Entenda como usar a nota do Enem para o Sisu, Prouni e Fies

Exame é a porta de entrada para universidades públicas e também para estudantes conquistarem bolsa de estudos ou financiamento


 

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é a principal porta de entrada para universidade federais e usado para o acesso à instituições particulares. Com a mudança no calendário — as provas serã aplicadas em janeiro — muitos estudantes ficaram preocupados como acessar programas e muitos ficaram confusos, sem saber como participar.

Na sexta-feira, o MEC (Ministério da Educação) anunciou que as inscrições para o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) serão abertas em abril de 2021, após a divulgação das notas do Enem, programada para o dia 19 de março. Permitindo, assim, que os estudantes usem o resultado do exame deste ano para o acesso ao sistema.

O Sisu, criado em 2009 pelo governo federal, é uma política de acesso às universidades federais e utilizado por algumas públicas estaduais. Para participar, os estudantes devem se inscrever e usar a nota do Enem. Todo o processo é realizado por meio de um sistema, que classifica os candidatos de acordo com o resultado do exame.

Os candidatos são selecionados com base na nota do Enem, no número de vagas em cada curso e na modalidade de concorrência. Algumas instituições exigem nota mínima ou estipulam peso por matérias. O candidato deve ficar atento às regras das universidades.

Prouni (Programa Universidade para Todos), oferece bolsas de estudo em instituições particulares e o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), que concede financiamento na graduação, também utilizam a nota do Enem. O MEC anunciou o calendário de inscrições para esses programas para janeiro de 2021, o que não permite o uso da nota do Enem de 2020. O resultado do exame será divulgado no dia 29 de março de 2021.

Por meio de nota, o MEC autorizou o uso das notas de edições anteriores para evitar prejudicar o calendário das instituições particulares. Para o Prouni, os candidatos poderão usar a nota da prova de 2019 e para o Fies a mais recente desde 2010.

O Ministério também informou na nota que os candidatos que completaram neste ano o ensino médio, está prevista a abertura dos processos seletivos do Prouni e Fies, 2ª edição 2021, logo na sequência da realização do Sisu, após a divulgação do resultado do Enem. Tanto o Prouni como o Fies têm como foco promover o acesso de estudantes de baixa renda no ensino superior.


R7 e Correio do Povo

Homem abre fogo em catedral histórica de Nova York e é baleado pela polícia

 Informações preliminares da polícia indicam que só o atirador ficou ferido



Um homem foi baleado pela polícia nos degraus de uma catedral histórica da cidade de Nova York na tarde deste domingo, depois de ter disparado uma arma durante um concerto de coral de Natal.

Informações preliminares da polícia indicam que só o atirador ficou ferido. O homem foi levado para um hospital em estado crítico.

O ataque aconteceu pouco antes das 16h, no horário local, na Catedral de São João, o Divino, igreja mãe da Diocese Episcopal de Nova York.

O show de 45 minutos, realizado ao ar livre na escadaria da catedral, havia acabado de ser concluído e as pessoas tinham começado a se afastar quando uma série de tiros foi ouvida. Os policiais que faziam a segurança do evento rapidamente entraram e atiraram no homem.


Agência Estado e Correio do Povo

Thalita Oliveira, jornalista e apresentadora da Record TV

 

















Thalita Oliveira (Santos22 de agosto de 1984) é uma jornalistaapresentadora de televisão e repórter brasileira. Entre 2014 e 2020 apresentou o Domingo Espetacular, revista eletrônica dominical da Rede Record. Atualmente apresenta o Fala Brasil.


Biografia


Thalita de Oliveira Souza nasceu na cidade de Santos, em São Paulo, em 1984. Participou do concurso "Loira do Tchan" do grupo É o Tchan.[1]

Formou-se em jornalismo no ano de 2007 pela Universidade Santa Cecília (Unisanta), em Santos. Começou a carreira na TV Santa Cecilia, em Santos. Já no primeiro ano da faculdade entrou na emissora como estagiária. Em seguida, já apresentava um quadro de cinema dentro de uma atração local. Ficou outros três anos na emissora, e nos últimos dois anos, apresentava um programa diário. Foi para a cidade de Uberlândia, onde apresentou o MGTV 2ª Edição da Rede Integração, afiliada de Globo de Minas Gerais. Depois apresentou o TEM Notícias 2ª Edição, na TV TEM, de Itapetininga e Sorocaba. Foi contratada pela Rede Record onde passou a apresentar o Tudo a Ver e depois Fala Brasil durante as férias de Carla Cecato.

Apresentou em 2011 o Jornal da Record News, ao lado de Heródoto Barbeiro[2]. Em 2012 voltou a apresentar o Bloco de Esportes do Fala Brasil. Com a saída de Adriana Reid da Record em agosto de 2013, Thalita assumiu como titular o Fala Brasil[3]. Em 2014 voltou a apresentar o Bloco de Esportes do Fala Brasil com a volta da titular Carla Cecato.

Em 1º de junho de 2014, estreia como apresentadora titular do Domingo Espetacular, substituindo Fabiana Scaranzi, e formando trio com Paulo Henrique Amorim e Janine Borba.[4]

Desde 7 de junho de 2014, faz parte da escala de sábado de apresentação do Jornal da Record[5]

Desde 27 de Junho de 2020, apresenta a edição de sábado do Fala Brasil, junto com Carla Cecatto.[6]



Referências


  1.  «Heródoto terá seu 'Roda Viva' com plateia». Estadão. 17 de maio de 2011
  2.  «Record News estreia novo telejornal diário com Heródoto Barbeiro e Thalita Oliveira». Rede Record Texto "data16/05/2011" ignorado (ajuda)
  3.  «Adriana Reid deixa a Record; jornalista é a quarta baixa do ano». NaTelinha. 16 de agosto de 2013
  4.  «Fabiana Scaranzi deixa Record para se dedicar a "projetos pessoais"». UOL. 30 de maio de 2014
  5.  http://noticias.r7.com/videos/ex-jogador-fernandao-morre-em-acidente-de-helicoptero-em-goias/idmedia/53939d110cf205e026edeb71-1.html
  6.  TV, Notícias da (19 de junho de 2020). «Carolina Ferraz é contratada pela Record para apresentar Domingo Espetacular»Notícias da TV. Consultado em 22 de julho de 2020



Wikipédia

Serra não vai recorrer de bandeira vermelha no isolamento social

 Amesne alertou sociedade para aderir aos cuidados para não entrarem em bandeira preta



A Macrorregião da Serra, composta por 49 municípios, decidiu não recorrer da bandeira vermelha no mapa preliminar do distanciamento controlado.  A informação é do presidente  da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), José Carlos Breda. As restrições seguem ao menos até o dia 21 de dezembro.

Segundo Breda, que é prefeito de Cotiporã, a medida a ser tomada no momento é o reforço das ações de combate à Covid-19 para que a região não alcance o patamar de risco altíssimo de contaminação do novo coronavírus na próxima divulgação de bandeiras: bandeira preta, que foi definida para Pelotas e Bagé.

Breda alertou que, caso a população não faça sua parte, a Serra Gaúcha corre o risco de passar as festividades de final de ano nessa condição. Essa é a primeira vez que a entidade que representa os municípios da região não contesta os resultados.


Correio do Povo

Fux retira da pauta do STF julgamento de ações sobre plano de vacinação

 Governo entregou plano à Corte, mas documento gera polêmica, com especialistas pedindo para tirar assinatura




O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, retirou da pauta de julgamento a análise de duas ações que tratam da apresentação de um plano de vacinação contra a covid-19. A medida foi tomada após o Palácio do Planalto entregar à Corte um plano nacional de imunização contra a Covid-19, sem prever uma data para começar a vacinar.

O relator do caso é o ministro Ricardo Lewandowski, que havia solicitado a Fux a retirada das ações da pauta do STF após o governo federal entregar o documento à Corte. A discussão estava prevista para a sessão plenária da próxima quinta-feira, por videoconferência.

Lewandowski já havia divulgado voto nessas duas ações, obrigando o governo federal a tornar pública a estratégia de imunização contra o novo coronavírus. Nos termos do voto, o plano deverá contemplar "a aquisição e distribuição universal de todas as vacinas disponíveis no mercado interno e internacional, comprovadamente eficazes e seguras".

A discussão começou no último dia 4 no plenário virtual da Corte, uma ferramenta digital que permite a análise de casos a distância, sem os ministros se reunirem pessoalmente ou por videoconferência. No entanto, um pedido de destaque, feito por Fux, suspendeu o julgamento e o trouxe pro plenário "físico". A discussão seria retomada no dia 17, mas agora segue sem data para ocorrer.

O plano de 94 páginas foi divulgado, por determinação de Lewandowski, após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dizer ao que o maior erro político cometido pelo governo até agora foi não se preparar para comprar a vacina contra o novo coronavírus. "Isso pode impactar o projeto de reeleição", afirmou ele, numa referência aos planos do presidente Jair Bolsonaro para 2022.

Uma nota divulgada neste domingo, 13, pelo Ministério da Saúde ampliou a insatisfação dos especialistas citados pela pasta como colaboradores na elaboração do plano nacional de vacinação enviado neste sábado, ao Supremo. Para eles, a pasta deveria "pedir desculpas", e alguns avaliam até mesmo solicitar a retirada de seus nomes do documento. Um grupo de 36 pesquisadores reclamou ter sido listado no documento sem ter dado aval ou ao menos lido o texto final.

De acordo com o Ministério da Saúde, os profissionais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) atuaram como "convidados especiais" nos debates sobre o plano de vacinação contra a Covid-19. Segundo a pasta, o papel dos especialistas era de "cunho opinativo e sem qualquer poder de decisão" sobre o plano divulgado ontem.

Segundo o Ministério da Saúde, o plano será apresentado e detalhado à população nesta quinta-feira e poderá "sofrer modificações durante o seu processo de implementação".


Agência Estado e Correio do Povo

STF dá 48h para Pazuello explicar início e término do plano de vacinação contra Covid-19

 Documento do Ministério da Saúde prevê a disponibilização de 108,3 milhões de doses, mas não especificou quando irá começar



O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, esclarecimentos sobre o cronograma do plano de imunização contra o novo coronavírus. Por determinação de Lewandowski, o governo federal deverá informar o STF, em um prazo de 48 horas, a previsão de de início e término das distintas fases da vacinação.

“Intime-se o Senhor Ministro de Estado da Saúde para que esclareça, em 48 (quarenta e oito) horas, qual a previsão de início e término do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid – 19, inclusive de suas distintas fases”, determinou Lewandowski, em despacho endereçado a Pazuello e ao advogado-geral da União, José Levi.

Segundo o Estadão apurou, a falta de um prazo de início para vacinação provocou desconforto entre integrantes da Corte, que consideram a informação “fundamental” para o plano ficar completo. O Ministério da Saúde ainda não se manifestou sobre a decisão de Lewandowski.

Na última sexta-feira, o governo entregou ao Supremo o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 sem prever o início da data da aplicação das doses. O documento foi enviado ao gabinete de Lewandowski, nas vésperas do julgamento marcado para discutir a obrigatoriedade da vacina e a apresentação, por parte do Palácio do Planalto, de um plano contra a doença. O ministro é o relator de quatro ações sobre o tema.

A divulgação do plano ocorre em meio à disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sobre o protagonismo na vacinação contra o novo coronavírus.

O plano de 94 páginas foi divulgado, por determinação de Lewandowski, após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dizer ao Estadão que  o maior erro político cometido pelo governo até agora foi não se preparar para comprar a vacina contra o novo coronavírus.  “Isso pode impactar o projeto de reeleição”, afirmou ele, numa referência aos planos do presidente Jair Bolsonaro para 2022.

No documento, o ministério apresenta como “garantidas” 300 milhões de doses de vacinas contra Covid-19, das quais mais de 180 milhões viriam do acordo com Oxford/AstraZeneca, 42 milhões seriam fornecidas pelo Covax Facility e outras 70 milhões viriam da Pfizer.

No trecho em que lista as vacinas “já garantidas”, o governo federal não cita a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantã, ligado ao governo paulista. Mas afirma que “disponibilizará crédito extraordinário para aquisição de toda e qualquer vacina que adquira registro de forma emergencial ou regular que apresente eficácia e segurança para a população brasileira”. A gestão Bolsonaro prepara uma medida provisória para liberar R$ 20 bilhões para comprar e centralizar a distribuição de imunizantes no País.

Segundo o Ministério da Saúde, o plano será apresentado e detalhado à população nesta quinta-feira e poderá “sofrer modificações durante o seu processo de implementação”.

O plano apresentado não traz um cronograma com datas, mas contempla na primeira fase de vacinação os idosos de 75 anos e mais, profissionais de saúde, idosos de 60 ou mais institucionalizados e a população indígena. Já as demais fases incluem as pessoas de 69 a 74 anos, indivíduos com comorbidades, professores, trabalhadores das forças de segurança e salvamento, e os funcionários do sistema prisional.

“Todos os demais poderão ser imunizados após imunização dos grupos especificados como prioritários, que merecem maior atenção diante da maior vulnerabilidade à doença e suas consequências, inclusive de morte”, enfatizou a pasta neste domingo.

Neste domingo, o Ministério da Saúde alegou que não apresentou uma data exata para a vacinação porque não há ainda no mercado nacional “uma vacina eficaz e segura”, aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Apresentar uma data, especificar um imunobiológico e apresentar informações sem a devida identificação de uma vacina aprovada pela Anvisa, não condiz com as práticas de segurança e eficiência do Programa Nacional de Imunizações da pasta, que não trabalha com fulcro em especulações desprovidas de confirmações técnicas e científicas”, informou o ministério.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Rachel Nichols, atriz e modelo norte-americana

 
































Rachel Emily Nichols (nascida em 8 de janeiro de 1980) é uma atriz e modelo norte-americana. Nichols começou a modelar enquanto frequentava a Universidade de Columbia em Nova York no final de 1990. Ela começou a estrelar nos cinemas no início de 2000; ela tinha um papel no romântico filme de drama Outono em Nova York (2000), é um papel em um episódio da 4ª temporada da série Sex and the City (2002).

Rachel também participou em vários outras produções como The Inside (série de 2005), Alias (série de 2005-06), Star Trek (filme de 2009) entre outros. Suas maiores aparições foram nas séries de televisão Criminal Minds (como Ashley Seaver) e Continuum (como Kiera Cameron).


Filmografia


AnoTítulo originalTítulo no BrasilPersonagem
2000Autumn in New YorkOutono em Nova YorkModelo no Bar
2003Dumb and Dumberer: When Harry Met LloydDebi & Lóide 2 - Quando Debi Conheceu LóideJessica Mathews
2004Debating Robert LeeTrilby Moffat
2005The Amityville HorrorHorror em AmityvilleLisa
ShopgirlGarota da VitrineNamorada do Trey
2006The Woods (2006 film)Samantha Wise
2007Resurrecting the ChampO Resgate de um CampeãoPolly
P2PS Sem SaidaAngela Bridges
Charlie Wilson's WarJogos do PoderSuzanne
2008The Sisterhood of the Traveling Pants 2Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2Julia Beckwith
2009Star TrekStar TrekGaila
G.I. Joe: The Rise of CobraG.I. Joe: A Origem De CobraShana "Scarlett" O'Hara
For Sale by OwnerAnna Farrier
2010MeskadaLeslie Spencer
2011Conan the BarbarianConanTamara
A Bird Of The AirFiona
2012-2015ContinuumKiera Cameron
2013RazeJamie
2014TokarevFúriaVanessa Maguire
2014Rush (TV series)Rush – Medicina VipCorrinne Rush


Ligações externas



Wikipédia

RS contabiliza 189 mil clientes sem energia em função dos temporais de domingo

 Após forte temporal, 245 mil consumidores ficaram desabastecidos na Região Metropolitana



O Rio Grande do Sul contabiliza 189 mil clientes sem luz, em função dos temporais da tarde deste domingo, nas áreas de concessão da CEEE e da RGE. Mais cedo, o total chegou a 318 mil. Não há prazo exato para que os serviços voltem a funcionar.

Nas cidades atendidas pela CEEE, o número de clientes desabastecidos caiu para 140 mil, às 21h. A maior parte dos danos se deve a quedas de árvores e galhos sobre a rede elétrica. A maioria dos clientes sem energia reside em Porto Alegre (110 mil) e Viamão (20 mil). No pico do temporal, a CEEE reportou 245 mil consumidores sem luz.

Já na área de concessão da RGE, vento forte e chuva intensa também causaram danos na rede elétrica, deixando 73 mil clientes sem energia. À noite, o volume caiu para 49 mil, nas regiões Norte, Planalto e Metropolitana.

De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Porto Alegre registrou, em uma hora, até 38mm de chuva, o que representa 38,2% da média do mês de dezembro, que é de 99,6mm. A forte chuva em pouco tempo causou pontos alagamentos na cidade e, aliada à queda de energia, provocou instabilidade ao sistema de drenagem. Com isso, 72 bairros de Porto Alegre permaneciam totalmente ou parcialmente sem água, no início da noite deste domingo.


Rádio Guaíba e Correio do Povo

Justiça Eleitoral decide que Melo e coligação devem pagar multa de R$ 106,4 mil

 Sentença é sobre divulgação de pesquisa falsa na véspera do segundo turno, mas cabe recurso



A Justiça Eleitoral em Porto Alegre determinou que o prefeito eleito, Sebastião Melo (MDB), e a coligação ‘Estamos Juntos Porto Alegre’, paguem multa pela divulgação de pesquisa eleitoral falsa em redes sociais na véspera do segundo turno da eleição municipal, ocorrido em 29 de novembro, e solicitou investigações sobre o caso. Em sentença proferida na última sexta-feira, 11, a juíza Gládis de Fátima Canelles Piccini, da 158ª Zona Eleitoral da Capital, estipulou que Melo e a coligação devem, solidariamente, pagar multa no valor máximo previsto, de R$ 106.410,00, e requereu a apuração de eventuais crimes eleitorais à autoridade policial federal. Cabe recurso sobre a decisão.

“Considerando tudo quanto está fundamentado, gravidade da situação, dia da ocorrência do fato, impossibilidade de aceitação da alegada boa-fé, bem como a inegável influência do resultado da pesquisa não verdadeira nos eleitores, fixo a pena de multa no máximo previsto, ou seja, em R$ R$ 106.410,00. Além disso, o fato deverá ser apurado criminalmente, pela Polícia Federal”, determina um dos trechos.

A sentença é sobre representação feita ainda em 28 de novembro por Manuela D’Ávila (PCdoB), que era adversária de Melo no segundo turno, e sua coligação, a ‘Movimento Muda Porto Alegre’. Na representação, eles argumentaram que o emedebista e sua coalizão estavam divulgando pesquisa eleitoral fraudulenta e requereram tutela de urgência para determinar que as publicações fossem excluídas e não voltassem a ser veiculadas. Também solicitaram que as mesmas páginas publicassem que a pesquisa era falsa. Melo, em sua defesa, informou que replicou divulgação de veículos de grupo de comunicação e que, diante da confirmação da referida empresa de que a pesquisa não era verdadeira, promoveu a imediata exclusão das mídias de propaganda eleitoral. Até a metade da tarde deste domingo, 13, o prefeito eleito não havia se manifestado publicamente sobre a sentença.

O Ministério Público Eleitoral requereu investigação da autoridade policial federal para apuração de eventual crime eleitoral e se manifestou pela procedência da representação.

Entenda

A confusão sobre uma pesquisa falsa, atribuída ao Datafolha, se instalou na noite de 28 de novembro, sábado, véspera da eleição, quando um levantamento que colocava Sebastião Melo (MDB) à frente de Manuela D’Ávila (PCdoB) chegou a ser divulgado por veículos do Grupo Bandeirantes. O Datafolha, contudo, não havia realizado e não realizou nenhuma pesquisa eleitoral em Porto Alegre nas eleições municipais de 2020. Ainda na noite daquele sábado, o instituto fez um esclarecimento, em matéria publicada no jornal Folha de São Paulo, que pertence ao mesmo grupo empresarial, e no twitter do Datafolha, informando que a pesquisa não existia.  Os números já circulavam em redes sociais e grupos de whatsapp de Melo, de sua coligação e de apoiadores. Também na noite daquele sábado, a campanha de Melo informou que havia excluído as postagens.

Na Justiça Eleitoral, após representação de Manuela e sua coligação, às 7h30 de 29 de novembro, dia da votação, a tutela de urgência pretendida pela então candidata foi acatada parcialmente, determinando a imediata exclusão das publicações em todas as redes sociais do emedebista e da coligação; e proibindo que fossem veiculadas por qualquer meio, por se tratarem de conteúdo falso. Nas primeiras horas do domingo as postagens de fato não eram localizadas nas páginas do candidato. Mas, à tarde, estavam de volta. Ainda no dia 29, ao ser questionado sobre a divulgação de conteúdo falso, Melo disse que havia sido induzido ao erro.


Correio do Povo

Vale do Sinos avalia estragos de temporal deste domingo

 Quedas de árvores, alagamentos e danos a telhados foram registrados

Algumas cidades do Vale do Sinos tiveram problemas devido à chuva registrada no início da tarde deste domingo. Em São Leopoldo, moradores dos bairros Santos Dumont e Feitoria enfrentaram pontos de alagamento que prejudicaram o trânsito em algumas vias. Em Novo Hamburgo, moradores dos bairros Liberdade, Santo Afonso, Industrial, Boa Saúde e Canudos, tiveram os mesmos problemas aliado a queda de algumas árvores, segundo o Corpo de Bombeiros.

Em Ivoti, o Hospital São José, na Presidente Lucena, no Centro da cidade, precisou acionar seu gerador. Devido à queda de cabos de energia que foram rompidos pelo forte do vento, houve falta de energia elétrica. A via está parcialmente interditada e deve ser liberada somente na manhã da segunda-feira. Em Sapiranga também ocorreram quedas de árvores e danos na rede elétrica dos bairros Amaral Ribeiro, Centenário e São Jacó que estão com pontos isolados de falta de luz.


Correio do Povo