Sport começa a ceder e Grêmio deve contratar André por empréstimo

Tricolor deverá enviar os jovens Dionatã, Jean Pyerre e Kaio para o clube do Recife

Tricolor deverá enviar os jovens Dionatã, Jean Pyerre e Kaio para o clube do Recife | Foto: Rafael Ribeiro / Estadão Conteúdo / CP

Tricolor deverá enviar os jovens Dionatã, Jean Pyerre e Kaio para o clube do Recife | Foto: Rafael Ribeiro / Estadão Conteúdo / CP

Depois de idas e vindas, o centroavante André finalmente deverá tomar o rumo de Porto Alegre. De acordo com o repórter Rafael Serra, da Rádio Guaíba, o Sport teria recebido uma proposta de empréstimo do Grêmio, até dezembro, mais a opção de compra de parte dos direitos do atleta.

As tratativas também envolvem emprestar os jovens Dionatã, Jean Pyerre e Kaio para o clube do Recife. O trio já foi utilizado em jogos do grupo titular e compunha o grupo de transição das primeiras rodadas do Campeonato Gaúcho.

O Grêmio já havia declarado o fim das tratativas após uma pedida muito alta do Sport pelo jogador. O atleta não atuou pelo time pernambucano nos últimos jogos, incluido na quarta-feira, quando da eliminação para o Ferroviário na Copa do Brasil. Uma mudança no departamento de futebol do clube, após a eliminação, pode ter ajudado numa reaproximação para as negociações.

André ficará afastado do time até que resolva sua situação de uma possível transferência para o Grêmio. “A proposta mexeu com a cabeça dele. Momentaneamente, está afastado. Não podemos ter um atleta pela metade. Ou ele está 100%, ou não está. O André não treina mais enquanto não resolver isso”, disse o presidente do Sport, Arnaldo Barros.


Rádio Guaíba e Correio do Povo

Rachel Weisz, atriz e modelo britânica

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Rachel Weisz

Weisz no Festival de Cinema de Toronto em 2010.[1]

Nome completo
Rachel Hannah Weisz

Nascimento
7 de março de 1970 (47 anos)
Westminster, Londres, Inglaterra, Reino Unido

Nacionalidade
britânica
norte-americana

Ocupação
Atriz e modelo

Atividade
1995–presente

Cônjuge
Daniel Craig (2011-presente)

Oscares da Academia

Melhor Atriz Coadjuvante
2006 – The Constant Gardener

Globos de Ouro

Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema
2006 – The Constant Gardener

Prémios Screen Actors Guild

Melhor Atriz Coadjuvante
2006 – The Constant Gardener

Prémios BAFTA

Los Angeles Britânnia Awards
2008 – Prêmio Honorário

Festival de Berlim

Shooting Star Award
1999 – Atriz Europeia em Ascensão[2]

IMDb: (inglês)

Rachel Hannah Weisz ( /ˈvs/ / vice /;[3] Londres, 7 de março de 1970)[4] é uma atriz e modelo britânica.

Weisz começou sua carreira no Trinity Hall, Cambridge no início de 1990, em seguida, começou a trabalhar na televisão, aparecendo em Inspector Morse, a mini-série britânica Scarlet and Black, e o filme para televisão Advocates II. Ela fez sua estréia no cinema no filme Death Machine (1994), mas seu primeiro papel de destaque foi no filme Chain Reaction (1996), levando a um papel de alto perfil como Evelyn Carnahan-O'Connell nos filmes de The Mummy (1999) e The Mummy Returns (2001). Outros filmes notáveis ​​apresentando Weisz foram Enemy at the Gates, About a Boy, Constantine, The Fountain e The Constant Gardener, pelo qual recebeu um Oscar, um Globo de Ouro e um prêmio do Screen Actors Guild por seu papel coadjuvante como Tessa Quayle. Ela tem sido rotulada como uma "rosa Inglesa", desde que seu papel menor em Stealing Beauty (1996).

Weisz também trabalha no teatro. Sua fase de descoberta foi na peça teatral Design for Living de Noël Coward, de 1994, o que lhe valeu o London Critics Circle Award para a estreante mais promissora. Performances de Weisz também incluem a produção da Donmar Warehouse de Tennessee Williams Suddenly, Last Summer, de 1999, e seu renascimento A Streetcar Named Desire, de 2009. Sua interpretação de Blanche DuBois na última peça ganhou um Critics' Circle Theatre Award de Melhor Atriz. Ela recentemente atuou Evanora em Oz: The Great and Powerful.

Índice

Biografia

Infância

O pai, George Weisz, é um judeu húngaro inventor que fugiu com a sua família para a Inglaterra a fim de escapar da perseguição Nazi. A mãe, Edith, é a uma psicanalista católica, nascida em Viena, Áustria e aspirante a atriz. Weisz foi educada da maneira judaica.

Weisz graduou-se com um 2:1 na Universidade de Cambridge, onde co-fundou um grupo de Artes Cênicas chamado "Cambridge Talking Tongues", o qual produziu o filme Slight Possession, premiado no Festival de Edinburgo.

Carreira

Seu papel de estreia no teatro foi o de Gilda na peça Design for Living do diretor Sean Mathias, em 1995, no teatro de Gielgud. Tendo já trabalhado para televisão, na sua maioria em séries britânicas como Inspector Morse (1993), Rachel fez a sua introdução no cinema com o filme, de 1995, Chain Reaction e depois no filme de Bernardo Bertolucci, Stealing Beauty. Continuou pelo cinema com Swept from the Sea, The Land Girls, e com o filme de Michael Winterbottom, I Want You. Desde então entrou em numerosos filmes como The Mummy (1999), Enemy at the Gates (2001), About a Boy (2002), Runaway Jury (2003) e Constantine (2005).

Em relação ao teatro, Rachel teve papéis como o de Catherine na produção londrina de Tennessee Williams' Suddenly Last Summer, de Evelyn na peça de Neil LaBute, The Shape of Things no Teatro Almeida e de Blanche DuBois na peça A Streetcar Named Desire também de Tennessee Williams.

Em 2005, Rachel Weisz atua no filme The Constant Gardener "O Jardineiro Fiel", uma adaptação do thriller de John le Carré homônimo cuja ação se passa no Kenya. Por causa deste papel, Rachel ganhou o Óscar em 2006 para Melhor Atriz num papel secundário, o Golden Globe para melhor atriz coadjuvante e o Screen Actors Guild para desempenho extraordinário de uma atriz num papel secundário. No seu país, foi galardoada com uma nomeação para Atriz Principal nos BAFTA e com um London Critics Circle Film Award e um British Independent Film Award.

Em 2006, Rachel Weisz entra no filme The Fountain, escrito e realizado por Darren Aronofsky. No mesmo ano, ela também emprestou sua voz a dragão Saphira, da saga Eragon, que estreou no cinema em dezembro.

Foi garota-propaganda da marca de sabonetes Lux, da companhia aérea British Airways e da famosa marca de cosméticos L'Oréal Paris.[5]

Vida pessoal

Já namorou Alessandro Nivola, Neil Morrissey, Sam Mendes.

Namorou o diretor Darren Aronofsky e chegaram a ficar noivos. Deste relacionamento nasceu seu único filho, Henry Aronofsky, em 31 de maio de 2006. O casal chegou a ficar noivo mas, depois de cinco anos de noivado, separaram-se em 2010.

Em 2011 iniciou um novo relacionamento com Daniel Craig e permanece casada com ele desde então.

Filmografia

Ver artigo principal: Filmografia de Rachel Weisz

Prêmios

Ver artigo principal: Lista de prêmios e indicações recebidos por Rachel Weisz

Referências

  1. Ir para cima↑ Landman, Kyle (5 de agosto de 2009). «Rachel Weisz Is Going to Start Correcting People on How to Pronounce Her Last Name». New York. Consultado em 7 de março de 2016. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2012
  2. Ir para cima↑ «SHOOTING STARS DATABASE» (em inglês). European Shooting Stars. Consultado em 13 de outubro de 2017
  3. Ir para cima↑ Landman, Kyle (5 de agosto de 2009). «Rachel Weisz Is Going to Start Correcting People on How to Pronounce Her Last Name» (em inglês). New York. Consultado em 25 de junho de 2013
  4. Ir para cima↑ Existem fontes conflitantes para o ano de nascimento de Weisz. Em particular, sua biografia detalhada no British Film Institute (Alexander Larman: Weisz, Rachel (1971–)) afirma que o ano foi 1971, assim como um artigo biográfico do The Guardian e vários outros jornais britânicos. Em particular, o Evening Standard de 6 de março de 2006 (Nick Curtis: A taxing issue for partygoers; the oscars diary) afirma que 1971 é seu ano de nascimento. No entanto, de acordo com os registros oficiais, seu nascimento foi registrado em 1970 (veja "Births from 1968 to 1972" em http://www.findmypast.co.uk ou o Cadastro Geral Oficial de Referência: Nome: Rachel Hannah Weisz, a mãe o nome de solteira: Teich, Distrito: Westminster, Vol.: 5e, Página: 2432). Além disso, a entrada de dados do British Film Institute («BFI Film & TV Database: WEISZ, Rachel» (em inglês). British Film Institute. Consultado em 11 de julho de 2013) e uma matéria na revista Time (Mary Pols, 26 de março de 2012, "Rolling in The Deep") também confirmam o ano como 1970.
  5. Ir para cima↑ «Fator». Revistafator.com.br

Ligações externas

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Rachel Weisz

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Ministra dos Direitos Humanos entrega o cargo para Temer

Luislinda Valois ganhou as notícias em 2017 ao pleitear acúmulo de salários acima do teto constitucional

Luislinda Valois ganhou as notícias em 2017 ao pleitear acúmulo de salários acima do teto constitucional | Foto: Beto Barata / PR / Divulgação CP

Luislinda Valois ganhou as notícias em 2017 ao pleitear acúmulo de salários acima do teto constitucional | Foto: Beto Barata / PR / Divulgação CP

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, entregou o cargo nesta segunda-feira ao presidente Michel Temer. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto, que ainda não informou o motivo da demissão. De acordo com a assessoria de imprensa do Planalto, o cargo será ocupado interinamente pelo subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, que passará a acumular as duas funções.

Luislinda Valois estava no posto desde fevereiro de 2017, quando Temer editou uma medida provisória dando status de ministério à secretária especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça.

Ela era o penúltimo nome do PSDB no governo Temer desde que o então ministro das Cidades, Bruno Araújo, e o da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, pediram exoneração no fim do ano passado. O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, que também é tucano, continua no cargo.

Luislinda ganhou as notícias em novembro do ano passado, quando pleiteou com o governo federal acumular o seu salário de ministra com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de R$ 61,4 mil. Ela reclamou que, por causa do teto constitucional, só poderia ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas.


Agência Brasil e Correio do Povo


Aportes adicionais para Forças Armadas serão remanejados de outras áreas

Orçamento de 2018 já no limite do teto de gastos

Meirelles participou, no Palácio da Alvorada, de reunião do Conselho da República e do Conselho da Defesa Nacional | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

Meirelles participou, no Palácio da Alvorada, de reunião do Conselho da República e do Conselho da Defesa Nacional | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

Com o Orçamento de 2018 já no limite do teto de gastos, o governo federal terá que remanejar recursos de outras áreas para investir nas Forças Armadas, caso o Exército precise de mais dinheiro para atuar no Rio de Janeiro, de acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Segundo o ministro, o governo está analisando, com o Exército, se há necessidade de aportes adicionais, além dos já previstos no Orçamento deste ano. Esses recursos podem ser usados, por exemplo, para combustível ou armamento. "Certamente, o teto é uma limitação constitucional que será obedecida e as despesas de 2018 já estão no teto. Portanto, qualquer despesa adicional tem que ser remanejada de outra área", disse após participar, no Palácio da Alvorada, de reunião do Conselho da República e do Conselho da Defesa Nacional, com o presidente Michel Temer.

Perguntado se os cortes serão feitos em investimentos, Meirelles disse que não existe essa definição. "Podemos ser cortes de despesas de outras áreas". Observou, no entanto, que ainda não há definição da necessidade desse aporte adicional. O teto de gastos foi estabelecido pela Emenda Constitucional do Teto (EC 95/2016) que estabelece tanto um limite anual de gastos quanto o percentual de realização desse limite ao longo do ano. A emenda estabelece a inflação do ano anterior como limite para o crescimento dos gastos da União no ano vigente.

Para 2018, o limite do crescimento em relação a 2017 é de 3%. Para cumprir a meta do Orçamento para este ano, o governo anunciou um ajuste de R$ 16,2 bilhões. As medidas incluem a suspensão e o contingenciamento (bloqueio temporário) de despesas para cumprir a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões para este ano e o teto de gastos. Assinado na sexta-feira (16) pelo presidente Michel Temer, o decreto de intervenção na segurança do Rio de Janeiro será votado pelo plenário da Câmara dos Deputados hoje (19) em sessão deliberativa extraordinária convocada para as 19h.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Mandado coletivo de busca e apreensão pode ser medida extra, diz Jungmann

Ministro da Defesa disse que militares não estarão exercendo papel de polícia

Jungmann explicou que o mandado coletivo é uma ordem judicial que já foi empregada outras vezes no Rio | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Jungmann explicou que o mandado coletivo é uma ordem judicial que já foi empregada outras vezes no Rio | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta segunda-feira, em coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada, que vai peticionar na Justiça Estadual do Rio de Janeiro um pedido do comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, para que se possa ter um "mandado coletivo de busca, apreensão e captura" como uma possível medida extra por conta da intervenção federal na segurança pública do Rio. "Não há carta branca. Militares não estarão exercendo papel de polícia", explicou. "O que temos de novidade é uma intervenção federal na parte do executivo", completou Jungmann que afirmou que pessoalmente é a favor da medida.

O ministro explicou que o mandado coletivo é uma ordem judicial que já foi empregada por outras vezes no Rio de Janeiro. "Obviamente nós estamos peticionando que volte a ser utilizada em alguns lugares", disse. "Em lugar de você dizer rua tal, número tal, você vai dizer digamos uma rua inteira, uma área ou um bairro. Aquele lugar inteiro é possível que tenha um mandado de busca e apreensão. Em lugar de uma casa, pode ser uma comunidade, um bairro ou uma rua", explicou. Jungmann afirmou que caso o interventor, general Braga Netto, entenda que há necessidade da utilização das Forças Armadas, "isso passará pelas Forças Armadas e pelo Ministério da Defesa, como vinham acontecendo".

Conselhos

O ministro disse que nesta manhã o presidente Michel Temer instalou os Conselhos da República e da Defesa e que o decreto de intervenção, assinado na última sexta-feira foi colocado em discussão e teve apoio da maioria dos conselheiros. "Todos os conselheiros presentes votaram a favor e os líderes da oposição se abstiveram", destacou.

Na saída da reunião, os líderes da minoria senador Humberto Costa e deputado José Guimarães, ambos do PT, disseram que preferiram se abster e criticaram que o governo não expôs dados concretos que mostrassem a real necessidade da intervenção. Jungmann rebateu e diz que fez uma "exposição de motivos que levaram a intervenção e que remete ao grave comprometimento da ordem publica".

O ministro citou a situação dos Correios no local, que muitas vezes precisa de escolta armada para fazer entregar; falou também da situação de igrejas e templos que são obrigadas a realizar missas e cultos à tarde, "pois a noite o risco é alto". "Mais de 800 comunidades vivem regime de exceção", afirmou o ministro, destacando que são cariocas "sob a tirania do crime organizado."

O ministro rebateu a tese de que não há planejamento para colocar o decreto de intervenção em prática e disse "que os recursos necessários para a intervenção estarão disponíveis assim que general Braga Netto apresentar o planejamento". "Temos planejamento. O que vamos fazer é adequar esse planejamento à realidade da intervenção e dos poderes do interventor", explicou.

Jungmann justificou a escolha de um militar para ser o interventor - que hoje é administrativamente o responsável pela segurança no Rio - lembrando que inicialmente se pensava numa intervenção "mais ampla". "Que essa intervenção deveria ocupar também a parte financeira. Mas se entendeu depois que isso não era o adequado. Se tivéssemos essa atitude, provavelmente isso recairia sobre um civil. Na medida em que ela ficou exclusivamente para segurança, que você já tem uma grande coordenação e participação nossa com polícias e segurança, ela recaiu sobre um militar", declarou.

O ministro falou que será preciso um tempo para diagnosticar e colocar em prática as ações no Rio, mas salientou que legalmente e juridicamente a intervenção já está em vigor. Novo ministério Segundo o ministro, durante o encontro, Temer fez questão de ressaltar que não se trata de uma intervenção militar e reiterou sua preocupação nacional com a questão da violência. "Por isso ele disse que espera anunciar ainda essa semana a criação do ministério da Segurança", disse o Jungmann. Ao ser questionado se o governo já tem nomes para assumir a pasta, o ministro - que chegou a ser cotado para o cargo - disse que "ainda não".


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