François Jacobus Hugo (1716-1793)

Literato francês. Os nomes citados Euenis e Antinous, são personagens da Batrachomyomachia; os Lotófagos eram uma tribo africana que vivia de folhas e flores de lótus; Hárpias, três irmãs: Aelo, Ocipete e Celeno, filhas de Taumante e Electra, representadas como aves com cabeças de mulher.


Feriado de Carnaval termina com 17 mortes em rodovias gaúchas

Levantamento mostrou um total de 12.454 infrações entre a sexta e a quarta-feira de Cinzas

Levantamento mostrou um total de 12.454 infrações entre a sexta e a quarta-feira de Cinzas | Foto: Alina Souza

Levantamento mostrou um total de 12.454 infrações entre a sexta e a quarta-feira de Cinzas | Foto: Alina Souza

O feriado de Carnaval de 2018 terminou com 17 mortes nas rodovias do Rio Grande do Sul. Segundo balanço divulgado pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) nesta quinta, foram registrados nove óbitos nas estradas estaduais e oito nas rodovias federais do Estado, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O levantamento mostrou um total de 12.454 infrações entre a sexta e a quarta-feira de Cinzas - 8.791 por excesso de velocidade; 759 por ultrapassagem indevida; 329 por falta de uso de cinto de segurança; 31 por transporte de crianças sem cadeirinha e 171 multas por embriaguez.

O balanço da Operação Rodovida/Viagem Segura foi apresentado nesta quinta na sede da PRF, em Porto Alegre. Foram contabilizados acidentes, mortes, feridos e infrações durante os dias 9 a 14 de fevereiro. Durante a fiscalização, os policiais rodoviários registraram 104 acidentes no Rio Grande do Sul. Deste total, 21 acidentes foram graves. As principais causas das colisões foram o excesso de velocidade e a ultrapassagem indevida.

Em 2017, o mesmo feriado contabilizou cinco vítimas. As ações nas rodovias federais do Estado também resultaram na apreensão de 549 quilos de maconha, de 530 mil maços de cigarros contrabandeados e de  31 veículos apreendidos ou recuperados.

Os policiais rodoviários federais prenderam 60 pessoas durante os seis dias da operação. O superintendente da  PRF, João Francisco de Oliveira, disse que os policiais rodoviários intensificaram a fiscalização das condutas que mais provocam violência no trânsito: excesso de velocidade, embriaguez ao volante, ultrapassagens indevidas e trânsito irregular de motocicletas.

Segundo Oliveira, a ideia é que a partir da operação deste ano no Estado sejam propostas, aos departamentos responsáveis, mudanças viárias onde os acidentes foram registrados. A intenção é auxiliar os órgãos de infraestrutura a minimizar possíveis acidentes com vítimas fatais. “O esforço é integrado com os demais órgãos. A diferença é que a partir de agora vamos pegar cada um dos acidentes e vamos apresentar, se for o caso, medidas de infraestrutura rodoviária", destacou.

O superintendente da PRF cita o caso de um motorista que saiu de pista e colidiu em uma árvore. "Vamos sugerir ao Dnit para que aquela vegetação seja removida ou então que seja colocado um dispositivo de retenção que impeça que o veículo ao sair da pista colida na vegetação”,  acrescentou.


Correio do Povo

Frase de Martinho Lutero

“ Aquela mãe que está no fundo do quintal lavando as roupas do bebê promovem um culto tão importante quanto a da freira que fica rezando no mosteiro”. Martinho Lutero


REFERENDO NO EQUADOR DÁ FIM À ERA CORREA! MAIS UMA DERROTA BOLIVARIANA!
(Sylvia Colombo - Folha de S. Paulo, 06) BUENOS AIRES. 1. "Este é o primeiro dia do governo Lenín Moreno", disse o analista político Simón Pachano, a respeito da vitória obtida pelo governo no referendo de domingo (5), que em boa medida encerra a era Rafael Correa (2007-17)."Agora o presidente terá que definir a linha de seu governo, embora tenha ficado claro que quer conservar uma bandeira de esquerda, mais moderada e pró-diálogo."
2. O resultado anunciado pelo Conselho Nacional Eleitoral, com 99% dos votos apurados, apontava que o "sim" prevalecera em todas as sete perguntas levadas à consulta popular, cujos temas iam de ambiente a crimes contra menores e mineração.
3. Mas a vitória mais comemorada foi a dos itens políticos. Por 64,3% contra 35,6%, os eleitores equatorianos puseram fim à reeleição sem limites. Com isso, Correa, ex-presidente, ficará impedido de concorrer nas eleições de 2021, como era sua intenção. O referendo também liquida as aspirações ao poder de outros membros do governo correísta, uma vez que o item sobre o afastamento definitivo da vida pública de políticos condenados por corrupção teve aprovação de 73,9%.
4. Após conhecer os resultados, Moreno, que de afilhado político passou a desafeto do antecessor, declarou: "Os velhos políticos não voltarão, eles têm a obrigação de se renovar. Aqueles que ansiavam eternizar-se no poder não voltarão nunca mais". "Nós sabíamos que Moreno ia fazer o possível para ser independente de Correa, só não imaginávamos que o faria tão rápido", disse o articulista do "Expreso", Roberto Aguilar. "A alta popularidade dele alavancou a vitória [do sim no referendo]."
5. De fato, ao incentivar a luta contra a corrupção (que já contabiliza alguns ex-assessores correístas investigados e seu próprio ex-vice na cadeia) e ao se mostrar mais aberto ao diálogo com a oposição e com a imprensa, Moreno vê sua aprovação popular em alta, a 70%. "Ele se mostrou um de Frank Underwood 'criollo' [descendente de europeu]", disse o analista Manuel Gómez Lecaro, aludindo ao modo como o presidente se desvinculou do padrinho e comparando-o ao protagonista da série "House of Cards".
6. Os analistas apontam, porém, para as dificuldades que Moreno passará a ter. A primeira é política, pois seu partido, o Aliança País, que tinha o maior número de postos na Assembleia Nacional, rachou. Os parlamentares fieis a Correa formaram um novo bloco, o Movimento Revolução Cidadã, que não por acaso leva as iniciais do ex-presidente na sigla. A segunda será lidar com o alto endividamento do país e com a economia que cresce (2,7% em 2017), mas não no ritmo da década passada.
7. Economistas recomendam ajustes e, sobretudo, corte do gasto social. O presidente ainda não respondeu como fará isso e, ao contrário, anunciou o aumento de benefícios à população mais pobre, com ampliação de um programa de construção de casas populares e de planos de saúde.
8. Rafael Correa não se considera politicamente morto. Ao receber o resultado final, disse que os 35,6% de apoio que recebeu poderia ser considerado uma vitória. " Nenhum movimento por si só pode alcançar essa cifra em tão curto período e em uma luta tão desigual", publicou em suas redes sociais.
9. Os problemas do ex-presidente, porém, não se resumem ao fato de ele não poder mais se reeleger. Na manhã desta segunda (5), ele se apresentou na sede da Procuradoria, em Guayaquil, para uma audiência sobre um caso em que é acusado de desviar dinheiro público numa venda de petróleo à China. Houve certa confusão na chegada de Correa ao local, com manifestantes de opositores e partidários contidas pela polícia. Correa cumprimentou as cerca de 200 pessoas que gritavam seu nome e avisou: "A luta continua".

Argentino esquecido por amigos é localizado pela PRF em Alegrete

Três turistas retornavam de Florianópolis, onde passaram férias

Argentino esquecido por amigos é localizado pela PRF em Alegrete | Foto: Polícia Rodoviária Federal / Divulgação / CP

Argentino esquecido por amigos é localizado pela PRF em Alegrete | Foto: Polícia Rodoviária Federal / Divulgação / CP

Um argentino, esquecido por amigos, foi localizado na BR 290 durante a madrugada desta quinta-feira em Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), agentes rodoviários receberam uma ligação da Polícia Federal informando que dois homens, que realizaram o procedimento de saída na migração brasileira, haviam deixado um passageiro para trás.

A PRF relatou que os três argentinos viajavam em um Gol e estavam retornando de Florianópolis, em Santa Catarina, onde passaram férias, para a cidade de Entre-Rios, em solo argentino. Durante o trajeto, o grupo fez uma breve parada para realizar a troca de posição entre o motorista e o passageiro do banco dianteiro, mas não notaram que o outro amigo também havia saído do automóvel. A ausência do amigo só foi notada na aduana brasileira. 

A PRF iniciou a busca e encontrou o turista caminhando no acostamento da rodovia, no km 566.  O argentino foi conduzido pela PRF até um posto de combustível localizado às margens da estrada e aguardou a volta dos amigos para então seguir viagem à Argentina.


Correio do Povo


EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO EM 2017!
RECEITA TRIBUTÁRIA: 2017: R$ 32,380 bilhões.
ICMS: 2017: R$ 19,327 bilhões.
IPVA: 2017: R$ 1,142 bilhão.
ITCD: 2017: R$ 959,6 milhões.
IRRF: 2017: R$ 3,831 bilhões.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO: 2017: R$ 2,312 bilhões.
ALIENAÇÃO DE BENS: 2017: R$ 79,5 milhões.
DESPESAS:
PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS: 2017: R$ 38,722 bilhões.
JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA: 2017: R$ 901,5 milhões.
AMORTIZAÇÃO: 2017: R$ 899,9 milhões.
INVESTIMENTOS: 2017: R$ 987,2 milhões.
DESPESA PREVIDENCIÁRIA: 2017: R$ 19,283 bilhões (crescimento de 22% sobre 2016).
RESULTADO PRIMÁRIO: 2017: Menos -R$ 5,965 bilhões.
DÍVIDA CONSOLIDADA: 31/12/2017: R$ 137,2 bilhões.
DISPONIBILIDADE DE CAIXA BRUTA: 2017: R$ 5,469 bilhões.
PRINCIPAIS FUNÇÕES DE GOVERNO EM 2017:
Segurança Pública R$ 8,575 bilhões
Judiciária: R$ 4,034 bilhões.
Essencial à Justiça: R$ 2,139 bilhões.
Saúde: R$ 6,106 bilhões.
Educação: R$ 6,039 bilhões.
Transporte: R$ 995 milhões.
Saneamento: R$ 431 milhões.
Assistência Social: R$ 233 milhões.

Delegados ameaçam acionar STF caso Segovia interfira em investigações

Ofício enviado pelo grupo cita artigo que possibilita o afastamento do cargo público e até prisão domiciliar

Delegados ameaçam acionar STF caso Segovia interfira em investigações | Foto: Wilson Dias / Agência Brasil / CP

Delegados ameaçam acionar STF caso Segovia interfira em investigações | Foto: Wilson Dias / Agência Brasil / CP

Os delegados do Grupo de Inquéritos perante o Supremo Tribunal Federal (STF), o GINQ, enviaram um ofício ao diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Eugênio Ricas, na qual afirmam que não permitirão qualquer tipo de interferência no inquérito que investiga o presidente Michel Temer e em outras apurações contra pessoas com foro privilegiado. O ofício é uma resposta à entrevista concedida por Fernando Segovia a agência Reuters. Na entrevista, o diretor-geral da PF afirmou que as provas contra o presidente Michel Temer na investigação sobre o decreto dos Portos são frágeis e indicou que o inquérito deveria ser arquivado.

"Em face dos recentes acontecimentos amplamente divulgados pela imprensa, os delegados integrantes deste Grupo de Inquéritos junto ao STF vêm a Vossa Excelência dar conhecimento de que (...) não admitirão, nos autos do inquérito 4621 ou em outro procedimento em trâmite nesta unidade, qualquer ato que atente contra a autonomia técnica e funcional de seus integrantes, assim como atos que descaracterizam a neutralidade político-partidária de nossas atuações", diz o ofício.

O inquérito 4261 citado é o que investiga a atuação do presidente Michel Temer da edição do decreto dos Portos. No texto, os delegados deixam claro que caso haja algum tipo de interferência o STF será acionado para adoção de "medidas cautelares". Entre as medidas possíveis, o ofício cita o artigo 319 do Código de Processo Penal (CPP) que possibilita o afastamento do cargo público e até a prisão domiciliar. Para os delegados do GINQ, "uma vez que sejam concretizadas ações que configurem tipos previstos no ordenamento penal" os fatos serão devidamente apresentados ao respectivo ministro relator, "mediante a competente representação, pleiteando-se pela obtenção das medidas cautelares cabíveis, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal".

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Associação Nacional dos Delegados Federais (ADPF) Edvandir Paiva afirmou que o ofício enviado pelos delegados do GINQ expõe a crise de desconfiança que existe na PF e demonstra que se houver algum tipo de interferência os delegados vão agir. Encontro Nesta quarta-feira, 14, Segovia se reuniu com representantes dos delegados federais. No encontro, o diretor-geral disse estar arrependido sobre sua fala a respeito do inquérito dos Portos e prometeu que não há nem nunca haverá interferência sobre o trabalho de delegados da corporação. O diretor da PF também afirmou que irá evitar conceder novas entrevistas e abordar temas relacionados a investigações em andamento. A fala de Segovia foi interpretada como uma mea-culpa do diretor da corporação, mas ainda não serviu para acabar com a crise iniciada com a entrevista divulgada na última sexta-feira.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



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Mangueira praticou 'intolerância religiosa', diz Riotur

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COXINHAS VENEZUELANOS FOGEM DO PARAÍSO SOCIALISTA

Por Percival Puggina

“A culpa por nosso país estar assim é nossa. Nós permitimos que fizessem o que quisessem com o nosso país. Os valores acabaram”.

As imagens do êxodo venezuelano para o Brasil não deixam dúvidas. Também corroboram minha convicção os relatos pessoais colhidos entre os retirantes que já fazem da capital de Roraima, Boa Vista, uma metrópole bilíngue onde mais de 10% da população se esforça para aprender português. Estamos falando de 40 mil “coxinhas”, inconformados com o “sucesso” do comunismo que vem sendo implantado em seu belo e rico país pelas mãos dos crescentemente brutais governos chavistas. Dormem nas praças, compactam-se às dezenas nos dormitórios, têm fome.

A professora Marjorie González, autora da declaração transcrita acima, exagerou um pouco a responsabilidade desse povo. Acertou inteiramente quanto ao que aconteceu com os valores morais nos estágios que deram gradualismo ao golpe comunista. Acertou quando referiu a tolerância indispensável ao sucesso da empreitada chavista. Mas não me parece adequado culpar o povo quando o modelo político favorece tanto a vida eleitoral de demagogos e populistas.

Nesse particular são incorrigíveis, no médio prazo, as fragilidades da América Ibérica, com suas péssimas instituições. Nos últimos cem anos, uma lastimável trajetória foi empilhando os malefícios do caudilhismo, do coronelismo, do populismo, até chegar, no Brasil, ao coronelismo de Estado, esquerdista e ladravaz; e, na Venezuela, ao comunismo chavista, que encontrou em Maduro sua pior versão. Quando mais precisávamos de seriedade e correção de propósitos, a desgraça socialista nos chega em forma de messianismo, com tipos como Chávez e Maduro na Venezuela. E com Lula no Brasil.


Pelas minhas contas, a Venezuela é o 39º país a afundar na miséria tentando implantar um regime comunista. Não há relato de sucesso. Nenhuma democracia. Nenhuma economia que se sustente. Assim como o Ibis Sport Club é o “pior time de futebol do mundo”, o comunismo é o Ibis dos regimes políticos. Dos que ficaram submetidos a essa experiência, apenas Cuba, Coreia do Norte, China, Vietnã e Laos ainda não conseguiram sacudir os grilhões do Estado totalitário, embora os três últimos estejam abrindo suas economias. Entre os outros 34 não se registra caso de reincidência. Nenhum chamou os comunistas de volta. As pessoas aprenderam que quando as vacas passam à propriedade do Estado, tornando-se servidoras públicas, deixam de produzir leite. Perceberam que, por um mistério da genética animal, a carne de gado estatal vira gororoba de soja. Descobriram que, num efeito de prestidigitação, enlatados e embutidos saem das prateleiras do comércio e reaparecem nas geladeiras e despensas da nomenclatura. Viram, em toda parte, as vitrines se esvaziarem e o bem estar sair da vida das pessoas, mudar de substância e aparecer impresso em outdoor do governo.

O êxodo dos venezuelanos vem em boa hora. O ano é eleitoral e não há palavras mais convincentes do que o exemplo, em desespero, entrando pela nossa porta sem pedir licença. Há no Brasil microfones, canais de TV, emissoras, comunicadores, púlpitos, políticos, fundações internacionais a serviço das mesmas causas que empurraram a Venezuela para o abismo.


Rodrigo Constantino

A IDEOLOGIA DE GÊNERO VAI ACABAR COM O ESPORTE FEMININO

Você é um atleta fracassado, sem muito destaque em sua área, apenas medíocre entre outros melhores? Não se desespere! Seus problemas acabaram! Basta visitar um especialista das Organizações Tabajara e cortar seus hormônios, mudar de nome, colocar uma peruca e pronto: o estrelato lhe aguarda!

Parece piada, mas o mundo moderno virou uma brincadeira mesmo, só que sem qualquer graça, pois é doentio demais. Homens que se “sentem” mulheres estão invadindo o esporte feminino e, com a vantagem natural da maior força física, dominando a cena.

Ana Paula do Vôlei tem sido uma guerreira quase solitária na luta por bom senso, contra toda a elite culpada, os covardes, a patrulha do politicamente correto e os malucos. Ela escreveu ótimos textos sobre o assunto, tomando como base a presença de Rodrigo na liga feminina. Foi nossa convidada para um podcast sobre o assunto:

Eis que agora a liga de futebol australiana resolveu permitir um homem no time feminino, só porque ele jura ser uma mulher aprisionada naquele corpito musculoso. Trata-se de um “mulherão” da porra! Eis o perfil da “moça”:

A gente ri para não chorar. O mundo virou um hospício em que os loucos tomaram o controle e trancaram os médicos. Vemos até mesmo feministas adeptas da ideologia do gênero aplaudindo homens que espancam mulheres no ringue, só porque se dizem mulheres. É insanidade sem limites!

Se continuar assim, o esporte feminino vai acabar, será dominado por homens que se dizem mulheres, que encontraram nessa brecha uma possibilidade de se destacar, já que no meio de seus pares naturais, do mesmo sexo biológico, eram perdedores.

Pobre atacante do time de mulheres que tiver que disputar uma bola com “essa” daí…

PS: Esse outro podcast sobre ideologia de gênero também merece destaque:

Rodrigo Constantino

Corregedor nacional de Justiça defende auxílio-moradia

João Otávio de Noronha justificou que "verba indenizatória" compensa gasto por compra de imóvel

João Otávio de Noronha justificou que

João Otávio de Noronha justificou que "verba indenizatória" compensa gasto por compra de imóvel | Foto: CNJ / Divulgação CP

O corregedor nacional de Justiça, João Otávio de Noronha, defendeu o pagamento de auxílio-moradia a juízes que possuem imóveis nas cidades em que trabalham. Segundo ele, o benefício é tratado como "verba de natureza indenizatória" em "qualquer lugar do mundo" e no setor privado, o que o torna isento do Imposto de Renda.

Em reportagem publicada no domingo passado, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que o Fisco deixa de arrecadar R$ 360 milhões ao ano em razão do tratamento tributário dado ao auxílio-moradia. Na prática, o benefício funciona como uma complementação salarial para magistrados que possuem imóvel próprio.

Noronha ressaltou que o assunto será julgado pelo STF. Em sua opinião, não há "justiça" na premissa de que os donos de imóveis não deveriam receber a verba. "Se eu gastei toda minha economia e comprei um imóvel eu não recebo uma verba que o outro que foi perdulário, gastou, ou aplicou no banco recebe? Isso é muito subjetivo, mas eu não vou falar sobre isso porque é matéria que está sob julgamento do Supremo Tribunal Federal."


Estadão Conteúdo e Correio do Povo



Frederick Douglass: self-made man


Por Rodrigo Constantino

Coxinhas venezuelanos fogem do paraíso socialista


Por Rodrigo Constantino

A ideologia de gênero vai acabar com o esporte feminino


Por Rodrigo Constantino

Você é um atleta fracassado, sem muito destaque em sua área, apenas medíocre entre outros melhores? Não se desespere! Seus problemas acabaram! Basta visitar um especialista das Organizações Tabajara e cortar seus hormônios, mudar de nome, colocar uma peruca e pronto: o estrelato lhe aguarda!

Parece piada, mas o mundo moderno virou uma brincadeira mesmo, só que sem qualquer graça, pois é doentio demais. Homens que se “sentem”...


A impressão nas urnas e a ilusão brasileira da “normalidade”


Por Rodrigo Constantino

Acorda, Projaquistão!


Por Rodrigo Constantino

François Vidocq (1775-1857)

Resultado de imagem para François Vidocq (Ex-condenado a trabalhos forçados, chegou a ser chefe de polícia de Paris. Suas Memórias inspiraram a personagem Vautrim, de Honoré de Balzac, 1799-1850.


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Incêndio atinge área de vegetação na zona Sul de Porto Alegre

Duas viaturas combatem as chamas no morro da Apamecor

Duas viaturas combatem as chamas no morro da Apamecor | Foto: Felipe Rodrigues / Especial CP

Duas viaturas combatem as chamas no morro da Apamecor | Foto: Felipe Rodrigues / Especial CP

Um incêndio atinge grande área de vegetação, na noite desta quinta-feira, no morro da Apamecor, bairro Teresópolis da zona Sul de Porto Alegre. Os bombeiros foram acionados por volta das 20h para combater as chamas.

Conforme a corporação, duas viaturas trabalham na área perto do topo do morro. Não há registro de vítimas ou de risco imediato para construções.


Correio do Povo


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Justiça condena Corinthians e Odebrecht a devolver R$ 400 milhões

Valor se refere a empréstimo com a Caixa Federal para construir Arena Itaquera, que teria irregularidades

Valor se refere a empréstimo com a Caixa Federal para construir Arena Itaquera, que teria irregularidades | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP Memória

Valor se refere a empréstimo com a Caixa Federal para construir Arena Itaquera, que teria irregularidades | Foto: Miguel Schincariol / AFP / CP Memória

A Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou o Corinthians, a Odebrecht, a Arena Itaquera e o presidente da Caixa Econômica Federal à época da assinatura do contrato a devolverem R$ 400 milhões ao banco estatal referente ao empréstimo para construção do estádio na capital paulista. Segundo a Justiça, houve um “repasse milionário de dinheiro público, captado por uma empresa privada especialmente criada para este fim e com capital social no valor de R$ 1 mil, embasado em garantias incertas e que beneficiou, além de um time de futebol, uma construtora contratada sem licitação”. Cabe recurso da decisão.

A ação popular foi ajuizada em 2013 por um advogado gaúcho que questionou a legalidade do financiamento e pleiteou a nulidade. Segundo o autor, teria sido criada, em 2009, uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor total de R$ 4,8 bilhões para a construção e reforma de estádios da Copa de 2014. Onze projetos teriam sido aprovados, com exceção do que envolvia a Arena Itaquera, e a negativa teria ocorrido devido à ausência das garantias exigidas. No entanto, a Caixa teria aceitado financiar o projeto do estádio, assumindo os riscos da contratação como agente financeiro repassador.

De acordo com o advogado que ajuizou a ação, o negócio fechado em 2013 foi lesivo ao patrimônio público, ocorreu fora do prazo previsto, foi realizado por agente financeiro que não era o inicialmente autorizado e sem a exigência de garantias de que o empréstimo seria pago.

A juíza federal Maria Isabel Pezzi Klein concluiu que a transferência de recursos foi ofensiva aos princípios, valores e regras elementares do direito público, causando prejuízos decorrentes do mau uso de recursos públicos federais. “Ao fim de quatro anos (do empréstimo), apenas pequena parcela do principal foi paga, restando uma imensa dívida impontual, em evidentes prejuízos à CEF. E, é claro, porque estamos falando de recursos públicos federais, a maior prejudicada é, sem dúvida, a União Federal”. Segundo ela, a concessão do empréstimo ignorou a legislação de direito público, tratando a negociação como se ela estivesse ocorrendo “entre agentes privados”.

A defesa dos réus alegou que a transação foi regular, com garantias suficientes para execução do crédito e que o débito, então de R$ 475 milhões, estaria sendo renegociado com base em receitas futuras. Além disso, foi argumentado também que o Tribunal de Contas da União (TCU) analisou e aprovou a contratação do crédito.

Na análise da juíza, ela destacou o papel do BNDES e da Caixa enquanto instituições financeiras responsáveis pelo gerenciamento de verbas públicas e valores destinados à implantação de políticas sociais, além de questionar a natureza do Programa BNDES ProCopa Arenas, que permitiu o deslocamento de valores expressivos de programas sociais relevantes, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Seguro-Desemprego e PIS/Pasep, para obras em estádios pertencentes a clubes de futebol. “A princípio, não existe previsão legal que autorize concessões de verbas públicas para este segmento”, observou.

Em relação especificamente à Arena Itaquera, a juíza acrescentou que a obra do estádio já estava quase concluída quando o empréstimo foi tomado. “Na realidade, o dinheiro captado junto à CEF, pela SPE Arena Itaquera S.A. [empresa que recebeu o empréstimo], foi destinado não propriamente à contratação originária dos serviços de engenharia da Construtora Norberto Odebrecht S.A, na medida em que, em novembro de 2013, quando foi firmado formalmente o contrato de financiamento entre a SPE Arena Itaquera S.A. e a CEF, a obra já estava praticamente pronta (mais de 90% concluída)”, diz a juíza.

A Justiça considerou ainda que as garantias oferecidas e aceitas pela Caixa consistiam, principalmente, de expectativas que dependiam do êxito da exploração comercial do estádio. No entanto, as projeções de faturamento não se concretizaram. Dos R$ 400 milhões emprestados, pouco mais de R$ 14 milhões teriam sido amortizados em quatro anos. Com juros e correção, o saldo devedor, atualizado em maio de 2017, chegou a R$ 475 milhões.

A necessidade de licitação prévia para a escolha das construtoras que executariam as obras financiadas com dinheiro público foi uma das questões apontadas pela juíza. “É graças à existência do certame, que convoca os interessados na realização de obras, que a sociedade organizada pode ter acesso às informações relativas ao dispêndio de recursos públicos. Fico aqui me perguntando como seria possível, no contexto do direito público brasileiro, contratar uma obra, injetando nela verbas públicas, sem que tenha havido a fase pré-contratual da licitação, a qual é exigida por qualquer um dos diplomas que regulam as contratações com o Poder Público ou contratações que envolvam o aporte de recursos públicos”, declarou.

Outro lado

A Odebrecht disse, em nota, que “lamenta a informação, pois ficou demonstrado nos autos a plena legalidade do processo de financiamento para a construção da Arena Corinthians, em São Paulo, por meio do Programa Pro Copa Arenas. A Odebrecht, que é parte na ação popular, apresentará os devidos recursos nas instâncias superiores após a intimação formal e ciência da íntegra da decisão”.

O Corinthians disse que “reafirma a lisura e regularidade jurídica do processo de financiamento efetuado para a construção da Arena Corinthians. Entre as diversas provas presentes nos autos, destaque-se que o próprio banco repassador Caixa Econômica Federal e o Tribunal de Contas da União se manifestaram pela regularidade do repasse, apresentando pareceres consistentes e inequívocos”. O clube vai recorrer da decisão.


Agência Brasil e Correio do Povo


Grupos procuram Huck e apelam por renovação

Movimentos organizam encontro unificado com apresentador; em carta, dizem que reunião não representa apoio, mas destacam 'janela de oportunidade' para o novo na política

Bolsonaro articula apoio na Câmara contra isolamento

Presidenciável, que vai se filiar ao nanico PSL, tenta formar bancada suprapartidária para compensar estrutura frágil para a eleição



COLUNA DO ESTADÃO

Exército reage à PGR por tentar rever anistia


ELIANE CANTANHÊDE

Alerta de risco



FAUSTO MACEDO

Raquel diz que habeas a Lula 'favorece a impunidade e põe em descrédito a justiça brasileira'


COLUNA DO ESTADÃO

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