Neste Natal magro, Papai Noel talvez esteja em férias sabáticas

Quem passeia nos grandes shoppings talvez já tenha percebido que o movimento de Natal anda devagar

Vocês têm sentido a falta de algo neste quase final de ano? Quem passeia nos grandes shoppings talvez já tenha percebido que o movimento de Natal anda devagar, meio anêmico, no mesmo ritmo da economia.

Já deveríamos estar respirando com mais força o duplo clima de festividades deste período – Natal e Ano-Novo –, mas seguimos meio de lado. Isso adia uma retomada mais consistente da economia.

Há sinais em alguns segmentos econômicos que indicam um cenário melhor no ano que vem

Especialistas projetam para 2020 crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas do país, superior a 2%. Tomara! Por enquanto, a realidade é menos de 1% de avanço no PIB este ano.

Será que Papai Noel está em período sabático, em algum paraíso tropical? Ou os últimos seis anos, em que a economia vem patinando, nos tiraram parte do ânimo para comemorações familiares mais consagradas?

Embora seja advogada dos direitos do consumidor, e não economista, parece-me que a crise dos Estados tenha grande peso neste marasmo. Várias unidades da federação têm de fazer milagres natalinos para pagar o 13º salário. Nos últimos anos o Rio Grande do Sul, por exemplo, pagou este salário de fim de ano via empréstimo bancário ou parcelamento!

Estima-se que Estados que empregam 1,3 milhão de servidores tenham de fazer operações financeiras especiais para pagar a segunda parcela do 13º até a data-limite legal –20 de dezembro.

Somam-se a estes funcionários os trabalhadores informais, quase 40 milhões, que equivalem a mais de 40% da força de trabalho. Eles não têm 13º, férias, benefício saúde, tíquete-refeição nem vale-transporte.

Muitas vezes, recebem em datas diferentes, de acordo com o mês. Parte dos trabalhadores que fazem bicos ganham menos do que o salário mínimo.

Não são comentários alegres para uma época em que fazemos um balanço de nossas vidas, reunimos parentes e amigos, e na qual tentamos fechar o ano com sorrisos, votos de saúde e paz, e vários brindes.

Como deve proceder, então, o consumidor? Primeiramente, caso ainda não o faça, há que ter um orçamento detalhado, para saber quanto gasta e se há alguma sobra de dinheiro. Quem tiver 13º salário e adicional de férias, poderá programar mais despesas com presentes, ceia, viagem etc. Antes, contudo, há que quitar ou renegociar eventuais dívidas.

Isso vale também para quem tiver direito a sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), imediato ou por aniversário.

Não se endivide para fazer compras de Natal, nem para viajar em férias. Faça pesquisa de preços e compare as condições oferecidas pelas lojas. Amigo-secreto em família pode ser uma forma de todos receberem presentes, sem multiplicar o gasto individual.

O melhor presente de Natal para a maioria dos consumidores brasileiros seria a economia crescer 4% a 5% por vários anos. Só assim os desempregados encontrariam trabalho, e os temporários e informais migrariam para empregos com mais direitos.

Talvez uma reação dessas trouxesse de volta o bom velhinho, que desistiria, feliz da vida, de suas férias forçadas. Até agora, houve reformas, mudanças, planos, cortes e pouquíssimas notícias boas. Não dá para imitar Papai Noel e seu famoso ho, ho, ho, ho, ho!

Fonte: Folha Online - 20/11/2019 e SOS Consumidor

Preço da carne dispara no fim do ano. Entenda o motivo

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Aumento na exportação e demanda interna são alguns dos fatores que influenciam o custo do alimento

O consumidor que têm o hábito de fazer churrasco aos fins de semana ou que não abre mão do bife no dia a dia já reparou: o preço da carne está nas alturas! E a previsão não é boa: até o fim do ano, é difícil que a proteína animal fique mais barata. Entre os motivos, há fatores relativos ao mercado externo e ao interno.

A questão mais importante é o aumento de exportações para a China, que foi atingida no final de 2018 pela peste africana — doença hemorrágica altamente contagiosa provocada por um vírus que só atinge porcos. Para suprir o consumo dos chineses, só este ano, o país já importou do Brasil 318.918 toneladas de carne bovina, 184.393 toneladas de carne suína, 448.833 toneladas de carne de frango, em transações que totalizaram mais de U$ 3 bilhões, segundo estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat).

Atualmente, há 100 estabelecimentos processadores de proteína animal no Brasil autorizados a exportar para a China. O professor de Economia Internacional do Ibmec SP, Roberto Dumas, destaca que, entre agosto de 2018 e 2019, o país asiático aumentou em 54% a importação de carne bovina; em 40%, de suína; e em 48%, de frango. Em contrapartida, houve redução de 16% na exportação de farelo de soja, usado para alimentar porcos.

— Além da peste africana, há outro fator para as exportações estarem aumentando. A política pública da China está aumentando a renda do trabalhador, que tende a consumir cada vez mais proteína animal — explica: — Ainda há um volume exportado para Hong Kong que não entra nesta estatística e que é depois repassado para a China, como uma forma de driblar a fiscalização.

Com a exportação maior, segundo dados da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Estado do Rio (BGA), o preço da carne bovina no atacado brasileiro teve incremento de 40% nos últimos dois meses . O quilo de alcatra e do contra-filé, por exemplo, que eram vendidos a R$ 16, subiram para R$ 27. Na primeira quarta-feira de novembro (06), o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 (São Paulo) fechou a R$ 177,45, maior valor nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 1994. Em termos reais, trata-se do maior patamar desde abril de 2016, quando a média mensal do Indicador foi de R$ 182,00.

De acordo com o presidente da BGA, Humberto Vaz, entre 2018 e 2019, o preço da carne bovina sofreu elevação de 15%. Entre este ano e 2020, a tendência é que o preço permaneça de 30 a 40% mais caro.

— A oferta de carne no mercado é muito baixa para os supermercadistas. O produtor tem preferido exportar porque os chineses estão pagando mais caro . Compram a carne de segunda, por exemplo, por R$ 24 o quilo, enquanto no Brasil se paga a metade desse valor — comparou o presidente da BGA.

O pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), Thiago Bernardino, ainda observa outras questões internas que pressionaram os preços para cima: o aumento também da demanda interna, visto que os supermercados estão comprando mais para fazer estoque tanto para as confraternizações, quanto para as ceias de fim de ano; e a baixa oferta , causada pela entressafra devido à seca e pelo maior número de fêmeas abatidas.

— Nessa época do ano, por mais que você tenha o confinamento, em que o gado é alimentado com ração, perde o pasto livre. Este ano, muitos criadores decidiram não fazer o confinamento porque o preço do milho estava caro e as margens de lucro estavam pequenas. Foram apenas 5,2 milhões de cabeça confinadas para uma demanda bem maior — conta.

Bernardino ainda explica que o preço de venda da novilha, que é a vaca fêmea jovem, é equivalente ao de um boi gordo. Por isso, visando ter uma rentabilidade maior e ajustar a demanda, alguns pecuaristas optaram por abater mais fêmeas. No entanto, alerta que, no próximo ano, o Brasil pode enfrentar problema com a reposição de animais e ter a oferta de boi gordo mais restrita. Para Roberto Dumas, os criadores não enxergam vantagem em aumentar a produção para abastecer o mercado interno porque isso demanda maior investimento e mão de obra.

— A peste suína é passageira e dentro de dois anos, a China pode demandar menos carne do Brasil. Então, não compensa por exemplo, comprar fazenda para criar mais gado — comenta.

Com os preços altos, os consumidores tendem a substituir itens na alimentação. De acordo com o pesquisador do Cepea/USP, a redução da demanda é a única forma de ver os preços baixarem:

— O alto preço da carne bovina também eleva o da carne suína e o da carne de frango. Mas, o frango tem uma lógica mais rápida, em 45 dias tenho um frango pronto para o abate. Se o consumidor deixar de consumir boi e porco, pode ter mais oferta e, assim, é mais provável que os preços baixem.

Fonte: economia.ig - 20/11/2019 e SOS Consumidor

“EFEITO TÚNEL”!

(Monica de Bolle  - O Estado de S. Paulo, 20) Medidas econômicas revelam cegueira em relação à realidade de um país profundamente desigual.
Em 1973, o grande economista Albert O. Hirschman publicou artigo intitulado “A mutabilidade da tolerância à desigualdade de renda durante o desenvolvimento econômico”. Nesse artigo, ele elaborou a tese do “efeito túnel” a partir de metáfora prosaica. Imagine que você esteja preso em um engarrafamento dentro de um túnel. De repente, a faixa ao seu lado começa a se mover lentamente enquanto a sua continua absolutamente imóvel. A constatação de que enfim o tráfego começou a se mexer lhe dá esperanças de que eventualmente a sua faixa também passe a andar. Portanto, você haverá de tolerar a injustiça inicial de sua imobilidade pois há a expectativa de que em algum momento a movimentação incipiente lhe beneficie. Assim descreve Hirschman os primeiros estágios do desenvolvimento econômico. Quando as economias começam a se desenvolver e crescer, algumas faixas de renda serão beneficiadas primeiro, deixando outras para trás. Há, portanto, um aumento da desigualdade. Contudo, a população tende a tolerar esse aumento da desigualdade porque, como os carros dentro do túnel, têm a esperança de que em breve os benefícios do crescimento econômico acabará lhes trazendo ganhos semelhantes. Nas palavras de Hirschman, enquanto o efeito túnel durar, todos sentem que a qualidade de vida melhorou, ainda que alguns tenham ficado ricos e outros não.
É concebível, portanto, que distribuições desiguais de renda sejam preferíveis a distribuições mais igualitárias, o que torna o aumento da desigualdade politicamente tolerável, ou até desejável. Essa tolerância, obviamente, é apenas eterna enquanto dura. Caso o ciclo de crescimento e desenvolvimento acabe por frustrar as expectativas daqueles que não desfrutam de seus benefícios, a tolerância inicial com a maior desigualdade de renda se transformará rapidamente em ressentimento e intolerância. O efeito túnel é portanto especialmente perigoso para os políticos, que não têm como saber quando a tolerância haverá de se transformar subitamente em intolerância. Embalados pelas expectativas positivas das primeiras etapas do ciclo de crescimento, é provável que se tornem complacentes, ignorando a necessidade de enfrentar as desigualdades criadas. Quando percebem a mudança, já é tarde demais: o povo estará nas ruas ou nas urnas denunciando o mesmo processo que os fez inicialmente acreditar na melhoria de vida, afirmando que os ricos se tornaram mais ricos enquanto o resto ficou para trás.
O efeito túnel de Hirschman é incrivelmente poderoso para explicar o que se passa hoje na América Latina – possivelmente em outras partes do mundo também. Assim como no Brasil em 2013, as manifestações no Chile pegaram o presidente e seu entorno de surpresa. A indignação aparentemente repentina tomou conta das ruas por uma razão aparentemente singela: um pequeno ajuste nas passagens de metrô. Contudo, não foi o aumento do metrô que levou o povo para a rua, assim como em 2013 não foram os 20 centavos. A frustração derramada, às vezes com violência, é fruto do esgotamento da tolerância, da sensação de que ficar naquela faixa engarrafada que não vai a lugar algum dentro de túnel onde não há saídas é insuportável. A conclusão inevitável é que políticas para retomar o crescimento econômico são desejáveis e toleráveis apenas até um certo ponto. Caso não resultem em redução das desigualdades e melhorias concretas de vida para todos tornar-se-ão politicamente inviáveis.
Penso nisso quando vejo a precariedade dos empregos no Brasil, o aumento da informalidade e da pobreza. Penso nisso quando vejo anúncios de medidas econômicas que podem acabar esgarçando ainda mais a rota rede de proteção social brasileira. Penso nisso quando vejo o ministro da Economia com propostas para criar empregos para os mais jovens financiando-as com tributos sobre o seguro-desemprego. Essas medidas revelam uma surdez cega não apenas dirigidas aos ruídos estrepitosos de uma região que se levanta para reclamar de seus líderes, como também em relação à realidade de um País profundamente desigual – o único na América Latina que viu a pobreza aumentar desde 2014, pouco importa de que governo seja a culpa por isso. Pode ser que não aconteça nada. Pode ser que o Brasil continue impávido frente aos problemas sociais existentes e ao que acontece ao seu redor. Mas, não custa nada reler Hirschman. Em 1973, o alcance de sua visão era bem maior do que o dos economistas da Universidade de Chicago na época.


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Comissão da Câmara aprova PEC que permite prisão em segunda instância

Por por 50 votos a 12, texto que modifica os artigos 102 e 105 da Constituição foi aprovado

Texto segue para análise de uma comissão especial que ainda deve ser instalada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia

Texto segue para análise de uma comissão especial que ainda deve ser instalada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia | Foto: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados / CP

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 50 votos a 12 a admissibilidade da proposta que abre caminho para prender condenados após a condenação em segunda instância. O texto, agora, será analisado por uma comissão especial que vai avaliar o teor da mudança. Depois, tem de ser votado em Plenário em dois turnos e passar pelo mesmo rito no Senado.

Há duas semanas, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu de forma contrária e vinculou o início do cumprimento da pena ao chamado trânsito em julgado, quando se esgotam as possibilidades de recurso do réu. Hoje, os deputados aprovaram a PEC 199 de 2019, que modifica os artigos 102 e 105 da Constituição, acabando com o recurso extraordinário, apresentado ao STF, e o recurso especial, apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com isso, o réu só poderá recorrer até a segunda instância e, depois disso, o processo será considerado em transitado em julgado.

Essa é a segunda matéria apresentada pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP) que trata do assunto. Para evitar alterar o artigo 5º da Constituição Federal – conforme orientação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que alertava para o risco de que haveriam interpretações de que a presunção da inocência é uma cláusula pétrea e não poderia ser alterada por emenda à Constituição – o autor preferiu acabar com os recursos extraordinário e especial ao STF e ao STJ, previstos nos artigos 102 e 105 da Constituição.

Sendo assim, o "trânsito em julgado" seria antecipado para condenação em tribunal recursal. No Twitter, Manente comemorou: "Foi um trabalho árduo em encontrarmos um texto que não pudesse ter quaisquer questionamento jurídico. Isso só foi possível com o apoio da população. Brasil rumo ao fim da impunidade".


Alex Manente

@AlexManente23

Hoje é um dia muito especial, aprovamos a PEC que prevê a prisão em segunda instância na CCJ. Foi um trabalho árduo em encontrarmos um texto que não pudesse ter quaisquer questionamento jurídico. Isso só foi possível com o apoio da população. Brasil rumo ao fim da impunidade!

2,123

6:07 PM - Nov 20, 2019

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A relatora do projeto, Caroline de Toni (PSL-SC), também celebrou a aprovação. Na rede social, escreveu: "Com muita luta conseguimos dar na CCJ uma resposta à sociedade que não aguenta mais viver no país da impunidade! Vamos em frente, Sérgio Moro e Jair Bolsonaro".

Caroline De Toni

@CarolDeToni

Tive a honra de ser a relatora da PEC da Prisão em 2a Instância e ter o parecer aprovado por 50 a 12!
Vamos em frente!

17.4K

5:15 PM - Nov 20, 2019

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iPhone 7 Apple 32GB Dourado 4G Tela 4.7” Retina - Câm. 12MP + Selfie 7MP iOS 11 Proc. Chip A10

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Este é o 7. O iPhone 7 melhora consideravelmente as partes mais importantes da sua experiência com o iPhone. Ele traz um conjunto de câmeras completamente novo, o melhor desempenho e a maior duração de bateria até hoje, sistema de alto-falantes estéreo e tela com mais brilho e cores. Além disso, é resistente à água e respingos.Seu design atingiu um nível sem precedentes de precisão e inovação. O botão de Início foi reinventado. É um botão sólido, criado para ser resistente e responder muito rápido. Ele trabalha com o novo Taptic Engine, dando respostas táteis e precisas quando você encosta – e essas respostas podem ser personalizadas. Já a construção unibody dá a sensação de continuidade em todo o aparelho.Quase tudo que você faz no iPhone acontece na tela. É onde você vê suas fotos, mensagens, navega na Internet e faz inúmeras coisas todos os dias. A tela do iPhone 7 de 4,7" usa o mesmo espaço de cores da indústria de cinema digital e o resultado são imagens nitidamente mais brilhantes e vívidas. O que você vê na tela fica tão real que é até difícil de acreditar.Ele já vem com o novo iOS 11, o sistema operacional móvel mais avançado do mundo que deixa seu aparelho ainda mais pessoal, de uma forma poderosa. A interface é bonita e fácil de usar. Sugestões inteligentes aparecem quando você mais precisa e as tecnologias avançadas protegem sua privacidade e segurança. Além disso, conta com a excelente câmera iSight de 12MP, FaceTime de 7MP e grava vídeos com tecnologia 4K. Seu Chip A10 Fusion com arquitetura de 64 bits e coprocessador de movimento M10 integrado é o mais poderoso até hoje em um smartphone. Com ele, o iPhone 7 é mais rápido do que qualquer iPhone – e mais eficiente. Isso porque a arquitetura totalmente nova aumenta o processamento quando você precisa e diminui quando não precisa, oferecendo a maior duração de bateria em um iPhone e o dobro da velocidade do iPhone 6.Com todas essas novidades e vantagens, o iPhone 7 é considerado poderoso em cada detalhe. E poderoso como um todo.


Link: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/p/iphone-7-apple-32gb-dourado-4g-tela-47-retina-cam-12mp-selfie-7mp-ios-11-proc-chip-a10/158018/

PEC da prisão em Segunda Instância é aprovada na CCJ da Câmara. O Brasil que presta avança.

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