Brasil vai enviar missão humanitária ao Haiti

 Anúncio foi feito pelo Itamaraty nesta quinta-feira


O governo brasileiro enviará uma missão humanitária com equipamentos e insumos para ajudar na emergência causada pelo terremoto que devastou o sudoeste do Haiti e deixou mais de 2.000 mortos, anunciou o Itamaraty nesta quinta-feira.

A decisão, tomada ontem em coordenação com vários ministérios, prevê o envio de uma missão humanitária multidisciplinar "em resposta emergencial à tragédia causada pelo terremoto em 14 de agosto", informou a chancelaria, sem especificar quantos efetivos farão parte do contingente.

Uma equipe de "especialistas e peritos em busca e resgate em estruturas urbanas colapsadas, além de kits de medicamentos" doados pelo Ministério da Saúde, deve partir para Porto Príncipe na próxima semana, em uma aeronave KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira.

As operações de resgate continuam, de acordo com a defesa civil haitiana, que reportou na noite de ontem um balanço de 2.189 mortos, 332 desaparecidos e mais de 12.000 feridos no terremoto.

O Brasil liderou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), destacada de 2004 a 2017 para apoiar as forças policiais haitianas na missão de manter a ordem naquele país, pobre e conturbado.


AFP e Correio do Povo


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Lojas Renner sai do ar após infecção com ransomware

Câmara dos Deputados aprova punição mais severa a quem matar policiais

 Projeto, que vai agora ao Senado, determina ainda o recolhimento desses presos seja preferencialmente em presídio federal



A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira projeto que prevê punição mais severa e regime disciplinar diferenciado para quem matar policiais e militares no exercício da função. Foram 314 votos a favor e 96 contrários. O texto será enviado agora para votação no Senado.

A medida consta de substitutivo do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) e vale também para os crimes praticados ou tentados, inclusive contra cônjuge ou parente consanguíneo até o terceiro grau e em razão dessa condição.

A regra se aplica mesmo aos presos provisórios (pegos em flagrante, por exemplo). A pena qualificada para esse tipo de crime é de reclusão de 12 a 30 anos.

De autoria dos deputados Carlos Jordy (PSL-RJ), Capitão Augusto (PL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ), o projeto determina ainda o recolhimento desses presos seja preferencialmente em presídio federal.

Caso a decisão seja tomada nesse sentido, o juiz da execução ou da decretação da prisão provisória deverá solicitar ao Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça a reserva de vaga em estabelecimento federal.

R7 e Correio do Povo

Protestos contra o Talibã se espalham e incluem mulheres

 Manifestações crescem ao mesmo tempo em que surge o primeiro foco de resistência


Manifestantes, incluindo muitas mulheres, saíram ontem às ruas para protestar contra o Talibã pelo segundo dia seguido, desta vez marchando em Cabul, perto do palácio presidencial. Os protestos, segundo informações de diplomatas, crescem ao mesmo tempo em que surge o primeiro foco de resistência, que estaria sendo organizada pelo ex-vice-presidente afegão, Amrullah Saleh.

A manifestação em Cabul, que reuniu cerca de 200 pessoas, foi reprimida violentamente pelo Taleban. Na cidade de Khost, os rebeldes decretaram um toque de recolher após dois dias de distúrbios. Em Asadabad, testemunhas relataram à TV Al-Jazira que duas pessoas foram mortas depois que um combatente do Taleban foi esfaqueado. Segundo a agência Reuters, a confusão começou em mais um protesto envolvendo bandeiras da república afegã.

Pelo menos três pessoas teriam morrido em manifestações semelhantes na quarta-feira. Em vídeo gravado em Jalalabad, é possível ver uma multidão carregando as bandeiras do país e, posteriormente, o som de tiros.

A bandeira afegã - preta, vermelha e verde - se tornou um símbolo de rebeldia, já que os militantes do Taleban têm a sua própria, uma branca, com a inscrição em árabe: "Não há outra divindade além de Alá; Maomé é o seu profeta".

"Saúdem aqueles que carregam a bandeira nacional (preta, vermelha e verde) e representam a dignidade do país", escreveu ontem no Twitter o ex-vice-presidente Saleh, apontado como líder da resistência no Vale do Panshir, uma zona de difícil acesso à sudoeste de Cabul, que nunca ficou sob poder do Taleban e nem dos soviéticos.

Ontem, o chanceler russo, Serguei Lavrov, afirmou que, além de Saleh, a resistência estaria sendo organizada por Ahmad Masud, filho de um conhecido comandante anti-Taleban. "O Taleban não controla todo o Afeganistão. Há informações que chegam de Panshir, onde se concentram as forças da resistência do vice-presidente Saleh e de Ahmad Masud", afirmou Lavrov.

A Rússia tem lidado de forma cautelosa com a volta ao poder do Taleban. Ao mesmo tempo em que o Kremlin enviou sinais conciliadores ao grupo, também deslocou tropas para um exercício militar na fronteira do Tajiquistão. De acordo com Lavrov, Moscou defende um "diálogo nacional que permita a formação de um governo representativo" no Afeganistão.

Diplomatas e analistas temem que o Taleban seja bem-sucedido em refazer seu governo e apagar duas décadas de esforços para expandir os direitos humanos e conquistas das mulheres no Afeganistão.

Promessas

De olho na ajuda internacional, no entanto, os líderes do grupo garantem que a brutalidade que definiu seu governo há duas décadas é coisa do passado, mas as promessas de moderação vêm caindo no vazio à medida que surgem relatos de abusos de seus combatentes nas ruas.

Membros do Taleban estão intensificando a busca por pessoas que eles acreditam ter trabalhado com as forças dos EUA e da Otan, principalmente entre os afegãos que se reúnem nas imediações do aeroporto de Cabul, para tentar escapar. Os combatentes ameaçam matar ou prender seus parentes caso não consigam encontrá-los, de acordo com um documento confidencial divulgado pelas Nações Unidas. 


Agência Estado e Correio do Povo

Brasil de Pelotas perde para o CSA e segue na lanterna da Série B

 Bento Freitas foi palco da quinta derrota seguida da equipe gaúcha


O Brasil de Pelotas perdeu mais uma na Série B e começa a ver quase irreversível evitar a queda. Jogando no Bento Freitas, foi superado por 1 a 0 pelo CSA, chegando à quinta derrota consecutiva nesta quinta-feira, pela 19ª rodada e última do primeiro turno.

O Xavante vive turbulência nos bastidores com a diretoria rachada e jogadores sem receber salários há três meses. Um conjunto de problemas que, aliado aos péssimos resultados em campo, mantém o time na lanterna, com apenas 12 pontos. O CSA chegou à terceira vitória consecutiva e ao quarto jogo sem derrota no campeonato, numa sequência que tirou o time das últimas posições e o colocou em décimo lugar, agora com 28 pontos.

Com a bola rolando, o Brasil indicou postura ofensiva e quase abriu o placar no primeiro minuto. Kevin recebeu bom lançamento, dominou e arriscou chute forte. A bola bateu no travessão, quicou em cima da linha e voltou para as mãos do goleiro Lucas Frigeri.

Porém, o time gaúcho não conseguiu manter o bom momento e viu o CSA dominar o confronto. Aos 15 minutos, o experiente Renato Cajá deu ótima assistência para Gabriel, que recebeu nas costas da defesa, invadiu a área e concluiu na saída do goleiro, abrindo o placar em Pelotas. Com a vantagem no placar, o CSA priorizou o toque de bola e até poderia ter feito o segundo gol antes do intervalo. Aos 34, Dellatorre dominou, passou pela marcação e chutou em cima do goleiro Matheus Nogueira.

No segundo tempo, o CSA preferiu recuar e esperar o Xavante pelos contra-ataques. E a postura quase resultou no empate dos gaúchos aos dois minutos, quando o lateral-esquerdo Paulinho chutou de fora da área e obrigou Lucas Frigeri espalmar para a linha de fundo.

Mas ainda assim o CSA seguiu tendo chances de fazer mais gols. Aos 11, Ernandes puxou contra-ataque e cruzou para Dellatorre, sozinho, cabecear para fora. Depois, aos 18, foi a vez de Marquinhos recebeu na meia-lua e chutar colocado de esquerda, rente à trave do goleiro.

Nos minutos finais a partida ganhou ares de tensão, com o Brasil arriscando chutes de fora da área, mas parando no goleiro Lucas Frigeri. Já o CSA tentou segurar a bola na defesa à espera do apito final.

O Brasil volta a campo no domingo para enfrentar o Londrina, às 18h15, no estádio do Café, em Londrina (PR). Enquanto o CSA só voltará a atuar na terça-feira, quando receberá o Náutico, às 21h30, no Rei Pelé, em Maceió (AL).


Agência Estado e Correio do Povo


Ministro da Educação diz que há crianças com deficiência em que "é impossível a convivência"


Movimentação geral de cargas cresce 13% em julho nos Portos do Paraná

 Em julho deste ano, os terminais de Paranaguá e Antonina carregaram e descarregaram 5.783.348 toneladas em produtos. O volume é 13% maior que o registrado nos mesmos 31 dias de 2020, com 5.118.798 toneladas. A alta foi observada tanto na importação quanto na exportação mensal, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. As importações do último mês totalizaram 2.229.443 toneladas, volume 24,7% maior que as 1.788.508 toneladas importadas em julho do ano passado.

https://portalestrada.com.br/movimentacao-geral-cargas-cresce-13-julho-portos-parana/?fbclid=IwAR1hdu-LXn8UpcoOXseupZ2XcQng-jt6Ybk3gQCXmwwGtUNFeXKsX68fYEA

Comandante Militar do Sul encerra visita a Roraima

 General Stumpf visitou instalações na Operação Acolhida


O comandante Militar do Sul, general de exército Valério Stumpf Trindade, encerrou a visita a Roraima, principal porta de entrada dos venezuelanos no Brasil. O objetivo foi conferir os trabalhos da tropa do Comando Militar do Sul (CMS), empregada na Operação Acolhida. Durante dois dias, Stumpf acompanhou as atividades dos 533 militares do CMS que estão há mais de três meses no Extremo-Norte do país, distantes mais de 5 mil quilômetros de casa. Eles correspondem a 80% de todo o efetivo militar empregado na missão humanitária e têm como principais atividades, o ordenamento da fronteira, o abrigamento e a interiorização dos venezuelanos.

Em Pacaraima, município de 20 mil habitantes e distante 200 quilômetros de Boa Vista, Stumpf visitou a base onde os estrangeiros são registrados e identificados, recebem assistência jurídica, fazem o teste e a vacina da Covid-19 e retiram documentos fundamentais, como o CPF, Cartão de Saúde do SUS e a autorização temporária para permanecer no Brasil. No local, também são oferecidos atendimento psicossocial, fisioterapia, enfermaria, berçário, pernoite, alimentação e higiene. Em média, diariamente, 2,6 mil venezuelanos encontram na Base de Pacaraima condições dignas de sobrevivência.

O general também visitou Boa Vista, onde esteve no Centro de Capacitação e Interiorização (CCI), onde os venezuelanos passam por uma triagem que levanta o perfil profissional de cada um e as qualificações para o mercado de trabalho no Brasil, e no Núcleo de Saúde da Acolhida, onde são oferecidos atendimentos como consultas, fisioterapia, psicologia, odontologia, assistência social, nutrição, curativos e vacinas.

“Foi uma satisfação visitar novamente a Operação Acolhida e constatar o crescimento da organização. O CMS está em fase final do seu turno aqui. Foi gratificante testemunhar este trabalho, uma missão humanitária tão importante para o Brasil, para a Venezuela e para o mundo”, disse Stumpf . O coordenador Operacional da Operação Acolhida, general de divisão Antonio Manoel de Barros, destacou o trabalho dos militares do Sul do país. “Eu tenho muita satisfação pelo trabalho que está sendo feito aqui. Cada contingente deixa a sua marca na Operação Acolhida, e o CMS deu estabilidade a inúmeros processos, inclusive agora, com a flexibilização da fronteira”.


Correio do Povo

Banco Central regulamenta depósitos remunerados de instituições financeiras

 Instrumento pode entrar em vigor no fim de agosto


As instituições financeiras poderão depositar voluntariamente dinheiro no Banco Central (BC) em troca de uma remuneração e ajudando no controle da inflação. O órgão regulamentou hoje (19) os procedimentos para operar os depósitos voluntários remunerados.

Segundo o órgão, o novo instrumento de política monetária poderá começar a ser usado na última semana de agosto, depois de testes na próxima semana. A data exata ainda será decidida pela diretoria do BC. “Com a nova ferramenta, o Banco Central aperfeiçoa a gestão da liquidez bancária e se equipara a outros importantes bancos centrais do mundo que já atuam com o instrumento”, informou o BC em nota.

Presentes em diversos países, os depósitos voluntários remunerados ajudam no controle da inflação porque retiram dinheiro em circulação da economia. O uso desse instrumento estava autorizado pela Lei 14.185, sancionada em julho pelo presidente Jair Bolsonaro.

Além dos depósitos voluntários, o BC tem três ferramentas para fazer política monetária e regular a quantidade de dinheiro em circulação. A mais usada são as operações compromissadas, venda e compra de títulos públicos na carteira do Banco Central por prazos curtos, e que sustentam a taxa Selic fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Os outros instrumentos são os depósitos compulsórios, dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a manter no Banco Central, e as operações de redesconto, empréstimos para socorrer por algumas horas ou dias bancos que não conseguem cumprir os requisitos mínimos de capitais das instituições financeiras.

Sem endividamento

Diferentemente das operações compromissadas, que envolvem títulos da dívida pública, os depósitos voluntários não impactam o endividamento do governo. Segundo o chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do BC, André de Oliveira Amante, a remuneração dos depósitos voluntários deve ser semelhante à das operações compromissadas, atrelada à Selic.

Apesar da remuneração similar, o volume voluntariamente depositado pelas instituições financeiras no Banco Central deve ficar bem abaixo dos níveis das operações compromissadas. Atualmente, existem de R$ 920 bilhões a R$ 930 bilhões em operações compromissadas de curto prazo no país.

Para o chefe de departamento do Banco Central, a grande vantagem dos depósitos voluntários está na simplicidade e na praticidade. “Do lado do Banco Central, eles são muito favoráveis porque independe da existência de lastro na carteira de títulos [do BC]. Isso está em linha com a lei de autonomia do BC”, justificou.

Os depósitos voluntários, informou Amante, serão oferecidos de duas maneiras: em leilões com hora marcada e em ofertas permanentes, que permitem aos bancos fazerem os depósitos quando quiserem. Segundo ele, o BC pretende começar a oferecer os depósitos voluntários pela segunda modalidade. Os testes operacionais serão feitos no próximo dia 25. Dependendo do resultado, o instrumento pode entrar em vigor a partir do dia 30, mas a data ainda precisa ser ratificada pelos diretores do órgão.


Agência Brasil e Correio do Povo


Athletico vira sobre a LDU e avança às semifinais da Sul-Americana

Prefeitura realiza leilão de 31,3 mil metros quadrados de índices construtivos de Porto Alegre

 Áreas estão em 12 bairros com maior interesse para construção na Capital



A Prefeitura de Porto Alegre realiza nesta sexta-feira o leilão de índices construtivos de 31,3 mil metros quadrados de solo criado. As principais áreas são de 12 bairros envolvidos nas negociações, num valor total de R$ 105,6 milhões.

Este é o primeiro leilão dos índices especiais pró-mobilidade da atual gestão. A partir das 13h, o leilão será aberto ao público, na rua Siqueira Campos, 1300, no 1º andar da Loja de Atendimento da Secretaria Municipal da Fazenda - Centro Histórico.

- Edital e anexos

"A venda de índices em leilão é uma forma não tributária e fonte de recursos importante para o financiamento da infraestrutura da cidade, além de favorecer aos investidores com a venda antecipada dos índices, desvinculada do projeto de licenciamento do empreendimento, o que permite planejar suas necessidades ao longo de dez anos”, destaca o secretário da Fazenda, Rodrigo Fantinel.

Conforme nota da prefeitura, "o leilão dos índices construtivos possibilita aos empreendedores construir utilizando o máximo potencial estabelecido pelo Plano Diretor que, além de determinar a altura dos imóveis, tem regras que regulam o afastamento lateral e a taxa de ocupação da área pela construção".

As maiores quantidade ofertadas estão nos bairros Praia de Belas, Centro Histórico, Menino Deus, Petrópolis, Bela Vista, Rio Branco, Auxiliadora e Mont' Serrat. Outra área contemplada envolve os bairros Jardim Europa, Três Figueiras, Passo d'Areia e Jardim Botânico, regiões onde têm ocorrido maior interesse do mercado da construção civil.

Correio do Povo


Inter empresta zagueiro Pedro Henrique ao Sport

Eleições 2022: TSE irá desmonetizar canais que falem sobre política