Mercado de trabalho cria mais de 70 mil empregos com carteira assinada em outubro

Com alta de 2,03%, o salário médio nos empregos foi de R$ 1.597,31

Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2017

Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2017 | Foto: Guilherme Testa / CP Memória

PUBLICIDADE

O mercado de trabalho brasileiro criou 70.852 empregos com carteira assinada em outubro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia. Esse foi o sétimo mês consecutivo de abertura de vagas formais. O saldo de outubro decorre de 1,365 milhão de admissões e 1,294 milhão de demissões. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2017, quando foram criadas 76.599 vagas no décimo mês do ano.

Em outubro do ano passado, houve abertura líquida de 57.733 vagas, na série sem ajustes. O resultado de outubro ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As projeções eram de abertura de 55 mil a vagas a criação de 150 mil vagas, com mediana positiva de 76 mil postos de trabalho. No acumulado de janeiro a outubro de 2019, o saldo do Caged foi positivo em 841.589 vagas, o melhor desempenho para o período desde 2014, quando a abertura de vagas chegou a 912.287, na série com ajustes. Em 12 meses até outubro, houve abertura de 562.186 postos de trabalho.

Setores

O resultado do mês foi puxado pelo comércio, que gerou 43.972 postos formais, seguido pelo setor de serviços, que abriu 19.123 vagas de trabalho. Também tiveram saldo positivo no mês a indústria (8.946 postos), a construção civil (7.294 postos) e a extração mineral (344 postos). Por outro lado, a agropecuária fechou 7.819 vagas em outubro, enquanto os serviços industriais de utilidade pública tiveram fechamento líquido de 581 vagas no mês. A administração pública também encerrou 427 vagas.

Salário médio de admissão

O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada teve alta real de 2,03% em outubro de 2019 ante o mesmo mês de 2018, para R$ 1.597,31, segundo dados do Caged. Na comparação com setembro, porém, houve queda de 0,48%, informou o Ministério da Economia. O maior salário médio de admissão em outubro ocorreu na administração pública com R$ 2.611,13. Já o menor salário médio de admissão foi registrado na agropecuária, com R$ 1.360,10.


Agência Estado e Correio do Povo


AMÉRICA LATINA

Mais de 200 mil pessoas participam de protestos na Colômbia

JORNAL COM TECNOLOGIA

WhatsApp: golpe do emprego tem 2,3 milhões de casos em 2019

Escola tem atividades canceladas após assalto na zona Sul de Porto Alegre

Criminosos roubaram dinheiro destinado a passeio e formatura dos alunos

Por Eduardo Amaral

Criminosos roubaram dinheiro destinado a passeio e formatura dos alunos

Criminosos roubaram dinheiro destinado a passeio e formatura dos alunos | Foto: Ricardo Giusti

PUBLICIDADE

“Vamos fazer tudo que planejamos, só não sei como”, essa é a frase que guia a diretora da Escola Municipal de Educação Infantil Osmar Santos Freitas (Marzico), Alice Castilho, após o local ter sido arrombado entre a noite de terça-feira e madrugada de quarta-feira. Na ocasião, os ladrões levaram R$ 4 mil da escola localizada no Morro Santa Teresa, zona Sul de Porto Alegre. O dinheiro estava reservado para os passeios dos alunos, festa de Natal e formatura da turma de Jardim B.

Com um orçamento trimestral de aproximadamente R$ 12 mil, é através de rifas e brechós que os gestores da instituição, juntamente com a comunidade escolar, conseguem garantir atividades extracurriculares para os 126 alunos entre 0 a 6 anos que estudam na Marzico. Durante todo ano os professores e o Conselho de Pais e Mestres (CPM) organizou diversos eventos para arrecadar R$ 4 mil, dinheiro que seria usado em um passeio da turma de jardim B, que iria visitar o zoológico nesta quinta-feira, atividade que teve de ser cancelada pela falta de verbas. Outro passeio estava previsto para a Quinta da Estância, em Viamão, e este foi garantido graças a empresa que doou o passeio aos estudantes da escola.

A verba curta destinada para o custeio da escola não consegue cobrir os custos dessas atividades, que são garantidas graças também ao apoio dos professores que adotam um aluno do jardim B, último ano da escola, e doam R$ 100 anualmente para garantir que todos participem dos passeios. Além de escasso, o recurso também costuma atrasar, como aconteceu no início de 2019, já que o governo depositou apenas em dinheiro o valor referente a outubro de 2018. Em uma situação dessas, um roubo gera um impacto direto nas ações pedagógicas programadas, e resta apelar para ajuda da comunidade e pedido de doações, como explica a vice-diretora da escola, Martina Benitez. “Estamos com ações e contamos com a ajuda da comunidade para conseguir realizar o que planejamos”, diz ela fazendo referência à formatura e Festa de Natal, agendadas para os dias 18 e 19 de dezembro.

Os prejuízos não ficaram restritos ao dinheiro roubado, já que os ladrões também levaram objetos, arrombaram portas e destruíram câmeras e alarmes. No cálculo da escola o resultado do roubo foi uma perda de aproximadamente R$ 6 mil, que só não foi maior porque parte dos objetos roubados foram encontrados na manhã desta quinta-feira.

Segundo Martina, apenas na troca de fechaduras foram gastos R$ 600, dinheiro que agora elas tentarão repor com o governo. A Marzico é rodeada por outras escolas, sendo duas infantis, e os problemas de furtos são recorrentes nas instituições vizinhas, sendo que duas foram atacadas nos últimos meses.

Depois de ficar por dois dias fechada, a escola reabre nesta sexta-feira. Aos pais restou explicar os motivos para as crianças sobre os dias sem aula e o cancelamento do passeio tão esperado. “Com quatro anos é difícil para ela entender os motivos. Ela só falava no passeio”, conta a presidente do CPM da Marzico, Márcia Regina Conze, mãe de uma das estudantes da escola.


Correio do Povo


BRASIL

PT faz congresso com Lula e contra “destruição do Estado”

Partido do ex-presidente Lula monta estratégia para eleições municipais e para oposição a Jair Bolsonaro, cujo novo partido foi lançado ontem

NEGÓCIOS

Com Libertadores, Flamengo pode ser primeiro time bilionário do Brasil

Na final da competição sul-americana, clube pode fechar o ano com receita na casa dos US$ 250 milhões, aliando bons números e bom resultado esportivo

MUNDO

Com violência na pauta, centro-direita é favorita no Uruguai

Todas as pesquisas dão vantagem a Luis Lacalle Pou, do partido Nacional, na disputa contra Daniel Martínez, da Frente Ampla, partido há 15 anos no poder

BRASIL

Curtas – uma seleção do mais importante no Brasil e no mundo

Chile aumenta aposentadorias; Moraes diverge de Toffoli; Itaú multado em R$ 3,8 bi

REVISTA EXAME

A fantasia sem limites da Disney

Com a estreia no streaming, a Disney usa seus personagens para chegar direto ao consumidor, num mercado que já tem 1 bilhão de clientes

Vídeo: confusão entre blogueira bolsonarista e Maria do Rosário na Câmara


Uma blogueira simpatizante de Jair Bolsonaro identificada como Tamires de Souza Costa de Paula se envolveu... [leia mais]

Deputados gaúchos do PSL devem migrar para nova sigla de Bolsonaro

Três dos quatro parlamentares do Congresso Nacional confirmaram que seguirão os passos do presidente

Por Luiz Sergio Dibe

Ubiratan Sanderson foi um dos que anunciou a saída

Ubiratan Sanderson foi um dos que anunciou a saída | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

PUBLICIDADE

Três dos quatro deputados federais eleitos pelo PSL no Rio Grande do Sul deverão migrar para a nova sigla que o presidente Jair Bolsonaro pretende fundar. Marcelo Brum, Bibo Nunes e Ubiratan Sanderson declararam nesta quinta-feira que seguirão os passos de Bolsonaro tão logo o novo partido tenha seu registro homologado pela Justiça Eleitoral. O ato de lançamento da sigla ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília.

A intenção dos parlamentares é fazer a troca somente depois de terem a segurança de que não perderão seus mandatos. "Nossa previsão mais otimista é que isso ocorra até março para que possamos organizar candidaturas para as eleições municipais", descreveu Sanderson.

Único a permanecer no PSL, Nereu Crispim, que prosseguirá como presidente estadual do partido no Estado, diz que prefere manter-se fiel ao compromisso com os eleitores, mas afirma que manterá posicionamentos de apoio às medidas do presidente. "A permanência de alguns parlamentares não significa ruptura. Temos compromisso com pautas que defendemos juntamente com o presidente", declarou Crispim.


Correio do Povo


Renato encaminha permanência no Grêmio em 2020

FABIANA M. MACHADO

Simplicidade não é escassez

FINANÇAS

Black Friday: fuja das compras por impulso

GRÊMIO

Grêmio divulga venda de ingressos para duelo contra o Palmeiras

INTER

Coudet deve anunciar saída do Racing nesta sexta-feira

INTER

Com foco na vaga na Libertadores, Patrick torce para o Flamengo

SÉRIE B

Brasil naufraga nos acréscimos e cede empate ao Atlético-GO

ESPORTES

Brigada Militar abre o 60º Festival Hípico Noturno em Porto Alegre

Mais de 300 conjuntos de cavalos e cavaleiros vão participar das competições

PODCAST NÃO TEM FORA

Baixo nível de oxigênio causa morte de peixes no Dilúvio

“O meu alívio era isso: o povo está fodido”

Lula disse que, na cadeia, aliviava-se pensando que o povo estava mais fodido do que ele:

“Quando você está preso, que você tem que dominar seu ódio, tudo se resolvia em dizer: ‘O povo está mais fodido que eu’. Quando me dava um desespero, eu pensava que eu vivia melhor que 70% do povo brasileiro. Eu fazia meu café, fazia meu café de boa qualidade. Todo mundo gostava do meu café. Comia minha marmitinha de isopor, mas melhor que o povo estava comendo. O meu alívio era isso: o povo está fodido, esse governo está acabando com o povo.”

É isso mesmo? O ex-presidiário sentia alívio ao pensar que estavam acabando com o povo?


O Antagonista

Número de novo partido será 38, diz Bolsonaro

Anúncio foi feito durante transmissão ao vivo no Facebook

Anúncio foi feito durante transmissão ao vivo no Facebook

Anúncio foi feito durante transmissão ao vivo no Facebook | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

PUBLICIDADE

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quinta-feira, que o número de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil, será 38. O anúncio foi feito durante sua live semanal transmitida no Facebook. Pela manhã, o presidente participou da 1ª Convenção Nacional da legenda, realizada em um hotel de Brasília. Bolsonaro também admitiu que, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não autorize a coleta de assinaturas por meio eletrônico, o seu partido não deverá estar homologado para disputar as eleições do ano que vem. "Por ocasião das eleições do ano que vem, acredito que nós podemos ter o partido funcionando, desde que as assinaturas sejam de forma eletrônica. Caso contrário, nós só poderemos estar em condições de disputar as eleições, aquelas de 2022", disse. "E o número escolhido é o 38. Tínhamos poucas opções e acho que o número 38 é mais fácil de gravar", acrescentou.

Para a legenda Aliança pelo Brasil ser homologada e poder disputar as eleições, ainda será necessária a coleta de cerca de 500 mil assinaturas em pelo menos nove estados. As rubricas precisam ser validadas, uma a uma, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para que o partido seja registrado a tempo de disputar as eleições municipais de 2020 termina em março. "Estamos aguardando aqui. Na próxima semana o Tribunal Superior Eleitoral vai decidir se podemos ou não colher assinaturas, para a sua fundação, via eletrônica ou não. Se for via eletrônica, eu tenho certeza de que, com o apoio de todos vocês, creio que em um mês, no máximo, a gente consegue as 500 mil assinaturas.

Caso não seja possível, a gente vai ter que colher assinatura física, aí demora mais e não ficará pronto o partido tão rápido. No meu entender, um ano ou um ano e meio para ficar pronto o partido", projetou o presidente. O TSE analisa o assunto no âmbito de um consulta pública em andamento na Corte, que foi apresentada pelo deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) no fim do ano passado.

Partido conservador

Durante a live, Bolsonaro também destacou as principais características da sua nova legenda partidária. "Um partido conservador, que respeita todas as religiões, dá crédito aos valores familiares, defende a legítima defesa, defende a posse e o porte de arma com requisitos, o livre comércio com todo mundo, sem o viés ideológico", disse. Na semana passada, Bolsonaro anunciou a saída do PSL, partido pelo qual foi eleito. A desfiliação foi confirmada na última terça-feira. O grupo político mais próximo ao presidente, além dele próprio, vinham se desentendendo, nos últimos meses, com o fundador e presidente nacional da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE). Segunda maior bancada parlamentar na Câmara dos Deputados, o PSL conta com 53 deputados. No Senado, a legenda possui três integrantes.


Agência Brasil e Correio do Povo

Quatro cidades gaúchas irão aderir ao programa Escolas Cívico-Militares, aponta MEC

Alvorada, Caxias do Sul, Alegrete e Uruguaiana foram selecionadas para projeto-piloto

Alvorada, Caxias do Sul, Alegrete e Uruguaiana foram selecionadas para projeto-piloto

Alvorada, Caxias do Sul, Alegrete e Uruguaiana foram selecionadas para projeto-piloto | Foto: José Cruz / Agência Brasil / CP

PUBLICIDADE

O Ministério da Educação (MEC) anunciou, nesta quinta-feira, os municípios que participarão do projeto-piloto do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares. Serão 54 instituições em 23 Estados e no Distrito Federal onde cerca de mil militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros da ativa atuarão na gestão educacional a partir de 2020.

Em nota, o MEC disse que o objetivo da parceria com o Ministério da Defesa é promover "um salto na qualidade educacional do Brasil". "[As escolas] começam a funcionar já na volta às aulas. É um modelo que acreditamos que vai ter um amplo sucesso no Brasil", afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

A Região Norte será contemplada com 19 escolas. No Sul, serão 12 unidades e no Centro-Oeste, 10 instituições farão parte do programa. Além disso, outras oito escolas estarão no Nordeste e cinco no Sudeste, segundo informações da pasta. O programa funcionará a um custo de R$ 54 milhões, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino.

Confira a lista dos Estados e cidades contempladas:
*Apenas Piauí, Sergipe e Espírito Santo ficaram de fora.

Acre: Cruzeiro do Sul e Senador Guiomard
Amapá: duas escolas em Macapá
Amazonas: duas escolas em Manaus e outra indicação do Estado
Pará: Ananindeua, Santarém e duas escolas em Belém
Rondônia: Alta Floresta d'Oeste, Ouro Preto do Oeste e Porto Velho
Roraima: Caracaraí e Boa Vista
Tocantins: Gurupi, Palmas e Paraíso
Alagoas: Maceió
Bahia: Feira de Santana
Ceará: Sobral e Maracanaú
Maranhão: São Luís
Paraíba: João Pessoa
Pernambuco: Jaboatão dos Guararapes
Rio Grande do Norte: Natal
Distrito Federal: Santa Maria e Gama (regiões administrativas de Brasília)
Goiás: Águas Lindas de Goiás, Novo Gama e Valparaíso
Mato Grosso: duas escolas em Cuiabá
Mato Grosso do Sul: Corumbá e duas escolas em Campo Grande
Minas Gerais: Belo Horizonte, Ibirité e Barbacena
Rio de Janeiro: Rio de Janeiro
São Paulo: Campinas
Paraná: Curitiba, Colombo, Foz do Iguaçu e outra indicação do estado
Rio Grande do Sul: Alvorada, Caxias do Sul, Alegrete e Uruguaiana
Santa Catarina: Biguaçu, Palhoça, Chapecó e Itajaí

São dois modelos, explica o MEC: Em um, de disponibilização de pessoal, o MEC repassará R$ 28 milhões para o Ministério da Defesa arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas; Os outros R$ 26 milhões vão para o governo local aplicar nas infraestruturas das unidades com materiais escolares e pequenas reformas - nestas escolas, atuarão policiais e bombeiros militares.

O secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, disse que o objetivo do modelo de gestão não é militarizar o aluno. "Não se busca tolher a liberdade de comportamento, só um respeito maior a alunos e professores. É um pacto escolar. A comunidade, afinal, é ouvida no processo", declarou, de acordo com nota divulgada pelo ministério. O MEC informou que a seleção das escolas ocorreu a partir de critérios eliminatórios e classificatórios estipulados para dar objetividade ao processo de escolha. Foram eliminados municípios que não encaminharam a adesão assinada pelo prefeito e com número baixo ou sem militares da reserva residindo na cidade. Ser a capital ou pertencer a uma região metropolitana também foi levado em consideração, assim como estar situado em faixa de fronteira e a faixa populacional.

Os envolvidos com o programa das escolas cívico-militares, segundo o ministério, passarão por uma capacitação promovida pelo MEC. Antes do início das aulas, pontos focais das secretarias de Educação estaduais e municipais, diretores, professores, militares e profissionais de educação participarão de uma formação presencial e/ou a distância.


Agência Estado e Correio do Povo

Lavadora de Roupas Electrolux LAC13 - 13Kg 12 Programas de Lavagem 110V

Lavadora de Roupas Electrolux LAC13 - 13Kg 12 Programas de Lavagem

Lavadora LAC13 da Electrolux. Esta super lavadora vai facilitar o seu dia a dia. Possui capacidade de 13 kg e vem com o filtro que retém os fiapos desagradáveis que podem ficar nas roupas após a lavagem. Com o botão Turbo Secagem é possível acelerar a centrifugação, deixando as roupas ainda mais secas. E com o dispenser Multibox, todos os produtos que você precisa para deixar suas roupas limpas e macias estarão em um único compartimento, facilitado o processo. Tem ainda 12 programas de lavagem especialmente desenvolvidos para lavar adequadamente todos os tipos de roupas e sujeiras e design moderno para combinar com o seu ambiente.

Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/lavadora-de-roupas-electrolux-lac13-13kg-12-programas-de-lavagem/161108/

Alcolumbre costura acordo para PEC de prisão em 2ª instância

Presidente do Senado busca construir texto de consenso com a Câmara

Davi Alcolumbre articula medidas para prisão em segunda instância

Davi Alcolumbre articula medidas para prisão em segunda instância | Foto: Valter Campanato / Agência Brasil / Divulgação / CP

PUBLICIDADE

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), costurou nesta quinta-feira, 21, um acordo para priorizar o andamento, na Câmara, da proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza a execução de pena de condenados em segunda instância, em detrimento ao projeto de Lei sobre o mesmo assunto que tramita no Senado. O acordo, decidido em reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deputados e senadores, desagradou parlamentares "lavajatistas", que veem uma manobra para atrasar para o ano que vem a aprovação de uma proposta neste sentido.

Em nota, o presidente do Senado argumentou que é necessário construir um consenso no Congresso. "A importância do tema exige de nós, senadores e deputados, um debate amplo. Trabalhamos pela construção e aperfeiçoamento de uma proposta comum entre as duas Casas", afirmou Alcolumbre.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, anteontem, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que uma ação seja considerada transitada em julgado, permitindo a execução da pena, após a decisão de um colegiado no tribunal. Já o Senado deu prioridade a um projeto de lei para mexer em três artigos do Código de Processo Penal (CPP), para estabelecer que o tribunal de segunda instância determine a execução provisória da pena e poderá, "excepcionalmente", deixar de autorizar a prisão se houver "questão constitucional ou legal relevante".

Pelo menos 43 senadores já se manifestaram a favor da alteração da lei. Na prática, as duas mudanças têm o mesmo efeito, mas tramitam de forma diferente. Para alterar a Constituição, uma PEC deve ser aprovada em dois turnos por dois terços dos parlamentares) das duas Casas. Já um projeto de lei necessita do apoio da maioria simples - metade mais um dos parlamentares - na Câmara e no Senado.

Reservadamente, parlamentares avaliam que a estratégia de Alcolumbre leva em conta que a Câmara dificilmente votará a PEC rapidamente. Ou seja, esperar a Câmara e evitar que o Senado aprove outra proposta deixaria o assunto em "banho-maria", segundo esta avaliação. Manobra Mesmo após o anúncio do acordo, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), manteve a votação da proposta para a próxima quarta-feira.

Alcolumbre, no entanto, anunciou uma sessão do Congresso para o mesmo horário da CCJ, às 10 horas. A sessão plenária, destinada a votar projetos que abrem crédito extra no Orçamento, inviabilizaria a votação do texto na comissão. A bancada "lavajatista" reagiu e vai tentar mudar o horário da CCJ na quarta para votar a proposta. "O pretexto é descabível. Todos nós sabemos que a PEC da Câmara tem uma tramitação demorada. Ficou visível a estratégia de protelação", disse o líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR). O projeto foi elaborado por senadores, com a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

O líder do DEM no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), porém, foi escalado para escrever outro projeto com a previsão de prisão após condenação em segunda instância. Pacheco e Moro se reuniram ontem em Belo Horizonte para falar sobre o tema. "Posso garantir que não haverá nenhum tipo de engavetamento de proposta alguma em relação a isso. O que vai se estabelecer é um acordo de vontades, que é um anseio da sociedade e uma necessidade do País", disse o senador.

Na próxima terça-feira, a CCJ do Senado vai realizar uma audiência com participação de Moro para discutir o tema. O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), admitiu que a discussão pode ser adiada para o ano que vem, mas defendeu cautela na discussão. "Estamos a três semanas do fim do exercício legislativo. Dependendo do encaminhamento, é melhor o Brasil ter um dispositivo legal consolidado no começo de 2020 do que tentar atropelar um processo legislativo", afirmou.

"Isso que pode ser visto como atraso, protelação, mas também pode ser uma grande oportunidade para o entendimento estratégico." Alcolumbre já havia tentado emplacar outro texto sobre a questão, considerado mais "leve" por senadores favoráveis à prisão após condenação em segunda instância. Conforme minuta revelada pelo Estadão/Broadcast, Alcolumbre sugeriu um texto condicionando a possibilidade a regras previstas para a prisão preventiva. A prisão após decisão em segundo grau não seria automática.


Agência Estado e Correio do Povo

Calor antecede chegada da chuva no RS nesta sexta-feira

Instabilidade atinge grande parte do Estado

Chuva deve atingir boa parte do Estado nesta sexta-feira

Chuva deve atingir boa parte do Estado nesta sexta-feira | Foto: Samuel Maciel / Divulgação / CP Memória

PUBLICIDADE

O forte calor que atinge o Estado ao longo da semana deve se transformar em chuva nesta sexta-feira. O dia amanhece quente mais uma vez, e o sol aparece entre nuvens na maior parte das regiões. Em pontos do Sul e do Centro do Rio Grande do Sul, a chuva começa ainda pela manhã.

De acordo com a MetSul Meteorologia, áreas de instabilidade alcançam a maior parte do Estado no período da tarde, provocando chuvas e trovoadas, com precipitação irregular. Haverá pancadas torrenciais em alguns pontos, e baixos volumes em outros. Há risco de temporais.

Em Porto Alegre, sol aparece, mas dia deve ser chuvoso. Na Capital, a mínima deve ser de 20°C e a máxima chega aos 32°C.

Mínimas e máximas no RS

Vacaria 15°C / 28°C
Caxias do Sul 19°C / 28°C
Santa Cruz 20°C / 32°C
Santiago 20°C / 28°C
Santa Maria 21°C / 30°C
Pelotas 20°C / 29°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo



Lewandowski questiona inclusão da UIF em julgamento sobre a Receita

No plenário, Ricardo Lewandowski expôs o incômodo com a inclusão da UIF, por Dias Toffoli, na ação que discute... [leia mais]

Moraes diverge de Toffoli e permite à Receita enviar extratos bancários ao MP

Alexandre de Moraes divergiu de Dias Toffoli, para permitir que a Receita envie todas as provas que juntou durante... [leia mais]

"O meu alívio era isso: o povo está fodido"

Lula disse que, na cadeia, aliviava-se pensando que o povo estava mais fodido do que ele... [leia mais]


Bolsonaro ganha placa da 'Aliança' feita com projéteis

Jair Bolsonaro ganhou do artesão Rodrigo Camacho uma placa com o nome 'Aliança pelo Brasil", feita com projéteis... [leia mais]

Liminar de Flávio não é citada em voto de Toffoli

No voto que proferiu ontem, Dias Toffoli não citou a liminar de Flávio Bolsonaro uma única vez... [leia mais]

Vídeo: Toffoli, o homem que sabia javanês

Ao término da sessão de ontem, nem os próprios ministros do STF entendiam o voto de Dias Toffoli, que precisou... [leia mais]


Envolver Bolsonaro no caso Marielle é "total disparate", diz Moro

Na entrevista à CBN, Sergio Moro também falou sobre as investigações do assassinato de Marielle Franco... [leia mais]

Vídeo: confusão entre blogueira bolsonarista e Maria do Rosário na Câmara

Uma blogueira simpatizante de Jair Bolsonaro identificada como Tamires de Souza Costa de Paula se envolveu... [leia mais]