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Fala provocou críticas na bancada feminina da Casa que quer levar o caso ao Conselho de Ética da Câmara
O deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS), da base do governo de Jair Bolsonaro, se referiu a colegas de plenários como histéricas e as classificou como "deputéricas". A fala provocou críticas na bancada feminina da Casa que querem levar o caso ao Conselho de Ética da Câmara.
"Deputadas histéricas, vou criar um neologismo: "Deputérica". Quando eu falar "Deputérica", estarei me dirigindo a uma Deputada histérica, que não tem posicionamento, que não tem bom senso e que não se enquadra dentro do decoro parlamentar", disse Nunes durante a votação da medida provisória da Casa Verde e Amarela, a qual a oposição está contra.
A líder do PSOL, Sâmia Bomfim (SP), rebateu a fala. "Um deputado da base do governo foi à tribuna para chamar as mulheres deputadas de histéricas e as ofendeu, nos ofendeu, desqualificou completamente o nosso papel no debate político, na intervenção parlamentar e ainda criou um apelido ridículo, indecoroso, machista e inadmissível", disse.
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) disse que pessoas histéricas possuem distúrbios emocionais ou psíquicos. "Parece-me que é o deputado quem precisa de tratamento, porque isso se chama misoginia, aversão às mulheres. Isso é uma forma de agressão, de falta de decoro. Isso merece, de fato, uma análise do Conselho de Ética", disse.
No Twitter, a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) também criticou Bibo Nunes. "É inadmissível que um parlamentar, em plena sessão, chame deputadas da oposição de "histéricas" e "deputéricas". A discordância e o debate são da democracia. Via Secretaria da Mulher, denunciaremos a fala e postura machista de @bibonunes1 à Corregedoria e Comissão de Ética", disse.
É inadmissível que um parlamentar, em plena sessão, chame deputadas da oposição de “histéricas” e "deputéricas". A discordância e o debate são da democracia. Via Secretaria da Mulher, denunciaremos a fala e postura machista de @bibonunes1 à Corregedoria e Comissão de Ética.
— Tabata Amaral 🇧🇷 (@tabataamaralsp) December 3, 2020
Agência Estado e Correio do Povo
Pela manhã, Sebastião Melo encontrou-se com vereadores e disse que vetaria projeto
Com 22 votos favoráveis contra 10 contrários, a Câmara de Porto Alegre acatou o requerimento que retirou da pauta de votação o projeto de lei 137/20, que tratava da manutenção e restituição dos empregos públicos dos trabalhadores da rede de Estratégia Saúde da Família (Imesf). Desta forma, o projeto passa para pauta do próximo ano, já na administração do prefeito eleito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB).
Pela manhã, Melo se reuniu, pela primeira vez após o pleito, com os vereadores da atual legislatura para discutir o assunto. Na reunião, falou na possibilidade da criação de um grupo de trabalho para analisar qual seria a opção mais viável: a manutenção dos empregos pelo Imesf ou a terceirização, medida adotada pelo atual prefeito.
Assim, a situação dos 1,3 mil servidores do Imesf será tratada através de um grupo de trabalho montado para ouvir os trabalhadores.
Melo lembrou que nunca assumiu compromisso com os trabalhadores do Imesf de que faria uma empresa pública, mas que está sempre aberto ao diálogo. O prefeito eleito afirmou, no entanto, que não concordava com o projeto. “Como vereador vai criar cargos?”, indagou. “Tenho certeza de que, se essa lei fosse aprovada, eu vetaria. A porteira que passa um boi passa uma boiada.”
O Instituto, de acordo com Melo, já é um assunto resolvido. O prefeito eleito disse que a extinção não foi iniciada nem pelo atual prefeito Nelson Marchezan Júnior ou pelo ex-prefeito José Fortunati, mas pelos “sindicatos raivosos” que entraram na Justiça.
A presença do prefeito eleito pode ser uma sinalização de que a relação entre o Executivo e o Legislativo de Porto Alegre será diferente na comparação com o autal governo.
Manifestação dos vereadores
A vereadora Claudia Araújo (PSD) informou, ao final da sessão, que um documento com as assinaturas de alguns parlamentares será enviado ao atual prefeito Nelson Marchezan Jr. (PSDB), solicitando que esses trabalhadores não sejam demitidos até o final do ano. O presidente da Casa, Reginaldo Pujol (Dem), afirmou, contudo, que um requerimento oficial não será enviado.
Correio do Povo
Está permitida a ocupação total dos assentos nos veículos executivos e até 70% de ocupação das linhas comuns
Apesar das mudanças anunciadas no modelo de Distanciamento Controlado, como a suspensão temporária do sistema de cogestão e alterações em protocolos de bandeira vermelha (risco epidemiológico alto), o governo gaúcho publicou decreto na quarta-feira que permite ampliação do limite de lotação do transporte metropolitano. Com a medida, fica permitida a ocupação total dos assentos nos veículos executivos e até 70% de ocupação das linhas comuns, nos mesmos moldes do funcionamento em bandeira laranja.
A medida atende a um pedido da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan). Dirigentes da entidade se reuniram ainda na terça-feira com representantes do Gabinete de Crise para explicar a necessidade de manter o mesmo percentual de ocupação das linhas para poder atender à demanda de passageiros. Diretor de Transportes Metropolitanos da Metroplan, Francisco Horbe afirma que as novas restrições nos horários de funcionamento de setores como comércio e indústria têm pouco impacto.
Horbe ressalta que a medida visa atender à demanda de trabalhadores do comércio e da indústria. A diretoria da Metroplan reforça que a partir do dia 20 deste mês há redução 'natural' de passageiros devido à proximidade do Natal e do Ano-Novo. "Em média, fazemos 5 mil viagens por dia, o que equivale a transportar 180 mil passageiros na Região Metropolitana. Estamos no limite operacional por conta das restrições", observa.
O dirigente alerta que não houve redução da demanda pelos serviços e que as empresas lutam para manter os 6 mil funcionários. "Não teríamos capacidade de atender só pessoas sentadas. Por isso solicitamos ao Gabinete de Crise que mantivéssemos as mesmas capacidades para transporte da bandeira laranja", afirma. Conforme Horbe, se as empresas tivessem que reduzir capacidade dos veículos seriam necessárias mais mil viagens por dia. "E não temos capacidade", completa.
Correio do Povo
Judith Anderson, DBE (Adelaide, 10 de fevereiro de 1897 — 3 de janeiro de 1992)[1] foi uma atriz australiana de palco e cinema, vencedora do Emmy e indicada ao Oscar e ao Grammy. Ela é considerada pelos críticos de teatro como a maior atriz clássica australiana.
Biografia
Judith (originalmente Frances Margaret Anderson) nasceu em Adelaide, Austrália do Sul, filha de Jessie Margaret e James Anderson-Anderson.[2] Frequentou a Escola Secundária de Norwood e começou a atuar, ainda na Austrália, antes de se mudar para Nova York em 1918.[3] Estabeleceu-se como atriz dramática com várias aparições em de peças de William Shakespeare.
Anderson fez sua estreia profissional como Francee Anderson em 1915 na idade de 17 anos. Ela desempenhou o papel de Stephanie no Theatre Royal, em Sydney, em "Um Divórcio Real". O astro da produção era o ator escocês muito popular, Julius Knight, a quem Anderson mais tarde atribuiria como a principal influência em seu modo de atuar. No grupo alguns atores americanos aconselharam Francee a tentar a sorte na América. Ela foi para a Califórnia mas não obteve sucesso. Partiu para Nova York, onde a sorte não mudou. Após um período de pobreza e doença, ela encontrou trabalho na Companhia Acionária Emma Bunting no 14th Street Theatre, em 1918-19. Excursionou com várias companhias até 1922 quando fez sua estreia na Broadway em On the Stairs, usando o nome de Frances Anderson. Doze meses depois, ela mudou seu nome para Judith e teve seu primeiro triunfo como co-protagonista de "Cobra" com Louis Calhern. Viajou à Austrália em 1927 com três peças - Tea for Three, The Green Hat e Cobra.
Até o início dos anos de 1930, ela já se estabelecera como uma das maiores atrizes do teatro de sua época e foi uma grande estrela na Broadway em toda a década de 1930, 1940 e 1950. Em 1931, ela interpretou a mulher desconhecida na estreia americana de Luigi Pirandello com a peça "As You Desire Me", filmado no ano seguinte com Greta Garbo com o mesmo papel. Seguiram-se Mourning Becomes Electra de Eugene O'Neill, "The Mask and The Face" de Luigi Chiarelli e com Humphrey Bogart, e "The Old Maid " do romance de Edith Wharton, em papel que Bette Davis mais tarde levaria para o cinema. Em 1936, Anderson interpretou Gertrude de Hamlet com John Gielgud, em uma produção que também contou com Lillian Gish como Ofélia.
Em 1937, juntou-se à Old Vic Company em Londres e interpretou Lady Macbeth com Laurence Olivier em uma produção de Michel Saint-Denis, no Old Vic e o Teatro Novo. Em 1941, ela interpretou o mesmo papel novamente em Nova York com Maurice Evans. Numa encenação de Margaret Webster, um papel que ela repetiria mais tarde na televisão e por duas vezes (a segunda versão de 1960 foi lançado nos cinemas na Europa como um filme, e Macbeth foi a primeira em cores).
Em 1942-1943, ela interpretou Olga em "Três Irmãs" de Tchekhov, em uma produção que também contou com Katharine Cornell, Ruth Gordon, Edmund Gwenn, Dennis King, Alexander Knox e Kirk Douglas em sua estreia na Broadway. A produção era tão ilustre, que foi capa da revista Time.
Em 1947, ela triunfou como Medeia em uma versão da tragédia de Eurípedes, escrito pelo poeta Robinson Jeffers e produzido por John Gielgud que também atuou como Jasão. Ganhou o prêmio Tony de Melhor Atriz por seu desempenho. Viajou neste papel para a Alemanha em 1951 e para a França e Austrália, em 1955-56.
Em 1953, foi dirigido por Charles Laughton em sua própria adaptação do "Corpo de John Brown" de Stephen Vincent Benét com um elenco que contava com Raymond Massey e Tyrone Power. Em 1960, ela interpretou Madame Arkadina em A Gaivota de Tchekhov, primeira vez no Festival de Edimburgo, e em seguida, no Old Vic, com Tom Courtenay, Luckham Cirilo e Tony Britton.
Em 1970, ela realizou uma ambição de longa data ao desempenhar o papel de Hamlet. Ela fez isso em uma turnê nacional dos Estados Unidos e no Carnegie Hall de Nova Iorque com a idade de 73.
Em 1982, ela voltou a Medeia, desta vez com Zoe Caldwell no papel-título. Caldwell havia aparecido em um papel pequeno na turnê australiana de Medeia em 1955-1956. Anderson também foi nomeada para o Tony de Melhor Atriz Coadjuvante.
Em Hollywood, seus traços marcantes e não convencionalmente atraentes renderam-lhe oportunidades limitadas e como coadjuvante. Ela, naturalmente, preferiu o palco antes de qualquer evento. No entanto, ela fez um punhado de filmes importantes. Em particular, foi nomeada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pela atuação em Rebecca, a mulher inesquecível (1940), de Alfred Hitchcock, no papel da assombrosa governanta Mrs. Danvers, que torturava psicologicamente a jovem Sra. de Winter (Joan Fontaine), e até mesmo a induziu a cometer suicídio e a insultar o marido (Laurence Olivier) com a memória de sua primeira esposa, a nunca vista Rebecca. "Mrs. Danvers", como concebido por Judith Anderson, é considerado um dos mais memoráveis e sexualmente ambíguos vilões do sexo feminino. O Oscar de melhor atriz coadjuvante ao qual Anderson concorreu foi, contudo, para Jane Darwell, por Vinhas da ira.
Isso levou a várias apresentações no cinema durante a década de 1940 em filmes como Lady Scarface (1941), Kings Row (1942), All Through the Night (1942), Laura de Otto Preminger (1944), com Gene Tierney, de René Clair And Then There Were None (1945), Espectro da Rosa de Ben Hecht (1946), O Tempo Não Apaga (1946), de Lewis Milestone e O Diário de uma Camareira (1946) de Jean Renoir. Continuou a actuar no palco em Nova York, fazendo o papel de Lady Macbeth, duas vezes, e ganhar um prêmio Tony em 1948 por seu desempenho historicamente aclamado no papel-título de Medéia.
Anderson mantém a distinção incomum de ganhar dois prêmios Emmy em separado por interpretar o mesmo papel - Lady Macbeth - em duas produções distintas de Macbeth.
Seu trabalho no cinema continuou na década de 1950, quando também participou de programas na televisão. Ela interpretou Herodias em Salomé (1953), Memnet em "Os Dez Mandamentos (1956) de Cecil B. de Mille , teve um desempenho memorável como Big Momma no filme da peça de Tennessee Williams, "Hot Tin Roof" (1958), a madrasta má em Cinderfella, e Buffalo Cow Head em Um Homem Chamado Cavalo (1970).
Anderson também gravou muitos álbuns de na década de 1950 e através da década de 1970, incluindo seu desempenho como Lady Macbeth (com Anthony Quayle). Ela recebeu uma indicação ao Grammy por seu trabalho na gravação de Wuthering Heights.
Em seus últimos anos, ela interpretou mais dois papéis de destaque nas produções que a levaram longe de suas origens shakespearianas. Em 1984, ela apareceu em Star Trek III: The Search for Spock como a sacerdotisa vulcana "T'Lar" (com a idade de 87). No mesmo ano iniciou um período de três anos como a matriarca Minx Lockridge na série da NBC Santa Barbara. Ela disse ser um fã, mas depois de assinar o contrato, se queixou amargamente sobre sua falta de tempo na tela. Ela foi sucedida no papel pela atriz norte-americana Janis Paige, que era um quarto de século mais jovem.
Vida pessoal
Anderson se mudou para a cidade de Santa Bárbara, Califórnia, e passou o resto de sua vida ali, morrendo de pneumonia em 1992, aos 94 anos. Anderson foi amiga do poeta Robinson Jeffers, que escreveu a adaptação de Medéia que ela estrelou. Era vista visitando com frequência a sua casa "Tor House", em Carmel, na Califórnia.
Anderson era casada e se divorciou duas vezes, primeiro com Benjamin Harrison Lehmann (1937-1939) e segundo com Lutero Greene (1946-1951). Não teve filhos, com os casamentos tendo ocorridos depois que ela completou 40 anos. Apesar de seus casamentos, Anderson esteve sujeita a especulações sobre sua sexualidade durante toda a sua carreira. Em sua biografia de Otto Preminger: The Man Who Would Be King (2007), Foster Hirsch afirma sem rodeios que Anderson era homossexual, estendendo-se essa especulação até os dias atuais.
Homenagens
Judith Anderson foi agraciada com o título de Dama do Império Britânico, em 1960 e, posteriormente, passou a ser chamada de "Dama Judith Anderson".
Em 10 de Junho de 1991, o Queen's Birthday Honours lhe deu o título de Companheira da Ordem da Austrália (AC), "em reconhecimento do serviço para as artes do espectáculo".[4]
Referências
Wikipédia
Com dores nos braços e nas pernas, ex-candidato do PSTU à prefeitura de Porto Alegre aguarda resultados de exames no São Lucas da PUCRS
O ex-candidato do PSTU à prefeitura de Porto Alegre Julio Flores está internado, desde domingo, no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), informou nesta quinta-feira o partido. Segundo sua assessoria, ele apresenta melhora no quadro de saúde, ainda com dores nas pernas e aguarda o resultado de exames.
Professor das redes públicas municipal e estadual, Flores sentiu fadiga e dores nos braços e pernas após votar no segundo turno, no início da tarde, em uma seção eleitoral do Colégio Pão dos Pobres, no bairro Cidade Baixa.
Aos 61 anos, Flores é diretor licenciado do 38° Núcleo do Cpers Sindicato. É um dos fundadores do PSTU e presidente estadual da sigla. Em 2004, somou mais de 5 mil votos para vereador, deixando de obter mandato em razão do coeficiente eleitoral, e em 2006, mais de 10 mil votos para deputado estadual.
Rádio Guaíba e Correio do Povo
Nove suspeitos foram presos até o momento no Litoral Norte, Gramado, São Leopoldo, Passo de Torres e São Paulo
A quadrilha que atacou o Banco do Brasil em Criciúma, em Santa Catarina, pode ter vindo para o Rio Grande do Sul, em sua totalidade ou não, com o objetivo de despistar a rota de fuga para São Paulo e aguardar um momento mais propício para retornar depois por via terrestre ou aérea. A hipótese será investigada pela Secretaria da Segurança Pública do Estado. “Seguimos com diligências em vários locais no RS e com possibilidade talvez de prender mais indivíduos”, declarou o vice-governador e secretário da SSP, Ranolfo Vieira Júnior, na entrevista coletiva à imprensa sobre o caso realizada no final da manhã desta quinta-feira na sede da SSP, em Porto Alegre. “Vamos apurar”, confirmou a Chefe de Polícia Civil, delegada Nadine Anflor, à reportagem do Correio do Povo. O trabalho está com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). A Brigada Militar também está mobilizada neste sentido.
Ranolfo Vieira Júnior frisou que a investigação do ataque é de Santa Catarina, mas que está sendo dado todo o apoio no caso. Ele destacou também que a residência do suspeito preso nesta manhã, entre Morrinhos do Sul e Três Cachoeiras, no Litoral Norte, pode ter “servido de base de transição de apoio à quadrilha após a ocorrência de Criciúma”. O vice-governador e secretário ressaltou ainda que nenhum dos presos é gaúcho. Todos são oriundos de São Paulo. As autoridades catarinenses investigam a possibilidade de que o ataque em Criciúma foi cometido pela facção criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).

Foto: Alina Souza
A prisão do indivíduo no Litoral Norte foi efetuada pelos efetivos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar de Santa Catarina e da Brigada Militar. O comandante-geral da BM, coronel Rodrigo Mohr Picon, revelou que foram apreendidas no local diversas roupas, sendo que algumas com sangue, munições de fuzil 665 e de pistola calibre 40, dez bases de recarga de radiocomunicadores, quatro colchões, oito telefones celulares e vários chips, além de material usado com explosivos e um furgão Fiat Ducato. As vestes, algumas inclusive com sangue e várias com estampas camufladas, seriam incineradas. “Temos testemunhas que identificaram um dos presos em Passo de Torres como sendo um que participou do aluguel desta residência faz um mês”, revelou.
Nesta manhã, a Polícia Civil capturou dois indivíduos na cidade de Gramado. Um deles é vinculado ao PCC e teria envolvimento no plano de resgate do líder da facção, vulgo Marcola, em 2014. Já na quarta-feira, cinco suspeitos foram presos pela Polícia Rodoviária Federal. Três deles foram abordados na BR 101, em Passo de Torres (SC), no final da tarde. Houve a apreensão de cerca de R$ 47,9 mil em dinheiro. Outros dois foram localizados na BR 116, em São Leopoldo, durante a noite. A PRF recolheu em torno de R$ 8,1 mil. Em São Paulo ocorreu uma detenção.
Correio do Povo