Nova greve dos Correios é marcada para terça; saiba o que a categoria pede


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Direção dos Correios quer cortar direitos trabalhistas da categoria, que o presidente da estatal chamou de 'benefícios'; Federação dos Correios reagiu
Os funcionários dos Correios confirmaram uma greve a partir da próxima terça-feira (4), em resposta ao corte de direitos trabalhistas da categoria. O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, chamou de "benefícios" os direitos dos correios, e defende cortes e mudanças à categoria como forma de contenção de gastos em meio à crise da pandemia. 
A Federação Nacional dos Trabalhadores da Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) respondeu Floriano em nota."Trabalhadores dos Correios têm os menores salários entre todas as estatais, com o início de carreira de R$ 1,7 mil, enquanto a elite dos Correios vem praticando salários para indicações políticas. Apenas com o salário do presidente Floriano Peixoto, o custo anual chega a R$ 1.128 milhão", disse a Federação.

Em meio à crise, a diretoria dos Correios pretende fazer cortes. Se for aprovada, a mudança proposta vai reduzir o adicional de férias, o adicional noturno, a licença maternidade, entre outras concessões. A indenização por morte ou invalidez e o pagamento de multas dos funcionários serão cortados se a mudança for firmada.

O governo federal vê a greve como um agravante para a economia, afetada pela pandemia de Covid-19. A visão da cúpula dos Correios é que esses benefícios devem ser cortados com a queda na economia e o aumento do desemprego.

A redução financeira anual com os cortes de direitos é estimada, pela direção dos Correios, em R$ 600 milhões. O presidente da instituição, Floriano Peixoto, falou à Revista Veja que os correios "Têm benefícios extra-CLT, e a gente entende que são bastante diferenciados dentro da realidade brasileira. Tem de ficar clara a diferença entre direitos e benefícios."

Após a publicação da entrevista na última sexta (24) a Federação dos Correios divulgou uma nota de repúdio às falas de Peixoto, além de se posicionar contra a privatização da estatal, que tem sido citada por Paulo Guedes e Bolsonaro.

Na quinta-feira (30), os sindicatos que integram a Federação enviaram um comunicado ao presidente da estatal, Floriano Peixoto. Na mensagem, a categoria confirmava a greve por tempo indeterminado, já que não teve "suas reivindicações atendidas pela empresa na mesa de negociação".

A estatal, em seguida, respondeu. "Certa do compromisso e da responsabilidade de seus empregados com a população e o país, espera que a adesão a uma possível paralisação, se houver, seja ínfima e incapaz de prejudicar o serviço postal e os brasileiros", diz a empresa.

O governo federal quer levar a questão para o Tribunal Superior do Trabalho (TST) para impedir a greve. 
Fonte: O Dia Online - 31/07/2020 e SOS Consumidor

LIBERDADE DE EXPRESSÃO - A ÚLTIMA FRONTEIRA ANTES DA BARBÁRIE.

Live de hoje com Roberto Rachewsky, Ricardo Gomes e Leandro Narloch -   @institutoliberdade - 20h30

Live de hoje com Roberto Rachewsky, Ricardo Gomes e Leandro Narloch


A VENDA DE BURROS MORTOS


Uma garota bonita chamada Lolita foi ao campo e comprou um burro de um velho fazendeiro por 300 Reais.

O velho concordou em entregar o animal para ela no dia seguinte.

Mas no dia seguinte o camponês disse-lhe:

- Desculpe, Lolita, mas tenho más notícias:

O burro morreu.

- Bem, Lola disse, então me devolva meu dinheiro."

O vendedor respondeu:

-Não posso. Eu já gastei.

Lola disse-lhe:

-Bem. Apenas me dê o burro.

- E para quê?

Perguntou o velho. O que você vai fazer com ele?

- Eu vou sortear, respondeu Lola.

- Você é louca, como vai sortear um burro morto?

- É só que eu não vou contar a ninguém que ele está morto, é claro."

Um mês após esse evento, o camponês encontrou Lola novamente e perguntou:

- O que aconteceu com o burro?

LOLA respondeu:

- Eu sorteei, vendi 500 números a 20 Reais cada e faturei 10.000 Reais.

- E ninguém reclamou?

Perguntou o velho.

- Apenas o vencedor, disse Lola, mas eu devolvi os 20 reais dele.

Lola cresceu e de repente se tornou política.

Foi prefeita, governadora, deputada e depois ministra, e da mesma maneira ela usou o dinheiro de todos.

E esse dinheiro foi para seus bolsos!!!

E todos sabemos como...

Uma mulher, que durante sua vida nunca trabalhou como Deus pretendia, nem fez nada produtivo, agora é muito rica...

Porque encontrou muitos burros mortos no caminho e rifando-os para muitas pessoas ingênuas.

Mas a melhor parte dessa história é que ela continua encontrando mais burros mortos.

(Ela quer ser deputada de novo!).

Há muitos que não têm vergonha na cara.

Você não pode deixá-los continuar vendendo seus burros mortos...

Vamos ficar alertas.

Abra seus olhos e, melhor ainda, sua mente, seu julgamento e muito senso comum.

Pense nos seus filhos e na sua família.

Você pode ajudá-los a parar de vender burros mortos para nós, compartilhando esta história.



Autor anônimo.



– Postado por Políbio Braga

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PEDRAS NO CAMINHO DO BRASIL




A TEIMOSA INICIATIVA PRIVADA
Não são poucas nem pequenas as pedras que ao longo dos anos foram sendo jogadas no tortuoso e esburacado caminho que a teimosa e sofrida INICIATIVA PRIVADA do nosso empobrecido Brasil percorre, dia a dia, em busca do sempre sonhado crescimento e desenvolvimento econômico de longo prazo.

MUITAS OPORTUNIDADES PERDIDAS
Também não foram poucas as vezes em que o SETOR PRIVADO, que realmente faz os produtos e serviços, viu escapar as boas oportunidades que bateram à porta do Brasil, emitindo sinais claros de que, se bem aproveitadas, boa parte do caminho já estaria em melhores condições, o que em muito contribuiria para renovar as esperanças de que a viagem seria mais confortável.

CONTRIBUIÇÃO DA NATUREZA
Agora, além da oportunidade que foi criada pelas mãos e mentes da maioria dos brasileiros ao eleger um GOVERNO REFORMISTA, eis que a natureza, ainda que de forma nefasta, resolveu dar a sua contribuição em forma de um poderoso vírus que, por si só torna ainda mais URGENTE todas as REFORMAS que desde sempre eram consideradas como INADIÁVEIS.

SATISFEITOS COM A MEIA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Pois, para desespero geral, pelas reações que vem sendo apresentadas aqui e ali, estou vendo que vamos deixar passar mais esta oportunidade que, pelas circunstâncias, se mostra ainda mais rara. Fico com a impressão de que muita gente ficou satisfeita com a aprovação da MEIA-REFORMA DA PREVIDÊNCIA, e que as demais deveriam ser discutidas quando o Brasil estiver livre da PANDEMIA. Incrível!

MEDO DE MUDANÇAS
Alguns, para disfarçar que sentem um grande MEDO POR MUDANÇAS, alegam que antes da REFORMA TRIBUTÁRIA seria necessário aprovar a REFORMA ADMINISTRATIVA, pois esta seria capaz de produzir um necessário CORTE DE DESPESAS enquanto que a TRIBUTÁRIA, que tem como objetivo a SIMPLIFICAÇÃO, está sendo vendida pela mídia e pela oposição como modo do governo aumentar a CARGA DE IMPOSTOS. 

SUBSTITUIÇÃO
Ora, por tudo que tenho lido, ouvido e assistido, o que a equipe econômica do governo está propondo, de  FATO, além de SIMPLIFICAR a vida dos PAGADORES DE IMPOSTOS, é a MANUTENÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA, com algumas SUBSTITUIÇÕES. Para diminuir o PESO EXCESSIVO das CONTRIBUIÇÕES SOBRE A FOLHA DE SALÁRIOS, por exemplo, o governo está propondo, em seu lugar, um outro imposto. Podemos não gostar do imposto que está sendo proposto, mas não é possível afirmar que o governo está querendo impor um novo imposto sem a exclusão de uma indecente e absurda contribuição. 

EFEITO NULO
Mais: a REFORMA ADMINISTRATIVA não tem a menor chance de REDUZIR AS DESPESAS QUE ESTÃO PROTEGIDAS POR CLÁUSULAS PÉTREAS, que por sinal são as mais pesadas. Isto só seria possível com uma NOVA CONSTITUIÇÃO, coisa que não está sendo cogitada. Não esqueçam que as DESPESAS OBRIGATÓRIAS, que os governantes não podem discutir, mas apenas PAGAR, já atingem 97% do ORÇAMENTO, Ou seja, tudo que a REFORMA ADMINISTRATIVA poderia produzir, se bem feita (o que é difícil) teria efeito  praticamente nulo em termos de GASTOS PÚBLICOS.




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Efeitos da crise: pesquisa da Fecomércio-RS indica situação difícil no orçamento de famílias com renda menor



Aumento na persistência da inadimplência para esse grupo, porém, perdeu força

A Fecomércio-RS divulgou nesta terça-feira, dia 04, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-RS), realizada pela CNC nos últimos dez dias de julho, em Porto Alegre. De acordo com a sondagem, 62,8% das famílias relataram ter dívidas contraídas com cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de loja, empréstimo pessoal, compra de imóvel ou prestações de carro e de seguros, entre outros.
Em junho, o percentual de famílias endividadas era de 61,9%, enquanto em julho do ano passado correspondia a 72,9% das famílias. Quanto aos indicadores de inadimplência, o percentual de famílias com contas em atraso registrou os mesmos 27,8% do mês anterior e o percentual de famílias que não terão condições de pagar contas atrasadas nos próximos 30 dias, que indica a situação de persistência de inadimplência, foi de 14,4%, ficando praticamente estável após variação muito pequena na margem. 
Porém, o quadro é muito diferente entre as famílias de grupo de renda, com maior endividamento e inadimplência de famílias que ganham menos de dez salários mínimos, grupo mais afetado pela pandemia. Em julho, 32,3% das famílias nesse grupo tinham contas atrasadas, e 17,9% relataram não ter condições de pagar suas contas atrasadas em 30 dias, com alta pequena em relação a junho (17,2%); em maio o indicador marcava 16,1%.
"Muitas famílias que já não tinham margem financeira para imprevistos antes da pandemia, com o forte impacto da crise na renda, direcionaram suas receitas para compras de bens básicos e o pagamento de contas essenciais, não conseguindo fazer frente às demais dívidas”, afirmou o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn. Segundo o dirigente, embora os resultados apontem para a perda de ritmo dessa piora na situação de persistência da inadimplência das famílias de menor renda, há grande preocupação com a situação atual no RS, sobretudo na Capital, uma vez que as consequências das medidas vigentes têm imposto o prolongamento das consequências dos efeitos da crise sobre as condições de emprego e renda das famílias.
Veja a análise completa da PEIC.

Marina Goulart
Moglia Comunicação Empresarial
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Embaixador dos EUA nega barganha entre etanol e reeleição de Trump

Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, controlada pelos democratas, pediu explicações ao diplomata sobre medidas comerciais adotadas pelo Brasil que poderiam ajudar a campanha do presidente

Embaixador dos EUA negou influência entre etanol e barganha por reeleição de Trump

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, negou na segunda-feira, 3, que tenha pedido ao governo brasileiro para derrubar tarifas de importação do etanol americano para ajudar a reeleição de Donald Trump. O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos EUA, controlada pelos democratas, pediu explicações ao diplomata sobre medidas comerciais adotadas pelo Brasil que poderiam ajudar a campanha do presidente.
"Qualquer interpretação de que minha defesa de longa data dos interesses comerciais, durante um ano eleitoral, foi uma tentativa para beneficiar um candidato presidencial específico é simplesmente incorreta", afirmou Chapman, em nota publicada ontem pela embaixada americana.
Hoje, o Brasil dá isenção na importação de até 750 milhões de litros de etanol por ano - a partir daí a tarifa é de 20%.
Segundo a coluna do jornalista Lauro Jardim, no O Globo e reportagem do Estadão, o diplomata teria pedido, em encontro com membros do governo, que as tarifas fossem reduzidas a zero e indicado a importância para Jair Bolsonaro de manter Trump na presidência. O embaixador nega ter pedido ajuda.
"Em nenhum momento solicitei aos brasileiros que tomassem quaisquer medidas em apoio a qualquer candidato presidencial. Como diplomata de carreira, com quase 30 anos de serviço público, tive o prazer de servir ao governo dos EUA sob ambos os partidos", afirmou Chapman.
Em carta à embaixada dos EUA em Brasília, enviada no fim de semana, o presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, o democrata Eliot Engel, disse que um eventual pedido de Chapman de apoio a Trump seria "completamente inapropriado" para um embaixador e contra a lei.
O Estadão reitera a apuração sobre as conversas entre Chapman e representantes do governo brasileiro. No caso do etanol, uma mudança na cota poderia ser explorada politicamente por Trump junto aos agricultores do Meio-Oeste, base do eleitorado republicano. O etanol americano é produzido do milho, com subsídios. A pandemia reduziu a demanda, derrubando os preços dos combustíveis e agravando a situação dos produtores.
Agência Estado e Correio do Povo

STF, SENADO E ÁLCOOL GEL - 04.08.2020


por Percival Puggina



 Muito leitores me escrevem expressando desânimo em suas manifestações. Dizem-se desiludidos, desesperançados. Estão deixando cair os braços. O que fazer? O Brasil melhor, que buscaram nas mobilizações desde 2013 e redundaram na vitória de conservadores e liberais em 2018, enfrenta terríveis resistências. Elas são políticas. Elas são ideológicas. Elas são poderosas. O que fazer?

 O desalento dos vitoriosos fornece adrenalina pura à veia dos derrotados! É exatamente o que sempre buscam. Todos os totalitários, em suas experiências históricas, cuidaram de submeter os inconformados e, para tanto, o caminho não sangrento (o sangue corre mais tarde) é o roubo da esperança. É o roubo daquela joia preciosa a que se refere um personagem de Bernard Bro em Contra toda a Esperança.

A primeira grande frustração que sucedeu à vitória eleitoral de 2018 veio com a percepção de que, apesar de toda a faxina, apesar de muito esfregão, palha de aço, lava-jato e desinfetante, o ganho qualitativo com a renovação da representação política nacional no Congresso não foi suficiente para que as más práticas e os piores interesses perdessem vitalidade. O governo não podia contar sequer com metade do partido do presidente. Os outros dois blocos eram formados pelas oposições e pelo centrão. Ou seja, Bolsonaro tinha umas poucas dezenas entre os 594 membros do parlamento. Matéria de GauchaZH de 5 de fevereiro deste ano informa que durante o ano de 2019 o governo enviou 48 Medidas Provisórias ao Congresso e apenas 11 destas se converteram em lei.

Com uma plataforma conservadora e liberal, o governo tinha contra si praticamente toda a extrema imprensa e a totalidade do Supremo Tribunal Federal. Este último trata o governo como potência inimiga e assumiu um protagonismo político percebido como tirano. O STF é totalmente avesso à agenda conservadora e liberal e barra iniciativas caras aos eleitores do presidente, mas não condizentes com o petismo enraizado na maioria de seus membros.

O que fazer, e fazer logo?

De momento, no curto prazo, sem possibilidade de ir às ruas e sob forte repressão à liberdade de opinião, é urgentíssimo fazer andar os pedidos de impeachment de membros do STFentregues à leitura das traças nas gavetas do senador Davi Alcolumbre. Isso está no tabuleiro das iniciativas viáveis. São apenas três senadores por estado! Cada um deles, independentemente do partido a que esteja filiado deve passar a receber irresistível “pressão das bases”. Há que romper o circuito fechado “álcool gel”, onde as mãos se esterilizam reciprocamente nas relações entre o Senado e o STF.

Estou falando de usar toda a forma de contato civilizado possível para mostrar a cada senador, que sua cadeira é muito mais instável do que lhe pode estar parecendo. A renovação de seu mandato, sonho comum a todos, depende de agir tendo em vista o bem do Brasil, a decisão democrática das urnas, o respeito à Constituição, o Estado de direito. A proteção de maus magistrados, de maus colegas e más legendas não faz parte desse conjunto e será muito mal acolhida nas inexoráveis cabines de votação de 2024 e 2028. Nesse sentido, mobilize em seu município associações, sindicatos, meios de comunicação, lideranças políticas e todas as legítimas energias locais para cobrarem posição dos três senadores de seu Estado. Não esmoreça, não há impeachment sem apoio popular.

O êxito dessa campanha, que precisa de todos, abrirá portas para profundas transformações na cena institucional brasileira.

Pontocritico.com

COMPLEXIBILIDADE CORPORATIVA



A URGÊNCIA DA REFORMA TRIBUTÁRIA
A necessidade, pra lá de urgente, de que seja aprovada uma boa REFORMA TRIBUTÁRIA, mais do que sabido, se dá por diversas e importantes razões, todas absolutamente incontestáveis. Ainda que cada cidadão brasileiro, empresário ou consumidor, aponte motivos diferentes para exigir uma SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA, uma coisa é FATO: o nosso empobrecido Brasil figura como um dos países mais complexos do mundo para se fazer negócios.

PESQUISA FEITA PELO TMF GROUP
Pois, para reforçar esta importante necessidade -urgente- faço uso do resultado da recente pesquisa realizada pelo TMF Group, especialista em serviços de contabilidade, folha de pagamento e internacionalização de empresas, na qual aponta que o Brasil figura como o SEGUNDO PAÍS MAIS COMPLEXO DO MUNDO PARA SE FAZER NEGÓCIOS, ficando atrás apenas da Indonésia. O estudo, feito em 77 países, analisa fatores como PAGAMENTO DE IMPOSTOS E CONTABILIDADE, DIFICULDADE PARA CONTRATAR, DEMITIR E GERENCIAR FOLHA DE PAGAMENTO E QUESTÕES RELACIONADAS A REGULAÇÕES E PENALIDADES.

DESAFIOS
O ÍNDICE GLOBAL DE COMPLEXIDADE CORPORATIVA revela que, apesar dos progressos realizados nos últimos anos em que foram implementados IMPOSTOS DIGITAIS E MAIS SIMPLIFICADOS (como o eSocial, por exemplo), o Brasil ainda é um ambiente de negócios muito complexo, com dezenas de regimes fiscais diferentes, distribuídos em três instâncias governamentais: federal, estadual e municipal.

“O Brasil conseguiu evoluir numa agenda que melhora o ambiente de negócios. Mas o país ainda apresenta uma série de desafios para quem vem investir e empreender por aqui. Países como a Grécia, que caiu, no último ano, da primeira para a quinta posição no ranking, estão fazendo mudanças de modo mais enfático e colhendo os frutos deste esforço”, disse Rodrigo Zambon, Diretor Geral da TMF Brasil.

ONDA DE AQUISIÇÕES DE EMPRESAS BRASILEIRAS
Zambon, no entanto, acredita que, apesar das complexidades brasileiras, haverá uma onda de aquisições de empresas a partir do segundo semestre deste ano. “Com a desvalorização do real, houve um aumento na procura por ativos no Brasil por parte de fundos soberanos e empresas de private equity. Percebemos esta tendência de maneira bastante intensa em nossos contatos com estas entidades estrangeiras”, acrescentou Zambon.

RANKING
No ranking dos países mais complexos do mundo, o Brasil é sucedido, respectivamente, pela Argentina, a Bolívia e a Grécia. Segunda maior economia do mundo, a China aparece mal colocada no ranking do TMF Group. O gigante asiático é o sexto país mais complexo do mundo para se fazer negócios. Mas a América Latina aparece como a REGIÃO MAIS COMPLEXA DO MUNDO. Dos dez países mais complexos do mundo, SEIS SÃO LATINO-AMERICANOS.

Os Estados Unidos, em guerra comercial e diplomática com a China, aparecem melhor do que seu rival econômico no quesito complexidade. A economia norte-americana é, de acordo com o estudo, a segunda menos complexa do mundo, perdendo apenas para Curaçao, país pertencente ao Reino dos Países Baixos, situado no sul do Mar do Caribe. Outros países que integram a lista dos menos complexos estão a Dinamarca, Holanda, Irlanda, Jamaica, Ilhas Virgens Britânicas e as Ilhas Cayman.


Pontocritico.com

Costelinha de Porco com Molho Barbecue


Nove deputados estaduais poderão concorrer nas eleições municipais

Apenas em Porto Alegre, quatro parlamentares estão entre os cotados

Nove deputados estaduais estão entre os cotados para disputar a eleição municipal

Nove dos 55 deputados estaduais são cotados para disputar as eleições municipais deste ano. Com as mudanças no calendário eleitoral, em função dos impactos da pandemia, o pleito passou de outubro para os dias 15 e 29 novembro, no caso de primeiro e segundo turnos. A alteração também impactou nas articulações envolvendo as eventuais candidaturas, como as datas de convenções e o registro das candidaturas, que inicialmente estavam definidos para 15 de agosto e passou para o dia 26 de setembro. 
Entre os cotados, a corrida pelo Paço Municipal deverá mobilizar mais deputados estaduais. Quatro parlamentares são apresentados como pré-candidatos: Any Ortiz (Cidadania); Juliana Brizola (PDT); Rodrigo Maroni (Pros); e Sebastião Melo (MDB). Porém, o número já foi maior. Com as articulações recentes, alguns deputados deixaram a disputa, como o Dr Thiago Duarte (Dem), por exemplo.
Em seguida, está Caxias do Sul, que é a segunda maior cidade gaúcha e onde pode ocorrer segundo turno. No município, deverão participar da disputa os deputados Pepe Vargas (PT) e Carlos Búrigo (MDB). O petista inclusive já foi prefeito por dois mandatos. 
Ainda no Interior, Kelly Moraes (PTB) deverá confirmar a candidatura à prefeitura de Santa Cruz do Sul, cargo que já exerceu. Pelo PT, Luiz Fernando Mainardi é apontado como pré-candidato em Bagé. Em Rio Grande, o emedebista Fábio Branco pode voltar a disputar a Prefeitura de Rio Grande.
Entre as siglas, as que têm mais pré-candidatos são as bancadas do MDB, com três cotados; e o PT, com dois.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Onyx confessa caixa 2 e assina acordo com PGR

Ministro admitiu ter recebido R$ 300 mil em doações não contabilizadas do grupo que controla a empresa JBS

Onyx se comprometeu a pagar R$ 189,1 mil de multa para que a investigação seja encerrada

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ontem um acordo sigiloso assinado com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em que o político confessa ter cometido o crime de caixa 2. Ele se comprometeu a pagar R$ 189,1 mil de multa para que a investigação seja encerrada.
O acordo de não persecução penal ainda precisa ser analisado pelo relator do caso no Supremo, ministro Marco Aurélio Mello. Se homologado, impedirá Onyx de ser punido e enquadrado na Lei da Ficha Limpa, a qual estaria sujeito caso a investigação resultasse em condenação.
É a primeira vez que a PGR assina um acordo desse tipo, introduzido na legislação brasileira após sanção do pacote anticrime, proposto pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro no ano passado. O modelo aprovado pelo Congresso, porém, é baseado numa proposta do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo. Pela lei, essa ferramenta jurídica é permitida quando a pena mínima é inferior a quatro anos, "desde que necessário e suficiente para reprovação e prevenção do crime".
Onyx admitiu ter recebido R$ 300 mil em doações não contabilizadas do grupo que controla a empresa JBS, sendo R$ 100 mil nas eleições de 2012 e R$ 200 mil em 2014. O caixa 2 foi revelado por delatores da empresa. Logo após a delação da JBS sair, em maio de 2017, Onyx admitiu ter recebido apenas um dos dois pagamentos, o de R$ 100 mil, e negou o outro.
A investigação estava em um impasse, pois faltava o Supremo decidir sobre um recurso da defesa que buscava impedir o envio do caso à primeira instância. Nos bastidores da PGR, o caso é descrito como importante e pode ser o primeiro de outros acordos de não persecução penal que o órgão espera firmar.
Advogado de Onyx, Daniel Bialski disse que aguarda a confirmação do acordo. Segundo ele, o ministro usará um empréstimo para fazer o pagamento. "Diante da nova legislação processual e com a intenção do ministro em solucionar isso de uma vez por todas, foi postulado junto à PGR o acordo de não persecução penal. Agora esperamos que o Supremo homologue o acordo e a causa seja extinta", disse o advogado de Onyx.
Agência Estado e Correio do Povo