DOIS ANOS DE GOVERNO

 2 anos sem corrupção

2 anos de guerra ao crime
2 anos de geração de empregos e crescimento
2 anos de defesa da liberdade, da fé, da família, dos brasileiros
O BRASIL ESTÁ CADA VEZ MAIS FORTE.
E ESTÁ VIRANDO UMA GRANDE NAÇÃO.
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02. ⚠️ O Brasil ANTES de 2019:
❌ recordes e escalada do CRIME
❌ a PIOR DÉCADA da economia em 120 ANOS
❌ rotina de escândalos de CORRUPÇÃO
❌ recordes de PREJUÍZOS nas assoladas estatais
❌ entre os piores índices de qualidade de ensino do mundo
03. 🇧🇷 O Brasil a partir de 2019:
👨‍👩‍👧‍👧 tolerância zero com o crime organizado + recordes de apreensão de drogas = liberdade para os brasileiros de bem
💰 geração de empregos, captação de investimentos
✅ fim dos escândalos de corrupção
📈 estatais lucrativas
🧒 foco no ensino das crianças
04. 🙏 O Brasil voltava a crescer, gerar empregos e atrair investimentos
🤝 Por isso, pôde reagir de modo exemplar à crise da Covid
🆘 Auxílio Emergencial: socorro a mais da metade dos brasileiros
👨‍🏭 Preservação de milhões de empresas e de empregos com programas específicos
05. 👨‍👩‍👧‍👧 Na defesa da vida e da dignidade da vida, o Governo do Brasil
✅ investiu muito mais do que a média dos países emergentes
✅ investiu mais até do que a média dos países ricos
🤝 Esforços não foram poupados para ninguém ficar pra trás!
06. 🇧🇷 O crescimento e a confiança de 2019 permitiram ao Brasil reagir como nenhuma outra nação à crise do coronavírus em 2020.
Agora, com
➡️ defesa da vida e da dignidade
➡️ manutenção do emprego
➡️ socorro a ESTADOS e MUNICÍPIOS
✅ o Brasil está pronto para a RETOMADA
07. 🙏 A nação que começou a decolar em 2019 já está retomando seu caminho da prosperidade após a crise mundial.
🙌 Os sinais são claros. Por exemplo: tivemos o melhor outubro em quase 30 anos no saldo de empregos, sendo o quarto mês consecutivo de alta.
08. Outros exemplos:
✅ Mais de 1,5 milhão de novas admissões em outubro; saldo de 395 mil empregos.
✅ Indústria cresceu 8% no terceiro trimestre.
✅ Balança comercial segue em superávit.
✅ Comércio, serviços e agro seguem com sinais de crescimento e retomada.




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=2200298936772248&id=156951837773645

1935: A TRAIÇÃO ESQUECIDA - Jorge Schwerz

 http://www.puggina.org/.../1935-a-traicao-esquecida/17341



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=2828780474024108&id=1426229014279268

Não caia em manipulação. Entenda mais sobre o IDH, por Moises Pereira

 "O Brasil apresenta melhorias constantes e consecutivas. Não há nesse ano mudança em termos de ter retroagido", explicou Betina Barbosa, coordenadora do Pnud, durante apresentação do relatório. "A queda de um país no ranking final dos países se faz como consequência da melhoria de outros países no comparativo à performance brasileira."

Na classificação da ONU, o Brasil é considerado um país de alto desenvolvimento humano.
O Brasil caiu cinco posições e agora é o 84º dos 189 países no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgado nesta terça-feira (15).
Os dados do relatório atual são de 2019. No documento anterior, que analisou os dados de 2018, o IDH brasileiro era de 0,761, o 79º da lista.
O IDH vai de 0 a 1 e é calculado todos os anos com base em três critérios: a expectativa de vida, anos previstos e média de anos de escolaridade e renda nacional per capita.
O país com a melhor classificação segue sendo a Noruega. O segundo é a Irlanda, empatada com a Suíça. A Alemanha, que era a terceira colocada no ano passado, agora está na sexta posição, atrás de Hong Kong e Islândia, empatadas em quarto lugar.
O Brasil é o sexto entre as nações da América do Sul, atrás do Chile, Argentina, Uruguai, Peru e Colômbia - os dois últimos estavam abaixo e empatado com o Brasil no ano passado, respectivamente.
Apesar do crescimento de 0,004 ponto, a queda significa que outros países tiveram um desempenho melhor no último ano.
A ONU considera mudanças na terceira casa decimal "estatisticamente insignificantes".
Para Barbosa, a melhoria brasileira deste ano poderia sinalizar um crescimento da taxa mais acelerado no próximo relatório - não fosse a pandemia. "É uma melhoria que, comparativamente, seria um arranco, porque sinalizava que a gente estava na trilha ascendente a taxas mais elevadas. Na minha avaliação, em 2020, se não fosse a pandemia, a gente teria um desempenho ainda melhor", afirmou.
No entanto, o relatório alerta que o documento do ano que vem trará um "choque sem precedentes para o desenvolvimento humano" por conta da pandemia da Covid-19. A ONU projeta que será a primeira vez que o IDH global sofrerá decréscimo.
Pressão planetária
Pela primeira vez, o relatório, que lista o índice ajustado a outros fatores, como desigualdade social e de gênero, traz uma nova métrica: o IDH-P, índice de desenvolvimento humano ajustado à pressão planetária.
Isso porque, explica o documento da ONU, "é hora de todos os países redesenharem seus caminhos para o progresso humano, responsabilizando-se integralmente pelas pressões perigosas que colocamos sobre o planeta".
O índice é calculado ao tirar a média das emissões de gás carbônico (CO2) e da pegada ambiental, que mede a quantidade doméstica e exterior de extração de materiais, como biomassa, combustíveis fósseis e minérios. Esse número, então é descontado do IDH.
Nesta lista, o Brasil sobe 10 posições. A China, por exemplo, desce 16.
O país que mais cai é o grão-ducado de Luxemburgo, que despencaria 131 posições. Em segundo lugar, ficaria Cingapura, com 92 posições perdidas, e, em terceiro, o Catar, com 84.
Para Barbosa, o Brasil tem bom desempenho nesse quesito não só porque tem um conjunto ecológico preservado. "Outros países tiveram uma performance visivelmente pior. Não é que a gente não exerça pressão que possa ser um fator que traz um ajuste negativo. É porque os outros países exercem pressão planetária maior", explicou.
Para o representante-residente adjunto do Pnud, Carlos Arboleda, o índice é principalmente positivo para o Brasil.
"Acreditamos que, para um país como o Brasil, é um relatório que traz muitas coisas positivas. Provavelmente, elas podem ser obscurecidas pela mensagem de um crescimento veloz ou não veloz, por algumas diferenças", disse, durante apresentação do relatório.
"Acreditamos que, para o modelo de desenvolvimento que o Brasil está construindo nos últimos 20 anos, acrescentar o IDH-P, ajustado às pressões planetárias, faz justiça ao trabalho de um país como o Brasil, à diferença entre os países desenvolvidos e os padrões de consumo", completou.
Métricas melhoram
Todas as dimensões usadas para calcular o IDH - renda, expectativa de vida e escolaridade - tiveram ligeira melhora.
A expectativa de vida no país teve leve crescimento em relação ao relatório anterior. A média, ao nascer, agora é de 75,9 anos, contra os 75,7 do ano passado.
Também houve um suave aumento na média de anos de escolaridade, que foi de 7,8 para 8 exatos.
O PIB per capita também foi de 14.182 para 14.263 em paridade de poder de compra, medido em dólares de 2017.



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3703046763085644&id=100001410709142

Governo Bolsonaro aplica R$ 335 milhões em cuidados com gestantes, bebês prematuros e maternidades

 O Governo Jair Bolsonaro, através do Ministério da Saúde, está investindo R$ 335 milhões para ampliar o cuidado a grávidas e recém-nascidos.

Os recursos ampliarão o cuidado de gestantes e prematuros no SUS, além de melhorar a estrutura de 692 maternidades no Brasil.



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1721859641339986&substory_index=0&id=232788843580414

O STF - e o ativismo judicial

 Não é de hoje que o ativismo judicial tem exorbitado limites, ferindo em muito o senso comum dos brasileiros e provocando que pessoas saiam às ruas.

Pra que eleger um governo e dar-lhe procuração se o judiciário (sem voto popular) cassa ao sabor de sentimentos pessoais a vontade da maioria?
Vejamos as duas mais recentes polêmicas:
1) Da alíquota de importação de armas;
2) Do Plano Nacional de Vacinação.
ARMAS
(sem importar se vc é a favor de armas ou contra - não é isso que está em discussão aqui até pq isso é um compromisso do governo eleito, e portanto foi decido na eleição).
A decisão liminar do Min. Fachin, em suspender a decisão da Camex de redução da alíquota de importação de armas, (em ação judicial promovida pelo PSB), baseia-se em duas assertivas:
1) alega estar defendendo a indústria nacional e;
2) afirma que a PF não tem condições de fazer o controle da concessão de portes.
Erradas as 2 premissas!
A primeira porque cria uma reserva de mercado à indústria nacional que em plena globalização não deve existir. A dois pq o controle da emissão de portes nada tem a ver com mais oferta de opções no mercado.
Por último, políticas tributárias devem ser só do Executivo.
VACINAÇÃO
Outra questão em que há politização, sempre e com o inequívoco proposito de atacar o governo federal, e no qual se viu novamente a interferência indevida do STF, é a vacinação. Vejamos: sabe-se que a OAB é dirigida hoje por presidente hostil ao governo. Pois é esta OAB que casuísticamente ajuíza uma "ADPF" que enseja ao min. Lewandovisk entrar no jogo. Bem, se há histórico no Brasil de campanhas nacionais de vacinação (inclusive com erradicação de doenças como pólio e as campanhas anuais da H1N1), porque do judiciário imiscuir-se nisso? E dessa interferência, indevida no meu sentir, já nasce outra polêmica que só atrapalha: a de cientistas que foram citados num plano e agora querem (muitos por motivos ideológicos) criar mais uma aresta, alimentados pela parte da imprensa engajada: mandar no programa. Entre outras demandas de alguns desses cientistas está a de eles definirem "grupos prioritários" para serem vacinados, dentre os quais, por ex, "população carcerária". Pergunto: podem eles definir que um apenado tem precedência sobre um trabalhador pai de família?
Em tudo se envolve o STF.
Não é à toda que no Brasil está ocorrendo um fenômeno que não há em nenhum outro local do mundo: milhares de pessoas irem às ruas contra a Suprema Corte.
E para provar que há uma deformação na democracia judiciária brasileira, muitas das pessoas que exercem o direito de protesto contra a Suprema Corte estão presas!
Quem as protege de quem deveria protagê-las?
Quem põe limites nos que definem os limites?

Valter Nagelstein.



Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3499787410057651&id=222966417739783

Invasão de propriedades rurais - Veja o gráfico

 Não precisa de legenda!

Bom dia 🇧🇷




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=2200991273369681&id=156951837773645

Crise sanitária joga previsão do déficit público lá para cima

 

STF: Lewandowski deve defender restrições de locomoção a quem não tomar vacina contra Covid-19

 No mínimo um absurdo essa proposta autoritaria do ministro Lewandowski que quer proibir a circulação de pessoas, entre outras medidas, para quem não tomar a vacina contra a COVID-19.

A vacina não é obrigatória no país, e além disso: teremos vacina para todos?




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3533970133385557&id=620214018094531

Rodrigo Maia e suas mordomias: ele viajou quase 900 vezes em jatinhos da FAB

 Desde que assumiu a presidência da Câmara, Rodrigo Maia já realizou quase 900 voos com jatinhos da FAB, segundo o jornalista Claudio Humberto. Só nos últimos três meses, em plena pandemia, foram 48 voos. O que justifica tantos voos de jatinho pelo presidente da Câmara? #EquipeAlvaroDias




Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3868210309902855&id=199599520097304

Veja 10 mudanças que afetaram o seu bolso em 2020

  por Marta Cavallini

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Além de medidas para amenizar os efeitos da pandemia na renda do trabalhador, houve a implantação do PIX e o lançamento da nova nota de R$ 200.

Veja lista de mudanças.

O ano de 2020 teve várias novidades para o bolso dos brasileiros. Além da alteração na regra para a conversão do câmbio nos gastos no exterior com cartão de crédito e novas alíquotas de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), houve a implantação do PIX, sistema de pagamentos instantâneos e o lançamento da nova nota de R$ 200.

 

A pandemia também trouxe medidas para amenizar os efeitos na renda do trabalhador, como o pagamento do Auxílio Emergencial e o programa de preservação do emprego, que autorizou a redução da jornada de trabalho e a suspensão dos contratos de trabalho, com a garantia de estabilidade provisória na empresa.

Veja abaixo o que mudou no seu bolso ao longo de 2020:

PIX 

novo sistema de pagamentos instantâneos PIX começou a valer em novembro deste ano, com a expectativa de ser o grande substituto de DOCs e TEDs, por ser um sistema gratuito e estar disponível a qualquer hora, sete dias por semana.

Podem usar o PIX todas as pessoas e empresas que tiverem contas correntes em instituições financeiras do país.

Enquanto operações de DOCs e TEDs só podem ser realizadas em horário comercial, em dias de semana, e podem demorar até o dia útil seguinte para serem concluídas, o PIX está disponível a qualquer momento e termina a operação em até 10 segundos.

Assim, as transferências bancárias ficaram mais fáceis e rápidas, devido à praticidade de trocar dinheiro apenas com a chave de identificação do recebedor.

Mais adiante, será mais comum pagar por compras com o novo sistema. Depois de um período de adaptação, lojistas devem adotar o recurso também pela questão de velocidade da transação, mas em especial pela redução de custos no negócio. As taxas cobradas de pessoas jurídicas pelo uso do PIX serão menores do que operações com cartões de débito e crédito tradicionais.

De acordo com o Banco Central, 70% das transações financeiras no país são realizadas com dinheiro vivo no Brasil. Em um horizonte de 10 anos de funcionamento do PIX, a expectativa é que esse número diminua em 10 pontos percentuais.

Nota de R$ 200

O Banco Central lançou em setembro a nota de R$ 200 com a imagem do lobo-guará - primeira cédula de um novo valor da família do real em 18 anos. A última, a de R$ 20, tinha sido lançada em 2002.

Essa é a sétima cédula da família de notas do real. O Banco Central encomendou à Casa da Moeda a produção de 450 milhões de cédulas do novo valor.

O BC justificou o lançamento da nova cédula como uma resposta ao aumento expressivo na demanda da sociedade brasileira por dinheiro em espécie durante a pandemia, em especial devido aos saques do Auxílio Emergencial por milhares de brasileiros.

Em comum, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo: diminuir as transações com dinheiro vivo, economizando com impressão de papel-moeda.

Veja os motivos para o lançamento da nova nota, segundo o BC:

  • há mais brasileiros guardando dinheiro em casa por causa da crise provocada pela pandemia;
  • empresas e pessoas físicas fizeram saques para a formação de reservas nesse período de crise econômica;
  • beneficiários que receberam em espécie o Auxílio Emergencial não retornaram esse dinheiro ao sistema bancário na velocidade esperada. 

Auxílio Emergencial  

O governo começou a fazer os pagamentos do Auxílio Emergencial em abril para amenizar os impactos da pandemia na renda de desempregados, trabalhadores informais, MEIs e contribuintes individuais do INSS.

No anúncio do programa, o governo definiu que o Auxílio seria pago em três parcelas. Depois estendeu para mais duas parcelas, todas de R$ 600. O último anúncio, em setembro, incluiu mais quatro parcelas, no valor de R$ 300 cada, aos trabalhadores aprovados para o Auxílio Emergencial de R$ 600. As novas parcelas de R$ 300 são pagas após as de R$ 600. O valor dobra no caso de mães que são chefes de família.

As parcelas serão pagas até o dia 29 de dezembro, com possibilidade de saques até 27 de janeiro – veja aqui o calendário completo.

Último balanço do Ministério da Cidadania mostra que o Auxílio beneficiou quase 68 milhões de pessoas, com os pagamentos superando R$ 265 bilhões. O governo tem defendido que não há como prorrogar o Auxílio Emergencial, apesar do aumento de casos de Covid-19 no final do ano e a indefinição a respeito da criação de um novo programa social.

Redução da jornada de trabalho e suspensão dos contratos  

O chamado Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM), que entrou em vigor em abril, autoriza as empresas a reduzir a jornada ou suspender os contratos dos trabalhadores. A estimativa do governo é de preservar 10 milhões de empregos.

As empresas só poderão manter essas alterações nos contratos dos funcionários até o dia 31 de dezembro. Segundo balanço do governo, quase metade dos acordos celebrados engloba a suspensão dos contratos de trabalho. O setor de serviços, o mais atingido pela pandemia, responde por mais da metade dos acordos celebrados.

No caso dos contratos suspensos, os salários são cobertos pelo governo federal até o limite do teto do seguro-desemprego (R$ 1.813,03) para funcionários de empresas com receita bruta até R$ 4,8 milhões. Já quem teve a jornada reduzida recebe o salário proporcional da empresa e um complemento relativo a uma parte do valor do seguro-desemprego.

Em ambos os casos, os trabalhadores têm direito à estabilidade pelo tempo equivalente à suspensão ou redução

Veja como ficam os pagamentos dos benefícios para preservação de emprego: 

  • Suspensão do contrato de trabalho: recebe 100% da parcela do seguro-desemprego, que pode variar de R$ 1.045 a R$ 1.813,03 (exceto no caso de funcionário de empresa com receita bruta superior a R$ 4,8 milhões – neste caso: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego)
  • Redução de 25% na jornada: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego
  • Redução de 50% na jornada: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego
  • Redução de 70% na jornada: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego
  • Nenhum trabalhador vai ganhar menos do que um salário mínimo

FGTS – saque aniversário e liberação de até R$ 1.045  

O governo liberou o saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045 de contas ativas e inativas para atenuar os impactos da pandemia na renda dos brasileiros.

Os pagamentos foram liberados entre junho e dezembro para todos os 60,8 milhões de beneficiários que possuem contas no FGTS, por meio da poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa Econômica Federal, e fica disponível para movimentação pelo aplicativo Caixa Tem.

Durante todo o calendário, foram disponibilizados R$ 37,8 bilhões, mas R$ 7,9 bilhões não foram movimentados. Ou seja, 20,9% do total não foi retirado.

Quem não movimentou os valores teve os recursos retornados à conta do FGTS, devidamente corrigidos.

Em abril, começaram os pagamentos do chamado saque-aniversário do FGTS, em que o trabalhador pode fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas de acordo com o mês em que nasceu.

O saque-aniversário só vale para o trabalhador que comunicar à Caixa que quer receber os valores anualmente. Do contrário, ele só poderá sacar o FGTS nas situações previstas em lei, entre elas compra da casa própria, aposentadoria e demissão sem justa causa.

O trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará a ter direito à multa de 40% em caso de demissão, mas perderá o direito ao saque-rescisão, isto é, não poderá retirar o saldo total de sua conta do FGTS caso seja demitido.

Em caso de arrependimento, o trabalhador pode retornar ao saque-rescisão. Mas a migração só ocorrerá dois anos após a data da adesão ao saque-aniversário.

Mudanças no crédito para casa própria

A Caixa Econômica Federal reduziu a taxa de financiamento da casa própria para pessoa física, com recursos da poupança, para novos financiamentos. O piso passou de 6,5% para 6,25% mais a taxa referencial (TR) ao ano. Já o teto caiu de 8,5% para 8% mais TR. As novas taxas entraram em vigor no dia 22 de outubro.

Foi renovada ainda a pausa de 6 meses nas prestações da casa própria para contratações até 30 de dezembro para financiamento de imóveis novos.

Outra medida foi o pagamento parcial da prestação para apoiar famílias com dificuldade para retomar o pagamento integral do encargo mensal. Haverá duas possibilidades:

  • pagar 75% da prestação por até 6 meses
  • pagar entre 50% e 75% da prestação por até 3 meses

Em dezembro, o Senado aprovou a medida provisória que cria o programa habitacional Casa Verde e Amarela. Idealizada pelo governo Jair Bolsonaro, a iniciativa substitui o Minha Casa Minha Vida, instituído em 2009 durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Todas as novas operações com benefício habitacional geridas pelo governo federal devem ser firmadas com base no modelo do Casa Verde e Amarela.

Na prática, deixa de existir a faixa mais baixa do programa Minha Casa Minha Vida, que não tinha juros e contemplava as famílias com renda de até R$ 1,8 mil. Essas famílias passam a ser atendidas pelo Grupo 1, que tem taxas a partir de 4,25%. O programa Casa Verde e Amarela prevê atender a famílias com renda mensal de até R$ 7 mil, em três grupos. 

Antecipação do auxílio-doença

O governo antecipou a partir de abril o pagamento do auxílio-doença, sem necessidade de comparecimento às agências para realização da perícia por causa da pandemia. O pagamento foi feito com base no período definido no atestado médico, limitado a até 60 dias, sem exceder o dia 31 de dezembro, quando termina o decreto de calamidade pública.

Por meio da antecipação, o beneficiário recebe até um salário mínimo (R$ 1.045), após ter aprovado o pedido feito pelo site ou app Meu INSS com o atestado médico devidamente preenchido.

O segurado que opta pela antecipação é posteriormente notificado pelo INSS para agendamento da perícia médica destinada à concessão definitiva do benefício e pagamento da diferença devida, caso tenha direito a um valor maior do que R$ 1.045.

Alíquotas do INSS 

No dia 1º de março, entraram em vigor as novas alíquotas de contribuição ao INSS. Em resumo, quem ganha menos passou a contribuir menos para o INSS, e quem ganha mais, passou a contribuir mais.

As alíquotas para quem trabalha com carteira assinada no setor privado variavam de 8% a 11% do salário para a Previdência. No novo sistema, passaram de 7,5% a 14%. No setor público, podem chegar a 22%.

Mas essas taxas são progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor. Câmbio do dia para gastos com cartão no exterior

Desde março, os emissores de cartão de crédito são obrigados a usar a taxa de câmbio do dia da compra realizada pelos clientes, e não mais o câmbio na data do pagamento da fatura.

A nova regra ainda estabelece que os emissores de cartões de uso internacional devem divulgar informações sobre as taxas de conversão do dólar dos Estados Unidos para reais relativas aos gastos em moeda estrangeira. A taxa de conversão deverá ser apresentada com quatro casas decimais.

Juros do cheque especial e cobrança pelo limite

Entrou em vigor neste ano a regra do Banco Central que determina que os juros do cheque especial serão de no máximo 8% ao mês. Com isso, o juro anual será de cerca de 150% ao ano, no máximo, bem abaixo da marca média que costumava ficar perto dos 300%.

Mas, junto com essa medida, o BC também determinou que os bancos poderão cobrar pelo limite de crédito que disponibilizam no cheque especial. Quem tem até R$ 500 de limite no cheque especial não poderá ser cobrado por isso. Quem tiver mais pagará até 0,25% sobre o valor que exceder esses R$ 500. O Banco Central autorizou a cobrança da taxa uma vez por mês.

Assim, um cliente que tem limite de R$ 10.000 no cheque especial pagará todos os meses 0,25% sobre R$ 9.500 – o equivalente a R$ 23,75. Caso ele use o crédito, essa quantia será descontada do valor que ele terá de pagar em juros.

No entanto, boa parte dos maiores bancos do país optou por manter a isenção de todos os seus clientes da taxa sobre o limite do cheque especial. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a decisão em relação à cobrança é de cada banco.

Os clientes que têm limite de crédito superior a R$ 500 que não querem ser taxados em 0,25% ao mês precisam contatar seus bancos para pedir a redução do valor do crédito disponível. O Procon orienta que essa solicitação seja feita por escrito e com registro de protocolo.

Fonte: G1 - 16/12/2020 e SOS Consumidor