das atividades no período após a redução de restrições impostas pela pandemia.

 

Paula Cardoso, presidente da Rede, afirma que o avanço do online é uma tendência que veio para ficar, uma mudança de comportamento, e diz não acreditar em um movimento de perda de fôlego no uso de meios digitais de pagamento.

 "Não vejo, pelo menos no curto prazo, uma desaceleração. Acho que houve realmente uma mudança de comportamento. A gente tem um exército de 80 milhões de brasileiros comprando online. É muita gente", afirma a executiva.

Segundo Cardoso, a participação do online no varejo passou de 4,5% antes da pandemia para cerca de 8%, mas ainda há muito espaço quando comparado com outros países. Ela cita dados da empresa Euromonitor, que apontam participação de 35% na Coreia do Sul e na Inglaterra.

Sobre a evolução dos meios de pagamento, a presidente da Rede destacou o crescimento do Pix e das carteiras digitais e afirmou que o país deve ter um cenário de substituição do uso dos cartões físicos em muito pouco tempo.

"A gente já vê as carteiras digitais tomando um papel bastante forte. A integração de tudo o que possa ser pagamento, focada em uma jornada de serviço de compra, seja online ou físico, é a forma como a gente está vendo essa evolução."

A quantidade de transações com carteiras digitais, especificamente Google pay, Apple pay e Samsung pay, dobrou de julho de 2019 para setembro de 2021, com um gasto médio praticamente estável. Destaca-se o uso em despesas com alimentação, mercados e drogarias e cosméticos. Segundo a Rede, 72% dos usuários são homens e 28%, mulheres.

O levantamento mostra também que, no total, o valor transacionado pelo varejo no terceiro trimestre de 2021 cresceu 27,5% em relação ao mesmo período de 2020 e 11,9% sobre o segundo trimestre deste ano, segundo os dados com a base de clientes da empresa.

SETORES EM RETOMADA

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a Rede destaca questões que refletem a retomada após o pior momento da pandemia com outras que mostram mudanças de comportamento.

No primeiro caso, estão os crescimentos em relação ao mesmo trimestre do ano passado de despesas físicas e online com passagens aéreas (149,9%), hospedagem (109,7%), bares e baladas (94%) e agências de matrimônio e buffets (80%). Todos com desempenho retomando a trajetória anterior à pandemia.

Já as despesas apenas online em restaurantes cresceram apenas 18% em relação ao mesmo período de 2020, mas houve um salto de 428% em relação a 2019, mostrando também um novo comportamento de consumo no país.

Ela destaca ainda segmentos outros segmentos que em alta, como materiais de construção, móveis de escritório, floriculturas e laboratórios, impulsionados também pelas mudanças de consumo durante a crise sanitária.

Na divulgação dos dados, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita, falou sobre o ambiente macroeconômico no período, marcado por uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 0,1% em relação ao trimestre anterior.

Mesquita destacou o indicador de atividade do banco (Idat), que mostrou, no período, a primeira queda não relacionada diretamente com as medidas de isolamento provocadas pela pandemia.

Segundo ele, o indicador perdeu dinamismo desde meados de setembro, o que estaria relacionado, principalmente, ao avanço da inflação, que afeta a confiança das famílias e reduz o seu poder de compra.

"A gente acha que isso explica o fato de o Idat estar andando de lado desde meados de setembro, período em que houve aumento da mobilidade."

Ele afirma que parte do crescimento econômico de 4,7% previsto neste ano pelo banco pode ser transferido para 2022 a depender do ritmo de retomada de diversos setores. Para o próximo ano, a expectativa do Itaú é uma contração de 0,5%.

Fonte: Folha Online - 07/12/2021 e SOS Consumidor

Procon Carioca multa IFood em mais de R$ 1,5 milhão após nome dos estabelecimentos serem trocados

 Órgão constatou que a empresa compartilha dados dos usuários com prestadores de serviço terceirizados 

Rio - O Procon Carioca, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania aplicou uma multa de R$ 1.508.240,00 para o aplicativo IFood. A decisão foi tomada após a abertura de um procedimento administrativo que tinha como objetivo tomar providências diante do ocorrido no dia 02 de novembro, quando os nomes de alguns estabelecimentos cadastrados na plataforma foram alterados por mensagens políticas.  

Na ocasião, após a imprensa divulgar o ocorrido, o IFood se manifestou informando que as alterações foram feitas por uma empresa prestadora de serviço, mas que não houve vazamento de dados, muito menos de meios de pagamentos (dados de cartões de créditos e débitos) dos clientes consumidores.  

 

Segundo o Procon Carioca, "diante da grande repercussão do ocorrido, os agentes do Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Carioca, procederam à fiscalização junto à plataforma e constataram que o IFood informa claramente no campo  Declaração de Privacidade, que compartilha dados com empresas terceirizadas, incluindo dados de pagamentos dos consumidores".     

O órgão ressaltou, ainda, que tendo em vista que a plataforma Ifood armazena e compartilha informações sensíveis de boa parte dos brasileiros como CPF, endereços cadastrados, e-mails e dados utilizados para pagamentos on-line, como numerações de cartões de crédito e débito, foram requeridos esclarecimentos, como quais estabelecimentos foram afetados por esse acesso indevido.  

A empresa também foi questionada por quanto tempo os nomes dos estabelecimentos ficaram alterados, qual foi o prazo para correção do sistema, quantas compras foram realizadas durante o acesso indevido e qual a identificação da empresa prestadora de serviços que deu causa ao acontecimento e quais são suas atribuições na gestão da plataforma. No entanto, "a ausência de documentos levou o Procon Carioca a multar a Empresa".  

"O Procon Carioca está sempre atento às plataformas/aplicativos e violações ao direito do consumidor", concluiu o diretor executivo Igor Costa. Procurado, o IFood ainda não se manifestou sobre o assunto.

Fonte: O Dia Online - 07/12/2021 e SOS Consumidor

Aplicativo de entrega deve indenizar consumidora por cancelamento unilateral e extravio de encomenda

 A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF manteve a sentença que condenou a Uber do Brasil Tecnologia a indenizar uma consumidora pelo cancelamento unilateral da corrida sem a entrega do produto. O Colegiado concluiu que houve falha na prestação do serviço, diante da ausência de contato com a consumidora e o extravio do item

Narra a autora que solicitou o serviço de entrega em domicílio de uma encomenda de doces que havia comprado para a festa da filha de um ano. Afirma que a solicitação foi feita no aplicativo da ré, por meio da modalidade Uber Flash. A corrida, no entanto, foi cancelada de forma unilateral pelo motorista, sem que a entrega do produto tivesse sido realizada. A autora pede para ser indenizada. 

 

Decisão do 1º Juizado Especial Cível de Águas Claras condenou a ré a ressarcir o valor pago pela encomenda não entregue e pela viagem, além de indenizar a autora pelos danos morais sofridos. A Uber recorreu sob o argumento de que não houve falha na prestação do serviço. Assevera que o motorista parceiro foi ao local de destino, aguardou por dez minutos, mas que a consumidora não compareceu para receber a encomenda. Diz ainda que ele não é obrigado a entrar em contato com o usuário via chat. 

Ao analisar o recurso, a Turma observou que as provas apresentadas pela Uber não são suficientes para demonstrar que o motorista foi ao local de entrega. Segundo o Colegiado, o motorista não seguiu as orientações dos Termos de Uso da plataforma, uma vez que não entrou em contato com a autora, por meio do chat, para receber instruções de como proceder na entrega da encomenda. “Além disso, no contato com o suporte da recorrente, o motorista parceiro apenas solicitou informações sobre o valor da corrida que receberia, nada falando sobre o item que transportava. Por fim, o motorista parceiro deu destino desconhecido ao item, o que também causa evidente enriquecimento sem causa. Assim, sendo evidente a falha na ré no caso, não há reparo a ser realizado na sentença”, registrou.

Dessa forma, a Turma manteve a sentença que condenou a Uber ao pagamento de R$ 2 mil a título de danos morais. A ré terá ainda que ressarcir a quantia de R$ 486,00. 

A decisão foi unânime. 

Acesse o PJe2 e conheça o processo: 0702868-43.2021.8.07.0020

 

Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 07/12/2021 e SOS Consumidor

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Vídeo mostra gangue de motoqueiros fazendo arrastão e roubando motos na Zona Leste de São Paulo

 

Frio intenso aumenta riscos de infarto e AVC em até 30%, alerta cardiologista

 

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Frio intenso aumenta riscos de infarto e AVC em até 30%, alerta cardiologista

MDB anuncia pré-candidatura de Simone Tebet à presidência

 


MDB anuncia pré-candidatura de Simone Tebet à presidência
Partido fez cerimônia nesta quarta-feira para confirmar que a política será a representante da legenda na disputa pela Presidência da República em 2022. Senadora pelo Mato Grosso do Sul, Tebet já comandou a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, além de ter concorrido à sua presidência e a participado da CPI da Pandemia neste ano. Com o anúncio, Tebet se torna a primeira mulher pré-candidata à Presidência até o momento.
Foto via @correio_dopovo

Fonte: https://twitter.com/i/events/1468635013667168260

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