Onyx confirma que estrutura do novo governo contará com 22 ministérios

Bolsonaro anunciou 20 nomes e falta definir quem vai chefiar as pastas do Meio Ambiente e Direitos Humanos

Resultado de imagem para public speaking

Onyx afirmou que o futuro Ministério da Economia ficará responsável pela gestão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) | Foto: Fátima Meira / Futura Press / Estadão Conteúdo / CP

O ministro extraordinário da transição de governo e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, confirmou nesta segunda-feira que a estrutura do novo governo contará com 22 ministérios. Durante coletiva de imprensa realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição, o ministro apresentou o desenho do novo governo - que conta com sete pastas a mais do que o presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu durante a campanha.

Até o momento, Bolsonaro anunciou 20 nomes e falta definir quem vai chefiar as pastas do Meio Ambiente e Direitos Humanos. Onyx disse que os nomes podem ser divulgados esta semana ou não.

De acordo com o ministro, a equipe de Bolsonaro começou a formular a estrutura em setembro do ano passado, sob comando de Abraham Weintraub, que vai assumir a secretaria executiva da Casa Civil. Onyx disse ainda que amanhã o presidente eleito vem a Brasília e começa a conversar com as bancadas dos partidos sobre "novo relacionamento" com o Congresso.

"Amanhã começamos a conversar com as bancadas para estabelecer com clareza a forma como vai ser o novo relacionamento. Todos vocês são testemunhas de aonde nos levou o presidencialismo de coalizão, o toma lá, dá cá", disse o futuro chefe da Casa Civil. O futuro ministro afirmou que não pode apresentar divisão por secretarias porque o ajuste fino é complexo. "Queremos acabar com sombreamento (entre ministérios), temos muito trabalho", disse.

Gestão do FGTS ficará no Ministério da Economia

Onyx afirmou que o futuro Ministério da Economia, que será comandado por Paulo Guedes, ficará responsável pela gestão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que reúne recursos de trabalhadores e ajuda a financiar uma série de políticas públicas. O ministro, no entanto, não esclareceu se esse será o mesmo destino do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os dois fundos hoje estão sob o guarda-chuva do Ministério do Trabalho, que será extinto e terá suas atribuições redistribuídas entre as pastas da Justiça, da Economia e da Cidadania.

Segundo Onyx, na Justiça ficará a secretaria de registros sindicais, que foi foco de investigações recentes. "No Ministério da Economia estará outra parte muito importante, uma menor (ficará) na Cidadania", afirmou o ministro, dizendo que os detalhes ainda estão sendo decididos pela transição.

Sob o comando de Guedes, Onyx adiantou que devem ficar as partes de fiscalização e de políticas pública para emprego. "Depois tem ajustes finos", disse. Segundo ele, toda essa divisão ainda está sendo debatida entre Guedes e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro.

Onyx reafirma que Casa Civil ficará com articulação política com Congresso

Ony também confirmou que a Casa Civil ficará com a missão de coordenar a articulação política do novo governo de Jair Bolsonaro com o Congresso Nacional. Segundo ele, a Secretaria de Governo, que hoje faz esse meio de campo com os parlamentares, ficará responsável por assuntos federativos e pela interlocução com Estados e municípios.

Dessa forma, Onyx concentrará uma das principais funções dentro do Palácio do Planalto, esvaziando a tentativa de enfraquecer a pasta que comandará a partir de 1º de janeiro de 2019. Ele ressaltou que Bolsonaro já "bateu o martelo" sobre o desenho que está sendo apresentado hoje.

Onyx detalhou que a Casa Civil terá uma secretaria específica para cuidar da articulação com a Câmara e outra para fazer a negociação com o Senado Federal. "Teremos um time de ex-deputados e ex-senadores para cuidar de Câmara e Senado. Não haverá toma-lá-dá-cá", afirmou.

Ele confirmou que o deputado Carlos Manato (PSL-ES), que não se reelegeu, fará parte desse elenco. No entanto, o ministro ressaltou que não está definido o número de ex-parlamentares que fará a ponte com o Congresso. "Não temos fórmula pronta, trabalhamos nessa construção", disse Onyx.

O que está garantido é que não haverá nenhum titular de mandato nessas funções. "Os parlamentares serão atendidos através de suas bancadas, frentes e de seus Estados", afirmou o ministro. Segundo ele, quem ficar responsável pela articulação não trabalhará para ele, mas "para o Brasil".

O futuro chefe da Casa Civil negou que o vice-presidente eleito, General Mourão (PRTB), assumirá funções de articulação junto ao Congresso Nacional - o que provocaria esvaziamento das funções da Casa Civil. "O vice tem uma missão constitucional, ele tem que estar plenamente disponível para substituir o presidente", afirmou Onyx, ressaltando porém que Mourão "vai ajudar em muitas áreas".

Onyx confirmou ainda que o general Santos Cruz ficará à frente do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Ele disse ainda que a Secretaria-Geral da Presidência vai ficar com todos os aspectos de modernização do Estado. O ministro explicou que o primeiro desenho da estrutura do futuro governo contemplava 15 ministérios, mas que não foi possível fundir, por exemplo, os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente. "Dei declaração sobre alguns países porque Brasil tem a ensinar sobre meio ambiente, não a aprender", disse.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

"O CENTRO RADICAL COMEÇA POR UMA MENSAGEM QUE ENVOLVA INTERESSES E SENTIMENTOS DAS PESSOAS"!

(Fernando Henrique Cardoso - Estado de S.Paulo, 02) 1. As mudanças pelas quais passamos, aqui e no mundo, são inúmeras e profundas. Pode-se mesmo falar numa nova “era”, a da conectividade. Se houve quem escrevesse “cogito ergo sum” (penso, logo existo), como fez Descartes, se depois houve quem dissesse que o importante é saber que “sinto, logo existo”, em nossa época, sem que essas duas afirmativas desapareçam, é preciso adicionar: “Estou conectado, logo existo”.
2. Vivemos a era da informática, das comunicações e da inteligência artificial, que sustentam o processo produtivo e formam redes entre as pessoas.
3. As novas tecnologias permitem formas inovadoras de enfrentar os desafios coletivos, assim como acarretam alguns inconvenientes, como a dificuldade de gerar empregos, a propagação instantânea das fake news, a formação de ondas de opinião que mais repetem um sentimento ocasional do que expressam um compromisso com políticas a serem sustentadas em longo prazo. Elas dependem de instituições, partidos, parlamentos e burocracias para serem efetivas.
4. As questões centrais da vida política não se resumem, no mundo atual, à luta entre esquerda e direita. No passado o espectro político correspondia a situações de classe, interpretadas por ideologias claras, assumidas por partidos. Na sociedade contemporânea, com a facilidade de relacionamento e comunicação entre as pessoas, os valores e a palavra voltaram a ter peso para mobilizar politicamente.
5. Isso abre brechas para um novo populismo e uma exacerbação do personalismo. O desafio está em recriar a democracia. O que chamo de um centro radical começa por uma mensagem que envolva os interesses e sentimentos das pessoas. E essa mensagem, para ser contemporânea, não deve estancar num palavreado “de direita” nem “de esquerda”. Deve, a despeito das divergências de classe que persistem, buscar o interesse comum capaz de cimentar a sociedade. O País não se unirá com o ódio e a intransigência cultural existentes em alguns setores do futuro governo.
6. Há espaço para propostas que juntem a modernidade ao realismo e, sem extremismos, abram um caminho para o que é novo na era atual. Esse percurso deve incorporar a liberdade, especialmente a de as pessoas participarem da deliberação dos assuntos públicos, e a igualdade de oportunidades que reduzam a pobreza. E há de ver na solidariedade um valor. Só juntos poderemos mais.
Ex-Blog do Cesar Maia


O fim do mundo

Investigadores da PF disseram ao Estadão que “boa parte do que Antonio Palocci delatou já foi comprovada”... [ leia mais]


Resista, Lula

A Folha de S. Paulo diz que Lula “segue resistindo à hipótese” de prisão domiciliar... [ leia mais]

O tesouro de Pezão

A PF suspeita que Luiz Fernando Pezão tenha um tesouro... [ leia mais]

Tchau, Zanin

A prisão domiciliar de Lula passa pelo gradual afastamento de Cristiano Zanin... [ leia mais]

O pedido de prisão domiciliar para Lula

“Lula está recebendo pressão de amigos, correligionários e familiares para concordar com o pedido de uma prisão domiciliar”, diz a... [leia mais]

"O PSDB não será mais um partido de centro-esquerda"

"O PSDB não será mais um partido de centro-esquerda"... [ leia mais]

A "nova fórmula" de Bolsonaro

Onyx Lorenzoni disse a Andréia Sadi que Jair Bolsonaro não vai distribuir cargos em troca de apoio no Congresso Nacional... [ leia mais]

CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO PÚBLICO

XVIII- 35/18 - 03.12.2018

________________________________________

ENGAJAMENTO

As mais recentes pesquisas de opinião pública dão conta de que aumentou de forma significativa o número de brasileiros que, enfim, já admitem que a Previdência precisa ser REFORMADA. Entretanto, o que não cresceu, na mesma proporção, foi o interesse de boa parte dos meios de comunicação, que preferiu não aderir à CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO PÚBLICO, que tem como propósito CONVENCER A SOCIEDADE para a urgência das mudanças.

VALA FISCAL

Ao longo dos últimos 15 anos, na medida em que a situação só se agravava, a olhos vistos, eu e mais dois economistas, Darcy Francisco dos Santos e Ricardo Bergamini, resolvemos produzir, e publicar, quase que diariamente, conteúdos mostrando que a PREVIDÊNCIA SOCIAL, além de extremamente INJUSTA (estabelece a existência clara de DUAS CLASSES MUITO DISTINTAS DE BRASILEIROS) jogaria o Brasil numa profunda VALA FISCAL.

BOMBA FISCAL/PREVIDENCIÁRIA

Mesmo assim, uns porque nos viam como exagerados ou PESSIMISTAS; outros porque queriam ouvir o estrondo da BOMBA FISCAL para ter certeza do problema, o fato é que foram muito poucos aqueles que levaram a sério os nossos comentários. Como a BOMBA FISCAL/PREVIDENCIÁRIA foi montada para tornar as CONTAS PÚBLICAS CADA VEZ MAIS DEFICITÁRIAS, o estrondo se deu através do tempo e não do barulho.

PRIMEIRA CLASSE

Os leitores do Ponto Critico são testemunhas (pode ser verificado a qualquer momento em -ARTIGOS ANTERIORES- o quanto repliquei, por exemplo, os conteúdos produzidos pelo Bergamini, informando o CUSTO da tal da PRIMEIRA CLASSE (servidores públicos), que é composta por 13,4 milhões de brasileiros (ativos, inativos, civis e militares), ou seja, apenas 6,44% da população brasileira (2,2 milhões federais, 4,7 milhões estaduais e 6,5 milhões de municipais).

CUSTO MONUMENTAL

Pois, para quem ainda não sabe e, portanto, não está convencido da necessidade de uma REFORMA DA PREVIDÊNCIA, só esta -PRIMEIRA CLASSE DE PRIVILEGIADOS- custou aos cofres públicos, em 2017, a soma de R$ 1.042,5 bilhões, ou seja 15,90% do PIB. Esse percentual representou praticamente a metade (49,20%) da carga tributária que foi de 32,38% do PIB em 2016.

Enquanto isso, no orçamento de 2019 da União está previsto investimentos de R$ 70,0 bilhões, tendo como fonte de recursos um déficit primário de R$ 139,0 bilhões. Que tal?

ISTO NÃO BASTA?

Insisto: no nosso empobrecido Brasil, que ganhou notoriedade por atos de corrupção jamais vistos no nosso planeta, nenhum desvio de dinheiro público conseguiu fazer sombra aos fantásticos e injustos ROMBOS PROMOVIDOS pelos GASTOS COM SERVIDORES PÚBLICOS, tanto ATIVOS quanto, principalmente, INATIVOS.

Ora, será que  isto não basta para fazer com que os restantes 200 milhões de brasileiros (pagadores da conta)  exijam, imediatamente, uma REFORMA DA PREVIDÊNCIA?

MARKET PLACE

FOCUS- Na pesquisa Focus divulgada hoje:

1- a projeção para o IPCA ao final de 2018 recuou de 3,94% na semana anterior para 3,89%, enquanto a projeção para o final de 2019 caiu de 4,12% para 4,11%. Para 2020, a estimativa do IPCA seguiu em 4,00%, mas para 2021 recuou de 3,86% para 3,78%.

2- a estimativa para a taxa de câmbio ao final de 2018 subiu de R$ 3,70/US$ para R$ 3,75/US$ e elevou-se de R$ 3,78/US$ para R$ 3,80/US$ ao final de 2019.

3- a projeção para a taxa de crescimento do PIB em 2018 caiu de 1,39% para 1,32% ao final de 2018, enquanto a estimativa para o ano que vem subiu de 2,50% para 2,53%.

4- a projeção para a taxa Selic, por sua vez, continuou em 6,50% ao final de 2018, enquanto a estimativa para o fim de 2019 permaneceu em 7,75%.


ESPAÇO PENSAR+

A propósito do editorial de hoje, eis o artigo produzido pelo pensador Rodrigo Constantino, com o título -A ECONOMIA CRESCE 0,8%, MAS GARGALOS CONTINUAM: SEM REFORMA, NADA FEITO!

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,8% no terceiro trimestre deste ano na comparação com os três meses anteriores. Em relação ao 3.º trimestre de 2017, o crescimento foi de 1,3%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador é usado para medir o desempenho da economia.

O crescimento de 0,8% já era esperado pelo mercado. Porém, a melhora é atribuída à base fraca de comparação, já que no segundo trimestre deste ano o crescimento foi de apenas 0,2%, devido à greve dos caminhoneiros.

Para o ano, segundo o último Boletim Focus, os economistas acreditam que o PIB vai acumular alta de 1,36%, percentual ainda baixo para reverter tudo o que a economia encolheu durante os quase dois anos de recessão, entre 2014 e 2016.

Eis aí o “legado” de Temer na economia. A sangria desatada deixada pelo PT foi estancada, mas não conseguimos retomar um crescimento verdadeiro, que possa reduzir as agruras de um povo sofrido.
E o maior problema é que, do ponto de vista estrutural, seguimos com muitos obstáculos ao crescimento. O maior deles: a baixa poupança interna, resultado de um governo perdulário que suga quase tudo para si. O professor Ricardo Bergamini explica da forma mais direta possível:

1 – A taxa de Investimento no terceiro trimestre de 2018 foi de 16,9% do PIB. No terceiro trimestre de 2013 foi de 21,5% do PIB. Redução de 21,40% em relação ao PIB em cinco anos.

2 – A taxa de poupança bruta no terceiro trimestre de 2018 foi de 14,9% do PIB. No terceiro trimestre de 2009 foi de 20,9% do PIB. Redução de 28,71% em relação ao PIB em nove anos.

Conclusão: Sabedores há mais de duzentos anos que: (poupança = Investimento = crescimento) podemos afirmar, de forma cabal e irrefutável, que o Brasil avança para o abismo. Seja por culpa da esquerda, da direita, do centro, do comunista ou do liberal. Cada um escolha o seu culpado de preferência.

De todos os gargalos que compõem o custo Brasil, esse talvez seja o mais importante. Sem poupança não há investimento, e o Brasil não pode ficar dependendo sempre da poupança externa, pois ficamos numa situação frágil, e qualquer espirro lá fora pegamos pneumonia.
A única maneira de resolver isso para valer é reduzir drasticamente os gastos públicos e permitir maior poupança doméstica pelo setor privado. A reforma previdenciária é “o” caminho para isso. Com a criação de contas individuais de capitalização, haveria muito mais poupança também, como ocorreu no Chile.
O governo é um dreno de recursos que se perdem em ineficiência e corrupção da máquina estatal. Paulo Guedes está ciente disso, e sabe que a “estatização da poupança” é um dos grandes males que assolam o país. Espera-se que sua equipe, com a articulação política do governo Bolsonaro, consiga reverter esse quadro. Sem mais poupança não haverá crescimento sustentável. É simples assim!

FRASE DO DIA

O governo nunca aprende, as pessoas é que aprendem.
Milton Friedman

O STF vai tirar Lula da cadeia?

O STF está disposto a empurrar o Brasil para uma crise institucional, tirando Lula da cadeia?

É o que vamos descobrir daqui a 24 horas.

Desde que o PT foi liquidado nas urnas, o criminoso condenado pela Lava Jato só pode contar com seus togados.

Basta um ministro e outro ministro para fechar o STF.

O Antagonista

PROTESTOS NA FRANÇA PODEM SEGUIR O CAMINHO DAS MANIFESTAÇÕES DE 2013


Publicado em 3 de dez de 2018

#Drops com #ItaloLorenzon
Afinal, o que está acontecendo na França? Carros queimados, patrimônio público sendo depredado, conflitos com a polícia. Tudo isso são sinais de uma movimentação esquerdista, mas a esquerda reclama de aumento de impostos? Como entender o que se passa na terra da guilhotina? Assista ao vídeo de Italo Lorenzon.

Rania Youssef, atriz egípcia

Resultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania YoussefResultado de imagem para Rania Youssef

Nascimento: 1 de dezembro de 1973 (idade 45 anos), Cairo, Egito

Pais: Sayed Youssef

Filhas: Yasmin Mokhtar, Nancy Mokhtar

Programas de TV: Khotot Hamra, Niran Sadiqa, Ahl Cairo, MAIS


Saiba mais:

Rania Youssef, atriz egípcia, é acusada de incitar imoralidade após ...

Rania Youssef (@raniayoussef_) • Fotos e vídeos do Instagram

Egyptian actress Rania Youssef to go on trial for wearing revealing ...

Egyptian actress Rania Youssef accused over revealing dress - BBC ...

Rania Youssef, Egyptian Actress Who Dressed to Impress, Could Be ...

Egyptian Actress Rania Youssef Faces Jail Time for Wearing Clothes

Rania Youssef - IMDb
F5 - Fotografia - Rania Youssef - Rania Youssef - 02/12/2018
Rania Youssef - emais estadao - Estadão

Trump e Xi Jinping declaram trégua em disputa comercial

Presidentes dos EUA e da China se reuniram em Buenos Aires, após o fim da cúpula do G20

Resultado de imagem para Donald Trump

Presidentes dos EUA e da China se reuniram em Buenos Aires, após o fim da cúpula do G20 | Foto: Saul Loeb / AFP / CP

Donald Trump e Xi Jinping declararam no sábado à noite uma trégua em sua disputa comercial, que ameaça a economia global, ao final da cúpula do G20 em Buenos Aires. Os dois presidentes "chegaram a um acordo para acabar com a implementação de novas tarifas", declarou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, após um jantar de trabalho de duas horas dos líderes e seus assessores.

O vice-ministro do Comércio, Wang Shouwen, disse que Washington renunciava ao aumento tarifário de 10% a 25% sobre 200 bilhões de dólares em produtos importados da China - metade do total - a partir de 1º de janeiro. Mas a Casa Branca ressaltou que esta decisão foi apenas suspensa e por um período de 90 dias.

Se, neste prazo, os dois países não chegarem a um acordo sobre "mudanças estruturais" em suas relações comerciais, especialmente no que diz respeito às transferências "forçadas" de tecnologia e propriedade intelectual, as "tarifas de 10% vão ser elevadas a 25%", alertou em comunicado a presidência americana. Washington também indicou que Pequim está empenhado em comprar uma quantidade "ainda não definida, mas muito substancial", de produtos americanos, para reduzir o enorme desequilíbrio comercial entre os dois países.

Donald Trump saudou uma "reunião incrível e produtiva, abrindo possibilidades ilimitadas para a China e os Estados Unidos". Wang Yi falou, por sua vez, de um resultado em que "todos ganham" nesta reunião. A escalada da crise entre a China e os Estados Unidos já tem afetado o crescimento global. O FMI estima que no curto prazo o PIB mundial poderá ser reduzido em 0,75% se as tensões comerciais continuarem a aumentar.

O encontro entre Donald Trump e Xi Jinping foi o culminar de uma cúpula do G20 em que as principais economias do mundo conseguiram salvar as aparências com uma declaração conjunta. Mas a declaração praticamente não trouxe compromissos concretos em questões-chave, como comércio e clima, e, sob pressão dos Estados Unidos, evitou qualquer referência ao protecionismo e reconheceu o desacordo de Washington com o combate às mudanças climáticas.

"Este foi o comunicado final mais fraco já visto em um G20", disse Thomas Bernes, especialista do Centro de Inovação em Governança Internacional e ex-negociador canadense da cúpula. Longe do tom formal da declaração, durante as coletivas de imprensa finais, os líderes deixaram claro suas múltiplas divergências. "A guerra vai continuar" no leste rebelde da Ucrânia, enquanto as atuais autoridades ucranianas "permanecerem no poder", afirmou assim o presidente russo Vladimir Putin.

Já os europeus pediram-lhe para aliviar as tensões decorrentes da apreensão de navios ucranianos no domingo passado pela Marinha russa. O presidente russo também anunciou que Rússia e Arábia Saudita decidiram prorrogar o corte de sua produção de petróleo, em um contexto de queda dos preços. A decisão de renovar o acordo foi tomada após uma reunião entre Putin e o príncipe herdeiro saudita, Jamal bin Salman.

Em um tom diferente, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, referindo-se ao assassinato em Istambul do jornalista Jamal Khashoggi, disse que o príncipe herdeiro saudita forneceu ao G20 "uma explicação dificilmente credível" do papel de Riad no crime. A cúpula também foi marcada por um encontro fracassado, o de Donald Trump e Vladimir Putin, cancelado pelo americano, que invocou a crise na Ucrânia. "É uma pena que não tenhamos um encontro verdadeiro. Acho que é realmente necessário. Espero que possamos nos reunir quando o lado americano estiver pronto", disse Putin neste sábado em entrevista coletiva.



AFP e Correio do Povo

A cada dia que passa vão aparecendo a Herança maldita deixada pelo PT

Um País mais desigual

Documento constata que, na era petista, o Brasil se tornou mais injusto e diferenças salariais entre homens e mulheres voltam a crescer

Lava Jato cobra US$ 20 milhões de Palocci sob pena de perder prisão domiciliar

Ex-ministro deixou a carceragem da PF em Curitiba no último dia 29 de novembro

Resultado de imagem para Antonio Palocci

Ex-ministro deixou a carceragem da PF em Curitiba no último dia 29 de novembro | Foto: Heuler Andrey / AFP / CP Memória

A Operação Lava Jato está cobrando US$ 20.439.382,16 (R$ 78,12 milhões) do ex-ministro Antonio Palocci (Governos Lula e Dilma/Fazenda e Casa Civil), delator da investigação, "sob pena de ser novamente recolhido à prisão". Palocci deixou a cadeia no dia 29 de novembro, após dois anos e dois meses preso - desde setembro de 2016, alvo da Operação Omertà - passando para o regime semiaberto domiciliar.

Condenado a 9 anos e 10 dias de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o ex-ministro, beneficiado pela delação que fechou com a Polícia Federal, passou ao cumprir pena provisória em regime prisional semiaberto domiciliar, sob monitoramento de tornozeleira eletrônica.

Em manifestação ao juiz federal Danilo Pereira Júnior, da 12.ª Vara Federal de Curitiba - Execução Penal -, o Ministério Público Federal afirmou que houve um "erro material relativo à aplicação equivocada da cláusula 3.ª do Acordo de Colaboração (cláusula expressamente não homologada pelo TRF)". Os procuradores pediram ao magistrado que Palocci pague "imediatamente" US$ 20.439.382,16, "convertidos pelo câmbio de 3,33 (23 de junho de 2017), corrigidos monetariamente pelo IGP-M (FGV) a partir da data em que proferida a sentença condenatória e agregado de 0,5% de juros simples ao mês, nos termos da sentença, sob pena de ser novamente recolhido à prisão".

A Procuradoria da República relatou ao juiz que a cláusula 3.ª do acordo de Palocci - "Pagamento de Indenização", prevê o pagamento de R$ 37,5 milhões. De acordo com os procuradores, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no Tribunal, "acertadamente entendeu pela impossibilidade jurídica da homologação da Cláusula 3ª".

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

CIÊNCIA

Foguete Soyuz se acopla com sucesso à Estação Espacial Internacional

Intervenção Federal só usou 30% do orçamento no RJ

Uma das justificativas dadas para a demora nas compras é a burocracia no processo licitatório: https://glo.bo/2DZwbLu #GloboNews

G1.GLOBO.COM

Intervenção Federal só usou 30% do orçamento no RJ

Futuro chefe da Casa Civil afirmou em entrevista que atual pasta deixará de existir no governo Bolsonaro. Segundo ele, Sérgio Moro será responsável pela concessão de cartas sindicais. https://tinyurl.com/y9put6j5

G1.GLOBO.COM

Ministério do Trabalho será dividido entre Justiça, Economia e Cidadania, diz Onyx

Grupo de venezuelanos é desligado do programa de acolhimento de Canoas


Segundo a prefeitura, eles não respeitaram as regras de convivência do local
Resultado de imagem para Canoas


Levantamento da prefeitura aponta que 286 venezuelanos residem em Canoas | Foto: Alina Souza / CP Memória

Um grupo de 13 venezuelanos, homens e mulheres, que estão há quase três meses no Brasil, foram desligados do programa de acolhimento da prefeitura de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no final de novembro. Um outro homem acusado de violência doméstica contra a esposa e a filha de 15 anos foi expulso do abrigo.
Segundo a prefeitura, eles não respeitaram as regras de convivência no Centro Temporário de Acolhimento (CTA) Farroupilha e Argentina, localizados nos bairros Igara e São José. A secretária de Desenvolvimento Social, Luísa Camargo, disse que durante 70 dias a administração municipal tentou um diálogo com os venezuelanos para que respeitassem às normas dos abrigos.
"Não adiantou. Eles descumpriram as regras ao se envolverem com drogas, bebidas e brigas", destacou. A secretária informou que a medida foi adotada para proteger as famílias e as crianças que vivem nos dois CTAs e que possuem um comportamento exemplar. Um levantamento da prefeitura aponta que 286 venezuelanos residem em Canoas.
De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social de Canoas, o estopim do desligamento do grupo foi uma briga ocorrida no dia 24 de novembro em que um dos venezuelanos teve de ser socorrido após receber uma facada. Segundo Luísa Camargo, as confusões começaram no mês de setembro quando os imigrantes começaram a realizar festas, a utilizar bebidas alcoólicas e maconha dentro dos abrigos.
"É expressamente proibido pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) esse tipo de atitude", ressaltou. A secretária informou que o grupo desligado e o homem expulso terão que procurar casa para morar. "Se querem fazer festa é melhor que aluguem um imóvel. Ficamos mais de dois meses trabalhando as regras de convivência. Chegou o momento de decidirmos e optamos pelo desligamento. Alguns não querem trabalhar e tem um entendimento de que a Organização das Nações Unidas (ONU) e a cidade têm obrigação com eles. Não é bem assim", explicou.
Cerca de três mil venezuelanos foram acolhidos em 23 municípios dos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal. A iniciativa conta com o apoio do Acnur, da Organização Internacional para as Migrações (OIM), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Correio do Povo