Brasileiro agora poupa para pagar despesas do dia a dia, mostra pesquisa

 por Eduardo Cucolo

Sondagem do FGV Ibre mostra que o que sobra para consumo é pouco e gera dúvidas sobre recuperação

São Paulo Os brasileiros ainda estão com receio de gastar o dinheiro poupado durante a pandemia e pretendem continuar economizando recursos nos próximos meses. É o que mostra uma pesquisa inédita realizada pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

De acordo com a sondagem especial realizada em novembro, 37,7% dos brasileiros estão guardando recursos por preocupação em relação à pandemia e seus efeitos sobre a economia. Entre os que conseguiram economizar, 73% afirmam que vão continuar poupando e apenas 1,4% pretende gastar totalmente os recursos.

Sondagem anterior mostrou que quase 60% dos consumidores adiaram as compras por causa da pandemia, o que possibilitou esse acúmulo de recursos.

Sobre o principal destino do dinheiro poupado, praticamente metade dos entrevistados na nova pesquisa afirma que vai gastar com despesas do dia a dia, quitar dívidas ou pagar impostos, o que gera dúvidas sobre a capacidade dessas poupanças de ajudar na recuperação do consumo e do setor mais afetado pela crise, os serviços.

“O que sobra para aumentar o consumo é muito pouco, dado que você tem um grande volume de recursos dessa poupança precaucional sendo usado para despesas correntes, quitação de dívidas e até pagamento de impostos”, afirma Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens do FGV Ibre.

Despesas com viagem de férias, como hospedagem, alimentação e transporte, foram citadas por 15%, percentual que surpreendeu os pesquisadores diante da queda no consumo desses itens desde o início da pandemia.

O percentual supera o de gastos com bens duráveis (11,6%), como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, segmento que sofreu menos com a crise. Apenas 1% dos entrevistados vai usar o dinheiro para ir a teatro, cinema, show, passeios, bares e restaurantes. Outro destaque é o percentual de pessoas na faixa de renda mais baixa da pesquisa (até R$ 2.100 mensais) que apontou “outros gastos" (40,4%). Nesse caso, a maioria afirmou que vai usar o dinheiro para reforma de imóveis, o que deve manter aquecida a venda de material de construção verificada nos últimos meses. Em relação ao momento em que vão usar o dinheiro, 24,5% disseram que iriam gastá-lo em dezembro, mês do Natal, cerca de 40% em até seis meses, 17% depois desse período e 18% disseram não saber.  

O levantamento foi realizado de 3 a 21 de novembro com 1.887 consumidores.

Os dados mais recentes mostram que a taxa de poupança das empresas e famílias brasileiras voltou a subir no terceiro trimestre, atingindo o maior nível desde o início de 2015 (17,3% do PIB ou R$ 328 bilhões no período), segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com o Banco Central, somente na caderneta de poupança, o valor total dos recursos depositados cresceu R$ 179 bilhões de fevereiro a novembro.

Para o FGV Ibre, a pesquisa confirma a expectativa de que essa poupança vai demorar a se transformar em consumo enquanto durar a pandemia e que, mesmo que o dinheiro volte, não será suficiente para compensar o fim do auxílio emergencial.

A maior parte dos recursos também não deve ir para gastos com serviços . Setor com maior peso na economia o mais prejudicado pela crise, ele é o que mais emprega e poderia ajudar a reduzir a elevada taxa de desemprego no primeiro semestre de 2021.

“Surpreende o percentual dos que estão poupando e dizem que vão gastar parcialmente ou totalmente esses recursos, que é pequeno. Ou seja, ainda há uma cautela muito grande desses consumidores em todas as faixas de renda”, afirma a coordenadora das sondagens do FGV Ibre.

Ela afirma que as sondagens do consumidor do FGV Ibre mostram que a expectativa em relação ao mercado de trabalho deixou de ser positiva nos últimos três meses, o que reflete a tentativa frustrada das pessoas que voltaram a procurar emprego com a retomada das atividades.

“Esses recursos estão sendo guardados talvez por uma necessidade ou preocupação dos consumidores com medo de desemprego, com uma nova onda que impossibilite o retorno ao trabalho, uma nova onda de demissões, já que você não tem uma recuperação forte do setor de serviços, que é o que mais contrata no Brasil.”

Viviane afirma que a expectativa de gastos dessa poupança também está influenciada pela mudança no perfil de consumo verificado durante a pandemia, com uma participação menor dos gastos com serviços, e que não se sabe o que mudará quando a pandemia for superada.

“Nesse período da pandemia faz sentido um aumento do consumo de bens em detrimento dos serviços, mas a gente não sabe o quanto o comportamento do consumidor vai mudar depois que a pandemia passar. Isso tem sido discutido até em outros países”, afirmou.

Silvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre, afirma que o agravamento da crise sanitária, com o aumento no número de mortes, vai postergar o uso desses recursos e não deve confirmar a tese de que esse dinheiro pode compensar o fim do auxílio emergencial a partir de janeiro.

“A pergunta é se toda essa poupança vai virar consumo. Essa sondagem nos faz ter um pouco mais de cautela. Entre os mais pobres, parte vai virar consumo. Mas quem poupa, em geral, são as famílias mais ricas”, afirma Silvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre.

“Essa pesquisa mostra a dificuldade de imaginar que essa poupança logo voltará e poderia reanimar a economia rapidamente. Quanto mais tempo durar [a pandemia], mais tempo essa poupança vai ficar sendo acumulada, se for possível seguir acumulando. Nas famílias de mais alta renda, onde essa poupança está mais alocada, ela provavelmente não vai virar consumo nesse início de ano”, diz Matos.

Ela projeta que a economia só deve ter uma retomada mais forte no segundo semestre de 2021 e que o desafio será passar por esse primeiro semestre em que haverá queda na renda e uma demora para a normalização das atividades do setor de serviços e do mercado de trabalho.

Matos avalia que é necessário tentar criar algum novo programa de transferência de renda, mesmo com a restrição fiscal, mas que caiba dentro das regras do teto de gastos. 

“O objetivo não é achar algum atalho fiscal, tem de achar algum espaço no Orçamento para alguma política correta, reduzir outros gastos e acomodar uma eventual necessidade de um programa, mas eu acho que ele é necessário, ainda mais nesse contexto de o setor de serviços e o emprego demorarem mais tempo para se normalizar.”

Fonte: Folha Online - 14/12/2020 e SOS Consumidor

Confira dicas para economizar energia elétrica no verão

 por LETÍCIA MOURA

Desde o início do mês, as contas de luz ficaram mais caras, por conta da retomada das bandeiras tarifárias. Entretanto, alguns hábitos ainda podem gerar economia

Rio - Com o verão batendo à porta, vem a preocupação sobre o possível aumento na conta de luz. Vale lembrar que, desde o dia 1º deste mês, as contas de luz ficaram mais caras, porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) voltou a cobrar as bandeiras tarifárias. A agência estabeleceu a bandeira vermelha patamar dois, com o custo de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Para combater o calorão e não pesar tanto no bolso, confira dicas de como economizar.     

Rodrigo Travi, CEO da Ledax, empresa que oferece soluções em eficiência energética por meio de iluminação LED, geração de energia fotovoltaica, reforça que é importante que os equipamentos estejam limpos, com a manutenção em dia e ajustados adequadamente para esta época do ano.

“Se por um lado o consumo de ar-condicionado aumenta, podemos reduzir o consumo do chuveiro, colocando na posição ‘verão’. Manter os ambientes que climatizados fechados, utilizar aparelhos de alta eficiência e adequados a aplicação e aos tamanhos dos ambientes também ajudam na economia”, recomenda Travi.  

Mas afinal, é possível economizar mesmo ligando o ar-condicionado diariamente? O especialista esclarece que primeiro será preciso utilizar modelos mais novos e com melhor rendimento. “Para isso é importante que o consumidor dê preferência a modelos com selo Procel e categoria A na análise de eficiência.

Uma vez já adquirido, hábitos como manter o aparelho sempre na mesma temperatura (a indicação é de 23ºC), manter portas e janelas fechadas nos ambientes a serem refrigerados e manter o aparelho limpo, com uma manutenção regular do filtro, são bons meios de se conseguir um menor consumo de energia elétrica”, ensina.

Iluminação  

O CEO aponta que a principal dica é utilizar iluminação em LED. "Além de serem sustentáveis por não conter elementos contaminantes, também tem um baixo consumo de energia elétrica, longa vida útil e baixa emissão de calor, o que também ajuda na economia com o ar condicionado".

"Para ambientes como escritório e lojas, onde as pessoas ficam expostas por muitas horas a iluminação artificial, outro ponto positivo do uso do LED é que estes não emitem radiação ultravioleta e a luz gerada é mais uniforme e contínua, o que ajuda a evitar dor de cabeça e cansaço visual", explica Travi.  

É necessário ter a consciência sobre os seus hábitos, já que eles podem aumentar o valor da conta de luz. Por exemplo, evite deixar a luz ligada em ambientes que não estiverem sendo usados. "Utilizar modelos e potências adequadas para cada tipo de uso, manter as luminárias limpas e a instalação de sensores de presença poderão ter um efeito significativo na redução do consumo de energia elétrica", orienta.

Fonte: O Dia Online - 14/12/2020 e SOS Consumidor

Frase do Ministro Eduardo Pazuello

 E Doria continua desesperado para ser o protagonista da vacinação por motivos que obviamente nem chegam perto de uma preocupação com a saúde da população. Disse ontem que, mesmo que o Ministério da Saúde inclua a vacina chinesa no Plano Nacional de Imunização, ele manterá o dia 25 de janeiro como data de início da vacinação em São Paulo. Doria não está acima da lei!





Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=3682142491876230&id=198620036895177

Google sai do ar em vários países; YouTube, Drive e outros serviços são afetados

 Site DownDetector mostrou instabilidade em vários países; empresa investiga caso

SÃO PAULO

Os serviços do Google ficaram fora do ar ou apresentaram instabilidade na manhã desta segunda-feira (14). Usuários de vários países relataram problema no buscador, no YouTube, no Gmail, no Sheets, no Classroom, no Drive, no Maps, no Hangouts, no Meet e no calendário.

 

De acordo com o site DownDetector, as reclamações iniciaram por volta de 8h30 e atingiram pico às 9h. Depois, começaram a desacelerar. As ferramentas ficaram instáveis por cerca de 45 minutos.

Em comunicado, o Google afirmou que a queda ocorreu em seu sistema de autenticação "em razão de um problema de gestão interna da cota de armazenamento". Todos os serviços foram restaurados.

Foram registradas quedas no Brasil, nos Estados Unidos, na Ásia e em vários países da Europa.

Nas redes sociais, o assunto logo virou um dos mais comentados. No Twitter, usuários fizeram memes sobre provas adiadas, reuniões canceladas e brincaram sobre quanto o youtuber Felipe Neto deixaria de ganhar com o problema (em publicação recente, ele afirmou que uma queda no YouTube no horário nobre lhe gerou cerca de R$ 17,7 mil em prejuízo).

Por volta das 9h30, as reclamações já eram poucas e muitas pessoas escreviam nas redes sociais que os serviços estavam normalizados.

O YouTube, que gerou mais de 112 mil reclamações às 8h48 no DownDetector, concentrava menos de 10 mil às 9h30.

Uma página do Google que mostra informações sobre o desempenho dos serviços confirmou a falha em todos os aplicativos nesta segunda.?

Às 10h31, o Gmail passou do sinal vermelho, de suspensão temporária, para o laranja, que indica interrupção do serviço. Nesse caso, os usuários conseguem acessar o email, mas se deparam com avisos de erro ou demora para carregar as mensagens.

Com exceção do Gmail, todos os outros serviços já estavam com sinal verde às 9h52, o que indica ausência de problemas.

“Hoje, às 8h47 (horário de Brasília), o Google sofreu uma queda em seu sistema de autenticação, por aproximadamente 45 minutos, em razão de um problema de gestão interna da cota de armazenamento. Os serviços que requerem login de usuários apresentaram altas taxas de erro durante esse período. O erro de autenticação foi resolvido às 9h32", afirmou a empresa em nota, acrescentando que conduz uma revisão minuciosa para garantir que isso não se repita.

Mesmo que a queda tenha durado menos de uma hora, algumas empresas ficaram paradas nesse período. Professores também relataram problemas para estabelecer conexão com os alunos—muitas escolas migraram as atividades para as plataformas Meet e Classroom durante a pandemia.

Fonte: Folha Online - 14/12/2020 e SOS consumidor

Banco deve indenizar empresa de factoring por emissão de cheques fraudados

 A Câmara de Uniformização do TJDFT determinou que o Itaú Unibanco Holding S/A deve pagar a Solvecred Fomento Mercantil, a título de danos materiais, a quantia de R$ 4.500, que foi repassada por meio de cheques emitidos de forma fraudulenta, em uma das unidades da instituição bancária. De acordo com a maioria dos desembargadores, a decisão recursal cumpre súmula do Superior Tribunal de Justiça – STJ, a qual estipula a responsabilidade objetiva do banco em razão de fraudes praticadas por terceiros nas operações bancárias.

 

Na decisão original, o banco réu foi condenado ao pagamento da indenização pela falha na prestação de serviços, relativa à fraude na emissão de dois cheques, que foram posteriormente endossados à autora. Em sede de recurso, a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais entendeu que a entidade não era responsável pela falha e a inocentou. A Solvecred, então, recorreu, alegando que a decisão diverge de entendimento do STJ, uma vez que restou demonstrado que os cheques foram emitidos numa das unidades do banco, com assinatura diversa da correntista.

“No caso em exame, os cheques foram emitidos em fraude, cometida por terceiros, o que foi comprovado por boletim de ocorrência e extratos do titular da conta do cheque, tendo a d. magistrada sentenciante destacado ‘que a titular da conta não a utiliza há muito tempo, constando apenas os cheques devolvidos em seu extrato’. Conclui-se, portanto, que a titular nunca teve os cheques em mão, decorrendo a emissão por falha interna”, analisou a relatora.

Ainda segundo a desembargadora, a própria Turma Recursal reconheceu a ocorrência de fraude, ao assinalar que “ficou provado que os cheques foram furtados dentro de uma agência do recorrente [o banco Itaú], circularam com assinatura falsa da correntista e foram endossados a favor da recorrida [a Solvecred], quem efetivamente sofreu prejuízo, na qualidade de empresa de fomento mercantil”.

A magistrada acrescentou que os cheques foram devolvidos por motivo de divergência ou insuficiência de assinatura e estão vinculadas à conta corrente sem movimentação, encerrada desde 2015 (informações da correntista em Boletim de Ocorrência).

Desse modo, uma vez que o réu não demonstrou a não emissão de talonário, após o cancelamento da conta pela correntista, ou mesmo que o desbloqueio tenha sido realizado pela titular, os magistrados, em sua maioria, consideraram inquestionável que os danos sofridos pela reclamante foram gerados por fortuito interno relativo a fraudes praticadas por terceiros, no âmbito da instituição bancária, o que atrai ao banco réu a responsabilidade a que se refere a referida súmula 479, do STJ.

Sendo assim, o colegiado entendeu devida a condenação do autor ao pagamento de R$ 4.500, a título de danos materiais, à empresa autora.

PJe2: 0720951-41.2019.8.07.0000

Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 14/12/2020 e SOS Consumidor

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Roupas e sapatos lideram lista de presentes de Natal, diz pesquisa

 Artigos de moda são preferência de compra para 55% dos consumidores, segundo levantamento

SÃO PAULO

A maioria dos consumidores (55%) deve optar por artigos de moda, como roupas, bolsas e sapatos, na compra de presentes neste Natal, segundo pesquisa do site de descontos Cuponomia com mais de mil pessoas. A preferência pela categoria aumentou dois pontos porcentuais na comparação com 2019.

 

Fonte: Folha Online - 14/12/2020 e SOS Consumidor

Passageira deve ser indenizada por não conseguir retornar ao Brasil em virtude da pandemia

 A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens e a Transportes Aéreos Portugueses – TAP terão que indenizar uma passageira que não teve a volta garantida ao Brasil dentro do prazo contratado. A consumidora teve que custear a passagem de retorno. A decisão é da juíza do Juizado Cível do Recanto das Emas, que entendeu que houve falha na prestação do serviço.   

Narra a autora que comprou junto à CVC pacote de viagem para a Espanha para o período de março a junho de 2020. O pacote incluía serviço de assistência ao viajante e transporte aéreo operado pela TAP. A consumidora relata que, por conta da pandemia da Covid-19, a agência de viagem informou que o voo de volta para o Brasil havia sido cancelado. A remarcação, segundo a autora, só poderia ser feita para data posterior a inicialmente contratada, o que ultrapassaria o período de permanência sem visto no local. Ela conta que, como não foi garantido seu retorno dentro do prazo contratado, custeou a passagem de volta para o Brasil. Requer indenização por danos morais e materiais.   

Em sua defesa, a CVC afirma que não houve falha na prestação do serviço e que a responsabilidade pelo cancelamento do voo deve ser atribuída à companhia aérea.  A TAP, por sua vez, argumenta que o cancelamento ocorreu devido a uma necessidade de readequação da malha aérea em razão da pandemia provocada pelo coronavírus. Alega ainda que dá aos passageiros a possibilidade de reembolso dos voos cancelados.  

Ao julgar, a magistrada observou que houve falha na prestação de serviço, o que fez com que a autora custeasse sua passagem de volta para o Brasil. A juíza ressaltou que a CVC não provou nos autos que prestou o serviço de forma regular à autora, que estava em outro país sem suporte sobre seu retorno, e que a TAP não a informou sobre os trâmites para ressarcimento nem que ofereceu reacomodação em outro voo.  

A imprevisibilidade da pandemia não justifica a falha na prestação dos serviços por ambas as requeridas. (...) Considerando a falha na prestação de serviços por ambas as requeridas, o dever de indenizar à autora pelos prejuízos sofridos, que teve que adquirir as passagens necessárias para retornar ao país dentro do período de estadia sem necessidade de visto, é medida que se impõe”, explicou, destacando que é cabível tanto a indenização por danos materiais quanto morais.  

Dessa forma, as rés foram condenadas a pagar à autora, de forma solidária, R$ 3 mil a título de danos morais. Elas terão ainda que restituir o valor de R$ R$ 3.737,71, referente ao valor pago pela consumidora para retornar ao Brasil.  

Cabe recurso da sentença. 

PJe: 0704056-11.2020.8.07.0019 

Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 14/12/2020 e SOS Consumidor

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Judite Sandra La Cruz
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A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.