Governo federal pretende pagar vale-gás junto com Auxílio Brasil já no final da semana que vem

 


O governo federal pretende pagar o vale-gás de R$ 52 junto ao Auxílio Brasil de R$ 400, já a partir da próxima sexta-feira (10). Os valores dos dois benefícios virão discriminados no crédito feito pela Caixa e a sistemática deve ser a mesma do programa anterior, o Bolsa Família, em um cronograma conforme o Número de Inscrição Social (NIS).

O plano operacional de pagamento do Auxílio Brasil no valor mínimo de R$ 400 já foi elaborado pelo Ministério da Cidadania. Segundo técnicos, está dependendo apenas da promulgação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos precatórios, aprovada pelo Senado, nesta quinta-feira, e que abre espaço no Orçamento para a concessão do novo benefício.

A expectativa é que a PEC seja promulgada pela Câmara e pelo Senado na próxima segunda-feira. As alterações feitas no texto serão incluídas em uma PEC autônoma, que retornará para nova apreciação da Câmara.

Conforme o Ministério da Cidadania, 5,58 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) vão receber o vale gás. O benefício será pago a cada dois meses a famílias com renda per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 550).

Com a aprovação da proposta de emenda constitucional (PEC), o universo de beneficiados do Auxílio Brasil vai subir dos atuais 14,6 milhões para 17 milhões de famílias. Quem já recebe valor superior a R$ 400 ganhará um adicional. O tícket médio é de R$ 224.

O valor do vale-gás corresponde a pouco mais de 50% da média do preço do botijão de 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) no Brasil. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio em novembro de 2021 foi de cerca de R$ 100.

Trata-se de uma iniciativa criada por lei de iniciativa do Congresso Nacional para ajudar a famílias, diante da alta no preço do combustível. Os detalhes do auxílio constam em decreto publicado no Diário Oficial da União da última quinta-feira (2).

Novas regras

De acordo com o decreto, são elegíveis ao vale-gás as famílias com renda familiar mensal per capita (por pessoa) menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550) inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico), do governo federal, inclusive as beneficiárias de programas de transferência de renda de estados e municípios.

Também fazem jus ao pagamento as famílias que recebem BPC/Loas, sejam inscritas ou não no CadÚnico. Nos primeiros 90 dias de implantação do programa, na hora de conceder o benefício, o Ministério da Cidadania vai priorizar as famílias na seguinte ordem:

– Beneficiárias do Programa Auxílio Brasil;
– Com menor renda per capita por pessoa;
– Com maior quantidade de membros na família.

Passado esse prazo inicial de 90 dias, segundo o decreto, a concessão do vale-gás levará em conta outros critérios, ordenados da seguinte forma:

– Com registro do CadÚnico atualizado nos 24 meses anteriores;
– Com a menor renda per capita (por pessoa);
– Com a maior quantidade de pessoas na casa;
– Beneficiárias do Programa Auxílio Brasil;
– Com cadastro qualificado pelo gestor por meio do uso dos dados da averiguação, quando disponíveis.

“Para as famílias inscritas no CadÚnico, o pagamento do benefício será feito ao responsável familiar,  preferencialmente à mulher, a qual será previamente indicada no CadÚnico”, esclarece o decreto.

Além disso, para as famílias que recebem BPC/Loas, mas não estão inscritas no CadÚnico, o pagamento será feito ao titular do benefício assistencial ou ao seu responsável legal.

Valor

Como o valor do vale-gás será de 50% da média nacional de preço do botijão de 13 quilos, caberá à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicar em seu site, até o 10º dia útil de cada mês, o custo médio dos seis meses anteriores, considerando o que é pago pelo consumidor final.

Não será necessário que as famílias prestem contas sobre o uso do dinheiro. Além disso, os recursos recebidos do vale-gás não serão considerados como renda no CadÚnico.

O Sul

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Ministro da Economia decide reestruturar equipe, substituir secretário da Receita Federal e criar uma nova secretaria especial

 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu promover uma reestruturação na equipe da pasta, incluindo uma substituição no comando da Receita Federal e a criação de uma nova secretaria especial para reunir setores e órgãos relacionados a estudos econômicos, informou uma fonte com conhecimento do assunto.

O atual secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, deve ser nomeado para o cargo de adido do governo brasileiro na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. Ainda não há decisão fechada sobre quem assumirá o comando da Receita, mas a tendência é que seja um nome de dentro do Fisco.

Moção de desconfiança

Na segunda-feira (29), a assembleia geral do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) aprovou uma moção de desconfiança a Tostes. O documento critica o secretário por, segundo o sindicato, se omitir em temas como a reposição de postos de auditores e a regulamentação de teletrabalho.

Um membro do ministério afirma que não há relação direta entre esse episódio e a substituição do secretário.

Estudos Econômicos

Entre as mudanças definidas por Guedes, está a criação da Secretaria Especial de Estudos Econômicos, que reunirá o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Secretaria de Política Econômica (SPE) e parte da Secretaria de Produtividade e Competitividade. A nova estrutura será comandada pelo atual secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida.

Em outra alteração, o atual secretário de Produtividade e Competitividade, Carlos da Costa, deve ser enviado para a embaixada do Brasil em Washington. Ele ocupará posto a ser criado de adido comercial do Ministério da Economia.

Para substituir Costa, também deve ser encontrada uma solução interna na pasta. O relato de uma fonte é que seria muito difícil trazer profissionais do setor privado para trabalhar no ministério às vésperas de ano eleitoral. Procurado, o Ministério da Economia não comentou. As informações são da agência de notícias Reuters.

O Sul

PEC dos Precatórios ainda é alvo de impasse entre Senado e Câmara dos Deputados. Promulgação deve ser decidida nesta segunda-feira

 


A promulgação da proposta de emenda constitucional (PEC) dos Precatórios ainda provoca um impasse nos bastidores entre Câmara  dos Deputados e Senado. O presidente deste último, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deixou a decisão sobre para esta segunda-feira (6), prolongando a incerteza sobre a abertura de espaço fiscal para o programa Auxílio Brasil.

O Senado alterou o texto da PEC, fazendo a matéria retornar para a Câmara dos Deputados. No governo federal, a articulação era pelo fatiamento da proposta, mas a redação contrariou a cúpula da Câmara por alterar um artigo essencial para a abertura de espaço fiscal em 2022.

Ao todo, a proposta garante uma folga de R$ 106,1 bilhões no Orçamento de 2022, ano em que o presidente vai disputar a reeleição.

Após a aprovação do Senado, o dispositivo que muda o cálculo do teto e abre espaço de R$ 62,2 bilhões no próximo ano já poderá ser promulgado pelo Congresso. O limite no pagamento de precatórios, por sua vez, que abre uma folga de R$ 43,8 bilhões, foi alterado. A discussão é se a Câmara terá que fazer uma nova votação desse item.

O Senado alterou o artigo diminuindo a vigência do subteto de precatórios de 2036 para 2026 e vinculando os recursos ao programa social e despesas com seguridade social. A estratégia foi blindar a vinculação e forçar a Câmara a aprovar a mudança.

Na quinta-feira (2), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), cobrou uma rápida promulgação das partes iguais, mas disse que as mudanças só deverão ser votadas pelos deputados em 2022. Lira e Pacheco se reuniram após a aprovação da PEC no Senado e não chegaram a um consenso.

Por um lado, Pacheco tenta manter o acordo feito com senadores para vincular o espaço fiscal. Por outro, Lira quer discutir uma alternativa para a promulgação desconsiderando a mudança.

O impasse levou o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (sem partido-RJ) a dizer que os senadores críticos à PEC “foram enganados pelas lideranças do governo” ao votar a favor após a alteração. “O fatiamento parcial vai deixar de fora a obrigatoriedade de aplicação de todos os recursos na área social”, escreveu Maia no Twitter.

Limite de precatórios

Nos bastidores, integrantes do Senado insistem que a redação blinda a PEC de fatiamento e exigem que Pacheco mantenha o combinado, promulgando a proposta de emenda constitucional com a vinculação do limite de precatórios.

Assim, quem ficaria pressionado seria o governo do presidente Jair Bolsonaro, dependente do espaço fiscal. Nos bastidores, congressistas comentam que o imbróglio pode levar o Executivo ou Pacheco – a depender da decisão – a ficar com o ônus de adiar a implantação do Auxílio Brasil.

O Sul


Ministro do Supremo abre inquérito contra Bolsonaro por causa de fake news sobre vacina e aids

Com temor da Ômicron, já são 21 capitais brasileiras sem festas públicas de réveillon

 


Ainda que admitam os índices seguros de vacinação e de casos e hospitalizações por covid-19 atualmente, os prefeitos de 21 capitais já anunciaram que não realizarão eventos de réveillon. O temor com a nova variante Ômicron e a incerteza sobre o cenário epidemiológico até o fim do mês motivaram prefeituras que haviam programado a festa a rever a decisão e reforçou a determinação dos municípios que já não planejavam uma celebração.

Na maioria dos casos, no entanto, os anúncios não foram acompanhados de novas medidas restritivas, e festas particulares continuam permitidas, geralmente com exigência de comprovação da vacina. Especialistas destacam que o cenário, hoje, favoreceria os eventos de virada do ano, mas avaliam que o cenário internacional justifica a prudência e os cancelamentos.

Na última quarta-feira (1º), O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, anunciou que a gestão definiu pelo cancelamento da festa de Réveillon dos 250 anos de Porto Alegre prevista para ocorrer na prainha da Orla do Guaíba, junto à Usina do Gasômetro. Segundo a prefeitura medida é preventiva diante da incerteza dos impactos da nova variante do vírus causador da covid-19, a Ômicron.

Conforme o prefeito, ainda que não haja clareza por parte da comunidade científica sobre a dimensão e o potencial de gravidade, o núcleo do governo optou por evitar a aglomeração prevista para acompanhar a programação de shows.

A prefeitura de São Paulo confirmou na quinta-feira o cancelamento da festa de réveillon na Avenida Paulista, depois que o governo do estado confirmou ontem o terceiro caso da nova cepa do coronavírus em um paciente no Brasil: um homem de 29 anos que desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos no sábado vindo da Etiópia.

A capital paulista também vai manter a exigência de uso de máscaras em todos os ambientes, incluindo vias públicas e parques. Mas restrições de ocupação, horário e distanciamento em locais fechados continuam valendo. O passaporte da vacina continua adotado para eventos que prevejam 500 pessoas ou mais.

O Rio de Janeiro mantém até o momento a previsão de realizar a festa da virada, mas o martelo só será batido em duas semanas, quando o comitê científico da prefeitura voltará a debater o tema. No último encontro dos especialistas, no começo desta semana, o cenário foi visto como favorável para a festa.

“Não basta olhar para o panorama de hoje. É preciso fazer projeções, o que é complicado com a Covid. É cada vez mais raro ter um caso grave na cidade. O que protege é a alta cobertura vacinal, mas se tiver uma comprovação científica de que a nova variante a ultrapassa, a gente perde nossa principal barreira”, diz Daniel Soranz, secretário municipal de Saúde do Rio.

O governo do estado também estuda e debate internamente qual será a orientação a ser passada aos 92 municípios do Rio. Por enquanto, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, prefere esperar, ao contrário do comitê científico que o assessora e já recomendou na quarta-feira cancelar o evento.

“Qualquer tomada de decisão em relação a réveillon depende da caracterização do comportamento da variante. É importante cautela e avaliar o cenário epidemiológico dia a dia. Por enquanto, as decisões serão postergadas”, diz Chieppe.

Coordenador do Laboratório de Virologia da UFRJ e integrante do comitê científico do estado do Rio, Amílcar Tanuri considera que a incerteza é muito alta para a realização da festa.

“Se o réveillon fosse amanhã, estaria tranquilo, mas não sabemos como estará o cenário daqui a 20 ou 30 dias. Espero que esteja igual hoje, mas sabemos que qualquer variante nova tem chance de causar aumento de casos”, explicou Tanuri, que destacou a falta de condições para se criar mecanismos de controle de público num evento como o réveillon de Copacabana. “Não teria nem como cobrar máscara, a situação é bem complexa. O ideal seria termos mais 15 dias para aguardar o cenário, mas ficaria muito em cima para a montagem do evento.”

Em Florianópolis, os shows foram suspensos, mas a queima de fogos foi mantida. Em João Pessoa, a praia estará liberada para encontros particulares, mas a prefeitura decidiu não realizar mais as apresentações em palcos.

Como no Rio, nas outras cinco capitais em que não houve cancelamento, a decisão não é definitiva. A prefeitura de Maceió continua monitorando as estatísticas, e Manaus tomará uma decisão no dia 12.

Em duas capitais do Nordeste, a suspensão não foi estendida para eventos particulares. Em Pernambuco, um decreto aumentou de 5 mil para 7,5 mil o público máximo de festas privadas. Em Fortaleza, os limites serão de 2,5 mil em ambientes fechados e de 5 mil em espaços abertos.

O governo do Piauí adotou medidas mais restritivas para eventos particulares. Um decreto proibiu shows em casas fechadas com público nas pistas de dança ou em pé. E eventos públicos só podem ocupar metade da capacidade do espaço. As informações são do jornal O Globo e da prefeitura de Porto Alegre.

O Sul

Box Livros A Seleção Kiera Cass com Brinde

 


O Box A Seleção é composto por seis livros: A Seleção, A Elite, A Escolha, A Herdeira, A Coroa e Felizes para sempre da autora Kiera Cass impresso pela Editora Seguinte. A série A Seleção completa, da best-seller Kiera Cass, em um box exclusivo. Além da trilogia que narra a história da protagonista America Singer e da duologia que conta a Seleção de Eadlyn, filha de America, o box também traz o volume de contos extras e ilustrados "Felizes para sempre". Compre o box e ganhe brindes exclusivos: marcador metalizado e kit de cards com os personagens da série em ilustrações de Malena Flores.No palácio, em meio a vestidos deslumbrantes e banquetes deliciosos, America precisa aprender a lidar com a ameaça constante dos ataques rebeldes e a disputa acirrada com as outras competidoras, já que Maxon parece especialmente encantado por ela. Com o coração dividido, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma -- e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar. A história de America é narrada em "A Seleção", "A Elite" e "A escolha", mas continua em "Felizes para sempre", um livro extra ilustrado que traz quatro contos pelo ponto de vista de outros personagens da série, e em "A herdeira" e "A coroa", que narram a história da filha de America.

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Dezesseis capitais brasileiras exigem passaporte da vacina em eventos; saiba as regras

 


A exigência de comprovante de vacinação está em vigor em ao menos 16 capitais do País, segundo levantamento recente: Brasília, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Teresina.

Além delas, Aracaju, a partir do dia 17, exigirá a comprovação da vacinação ou teste negativo de Covid para eventos abertos com até 5 mil pessoas e fechados com até 3 mil. Essa exigência será válida até 9 de janeiro. Já em Belém, o governo do Pará anunciou a exigência de comprovante para entrar em bares, restaurantes, cinemas, teatros, equipamentos turísticos, igrejas e outros locais a partir desta segunda-feira (6).

Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Macapá, Porto Alegre, São Luís e Vitória não possuem obrigatoriedade de apresentação de comprovantes de vacinação.

Em parte dessas capitas, essa exigência – também conhecida como passaporte de vacinação – decorre de normas estabelecidas pelos governos estaduais. São os casos, por exemplo, de Natal, Rio Branco e Salvador.

As regras variam de um lugar para outro. Em geral, o comprovante de vacinação é exigido em eventos com grande número de pessoas, como shows. Mas há também exigência para entrada em restaurantes – casos de Fortaleza e Manaus, por exemplo – e hotéis e pousadas, como estabeleceu a Prefeitura do Rio de Janeiro nesta semana.

Veja, abaixo, a situação pelo país:

Brasília
Decreto do dia 24 de novembro do governo do Distrito Federal tornou obrigatória a apresentação do cartão de vacina para entrada em eventos como shows e competições esportivas.

Cuiabá
A comprovação de vacinação contra Covid-19 para entrada em estádios, cinemas, teatros, museus, salões de jogo, casas de show e apresentações artísticas no geral se tornou obrigatória desde quinta-feira (2).

Florianópolis
Passaporte é obrigatório em shows, feiras, congressos e jogos, com público superior a 500 pessoas desde o dia 16 de novembro.

Fortaleza
Determinação do governo do Ceará exige a apresentação do comprovante vacinal em restaurantes, bares e eventos sociais desde o dia 15 de novembro.

João Pessoa
Decreto de quarta-feira (1º) do governo da Paraíba exige a apresentação do comprovante para a entrada em shows. Regra é válida até o dia 2 de janeiro de 2022.

Manaus
Bares e restaurantes exigem carteira de vacinação contra Covid-19 com pelo menos a primeira dose. O decreto entrou em vigor no dia 23 de agosto.

Maceió
O Ministério Público e o setor de eventos firmaram um acordo nesta sexta-feira (3) para exigência de comprovante de vacinação contra Covid-19 ou teste RT-PCR negativo para entrar nas festas privadas de réveillon na capital alagoana.

Natal
Decreto estabelece exigência do esquema vacinal em eventos esportivos, cinemas, teatros e eventos com mais de 300 pessoas no Rio Grande do Norte desde outubro.

Palmas
A exigência de comprovante de vacina é para eventos com mais de 200 pessoas. Decreto da prefeitura é de agosto, mas havia sido suspenso por uma decisão judicial. Tribunal de Justiça do Tocantins reestabeleceu a regra no dia 7 de outubro.

Porto Velho
A prefeitura determinou em setembro que a população precisa apresentar o comprovante de vacinação para entrar em eventos com 100 pessoas ou mais.

Recife
Desde o dia 19 de novembro, apenas quem tomou duas doses do imunizante contra a doença tem acesso a eventos fechados em Pernambuco. A partir de segunda-feira (6), um decreto estadual exigirá o comprovante para entrada em órgãos públicos.

Rio Branco
Uma determinação do governo do Acre exige a apresentação de comprovante de vacinação para festas, bares, órgãos públicos e eventos desde o dia 29 de novembro.

Rio de Janeiro
Diversos locais, como restaurantes, bares e academias, exigem de seus frequentadores a apresentação do passaporte da vacina.

Salvador
A partir de quarta-feira (1º), a visitação social às unidades de saúde, às unidades prisionais, além de serviços de atendimento público da Bahia exigem a comprovação da vacinação contra Covid-19.

São Paulo
A prefeitura de São Paulo exige o comprovante de vacinação para entrada em eventos com mais de 500 pessoas desde setembro. Em outros locais, como bares, restaurante e shoppings, não é preciso apresentar comprovante.

Teresina
Governo do Piauí determinou nesta terça-feira (3) a apresentação do comprovante em casas de show, academias e clubes.

Vitória
Não existe a obrigatoriedade de apresentação do comprovantes para entrar em bares e restaurantes, mas, desde setembro, vacinados contra Covid-19 têm desconto em alguns estabelecimentos.

O Sul

Porto Alegre ultrapassa 100% da população estimada vacinada contra a Covid com a primeira dose

 


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre bateu nesta sexta-feira (3), a marca de 1.219.502 vacinados com a primeira dose contra Covid-19. Esse número equivale a 100,7% da população estimada (1.211.358). O percentual ficou acima dos 100%, pois a aplicação das vacinas estende-se também a moradores de outros municípios. “Como vacinamos muitas pessoas de fora da Capital, é possível que nem todos os porto-alegrenses acima de 12 anos tenham recebido a imunização. Por isso, seguiremos ofertando a primeira dose nos pontos de vacinação”, destaca o secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta.

De acordo com os dados do Vacinômetro, já são 1.091.270 pessoas com o esquema vacinal completo, o correspondente a 90,1% da população acima de 12 anos. “Para os que já receberam a primeira dose, ressaltamos a importância de completar o esquema vacinal, principalmente agora com a confirmação de casos da variante ômicron no País”, enfatiza Sparta.

A primeira dose está disponível para todas as pessoas com 12 anos ou mais. Já a segunda dose é oferecida para vacinados com Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech há pelo menos oito semanas e Coronavac/Butantan, para vacinados há pelo menos 28 dias.

Podem receber a dose de reforço pessoas com 18 anos ou mais vacinadas com a segunda dose há cinco meses e imunossuprimidos com a segunda dose há pelo menos 28 dias.

O Sul

Rio Grande do Sul confirma primeiro caso da variante Ômicron

 


O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) do Rio Grande do Sul confirmou, nesta sexta-feira (3), o primeiro caso da variante Ômicron do coronavírus no Estado. O caso confirmado se trata de uma mulher residente em Santa Cruz do Sul, que voltou de viagem à África do Sul na última semana.

Com isso, o Brasil tem seis casos da nova cepa do coronavírus: três em São Paulo, dois no Distrito Federal e, agora, a confirmação do caso no RS.

A mulher está em isolamento domiciliar e é acompanhada pela vigilância em saúde do município.

Ela recebeu duas doses de vacina contra a Covid-19 e, após testar positivo, apresentou febre. Os contactantes também serão testados para a doença.

Diante da confirmação da nova variante no Estado, a secretária de Saúde, Arita Bergmann, destacou a necessidade de reforço nos cuidados básicos, especialmente o uso de máscara e o distanciamento adequado.

Além disso, as pessoas que ainda não se vacinaram devem procurar as unidades de saúde. Nesta sexta, 842 mil pessoas do Estado estavam com a segunda dose em atraso, e 721 mil com a dose de reforço atrasada.

O Sul

Lavadora de Roupas Consul 12kg Cesto Inox - 16 Programas de Lavagem Branca CWH12 ABBNA

 


A lavadora de roupas Consul CWH12 ABBNA na cor branca irá facilitar o seu dia a dia e ajudar você a economizar.Com 12Kg de capacidade de roupa seca, tem 450 W de potência, porta/tampa de vidro, gabinete metálico e cesto de inox com base de plástico.Tem ainda, 4 níveis de água e 16 programas de lavagem como:- Dosagem Extra Fácil: Suas roupas ficam bem lavadas e você ainda tem uma economia de até 70% de sabão em pó. - Ciclo Edredom: Até o seu edredom fica bem lavado.- Dual Dispenser: Com o novo formato do dispenser, abastecer e limpar ficou muito mais fácil. E ainda, dilui o sabão e o amaciante antes de entrar em contato com a roupa, evitando manchas.- Nível Fácil: Evita o desperdício e garante a lavagem ideal. Você coloca as roupas na máquina, vê em que nível elas chegam na régua dentro do cesto, e usa o mesmo nível para dosagem de sabão e água.- Lavagem Econômica: Pode reaproveitar a água usada na lavadora para outros usos na sua casa.- Enxague Duplo: Remove ainda mais resíduos de sabão que o enxágue comum para garantir que suas roupas fiquem ainda mais limpas.- Função Mais Secas: Centrifuga mais as roupas diminuindo o tempo delas no varal, além de trazer mais facilidade na hora de tirá-las da máquina- Ciclo Rápido: Lavagem ideal para roupas pouco sujas, e ainda economiza energia e tempo.

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