Lucro do Banrisul cresce 135,3% no segundo trimestre do ano

 Balanço apontou para um lucro líquido ajustado de R$ 281,9 milhões



O Banrisul apresentou, nesta quinta-feira, o balanço financeiro do segundo semestre de 2021. Nesse período, a instituição alcançou um lucro líquido ajustado de R$ 281,9 milhões, representando uma expansão de 135,3% frente igual período de 2020; e rentabilidade ajustada anualizada de 13,1% sobre o patrimônio líquido médio. No primeiro semestre, o resultado ajustado atingiu R$ 560,8 milhões, 48,6% acima do registrado no mesmo período de 2020. 

De acordo com o Banrisul, o crescimento do período reflete, especialmente, o menor fluxo de despesa de provisão para perdas de crédito, a redução das despesas de pessoal, margens financeiras pressionadas, além do consequente maior volume de tributos sobre o lucro.

No primeiro semestre de 2021, o Banrisul explica que atuou no fomento do desenvolvimento sustentável do Estado. Uma das medidas promovidas no período, possibilitando a manutenção e crescimento das empresas e geração de emprego e renda, foi o lançamento da linha de crédito Banrisul Giro FGI, permitindo que mais empresas tivessem acesso a novos recursos, contando com a garantia do Fundo Garantidor para Investimentos - FGI. 

Crédito 

A carteira de crédito do Banrisul registrou saldo de R$ 36,6 bilhões em junho de 2021, incremento de R$ 674,2 milhões ou 1,9% nos 12 meses, período em que a estratégia comercial manteve-se voltada à seletividade na concessão de novos créditos, visando a preservação da qualidade da carteira de crédito. Como resultado desta estratégia, o índice de inadimplência acima de 90 dias, em junho de 2021, foi de 2,23% e permanece nos menores níveis históricos registrados pelo Banco.

O crédito comercial pessoa física, refletindo a estratégia de negócios da instituição, apresentou crescimento de R$ 543,1 milhões ou 2,5% nos 12 meses, alcançando R$ 21,9 bilhões em junho de 2021. A evolução foi influenciada, especialmente, pelo incremento do saldo das operações de crédito consignado, que registraram o montante de R$ 17,1 bilhões em junho de 2021.

Correio do Povo

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Senado aprova projeto que amplia limites para enquadramento de MEI

 Receita bruta pode ir até R$ 130 mil anuais


O Senado aprovou uma proposta para ampliar os limites de enquadramento de microempreendedor individual (MEI) para uma receita bruta de até R$ 130 mil anuais. De autoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), o texto permite ainda que os MEIs possam contratar até dois empregados. A matéria recebeu 71 votos favoráveis e nenhum contrário, e segue agora para a Câmara.

Atualmente, o limite para enquadramento como MEI é de até R$ 81 mil anuais. Esses empresários podem ter apenas um empregado, desde que receba um salário mínimo ou o piso salarial da categoria. A vantagem do regime é a possibilidade de pagamento de carga tributária reduzida, por meio de um sistema de recolhimento único e de valor fixo, de vários impostos, além da formalização, que permite a emissão de notas a acesso a cobertura previdenciária.

O relator, senador Marcos Rogério (DEM-RO), disse que havia 11,2 milhões de MEIs ativos no País no fim de 2020, alta de 8,4% em relação ao ano anterior. Esses microempreendedores correspondiam a 56,7% do total de negócios em funcionamento no País, segundo ele.

Se aprovadas também na Câmara, as novas regras entrariam em vigor em 1º de janeiro de 2022. A renúncia fiscal foi estimada pela Consultoria do Senado em R$ 2,32 bilhões em 2022, R$ 2,48 bilhões em 2023 e R$ 2,64 bilhões em 2024. O relator rejeitou emendas que tentavam incluir os corretores de imóveis como MEI, pois a atividade já conta com tributação especial.

"O projeto não propõe nenhum benefício exagerado ou favorece setores específicos, mas busca auxiliar microempresários que trabalham por conta própria, muitos dos quais enfrentam momentos econômicos difíceis em razão da pandemia, e incentivar o desenvolvimento de novos empreendimentos", afirmou Rogério.

"Destacamos que, diante dos altos índices de desemprego, muitos profissionais encontraram no empreendedorismo uma forma de gerar renda e explorar novas atividades econômicas. A proposição tem, assim, potencial para movimentar a economia e ajudar a reduzir os índices de desemprego, tanto por meio do incentivo ao empreendedorismo quanto por possibilitar a abertura de novos postos de trabalho."


Agência Estado e Correio do Povo


Athletico-PR perde para a LDU no Equador e fica em desvantagem na Sul-Americana

Projeto de clube-empresa pode mudar no Congresso após sanção e vetos de Bolsonaro

 Presidente derrubou trecho sobre regime de tributação



O projeto de lei que permite a criação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) foi sancionado na última segunda-feira por Jair Bolsonaro. O texto teve alguns pontos importantes vetados pelo presidente. O Congresso Nacional ainda pode manter ou derrubar esses vetos.

Por recomendação do Ministério da Economia, Bolsonaro derrubou o trecho sobre o "Regime de Tributação Específica", que permitiria uma redução no valor dos impostos pagos pelo clube-empresa, mas também diminuiria as receitas do governo. No texto original, os clubes pagariam 5% de suas receitas mensais de imposto. Nos cinco primeiros anos, o porcentual não incluiria o dinheiro da venda de jogadores. Que entraria a partir do sexto ano, quando a taxa cairia para 4%. Com o veto desse trecho, a tributação ficaria igual ao de uma empresa comum.

"Faz sentido dentro da linha que o governo adotou de austeridade fiscal. Dito isso, sabemos que os impostos precisam ser simplificados e não só para futebol. Vale para clubes e empresas", declarou Luís Gustavo Giolo, líder de comunicação da Egon Zehnder, empresa especializada em recolocação de executivos.

Outro ponto vetados foram a emissão de títulos de dívida (debêntures) e o acesso a lei de incentivo. Diferentemente das empresas em outras áreas, a SAF permitiria a inscrição de clubes em projetos governamentais com contrapartidas fiscais.

O projeto de clube-empresa visa fazer dos clubes, que em sua maioria são Sociedades Anônimas, empresas e, assim, profissionalizar a gestão e facilitar a chegada de investidores. O texto foi aprovado em junho pelo Senado e em julho pela Câmara. Não há obrigatoriedade de que os clubes se transformem em empresas.

A discussão aqui no Brasil, a grosso modo, já foi estabelecido há cerca de 20 anos na Europa e fez de Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha os grandes centros do futebol. Possibilitou, ainda, o surgimento de novas potências como Manchester City, Chelsea e Paris Saint-Germain, mas também trouxe empresários e caminhões de dinheiro de origem no mínimo duvidosa.

O diretor executivo da Ernest Young, Pedro Daniel, avisa que as transformações no Brasil estão só no começo e não são garantias de dias melhores para o futebol nacional. Mas são pequenos passos que podem ajudar em uma evolução.

"O ideal seria um novo estatuto do futebol que possa permear transformações em todas as esferas. Pilares como regulação do Clube Empresa, centralização dos direitos e implantação do Fair Play Financeiro são pontos chave para essa transformação", afirmou.

Daniel participou de reuniões para elaboração do texto da SAF. O principal ponto positivo, segundo ele, será a abertura de mercado para o futebol. E, assim como aconteceu na Europa, as primeiras transformações talvez não sejam sentidas pelos grandes clubes. "Com os mais tradicionais, o movimento é mais lento. Talvez maior mudança comece com times da Série B e C. Deve acontecer mais ou menos o que aconteceu com o Bragantino. Devem ocorrer novos Red Bulls, como foi o caso do Chelsea e Manchester City, na Inglaterra", afirma.

Ponto preocupante

Um ponto preocupante é a obrigatoriedade da dívida ser paga em somente 10 anos. Clubes como Corinthians e Botafogo tem o déficit quase na casa do bilhão. A lei obriga o clube que migrar para SAF destinar 20% do que arrecadar para o pagamento dos credores. Mas, se for analisar o faturamento atual das principais equipes endividadas, 20% em dez anos não garante o pagamento na integra.

O Botafogo teve receita em 2020 de R$ 156,5 milhões, com dívida total de R$ 869,3 milhões. Se usar 20% da receita para pagar os credores, usará anualmente R$ 31,3 milhões. Em dez anos, não pagará nem metade do que deve. O Corinthians chegaria mais perto. Faturou no ano passado R$ 474,3 milhões e tem dívida de R$ 956,9 milhões. Em dez anos quitaria R$ 948,6 milhões.

A mudança é arriscada por isso. Quem não conseguir novos investimentos ou, pior, sofrer diminuição da renda não honrará os compromissos da lei. O não pagamento da dívida gera outro problema não detalhado no novo projeto: a falência ou recuperação judicial. Ainda não há definição do que acontece com um clube empresa que falir.

"É algo que deverá ser discutido na CBF. O CNPJ do clube é o que serve de inscrição para uma competição. Um clube não pode substituir o controlador no meio de uma competição. Não há também definição se o clube decretar falência. Na Inglaterra, o clube que falir tem seis meses para buscar novo investidor e saldar as dívidas. Se não conseguir nesse período, pode perder o direito de disputar a competição."

Perfil profissional

Enquanto o clube é uma associação, o dirigente esportivo quase sempre foi um torcedor fanático que se aproximou do clube ou um ex-jogador com muita identificação com o torcedor. A transformação em empresa também deve mudar esse cenário. Giolo também alertou para outra preocupação que profissional que assumir um clube-empresa deverá ter.

"Além de afinidade com futebol, tem que ter também o lado de sensibilidade cultural muito alto. A vida se transformará da noite para o dia. È uma pressão brutal que existe no futebol. O time perde dois jogos seguidos e o torcedor já pede a demissão. Vai virar também objeto da mídia, dos torcedores e mudará as horas de trabalho, que a partir de então incluirão jornadas aos sábados, domingos e feriados. Tem que vestir outro modelo operacional.

Lei do mandante

Enquanto a SAF já foi sancionada, outra projeto de lei que tenta mudar a legislação do futebol passou pela Câmara e agora aguarda votação no Senado: a Lei do Mandante. Seu principal objetivo é que apareçam novos players no mercado de transmissão. Um ponto preocupante é que a negociação deve ser mais vantajosa apenas para entidades esportivas de maior tradição.

"É uma lei que deve gerar perda de receita aos clubes pequenos. As empresas maiores vão se interessar em negociar com o time grande e a tendência é os menores ficarem segregados", opinou o advogado Fred Zürcher, especialista em direito desportivo.

Ele também acredita que a PL do Mandante ganhou força no atual momento político por causa da rixa declarada entre Bolsonaro e a Rede Globo. "Tem esse viés. A aceleração desse projeto foi uma forma de atingir a emissora que até então controlava as transmissões de futebol."

A mudança proposta é sutil ao que já existe, mas deve ter grande repercussão na prática. Atualmente, a negociação para transmitir uma partida precisa de acordo com o clube mandante e o visitante. A partir de agora, só o clube anfitrião precisa ter acordo com a emissora para que seu jogo seja transmitido.

Se a lei passar pelo Senado e tiver sanção do presidente, os contratos que estão em vigor seguirão válidos até o término. No entanto, pode haver problemas jurídicos nesse período que estiver em vigência contratos com leis diferentes.

O Athletico-PR, por exemplo, não fechou contrato com nenhuma emissora para transmissão dos seus jogos no momento. A nova lei entrando em vigor, o clube vai e acerta com uma emissora. Aí o Athletico-PR recebe o Corinthians pelo Brasileirão. O Corinthians tem contrato antigo com a Globo, que só permite a transmissão com concessão de mandante e visitante. "Se a emissora que o Athletico fechar transmitir a partida, vai descumprir o contrato da Globo. E aí como fica? Quem vai pagar essa multa?", comenta Zürcher.

Agência Estado e Correio do Povo

Lâmpada Inteligente Positivo Home Smart - LED Wi-Fi 9W

 


Com o objetivo de facilitar a vida das pessoas, a tecnologia tem apresentado avanços e melhorias nos mais variados tipos de produtos que fazem parte do nosso dia-dia. Com uma lâmpada inteligente, você consegue controlar a luz da sua casa ou empresa de onde estiver, isso porque ela permite que você possa acender, apagar e até mudar a cor da lâmpada tudo ao alcance de seus dedos. A lâmpada inteligente Positivo Smart Home é de Led, Possui Wi-Fi e tem 9W de potência. Ela possui ainda várias outras funcionalidades, como controle por aplicativo ou nuvem, é programável e possui ajuste de temperatura de cor. Não perca essa oportunidade de deixar sua casa ou empresa ainda mais moderna!


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Justiça do Rio nega pedido de Flordelis para retirar tornozeleira

 De acordo com o Tribunal, a defesa não apresentou elementos suficientes que justificassem a suspensão imediata da medida cautelar


O desembargador da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Celso Ferreira Filho, negou nesta quinta-feira o pedido de liminar apresentado pela defesa da ex-deputada federal Flordelis dos Santos Souza para suspensão da obrigatoriedade do uso da tornozeleira eletrônica.

Ao lado de outros dez réus, Flordelis é acusada de envolvimento na morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, assassinado em junho de 2019. Ele foi morto a tiros na garagem de casa em um condomínio de Pendotiba, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A tornozeleira foi colocada na ex-deputada no dia 8 de outubro do ano passado.

De acordo com o magistrado, a defesa não apresentou elementos suficientes que justificassem a suspensão imediata da medida cautelar imposta a Flordelis. O desembargador afirmou que os mesmos argumentos da defesa já tinham sido apreciados em outro pedido de habeas corpus que foi negado.

"Na verdade, o pleito ora em apreciação já foi apresentado a este relator (...), com fundamentos semelhantes, tendo sido rechaçado. Portanto, ausentes os requisitos autorizadores da concessão do pleito liminar, tenho por indeferi-lo.", apontou na decisão. Segundo o TJRJ, o pedido ainda será analisado pelo colegiado da 2ª Câmara Cível em sessão a ser agendada.

Prisão

O magistrado ainda não deu uma decisão quanto aos pedidos da defesa da ex-deputada e da família do pastor Anderson do Carmo sobre a prisão de Flordelis. A defesa dela tenta impedir que a parlamentar, que teve o mandato cassado, seja presa, enquanto a do pastor pede a prisão.

Cassação

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) teve o mandato cassado nessa quarta-feira, por 437 votos a favor, sete contra e 12 abstenções, em sessão no plenário da Câmara, em Brasília.


Agência Brasil e Correio do Povo


Seleção Brasileira aparece na segunda posição em ranking da Fifa


Cientistas brasileiros identificam variante Gama plus do coronavírus

Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 26 milhões

 Próximo sorteio será no sábado



Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.399 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa quinta-feira (12) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

De acordo com a estimativa da Caixa, o prêmio acumulado para o próximo sorteio, no sábado (14), é de R$ 26 milhões. As dezenas sorteadas foram: 27 - 35 - 42 - 44 - 51- 52.

A quina registrou 34  apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar R$ 45.545,20. A quadra teve 1.706 apostas vencedoras. Cada apostador receberá R$ 1.296,71.

As apostas para o concurso 2.400 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Agência Brasil e Correio do Povo

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Rio Grande do Sul recebe mais 169.960 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta

 Chegarão ao Estado 65.520 doses da Pfizer e 104.440 doses da Coronavac


O Rio Grande do Sul receberá, nesta sexta-feira, mais 169.960 doses de vacinas contra a Covid-19. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) aguarda para as 10h10min a chegada de 65.520 doses da Pfizer. A partir das 18h35min mais 104.440 doses da Coronavac devem chegar ao aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.

Os novos lotes chegam para auxiliar na campanha de vacinação do Estado. Até o momento, 78% da população adulta já recebeu pelo menos uma dose. Na quarta-feira, o governador Eduardo Leite anunciou a antecipação para 25 de agosto da imunização contra coronavírus de toda a população acima de 18 anos. A estimativa anterior, divulgada na semana passada, era de 30 de agosto. O cronograma é feito conforme as previsões de envio de doses da vacina pelo Ministério da Saúde.

Em Porto Alegre, a prefeitura ampliou a vacinação para pessoas com 22 anos nesta sexta-feira. O grupo desta faixa etária poderá receber a 1ª dose da vacina em 12 unidades na Capital. Nos mesmos locais, ocorre a vacinação para adolescentes com comorbidades a partir de 12 anos (1ª dose) e gestantes e puérperas (2ª dose).


Correio do Povo


CPI: Aziz encerra sessão e anuncia que Barros voltará como convocado


Rayssa Leal vence prêmio de espírito olímpico da Olimpíada de Tóquio


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Boschilia está liberado pelo DM e pode ficar à disposição no Inter


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Grêmio anuncia contratação do volante Villasanti



"Estamos com surto de Covid-19 ativo", afirma diretor-presidente do GHC


Governo apresentará lei gaúcha de Acessibilidade na Assembleia Legislativa


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Ocupação de UTIs se mantém estável no Rio Grande do Sul


Toffoli cobra Aras sobre ação que obriga Bolsonaro a provar fraudes nas eleições


Em meio ao avanço da variante Delta, Fiocruz prevê interrupção da queda nos números da Covid-19


Brasil contabiliza 566.896 óbitos pela Covid-19


Governo divulga calendário das parcelas extras do auxílio emergencial

 A prorrogação do benefício por mais três meses mantém os valores e não altera os requisitos de quem já recebe



O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta quinta-feira, a antecipação de parcelas do auxílio emergencial e divulgou o calendário das novas parcelas do benefício. São mais três pagamentos de agosto a outubro.

De acordo com o cronograma, a quinta parcela será paga a partir da próxima sexta-feira, 20, até o dia 31, sempre respeitando o mês de aniversário do beneficiário. A sexta parcela será paga do dia 21 até o dia 3 de outubro. Por fim, a sétima parcela será paga de 20 a 31 de outubro.

Veja o cronograma:

5ª parcela

Nascidos em janeiro: 20/8
Nascidos em fevereiro: 21/8
Nascidos em março: 21/8
Nascidos em abril: 22/8
Nascidos em maio: 24/8
Nascidos em junho: 25/8
Nascidos em julho: 26/8
Nascidos em agosto: 27/8
Nascidos em setembro: 28/8
Nascidos em outubro: 28/8
Nascidos em novembro: 29/8
Nascidos em dezembro: 31/8

6ª parcela

Nascidos em janeiro: 21/9
Nascidos em fevereiro: 22/9
Nascidos em março: 23/9
Nascidos em abril: 24/9
Nascidos em maio: 25/9
Nascidos em junho: 26/9
Nascidos em julho: 28/9
Nascidos em agosto: 29/9
Nascidos em setembro: 30/9
Nascidos em outubro: 1º/10
Nascidos em novembro: 2/10
Nascidos em dezembro: 3/10

7ª parcela

Nascidos em janeiro: 20/10
Nascidos em fevereiro: 21/10
Nascidos em março: 22/10
Nascidos em abril: 23/10
Nascidos em maio: 23/10
Nascidos em junho: 26/10
Nascidos em julho: 27/10
Nascidos em agosto: 28/10
Nascidos em setembro: 29/10
Nascidos em outubro: 30/10
Nascidos em novembro: 30/10
Nascidos em dezembro: 31/10

Bolsa Família

Já o primeiro pagamento para os beneficiários do Bolsa Família será no dia 18 de agosto, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS), e segue até o dia 31 de agosto. A sexta parcela extra será paga de 17 a 30 de setembro. E a sétima parcela, de 18 a 29 de outubro.

Veja o cronograma:

5ª parcela:

Final do NIS 1: 18/8
Final do NIS 2: 19/8
Final do NIS 3: 20/8
Final do NIS 4: 23/8
Final do NIS 5: 24/8
Final do NIS 6: 25/8
Final do NIS 7: 26/8
Final do NIS 8: 27/8
Final do NIS 9: 30/8
Final do NIS 0: 31/8

6ª parcela

Final do NIS 1: 17/9
Final do NIS 2: 20/9
Final do NIS 3: 21/9
Final do NIS 4: 22/9
Final do NIS 5: 23/9
Final do NIS 6: 24/9
Final do NIS 7: 27/9
Final do NIS 8: 28/9
Final do NIS 9: 39/9
Final do NIS 0: 30/9

7ª parcela

Final do NIS 1: 18/10
Final do NIS 2: 19/10
Final do NIS 3: 20/10
Final do NIS 4: 21/10
Final do NIS 5: 22/10
Final do NIS 6: 25/10
Final do NIS 7: 26/10
Final do NIS 8: 27/10
Final do NIS 9: 28/10
Final do NIS 0: 29/10

Regras mantidas

A previsão inicial da rodada deste ano do benefício era de quatro parcelas, de abril a julho. Agora o pagamento será até outubro. Mas os valores e as regras para ter direito à ajuda dada aos trabalhadores informais e população de baixa renda durante a pandemia de Covid-19 não mudaram.

São contemplados atualmente cerca de 39 milhões de brasileiros. O benefício de 2021 é pago somente a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e renda mensal total de até três salários mínimos.

O valor médio das parcelas foi mantido em R$ 250, mas mulher chefe de família tem direito a R$ 375, enquanto as pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender a população de baixa renda afetada pela pandemia. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200 para mães chefes de família e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. Em novembro, os beneficiários mais vulneráveis devem começar a receber o Auxílio Brasil, programa idealizado pelo governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família.

R7 e Correio do Povo