Smartphone Motorola Moto G6 Play 32GB Indigo - 4G 3GB RAM Tela 5,7” Câm. 13MP + Câm. Selfie 8MP

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O smartphone Moto G6 Play 4G da Motorola é o seu próximo telefone. Não há nada nele que não seja incrível. Seu desempenho, à partir do processador Qualcomm Snapdragon 430 1.4 GHz Octa-Core, é invejável e somado à memória interna de 32GB e ao RAM de 3GB, leva tudo a um outro nível.Tire fotos sensacionais ou selfies divertidas com as câmeras principal e frontal de 13 e 8MP respectivamente. Ambas possuem flash, para deixar tudo mais legal. E elas ainda vem com recursos extras que vão fazer você se sentir um fotógrafo profissional.Veja o resultado das suas fotos, ou mesmo jogos e vídeos, na tela Max Vision HD+ de 5,7” sem bordas, potencializando a sua experiência. E, pra te dar a liberdade que você merece, ele é desbloqueado e Dual Chip, o que significa que você fazer ligações do jeito que quiser. Sem falar que ainda conta com Rádio FM pra curtir suas músicas e Bluetooth para compartilhar arquivos.E todo esse potencial só é possível através do Android 8.0 Oreo, o sistema operacional mais moderno, que garante uma navegação fluída, rápida e tranquila.


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Carlos Bolsonaro, os rompantes do Zero Dois

Publicado em 6 de ago de 2019

Carlos Bolsonaro conquistou uma vaga na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro em outubro de 2000, quando tinha apenas 17 anos. Se tornou o mais jovem vereador da história do Brasil.
Dos três filhos políticos, é o mais próximo do pai. O que mais ajuda Jair Bolsonaro com as redes sociais. E o que mais tem momentos de explosão para defender o presidente da República.

Deputada Carla Zambelli vai pedir expulsão de Alexandre Frota do PSL


'Ele se pronuncia em nome do partido, dando a entender que seria a opinião da maioria', diz ela

A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) vai pedir a expulsão do deputado Alexandre Frota (PSL-SP) do partido.

NÃO PODE 

“Ele ataca o presidente Jair Bolsonaro sem apresentar nenhum argumento concreto e ainda se pronuncia por diversas vezes em nome do partido, dando a entender que seria a opinião da maioria”, diz a parlamentar.

REPROVADO 

Zambelli lembra que Frota já afirmou que Bolsonaro é sua “maior decepção” e que dava nota 4 ao governo.

BATE, CORAÇÃO 

“Tem muita gente no PSL que é na verdade do PSDB. Que mudem logo de partido”, afirma. Ela apresentará uma representação ao Conselho de Ética da legenda.

Leia a coluna completa aqui.

O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP)O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) - Pedro Ladeira/Folhapress

Mônica Bergamo

Jornalista e colunista.


Folha de S. Paulo

Millôr afirmou que desconfia das pessoas que lucram com sua ideologia. O tema era Chico Buarque

Quem quer o impeachment de Jair Bolsonaro?

Publicado em 5 de ago de 2019

O Congresso voltou do recesso com um assunto sensível para o presidente Jair Bolsonaro: a possibilidade de que um pedido de impeachment seja protocolado. A oposição marcou uma reunião para esta terça-feira, dia 6, para discutir o tema.
No podcast Traumann Traduz, o jornalista Thomas Traumann analisa essa possibilidade: "É verdade que nesses sete meses, ele se tornou o presidente em início de mandato mais impopular da história, mas não há nesse momento as condições para o seu afastamento", explica. "Mais importante do que saber se um presidente cometeu um crime passível de impeachment é entender a sua capacidade de governar."
Em cinco minutos, Traumann explica os motivos que levaram ao afastamento de Fernando Collor e de Dilma Rousseff, razões essas que hoje ainda não colocam em xeque o governo Bolsonaro — mas podem se transformar em problemas no futuro.

Quadro à venda em promoção


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Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
   (51) 9 8502.8080

Falta alguém para enquadrar o STF

Toffoli, Gilmar e Moraes tornaram-se donos do poder sem voto nem vergonha porque deputados e senadores dependem de sua complacência e Bolsonaro é refém das decisões do trio para blindar o filho Flávio

José Nêumanne

Toffoli, Gilmar e Moraes, o trio Cala Boca que está amordaçando todo cidadão brasileiro com independência e espírito crítico. Foto: André Dusek/Estadão

Toffoli e Alexandre de Moraes continuam sua caminhada desabrida para deixar claro que no Brasil os ministros do STF podem tudo, a ponto de qualquer cidadão que contestá-los ser processado com risco de  censura e prisão. Não há resistência a essa postura tirânica dele entre seus pares do plenário nem no Congresso, presidido pelo denunciado de pegar propina Rodrigo Maia, codinome Botafogo, nem no Senado, pois Alcolumbre acaba de ser agraciado com perdão a suspeitas de desvios contábeis em suas campanhas por Rosa Weber. Enquanto isso, na certa para agradecer ao presidente do STF pela proibição de auditores do Coaf investigarem as movimentações atípicas ma conta do gabinete de seu primogênito, Flávio, na Alerj, Bolsonaro dispõe-se a demitir o presidente do órgão de inteligência financeira e a promover o advogado-geral da União à vaga para a qual tinha anunciado Moro no próprio STF. Ou seja, nós, cidadãos indefesos, estamos no mato acuados pela cachorrada. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ver o vídeo no YouTube clique no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=fndp1ZRIsIg&feature=youtu.be


Estadão

‘Governadores do Nordeste querem a divisão do País’, diz Bolsonaro

Presidente concede entrevista ao ‘Estado’ durante visita à Bahia e mantém tom de confronto com políticos da região

Patrik Camporez, O Estado de S.Paulo

ENVIADO ESPECIAL / SOBRADINHO (BA) - O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista exclusiva ao Estado que, em seu entendimento, governadores do Nordeste agem para “dividir o País”, enquanto ele trabalharia para unir. Bolsonaro deu uma carona para a reportagem enquanto se deslocava em Sobradinho, na Bahia, na sua segunda viagem ao Estado em menos de um mês após controvérsia com políticos da região. Em um áudio captado pela TV Brasil, Bolsonaro diz que o governo federal não devia dar “nada” para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). Ele nega que na ocasião tenha usado o termo “paraíba” de forma pejorativa.

LEIA TAMBÉM <?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />>Eliane Cantanhêde: A ricos e aliados, tudo

JAIR BOLSONAROO presidente Jair Bolsonaro discursa durante cerimônia de inauguração de usina de energia em Sobradinho, na Bahia. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Sobre as polêmicas causadas por declarações recentes, o presidente disse que tenta ser um pouco mais polido, mas que o seu estilo é o mesmo da época da campanha. Aos que o criticam, afirmou: “Paciência. Já sabiam que eu era assim. A gente procura se polir um pouco mais, mas acontece”. Leia os principais trechos da entrevista:

O sr. fez nesta segunda-feira, 5, um discurso inflamado dizendo que o Brasil não pode se dividir. Pode explicar melhor?

O PT lançou a divisão entre nós. E nós temos de nos unir. Agora mesmo estão tendo indícios de que, se não todos, a maioria dos nove governadores do Nordeste quer começar a implementar a divisão do Nordeste contra o resto do Brasil.

A sua vinda ao Nordeste é para sinalizar algo à população?

Não é para isso. Minha maneira de ser sempre foi essa. Unir este país, não desunir.

Boa parte do seu eleitorado diz que gosta do chamado “Bolsonaro raiz”. O sr. está voltando a ser “Bolsonaro raiz” depois das eleições de outubro?

Não há diferença do que eu pensava na campanha e do que eu penso agora. Eu quero implementar o que eu falei em campanha. Pela primeira vez na história do Brasil um presidente está buscando honrar aquilo que prometeu durante a campanha. Agora, palavrão sai de vez em quando, isso é natural, pô. Agora, alguns falam que isso não é linguajar para um presidente. Paciência. Já sabiam que eu era assim. A gente procura se polir um pouco mais, mas acontece. Mas isso não vai me aborrecer, essas conotações que dão, quando a gente fala um pouco mais com o coração do que com razão.

O sr. participou da inauguração de uma usina de energia em Sobradinho (BA). Foi a segunda viagem ao Nordeste desde o início do seu mandato.

Essa obra efetivamente começou a andar no governo do (ex-presidente) Michel Temer. Então, não é obra minha, para não achar que estou querendo pegar obra de ninguém. Agora, também, a obra é feita com dinheiro público. Não tem pai da criança. Todo o povo brasileiro é que é pai da criança. Estou rodando o Brasil todo, para mostrar, ter espaço, junto à imprensa e dizer que nossa união pode realmente fazer um Brasil melhor.

Como o sr. avalia as críticas em relação ao seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, ser embaixador nos Estados Unidos?

Num primeiro momento, por ser filho meu, foi bombardeado. O (Donald) Trump mesmo, semana passada, falou que acompanha meu trabalho, me chamou de “Trump dos Trópicos”. E citou meu filho Eduardo Bolsonaro como uma pessoa que ele conhece. E quer melhor referência do que essa? Impossível? Agora, obviamente (a indicação) passa pelo Senado, por comissão no Senado.

Com relação à Amazônia, o sr. acha que existe interesse estrangeiro por trás dos dados que mostram aumento de 40% no desmatamento da região?

Tinham interesse por essa área antes mesmo de o Brasil ser descoberto. E aí, é uma loucura minha? 1492. Descobriram a América. O que aconteceu em 1494, dois anos depois? Tratado de Tordesilhas. 1500, descobriram o Brasil. Por coincidência ou não, essa área não seria nossa. O espírito aventureiro do brasileiro, do português, é que fez com que esse tratado não fosse respeitado e fosse revogado. Então, a conquista vem daí. Agora, (a Amazônia) é a área mais rica do mundo. Está sentado à sua esquerda aqui a pessoa que já comandou o Comando Militar da Amazônia e conhece muito bem, melhor do que eu (aponta para o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno Ribeiro). É a área mais rica do mundo, sem comentários. São incalculáveis as riquezas minerais que têm por ali, a biodiversidade.

Na avaliação do sr., a divulgação desses dados é feita por algum tipo de interesse?

A esquerda usa as minorias para atingir seu objetivo. Ela pega as minorias e usa. Procura um afrodescendente com a cabeça no lugar. Por que ele foi beneficiado com as políticas de cotas do passado? Benefício nenhum, zero. A questão das comunidades indígenas, a mesma coisa. Usam o índio, usam o negro, usam a comunidade LGBT para atingir seus objetivos. Usam o povo do Nordeste muitas vezes.

O sr. faz críticas à imprensa, mas ao mesmo tempo tem atendido jornalistas com frequência. Como está essa relação?

Uma coisa é você que está na ponta da linha, o cara que opera uma câmera. A outra é lá em cima, o editor e o dono do jornal. Eu gostaria que o que eu vou falar aqui não fosse verdade, e essas palavras aqui não são minhas, mas eu assino embaixo: “Quem não lê jornal, não está informado. Quem lê, está desinformado”. Eu queria que essa máxima deixasse de existir. (Nesse momento, o presidente abre sites de notícias no celular e passa a comentar notícias.)

E a relação do sr. com os demais Poderes da República?

Toffoli (ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal), por exemplo, como ele está sob ataques, o pessoal (da imprensa) quer dizer que eu seria um Toffoli do Executivo. O que eu penso do Toffoli: ele é o chefe do Poder Judiciário. E tem de ter respeito e consideração por parte do chefe do Executivo. E vou tratá-lo com todo respeito e consideração, não interessa o que seja discutido lá dentro do Supremo. O que por ventura eu não goste, sou obrigado democraticamente a aceitar. E ponto final.

JAIR BOLSONAROBolsonaro cumpre agenda em Sobradinho, na Bahia Foto: ALAN SANTOS/PR

Bolsonaro descarta ‘xiita ambiental’ no comando da PGR

Sobre a sucessão na Procuradoria-Geral da República, o senhor vem sendo muito sondado?

Têm ministros e autoridades de vários Poderes (sondando). Essa decisão passa pela minha caneta Bic, pô. E é uma função que a responsabilidade vai ser minha. O que eu quero do futuro chefe da Procuradoria-Geral da República? Que queira ajudar o Brasil com suas ações. Não um cara que fique lá só preocupado de forma xiita com questão ambiental ou de minoria. Quero uma pessoa que vá ao Parlamento e converse comigo, converse contigo da imprensa e ajude a tirar o Brasil dessa situação.

E como está a relação com o Congresso?

Continua com muito amor e carinho (risos). (Nesse momento, o presidente vê pessoas paradas na pista e pede que o motorista pare para tirar fotos. Antes, quer saber se tem muita gente. O motorista diz “médio”. Mas ele decide parar. O ministro Augusto Heleno, do GSI, diz que “ele gosta muito disso”. Minutos depois, volta ao carro e retoma a entrevista.)

Como o senhor se informa todos os dias? Recebe muitas coisas dos ministros?

Olha, eu tenho uma rede de “zap” (WhatsApp) que você está vendo aqui, olha (mostra o telefone). No momento eu tenho 64 pessoas para responder. Logicamente que não dá para atender a todo mundo. Mas, de acordo com o grau de amizade e de responsabilidade e confiança, a gente prioriza as pessoas para ouvir e que tenha notícias por aqui. Eu não preciso procurar o site O Estado de S. Paulo, por exemplo, para saber se tem uma boa ou má notícia lá. Alguém vai passar para mim.

Mas o senhor acessa diretamente os sites também?

Sim, inclusive O Estado de S. Paulo está entre os meus prioritários aqui (abre no celular no site do ‘Estado’ e comenta as notícias do dia). É só botar o “E” e já vem (o endereço do site) O Estado de S. Paulo aqui, ó (mostra o buscador no aplicativo do celular. Na sequência, relembra que colaborou com o ‘Estado’ quando era adolescente. Bolsonaro teve 21 palavras cruzadas de sua autoria publicadas no jornal entre 1971 e 1976. O presidente também trabalhou como entregador de jornal).

No caso dos hackers e do vazamento de mensagens de procuradores, o sr. saiu em defesa do ministro Sérgio Moro. Por quê?

É fazer justiça, não é proteção. Quer ver uma coisa, é um crime invadir o celular dos outros. Assim com é um crime roubar um carro. Agora, se alguém rouba um carro e vende o carro, quem recebe está praticando crime de receptação. Eu entendo da mesma maneira. Quem recebe algo que foi recebido de forma criminosa, como os dados dos telefones, está praticando receptação também, mais nada.

Quanto ao acordo da União Europeia com o Mercosul, o senhor acredita ser a maior conquista do seu governo até aqui?

Olha, está há 20 anos no papel, não é? O governo (Michel) Temer deu um passo muito bom nesse sentido. E nós simplesmente fechamos. Tinha pequenos acertos para serem feitos, como a questão do vinho, a questão do leite. E nós conversamos com os vinicultores, com o pessoal produtor de leite também. Foi feito um acordo entre nós, como reduzir imposto por parte deles para não perder competitividade. E esse acordo abre espaço enorme para o comércio com a Europa. Os países do Mercosul e Europa têm um mercado de quase 800 milhões de pessoas. Um mercado consumidor enorme. E temos aí 25% do PIB pela frente. Tanto é que o Japão e a Coreia do Sul vão acelerar o acordo conosco. O Donald Trump (presidente dos Estados Unidos) quer conversar e já está conversando conosco nesse sentido. Então, o Brasil ganha.

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Estadão

Episódio com hacker interrompe projeto eleitoral de Manuela D'Ávila

Revelação de que ex-deputada passou contato do jornalista Glenn Greenwald a hacker que invadiu telefones de autoridades muda planos do PCdoB para 2020

Pedro Venceslau e Ricardo Galhardo, O Estado de S. Paulo

Correções: 05/08/2019 | 13h00

PCdoB oficializa candidatura de Manuela DManuela foi candidata a vice na chapa de Fernando Haddad em 2018 Foto: Dida Sampaio/Estadão

Após a revelação, no fim de julho, de que a ex-deputada Manuela D’Ávila (RS) foi a ponte entre o hacker que violou telefones de centenas de pessoas, entre elas autoridades dos três Poderes, e o site The Intercept Brasil, a direção do PCdoB interrompeu, pelo menos temporariamente, a estratégia pensada para ela – aproveitar a grande exposição obtida pela candidatura à Vice-Presidência na eleição do ano passado para consolidá-la como um nome forte do partido para 2020. O episódio, no entanto, obrigou a ex-deputada a se recolher.

LEIA TAMBÉM <?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />>Hacker diz que Manuela D’Ávila foi contato entre ele e The Intercept

Na última semana, Manuela parou de dar entrevistas e de interagir no WhatsApp – território que dominava com desenvoltura – e se impôs uma espécie de autoexílio na Escócia, onde faz curso de inglês, ao lado do marido e da filha. Seus advogados, José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, e Alberto Toron, também têm fugido dos microfones.

A ideia é evitar que a ex-deputada vire protagonista do caso conhecido como “Vaza Jato” e que seu papel fique circunscrito ao que foi divulgado até agora: o de apenas intermediária entre o hacker Walter Delgatti Neto, o Vermelho, e o jornalista Glenn Greenwald.

No entorno de Manuela a ordem é protegê-la de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que tentam usar o episódio para transformá-la no vínculo entre o hacker e o PT de Fernando Haddad, de quem ela foi candidata a vice na eleição presidencial do ano passado.

Depois da eleição, a única missão partidária de Manuela foi se manter em evidência por meio de uma agenda que misturava feminismo, maternidade e combate às fake news – assunto que ganhou destaque na última disputa presidencial.

Prefeitura. No início do ano, o PCdoB chegou a cogitar que ela transferisse o título eleitoral para São Paulo a fim de se lançar candidata à Prefeitura da maior cidade do Brasil, onde ganharia ainda mais visibilidade e a possibilidade de marcar diferenças em relação ao PT. Mas Manuela rejeitou de pronto a ideia e se mantém como pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre, onde lidera as pesquisas de opinião.

Manuela está sem ocupar um cargo público pela primeira vez desde 2005, quando ganhou a sua primeira eleição como vereadora de Porto Alegre. Depois disso foi deputada federal por dois mandatos e deputada estadual pelo Rio Grande do Sul na legislatura que se encerrou no fim do ano passado.

Após a derrota no segundo turno, ela anunciou que estava abrindo uma loja de camisetas com frases políticas muito difundidas durante a eleição. Manuela disse que a ideia era que a venda financiasse seu novo instituto, o “E Se Fosse Você” – criado, segundo ela, para combater fake news e “redes de ódio”.

Essa foi a forma encontrada por Manuela para cumprir a tarefa partidária de se manter em evidência enquanto o PCdoB articula seu futuro político. Além da ONG, a ex-deputada também viajou pelo Brasil para lançar o seu primeiro livro, intitulado Revolução Laura, com histórias e reflexões sobre suas experiências desde a chegada da filha, hoje com 4 anos. No segundo semestre, ela planeja lançar seu segundo livro, ainda sem título, sobre feminismo.

Retorno. Segundo pessoas próximas à ex-deputada, o autoexílio tem prazo para terminar. Manuela deve voltar ao Brasil antes da reunião do comitê central do PCdoB marcada para o dia 16, que deve ser transformada em um ato de desagravo e solidariedade à ex-deputada.

Às poucas pessoas com quem teve contato, ela tem demonstrado tranquilidade e confiança de que não cometeu crime algum. Formalmente ela não é investigada. Na semana que vem seus advogados vão entregar à Polícia Federal as mensagens que ela trocou com Vermelho no dia 12 de maio, quando o hacker invadiu seu celular. 

Amigos dizem que ela pensou que a abordagem era uma armadilha preparada por adversários, até que Vermelho começou a enviar conteúdos das mensagens hackeadas. Mesmo assim, afirmaram, Manuela agiu com precaução e tentou se desvencilhar, indicando um jornalista de sua confiança.

Manuela já entregou à PF comprovantes das reservas de passagens e estadia na Escócia feitas bem antes do contato com Vermelho como provas de que não está fugindo do Brasil.

PCdoB oficializa candidatura de Manuela DPCdoB chegou a lançar Manuela como candidata a presidente em 2018 Foto: Dida Sampaio/Estadão

Correções

05/08/2019 | 13h00

Diferentemente do que afirmou o Estado na reportagem, a ex-deputada Manuela D'Ávila manteve as interações no Twitter e no Instagram. Ela deixou de interagir no aplicativo WhatsApp e não tem dado entrevistas.   

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Após a revelação, no fim de julho, de que a ex-deputada Manuela D’Ávila (RS) foi a ponte entre o hacker que violou telefones de centenas de pessoas, entre elas autoridades dos três Poderes, e o site The Intercept Brasil, a direção do PCdoB interrompeu, pelo menos temporariamente, a estratégia pensada para ela – aproveitar a grande exposição obtida pela candidatura à Vice-Presidência na eleição do ano passado para consolidá-la como um nome forte do partido para 2020. O episódio, no entanto, obrigou a ex-deputada a se recolher.

LEIA TAMBÉM <?XML:NAMESPACE PREFIX = "[default] http://www.w3.org/2000/svg" NS = "http://www.w3.org/2000/svg" />>Hacker diz que Manuela D’Ávila foi contato entre ele e The Intercept

Na última semana, Manuela parou de dar entrevistas e de interagir no WhatsApp – território que dominava com desenvoltura – e se impôs uma espécie de autoexílio na Escócia, onde faz curso de inglês, ao lado do marido e da filha. Seus advogados, José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, e Alberto Toron, também têm fugido dos microfones.

A ideia é evitar que a ex-deputada vire protagonista do caso conhecido como “Vaza Jato” e que seu papel fique circunscrito ao que foi divulgado até agora: o de apenas intermediária entre o hacker Walter Delgatti Neto, o Vermelho, e o jornalista Glenn Greenwald.

No entorno de Manuela a ordem é protegê-la de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que tentam usar o episódio para transformá-la no vínculo entre o hacker e o PT de Fernando Haddad, de quem ela foi candidata a vice na eleição presidencial do ano passado.

Depois da eleição, a única missão partidária de Manuela foi se manter em evidência por meio de uma agenda que misturava feminismo, maternidade e combate às fake news – assunto que ganhou destaque na última disputa presidencial.

Prefeitura. No início do ano, o PCdoB chegou a cogitar que ela transferisse o título eleitoral para São Paulo a fim de se lançar candidata à Prefeitura da maior cidade do Brasil, onde ganharia ainda mais visibilidade e a possibilidade de marcar diferenças em relação ao PT. Mas Manuela rejeitou de pronto a ideia e se mantém como pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre, onde lidera as pesquisas de opinião.

Manuela está sem ocupar um cargo público pela primeira vez desde 2005, quando ganhou a sua primeira eleição como vereadora de Porto Alegre. Depois disso foi deputada federal por dois mandatos e deputada estadual pelo Rio Grande do Sul na legislatura que se encerrou no fim do ano passado.

Após a derrota no segundo turno, ela anunciou que estava abrindo uma loja de camisetas com frases políticas muito difundidas durante a eleição. Manuela disse que a ideia era que a venda financiasse seu novo instituto, o “E Se Fosse Você” – criado, segundo ela, para combater fake news e “redes de ódio”.

Essa foi a forma encontrada por Manuela para cumprir a tarefa partidária de se manter em evidência enquanto o PCdoB articula seu futuro político. Além da ONG, a ex-deputada também viajou pelo Brasil para lançar o seu primeiro livro, intitulado Revolução Laura, com histórias e reflexões sobre suas experiências desde a chegada da filha, hoje com 4 anos. No segundo semestre, ela planeja lançar seu segundo livro, ainda sem título, sobre feminismo.

Retorno. Segundo pessoas próximas à ex-deputada, o autoexílio tem prazo para terminar. Manuela deve voltar ao Brasil antes da reunião do comitê central do PCdoB marcada para o dia 16, que deve ser transformada em um ato de desagravo e solidariedade à ex-deputada.

Às poucas pessoas com quem teve contato, ela tem demonstrado tranquilidade e confiança de que não cometeu crime algum. Formalmente ela não é investigada. Na semana que vem seus advogados vão entregar à Polícia Federal as mensagens que ela trocou com Vermelho no dia 12 de maio, quando o hacker invadiu seu celular. 

Amigos dizem que ela pensou que a abordagem era uma armadilha preparada por adversários, até que Vermelho começou a enviar conteúdos das mensagens hackeadas. Mesmo assim, afirmaram, Manuela agiu com precaução e tentou se desvencilhar, indicando um jornalista de sua confiança.

Manuela já entregou à PF comprovantes das reservas de passagens e estadia na Escócia feitas bem antes do contato com Vermelho como provas de que não está fugindo do Brasil.

PCdoB oficializa candidatura de Manuela DPCdoB chegou a lançar Manuela como candidata a presidente em 2018 Foto: Dida Sampaio/Estadão

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Diferentemente do que afirmou o Estado na reportagem, a ex-deputada Manuela D'Ávila manteve as interações no Twitter e no Instagram. Ela deixou de interagir no aplicativo WhatsApp e não tem dado entrevistas.   

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O smartphone G7 da Motorola deixa sua vida em tela cheia para assistir seus filmes, jogos e fotos, já que conta com uma tela FHD+ de 6,24", assim nenhum detalhe vai passar despercebido. Se você curte tirar fotos, vai adorar a câmera traseira dupla de 12MP e 5MP, você vai ter qualidade e nitidez em todas as fotos, porque as duas câmeras tiram a foto ao mesmo tempo, melhorando ângulo, foco e iluminação. E tem também a câmera frontal de 8MP pra fazer aquela selfie com os amigos. Se gosta de games e vídeos, o desempenho do processador Octa-core 1.8 Ghz e 4GB de RAM vai manter a performance, sem aquelas travadinhas. Quer salvar fotos e vídeos sem se preocupar?! O Motorola G7 tem 64GB de memória interna para salvar tudo que precisa. Fique conectado em qualquer lugar, pois esse aparelho na cor ônix conta com a tecnologia 4G e é dual chip, que dá pra aproveitar as promoções de duas operadoras.



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