Google vai medir os efeitos do confinamento pelo novo coronavírus

Dados poderão ser acessados em 131 países e revelarão tendências de movimentação no tempo e por zona geográfica

Empresa irá medir efeitos do confinamento pelo novo coronavírus
Empresa irá medir efeitos do confinamento pelo novo coronavírus 
O Google publicará a partir desta sexta-feira estatísticas procedentes dos dados de localização de seus usuários em todo o mundo, para ajudar os poderes públicos a avaliar a eficácia das medidas de distanciamento social contra a Covid-19.
Os dados, disponíveis em site que pode ser acessado em 131 países, revelarão as "tendências gerais de movimentação no tempo e por zona geográfica, em diferentes categorias de locais, como espaços de lazer, áreas de alimentação, farmácias, parques, pontos de transporte, centros de trabalho e residências", informa um artigo publicado em um blog da empresa americana.
"Mostraremos as tendências durante várias semanas, sob a forma de aumento ou redução do percentual de visitas", afirma o artigo assinado pela diretora de produtos geográficos do Google, Jen Fitzpatrick, e a diretora médica do Google Health, Karen DeSalvo. "Esperamos que os relatórios ajudem na tomada de decisões sobre a forma de gerir a pandemia de Covid-19", destaca o texto.
"Para proteger a vida privada das pessoas, nenhuma informação pessoalmente identificável, como a localização, os contatos ou os movimentos de uma pessoa, será disponibilizada", garante a gigante da tecnologia.
Para impedir qualquer tentativa de identificação de uma pessoa no conjunto de dados, a empresa implementou uma técnica estatística chamada "confidencialidade diferencial" que agrega "ruído" aos dados brutos, conservando ao mesmo tempo as estatísticas reais.
Recentemente, foram lançados diferentes projetos tecnológicos mo mundo para lutar contra a epidemia, em especial com o uso dos dados de localização das operadoras de telecomunicações para prever a propagação do vírus e traçar o percurso das pessoas enfermas. Também foram criados aplicativos para alertar os usuários sobre a aproximação de pessoas contaminadas.

AFP e Correio do Povo

Crematório de Milão fechará por um mês para poder tratar todos os corpos

Segundo o último relatório oficial, a pandemia de coronavírus deixou 760 mortos em 24 horas na Itália

Período de espera atual do local era de 20 dias e, se aumentasse, causaria
Período de espera atual do local era de 20 dias e, se aumentasse, causaria "problemas de saúde e higiene"
 
O maior crematório de Milão fechará um mês para poder tratar todos os corpos que estão esperando para serem cremados pela pandemia de coronavírus, informou a prefeitura da capital da Lombardia nesta quinta-feira.
Segundo o último relatório oficial, a pandemia de coronavírus deixou 760 mortos em 24 horas na Itália, incluindo 366 na Lombardia, a região mais afetada do país.
Desde o início da epidemia, mais da metade das mortes na Itália (7.960 de um total de 13.915) foram registradas nessa região norte, o pulmão econômico do país.
O principal crematório de Milão precisava administrar "um aumento constante e progressivo dos corpos que aguardavam a cremação", afirmou a prefeitura de Milão.
O período de espera atual era de 20 dias e, se aumentasse, causaria "problemas de saúde e higiene", então decidiu-se pelo fechamento do crematório por um mês.
De acordo com a prefeitura, 2.155 milaneses morreram em março, em comparação com 1.224 no mesmo período de 2019. "Nossos serviços funerários e nossos funcionários nos cemitérios trabalham incansavelmente, com um grande senso de responsabilidade", disse Roberto Cocco, chefe de serviços públicos da prefeitura.

AFP e Correio do Povo

ÁREA PÚBLICA IMPÕE SACRIFÍCIOS, E SE FINGE DE MORTA

Representado pelos Três Poderes, o setor público cria leis e decretos e só comunica ao setor privado, que o sustenta, quanto vai custar a crise em empregos suprimidos e empresas quebradas. Inventam suspensão de contrato, põem 25 milhões de pessoas na fila do seguro-desemprego, pintam e bordam. Quanto a eles, muitos marajás, fingem-se de mortos. Nem um grama de sacrifício, nada. Continuam com salários integrais, regalias, mordomias, penduricalhos, jatinhos da FAB e carros oficiais à disposição. O Brasil gastou R$928 bilhões com servidores só em 2019.

MARAJÁS UNIDOS JAMAIS…

ÁREA PÚBLICA IMPÕE SACRIFÍCIOS, E SE FINGE DE MORTA

Representado pelos Três Poderes, o setor público cria leis e decretos e só comunica ao setor privado, que o sustenta, quanto vai custar a crise em empregos suprimidos e empresas quebradas. Inventam suspensão de contrato, põem 25 milhões de pessoas na fila do seguro-desemprego, pintam e bordam. Quanto a eles, muitos marajás, fingem-se de mortos. Nem um grama de sacrifício, nada. Continuam com salários integrais, regalias, mordomias, penduricalhos, jatinhos da FAB e carros oficiais à disposição. O Brasil gastou R$928 bilhões com servidores só em 2019.

MARAJÁS UNIDOS JAMAIS…

...serão vencidos: chefes dos poderes que têm mais marajás, Dias Toffoli (STF) e Rodrigo Maia (Câmara) têm um pacto contra a redução.

ATITUDE VERGONHOSA

Câmara e Senado fecharam na gaveta (e jogaram a chave fora) projetos prevendo a redução ou a suspensão dos salários dos parlamentares.

NINGUÉM TASCA

Toffoli prometeu a representantes de procuradores e juízes, dias atrás, que a grana de suas excelências não será reduzida. Quanto ao País...

O PAÍS QUE SE EXPLODA

A pelegada das chamadas “carreiras de Estado” já se posicionou contra a redução de salários. Cinicamente, acham que “não precisa”.

DESEMPREGADOS HÁ UM ANO VÃO FICAR SEM AJUDA

A legislação aprovada no Congresso vai deixar sem acesso ao auxílio de R$600 do coronavoucher milhares de desempregados que buscam trabalho há mais de um ano. É que um dos itens proíbe o pagamento, hoje, em abril de 2020, a quem estava empregado em 2018, há quase um ano e meio atrás. O item perverso e sem sentido foi aprovado por deputados e senadores e não está entre itens vetados pelo presidente.

POLÍTICOS NÃO SE IMPORTAM

Não importa se está desempregado há mais de um ano, quem ganhou R$28.559,71 (cerca de R$ 2,2 mil mensais), em 2018, ficará sem nada.

MAIS GENTE DE FORA

Estão fora ainda aposentados, pensionistas e outros com renda familiar acima de 1/2 salário mínimo por pessoa ou três salários mínimos no total.

PAÍS DO CADASTRO

O motivo do corte, mais uma vez, é a falta de cadastro, pois os dados de renda da Receita, utilizados para cruzamento, são relativos a 2018.




Diário do Poder

‘Quero me desculpar’, diz Bolsonaro sobre vídeo excluído

Casos detectados de Covid-19 passam de 1 milhão no mundo

Ao menos 1.000.036 casos de infecção, com 51.718 óbitos, foram detectados em 188 países e territórios


EUA é o país com maior número de infectados
EUA é o país com maior número de infectados
 

A cifra simbólica do milhão de afetados pelo coronavírus no mundo foi superada nesta quinta-feiraàs 19h GMT (16h de Brasília), segundo contagem realizada pela AFP a partir de fontes oficiais. Ao menos 1.000.036 casos de infecção, com 51.718 mortes, foram detectados em 188 países e territórios. Em particular nos Estados Unidos (234.462 casos, com 5.607 mortos), onde a pandemia avança com rapidez.
A Itália (115.242 casos) é o país mais duramente castigado pelas mortes, com 13.915 óbitos. Na Espanha, há 110.238 casos e 10.003 mortos, e na China, onde a pandemia surgiu, 81.589 casos e 3.318 mortos.
O número de casos diagnosticados só reflete, no entanto, uma fração do número real de contágios, já que muitos países só detectam os casos graves.

AFP e Correio do Povo

Espanha registra mais de 900 mortes pela Covid-19 pelo segundo dia consecutivo

País se aproxima dos 11 mil mortos pelo novo coronavírus

Espanha se aproxima dos 11 mil mortos pela Covid-19
Espanha se aproxima dos 11 mil mortos pela Covid-19 

A Espanha registrou 932 novas mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, o que eleva o balanço global de vítimas fatais a 10.935, anunciou o ministério da Saúde nesta sexta-feira. Este é o segundo dia consecutivo que o país supera a barreira de 900 mortes diárias, depois do recorde de 950 óbitos registrado na quinta-feira. A Espanha é o segundo país do mundo, depois da Itália, em número de mortes provocadas pela pandemia de Covid-19. Em termos percentuais, a tendência mantém a redução gradual, a 9,3%, depois de alcançar 27% na semana passada. Por este motivo, as autoridades de saúde espanholas afirmam que o país atingiu ou pode estar superando o pico da epidemia. 
O número de casos notificados subiu para 117.710, também com uma pequena desaceleração na comparação com quinta-feira. As regiões mais afetadas continuam sendo Madri, com pouco mais de 40% dos falecidos (4.483), e Catalunha (2.335). As duas zonas prosseguem com as emergências de vários hospitais saturadas pelo fluxo intenso de pacientes, o que levou os centros médicos, de acordo com testemunhas, a restringir as internações e privilegiar as pessoas com melhor histórico clínico. 
Os espanhóis estão confinados desde 14 de março, por decreto do governo, e devem continuar assim pelo menos até 11 de abril. O governo determinou a paralisação de todas as atividades "não essenciais" até o final da próxima semana, o que reduziu ainda mais os deslocamentos da população. O governo decidirá nos próximos dias se prolonga o confinamento, informou na quinta-feira o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, ao destacar que o objetivo continua sendo reduzir os contágios para não provocar o colapso do sistema de saúde.

Como prevenir o contágio do novo coronavírus 

De acordo com recomendações do Ministério da Saúde, há pelo menos cinco medidas que ajudam na prevenção do contágio do novo coronavírus:
• lavar as mãos com água e sabão ou então usar álcool gel.
• cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.
• evitar aglomerações se estiver doente.
• manter os ambientes bem ventilados.
• não compartilhar objetos pessoais.

AFP e Correio do Povo



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Restituição do Imposto de Renda mantém cronograma de pagamentos

Lotes serão pagos de maio a setembro, apesar de adiamento da data limite para entrega da declaração


Entrega do Imposto de Renda foi adiado para 30 de junho | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP


O secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, anunciou nesta quinta-feira que o governo vai manter o cronograma de restituição do Imposto de Renda neste ano mesmo com o adiamento para 30 de junho do prazo de entrega das declarações. Segundo Tostes, os cinco lotes serão pagos de maio a setembro, totalizando R$ 26 bilhões. Nos anos anteriores, a Receita fazia o pagamento da restituição em sete lotes, de junho até dezembro.
O primeiro a ser pago neste ano, em 30 de maio, vai priorizar idosos, pessoas com deficiência e portadores de doenças graves. No total, serão desembolsados R$ 2 bilhões.
"Com essa decisão de manter o cronograma de restituição, os contribuintes que puderem, devem continuar a enviar as declarações, mesmo com o prazo adiado, porque a prioridade é para quem enviou primeiro", afirmou Tostes, em coletiva no Palácio do Planalto.
Na quarta, o secretário da Receita anunciou a prorrogação do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias. Com isso, o limite para a entrega da declaração de 2020 passa de 30 de abril para 30 de junho.
De acordo com o último balanço divulgado pela Receita, em 30 de março, foram recebidas pelo órgão 8,1 milhões de declarações - cerca de 25% do total.
A expectativa, segundo o governo federal, é que 32 milhões de contribuintes façam a declaração em 2020.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo



VEJA TRAZ AS PRINCIPAIS INFORMAÇÕES SOBRE O IMPACTO DA PANDEMIA NO BRASIL E NO MUNDO

QUANDO ACABA?
Duas semanas depois do decreto do governo paulista que determinou medidas de distanciamento social para combater a pandemia de coronavírus, a pergunta sobre quando a quarentena vai acabar e o cotidiano será retomado é feita quase que sem parar. A resposta, no entanto, não é clara e nem única. Se o isolamento for respeito à risca, deveremos ter pelo menos mais um mês com as já tradicionais recomendações para ficar em casa, segundo cientistas. VEJA traz em sua capa desta semana uma perspectiva da retomada das atividades com base no que aconteceu na China e mostra como a quarentena pode ajudar a diminuir a curva de contágio do vírus fazendo com que a normalidade volte o quanto antes. 


1 MILHÃO DE CASOS
Já passa de 1 milhão o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo. O país mais afetado pela doença segue sendo os Estados Unidos, com mais de 245 mil casos e 6 mil mortes — o país registrou recorde de óbitos , com 1.169 em 24 horas. Em todo o planeta, mais de 53 mil pessoas morreram em decorrência da Covid-19. Com 14 mil óbitos, a Itália é o país com mais vítimas fatais, seguida pela Espanha, que ultrapassou a marca de 10 mil mortes. No Brasil, a curva de contágio segue em alta e o número de casos confirmados chegou a 7.910, com 299 mortes. A taxa de letalidade no país subiu e foi a 3,8%. O Ministério da Saúde informou ainda que o primeiro caso do novo coronavírus no país ocorreu por volta do dia 23 de janeiro, mais de um mês antes do que havia sido detectado anteriormente.


CRÍTICA ABERTA
Jair Bolsonaro mostrou incômodo com seu ministro da Saúde e criticou Luiz Henrique Mandetta abertamente. O presidente afirmou que não demitiria o auxiliar "no meio da guerra", mas pediu "humildade" ao titular da pasta . A cobrança é uma resposta à condução técnica de Mandetta na epidemia. O ministro, seguindo recomendações científicas, é um defensor do isolamento social para conter a propagação do coronavírus — o presidente é contra. Em outra frente, governadores do Sul e Sudeste pediram em uma carta ações da União para evitar o colapso econômico das unidades federativas. Tanto a reação de Bolsonaro à manifestação dos líderes estaduais, que ele vê como adversários, quanto a do ministro da Saúde ao comentário do chefe sobre o seu trabalho vão indicar a temperatura da crise política em meio à pandemia.


#USEMÁSCARA
O ministro da Saúde recomendou que a população em geral, que não trabalhe em sistemas de saúde e nem apresente sintomas de Covid-19, use máscaras faciais caseiras. A pasta, inclusive, deve publicar orientações para o desenvolvimento artesanal do produto. Para ajudar na falta do material, um professor iniciou uma campanha, que contou com o apoio de pais e alunos, para criar 150 mil máscaras com suas impressoras 3D e doar ao Hospital das Clínicas, em São Paulo. Prevendo um possível colapso no Sistema Único de Saúde (SUS), o ministério determinou o cadastro de profissionais de 14 categorias da área, como veterinários e dentistas, para tentar conter a falta de profissionais em meio à pandemia. Todos vão receber capacitação antes de iniciar o atendimento.


APAGÃO NOS PALCOS
Três semanas depois do início das medidas de distanciamento social no país em decorrência do coronavírus, os primeiros dados sobre o impacto nos shows e eventos do Brasil foram divulgados e VEJA teve acesso com exclusividade . Mais da metade dos eventos previstos até o fim do ano foram cancelados, adiados ou estão em situação incerta. Os prejuízos já somam 290 milhões de reais. Diante do avanço do vírus, empresários trabalham com o semestre perdido e alertam para uma saturação de eventos no final do ano. Isto significa que o prejuízo tende a ser muito maior.