Veja quanto ganhar de juros dos atrasados do INSS na Justiça

por Ana Paula Branco
Supremo determinou que o pagamento de juros vale até o cálculo da inscrição do precatório
Quem aguarda o pagamento de um precatório perdeu a oportunidade de ter uma correção melhor pelo tempo que esperou até receber o valor.
No seu último julgamento antes do recesso, o STF (Supremo Tribunal Federal) negou o pagamento de juros entre a emissão do precatório e seu efetivo crédito a um segurado do INSS.
Segundo a maioria dos ministros da corte, apenas a correção monetária deve ser feita. Para o ministro Marco Aurélio, contrário à decisão, o crédito do credor pode ser reduzido em até 9%.
A pedido do Agora, o Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários) calculou quanto é possível receber ao processar o INSS na Justiça. Os dados mostram os valores a serem pagos para quem recebeu, em junho de 2020, um precatório que foi emitido pelo Judiciário em julho de 2018.
Os valores calculados vão de R$ 63 mil a R$ 300 mil. Utilizando a regra aprovada pelo Supremo e a correção com juro de mora, conforme solicitado pelo segurado do INSS à Corte, as diferenças podem chegar a R$ 25 mil a menos. No caso dos valores menores, de R$ 63 mil, há mais de R$ 5.000 de diferença.
O aposentado que aguarda o pagamento de uma RPV (Requisição de Pequeno Valor) também será afetado pela decisão. Porém, como as RPVs são pagas, em média, dentro de três meses, os juros do período fazem pouca diferença no valor total do crédito.
Em 2020, o pagamento dos precatórios federais foi feito a credores cujos títulos tinham sido autuados entre 2 de julho de 2018 e 1º de julho de 2019. No estado de São Paulo, foram pagos quase 26 mil segurados que ganharam ações de concessão ou de revisão de benefícios pagos pelo INSS. O julgamento
  • Um aposentado do Rio Grande do Sul recorreu contra decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) que limitou os juros de mora dos seus atrasados do INSS ao período entre a conta de liquidação e a inscrição do precatório
  • Em sua defesa, o aposentado alegou que a Constituição Federal prevê a atualização de valores de requisitórios no período entre a expedição e o efetivo pagamento, conforme a Emenda Constitucional 62/2009
A DECISÃO
  • Os argumentos do segurado foram rejeitados pela maioria dos ministros
  • O Supremo Tribunal Federal decidiu que não se devem incidir juros de mora entre a expedição de precatório e seu efetivo pagamento
  • Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que a expressão “após sua expedição, até o efetivo pagamento” se refere exclusivamente à atualização monetária, ou seja, à preservação do poder aquisitivo diante da inflação
  • Com relação aos juros de mora, o parágrafo 12 do artigo 100 da Constitução apenas estabelece o índice que deverá ser utilizado, sem discriminar o período
  • A decisão pode diminuir o crédito do credor em até 9%, segundo o ministro Marco Aurélio, que foi voto vencido
Sistema de pagamento
  • Quem processa um órgão público, como o INSS, e ganha uma ação costuma ter direito a valores retroativos, chamados de atrasados
  • Quando a Justiça define qual o valor a ser pago pelo Poder Público, ocorre a emissão de uma ordem para esse pagamento
  • A dívida acima de 60 salários mínimos se torna um precatório e entra em lote anual de pagamento
  • Quando a dívida judicial do governo federal fica abaixo de 60 salários mínimos ela vira uma RPV, que tem lote liberado mensalmente
Confira os valores pagos na Justiça
*Cálculos do Ieprev
Data de emissão do precatório: Julho de 2018
Data do recebimento do precatório: Junho de 2020
Valor no momento da emissãoValor do precatório com correção monetária até a data do pagamentoValor total com correção monetária e juros posteriores à emissão do precatórioDiferença
R$ 63.000,00R$ 66.661,94R$ 71.916,76R$ 5.254,83
R$ 100.000,00R$ 105.812,60R$ 114.153,59R$ 8.341,00
R$ 150.000,00R$ 158.718,90R$ 171.230,39R$ 12.511,49
R$ 200.000,00R$ 211.625,19R$ 228.307,18R$ 16.681,99
R$ 250.000,00R$ 264.531,49R$ 285.383,98R$ 20.852,49
R$ 300.000,00R$ 317.437,79R$ 342.460,78
Fonte: Folha Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

Visa e Mastercard têm aval do BC para testar WhatsApp Pay com outros bancos e maquininhas

por Tássia Kastner e Larissa Garcia


Oferta de pagamentos pelo aplicativo ainda depende de autorização do regulador
A Visa e a Mastercard receberam autorização do Banco Central para retomar testes com o WhatsApp Pay e novas instituições financeiras parceiras. A oferta do serviço pelo aplicativo de mensagens segue proibida pelo órgão regulador, que analisa o novo modelo de pagamentos.
O presidente da Visa no Brasil, Fernando Teles, afirma que a autorização, dada no dia 28 de julho, responde a um pedido feito pela empresa ao regulador para incluir emissores de cartões e também credenciadoras (maquininhas) no sistema.
No lançamento, apenas a Cielo era parceira do WhatsApp em adquirência. Clientes de Banco do Brasil, Nubank e Sicredi poderiam fazer operações pelo aplicativo.
O BC afirma que o pedido para funcionamento do WhatsApp no Brasil “está em análise e segue o trâmite normal de aprovação”, sem especificar se houve um aval para testes.
A Folha apurou que haverá, na próxima semana, uma nova rodada de conversas entre executivos do Facebook (dono do WhatsApp) e o Banco Central.
O WhatsApp Pay foi lançado no dia 15 de junho e logo depois suspenso pelo Banco Central, que temia danos à concorrência. O aplicativo de mensagens tem mais de 120 milhões de usuários no país e começaria com um potencial de 51 milhões de clientes.
Para barrar o serviço, o órgão mudou regras internas e passou a ter a possibilidade de exigir autorização prévia para um novo arranjo de pagamentos (como é chamada a estrutura organizada pelas bandeiras e que liga todos os elos da cadeia de cartões).
Desde o bloqueio, o Banco Central e as empresas adotaram um tom otimista de que a liberação da funcionalidade ocorreria de forma célere.
No começo de julho, Mastercard e Visa entregaram ao BC suas propostas de funcionamento dos pagamentos pelo WhatsApp. Segundo as duas empresas, o aplicativo não tem um papel financeiro no ecossistema de pagamentos e tampouco é fechado para a concorrência de outras instituições.
A Folha mostrou que os grandes bancos chegaram a testar a ferramenta, mas desistiram. Eles também foram ao BC se queixar da nova funcionalidade.
O que a Visa passa a poder testar é o funcionamento do WhatsApp Pay com outros bancos que pretendam ser parceiros.
Fonte: Folha Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

Augusto Nunes: hospital de campanha do Anhembi poderia tercustado três vezes menos

A desativação parcial do hospital de campanha do Anhembi é uma boa notícia: atesta a expressiva redução da covid-19 na capital paulista. Mas é tb outra prova da gastança precipitada pelo tom terrorista do noticiário sobre o coronavírus
NOTICIAS.R7.COM
O jornalista Augusto Nunes comenta a desativação parcial do hospital de campanha do Anhembi, em São Paulo, e diz que a medida da prefeitura é ...

Governo publica novas regras para o Minha Casa, Minha Vida


Principal mudança é a definição de critérios pela União
Brasília - O governo federal publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial da União novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida. As normas tratam das condições de acesso ao programa, dos procedimentos de acesso, da seleção dos participantes e das prerrogativas dos órgãos públicos envolvidos na iniciativa.  
As novas regras disciplinam a destinação de 2 mil unidades habitacionais já contratadas. No total, o programa Minha Casa, Minha Vida tem 285,66 mil unidades habitacionais. A principal mudança é a definição de critérios pela União e condicionamento de acesso à presença no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal.  
Antes, os requisitos eram definidos pelos municípios. As prefeituras poderão manter seus próprios sistemas, desde que comprovem que esses possam ser auditáveis. Para acessar o programa, os candidatos devem cumprir requisitos específicos de renda, como renda familiar mensal de R$ 1.800. Não são considerados para o cálculo benefícios como o de prestação continuada (BPC), Bolsa Família, auxílio-doença, auxílio-acidente e seguro-desemprego.
Os candidatos não podem ser proprietários ou ter financiamento de imóvel.   Também ficam proibidas de pleitear o programa as pessoas que receberam outros subsídios ou auxílios habitacionais da União, do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) e descontos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).  
A portaria acaba com o Sistema Nacional de Cadastro Habitacional e fixa os critérios de acesso e seleção dos participantes para a modalidade do Minha Casa, Minha Vida financiado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).   Critérios   Para se colocar como candidato ao programa, o cidadão precisa atender a um desses critérios:
1) viver em casa que não tenha parede de alvenaria ou madeira aparelhada,
2) morar em local sem finalidade residencial,
3) estar em uma situação de “coabitação involuntária”,
4) dividir o domicílio com mais de três pessoas por dormitório,
5) comprometer mais de 30% da renda familiar com aluguel, ou
6) estar em situação de rua.  
Em etapa posterior de análise, as pessoas devem atender a, no mínimo, cinco critérios entre os já mencionados e outros como: mulher como responsável familiar, beneficiário do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada, família com pessoa com deficiência, ter dependente de até 6 anos ou de 6 a 12 anos, ter idoso na família, possuir negro na composição familiar ou fazer parte de grupos populacionais específicos.  
As pessoas em situação de rua farão parte de um grupo específico, não precisando atender a esses cinco critérios. Idosos e pessoas com deficiência devem ter reserva de pelo menos 3% das residências, ou índices maiores se houver normas estaduais ou municipais neste sentido.  
Na seleção, pelo menos até três critérios poderão ter “peso dobrado”. Essa valoração deverá ser feita antes da seleção pelo conselho local de habitação ou órgão semelhante.  
O governo em questão poderá indicar diretamente pessoas desde que se enquadrem nas faixas de renda e estejam em áreas de risco alto ou muito alto. Esses participantes podem ocupar até 20% das unidades residenciais.  
Fonte: O Dia Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

Mais de 60% vão usar FGTS para pagar dívidas e poupar

por Eduardo Cucolo
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Minoria pretende usar os recursos para consumir bens e serviços  
Cerca de 40% das pessoas com direito ao saque emergencial do FGTS pretendem usar o recurso de até um salário mínimo (R$ 1.045) para quitar dívidas em atraso, segundo sondagem do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas). Outros 26% devem poupar os recursos e apenas 24% esperam usar o dinheiro para consumir bens e serviços.
De acordo com o levantamento, 25% das famílias possuem pessoas com direito ao saque e 60% dos que podem retirar o dinheiro vão usá-lo. As outras 40% vão deixar o dinheiro no Fundo, uma vez que o saque é opcional.
Em relação à liberação do FGTS feita em 2017 pelo presidente Michel Temer (quando 21% das famílias tinha direito ao recurso), a sondagem mostra que os mais pobres vão poupar mais e consumir menos.
Na faixa de renda de até R$ 2.100, o percentual dos que vão poupar praticamente dobrou, para 20%, e a quitação de dívida passou de 53% para 49%. O consumo recuou de 29% para 23%.
Para famílias na faixa de R$ 2.100,01 a R$ 4.800,00, a taxa de poupança oscilou negativamente na margem de erro, para 18%, a quitação de dívida passou de 42% para 54%. A de consumo recuou de 33% para 18%.
Entre os mais ricos (renda acima de R$ 9.600), o percentual de poupança caiu de 50% para 38%, e o de consumo subiu de 21% para 22%.“Na faixa mais baixa de renda, a gente tem um percentual mais propenso à quitação de dívidas. Isso aconteceu em 2017 e está acontecendo agora. O que chama a atenção agora é que há um percentual maior de famílias nessas faixas de renda dizendo que vai poupar”, afirma Viviane Seda, coordenadora das sondagens no Ibre.
Ela afirma que essa cautela já havia sido observada nas sondagens mensais recentes sobre a confiança dos consumidores, principalmente nas perguntas sobre ímpeto de compras.
“As famílias estão com medo em relação aos próximos meses, se vai vir uma segunda onda [de contaminação], se vão conseguir manter seus empregos. As famílias que têm menos margem de recursos guardados estão tomando um cuidado maior. Há uma preocupação não só em quitar dívidas, mas também de guardar um pouco esses recursos”, afirma Viviane.
A pesquisadora de Economia Aplicada do Ibre Luana Miranda afirma que, em 2017, o saque teve como objetivo estimular o consumo na saída de uma das maiores recessões da história, quando o país havia voltado a crescer e havia expectativas mais positivas e menos incertezas do que atualmente. Desta vez, ele vem para repor uma parte da perda de renda, em um momento em que o PIB (Produto Interno Bruto) está em queda.
“O objetivo era reaquecer a economia na saída da recessão. Era uma situação econômica muito diferente da atual. Hoje temos queda na confiança recorde, incerteza recorde, as pessoas estão mais endividadas, a renda das famílias está mais comprometida. Tudo isso faz com que as pessoas tendam a poupar mais, especialmente a população mais pobre, que em geral tem uma propensão ao consumo maior”, diz Luana.
O levantamento foi realizado com 1.737 consumidores e tem margem de erro de 3 pontos percentuais.
Segundo as pesquisadoras, as sondagens da FGV têm mostrado uma satisfação baixa com relação à situação econômica e financeira atual das famílias. Há uma expectativa de melhora nos próximos meses, mas que não é suficiente para se traduzir em um estímulo a maiores gastos com bens e serviços.
“As expectativas dos consumidores não têm melhorado na mesma velocidade da dos empresários. Os consumidores estão mais cautelosos.”
liberação do FGTS deve somar cerca de R$ 36 bilhões, o que representaria um acréscimo de 0,33 ponto percentual ao PIB neste ano.
A estimativa da Caixa é que 60 milhões de pessoas sejam beneficiadas pela medida em todo o país. O pagamento é feito de acordo com o mês de nascimento da pessoa.
Na primeira fase, que começou em 29 de junho, o crédito passou a ser depositado na poupança social digital dos trabalhadores. O saque em dinheiro começou a ser liberado no dia 25 de julho.
Antes da data de liberação do saque, a movimentação do recurso pode ser feita pelo aplicativo Caixa Tem, para pagar contas ou fazer compras.
Fonte: Folha Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

Nova greve dos Correios é marcada para terça; saiba o que a categoria pede


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Direção dos Correios quer cortar direitos trabalhistas da categoria, que o presidente da estatal chamou de 'benefícios'; Federação dos Correios reagiu
Os funcionários dos Correios confirmaram uma greve a partir da próxima terça-feira (4), em resposta ao corte de direitos trabalhistas da categoria. O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, chamou de "benefícios" os direitos dos correios, e defende cortes e mudanças à categoria como forma de contenção de gastos em meio à crise da pandemia. 
A Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) respondeu Floriano em nota."Trabalhadores dos Correios têm os menores salários entre todas as estatais, com o início de carreira de R$ 1,7 mil, enquanto a elite dos Correios vem praticando salários para indicações políticas. Apenas com o salário do presidente Floriano Peixoto, o custo anual chega a R$ 1.128 milhão", disse a Federação.

Em meio à crise, a diretoria dos Correios pretende fazer cortes. Se for aprovada, a mudança proposta vai reduzir o adicional de férias, o adicional noturno, a licença maternidade, entre outras concessões. A indenização por morte ou invalidez e o pagamento de multas dos funcionários serão cortados se a mudança for firmada.

O governo federal vê a greve como um agravante para a economia, afetada pela pandemia de Covid-19. A visão da cúpula dos Correios é que esses benefícios devem ser cortados com a queda na economia e o aumento do desemprego.

A redução financeira anual com os cortes de direitos é estimada, pela direção dos Correios, em R$ 600 milhões. O presidente da instituição, Floriano Peixoto, falou à Revista Veja que os correios "Têm benefícios extra-CLT, e a gente entende que são bastante diferenciados dentro da realidade brasileira. Tem de ficar clara a diferença entre direitos e benefícios."

Após a publicação da entrevista na última sexta (24) a Federação dos Correios divulgou uma nota de repúdio às falas de Peixoto, além de se posicionar contra a privatização da estatal, que tem sido citada por Paulo Guedes e Bolsonaro.

Na quinta-feira (30), os sindicatos que integram a Federação enviaram um comunicado ao presidente da estatal, Floriano Peixoto. Na mensagem, a categoria confirmava a greve por tempo indeterminado, já que não teve "suas reivindicações atendidas pela empresa na mesa de negociação".

A estatal, em seguida, respondeu. "Certa do compromisso e da responsabilidade de seus empregados com a população e o país, espera que a adesão a uma possível paralisação, se houver, seja ínfima e incapaz de prejudicar o serviço postal e os brasileiros", diz a empresa.

O governo federal quer levar a questão para o Tribunal Superior do Trabalho (TST) para impedir a greve. 
Fonte: O Dia Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

LIBERDADE DE EXPRESSÃO - A ÚLTIMA FRONTEIRA ANTES DA BARBÁRIE.

Live de hoje com Roberto Rachewsky, Ricardo Gomes e Leandro Narloch -   @institutoliberdade - 20h30

Live de hoje com Roberto Rachewsky, Ricardo Gomes e Leandro Narloch


A VENDA DE BURROS MORTOS


Uma garota bonita chamada Lolita foi ao campo e comprou um burro de um velho fazendeiro por 300 Reais.

O velho concordou em entregar o animal para ela no dia seguinte.

Mas no dia seguinte o camponês disse-lhe:

- Desculpe, Lolita, mas tenho más notícias:

O burro morreu.

- Bem, Lola disse, então me devolva meu dinheiro."

O vendedor respondeu:

-Não posso. Eu já gastei.

Lola disse-lhe:

-Bem. Apenas me dê o burro.

- E para quê?

Perguntou o velho. O que você vai fazer com ele?

- Eu vou sortear, respondeu Lola.

- Você é louca, como vai sortear um burro morto?

- É só que eu não vou contar a ninguém que ele está morto, é claro."

Um mês após esse evento, o camponês encontrou Lola novamente e perguntou:

- O que aconteceu com o burro?

LOLA respondeu:

- Eu sorteei, vendi 500 números a 20 Reais cada e faturei 10.000 Reais.

- E ninguém reclamou?

Perguntou o velho.

- Apenas o vencedor, disse Lola, mas eu devolvi os 20 reais dele.

Lola cresceu e de repente se tornou política.

Foi prefeita, governadora, deputada e depois ministra, e da mesma maneira ela usou o dinheiro de todos.

E esse dinheiro foi para seus bolsos!!!

E todos sabemos como...

Uma mulher, que durante sua vida nunca trabalhou como Deus pretendia, nem fez nada produtivo, agora é muito rica...

Porque encontrou muitos burros mortos no caminho e rifando-os para muitas pessoas ingênuas.

Mas a melhor parte dessa história é que ela continua encontrando mais burros mortos.

(Ela quer ser deputada de novo!).

Há muitos que não têm vergonha na cara.

Você não pode deixá-los continuar vendendo seus burros mortos...

Vamos ficar alertas.

Abra seus olhos e, melhor ainda, sua mente, seu julgamento e muito senso comum.

Pense nos seus filhos e na sua família.

Você pode ajudá-los a parar de vender burros mortos para nós, compartilhando esta história.



Autor anônimo.



– Postado por Políbio Braga

Pontocritico.com

PEDRAS NO CAMINHO DO BRASIL




A TEIMOSA INICIATIVA PRIVADA
Não são poucas nem pequenas as pedras que ao longo dos anos foram sendo jogadas no tortuoso e esburacado caminho que a teimosa e sofrida INICIATIVA PRIVADA do nosso empobrecido Brasil percorre, dia a dia, em busca do sempre sonhado crescimento e desenvolvimento econômico de longo prazo.

MUITAS OPORTUNIDADES PERDIDAS
Também não foram poucas as vezes em que o SETOR PRIVADO, que realmente faz os produtos e serviços, viu escapar as boas oportunidades que bateram à porta do Brasil, emitindo sinais claros de que, se bem aproveitadas, boa parte do caminho já estaria em melhores condições, o que em muito contribuiria para renovar as esperanças de que a viagem seria mais confortável.

CONTRIBUIÇÃO DA NATUREZA
Agora, além da oportunidade que foi criada pelas mãos e mentes da maioria dos brasileiros ao eleger um GOVERNO REFORMISTA, eis que a natureza, ainda que de forma nefasta, resolveu dar a sua contribuição em forma de um poderoso vírus que, por si só torna ainda mais URGENTE todas as REFORMAS que desde sempre eram consideradas como INADIÁVEIS.

SATISFEITOS COM A MEIA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Pois, para desespero geral, pelas reações que vem sendo apresentadas aqui e ali, estou vendo que vamos deixar passar mais esta oportunidade que, pelas circunstâncias, se mostra ainda mais rara. Fico com a impressão de que muita gente ficou satisfeita com a aprovação da MEIA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA, e que as demais deveriam ser discutidas quando o Brasil estiver livre da PANDEMIA. Incrível!

MEDO DE MUDANÇAS
Alguns, para disfarçar que sentem um grande MEDO POR MUDANÇAS, alegam que antes da REFORMA TRIBUTÁRIA seria necessário aprovar a REFORMA ADMINISTRATIVA, pois esta seria capaz de produzir um necessário CORTE DE DESPESAS enquanto que a TRIBUTÁRIA, que tem como objetivo a SIMPLIFICAÇÃO, está sendo vendida pela mídia e pela oposição como modo do governo aumentar a CARGA DE IMPOSTOS. 

SUBSTITUIÇÃO
Ora, por tudo que tenho lido, ouvido e assistido, o que a equipe econômica do governo está propondo, de  FATO, além de SIMPLIFICAR a vida dos PAGADORES DE IMPOSTOS, é a MANUTENÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA, com algumas SUBSTITUIÇÕES. Para diminuir o PESO EXCESSIVO das CONTRIBUIÇÕES SOBRE A FOLHA DE SALÁRIOS, por exemplo, o governo está propondo, em seu lugar, um outro imposto. Podemos não gostar do imposto que está sendo proposto, mas não é possível afirmar que o governo está querendo impor um novo imposto sem a exclusão de uma indecente e absurda contribuição. 

EFEITO NULO
Mais: a REFORMA ADMINISTRATIVA não tem a menor chance de REDUZIR AS DESPESAS QUE ESTÃO PROTEGIDAS POR CLÁUSULAS PÉTREAS, que por sinal são as mais pesadas. Isto só seria possível com uma NOVA CONSTITUIÇÃO, coisa que não está sendo cogitada. Não esqueçam que as DESPESAS OBRIGATÓRIAS, que os governantes não podem discutir, mas apenas PAGAR, já atingem 97% do ORÇAMENTO, Ou seja, tudo que a REFORMA ADMINISTRATIVA poderia produzir, se bem feita (o que é difícil) teria efeito  praticamente nulo em termos de GASTOS PÚBLICOS.




Pontocritico.com

Efeitos da crise: pesquisa da Fecomércio-RS indica situação difícil no orçamento de famílias com renda menor



Aumento na persistência da inadimplência para esse grupo, porém, perdeu força

A Fecomércio-RS divulgou nesta terça-feira, dia 04, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-RS), realizada pela CNC nos últimos dez dias de julho, em Porto Alegre. De acordo com a sondagem, 62,8% das famílias relataram ter dívidas contraídas com cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de loja, empréstimo pessoal, compra de imóvel ou prestações de carro e de seguros, entre outros.
Em junho, o percentual de famílias endividadas era de 61,9%, enquanto em julho do ano passado correspondia a 72,9% das famílias. Quanto aos indicadores de inadimplência, o percentual de famílias com contas em atraso registrou os mesmos 27,8% do mês anterior e o percentual de famílias que não terão condições de pagar contas atrasadas nos próximos 30 dias, que indica a situação de persistência de inadimplência, foi de 14,4%, ficando praticamente estável após variação muito pequena na margem. 
Porém, o quadro é muito diferente entre as famílias de grupo de renda, com maior endividamento e inadimplência de famílias que ganham menos de dez salários mínimos, grupo mais afetado pela pandemia. Em julho, 32,3% das famílias nesse grupo tinham contas atrasadas, e 17,9% relataram não ter condições de pagar suas contas atrasadas em 30 dias, com alta pequena em relação a junho (17,2%); em maio o indicador marcava 16,1%.
"Muitas famílias que já não tinham margem financeira para imprevistos antes da pandemia, com o forte impacto da crise na renda, direcionaram suas receitas para compras de bens básicos e o pagamento de contas essenciais, não conseguindo fazer frente às demais dívidas”, afirmou o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn. Segundo o dirigente, embora os resultados apontem para a perda de ritmo dessa piora na situação de persistência da inadimplência das famílias de menor renda, há grande preocupação com a situação atual no RS, sobretudo na Capital, uma vez que as consequências das medidas vigentes têm imposto o prolongamento das consequências dos efeitos da crise sobre as condições de emprego e renda das famílias.
Veja a análise completa da PEIC.

Marina Goulart
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Embaixador dos EUA nega barganha entre etanol e reeleição de Trump

Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, controlada pelos democratas, pediu explicações ao diplomata sobre medidas comerciais adotadas pelo Brasil que poderiam ajudar a campanha do presidente

Embaixador dos EUA negou influência entre etanol e barganha por reeleição de Trump

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, negou na segunda-feira, 3, que tenha pedido ao governo brasileiro para derrubar tarifas de importação do etanol americano para ajudar a reeleição de Donald Trump. O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, controlada pelos democratas, pediu explicações ao diplomata sobre medidas comerciais adotadas pelo Brasil que poderiam ajudar a campanha do presidente.
"Qualquer interpretação de que minha defesa de longa data dos interesses comerciais, durante um ano eleitoral, foi uma tentativa para beneficiar um candidato presidencial específico é simplesmente incorreta", afirmou Chapman, em nota publicada ontem pela embaixada americana.
Hoje, o Brasil dá isenção na importação de até 750 milhões de litros de etanol por ano - a partir daí a tarifa é de 20%.
Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim, no O Globo e reportagem do Estadão, o diplomata teria pedido, em encontro com membros do governo, que as tarifas fossem reduzidas a zero e indicado a importância para Jair Bolsonaro de manter Trump na presidência. O embaixador nega ter pedido ajuda.
"Em nenhum momento solicitei aos brasileiros que tomassem quaisquer medidas em apoio a qualquer candidato presidencial. Como diplomata de carreira, com quase 30 anos de serviço público, tive o prazer de servir ao governo dos EUA sob ambos os partidos", afirmou Chapman.
Em carta à embaixada dos EUA em Brasília, enviada no fim de semana, o presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, o democrata Eliot Engel, disse que um eventual pedido de Chapman de apoio a Trump seria "completamente inapropriado" para um embaixador e contra a lei.
O Estadão reitera a apuração sobre as conversas entre Chapman e representantes do governo brasileiro. No caso do etanol, uma mudança na cota poderia ser explorada politicamente por Trump junto aos agricultores do Meio-Oeste, base do eleitorado republicano. O etanol americano é produzido do milho, com subsídios. A pandemia reduziu a demanda, derrubando os preços dos combustíveis e agravando a situação dos produtores.
Agência Estado e Correio do Povo