Ausente em ato militar, Mourão viu participação como inadequada

 Por ser general, a presença do vice-presidente num ato envolvendo militares era esperada



O vice-presidente Hamilton Mourão disse a interlocutores que considerou inadequado participar do ato militar realizado na manhã desta terça-feira pela Marinha, com a passagem de blindados pela Praça dos Três Poderes.

Sem ter recebido convite oficial do presidente Jair Bolsonaro para assistir a chegada dos militares ao Palácio do Planalto, o general achou melhor se ausentar do evento e não se associar ao que foi visto como uma tentativa de demonstração de força do presidente e um movimento para pressionar o Congresso a aprovar a PEC do Voto Impresso, prevista para ser votada no mesmo dia.

As forças que participaram do evento se posicionaram diante do Palácio do Planalto para entregar um convite ao presidente para a abertura da Operação Formosa, um exercício militar realizado anualmente pela Marinha. A cerimônia, no entanto, acabou servindo para aumentar o mal-estar político entre Bolsonaro e os integrantes do Legislativo e do Judiciário. Especialmente porque a passagem dos blindados pela área onde se localizam as sedes de todos os poderes foi vista como uma maneira de ameaçar o Congresso e garantir a votação da PEC.

A proposta tem sido defendida insistentemente por Bolsonaro, que alega existir o risco de fraudes nas urnas eletrônicas. Mas, até hoje, o presidente não apresentou qualquer prova que sustente essa tese e tem apenas exibido vídeos sem veracidade que circulam há tempos pela internet. O presidente também tem ameaçado a realização das próximas eleições se o sistema de voto impresso não for adotado.

Por ser general, a presença de Mourão num ato envolvendo militares era esperada. A relação do vice com o presidente, porém, tem sido de altos e baixos desde a posse. Bolsonaro já criticou publicamente o general, que muitas vezes discorda das opiniões do presidente. Bolsonaro também tem deixado claro que pretende procurar um outro nome para a vaga de vice-presidente nas próximas eleições.

Agência Estado e Correio do Povo

Governo do RS altera protocolos do sistema 3As de enfrentamento à Covid-19

 Mudanças flexibilizam medidas para transporte, escolas e academias


O governo do Rio Grande do Sul publicou, na última segunda-feira, 9, em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE), decreto que altera protocolos estabelecidos pelo Estado para transporte, educação e academias no sistema de enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Rio Grande do Sul – o Sistema 3As de Monitoramento.

As mudanças, que dizem respeito a transporte, educação e academias, foram deliberadas e anunciadas na reunião do Gabinete de Crise da última quarta-feira e passaram a valer a partir da publicação no DOE. Todas as demais medidas e protocolos seguem iguais, e os planos regionais em vigor seguem valendo, sem necessidade de alteração pelos municípios.

“Os planos regionais, com protocolos de atividades variáveis próprios, seguem válidos. Ou seja, as regiões que tenham regramentos mais flexíveis, desde que não ultrapassem os protocolos gerais obrigatórios, como uso de máscara e higiene das mãos, e os protocolos de atividades obrigatórios, que são específicos e devem ser seguidos pela população em cada atividade, seguem como já estavam funcionando. Só será necessário fazer atualização nos planos regionais se a região entender por adequado”, afirmou o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Luiz Carlos Busato.

Veja o que muda:

• Transporte coletivo (coletivo municipal, metropolitano comum, ferroviário e aquaviário): aumento de 60% para 90% da capacidade de ocupação do veículo.
• Transporte rodoviário (fretado, metropolitano executivo, intermunicipal, interestadual): aumento da ocupação de 75% para 100% da capacidade do veículo.
• Educação e cursos livres (exceto ensino de esportes, dança e artes cênicas), formação de condutores de veículos e de ensino de esportes, dança e artes cênicas: alteração do distanciamento de 1,5m entre classes para 1 metro entre as pessoas.
• Atividades físicas em academias, clubes, centros de treinamento, piscinas, quadras e similares: alteração no Protocolo de Atividade Obrigatória para permitir a utilização de vestiários e espaços pré e pós-relacionados às atividades físicas.

Flexibilização de eventos aguarda "momento adequado"

De acordo com o governo estadual, as mudanças "atendem a pedidos dos setores envolvidos e obtiveram o aval da equipe técnica do governo". Sobre as solicitações de alteração nos protocolos de eventos, o Gabinete de Crise decidiu seguir monitorando os indicadores de internações, para que as mudanças aconteçam no momento adequado.

Além disso, a equipe técnica reforça que o respeito aos protocolos obrigatórios, como uso de máscara e ventilação para a renovação do ar, em todos os locais com circulação de pessoas, principalmente por conta da confirmação de casos de infecção pela variante delta, que tem como característica mais marcante, já comprovada cientificamente, maior transmissibilidade.


Correio do Povo

Senado aprova texto-base que revoga Lei de Segurança Nacional

 Legislação voltou à pauta do Congresso depois que governo Bolsonaro se embasou na lei para pedir investigação de críticos



O Senado Federal aprovou nesta terça-feira o texto-base da lei que revoga a LSN (Lei de Segurança Nacional). Os destaques do texto ainda estão sendo votados pelos parlamentares, antes do envio da proposta à sanção presidencial.

O PL 2.108/2021, que tem origem em lei proposta em 1991, define crimes contra o Estado democrático ao acrescentar no Código Penal o Título XII (Dos Crimes Contra o Estado Democrático de Direito). Estes crimes voltaram a ser discutidos depois do governo Bolsonaro se basear na LSN para investigar diversos críticos e outros que incitaram ataques ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A legislação, criada na época da ditadura militar, ainda ensejou determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) para tornar réu o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), depois que o parlamentar gravou vídeo com ameaças e xingamentos a ministros do Supremo. 

A Lei de Segurança Nacional foi criada em 1983 para proteger a integridade e a soberania nacional. O texto da medida, porém, pode enquadrar críticos a presidentes do Congresso e o líder do Executivo por prever penas de até quatro anos por calúnias e difamação contra estas autoridades. 

R7 e Correio do Povo

"Portões do Inferno" no Turcomenistão

 "Portões do Inferno" no Turcomenistão. É um furo de 70 metros de largura que está em chamas desde 1971, após a ocorrência de um acidente de perfuração.





Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1291820897899913

Câmara aprova novas regras em MP sobre contratos de trabalho

 Texto-base aprovado inclui programas de primeiro emprego e de requalificação profissional e mudanças na CLT


A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o texto-base de conversão da Medida Provisória 1045/21, que renova o programa de redução ou suspensão de salários e jornada de trabalho com o pagamento de um benefício emergencial aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.

O parecer preliminar do relator, deputado Christino Aureo (PP-RJ), inclui vários outros temas no texto, como programas de primeiro emprego e de requalificação profissional, mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e definição de quem pode contar com gratuidade no acesso à Justiça.​ O texto original renova para 2021 as regras sobre diminuição da jornada e redução salarial em razão da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), foram incluídos três novos programas na MP: a substituição do Jovem Aprendiz; a criação do serviço social voluntário; e bolsas para jovens e pessoas do Bolsa Família. “Programas para precarizar as relações de trabalho sem vínculos trabalhistas”, disse.

Os temas, segundo Correia, não estavam previstos no escopo da medida inicial e afetam direitos trabalhistas e também o financiamento do Sistema S. A oposição pediu que os dispositivos fossem retirados do texto.

A líder do PSol, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), disse que o texto faz uma nova reforma trabalhista com mudanças profundas que não foram propriamente discutidas. “Serão aprovados, se o voto da maioria for a favor da matéria, dois programas que supostamente se destinam à geração de emprego e renda. No fundo, eles servirão para precarizar a vida do trabalhador, para jogar a CLT no lixo”, afirmou.

O deputado André Figueiredo (PDT-CE) criticou a substituição do Jovem Aprendiz. “É um programa extremamente exitoso. Nós estamos vendo mais um ataque aos direitos já precarizados dos trabalhadores brasileiros. Estamos vendo agora a juventude sendo alvo de mais um ataque dessa sanha liberalista que, infelizmente, só vem tirando direitos e não vem gerando empregos”, condenou.

Defesa

As alterações foram defendidas pelo relator da MP, deputado Christino Aureo (PP-RJ). “As medidas vão criar formas para que os segmentos mais vulneráveis e as empresas que lhes contratem possam, de alguma maneira, chegar a uma equação viável diante das dificuldades que se apresentam para os dois lados, o lado do empregador e o lado de quem pretende a vaga”, explicou.

Para o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP), a proposta vai aquecer a economia. “Temos certeza de que essa medida provisória vai ajudar a preservar muitos empregos. Os empresários ainda passam por um sufoco para poder manter o comércio, a empresa, os postos de empregos ainda ativos”, disse.

Texto-base

Depois de apelos de vários líderes partidários, o 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), anunciou, após consulta ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que o Plenário votará hoje apenas o texto-base da MP. Os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar a redação serão analisados em outra sessão.

BEn

A MP que reedita o Programa Emergencial de Manutenção e Renda, começou a valer em abril, pelo período de 120 dias, para evitar uma nova onda de demissões no Brasil após a piora da pandemia e o fechamento do comércio em março e em abril.

O programa institui o novo BEm (Benefício Emergencial), que será pago pela União ao empregado caso ele tenha suspensão temporária do contrato de trabalho ou redução proporcional de jornada e de salário. Não existirão restrições aos repasses independentemente do cumprimento de período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos pelo funcionário. 

O valor, pago mensalmente, terá como referência a parcela do seguro desemprego a que o empregado teria direito. Contudo, o BEm não impedirá a concessão ou alterará o valor do seguro desemprego aos empregados que tiverem cumprido os requisitos para ter este direito.

A MP prevê que a redução da jornada de trabalho e do salário e a suspensão temporária dos contratos de trabalho ocorram através de acordo individual escrito entre empresa e empregado, possibilitando a redução de jornada e salário nos percentuais de 25%, 50% ou 70%.


R7 e Correio do Povo


Começa reconstituição do caso da morte de João Alberto no Carrefour



Coronel entrega na CPI documento sobre reunião com número 2 de Pazuello

Leite comemora rejeição da PEC do voto impresso: "Discussão vazia"

 Governador se manifestou após votação na Câmara dos Deputados na noite desta terça-feira


O governador Eduardo Leite comemorou a rejeição da PEC do voto impresso, na noite desta terça-feira, em Brasília. O plenário da Câmara decidiu pela reprovação do texto da base governista, impondo derrota ao presidente Jair Bolsonaro. 

Por meio das redes sociais, o governador citou a "democracia" após o desfile dos tanques da manhã. E pediu prioridade a assuntos necessários ao país, como a vacinação e o desemprego. "Polêmica vazia do voto impresso encerrada", resumiu. 



A orientação do partido do governador Eduardo Leite, o PSDB, era para o voto "não". Apesar disso, os deputados gaúchos contrariaram a decisão. Os dois parlamentares, Lucas Redecker e Daniel Trzeciak votaram sim. 


Correio do Povo


Grêmio aguarda "ok" do Tolima para fechar contratação de Campaz


PSG confirma contrato de dois anos com Messi


Messi veste camisa 30 e assina com o PSG: "Decidido a construir algo grande"


São Paulo e Palmeiras ficam no empate pelas quartas da Libertadores


Com poucas respostas na CPI, coronel nega participação em negociações de vacinas


Voto impresso: veja como votaram os deputados gaúchos

 20 dos 31 deputados foram favoráveis à PEC




Veja como votaram os deputados gaúchos na PEC do voto impresso: 

SIM (20):
Alceu Moreira (MDB)
Bibo Nunes (PSL)
Carlos Gomes (Republicanos)
Daniel Trzeciak (PSDB)
Giovani Cherini (PL)
Giovani Feltes (MDB)
Heitor Schuch (PSB)
Jerônimo Goergen (PP)
Liziane Bayer (PSB)
Lucas Redecker (PSDB)
Marcel van Hattem (Novo)
Marcelo Brum (PSL)
Marcelo Moraes (PTB)
Márcio Biolchi (MDB)
Marlon Santos (PDT)
Maurício Dziedrick (PTB)
Osmar Terra (MDB)
Paulo Vicente Caleffi (PSD-RS)
Pompeo de Mattos (PDT)
Sanderson (PSL)

NÃO (7):
Afonso Motta (PDT)
Bohn Gass (PT)
Fernanda Melchionna (PSol)
Henrique Fontana (PT)
Marcon (PT)
Nereu Crispim (PSL)
Paulo Pimenta (PT)

NÃO VOTARAM (4):
Afonso Hamm (PP)
Covatti Filho (PP-RS)
Maria do Rosário (PT)
Pedro Westphalen (PP)

Correio do Povo

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"Assunto encerrado", diz Arthur Lira sobre proposta do voto impresso

 Presidente afirmou que prioridades do Congresso são outras, mas também comentou que sistema eleitoral pode ser aprimorado



O presidente da Câmara dos Deputados, Arhtur Lira (PP-AL), afirmou na noite desta terça-feira, logo após a rejeição do voto impresso pela Casa, que a proposta agora é "assunto encerrado" na atual legislatura. "Esse assunto está, nesse ano, com esse viés de constitucionalide, encerrado. Nós não teríamos tempo, nem espaço para iniciar nova discussão. Há possibilidade de uma discussão no Senado, que eu também, pela longevidade da PEC, não vejo clara". 

Ele, porém, afirmou que os chefes dos Poderes têm como "obrigação" se reunir para discutir possíveis melhorias ao sistema eleitoral. Neste sentido, Lira contou que deve procurar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para começar as dicussões.  

"É importante que haja o bom senso do Poder executivo, do Judiciário, para que todos nós possamos nos sentar e escolher uma maneira racional, clara objetiva de aumentarmos a transparência, auditagem das dúvidas que por acaso ainda possam pairar em cima do sistema eleitoral."

Lira ainda comentou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não protestará contra o resultado. Nas últimas semanas, o mandatário fez ameaças às eleições com urna eletrônica, condicionando a possibilidade do pleito ao voto impresso. "Não acredito que haja outro comportamento por parte do presidente Bolsonaro. Como eu disse, ele disse que respeitaria - e eu acredito - o resultado do plenário da Câmara dos Deputados". 

O presidente da Casa colocou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) na pauta do plenário da Câmara mesmo depois de comissão especial do Congresso rejeitar a proposta. Na votação geral, a lei foi rejeitada mesmo com a maioria dos votos a favor (229), já que não alcançou os 308 votos necessários para uma PEC ser aprovada.

R7 e Correio do Povo


Taline Oppitz: Pauta do voto impresso vai longe

Rio Grande do Sul terá sol e nuvens nesta quarta-feira

 Amanhecer deve ser frio em muitos pontos do Oeste e do Sul, com chance de geada



O sol aparece em todo o Rio Grande do Sul acompanhado de nuvens nesta quarta-feira. De acordo com a MetSul Meteorologia, a Metade Norte do Estado ainda pode ter períodos de nebulosidade com chance de chuva leve ou garoa entre a madrugada e a manhã. O amanhecer deve ser frio em muitos pontos do Oeste e do Sul, com chance de geada. 

O dia também começa com frio nas demais regiões, porém as menores temperaturas ocorrem no final da quarta. Mesmo com o sol, as marcas durante à tarde serão baixas na maioria das localidades devido à influência do ar polar. Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens nesta quarta-feira. As marcas ficam entre 7°C e 15°C na Capital. 
 
Mínima e Máxima 
Vacaria 4°C | 11°C
Caxias do Sul 5°C | 11°C
Santiago 6°C | 13°C
Passo Fundo 7°C | 15°C
Cruz Alta 7°C | 15°C
São Miguel 9°C | 16°C 
Santa Rosa 8°C 17°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo