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Incêndio atinge entrada da universidade em Hong Kong durante protesto

Chamas estão localizadas em trincheiras construídas por manifestantes pró-democracia

Chamas estão localizadas em trincheiras construídas por manifestantes pró-democracia

Chamas estão localizadas em trincheiras construídas por manifestantes pró-democracia | Foto: Anthony Wallace / AFP / CP

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Um incêndio de grandes proporções continha a aparente investida da Polícia em um campus universitário em Hong Kong, onde centenas de manifestantes pró-democracia permaneciam entrincheirados nesta segunda-feira (noite de domingo no Brasil), horas depois de os policiais alertarem que poderão usar "munição letal" se confrontados com armas mortais em uma perigosa escalada da crise que sacode a ex-colônia britânica há seis meses.

Desde junho os manifestantes protestam no centro financeiro e ex-colônia britânica, onde muitos de seus 7,5 milhões de habitantes reagiram com fúria à perda de liberdades após a devolução à China. Pequim tem alertado reiteradamente que não tolerará o dissenso, gerando preocupação com um eventual envio de tropas da China continental para pôr fim à espiral de protestos.

Várias explosões foram ouvidas ao amanhecer desta segunda, antes de uma parede de fogo subir na entrada da Universidade Politécnica de Hong Kong (PolyU), reportaram jornalistas da AFP, no que parecia ser uma reação à tentativa da polícia de entrar no campus, repelida por manifestantes, determinados a proteger seu território.

A Polícia informou ter feito três disparos com munição letal nas primeiras horas da manhã em um local de manifestação perto da universidade, mas que ninguém parecia ter sido atingido. Confrontos intensos foram reportados durante todo o domingo, com um policial ferido na perna por uma flecha. Manifestantes respondiam com bombas incendiárias às de gás lacrimogênio lançadas por policiais ao longo do distrito de Kowloon, enquanto um chamado foi feito para defender o campus sitiado. Ali, os manifestantes abaixavam os guarda-chuvas para se proteger dos ocasionais jatos d'água disparados por policiais, e atiraram de volta coquetéis molotov em um veículo blindado, deixando-o em chamas em um viaduto perto do campus.

A polícia declarou o campus cenário de "rebelião" – e levantes são passíveis de punição com penas de até dez anos de prisão – e bloquearam as saídas, enquanto o porta-voz, Louis Lau, fazia um duro alerta em uma transmissão ao vivo no Facebook. "Por meio deste, alerto os agitadores a não usarem bombas incendiárias, flechas, carros ou quaisquer outras armas mortais para atacar os policiais", declarou. "Se continuarem com estes atos perigosos, não teremos outra opção que usar a mínima força necessária, incluindo munição letal", acrescentou.

Três manifestantes foram baleados pela Polícia em meses de protestos sem trégua, mas todos em lutas em meio a conflitos de rua caóticos – e sem um alerta abrangente feito por uma força que depende esmagadoramente de gás lacrimogênio, jatos d'água e balas de borracha para reagir. O medo tomou conta dos manifestantes ainda presos dentro do campus - cuja ocupação é uma guinada nas táticas adotadas por um movimento sem comando, até o momento definido por sua natureza fluida e imprevisível. "Estou assustado. Não tem saída. Tudo o que posso fazer é lutar até o fim", disse um manifestante que se unia à barricada em frente ao prédio da universidade na manhã desta segunda-feira.

"Impotentes"

Owen Li, membro do conselho e aluno da PolyU, disse que o pânico tomou conta das poucas centenas de manifestantes que acredita que estejam escondidos ali. "Muitos amigos se sentem impotentes... Apelamos a toda a sociedade a vir aqui e nos ajudar", acrescentou. Durante todo o domingo, os ativistas repeliram as tentativas da polícia de invadir o campus, atirando pedras de uma catapulta improvisada no telhado da universidade, enquanto um jornalista da AFP viu um grupo de arqueiros encapuzados - alguns carregando flechas esportivas - patrulhando o local. A violência piorou nos últimos dias, com a morte de dois homens em incidentes separados vinculados aos protestos este mês.

O presidente chinês, Xi Jinping, fez esta semana os comentários mais contundentes sobre a crise, afirmando que esta ameaçava o modelo "um país, dois sistemas", sob o qual Hong Kong tem sido regido desde que foi devolvida pela Grã-Bretanha, em 1997. Na semana passada, os manifestantes lançaram a campanha "Blossom Everywhere" (Desabrochar por toda parte), com bloqueios e atos de vandalismo, que forçaram a Polícia a convocar agentes prisionais como reforço, suspender grandes trechos da rede de transporte público de Hong Kong e fechar escolas e shopping centers.

Os manifestantes protestam contra um agora engavetado projeto de lei que prevê a extradição para a China, mas suas demandas agora incluem questões mais amplas, como a violência policial e pedidos por eleições totalmente livres na ex-colônia britânica. O centro financeiro foi empurrado para uma recessão pela agitação sem trégua. Um cartaz que circulou nas redes sociais pedia a continuidade dos atos nesta segunda-feira. "Espremer a economia para aumentar a pressão", dizia.


AFP e Correio do Povo



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Veneza tem novo dia de maré alta

As cidades de Florença e Pisa estão em alerta

As cidades de Florença e Pisa também estão em alerta

As cidades de Florença e Pisa também estão em alerta | Foto: Filippo Monteforte / AFP / CP

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A cidade de Veneza, que registrou inundações ao longo dos últimos dias, voltou a ser atingida por uma maré alta neste domingo, mas de menor magnitude. As chuvas intensas que afetam a Itália, entretanto, colocaram em alerta as cidades de Florença e Pisa. A maré, em Veneza, chegou hoje a 1,50 metro, longe do pico de 1,87 metro identificado na última terça-feira, que deixou a cidade inundada desde então. "A água parou de subir", comemorou o presidente da Câmara de Veneza na rede social Twitter. "Pico de 150 centímetros. Os venezianos ficam de joelhos para rezar", completou Luigi Brugnaro.

As previsões meteorológicas são de marés de até 110 centímetros nos próximos dias, o que deve permitir à cidade avaliar os prejuízos, que o próprio Brugnaro já estimou em centenas de milhões de euros. A emblemática praça de São Marcos reabriu ao final do dia. Alerta Mais ao sul, outras duas cidades italianas com importante patrimônio, Florença e Pisa, foram colocadas em estado de alerta devido à ameaça das águas.

O presidente da região da Toscana, Enrico Rossi, alertou no Twitter para o risco de o Rio Arno transbordar e indicou que foram instaladas barreiras em Pisa como medida de precaução. A defesa civil italiana aconselhou às pessoas que não se aproximem das margens do rio.

Prejuízo

Desde terça-feira, mais de 50 igrejas foram danificadas em Veneza, entre elas, a Basílica de São Marcos, além de lojas e residências. Diversos hotéis registraram cancelamentos para as celebrações de final de ano previstas na cidade. Com 50 mil habitantes, Veneza recebe 36 milhões de turistas anualmente, 90% deles estrangeiros.

Brugnaro anunciou, na última sexta-feira, a abertura de uma conta bancária para quem quiser contribuir com os reparos. "Veneza, um lugar único, é o legado de todos. Graças à sua ajuda, Veneza brilhará novamente", indicou, em comunicado. Na quinta-feira, o governo italiano declarou estado de emergência em Veneza e anunciou ter desbloqueado 20 milhões de euros "para as intervenções mais urgentes".


AFP e Correio do Povo


GOVERNO

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Falou a deputados aliados

PARTIDOS POLÍTICOS

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ECONOMIA

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GOVERNO

Governo lança programa que pretende incluir 50 milhões de brasileiros no SUS

Investimento adicional de R$ 2 bi

CONGRESSO

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INTERNACIONAL

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ECONOMIA

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ECONOMIA

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LAVA JATO

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Empresa é alvo da Lava Jato

MÍDIA

Saiba quanto o governo investe em publicidade nas principais emissoras de TV

Record e SBT superaram Globo

INTERNACIONAL

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Anunciou partida pelo Twitter

INTERNACIONAL

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Plebiscito será feito em abril de 2020


Feriado tem ao menos nove mortos em estradas do Rio Grande do Sul

Acidente mais grave vitimou três pessoas de uma mesma família em Boa Vista do Buricá

Por Eduardo Amaral

Acidente em Boa Vista do Buricá vitimou quatro pessoas, sendo que três eram de uma mesma família

Acidente em Boa Vista do Buricá vitimou quatro pessoas, sendo que três eram de uma mesma família | Foto: Polícia Rodoviária Federal / Divulgação / CP

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Pelo menos nove pessoas morreram no trânsito do Rio Grande do Sul desde o fim da tarde de quinta-feira. O caso mais grave aconteceu na madrugada de domingo na cidade de Boa Vista do Buricá, no Noroeste do estado, onde uma colisão frontal na BR 472 entre um Chevrolet Cruze e uma S10 vitimou quatro pessoas, entre elas uma criança de cinco anos.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o Cruze, com placas de Santa Rosa, trafegava pela rodovia por volta das 2h, no carro estavam três pessoas, um homem de 32 anos, uma mulher de 31 e a criança de cinco. Dentro da S10, com placas de Santo Ângelo, estava apenas o condutor de 74 anos. Todos os envolvidos no acidente faleceram, sendo que dois ainda foram atendidos pela Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiram aos ferimentos e morreram a caminho do hospital.

Em Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, uma pessoa morreu após a colisão entre um Corsa e um ônibus na RSC 453. O acidente aconteceu por volta das das 8h deste domingo, no quilômetro 8 da rodovia, quando os dois colidiram, com o condutor do carro, de 63 anos, falecendo no local. Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) duas pessoas que estavam no ônibus ficaram feridas. Ainda de acordo com o CRBM o ônibus pertence à banda Musical Cassino, e retornava de uma apresentação em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha.

Em Rio Pardo, uma mulher morreu em um acidente de trânsito na BR 471, por volta das 20h30min de sábado. De acordo com a PRF, a vítima, de 48 anos, que não teve o nome divulgado, era a passageira de um Chevrolet Celta. O automóvel, com placas de Rio Pardo, atropelou um cavalo no quilômetro 173 da rodovia. O motorista, de 49 anos, que também não teve o nome divulgado, ficou ferido. Ele foi levado para atendimento um hospital da região.

No interior do estado, dois motociclistas colidiram no início da tarde de sábado, em Crissiumal, no Noroeste, e um deles morreu após o acidente. Esta foi a primeira do ano no município de cerca de 14 mil habitantes. Segundo informações da Brigada Militar, a batida aconteceu em uma estrada vicinal, sem pavimentação, perto da localidade do bairro Vila Planalto. Os motociclistas foram socorridos ao Hospital de Caridade de Crissiumal, mas um deles, Darci Diel, 51 anos, morreu enquanto era encaminhado ao atendimento de emergência.

As primeiras mortes do feriado aconteceram ainda na quinta-feira. Na rodovia BR 290, em Eldorado do Sul, na região Metropolitana, por volta das 18h desta quinta-feira (14), o condutor de um Celta, com placas de Gravataí, morreu após colidir transversalmente em um ônibus. Menos de duas horas depois, por volta das 19h50min, uma pedestre foi atropelado por uma  combinação de veículos de carga em Rio Grande, no sul  do Estado. A mulher de 59 anos foi atingida quando tentava atravessar a pista e faleceu na hora.


Correio do Povo


Colisão deixa um morto e dois feridos na RSC 453, em Venâncio Aires
Carro atropela cavalo e passageira morre em Rio Pardo

GRÊMIO

Grêmio luta, mas é derrotado pelo Flamengo com gol de pênalti

GRÊMIO

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GRÊMIO

Vestiário gremista critica arbitragem após derrota para o Flamengo

SUB-17

De virada, Brasil bate o México e conquista o tetra

BRASILEIRÃO

Palmeiras só empata com Bahia e sonho do título brasileiro fica quase impossível

GERAL

Morre, aos 79 anos, o jornalista gaúcho Jorge Olavo de Carvalho Leite

MUNDO

Mais de 30 mil protestam na Grécia contra governo de direita

Vagas de emprego em Porto Alegre–18.11.2019

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Auxiliar Administrativo
Salário: R$ 1900.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Açores Premium Hotel
Descrição: Auxiliar de forma administrativa, procedendo com atividades de digitação, controle, organização e apoio a realização de demais atividades do setor/ área.
Benefícios
Tíquete alimentação, vale transporte.
Horário
De segunda a sexta, das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00.

EU QUERO ESSA VAGA

Recepcionista
Salário: R$ 1750.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Recepcionar / controlar visitantes. visitantes para os funcionários da companhia. Responder perguntas gerais sobre a organização ou direcionar as perguntas para outros funcionários qualificados a responder. e receber correspondências ou produtos. Telefonista - Efetuar mas, atender e transferir chamadas telefônicas.
Benefícios
Assistência médica / medicina em grupo, auxílio creche, cesta básica, tíquete alimentação, vale transporte.
Horário
De segunda a sexta, das 8h30 às 17h15.

EU QUERO ESSA VAGA

Auxiliar Administrativo
Salário: R$ 1440.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Arckivare Adm.E Sistemas De Arquivos Ltda
Descrição: Realizar o controle e organização de documentos. Atendimento aos clientes. Emissão de relatórios. Compra de materiais de escritório e atividades externas. Auxiliar na emissão de notas fiscais. Auxiliar nas atividades de departamento pessoal.
Requisitos: Ensino médio completo.
Benefícios: Tíquete-refeição, vale-transporte.

EU QUERO ESSA VAGA

Recepcionista
Salário: R$ 2000.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Talento Sul
Descrição: Porto alegre, rs
Efetivo/clt
R$ 1.519 - R$ 2.000 por mês
Atividades:
- Para atuar na recepção;
Requisitos: - Ensino médio completo;- Atender e filtrar ligações;
- Anotar recados e receber visitas;
- Se responsabilizar pela compra de materiais de escritório e higiene;
- Fazer o direcionamento de ligações;
- Envio e controle de correspondências.
Tipo de vaga: Efetivo/clt

EU QUERO ESSA VAGA

Analista de Vendas
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Persona Rh
Descrição: Descrição: Irá atuar com prospecção de novos clientes e vendas de produtos da empresa.

EU QUERO ESSA VAGA

Recepcionista
Salário: R$ 1700.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Recepção, agenda e cuidados com o ambiente de trabalho, recursos humanos, rotinas administrativas.
Benefícios
Assistência médica / medicina em grupo, assistência odontológica, seguro de vida em grupo, tíquete-refeição, vale-transporte

EU QUERO ESSA VAGA

Atendente
Salário: R$ 1300.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Atendimento ao cliente via solucionar ou registrar a solicitação. Ensino médio.
Benefícios
Assistência médica / medicina em grupo, assistência odontológica, celular fornecido pela empresa, vale-transporte

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Vendedor
Salário: R$ 1700.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Atuar com atendimento, vendas em loja no segmento varejista.
Benefícios
Tíquete refeição, vale transporte

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Auxiliar de Serviços Gerais
Salário: R$ 1300.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Camerino - Residencial Geriátrico
Descrição: Executar trabalhos de limpeza e conservação em geral, bem como serviços de entrega e recebimento, utilizando os materiais e instrumentos adequados, e rotinas previamente definidas.

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Atendente
Salário: R$ 2000.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Empresa busca por profissional comprometido, para atuar como atendente.
Imprescindível que já tenha concluído o ensino médio.

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Atendente
Salário: R$ 1800.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Não é necessário experiência, pois será disponibilizado todo o treinamento adequado para que se tenha um crescimento profissional constante.
Imprescindível que já tenha concluído o ensino médio.
Favor anexar

EU QUERO ESSA VAGA

Salário baixo e indignação levaram polícia de Santa Cruz a se voltar contra Evo

O piso salarial dos militares bolivianos é de menos de B$ 2,4 mil, equivalentes a R$ 1,5 mil

O piso salarial dos militares bolivianos é de menos de B$ 2,4 mil, equivalentes a R$ 1,5 mil

O piso salarial dos militares bolivianos é de menos de B$ 2,4 mil, equivalentes a R$ 1,5 mil | Foto: Ronaldo Schemidt / AFP / CP

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Não foi apenas o sentimento de dever cívico despertado por suspeitas de fraude eleitoral que fez com que a Polícia Nacional em Santa Cruz de La Sierra,  o centro comercial da Bolívia, decidisse se amotinar contra o governo Evo Morales, levando à queda do governo. Segundo o comandante da corporação local, coronel Miguel Mercado, o mal-estar da tropa começou com a ordem de aquartelamento que seguiu a eleição de 20 de outubro.

Aquartelados, os policiais não podiam usar os dias de folga para fazer os bicos que complementam o salário baixo, um dos menores do continente. "A polícia boliviana é uma das que recebem menor remuneração em toda a região. A maior parte dos policiais faz seu serviço e depois trabalha em outra coisa. São motoristas de táxi ou têm os próprios negócios. Este problema social da Bolívia é muito grande", disse o coronel ao jornal O Estado de S. Paulo na sede do comando da Polícia Nacional em Santa Cruz.

O motim policial em Santa Cruz foi anunciado no dia 9 pelo presidente da Associação de Soldados, Cabos e Sargentos, Javier Trigueiro. No dia seguinte, pressionado pelo comando das Forças Armadas e os protestos organizados em sua maioria por jovens, Evo renunciou. Segundo Mercado, durante as três semanas em que a tropa ficou aquartelada ou mobilizada em cidades do interior para evitar distúrbios políticos, o mal-estar provocado pela impossibilidade de fazer bicos se somou à indignação cívica. "O desgaste foi este. Afetados por muito tempo de aquartelamento, a maior parte começou a mostrar um mal-estar que piorou quando se falou que existiam fraudes. Os policiais diziam que não podiam trabalhar defendendo a ilegalidade", disse o coronel.

O piso salarial da polícia boliviana é de menos de B$ 2,4 mil, equivalentes a R$ 1,5 mil. No topo da carreira, os vencimentos chegam a B$ 14 mil (R$ 8,7 mil). Esta não foi a primeira vez que a insatisfação salarial da polícia levou à queda de um governo na Bolívia. "Em 2003, quando o governo Sánchez de Lozada caiu, os policiais se amotinaram do mesmo jeito. Por quê? Porque lhes tiraram B$ 50 (para impostos). Isso é muito dinheiro para um policial. Representa o pão de uma semana", lembrou Mercado.

O governo Evo ainda tentou conter o descontentamento depositando B$ 3 mil nas contas de 36 mil policiais de baixa patente, mas era tarde demais. A imagem do sargento Trigueiro anunciando o motim em meio aos líderes do Comitê Cívico pró-Santa Cruz, principal polo da oposição a Evo, viralizou e uma onda de motins policiais se espalhou por vários departamentos.

Para analistas, a revolta da Polícia Nacional em Santa Cruz foi tão importante para a queda do governo quanto as manifestações populares lideradas pelo presidente do comitê cruzenho, o advogado Luís Fernando Camacho, que também se espalharam para o restante do país.

Reduto

Com aproximadamente 3,3 milhões de habitantes, Santa Cruz, a cidade mais rica da Bolívia, é historicamente um reduto de oposição ao governo central de La Paz. O Comitê Cívico nasceu em 1950 de uma demanda local por mais participação na divisão dos impostos federais. Na época, o departamento recebia 1% do montante. Após forte mobilização passou a receber 11%. A demanda por maior autonomia em relação à capital gerou ao longo das décadas várias tentativa de sublevação. A última foi em 2009, quando o Comitê hoje presidido por Camacho liderou a chamada Meia Lua, formada pelos departamentos do leste boliviano (Tarija, Santa Cruz, Beni e Pando) numa tentativa de ganhar autonomia em relação a La Paz que terminou em acordo.

As diferenças em relação a La Paz vão além da política e têm componentes, geográficos, étnicos, religiosos e econômicos. Ao contrário dos departamentos do Altiplano, Santa Cruz fica na planície amazônica, fazendo fronteira com o Brasil. A economia tem como base o agronegócio e a indústria (responde por 25% do PIB e produz 70% dos alimentos da Bolívia) e a população tem origem guarani ou europeia, autodenominada "camba", enquanto no Altiplano a população é em sua maioria de indígenas quíchua ou aimara.

A eleição de Evo com a bandeira de valorização das comunidades indígenas acentuou essas diferenças. O componente racial é um elemento importante na política boliviana. Mas, para o vice-presidente do Comitê Cívico, o médico Romulo Calvo, a cidade reflete mais a cultura inter-racial do que o Altiplano. "Somos a quarta cidade com maior crescimento demográfico do mundo. Aqui em Santa Cruz temos todos os componentes de uma cultura cosmopolita", disse. "Há um pequeno grupo racista, mas não é determinado como corrente política", completou o secretário departamental de governo, Vladimir Peña.

Outro fator diferencial é o cristianismo. Por toda Santa Cruz é possível ver símbolos cristãos. Não foi por acaso que Camacho escolheu o Cristo Redentor como local para as mobilizações nas quais fazia discursos por vezes histriônicos com uma Bíblia na mão. Mas, segundo Peña, o uso de símbolos religiosos é uma característica pessoal de Camacho. "Em Santa Cruz há maior ligação com os símbolos cristãos, mas o que nos move politicamente não é a religião. Camacho deu este impulso, mas a Bíblia não foi determinante para isso", afirmou. Peña e Calvo refutam a possibilidade de o movimento civil que ajudou a derrubar Evo se transforme em uma alternativa política, mas admitem que o nome de Camacho está na boca do eleitorado.


AFP e Correio do Povo


MUNDO

Bolívia tem 23 mortes em quase um mês de crise social

RS terá sol e calor de até 35ºC nesta segunda-feira

Porto Alegre registra temperatura mínima de 14ºC e máxima de 32ºC

Porto Alegre registra temperatura mínima de 14ºC e máxima de 32ºC

Porto Alegre registra temperatura mínima de 14ºC e máxima de 32ºC | Foto: Alina Souza / CP Memória

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O mesmo clima que predominou o feriadão deve marcar a segunda-feira. Grande parte das regiões do Rio Grande do Sul devem registrar um céu limpo com calor intenso. A temperatura mais alta deve ser registrada, segundo a MetSul Meteorologia, em Uruguaiana com previsão de 35ºC.

O tempo aberto com ar seco volta a favorecer um maior resfriamento durante a madrugada, fazendo com que o dia amanheça com temperatura baixas em algumas regiões. É o caso das cidades de Ausentes e Vacaria que devem marcar, respectivamente, mínimas de 6ºC e 9ºC nesta segunda-feira. Entretanto, no decorrer do dia, a temperatura aumenta e ultrapassa os 25ºC em ambas as cidades.

Em Porto Alegre, a segunda-feira será de sol e calor intenso com temperatura mínima de 14ºC e máxima de 32ºC.

Mínimas e máximas

Torres: 15ºC / 26ºC
Caxias do Sul 12ºC / 29ºC
Erechim 14ºC / 30ºC
Santa Maria 14ºC / 32ºC
Santa Rosa 17C / 34ºC
Alegrete 17ºC / 33ºC
Uruguaiana 18ºC / 35ºC
Pelotas 15ºC / 30ºC
Chuí 15ºC / 28ºC


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


Destaques da Semana: Caso Flávio Bolsonaro, congresso do PT e final da Libertadores

Semana tem julgamento do STF sobre dados do ex-Coaf, Lula no encontro petista e Flamengo x River Plate

Flávio Bolsonaro na mira

O Supremo Tribunal Federal julga na quarta-feira se órgãos como Receita Federal, Banco Central e a UIF (Unidade de Inteligência Financeira), antigo Coaf, pode compartilhar dados detalhados de contribuintes com o Ministério Público sem autorização judicial. Com isso, os ministros vão decidir se validam ou não liminar concedida pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, que, atendendo a recurso do senador Flávio Bolsonaro, suspendeu todas as investigações que utilizaram esse tipo de informação sem aval da Justiça. A decisão pode destravar o inquérito que apura a prática de "rachadinha" (quando o funcionário devolve parte do salário a quem o contratou) no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro quando ele era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O futuro do PT

Com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva , que deixou a cadeia no dia 8 beneficiado por decisão do STF que considerou inconstitucional a execução de pena em segunda instância, o PT realiza o seu congresso nacional do dia 22 ao domingo 24, em São Paulo. Além de debater teses para enfrentar as políticas do governo Bolsonaro, a legenda vai discutir o processo eleitoral de 2020 e definir a sua nova direção nacional – a tendência é que a atual presidente, Gleisi Hoffmann , seja mantida como presidente da sigla.

Dinheiro na conta

Os saques de até 500 reais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço serão liberados a partir do dia 22 para trabalhadores que nasceram nos meses de junho e julho. A medida faz parte da flexibilização das regras do FGTS, anunciada pelo governo em julho. Todos os trabalhadores que tiverem recursos no Fundo poderão sacar até 500 reais de cada conta, ativa ou inativa. O Congresso ampliou o saque para 998 reais para aqueles que tinham até um salário mínimo nas contas – a medida, no entanto, ainda precisa ser sancionado pelo presidente Bolsonaro.

PEC Paralela

O Senado deve finalizar nesta semana a votação em primeiro turno da PEC Paralela – proposta que permite que estados e municípios adotem o modelo previdenciário da União, já promulgado pelo Congresso. Após a votação dos destaques, o texto deverá passar por uma nova apreciação em segundo turno e, só depois desse passo, vai para a Câmara.

Debate democrata

Os pré-candidatos democratas ficarão frente a frente na quarta-feira para mais um debate antes das eleições presidenciais de 2020. Desta vez, apenas dez concorrentes se classificaram para o evento, entre eles o ex-vice-presidente Joe Biden e os senadores Elizabeth Warren e Bernie Sanders. Para participar, é preciso que os candidatos ultrapassem a marca de 3% de intenções de voto em pelo menos quatro pesquisas nacionais, além de coletar doações para sua campanha de pelo menos 165.000 doadores únicos. Os embates anteriores tiveram como temas principais a saúde pública, política externa e o escândalo do Ucraniagate, que levou à abertura de um processo de impeachment contra Donald Trump. O último encontro dos candidatos também consagrou Warren como uma das novas favoritas da corrida.

Impasse em Israel

Após a desistência do premiê Benjamin Netanyahu, o opositor Benny Gantz ganhou o direito de tentar negociar a formação de uma aliança em Israel. A criação de uma coalizão ou de um governo de união se tornaram as únicas possibilidades para o país depois da eleição inconclusiva de setembro. Porém, Gantz tem só até esta quarta-feira para anunciar sua coalizão. O líder do partido Azul e Branco tem encontrado dificuldade para negociar com Netanyahu e com as demais legendas. Com o fim do prazo, o cenário aponta para a convocação de mais um pleito.

Eleições no Uruguai

No domingo será realizado o segundo turno das eleições presidenciais no Uruguai. O candidato de centro-direita Luis Lacalle Pou enfrenta Daniel Martínez, da Frente Ampla, partido que governa o país há 15 anos. No primeiro turno, Martínez angariou cerca de 39% dos votos, e Lacalle Pou 30%. As pesquisas sobre a segunda etapa do pleito, porém, dão vantagem para Pou.

Final da Libertadores

Flamengo e River Plate se enfrentam, no sábado 23, na cidade de Lima, no Peru, após muita confusão sobre a escolha da cidade-sede da final da Libertadores, a primeira disputada em partida única. O clube carioca volta à decisão do torneio sul-americano pela primeira vez desde 1981, quando venceu a competição para, depois, conquistar o mundo contra o Liverpool. Se conquistar o título, a equipe treinada por Jorge Jesus terá novamente o time inglês como rival do outro lado da chave no Mundial de Clubes. Já o River busca seu quinto título da Libertadores – o terceiro sob o comando do técnico (e ídolo) Marcelo Gallardo.

Aposta do Brasil no Oscar

Premiado em Cannes e representante brasileiro na disputa por uma vaga no Oscar 2020, A Vida Invisível (2019) estreia nos cinemas do país na quinta-feira. Dirigido por Karim Aïnouz, o longa acompanha a vida de duas irmãs durante os anos 50. A obra é uma adaptação do livro homônimo de Martha Batalha, que disseca através dos dramas das personagens a temática do machismo na sociedade. No elenco, Carol Duarte e Julia Stockler interpretam as protagonistas. Fernanda Montenegro faz uma participação.

Som na caixa

A banda inglesa Coldplay vai alegrar os fãs neste final de ano lançando o seu mais novo álbum Everyday Life no dia 22. O projeto será dividido em duas partes: Sunrise (nascer do Sol) e Sunset (pôr do Sol), cada um composto por oito faixas. O disco – o oitavo de estúdio do grupo – marca o primeiro lançamento do Coldplay desde A Head Full of Dreams, de 2015.

Na forma de PL, projeto do magistério precisa de menos votos para aprovação

Texto revoga ou altera 24 artigos do Plano de Carreira e elimina, em partes ou na íntegra, outras 27 leis

Por Flavia Bemfica

Projeto relacionado ao magistério precisa de menos votos para a aprovação

Projeto relacionado ao magistério precisa de menos votos para a aprovação | Foto: Guilherme Almeida

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Categoria que vem sendo apontada por parlamentares e entidades de servidores como a mais atingida pelo pacote de reformas administrativa e previdenciária do Estado, o magistério estadual promete greve a partir desta segunda-feira, como parte de sua estratégia contra as mudanças. A efetividade da mobilização e as consequências sobre o capital político do governador Eduardo Leite (PSDB) só serão conhecidas em parte no decorrer das próximas semanas. Mas os números disponibilizados no Portal da Transparência e nos projetos confirmam as projeções que vem sendo feitas por deputados e integrantes dos grupos de trabalho montados nas bancadas para analisar os textos. De que eles trazem mudanças complexas nas carreiras da educação, dificultam as promoções e não preveem alterações que possam atender as solicitações históricas do magistério por melhores salários ou a chegada ao patamar de outra área essencial e numerosa, a da segurança, que conseguiu obter ganhos reais significativos nas remunerações durante as duas administrações estaduais anteriores.

O magistério é alcançado em outros dos oito projetos que compõem o pacote do Executivo, mas objeto específico de um, o projeto de lei (PL) 507/2019, que, principalmente, altera seu Estatuto e Plano de Carreira (a lei 6.672/74). É o único PL do pacote, que tem ainda uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e seis projetos de lei complementar (PLCs). Um problema a mais para os professores. Conforme lembrado pelo próprio governador durante o anúncio do envio dos projetos ao Legislativo, enquanto uma PEC precisa obter 33 votos favoráveis (três quintos dos 55 votos do Parlamento), em dois turnos, para ser aprovada, e um PLC necessita de 28 votos (maioria absoluta entre os 55), um PL pode passar em Plenário por maioria simples. Isso significa que, em havendo o quórum mínimo para votação (28 deputados), se a maioria dos presentes votar sim, o projeto é aprovado.

O foco do PL 507 é o plano de carreira estabelecido na lei 6.672, de 1974, que o governo argumenta ter se tornado arcaica a partir das mudanças ocorridas ao longo das últimas quase cinco décadas. Da 6.672 são revogados oito artigos (25, 31, 32, 64, 65, 66, 69 e 108) e alterados ou emendados outros 16 (4º, 7º, 13, 17, 23, 26, 29, 56, 63, 70, 96, 116, 117, 118, 119, 154). Nos anexos, o PL traz ainda o estabelecimento de mais 18 artigos. A mudança não se limita, contudo, à lei 6.672. O projeto também revoga total ou parcialmente outras 27 leis, sendo uma dos anos 60, duas da década de 70, seis dos anos 80, sete dos 90, quatro sancionadas entre 2001 e 2009 e sete datadas no período entre 2010 e 2015.

Educação responde por 29,85% da folha, mas tem 61,36% dos vínculos

Os professores argumentam que as propostas do Executivo promovem um rebaixamento em definitivo dos salários, em função, entre outros pontos, do fim dos triênios, das alterações em gratificações e adicionais e da manutenção de uma remuneração média baixa, combinada com uma diferença pequena entre a remuneração inicial e a final fixadas, o que aumentaria também a distância já existente de outras carreiras. O Executivo rebate que o principal pleito do magistério, de aplicação do atual plano de carreira sobre o piso nacional, é impossível de ser atendido, porque acarretaria custo extra que projeta em R$ 6 bilhões/ano. Apesar de admitir que os salários não são altos, justifica que o fato de a categoria ser a mais numerosa impacta fortemente as contas do Estado como um todo, obrigando as adequações.

Conforme os dados do Portal da Transparência, em agosto a Secretaria da Educação respondeu por 29,85% (R$ 564.044.219,00) dos R$ 1.889.877.946,00 despendidos com a folha geral (todos os poderes). Individualmente, é o maior percentual. Em seguida vem a Brigada Militar: 23,37% (R$ 441.666.964,00). Se a comparação for por áreas, contudo, a Segurança fica à frente, já que sua folha se desdobra em seis: Secretaria da Segurança, Susepe, BM, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e IGP. As seis somaram 38,98% do gasto mensal com a folha (R$ 736.845.250,00). As diferenças salariais são observadas na comparação entre o gasto com a folha e o número total de vínculos. A Educação, que tem 186.514 vínculos (61,36% do total), responde por 29,85% da despesa. A Segurança tem 67.353 vínculos (22,15% do total, sendo 14,31% na BM) e 38,98% da despesa.

Entidade argumenta que, na BM, pagamento por subsídio vai reduzir médias remuneratórias

Nas reuniões e planejamentos de ações contra o pacote do governo, os representantes do magistério não querem focar nas diferenças salariais entre as áreas da Educação e da Segurança por dois motivos: porque avaliam que os integrantes das carreiras da segurança são aliados importantes no embate com o Executivo e porque consideram que os reajustes concedidos a estas categorias foram uma medida justa no sentido da valorização dos servidores, apesar de existirem distorções.

Em comum, o projeto específico para o magistério e o projeto de lei complementar (PLC) 506, que trata de mudanças para integrantes da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros, estabelecem o pagamento por subsídios. Mas, apesar de no caso dos servidores militares, a alteração para subsídio ter sido anunciada pelo governo como feita em atendimento a uma demanda antiga dos servidores, o que é fato, o formato previsto no texto enfrenta forte resistência das corporações.

A Associação dos Oficiais da BM já divulgou nota na qual destaca que a proposta de conceder o subsídio traz embutida a redução significativa dos valores das médias remuneratórias e a aceitação, por parte dos militares, de regras estaduais para sua previdência que julgam inconstitucionais e que contrariam o projeto de lei federal (PL) 1.645/2019. Levantamento atualizado em maio pelo governo estadual aponta que, na BM, a média salarial de soldados de 1ª classe (a menor patente) é de pouco mais de R$ 6 mil. Entre coronéis, ela alcança R$ 34,5 mil.

O 1.645 é o projeto da reforma da previdência dos integrantes das Forças Armadas, cujas mudanças devem ser estendidas a policiais militares e bombeiros nos estados, que prevê regras diferentes daquelas da reforma geral da previdência, e que está em tramitação na Câmara dos Deputados.


Correio do Povo


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