Repórter da Globo é acusada de entrevistar morador de rua com "nojo"

Bárbara Saryne

Yahoo Vida e Estilo

6 de agosto de 2019

Foto: Reprodução/Globo

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Rolou um climão no ‘Bom Dia São Paulo’ desta terça-feira (6). O telejornal começou com uma reportagem sobre moradores de rua que morreram por causa do frio e a repórter Sabina Simonato foi criticada pela forma que conduziu o caso.

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A repórter estava ao vivo no centro de São Paulo quando parou para entrevistar um homem que dormiu na rua. Ele explicou que não se sente seguro nos abrigos, falou que procura se aquecer com cobertores e contou que espera receber uma herança.

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No fim da entrevista, o homem começou a criticar o governo e Sabina o cortou para encerrar o assunto. A repórter se despediu do morador de rua com um aperto de mão, mas um internauta achou o corte indelicado.

Como de costume, logo depois o apresentador Rodrigo Bocardi parou para ler as mensagens dos telespectadores no telão da emissora. Entre os posts, havia um recado elogiando a jornalista: “Que triste ver a falta de compaixão do próximo. Não vi desconforto da Sabina, e sim carinho e cuidado com o entrevistado”.

Bocardi leu o comentário e explicou ao público do que se tratava. “Tem muitas mensagens desse tipo aqui. Isso porque escreveram e agora me foge o nome... Disseram que havíamos tratado com nojo um entrevistado morador de rua depois de uma madrugada inteira no frio encontrando seu caminho”, disse ele.

Foto: Reprodução/Globo

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Sem opinar, Rodrigo e Gloria Vanique seguiram com a atração. Em um determinado momento, inclusive, um telespectador avisou no telão que o apresentador estava com a cara fechada e precisava sorrir. “Estou com cara de bravo? Não tô não. São essas notícias duras, difíceis, acabam incomodando um pouco a gente”, minimizou.

Gloria ainda brincou que o diretor falou no ponto que Rodrigo é chato. “Mas a gente gosta”, completou, aos risos. “Viram a pressão que passo aqui?”, falou Bocardi. No fim do programa, porém, o jornalista voltou a falar do caso do morador de rua.

“Para quem acompanhou o ‘Bom Dia São Paulo’ de hoje, a Sabina Simonato brilhou muito! Brilhou! E amanhã ela está com a gente”, afirmou. Nas redes sociais, a repórter ainda não comentou o assunto, mas lamentou a situação dos moradores de rua.


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Flávio Bolsonaro, as encrencas do Zero Um

Publicado em 6 de ago de 2019

Flávio Bolsonaro é o nome menos afeito a conflitos entre os três filhos políticos do presidente Jair Bolsonaro. Ainda assim, o Zero Um é o protagonista das maiores bombas contra a reputação do clã até agora.
Agora no Senado, depois de quatro mandatos como deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Flávio é visto como um canal direto da Casa com o Palácio do Planalto. Mas, envolvido em escândalos, ele perdeu protagonismo no governo e se tornou uma espécie de armadilha para o pai.

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Leite discute adesão à Recuperação Fiscal com Guedes

Em Brasília, o governador também conversou com o novo presidente do BNDES

Governador Eduardo Leite encontrou-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes

Governador Eduardo Leite encontrou-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

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Em Brasília, o governador Eduardo Leite (PSDB) manteve reuniões para encaminhamentos de pautas do governo gaúcho junto à União, em especial sobre o Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Acompanhado por uma comitiva de secretários, Leite encontrou-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.

Com Guedes, o governador atualizou passos de sua política de privatizações e conversou sobre a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal. "Falamos sobre algumas iniciativas na área energética, que são bastante importantes e que fazem parte da política do Ministério da Economia. Sobre o Regime de Recuperação Fiscal, estamos em uma fase de ajustes e de conversas com a Secretaria do Tesouro Nacional", explicou o governador, em nota distribuída ao final da tarde pela Palácio Piratini.

Segundo Leite, com a aprovação dos projetos de lei que autorizam a venda de estatais, os técnicos do governo intensificaram o contato com o Tesouro para agilizar a adesão ao RRF. Conforme o Piratini, nas últimas semanas, o Estado e a União têm conversado sobre ajustes nas documentações. Leite reiterou sua expectativa de que a adesão ocorra ainda neste semestre.

Em reunião na sede do BNDES, o governador apresentou ao presidente do banco os principais projetos do Estado para firmar acordos com a iniciativa privada. Além de medidas que já estão sendo desenvolvidas com o BNDES, como as modelagens das privatizações da CEEE, da CRM e da Sulgás, Leite reforçou a intenção de ampliar as parcerias.

"Estamos com uma agenda bastante determinada de privatizações. O Estado do Rio Grande do Sul é o que mais avança nessa pauta entre todos os outros entes federativos. Pretendemos estender a parceria com o BNDES para projetos de concessões de rodovias, hidrovias, aeroportos e presídios", detalhou.


Correio do Povo

Vereza ironiza esquerdistas: “A Amazônia estava virgem até a chegada de Bolsonaro”

Resultado de imagem para Vereza ironiza esquerdistas: “A Amazônia estava virgem até a chegada de Bolsonaro”

Amanda Nunes Brückner | 05/08/2019 | 11:17 PM | MÍDIA


Aos 80 anos de idade, o ator Carlos Vereza esbanja inteligência, coerência, patriotismo e uma ‘memória de elefante’.

Sobre as recentes declarações feitas em relação à Amazônia (incluindo uma do Papa Francisco), Vereza destacou:

Não duvidem do poderio do lobby esquerdista, tanto nacional como estrangeiro.

Para eles, a Amazônia estava virgem até a chegada de Bolsonaro, no governo há apenas 6 meses.

Quando Lula desmatou mais de 150 mil quilômetros quadrados no cerrado, para atender o Blairo Maggi, área maior que o estado do Sergipe, o lobby virou o rostinho para o outro lado.

O Vaticano, CNBB, as pastorais, resolveram, agora, fazer uma conferência sobre a Amazônia, justo para abafar a vitória do Brasil no acordo, Europa-Mercosul.


Diário do Brasil

Mourão defende mudanças no País por mais liberdade a empresários

Em Santa Cruz do Sul, vice-presidente defendeu adaptação à realidade econômica e criticou normas que preveem despesas públicas sem indicar arrecadação

Por Otto Tesche

Mourão observou que existe uma proposta de Reforma Tributária na Câmara, outra no Senado e uma terceira do ministro da Economia Paulo Guedes

Mourão observou que existe uma proposta de Reforma Tributária na Câmara, outra no Senado e uma terceira do ministro da Economia Paulo Guedes | Foto: Bruno Pedry / Gazeta do Sul / CP

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O vice-presidente da República, general Antônio Hamilton Martins Mourão, prevê para a próxima semana o início da discussão da Reforma Tributária no Congresso Nacional. Em reunião-almoço com a participação de 150 representantes de diversos segmentos em Santa Cruz do Sul, ele traçou um cenário sobre os desafios e perspectivas mundiais e para o Brasil. Destacou que o mundo está em mutação e, diante disso, defendeu a necessidade de adaptação do País à nova realidade econômica.

Mourão observou que existe uma proposta de Reforma Tributária na Câmara, outra no Senado e uma terceira do ministro da Economia Paulo Guedes. Ele afirmou que atualmente o Estado segue sendo um peso nas costas dos empresários. “É preciso liberdade para trabalhar, ter emprego e renda para a população”, disse. Conforme o vice, a crise no País começou com a Constituição de 1988, ao prever uma série de despesas públicas, mas sem indicar formas de arrecadação. Atualmente a dívida pública beira os 80% do PIB. “Nos Estados Unidos é de 200%, mas com a diferença de que lá há confiança no Estado”, disse. Frisou ainda que por meio da democracia liberal o Brasil encontrará solução para os seus problemas.

Ele lembrou a crise política no País e criticou a fragmentação partidária. Observou que 26 siglas têm hoje represetantes da Câmara dos Deputados. “Os partidos precisam representar o pensamento da sociedade, por isso precisamos fortalecer eles”, afirmou. Mourão disse que é favorável ao voto distrital, pois, além de ter custo menor, fortalece os partidos, com a indicação de candidatos que consideram em condições de exercer da melhor forma os mandatos. Apesar disso, destacou que o Congresso nunca foi tão livre em produzir o que a população quer. “Mas está com partidos representar o que a população quer.”

Além de mostrar um panorama dos problemas mundiais, Mourão destacou como principais desafios do Brasil a incompetência do Estado, a má gestão e a corrupção. Ressaltou que a missão do governo Bolsonaro é libertar a Pátria do jogo da corrupção. Outra preocupação do vice-presidente da República é a vulnerabilidade do País com a entrada de drogas. “O pior flagelo dos últimos 30 anos está nas nossas fronteiras, onde a droga entra para destruir nossa juventude ou passa por cima para abastecer os grandes mercados mundiais”, ressaltou. “Se não travarmos o mercado da cocaína, iremos perder duas ou três gerações”, acrescentou. Destacou as dificuldades de controle ao lembrar que o Brasil faz divisa com dez países, enquanto os Estados Unidos, por exemplo, com apenas dois.

Entre os problemas do País, Mourão ainda destacou a falta da presença mais efetiva do Estado nas favelas, com deficiências na estrutura de água, energia elétrica e rede de esgoto. Observou que nestas áreas domina o tráfico de drogas, pois os traficantes controlam a população e muitas vezes atender às suas necessidades básicas. O vice-presidente também criticou a ineficiência da estrutura logística no Brasil, com a destruição da malha ferroviára há algumas décadas, sobrecarregando as rodovias.


Correio do Povo

Ao criticar governo da Venezuela, Mourão defende as Forças Armadas

Vice-presidente da República participou de lançamento de livro em Porto Alegre

Por Christian Bueller

Vice-presidente fala aos convidados durante lançamento de livro em Porto Alegre

Vice-presidente fala aos convidados durante lançamento de livro em Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer

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"Nosso país nunca passará o que nossos irmãos venezuelanos passaram. Nossas Forças Armadas são democráticas. E, nós, aqui, vamos seguir o que está no Acordo de Lima. Essa turma não virá da Venezuela para gastar o que roubou do povo", afirmou o vice-presidente, general Hamilton Mourão, nessa terça-feira, em Porto Alegre. Ele participou do lançamento do livro "Como Destruir um País - Uma aventura socialista na Venezuela", do consultor Marcelo Suano, que ocorreu no auditório da Fiergs. Mourão assina o prefácio do livro. "Como um país rico como a Venezuela chegou nessa situação? O Marcelo (Suano) conta isso. É importante que entendamos o papel do Hugo Chávez, e que o nosso presidente Jair Bolsonaro diz sempre que as Forças Armadas são fundamentais para um país", diz Mourão.

"O que acontece na Venezuela não é um processo de ontem. Vem de 50, 60 anos. Em todos os lugares do mundo, onde essa forma de conduzir os destinos de um país buscou ser implementada, resultou em morte, pobreza, retrocesso e arbítrio contra os direitos humanos", afirmou ele. A participação do vice-presidente foi breve no evento. Ao público presente, ele falou por cerca de onze minutos. Em seguida, saiu sem falar com a imprensa.

Antes do evento, Mourão participou de encontro reservado com a diretoria da Fiergs.  “As últimas negociações para o passo inicial do equilíbrio das contas públicas é a Reforma da Previdência, que pode não ser ótima, mas é a possível. Aí se abre o caminho para o clima de confiança”, enfatizou ele, aos empresários, sobre a crise fiscal. O presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, destacou que ali estavam industriais de todas as regiões do Estado e todos com o mesmo objetivo: elevar o Brasil no contexto das nações soberanas e prósperas. “Nosso produto final é o desenvolvimento. E queremos sempre crescer, para ajudar o Brasil na sua missão de País com ordem e progresso”, ressaltou.

Sobre a publicação, o autor lembrou que pensou em escrevê-lo a partir de uma aula de Mourão sobre a Venezuela. "Eu escrevia frequentemente, mas recebi dele pilares sobre o tema", revelou o autor, que escreveu em dezesseis dias o livro. Suano explicou que dividiu o livro em três partes: princípios distorcidos, como "democracia" e "constituinte”, visões sobre a violência ocorrida na Venezuela e a ascensão da esquerda na América Latina.  Emocionado, Marcelo Suano agradece à sua mãe, mesmo com dificuldades de locomoção, audição e visão, foi ao evento na Fiergs pela admiração ao vice-presidente Hamilton Mourão. "O senhor é um dos homens mais gentis que  conheci".


Correio do Povo

Ex-marido da presidente Dilma confessa que ela assaltava bancos

Publicado em 20 de out de 2014

:: Carlos Araújo revela crimes cometidos pela atual presidente do Brasil ::

Câmara aprova texto-base da reforma da Previdência em segundo turno

Destaques à proposta serão votados nesta quarta-feira a partir das 9h

| Foto: Cleia Viana - Agência Câmara - CP

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Por 370 votos a favor, 124 contra e 1 abstenção, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição que reforma da Previdência. Sob aplausos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), proclamou o resultado à 0h38 desta quarta-feira, depois de cinco horas de debates.

A sessão foi encerrada logo após o anúncio do placar. Segundo Maia, os deputados começarão a discutir os destaques em sessão marcada para as 9h de hoje. No segundo turno, só podem ser votados destaques e emendas supressivas, que retiram pontos do texto. Propostas que alteram ou acrescentam pontos não podem mais ser apresentadas.

A sessão para votar a reforma da Previdência em segundo turno começou às 19h15min, depois de Rodrigo Maia passar o dia esperando a formação de quórum no Plenário da Casa. Por volta das 19h50min, os deputados rejeitaram um requerimento do PSOL para retirar a proposta de pauta, por 306 votos a 18.

Por volta das 20h55min, os parlamentares votaram um requerimento dos líderes para encerrar as discussões depois de dois deputados terem falado contra e dois a favor. Aprovado com 350 votos favoráveis e 18 contrários, o requerimento ajudou a acelerar a sessão. Em seguida, deputados do centrão e do governo esvaziaram o Plenário para forçar Rodrigo Maia a encerrar e reabrir a sessão, reduzindo o número de requisições da oposição para alongar os debates.

No início da noite, os parlamentares aprovaram, em votação simbólica, a quebra do prazo de cinco sessões entre as votações em primeiro turno e em segundo turno para que a PEC pudesse ser votada ainda nesta madrugada. Nas últimas horas, o Plenário aprovou requerimentos para acelerar a sessão, como o que rejeitou em bloco todos os destaques individuais e o que impediu o fatiamento da votação do texto principal.

O primeiro turno da proposta foi concluído no dia 13 de julho. Na ocasião, o texto principal foi aprovado por 379 votos a 131. Em segundo turno, são necessários também 308 votos para aprovar a PEC, e os partidos podem apresentar somente destaques supressivos, ou seja, para retirar partes do texto. Concluída a tramitação na Câmara, a matéria segue para análise do Senado, onde também será analisada em dois turnos de votação.

Veja como votaram os deputados do RS

SIM

Onyx Lorenzoni (DEM)

Alceu Moreira (MDB)

Darcísio Perondi (MDB)

Giovani Feltes (MDB)

Márcio Biolchi (MDB)

Marcel van Hattem (NOVO)

Marlon Santos (PDT)

Giovani Cherini (PL)

Afonso Hamm (PP)

Jerônimo Goergen (PP)

Pedro Westphalen (PP)

Carlos Gomes (PRB)

Liziane Bayer (PSB)

Danrlei de Deus Hinterholz (PSD)

Daniel Trzeciak (PSDB)

Lucas Redecker (PSDB)

Bibo Nunes (PSL)

Nereu Crispim (PSL)

Sanderson (PSL)

Marcelo Moraes (PTB)

Maurício Dziedricki (PTB)

Santini (PTB)

NÃO

Afonso Motta (PDT)

Pompeo de Mattos (PDT)

Heitor Schuch (PSB)

Fernanda Melchionna (PSOL)

Bohn Gass (PT)

Henrique Fontana (PT)

Marcon (PT)

Maria do Rosário (PT)

Paulo Pimenta (PT)


Agência Brasil e Correio do Povo