Justiça manda transferir Flordelis para o presídio Talavera Bruce

 Ex-deputada estava na mesma unidade prisional que a neta



A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, determinou nesta terça-feira, a transferência da ex-deputada federal Flordelis da Unidade Prisional Santo Expedito para o presídio Talavera Bruce. As duas unidades prisionais ficam no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro.

O assistente de acusação do processo, contratado pela família do pastor Anderson do Carmo, ex-marido de Flordelis, havia solicitado a transferência da ex-deputada para Unidade Prisional Nilza da Silva Santos, em Campos dos Goytacazes, norte fluminense, mas a juíza Nearis considerou "inadequada" esta opção,"especialmente em razão da distância desta comarca em relação àquela”.

Na decisão, a juíza Nearis reforçou a proibição de qualquer contato entre os réus do processo. Flordelis é acusada da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, morto a tiros em junho de 2019, e responderá por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima –, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada. Mais dez réus respondem pelo assassinato. Rayane, neta da ex-deputada, também acusada de participação no crime, está presa na Unidade Santo Expedito.

Preventiva

Flordelis teve a prisão preventiva decretada pela Justiça na última sexta-feira. A decisão foi tomada pela juíza Nearis, que acatou pedido do Ministério Público estadual (MP).

Agência Brasil e Correio do Povo

Ministério da Saúde libera R$ 1,2 bilhão para leitos de UTI

 Recursos são referentes ao mês de julho e garantem 25 mil leitos



O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira, a liberação repassado R$ 1,2 bilhão, referente a 24.971 leitos de  Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19 para adultos e 433 leitos pediátricos, para o atendimento de crianças e adolescentes. 

Os recursos que garantem o custeio dos 25.404 leitos de (UTI) são referentes ao mês de julho. A medida é de praxe a cada mês quando a pasta autoriza ou prorroga o funcionamento de leitos a partir do pedido dos estados.

As verbas são empregadas para arcar com parte das despesas da manutenção dessas estruturas, enquanto os estados ou municípios complementam os gastos.

Segundo o Ministério da Saúde, 20 estados receberão verbas para atendimento em leitos de UTI Covid pediátricos, totalizando R$ 20,2 milhões. Os recursos custearam 433 leitos em Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. 

Recursos em 2021

Em 2021, o Ministério da Saúde autorizou 25,8 mil leitos de UTI Covid-19 adultos e pediátricos. O investimento total é de R$ 4,7 bilhões.

Conforme o ministério, o pedido de autorização para o custeio dos leitos Covid-19, é realizado pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. Entre os aspectos observados nas solicitações de autorização estão a curva epidemiológica do novo coronavírus na região, a estrutura para manutenção, equipamentos e corpo clínico para atuação em UTI.

Agência Brasil e Correio do Povo


CBF confirma partida de volta entre Flamengo e Grêmio na Copa do Brasil no dia 15 de setembro

Corregedor do TSE ordena que redes bloqueiem verba de canais bolsonaristas

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Corregedor do TSE ordena que redes bloqueiem verba de canais bolsonaristas
OPOVO.COM.BR
Corregedor do TSE ordena que redes bloqueiem verba de canais bolsonaristas
Corregedor do TSE ordena que redes bloqueiem verba de canais bolsonaristas

Câmara aprova MP que altera cargos em comissão do Executivo

 Matéria segue agora para o Senado



A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17), por 309 votos a 128, a medida provisória que possibilita a alteração de cargos em comissão e funções de confiança do Poder Executivo sem aumento de despesa. A matéria segue para o Senado.

A Medida Provisória 1042/21 reformula a estrutura de cargos em comissão e funções de confiança no âmbito do Executivo, autarquias e fundações. O texto transforma os cargos em comissão do grupo Direção e Assessoramento (DAS) em Cargos Comissionados Executivos (CCE). 

Segundo o relator, deputado Acácio Favacho (Pros-AP), um decreto será editado pelo governo federal para definir os requisitos para a ocupação dos cargos, critérios e procedimentos gerais. 

De acordo com a justificativa do governo ao editar a medida, existem 34 espécies de cargos em comissão, funções de confiança e gratificações de livre concessão, que se desdobram em 111 níveis remuneratórios distintos.

"É fácil compreender que a situação atual ocasiona a existência de um verdadeiro cipoal normativo, com uma imensidão de atos legais e infralegais para disciplinar a matéria. E, mais do que isso, dificulta a própria gestão pública, sobretudo pela dificuldade de compatibilizar as especificidades dos diversos cargos em comissão, funções de confiança e gratificações de livre concessão às necessidades da Administração Pública, com prejuízo à organização interna dos órgãos e entidades públicas e, consequentemente, à materialização das políticas públicas”, argumentou Acácio Favacho.

Agência Brasil e Correio do Povo


Juventude anuncia a contratação do zagueiro Quintero

Prédio da Corsan é liberado após ocorrência policial no Centro de Porto Alegre

 Ao menos duas viaturas e uma ambulância da Samu foram acionadas na rua Caldas Júnior



Uma ocorrência policial provocou no final da manhã desta terça-feira o isolamento da rua Caldas Júnior, entre as avenidas Sete de Setembro e Siqueira Campos, e levou a evacuação do prédio que é sede do Banrisul e da Corsan, no Centro de Porto Alegre.

A situação foi controlada pouco antes das 13h e o acesso ao edifício foi liberado. Viaturas da Brigada Militar e da EPTC, além de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas.

Segundo informações da Brigada Militar (BM), um homem armado acessou o 18º andar do prédio, onde funciona a administração da Corsan. Ele acabou se entregando sem oferecer resistência e foi encaminhado para atendimento médico. Ninguém foi feito refém e não houve feridos. 

Correio do Povo


OMS: Covid-19 pode se tornar endêmica, mas sem transmissão e alcance atuais


Tolima confirma acerto e Campaz será jogador do Grêmio

Impeachment de ministro do STF não é recomendável, afirma Pacheco

 Para o presidente do Senado, um ruptura não é algo recomendável para um Brasil que espera uma retomada do crescimento



O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou nesta terça-feira que não é recomendável neste momento de retomada para o Brasil um pedido de impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal ou de presidente da República.

Apesar de dizer que só se posicionará oficialmente sobre o assunto quando surgirem fatos que motivem essa manifestação, a fala de Pacheco veio em resposta a questionamentos sobre pedidos de impedimento que o presidente Jair Bolsonaro prometeu apresentar contra os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

"Precipitarmos uma discussão de impeachment, seja do Supremo, seja do presidente da República ou qualquer tipo de ruptura, não é algo recomendável para um Brasil que espera uma retomada do crescimento, uma pacificação geral, uma pauta de desenvolvimento econômico, de combate à miséria, pobreza de combate ao desemprego", avaliou.

"Vamos aguardar os desdobramentos. Naturalmente que toda iniciativa do presidente da República deve ser considerada, mas é melhor aguardar que os acontecimentos surjam para que haja, então, um posicionamento formal do Senado Federal", disse Pacheco.

Ele lembrou que a manifestação do pensamento é livre e que todos os brasileiros e instituições têm direito à petição, mas afirmou que as instituições responsáveis por decidir sobre isso têm que ter maturidade. Para ele, o Senado reúne com experiência para tomar essa decisão.

Pacheco disse considerar que é importante manter o diálogo entre as instituições e que, para isso, terá reunião na quarta-feira, às 13 horas, com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux. No início do mês, Fux cancelou uma reunião entre os chefes dos três poderes após manifestações de Bolsonaro consideradas como ameaças a ministros do STF.

"O diálogo é fundamental para a democracia. Sem o diálogo, sem identificar quais são os pontos divergentes, sem entender quais são os problemas para poder solucioná-los, acho que é um caminho ruim. O diálogo precisa estar presente sempre entre os chefes de poderes e entre as instituições para que possamos ter um minuto de paz no Brasil", disse Pacheco, que destacou sua ótima relação com Fux.

O presidente do Senado lembrou que já houve pedidos anteriores de impedimento de ministros do Supremo Tribunal Federal, e que o Senado entendeu que não havia ambiente e justa causa para que avançassem. Para Pacheco, um processo de impeachment neste momento poderia prejudicar as pautas propositivas necessárias para o Brasil.

R7 e Correio do Povo


RS contabiliza 52 casos confirmados da variante delta do coronavírus

Eleições fraudulentas

 A confiabilidade e a transparência de um processo eleitoral constituem requisitos básicos para uma democracia verdadeira, onde não devem existir urnas eletrônicas superadas e que não possam ser auditáveis.

Qualquer pessoa dotada de nível mediano de conhecimento sobre sistemas digitais computadorizados sabe que celulares e computadores são vulneráveis a vírus e invasões comprovadas diariamente dentro do sistema bancário brasileiro, onde centenas de pessoas são prejudicadas e que ainda provocam consideráveis prejuízos aos Bancos.
Por outro lado, ainda sabemos que até mesmo os sistemas digitais da NASA, (National Aeronautics and Space Administration que é uma agência do Governo Federal dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.) do Pentágono, (sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos) e de grandes empresas privadas no mundo todo, as quais mesmo protegidas por sistemas de alta segurança, já foram invadidos e os dados e informações guardados em computadores de alta segurança, foram alterados.
Assim sendo são os hackers, (indivíduos que se dedicam a conhecer, invadir e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores) responsáveis por tais invasões, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e que estão sempre um passo à frente em termos de avanço tecnológico.
Diante destas inquestionáveis evidências expostas seriam as ultrapassadas Urnas E de primeira geração, adotadas nas últimas eleições brasileiras, foram ou ainda são realmente são inexpugnáveis? Entendo que não, pois o universo de pragas cibernéticas permite dentre outros malefícios, a clonagem e adulteração de programas, a inclusão de programas para desvio de votos de um candidato para outro, a supressão de votos, fraudes na apuração e totalização de votos e pré-inserção de votos nas urnas, como deve ter acontecido nas eleições de 2014 que vergonhosa e indevidamente sufragaram a vitória de Dilma Rousseff.
As Urnas Eletrônicas de 1ª Geração foram implantadas em 1996 e a partir de 2006 a 2012, Holanda, Alemanha, EUA, Canadá, Rússia, Bélgica, Argentina, México e Paraguai abandonaram-nas por não serem confiáveis, sendo que pouquíssimos países voltaram a adotar modelos mais avançados, com impressão dos votos como as de 3ª Geração. Entretanto atualmente só Brasil, Bangladesh e Butão ainda usam Urnas Eletrônicas sem comprovante do voto impresso, países que ainda insistem em utilizar as superadas Urnas E de 1ª Geração, que agora em nosso país foram infelizmente consolidadas, com a rejeição pelo Congresso Nacional da adoção de Urnas com voto Impresso auditável.
Fica aqui a indagação, porque tanta polêmica e rejeição à adoção do voto impresso? Não vejo outra resposta senão no porque contraria interesses suspeitos dos desprezíveis partidos de esquerda, dos políticos corruptos e dos infames juízes do STF que não querem lisura nas eleições, para continuarem a manipular os resultados eleitorais, sufragando políticos degenerados que favorecem a manutenção de conveniências obscenas e corruptas, agora questionadas pela sociedade e principalmente pelo Presidente da República que sempre se colocou a favor do voto auditável.


Plínio P. Carvalho


Fonte: https://www.facebook.com/1677131654/posts/10217367714859647/?sfnsn=wiwspmo

Ministério da Saúde admite necessidade de 3ª dose e Estados já planejam reforço em idosos

 Aumento de casos de internações e mortes de idosos levantou debate sobre dose extra para grupo



A secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite Melo, admitiu nesta segunda-feira, em comissão do Senado, a necessidade de que parte da população brasileira receba uma 3ª dose da vacina contra o coronavírus. Governos locais já planejam o reforço para idosos, paralelamente à vacinação de adolescentes, e pedem aval do Ministério da Saúde.

Nas últimas semanas, os casos de internação e morte de idosos vacinados com duas doses levantaram o debate sobre a necessidade de aplicação de uma 3.ª dose nessa faixa etária, já adotada em países como Israel e Chile. Um estudo da Fiocruz projetou aumento de internações de idosos com mais de 80 anos nos Estados de São Paulo e Rio. As ocorrências de infecções não indicam que as vacinas não funcionam, mas podem significar redução da proteção provocada pelos imunizantes ao longo do tempo em idosos.

"Em determinadas faixas etárias, para determinados imunizantes, realmente está diminuindo essa proteção (das vacinas)", disse Rosana. "Temos estudos preliminares, ainda não publicados, são discussões internas. E estamos tomando decisões a nível de gestão - o que fazer, planejar, quantificar esses grupos que porventura precisam (da terceira dose)."

A pasta calcula entre 4 e 5 milhões de idosos com mais de 80 anos no Brasil. Ela citou o exemplo dos Estados Unidos que, na semana passada, autorizaram a administração da terceira dose de vacinas Pfizer e Moderna a imunodeprimidos. Rosana destacou o avanço da variante Delta, que fez mudar o cenário no Brasil há uma semana. De modo geral, segundo a secretária, ainda não há aumento de internações no País, mas situações "pontuais". O ministério tem recebido relatos de governos estaduais atentos ao problema.

A pasta analisa qual imunizante seria usado para a terceira dose e a possibilidade de intercambiar vacinas. Um estudo da Saúde iniciado ontem vai testar a resposta imune de pessoas vacinadas com a Coronavac após receber uma dose de reforço.

A Comissão Temporária da Covid-19 no Senado discutiu especificamente a necessidade de aplicar a terceira dose em idosos. Para a pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo, que também participou da audiência no Senado, dados atuais mostram aumento de internações de idosos. O País, adverte ela, "tem de estar aberto à dose de reforço e precisa definir grupos prioritários". Ela defende que pessoas acima de 70 anos vacinadas com imunizantes de vírus inativado, como a Coronavac, profissionais de saúde e pessoas com imunodeficiências sejam as primeiras a receber a dose extra. "O Rio de Janeiro já está hospitalizando gente que tomou as duas doses."

Nesta segunda-feira, a Prefeitura do Rio anunciou o plano de aplicar ainda este mês uma dose extra a idosos na Ilha de Paquetá, como parte do estudo Paquetá Vacinada, realizado em parceria com a Fiocruz. A ilha tem 86% dos moradores acima de 12 anos completamente vacinados. Com a primeira dose, o total chega a 96,7% da população

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), também defendeu a aplicação de uma 3.ª dose da vacina para a população do grupo de risco. Segundo o secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, o tema foi tratado em uma reunião ontem entre o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Ministério da Saúde.

"Existe um consenso sobre a necessidade de iniciar a dose de reforço", disse Fernandes. A aplicação da dose adicional pode ocorrer, segundo o secretário capixaba, paralelamente à vacinação de adolescentes e à segunda dose aplicada em adultos, assim que a câmara técnica responsável pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) aprovar. A estratégia deve começar pelos que receberam a Coronavac no início do ano.

O secretário, vice-presidente do Conass, estima que a definição por parte do Ministério ocorra nas próximas semanas. "Não há nenhum tipo de demérito ou prejuízo em reconhecer a necessidade de terceira dose." A maior disponibilidade de vacinas da Pfizer neste momento no Brasil, segundo Fernandes, facilita a decisão de aplicar a dose de reforço em idosos.

O Mato Grosso do Sul também encaminhou pedido ao ministério para que seja aplicada a terceira dose em idosos. "O porcentual de mortes dessa faixa tem aumentado significativamente", disse o secretário da Saúde, Geraldo Resende. A dose de reforço pode começar nas próximas semanas no Estado com idosos acima de 90 anos.

Indagado sobre a necessidade de dose de reforço, o governo paulista informou que discute semanalmente as ações de vacinação no Estado e trabalha "com a possibilidade da vacinação anual". Sem detalhar os dados por faixa etária, o governo aponta queda de 8% nas hospitalizações. Na capital paulista, a decisão de aplicar a dose de reforço vai seguir definição do Ministério da Saúde, segundo o secretário Edson Aparecido.

Para Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz, a dose de reforço é necessária considerando a queda de anticorpos neutralizantes após seis meses da vacinação e a redução natural de defesas no organismo dos idosos. Ele vê com preocupação uma eventual espera do governo federal pela publicação de resultados de estudos sobre a dose de reforço. "Quantas mortes vão ser necessárias para tomar essa decisão?", indaga. Epidemiologistas defendem que a terceira dose só comece quando toda a população adulta estiver coberta.

O Estadão questionou o ministério sobre início de uma possível revacinação, mas não obteve respostas específicas. A pasta informou que "acompanha estudos sobre a efetividade das vacinas" e que o tema "é analisado pela Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis".

Agência Estado e Correio do Povo

Porto Alegre estende vacinação para jovens de 20 anos nesta quinta-feira

 Na quarta-feira, aplicação do imunizante contra Covid-19 será para pessoas com 21 anos ou mais


Homens e mulheres com 20 anos, e residentes de Porto Alegre, receberão a primeira dose da vacina contra Covid-19 a partir desta quinta-feira. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), ampliação do calendário foi possível pela chegada de 21.288 doses que serão destinadas para a primeira aplicação. A pasta espera vacinar 17.225 pessoas com 20 anos. A SMS deve divulgar ainda hoje os horários e locais de aplicação.

Nesta quarta-feira, a imunização segue para pessoas com 21 ou mais na Capital. Os locais disponíveis são: 12 unidades de saúde, Shopping Total (avenida Cristóvão Colombo, 545 - Floresta), drive-thru do BIG Barra Shopping Sul (avenida Diário de Notícia, 300 - Cristal) e drive-thru híbrido do Bourbon Wallig (avenida Grécia, 1500 - Cristo Redentor).



A aplicação da primeira dose continua para os públicos já contemplados anteriormente na campanha: profissionais de saúde e de apoio à saúde; pessoas com deficiência a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades a partir de 18 anos; funcionários das escolas municipais, estaduais e particulares de ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior; gestantes e puérperas; cuidadores de crianças ou adolescentes com deficiência permanente e lactantes (que estejam amamentando bebês com até 12 meses). Também será retomada a vacinação de adolescentes com comorbidades de 12 anos a 17 anos.

Correio do Povo

Governo e oposição fecham consenso e reforma do Imposto de Renda é adiada mais uma vez

 Preocupação com impacto fiscal motivou decisão



Pela segunda vez, a reforma do imposto de renda foi retirada do debate do plenário da Câmara, após mobilização de líderes de centro, oposição e até do governo preocupados com o impacto fiscal do texto do deputado Celso Sabino (PSDB-PA) para Estados e municípios. Um pedido de retirada de pauta foi aprovado por 399 a favor do adiamento contra 99.

"Na dúvida, se há ou não perda para os municípios, nós vamos concordar com a fala do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e a oposição que pediram mais tempo para estudar o texto", disse o líder do governo Ricardo Barros (PP-PR).

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), votou a dizer que é impossível se chegar a um consenso sobre o tema e que queria votar o texto principal da reforma nesta terça-feira, 17, e deixar os destaques - pedidos de alteração ao texto - para depois. "Não há interesse em causar prejuízos para Estados e municípios", afirmou Lira. "Consenso sobre esse tema nesse plenário é impossível. Precisamos separar o que é política do que é justo para o Brasil".

Agência Estado e Correio do Povo