Barbeador Elétrico Philips OneBlade QP2510/15 - Seco e Molhado 1 Velocidade

 


O Barbeador Elétrico Philips OneBlade QP2510/15 é a maneira revolucionária de fazer a barba, com uma tecnologia exclusiva dedicada a homens que gostam de manter e preservar o estilo diariamente. Desenvolvido para raspar, aparar e contornar qualquer tamanho de barba, o OneBlade pode ser usado tanto seco quanto molhado. Suas lâminas foram projetadas para garantir uma longa durabilidade e muito mais conforto para sua pele. Dessa forma você poderá fazer movimento precisos e cortes em diferentes sentidos sem pontos cegos. Além disso, ele conta com bateria recarregável e vem acompanhado de dois pentes com níveis de altura de 1 e 2mm.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/barbeador-eletrico-philips-oneblade-qp251015-seco-e-molhado-1-velocidade/p/102010000/PF/PBEL/?campaign_email_id=3334&utm_campaign=email_3011_ativar_loja&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-102010000

Bolsonaro diz que tem 20% no Supremo com as indicações dos ministros André Mendonça e Nunes Marques

 


O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira (2) que os ministros indicados por ele para o STF (Supremo Tribunal Federal) vão representar 20% das teses do governo na Corte. Bolsonaro deu a declaração em uma cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o governo assinou decretos relacionados ao programa vale-gás para famílias de baixa renda.

Na quarta (1º), o Senado aprovou a indicação do ex-ministro da Justiça André Mendonça para uma vaga no Supremo. Ele foi o segundo indicado por Bolsonaro para o tribunal desde o início do governo – o primeiro foi o ministro Nunes Marques, que tomou posse em novembro de 2020.

“Hoje em dia, eu não mando nos dois votos no Supremo, mas são dois ministros que representam, em tese, 20% daquilo que nós gostaríamos que fosse decidido e votado dentro do Supremo Tribunal Federal”, declarou o presidente no evento.

Na sequência do discurso de quinta-feira, Bolsonaro afirmou que o presidente da República em 2023 poderá indicar mais dois nomes para o STF, o que representará “uma enorme renovação”.

“Está polarizada a política. E quem porventura se eleger ou se reeleger no ano que vem vai indicar no primeiro semestre de 2023 mais dois nomes para o Supremo Tribunal Federal. Será uma enorme renovação para o Supremo. E todas as instituições, no meu entender, já que somos mortais, devem ser renovadas”, declarou.

André Mendonça

Em rápida entrevista coletiva, logo após o resultado da votação no Senado, Mendonça afirmou que os evangélicos não são melhores nem piores que ninguém, mas apenas querem seguir ajudando o país, trabalhando para que o Brasil seja uma grande nação. Ele, que é pastor presbiteriano, também disse que os evangélicos querem fazer da Justiça brasileira uma referência e dar mais esperança ao povo brasileiro.

“A nossa diferença não está em nós, mas naquele que habita em nós”, afirmou.

Mendonça também disse saber que haverá decisões em que será criticado. Ele admitiu que, muitas vezes, as críticas poderão ser merecidas, mas apontou que vai tentar fazer do Brasil um país mais justo. Emocionado, o futuro ministro agradeceu a Deus, falou de amor e elogiou sua família. Ele ainda afirmou que a transformação do país começa quando as famílias são transformadas.

“Que Deus nos ajude a fazer do Brasil uma grande nação”, concluiu. As informações são do portal de notícias G1 e da Agência Senado.

O Sul

Câmara dos Deputados e Senado ainda não têm acordo sobre a promulgação da PEC dos Precatórios

 


A Câmara dos Deputados e o Senado ainda não têm um acordo sobre a promulgação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) dos Precatórios, aprovada última na quinta-feira (2). O Senado fez mudanças no texto que havia sido aprovado pela Câmara. Com isso, a PEC precisa ser analisada de novo pelos deputados.

Durante a votação, o relator e líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB, negociou com o presidente da Câmara, Arthur Lira, do Progressistas, para que a nova votação do texto na Casa fosse acelerada. Mas Lira tem defendido que o Congresso faça uma promulgação fatiada do texto. Num primeiro momento, só entraria em vigor o que não foi modificado pelo Senado. O restante ficaria para o ano que vem.

Senadores de oposição e independentes reagiram à proposta de Arthur Lira. Dizem que ela fere a negociação que viabilizou a aprovação da PEC.

“Aquilo que nos interessa nos amarramos de tal forma que ou eles promulgam na sua inteireza ou eles não conseguem promulgar, porque realmente nós mudamos o texto da Câmara. Se o governo federal quiser realmente espaço fiscal e precisar, que eu acho que precisa, ele vai ter que trabalhar com a Câmara dos Deputados para votar o mais rápido possível as alterações feitas pelo Senado Federal”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS).

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, do PSD, prometeu tratar do assunto com os líderes em uma reunião nesta segunda-feira (6).

O governo tem pressa, porque quer usar parte do dinheiro liberado com a PEC para aumentar, ainda neste ano, o valor médio do Auxílio Brasil para R$ 400. A promulgação fatiada representa menos dinheiro no caixa. Só com a promulgação da PEC inteira o governo consegue os R$ 106 bilhões a mais no orçamento do ano que vem.

E a equipe econômica já planeja como gastar esse valor: R$ 48,7 bilhões iriam para gastos obrigatórios, como previdência, saúde e benefícios sociais, e R$ 54,6 bilhões iriam para a expansão do Auxílio Brasil, com o valor de R$ 400 e novos beneficiários.

Mais cedo, em um evento com o setor da indústria química, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o governo teve de abrir mão de alguns pontos para conseguir aprovar a PEC no Senado. Entre eles, o tempo pelo qual vai vigorar o limite anual para o pagamento dos precatórios, as dívidas judiciais da União. Na proposta original, valeria até 2036, mas no texto aprovado pelos senadores, vai só até 2026.

“A versão final aprovada não é exatamente a versão inicial, mas ela é satisfatória do ponto de vista de criar exequibilidade do orçamento anual e ao mesmo tempo previsibilidade dos gastos futuros. Nós gostaríamos que isso fosse para sempre, mas aprovaram só até 2026. Então, nós sabemos que as despesas são previsíveis até 2026”, disse Paulo Guedes.

No dia da aprovação da PEC pelo Senado, Arthur Lira (PP-AL) afirmou que o mercado reagiu favoravelmente. Segundo ele, a aprovação da proposta prova que a economia compreendeu que tempos excepcionais exigem medidas de cuidado com os mais vulneráveis.

“Mercado hoje reagiu favoravelmente à aprovação da PEC dos Precatórios. Prova que a economia compreendeu que tempos excepcionais exigem medidas de cuidado com quem mais precisa. E reconheceu também que cada passo foi dado com prudência e responsabilidade fiscal”, destacou Lira, em suas redes sociais. As informações são do Jornal Nacional e da Agência Câmara de Notícias.

O Sul

Deputado federal do PL investigado por desvio de emenda é flagrado com maços de dinheiro

 


O deputado Josimar Maranhãozinho (PL-MA) foi flagrado manuseando uma grande quantidade de dinheiro que, segundo a Polícia Federal, é resultado de um esquema de desvios de recursos de emendas parlamentares. As imagens, gravadas por uma câmera escondida pelos agentes no escritório do político em São Luís, capital do Maranhão, mostram o deputado retirando as notas de uma caixa. Em outro momento, ele guarda um maço embaixo de uma bolsa.

As gravações foram feitas em outubro do ano passado, com autorização do Supremo Tribunal Federal, e incluída no inquérito da Operação Descalabro, que apura uma complexa engrenagem de desvio de dinheiro público direcionado pelo próprio deputado a municípios maranhenses via emendas parlamentares. Relatório da PF obtido pelo Estadão aponta que o fluxo de dinheiro em espécie no escritório do político tem como origem repasses que empresas ligadas a Maranhãozinho receberam de prefeituras sob influência política do parlamentar.

Com ascensão meteórica na política maranhense, Josimar Maranhãozinho tem parentes e pessoas de sua confiança no comando de prefeituras locais. A suspeita da PF é de que após receber os recursos federais, esses municípios contratavam empresas ligadas ao parlamentar. De acordo com investigações da PF, a relação de parentesco e ligações pessoais de Maranhãozinho com prefeitos e secretários municipais fazem parte do modus operandi para desvio de dinheiro em áreas como saúde e infraestrutura.

Nesta última semana, endereços do deputado foram alvo de uma operação de busca e apreensão. A PF investiga o desvio de R$ 15 milhões em emendas parlamentares destinados aos municípios de Araguanã, Centro do Guilherme, Zé Doca e Maranhãozinho – cidade da qual Josimar já foi prefeito. O dinheiro foi repassado às empresas Águia Farma, Medhosp e Atos Engenharia. As três firmas, diz a PF, têm entre seus sócios pessoas que possuem vínculo com o parlamentar. Também são ligadas ao deputado a Construtora Madry Ltda., a Joas Consultoria e Marketing Ltda. e a MG Empreendimentos, que atuam na área de infraestrutura.

Além das imagens, a PF também captou áudios de conversas analisou documentos no escritório que, segundo a investigação, apontam possível ingerência do deputado sobre as prefeituras que recebem suas emendas. Entre os indícios de que ele tinha o controle do que entrava e saía dos cofres municipais estão extratos bancários de prefeituras.

Em relatório do dia 4 de novembro de 2020, a PF afirma que “é possível observar no presente relatório indicativo de cometimento de ilícitos por parte do deputado federal Josimar Cunha Rodrigues (Maranhãozinho) seus funcionários e pessoas sócias de empresas que frequentam o seu escritório”. “A constatação em vídeo do parlamentar Josimar carregando maços de dinheiro no escritório, somada as conversas degravadas, indica a movimentação de valores à margem do sistema financeiro nacional. Tal constatação causa preocupação e estranheza, especialmente quando o país está às vésperas de uma eleição municipal onde o citado parlamentar aparenta ter grande influência no estado”, ressalta o relatório da polícia.

Além do desvio de dinheiro, uma das hipóteses é que os recursos estariam sendo utilizados para interferir economicamente na disputa das eleições municipais em São Luís, capital do Estado.

Diante das suspeitas de corrupção, a PF chegou a pedir a prisão cautelar e o afastamento de Josimar Maranhãozinho da Câmara dos Deputados. Mas o relator no STF, ministro Ricardo Lewandowski, não autorizou. Em decisão de 26 de novembro de 2020, Lewandowski anotou que “segundo os elementos informativos apresentados pela autoridade policial, verifica-se a presença de indícios suficientes da constituição de organização voltada, em tese, para promover desvios de recursos públicos federais, especificamente de emendas parlamentares, por meio de interpostas pessoas jurídicas, em favor do Deputado Federal Josimar Cunha Rodrigues, instrumentalizados por contratos fictícios entabulados, sem licitação, com diversos municípios do Estado de Maranhão”.

Há pelo menos dois inquéritos sigilosos abertos no Supremo para apurar o esquema, batizado de “feirão das emendas” por deputados e assessores. A suspeita é de que parlamentares cobram comissão para indicar recursos do Orçamento a uma determinada prefeitura. O dinheiro seria pago por empresas interessadas nas obras e serviços ou pelo próprio agente público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Carrinhos colecionáveis à venda na loja - Antiquário

 








Valores: R$ 40,00 (pequeno), R$ 60,00 (médio) e R$ 120,00 (grande)

Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080 
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 -  Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Saiba como foi o quarto dia de depoimentos no júri do processo sobre o incêndio na boate Kiss

 


O quarto dia de julgamento dos réus pelo incêndio da boate Kiss chegou ao fim, por volta das 19h deste sábado (4), após os depoimentos de mais três testemunhas, das quais duas são sobreviventes da tragédia que matou 242 pessoas na madrugada de 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria (Região Central do Estado).

As atividades no Plenário do Fórum Central de Porto Alegre, no bairro Praia de Belas, serão retomadas às 10h deste domingo (5), às 10 horas. Devem ser ouvidos Thiago Mutti (convocado a pedido da defesa de um dos acusados) e a vítima Delvani Brondani Rosso, solicitada pela acusação. Ainda não há data prevista para a conclusão dos trabalhos.

No banco dos réus estão os sócios da boate Elissandro Callegaro Spohr, 38 anos, e Mauro Londero Hoffmann, 56, mais o músico Marcelo Jesus dos Santos, 41, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, e o produtor e auxiliar de palco Luciano Bonilha Leão, 44.

Eles foram denunciados pelo Ministério Público (MP) por 242 homicídios consumados com dolo eventual (quando se assume o risco de matar) e 636 tentativas. A maioria das vítimas – com idades entre 18 e 30 anos – sofreu asfixia.

Conforme o processo, houve imprudência por parte dos empresários por permitirem aglomeração de público além da capacidade prevista pela casa noturna e dos músicos por usarem em ambiente fechado um artefato pirotécnico que acabou incidindo sobre material inflamável usado como isolamento acústico, produzindo fogo e fumaça tóxica.

Primeiro depoimento

Entre o começo da manhã e o meio da tarde, foi ouvido durante quase cinco horas (uma das oitivas mais longas do julgamento até agora) o publicitário Alexandre Marques, 38 anos. Na época do incêndio na Kiss, ele atuava como promotor de bandas para boates e como técnico para um grupo musical.

Marques não estava na danceteria na noite trágica, mas como testemunha arrolada pela defesa do réu Elissandro Callegaro “Kiko” Spohr (um dos sócios da casa noturna) detalhou aspectos sobre a realização de festas e eventos nesse tipo de estabelecimento, inclusive no que se refere a efeitos pirotécnicos.

Conforme o ex-produtor, o uso desse tipo de dispositivo não costumava ser avisado com antecedência aos proprietários de boates e similares. “Certa vez, tentei utilizar um ‘sputnik’ [tipo de fogo cenográfico] na Kiss, mas não tive autorização do Kiko”, garantiu.

Questionado sobre a lotação das danceterias, Marques discorreu sobre estratégias utilizadas pelas boates para manter o movimento de clientes e a pista de dança cheia. Segundo ele, os clientes em geral não gostam de locais vazios.

Por fim, ele afirmou que não conhecia Mauro Londero Hoffmann, sócio da Kiss, e que acreditava que, na prática, o proprietário da boate era Elissandro.

Segundo depoimento

Depois prestou depoimento o desenhista industrial Maike Ariel Santos, único sobrevivente de seis amigos que estava na Kiss para comemorar um aniversário. Ele detalhou que, no início do incêndio, os gritos de “Fogo!” foram o gatilho para buscar uma saída, de mãos dadas com as cinco garotas que completavam o grupo:

“Tinha muita gente, eu estava ‘esmagado’ entre as pessoas e não enxergava minhas amigas, só sentia as suas mãos. Acabamos nos separando. Quando cheguei perto do bar, senti a fumaça e esquentou muito rápido, os olhos ardiam a ponto de não poderem se abrir. Não havia qualquer referencial de visão”.

Houve um momento em que Maike desmaiou: “Só recobrei os sentidos lá fora, provavelmente retirado por alguém”. Ele ficou um mês internado, incluindo dez dias em coma e uma piora que quase o levou a óbito. Mas conseguiu se recuperar, restando como sequelas cicatrizes de queimaduras nas mãos.

“Meu tratamento psicológico foi conhecer os pais de minhas amigas que faleceram”, desabafou, acrescentando que não recebeu apoio ou pedido de desculpas por qualquer um dos quatro réus.

Terceiro depoimento

Por fim, foi ouvida das 17h às 19h a sobrevivente Cristiane Santos Clavé, que perdeu 15 amigos na festa, à qual compareceu após deixar os filhos com um tio. Ela detalhou que viu dois fogos-de-artifício presos ao chão perto do palco quando começou o show.

“A cortina estava bem perto dos artefatos”, relatou. “Depois eu viu uma fumaça, senti falta de ar muito forte e saí do local para respirar melhor. Tinha muita gente, tinha que ficar desviando.”

As memórias de Cristiane preservam, ainda, a tentativa de escapar: “Estava muito quente, a fumaça se espalhou rápido, o público começou a correr e se empurrar, então lembrei de uma mesa próxima à saída, como referência, e conseguiu deixar a boate. Não havia sinalização e, mesmo que tivesse, estava muito escuro”.

Ela disse ter ouvido muitas pessoas reclamando por terem sido barradas [pelos seguranças] para que não deixassem a boate sem pagar. E que ninguém anunciou se tratar de um incêndio: “Tenho certeza de que muita gente morreu sem saber o que acontceu”.

O Sul

Verba emergencial para socorrer setor do turismo banca resort e até museu do Flamengo

 


Dezenas de milhões de reais do chamado orçamento de guerra para socorrer o setor do turismo durante a pandemia de covid-19 foram usados para obras de empreendimentos novos, como resorts, e até para erguer o museu de futebol do Flamengo. Uma outra parte foi parar nas mãos de político investigado e beneficiou empresas ligadas a acusados por peculato e corrupção – inclusive por desvios no próprio Ministério do Turismo –, além de magistrados e ex-diretores de banco público.

De acordo com portaria editada pelo governo federal em maio de 2020, os recursos, no valor total de R$ 5 bilhões, deveriam ser utilizados exclusivamente para impedir recuperações judiciais e falências no setor durante a crise sanitária. Normas impostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) determinaram que os valores sejam direcionados especialmente para pequenas e médias empresas.

O montante é custeado pelo Fundo Geral do Turismo (Fungetur), ligado ao Ministério do Turismo, e foi destinado a bancos públicos credenciados de todo o País. Caberia às instituições financeiras realizar operações de crédito com empresários do setor. Segundo o TCU, além de privilegiar pequenas e médias empresas, o dinheiro só poderia ser usado em obras civis para adaptar estabelecimentos às necessidades que surgiram com a pandemia. Jamais para construir novos empreendimentos.

As informações sobre o destino desta verba bilionária estão nas prestações de contas sobre operações de crédito que bancos públicos fizeram. Consultados pelo Estadão, procuradores de contas e especialistas em administração pública avaliam que houve irregularidades e desvio de finalidade na execução deste orçamento.

Dois casos chamam a atenção: o da empresa Vista Xingó Empreendimento Ltda, aberta pelo desembargador Aldo de Albuquerque Melo, que recebeu R$ 17 milhões para erguer um resort na cidade alagoana de Piranhas, na chamada Rota do Cangaço. O outro envolve a construção do museu do Flamengo, que será inaugurado no ano que vem.

Parte dos recursos foi liberada para o Banco do Estado de Sergipe (Banese). Eram R$ 17 milhões de ajuda emergencial. Em junho deste ano, a instituição repassou 76% da verba para a empresa do desembargador Albuquerque Melo.

Ao todo, R$ 13 milhões atenderam ao pedido de empréstimo feito em dezembro de 2020. Dois diretores do Banese – Olga Carvalhaes e Renato Cruz Dantas – se demitiram em dezembro, mesmo mês em que o empréstimo foi pedido, e se tornaram sócios da Xingó em maio, um mês antes de o dinheiro ser liberado para o resort. As obras já receberam os alvarás e as licenças ambientais.

As operações do Banese estavam na mira do TCU desde 2018, que questionava o fato de a instituição fechar empréstimos com empresas de grande porte. Em outro caso que chama a atenção, a construção do museu da Gávea foi anunciada no mês passado pelo Flamengo, ao custo de R$ 18 milhões. Desse total, R$ 3,7 milhões foram emprestados pela Agência Estadual de Fomento do Rio (Agerio), que foi contemplada com R$ 67 milhões dos recursos emergenciais do governo federal para o setor do Turismo.

A operação de crédito foi feita pela Agerio com a Mude Brasil, empresa que construirá o museu em parceria com o clube. Trata-se do mais vultoso empréstimo concedido pela agência em meio à pandemia. Ao todo, ela fez operações de crédito de R$ 51 milhões, a maior parte a pequenas e médias empresas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Cooktop 4 Bocas Mondial a Gás GLP Preto - CTG-01

 


O Cooktop quatro bocas CTG-01 da Mondial vai revolucionar a sua forma de cozinhar. Tem acendimento automático que oferece mais conforto e agilidade na cozinha e a mesa possui 7mm de espessura, assim você tem mais segurança durante o preparo dos seus alimentos, sem contar nos detalhes em aço inox que vão deixar sua cozinha mais bonita e moderna. Conta com um queimador ultrarrápido, um rápido e dois semirrápidos. Disponível na cor preto e inox sua alimentação é a gás GLP, já a voltagem bivolt é uma ótima opção pois funciona tanto em 110 como em 220 volts. E tem mais, ele possui trempes individuais esmaltados que além de modernos garantem maior resistência, já a mesa possui material de vidro temperado, que além de ser ser linda, proporciona mais praticidade na hora da limpeza.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/cooktop-4-bocas-mondial-a-gas-glp-preto-ctg-01/p/227131600/ED/CK4B/?campaign_email_id=3334&utm_campaign=email_3011_ativar_loja&utm_medium=email&utm_source=magazinevoce&utm_content=produto-227131600

“Novo Bolsa Família” deixará 22 milhões de pessoas de fora e terá 11 bilhões de reais a menos

 


Mesmo com o Auxílio Brasil de R$ 400, o gasto social do governo do presidente Jair Bolsonaro com transferência de renda será menor em 2022 na comparação com este ano: são R$ 11 bilhões a menos e 22 milhões de famílias que ficarão sem proteção durante a pandemia de covid-19.

A medida provisória que cria o Auxílio Brasil e a PEC dos Precatórios, que abre espaço fiscal para a nova despesa, foram aprovadas nesta última semana no Senado. O governo quer pagar o novo valor do benefício, após o fim do programa Bolsa Família, antes do Natal. Ao aprovar a MP do Auxílio Brasil, o Senado manteve o dispositivo que garante o direito a quem se encaixa nos critérios, mas vinculou a fila à disponibilidade de orçamento.

O Executivo deve encerrar o ano de 2021 com um gasto de R$ 96,8 bilhões somando o auxílio emergencial, o programa Bolsa Família e o Auxílio Brasil, conforme projeção do consultor de orçamento do Senado Vinicius Amaral. Com a aprovação da PEC dos Precatórios, os recursos para o Auxílio Brasil devem atingir R$ 85,8 bilhões no ano que vem. Na prática, a despesa com o repasse de renda para famílias carentes terá uma queda real de R$ 11 bilhões em relação a 2021, considerando os efeitos da inflação.

A queda do Produto Interno Bruto (PIB) e o avanço da inflação, além do temor com a nova variante da covid-19, são pontos de preocupação que podem ter efeito na demanda social. “Só podemos esperar um agravamento da situação. Em torno de 20 milhões de beneficiários vão perder o acesso e ainda não surgiu nenhuma proposta sobre que tipo de auxílio terão essas pessoas. Tem se falado em zerar a fila, mas essa fila é só anterior e vai se formar uma nova”, disse Amaral. “Esse desatendimento gera pressão social por uma resposta.”

O pagamento do auxílio emergencial durante a pandemia representou uma redução nos índices de pobreza no Brasil, especialmente em 2020, quando o valor do repasse chegou a R$ 600 para trabalhadores informais e desempregados, além dos beneficiários do Bolsa Família. Para especialistas, no entanto, esse aumento apenas recuperou perdas acumuladas nos últimos anos e “escondeu” uma desigualdade que ficou evidente neste ano, com o aumento do preço dos alimentos e a queda dos gastos sociais.

De acordo com Ministério da Cidadania, o auxílio emergencial contemplou cerca de 39,4 milhões de famílias em 2021. O Auxílio Brasil, por outro lado, atenderá 17 milhões a partir de dezembro deste ano, ou seja, mais de 22 milhões de famílias ficarão sem assistência direta do poder público. “É compromisso desta gestão ampliar de forma contínua o alcance das políticas socioassistenciais e atingir, com maior eficácia, a missão de superar a pobreza e minimizar os efeitos da desigualdade socioeconômica”, disse a pasta em resposta à reportagem.

Para o sociólogo e pesquisador do Ipea Pedro Ferreira de Souza, o Auxílio Brasil pode trazer uma redução dos índices de pobreza, mas ao mesmo tempo fazer com que muitas pessoas recorram ao Judiciário para garantir a ajuda. “Se há uma lei dizendo que é direito receber o benefício e o auxílio não precisará prever a fonte de recursos para financiamentos, o que acontece se o governo falar não? Vai virar um precatório no futuro?”, questiona o pesquisador. “É preciso zerar a fila, mas é preciso também atrelar o tamanho do programa ao tamanho da pobreza.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

A mentira de Lula sobre o Náutico