RS se prepara para vacinação do público a partir dos 12 anos, sem comorbidades

 Presidente do Cosems adiantou que Ministério da Saúde prometeu anúncio para os próximos dias


Será anunciado nas próximas semanas o início da vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades no RS. A garantia foi dada na manhã desta sexta-feira pelo presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems) e vice-presidente da Região Sul do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Maicon Lemos, que também é secretário de Saúde da cidade de Canoas. “Aguardamos apenas uma liberação do Ministério da Saúde para começar a imunizar este público. O ministério solicitou aos estados e municípios, na última reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), que aguardasse por essa liberação. Ela deve ocorrer nos próximos dias, e será nacional. E, no RS, os municípios a esperam com ansiedade”, assegurou o dirigente, durante o intervalo entre as reuniões mantidas nesta manhã entre secretários municipais e a secretaria estadual para debater a continuidade das estratégias de vacinação no Estado.

Conforme Lemos, o anseio da parte dos gestores gaúchos se dá não apenas pela necessidade de vacinar o maior público possível, como também pelo fato de o Estado já ter confirmada a transmissão comunitária da variante delta do coronavírus. “A cada dia novos casos da delta se confirmam, e de forma rápida. Por isso, não estamos afastados de ter uma possível onda de contaminados maior. E não há como projetar quantos dos contaminados poderão vir a ocupar leitos de UTI ou de enfermaria. Então, a nova variante é, sim, uma preocupação.  Os estados e os municípios, por meio do Conass (Conselho Nacional dos Secretários da Saúde) e do Conasems, solicitaram ao ministério que avaliasse com urgência a liberação da vacinação do público em geral na faixa etária dos 12 aos 17 anos, sem comorbidades.

O secretário explicou também que o avanço da imunização para este público não competirá com a aplicação das segundas doses de imunizantes no Estado. “A maior parte das segundas doses que temos para fazer no RS são da AstraZeneca. E a vacina autorizada para crianças a partir dos 12 anos é a da Pfizer. Desejamos ampliar a imunização para esta faixa etária o mais breve possível, já que é uma corrida contra o tempo. A nova variante consegue atingir exponencialmente um número de pessoas, e não sabemos como pode reagir, mesmo vacinado, um quantitativo grande contaminados”, adiantou. Conforme os dados do portal da vacinação da Secretaria Estadual da Saúde (SES) atualizados até a manhã desta sexta, 3,6 milhões de pessoas receberam a primeira dose da AstraZeneca no RS e 1,5 milhão a segunda. No caso da vacina da Pfizer, 1,5 milhão de pessoas tomou a primeira dose até o momento, e 95,9 mil a segunda.

As manifestações do presidente do Cosems são as primeiras concretas de uma autoridade da saúde no Estado no sentido de garantir a ampliação da vacinação ao público sem comorbidades com imunizante já autorizado pela Anvisa para além da população adulta. Autoridades do Executivo estadual vêm repetindo que aguardam pela inclusão do público no Programa Nacional de Imunizações (PNI), em estratégia diversa da que foi adotada para crianças e adolescentes a partir dos 12 anos com comorbidades. Em 12 de julho a Comissão Intergestores Bipartite (CIB) decidiu incluir as crianças e adolescentes com comorbidades nos grupos prioritários para receber a vacina no RS, antes de o Ministério da Saúde incluir o grupo no PNI, o que só veio a acontecer em 30 de julho.

Pelo Brasil, uma série de estados e cidades já vacina adolescentes a partir dos 12 anos sem comorbidades, possui calendários para dar início a imunização, já anunciou que vai realizá-la a partir de setembro ou abriu cadastramento. É o caso do estado de São Paulo e da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, mas também do Distrito Federal e de Minas Gerais, de Manaus (AM), São Luís (MA), Campo Grande (MS), Boa Vista (RR), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e Recife (PE).


Correio do Povo


Pensões: polêmica está longe de desfecho definitivo


Riotur lança lista de exigências para carnaval com até 500 desfiles pelas ruas



Brasil registra 870 mortes por Covid-19 nas últimas 24h

Onyx Lorenzoni espera sinal verde do Planalto para concorrer ao Piratini em 2022

 Em função de demandas da pasta, o ministro do Trabalho deve começar a pensar na sua candidatura apenas em dezembro



Em evento com empresários, em Pelotas nesta sexta-feira, o ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni (Dem), afirmou ter compromisso com o governo Jair Bolsonaro até dezembro, em função da demanda da sua pasta. Após, pretende “conversar” sobre o Rio Grande do Sul. Ele é considerado pré-candidato do Dem na disputa pelo Palácio Piratini e admitiu que sempre teve vontade de disputar o cargo, mas que não é algo que possa fazer sozinho.

“Sempre tive no meu coração o desejo e a vontade de disputar o governo do Estado, agora não é vontade de uma única pessoa, isto precisa de uma série de questões que nós vamos tratar a partir de dezembro, aí sim com condições de quem sabe poder anunciar a candidatura, mas agora estou 100% focado no governo". Ele completou: “estamos retomando a economia, então até dezembro o ministro Onyx estará focado 100% em gerar emprego, reduzir a fila do INSS, atender aquelas pessoas que precisam e ajudar o Brasil a crescer. Em dezembro conversamos sobre o meu amado Rio Grande”. 

Em relação ao senador Luis Carlos Heinze (PP), que também é pré-candidato, o ministro disse que tem todo o direito de disputar. “No final do ano, se o presidente me der o sinal verde, eu também vou ter o mesmo direito que ele e os gaúchos vão escolher”, ponderou. Sobre o atual momento nacional, ele acredita que a tendência é que o relacionamento entre Executivo e Judiciário melhore, adquirindo o mesmo equilíbrio que acontece com o Legislativo e o governo. “O presidente sempre atua dentro das quatro linhas, então, eu acredito que a gente vai caminhar para o mesmo equilíbrio que temos com o Legislativo”, afirmou. 

Onyx recebeu demandas de empresários da região 

Durante o encontro, o ministro esclareceu que a visita a Pelotas foi convite da Aliança Pelotas, com a participação da Aliança Rio Grande, e o objetivo foi de ouvir as demandas dos empresários. “Eles entregaram documentos para que eu possa encaminhar dentro do governo assuntos de interesse da região”, disse. Segundo Lorenzoni, na reunião a portas fechadas com os empresários foi  feita uma apresentação da situação brasileira, de problemas enfrentados pelo governo e os programas que realiza. “Discutimos também demandas regionais que estou recebendo, a conclusão que caminha célere da BR 116. Desde que o presidente assumiu ele decidiu que ia concluir”, enfatiza.

Ao comentar sobre as realizações em frente ao ministério do Trabalho, Lorenzoni enfatizou que, apesar da pandemia, o governo criou 2,6 milhões novos empregos. Ele explicou sobre os projetos aprovados na Câmara e que estão no Senado visando o estímulo à criação de um primeiro emprego para jovens e também para os maiores de 55 anos. “Criamos também um programa que tem um bônus de incentivo a qualificação, é para empregar aquelas pessoas que entre 18 e 29 anos nem estudam e nem trabalham, mas também vai aceitar as pessoas com mais de 50 anos. A pessoa trabalha um turno, há um bônus que a empresa vai receber do sistema S, ela vai fazer a sua qualificação no Senai, no Sesc, no Senar. O programa é de um ano renovável por mais um. Se a pessoa ficar dois anos no programa ela tem no mínimo quatro qualificações”, exemplificou. 

Apontou ainda o próximo programa a ser lançado, que trata sobre o serviço social voluntário. O projeto, contou o ministro, vai permitir que as prefeituras de todo o país possam contratar pessoas por um turno, com elas fazendo qualificação e podendo servir ao seu município. O governo projeta a criação de algo entre 1,5 milhão a 2 milhões de novas oportunidades até maio do ano que vem.  Sobre os programas criados pelo governo e barrados pelo Ministério Público do Trabalho Lorenzoni argumenta que o argumento apresentado é equivocado e não há inconstitucionalidade nas iniciativas. “Estes programas estão sendo criados para que possamos absorver as 40 milhões de pessoas que recebem o auxílio emergencial que acaba em novembro. Deixaremos as pessoas desempregadas porque o MPT acha algo”, questiona. Para o ministro, o Auxílio Brasil abre oportunidades para a pessoa prosperar, ganhar a sua liberdade. “Nós lutamos por um país que possa encontrar a liberdade, o avanço e a prosperidade das pessoas quando nós criamos um programa como o Auxilio Brasil”, destaca.

Onyx disse ainda estar tranquilo em relação à CPI Covid, que nesta semana suspendeu sua acareação com o deputado federal Luis Miranda (Dem-DF). “Ele que tem a versão dele que é mentiroso. Eu sempre tenho a verdade. Tenho sete mandatos como deputado federal pelo RS e as pessoas sabem que eu nunca fiquei em cima do muro e eu sempre falei a verdade. Acho que é uma honra absoluta qualquer ministro de Estado ir ao Parlamento, seja para uma CPI, seja para uma comissão. Tenho total tranquilidade, se a CPI quiser me convocar estou à disposição.

Correio do Povo


Santa Cruz do Sul inicia busca ativa por moradores ainda não vacinados

Pesamento do dia - 21.08.2021

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297262760689060

Sábado será marcado por variação de temperatura no RS

 Frente fria não avança, e dia deve ser ameno no Sul, com calor no Norte



As condições do tempo variam de uma região para a outra neste sábado no RS. A frente fria não avança e segue no Oeste, Centro e Sul, com chance de chuva nessas regiões, e temperatura amena.

De acordo com a MetSul Meteorologia, no entanto, o norte segue sob influência de ar quente. O Noroeste e o Planalto Médio devem ter um sábado de sol e calor, com presença de fumaça de queimadas vindas do centro do país. 

Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens. A mínima na Capital é de 15°C, e a máxima fica na casa dos 22°C.

Mínimas e máximas no RS 

Erechim 16°C / 30°C
Vacaria 12°C / 25°C
Capão da Canoa 16°C / 22°C
Santa Cruz 15°C / 23°C
Bagé 11°C / 18°C
Caxias do Sul 14°C / 24°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Sistema de cartões próprios da Lojas Renner é afetado pelo ataque hacker

 Após ataque, site de compras da rede também ficou fora do ar

A Lojas Renner comunicou ao mercado na noite desta quinta-feira que sofreu um ataque cibernético criminoso em seu ambiente de tecnologia da informação, o que afetou parte de seus sistemas e operação. A empresa não especificou quais operações foram essas, mas o Broadcast apurou que a empresa não está recebendo o pagamento de faturas no auto atendimento nem no caixa.

Em fato relevante, a empresa disse que, "em nenhum momento as lojas físicas tiveram suas atividades interrompidas". No entanto, a reportagem verificou que há lentidão e falhas nos sistemas dos caixas da rede. As compras com cartões de débito e crédito, no entanto, são realizadas sem problemas.

Desde ontem, o site de compras da Renner está fora do ar e não há previsão de normalização. No comunicado ao mercado, a companhia diz que "continua atuando de forma diligente, com foco para mitigar os efeitos causados e manterá o mercado informado de qualquer informação relevante relacionada a este evento".

Quanto ao problema no sistema de recebimento de faturas de cartões, a companhia preferiu não se manifestar.


Agência Estado e Correio do Povo

Porto Alegre amplia capacidade de lotação em eventos, restaurantes, clubes sociais e missas

 Novas regras valem já a partir desta sexta-feira



A Prefeitura de Porto Alegre anunciou, nesta sexta-feira, protocolos sanitários mais flexíveis em relação à ocupação total dos espaços, apesar de ter confirmado, na quarta-feira, a transmissão comunitária da variante Delta do coronavírus na cidade. O decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial do município, muda as regras para praticamente todos os grupos de atividades, como eventos, restaurantes, clubes sociais e missas, por exemplo. Os protocolos de atividades vigentes podem ser conferidos aqui.

Serviços religiosos poderão ter ocupação máxima de 75% das cadeiras, desde que com distanciamento de 1 metro entre elas. Já os restaurantes poderão receber clientes de acordo com a respectiva capacidade máxima, respeitando o distanciamento de 2 metros entre as mesas e grupos de clientes.

Ainda conforme o decreto, nos clubes sociais também não há mais limite de pessoas ao mesmo tempo, com a condição de distanciamento de, no mínimo, 2 metros em ambientes abertos e de 4 metros em fechados – se isso não for possível, devido ao tamanho do local, o mínimo não pode ser inferior a 2 metros, nessa segunda categoria.

Casas noturnas, de festas, de shows e similares não poderão realizar eventos com mais de 350 pessoas. No entanto, os locais com capacidade para até este limite de público poderão ter ocupação total, desde que sigam as mesmas regras estabelecidas para os restaurantes, ou seja, com distanciamento de 2 metros entre mesas e grupos.

Os novos protocolos ainda permitem ampliar a capacidade máxima de pessoas em eventos como exposições, feiras corporativas, shows e similares, sendo que para público acima de 400 pessoas, é necessária a autorização da prefeitura.

Mesmo com as novas liberações, permanecem vedadas as pistas de dança, mesas de doces e salgados e a permanência de pessoas em pé em restaurantes, casas noturnas, de shows, entre outros locais.

Dessa vez, as regras para categorias de transporte e educação, assim como para as competições esportivas, não tiveram alterações. Os municípios de Cachoeirinha, Gravataí, Viamão, Alvorada e Glorinha, que fazem parte da mesma região Covid de Porto Alegre (R10) também concordaram em alterar os protocolos nesses setores.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Lacombe fala sobre a censura

 

Bolsonaro sanciona LDO e veta fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

 Congresso havia mudado regras de financiamento e aumentado em 185% se comparado com o do ano passado


O presidente Jair Bolsonaro vetou nesta sexta-feira (20) o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões ao sancionar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2022. A LDO fixou uma meta de déficit primário de R$ 170,4 bilhões para o Orçamento Fiscal e da Seguridade Social e de déficit de R$ 4,42 bilhões para as empresas estatais.

A sinalização de veto já havia sido dada por Bolsonaro desde a aprovação do fundão eleitoral, como é conhecido, pelo Congresso Nacional. Ao aprovar a LDO no mês passado, os parlamentares alteraram as regras do financiamento eleitoral, aumentando o montante a ser repassado ao fundo de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões.

Mesmo em meio à pandemia de covid-19, deputados e senadores aceitaram os R$ 5,7 bilhões, que aumentam em 185% o valor do fundo comparado ao valor das eleições municipais de 2020. Em valores corrigidos pela inflação, a quantia é mais que o triplo do que foi destinado às eleições de 2018 (R$ 1,8 bilhão).

Agora o valor do fundo eleitoral a ser disponibilizado aos partidos para as eleições do ano que vem deverá ser acertado no âmbito das negociações em torno do Orçamento da União para 2022. O governo tem até o final deste mês para enviar ao Congresso a proposta de Orçamento.

Apesar das críticas, Bolsonaro, ao mesmo tempo, usa a ideia de que o fundo está previsto em lei para dizer que o valor precisa estar previsto ou ele pode cometer crime de responsabilidade.

Em 2019, diante também da onda de críticas ao fundo de R$ 2 bilhões para as eleições municipais, Bolsonaro também sinalizou que iria vetar a previsão. Na última hora, no entanto, voltou atrás e sancionou, alegando que poderia incorrer em crime de responsabilidade e alvo de impeachment.

O Congresso Nacional pode rejeitar o veto de Bolsonaro, caso junte maioria nas duas Casas (257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado Federal). Neste caso, ele teria que promulgar a lei do mesmo jeito, o que poderia ser feito também pelo presidente ou pelo vice-presidente do Senado caso o chefe do Executivo se recuse.


R7 e Correio do Povo


Após ouro e prata em Tóquio, Rebeca Andrade é homenageada com painel no CT do COB


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Porto Alegre mantém vacinação contra a Covid-19 para pessoas com 19 anos no fim de semana

 Secretária de Saúde informou que faixa etária será ampliada para 18 anos na segunda-feira



A vacinação contra a Covid-19 vai ser mantida para todos os moradores de Porto Alegre com 19 anos ou mais durante o fim de semana. No sábado e domingo, pessoas com as faixas etárias já contempladas também podem buscar os locais de vacinação para receber a primeira e a segunda doses do imunizante. No sábado, a imunização ocorre em dois locais, das 9h às 17h. No domingo, o atendimento vai ser prestado das 9h às 13h


A Secretária de Saúde informou que faixa etária será ampliada para 18 anos na segunda-feira. A medida só será realizada pois a cidade recebe 15.892 doses de vacinas contra a Covid-19 neste final de semana.

Sábado

– Auditório da Escola Júlio de Castilhos (entrada pela rua Laurindo – Santana), das 9h às 17h.
– Unidade de Saúde Morro dos Sargentos (rua Argemiro Ogando Corrêa, 330 – Serraria), das 9h às 17h.

Domingo

Unidade Móvel de Saúde leva a vacinação até a comunidade do bairro Jardim Sabará. O serviço estaciona na Escola Romano Senhor Bom Jesus (rua Noel Rosa, 223 – Jardim Sabará), das 9h às 13h.

Segunda dose

A aplicação da segunda dose segue disponível para quem recebeu AstraZeneca e Pfizer há pelo menos dez semanas e para todos que receberam a primeira dose de Coronavac há 28 dias. No entanto, não vai haver segunda dose de Pfizer na Unidade Móvel, no domingo, devido à logística de conservação.

Para segunda dose, é necessário levar identidade com CPF e carteira com registro da primeira aplicação.

Para adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades a vacinação fica suspensa no domingo.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Anvisa flexibiliza regras para importação de vacinas contra a Covid-19

 Novas regras simplificam exigências para aprovação da importação


A Diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova norma para flexibilizar a importação de vacinas contra a covid-19 e de insumos utilizados na fabricação desses s imunizantes. As novas regras simplificam as exigências para a aprovação da importação.

O processo passa a ter procedimentos específicos, saindo dos ritos ordinários. O corpo técnico e a direção da agência terão de se pronunciar sobre o pedido de importação em até 48 horas após o protocolo do processo.

Uma das mudanças será a possibilidade de análise do pedido de importação antes da inclusão do processo no sistema da Anvisa, apenas com o envio de um e-mail, desde que antes da chegada da carga ao Brasil.

Haverá flexibilização também de documentos exigidos quando da chegada das remessas ao país, como o “termo de guarda e responsabilidade”. Os produtores poderão assinar um termo de compromisso de que entregarão as informações demandadas antes do uso das vacinas.

Ficou mantido o procedimento de análise dos lotes pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade, depois de a direção da Anvisa autorizar a importação. 


Agência Brasil e Correio do Povo