Bolsonaro confirma interesse em exportar madeira nativa da Amazônia

Medida passou a ser estudada após sugestão de empresários do setor

Bolsonaro disse que medida teria que passar pelo parlamento

Bolsonaro disse que medida teria que passar pelo parlamento | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

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O presidente Jair Bolsonaro confirmou neste sábado (23) que o governo estuda liberar a exportação de madeira in natura de árvores nativas da Amazônia, conforme noticiou hoje O Estado de São Paulo. Segundo a reportagem, a medida passou a ser estudada após sugestão de empresários do setor, mas representaria uma mudança inédita na legislação ambiental.

"É melhor você exportar de forma legalizada do que de forma clandestina e continuar saindo do Brasil", alegou Jair Bolsonaro a jornalistas, após participar de evento na Vila Militar, na zona oeste do Rio.

Segundo o presidente, a medida teria que passar pelo parlamento. "(O ministro do Meio Ambiente) Ricardo Salles vai me dar a palavra final na semana que vem", disse Bolsonaro.

Questionado sobre a má repercussão internacional sobre o aumento nas queimadas e desmatamento no País, Bolsonaro alfinetou parceiros internacionais e governos anteriores.

"Primeiro, mudou o governo do Brasil. Não tem mais presidente subserviente a alguns países da Europa", declarou.

O presidente disse ser vítima de uma campanha caluniosa.

"Tem uma campanha insidiosa buscando atingir o governo brasileiro. Não cedemos. Queriam que passasse de 14% para 20% o porcentual de terras demarcadas pra índios no Brasil. Não aceitamos isso, então criaram essa campanha que não deu certo. Tudo foi desmentido e aquele presidente que fez essa campanha recolheu-se ao seu devido lugar", afirmou Bolsonaro.

O presidente brasileiro recebeu críticas de governantes europeus acerca do aumento do desmatamento no País e da recusa de recursos internacionais, como os do Fundo Amazônia, para ajudar na preservação das florestas em território nacional. Um dos alvos de críticas de Bolsonaro foi o presidente francês Emmanuel Macron.

"Não estou preocupado em perder aliado, eu não quero perder o Brasil, entendeu?", argumentou o presidente.

Vazamento de óleo

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu que o governo ainda não sabe como ocorreu o vazamento que contamina há semanas praias ao longo de toda a costa brasileira, nem pode mensurar a quantidade de óleo que ainda há no mar.

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) - formado pela Marinha brasileira, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - informou hoje (23) que fragmentos de óleo chegaram à Praia de Grussaí, em São João da Barra, litoral norte do Rio de Janeiro.

"Nós gostaríamos muito que fosse identificado quem realmente cometeu no meu entender esse ato criminoso. Mas não sabemos quanto de óleo ainda tem no mar. Na pior hipótese, um petroleiro, caso tenha jogado no mar toda a sua carga, menos de 10% chegou na nossa costa ainda. Nos preparamos para o pior. Pedimos a Deus que isso não aconteça", afirmou o presidente a jornalistas, após participar de evento na Vila Militar, na zona oeste do Rio.


Agência Brasil e Correio do Povo

Leite volta a defender pacote do funcionalismo em congresso do PSDB

Partido projeta reestruturar suas bases na eleição municipal do ano que vem

Por Luiz Sérgio Dibe

Governador Eduardo Leite fez o pronunciamento do congresso estadual do PSDB

Governador Eduardo Leite fez o pronunciamento do congresso estadual do PSDB | Foto: Eduardo Beleske / Divulgação / CP

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O governador Eduardo Leite fez o pronunciamento de abertura do congresso estadual do PSDB, em Porto Alegre, e voltou a defender seu pacote de revisão das carreiras públicas e da Previdência do funcionalismo estadual. "O PSDB sempre olhou para as reformas necessárias para construir um ambiente favorável para quem quer empreender. Isso significa ter responsabilidade com as finanças públicas. Para que a máquina seja eficiente, o Estado não pode gastar mais do que arrecada", comentou neste sábado.
Leite disse que o governo empregou, até o mês de agosto, 82% da receita estadual prevista para o ano no cumprimento das obrigações com a folha de pagamento dos servidores. Segundo o governador, a redução da estrutura funcional do Estado tornou-se "urgente". "O que estamos propondo pode não ser o ideal, não é o mundo dos sonhos, mas temos que tirar o Estado dessa condição que o impede de investir em estradas, escolas, saúde", argumentou.
O governador citou as críticas que seus projetos vêm recebendo, principalmente sobre a proposta de alteração na carreira do Magistério, e disse considerá-las, em parte, injustas. "Essa carreira, como está, foi desestimulando o Estado de investir em seus professores. Hoje, para melhorar o salário do professor que está em sala de aula, é preciso pagar quatro que já estão aposentados. Tenho o maior respeito pelos aposentados, mas temos que fazer escolhas", comentou, ao defender o fim da incorporação de gratificações à aposentadoria.
Eduardo Leite também destacou seu entendimento, baseado em fundamentos do próprio partido, de que o desenvolvimento econômico e social está vinculado à redução da estrutura pública. "O Estado é pesado. Queremos aderir ao Regime de Recuperação Fiscal que nos permite adiar o pagamento da dívida com a União e, mais que isso, cria uma janela de oportunidades para reformas na máquina. Mas só o regime não adianta, o Rio Grande do Sul precisa fazer uma cirurgia bariátrica. Não tem mais medida simpática para resolver a situação dramática do Estado", comparou.

Eleições 2020

O presidente nacional do PSDB, deputado federal Bruno Araújo, declarou que o partido projeta reestruturar suas bases na eleição municipal do ano que vem para viabilizar uma candidatura própria à Presidência da República em 2022. "Neste cenário de grande polarização, o papel do centro é dialogar com os diversos setores da sociedade e apresentar uma alternativa para a população brasileira", discursou.
Araújo esteve na Capital para lançar a iniciativa tucana de realizar uma consulta aberta entre os filiados com objetivo de colher opiniões e formar diretrizes para os próximos anos. "Em 2018 passamos por um tropeço, mas vamos reorganizar nossa base para termos a condição de apresentar um candidato e uma proposta para o Brasil em 2022. Sabemos que o eleitor brasileiro não escolhe partidos e, sim, líderes. O governador do Rio Grande do Sul é um desses líderes. Eduardo Leite é uma das apostas para o futuro do PSDB", sinalizou o presidente tucano.


Correio do Povo


ARTE & AGENDA

Corpo de Gugu Liberato chegará até quinta-feira em São Paulo
Atendendo vontade de Gugu Liberato, família autoriza doação de órgãos

“Parece que, para a esquerda, não interessa resolver o caso Marielle”

Jair Bolsonaro falou nesta quinta-feira a respeito das investigações sobre o assassinato de Marielle Franco.

Ele acusou setores da esquerda de tentarem tirar proveito político do crime.

“Parece que, para a esquerda, não interessa resolver o caso Marielle. Interessa continuar usando a morte dela em causa própria”, disse Bolsonaro.

Ele também falou sobre a facada que sofreu em setembro de 2018.

“Agora, [sobre] o caso mais importante vocês não perguntam. O caso Adélio, então filiado ao PSOL. Eu não faço acusações infundadas contra o PSOL. Querem desviar o foco de atenção.”


O Antagonista

Senado autoriza novas eleições gerais na Bolívia

País passa por sua pior crise em 16 anos

Senado aprovou novas eleições na Bolívia

Senado aprovou novas eleições na Bolívia | Foto: Jorge Bernal / AFP / CP

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O Senado boliviano autorizou neste sábado a realização de novas eleições gerais na Bolívia, sem a participação do ex-presidente Evo Morales, após um mês de uma violenta crise política, que deixou 32 mortos. "Aprova-se por unanimidade o Projeto de Lei Regime Excepcional e Transitório para a realização de eleições gerais", anunciou o Senado no Twitter. A iniciativa passará nesta tarde à Câmara dos Deputados para a sua aprovação, antes de ser promulgada como lei pela presidente internina, Jeanine Áñez.

Simultaneamente, o governo provisório abrirá o diálogo com os movimentos de protesto, em busca de um acordo que ponha fim aos bloqueios e manifestações que deixaram 32 mortos nos últimos nove dias. Se ambas as iniciativas se concretizarem - a convocação de novas eleições e a "pacificação" das ruas, a Bolívia começaria a ver uma luz, após atravessar seu período mais turbulento em pouco menos de duas décadas.

O primeiro passo foi dado pelo Senado, que anulou as eleições de outubro, em que Morales conquistou um novo mandato de cinco anos em um processo contestado pela oposição nas ruas por suspeita de fraude. A OEA também disse ter detectado irregularidades graves.

O projeto, que, a princípio, tem o apoio do Movimento ao Socialismo (MAS), liderado por Morales, prevê a realização de novas eleições gerais e a renovação do Superior Tribunal Eleitoral, cujos representantes foram removidos sob a acusação de terem manipulado a apuração dos votos.

Ao mesmo tempo, o projeto fecha as portas para a candidatura de Morales, que exerceu o poder por quase 14 anos, com uma popularidade que foi minguando apesar de suas conquistas sociais e econômicas, devido à sua obsessão por permanecer no cargo, mesmo com um referendo contrário realizado em 2016. Foi o Tribunal Eleitoral que lhe deu a oportunidade de concorrer novamente ao cargo em 20 de outubro.

Com maioria no Congresso, o MAS se mostra dividido em torno de Morales, que, até o momento, não endossou publicamente o processo para superar a crise e a sua exclusão das próximas eleições. "Este projeto também estabelece uma disposição para resolver uma polêmica que nós, bolivianos, temos enfrentado", assinalou o senador Ortiz, referindo-se ao artigo que impede que "os cidadãos reeleitos de forma contínua nos dois períodos constitucionais anteriores" possam se candidatar na disputa seguinte. Na outra frente de expectativa, o governo interino e opositores se sentarão para conversar a partir das 20h GMT, no palácio presidencial.

Segundo o ministro das Obras Públicas, Yerko Núñez, há um acordo com todas as forças envolvidas nos protestos – que se seguiram à renúncia e ao asilo de Evo Morales – visando uma saída emergencial para a crise. A Bolívia passa por seu pior momento em 16 anos, após as eleições gerais de 20 de outubro.


AFP e Correio do Povo


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Presidente interina da Bolívia rechaça tentativa de senadores de 'anistiar' Morales

Partido de ex-presidente apresentou projeto que o blinda juridicamente, vetando prisão ou abertura de processos

Presidente interina quer evitar qualquer anistia a Evo Morales

Presidente interina quer evitar qualquer anistia a Evo Morales | Foto: Jorge Bernal / AFP / CP

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A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, rejeitou neste sábado uma "anistia" a Evo Morales, exilado no México, ante a tentativa de senadores de levar adiante um projeto de lei que prevê a proibição de "processos judiciais" contra o ex-presidente boliviano e seus colaboradores. "Todo aquele que cometeu delitos e burlou a lei; cometeu abusos, não terá anistia de nenhum tipo", afirmou a presidente interina.

O partido de Morales, que tem maioria no Congresso, apresentou hoje um projeto de lei que blinda juridicamente o ex-presidente e seus funcionários, vetando a prisão ou abertura de processos contra ele. Jeanine afirmou que o governo interino "não perseguirá nenhum político, líder sindical ou líder civil", tampouco dará aval a um quadro de impunidade.

"O novo país que queremos será uma Bolívia de justiça, não de impunidade", assinalou. O Movimento ao Socialismo (MAS) apresentou o projeto durante uma sessão em que foram aprovadas novas eleições gerais na Bolívia, sem a participação de Morales.


AFP e Correio do Povo


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No Rio, torcida do Flamengo faz apoteose no estádio do Maracanã

Rubro-negros foram da tristeza à felicidade neste sábado

Torcida do Flamengo lotou o Maracanã durante a final da Libertadores

Torcida do Flamengo lotou o Maracanã durante a final da Libertadores | Foto: Carl de Souza / AFP / CP

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Quase cinco mil quilômetros separam o Estádio Monumental de Lima, palco da final da Copa Libertadores, e o estádio do Maracanã, principal palco da campanha histórica do Flamengo na competição continental deste ano. Nem por isso o mais icônico estádio do País deixou de viver a sua decisão de Libertadores. Pelo menos 30 mil pessoas foram ao estádio assistir à decisão e, depois de um início tenso, fizeram uma apoteose. Doze telões espalhados no interior do Maracanã - oito deles no entorno do gramado, o que direcionava o olhar da torcida das arquibancadas para o campo - deram um ar de jogo ali mesmo, onde o Flamengo jogou seis partidas da competição. "É como se o jogo fosse aqui, mas um pouco mais tenso, porque dá para ver os replays, rever os erros. E o primeiro tempo foi uma porcaria", comentou Letícia Medeiros, de 25 anos, no intervalo da partida. "Está muito parecido com um jogo no Maracanã, mas o gol que a gente tomou fez a torcida ficar mais quieta", opinou Leandro Especier, de 24 anos.

A opinião da torcida ao fim dos primeiros 48 minutos de jogo espelhava bem o clima do Maracanã. O gol de Borré, que abriu o marcador para o River Plate aos 14 minutos, fez o estádio ficar num silêncio como há muito não se via. Do clima de festa que se fez desde o início da tarde, graças a shows de Ludmilla, DJ Marlboro, Buchecha e Ivo Meirelles, o que se viu depois daquele gol argentino foi uma quantidade infindável de gente roendo unhas e franzindo o cenho.

O retorno promissor do Flamengo para o segundo tempo, em Lima, deu nova cara de jogo ao Maracanã. O chute de Gabriel Barbosa logo a um minuto, mesmo que fraco, devolveu esperança à torcida. Aos poucos, o estádio carioca foi se inflamando. A torcida passou a cantar, e, mesmo o tempo correndo contra o time, não arrefeceu o ânimo de ninguém.

O gol de empate do Flamengo, já quase ao fim da partida, foi a senha para o torcedor rubro-negro começar de fato a voltar a pensar em título. E quando Gabriel, que todos no Rio chamam de Gabigol, aproveitou falha da zaga argentina para virar o jogo, o Maracanã viveu finalmente a sua verdadeira - mas muitas vezes esquecida - vocação: a de fazer o torcedor feliz. "Nós temos Jesus! Nós temos Jesus", vibrava quase às lágrimas a torcedora Cláudia Silva, 47, ao fim da partida, sem deixar claro se a referência era somente ao técnico português do Flamengo - que, como de costume, teve seu nome gritado em uníssono no estádio carioca ao fim da partida. "Aqui é Flamengo. O primeiro tempo foi ruim, mas nós estamos com o Flamengo até cair, porque depois de cair, a gente levanta", completou Cláudia. E o torcedor não arredou o pé até que os telões exibiram os jogadores, a quase cinco mil quilômetro dali, levantarem a cobiçada taça da Copa Libertadores.


Agência Estado e Correio do Povo


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Clima de ansiedade marca primeiro dia do vestibular da Ufrgs em Porto Alegre

Papo com Hiltor Mombach: O grande tropeço

Qual o tamanho do Grêmio no momento? O tamanho do Grêmio é estar onde ele está: no G4 do brasileiro. O grande tropeço do Grêmio foi na Copa do Brasil. No mais, está tudo dentro do script. Leia mais notícias ► http://correiodopovo.com.br/ Facebook ► https://www.facebook.com/correiodopovo Twitter ► https://twitter.com/correio_dopovo Instagram ► https://instagram.com/correiodopovo/

Flamengo faz virada épica e é campeão da Libertadores

Rubro-Negro fez dois gols no final da partida e venceu o River Plate por 2 a 1

Rubro-Negro fez dois gols no final da partida e venceu o River Plate por 2 a 1

Rubro-Negro fez dois gols no final da partida e venceu o River Plate por 2 a 1 | Foto: Ernesto Benavides / AFP / CP

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Campeão da Copa Libertadores em 1981, o Flamengo finalmente conquistou seu bicampeonato do torneio continental. De forma dramática, o time brasileiro virou sobre o River Plate nos acréscimos do segundo tempo, com dois gols do atacante Gabriel, e venceu por 2 a 1 no Estádio Monumental de Lima, no Peru, neste sábado. O atacante colombiano Rafael Borré fez o gol do time argentino.

O jogo começou com protagonismo ofensivo do Flamengo, que tomou a iniciativa e marcou presença no campo adversário. O River, porém, manteve a linha de defesa sólida e resistiu à pressão nos minutos iniciais. Bem na marcação e objetivo no contra-ataque, o time argentino foi traiçoeiro e surpreendeu aos 15 minutos: Nacho Fernández cruzou rasteiro da direita, Arão e Gerson não cortaram e Borré apareceu livre para bater o goleiro Diego Alves. Depois do 1 a 0, o Flamengo seguiu com mais posse de bola, mas o River manteve a solidez defensiva e passou a levar mais perigo, criando boa chance com De La Cruz, que não concluiu.

Já o time brasileiro não conseguia ameaçar Armani, que via seus companheiros subirem a marcação. A partir dos 20 minutos, a partida ficou mais aberta, mas sem grandes chances, exceto perigoso chute de Palacios de fora da área. No segundo tempo, o Flamengo voltou com mais iniciativa e mostrou potencial com chute de Gabriel, de fora da área, aos dois minutos. O River respondeu na mesma moeda, novamente com Palacios, sem sucesso. Aos 11, o time brasileiro teve sua melhor chance. Na área, Bruno Henrique cruzou rasteiro e Arrascaeta furou, mas a zaga não conseguiu tirar.

Na sequência, Gabriel chutou em cima de De La Cruz e, no rebote, Éverton Ribeiro parou em Armani. Pouco depois, Gerson acusou dores e foi substituído por Diego. E o River voltou a assustar: aos 21, Suárez recebeu dentro da área, livre, e cruzou rasteiro. Marí se esticou todo para cortar o perigo. Logo após, chute perigoso de Fernández. A partida seguiu tensa e o Flamengo voltou a ter uma boa oportunidade aos 30 minutos: Diego tocou para Gabriel, que rolou para Éverton Ribeiro cruzar em direção a Arrascaeta, que errou o voleio. No rebote, Diego isolou. Nos minutos finais, o time brasileiro foi para o 'abafa' e levou perigo com Gabriel, que teve bom passe para Bruno Henrique interceptado. Corte providencial para o River. O time argentino, porém, sucumbiria logo na sequência.

Aos 43, Bruno Henrique achou Arrascaeta dentro da área. O uruguaio cruzou rasteiro e achou Gabriel livre. O atacante só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das rede. E ele não parou por aí. Três minutos depois, após lançamento, o camisa nove levou a melhor sobre o zagueiro Pinola e soltou a bomba de pé esquerdo para virar o jogo. Gabriel ainda seria expulso em confusão no fim da partida, mas isso não impediu o título dramático do Flamengo, campeão da Libertadores 38 anos depois.


Agência Estado e Correio do Povo

Tempo bom predomina no Rio Grande do Sul neste domingo

Dia começará com frio, mas tarde registrará temperatura agradável

Porto Alegre terá temperatura máxima de 26ºC neste domingo

Porto Alegre terá temperatura máxima de 26ºC neste domingo | Foto: Alina Souza / CP Memória

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O domingo terá sol e nuvens no Rio Grande do Sul, mas diversas regiões devem registrar períodos de céu claro no decorrer do dia. No Leste gaúcho, perto da costa, ainda não se pode descartar alguma precipitação por demais localizada e passageira.

O dia começa com frio na Serra, Aparados e em pontos do Sul gaúcho. Marcas amenas são esperadas de manhã com temperatura muito agradável à tarde. No Oeste e no Noroeste gaúcho, porém, aquece mais e a tarde terá um pouco de calor neste domingo.

Porto Alegre terá mínima de 16ºC e a máxima chegará aos 26ºC.


Correio do Povo


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