STF proíbe governo de Minas de usar depósitos judiciais para pagar despesas

por GABRIEL MASCARENHAS

O STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu nesta quarta-feira (28) o governo mineiro de usar recursos de depósitos judicias para cobrir despesas com Previdência Social, quitar precatórios e dívidas com a União.
O Supremo analisou uma ação de constitucionalidade movida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) para contestar uma lei estadual que permitia ao governo recorrer a recursos dessa natureza para honrar suas obrigações.
Para a PGR, a legislação estadual que amparava o Executivo de Minas contradiz uma lei federal, hierarquicamente superior, que autoriza a utilização somente de uma parte dos valores depositados judicialmente.
De acordo com a Procuradoria, não era possível verificar se o governo vinha usando apenas o montante permitido.
Os depósitos em juízo, todos relacionados a ações que tramitavam no Tribunal de Justiça de Minas, eram feitos numa conta única do Estado.
Em outubro do ano passado, o relator da ação, ministro Teori Zavascki, concedeu uma liminar (decisão provisória) para proibir o Executivo estadual de recorrer a esses valores. Na ocasião, ele suspendeu todas os processos em que se discutia a constitucionalidade da legislação local.
À época, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais havia acabado de determinar a transferência de R$ 2,8 bilhões da conta especial de depósitos do Judiciário para a conta única do governo.
Nesta quarta, o plenário ratificou o entendimento de Teori. O ministro Marco Aurélio de Mello foi a único que abriu divergência e votou contra o entendimento do relator.
"A lei federal apenas autoriza o levantamento de valores que sejam objeto de depósitos vinculados a processos em que os entes federados sejam parte, ao passo em que a lei mineira contém autorização mais generosa, que se estende para todos os processos vinculados ao Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais", afirmou Teori em seu voto.
A decisão desta quarta abre um precedente para vedar outros Estados e municípios de recorrerem ao mesmo método sob pretexto de equilibrarem seus caixas.
OUTRAS AÇÕES
Outras leis que versam sobre a utilização de parcela de depósitos judiciais por Estados e municípios já deram origem a ações no Supremo. Entre elas, a que foi sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff e que permite a governos e prefeituras transferirem para seus caixas até 70% dos depósitos referentes a ações das quais façam parte.
A legislação estabelecia que a prioridade é usar o dinheiro para pagar precatórios. Proposta pelo então senador José Serra (PSDB), a norma foi questionada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que alega inconstitucionalidade.
Além de Minas, Paraná, Rio e Bahia estão entre os Estados e municípios que já haviam aprovado em suas Assembleias, nos últimos anos, projetos semelhantes. A PGR também foi ao STF contra Paraná e Rio.
As leis estaduais contêm ao menos uma diferença importante. Permitem ao Poder Público se apropriar também dos depósitos feitos na Justiça em processos particulares, como uma disputa entre duas pessoas físicas.
A PGR argumenta que o pagamento de precatórios deve ser feito com receita própria e que compete só à União legislar sobre a questão.

Fonte: Folha Online - 28/09/2016 e Endividado

MARILENA CHAUI DIZ EM ESCOLA PARTICULAR QUE FAMÍLIA É OPRESSÃO CAPITALISTA

Vejam só que coisa absurda! É o sintoma de um sistema falido de “educação”, cujo patrono é o comunista Paulo Freire. Militantes disfarçados de professores, de intelectuais, de filósofos, enchem a cabeça de adolescentes com baboseira marxista. E isso mesmo em escolas particulares e caras, de elite. É uma máquina de lavagem cerebral, de doutrinação ideológica que produz um bando de idiotas em série, eleitores do PT e do PSOL, acéfalos que gritam “Fora, Temer” ou vestem máscaras e saem depredando tudo em volta. Entenda como isso acontece:
Os pais têm culpa no cartório, claro. Como podem permitir isso? Como podem aceitar esse tipo de abuso da escola? Por que não reagem? Por que não tiram seus filhos, não enfrentam a diretoria, os “professores”? São cúmplices dos comunistas e dessa revolução cultural, pecam pelo silêncio, pela covardia, pela negligência. É preciso agir! Escola Sem Partido já!
PS: A quem tiver interesse – e acho que todos deveriam ter – em compreender melhor como chegamos até aqui e o que fazer para resistir, recomendo meu curso pela Kátedra Civilização em declínio: salvando o liberalismo dos “liberais”.

OS DOIS DIAS DE SILÊNCIO E REFLEXÃO ELEITORAL PODEM ALTERAR RESULTADOS DAS PESQUISAS ANTERIORES! TÉCNICAS DE ABORDAGEM E NÃO DE PANFLETAGEM!

1. Em vários países, a lei eleitoral proíbe qualquer tipo de propaganda ou campanha três dias antes das eleições. Aqui mesmo, na América Latina, são os casos do Chile e do Peru, entre outros.
2. No Brasil, embora sem a abrangência da lei de vários países, nesta eleição de 2016, viveremos um processo semelhante. A lei brasileira, de 2015, ao proibir propaganda eleitoral nas ruas, construiu, de certa maneira, um cenário público de reflexão e silêncio eleitorais.
3. Com isso, coube às inserções e programas, através das TVs e das Rádios, ocupar quase plenamente os espaços públicos de propaganda eleitoral. Quinta-feira é o último dia de propaganda via TVs e Rádios, assim como último dia de debates nos meios de comunicação (que antes terminavam na sexta-feira).
4. Dessa forma, a partir desta sexta e deste sábado, teremos uma espécie de “lei” de fato, de silêncio e reflexão. O eleitor, em sua casa, será certamente impactado por esta nova situação. E no caso específico de 2016, esse impacto do silêncio e da reflexão será ainda maior pela proporção dos eleitores que afirmam que ainda poderiam mudar o seu voto.
5. Na Cidade do Rio de Janeiro essa proporção alcança 40%, segundo o Datafolha. Com a interrupção das inserções e programas nas TVs e nas Rádios, a sensação do eleitor é que esses 2 dias servirão para, mais que avaliar, decidir seu voto. No Rio, o candidato que lidera as pesquisas com 30% das intenções de voto, mesmo que seja afetado, não o será sobre a sua presença no segundo turno.
6. Mas para os demais candidatos embolados entre 5% e 10% das intenções de voto, esses dois dias de silêncio e reflexão, vis a vis a alta porcentagem dos que afirmam que ainda podem mudar o seu voto, podem afetar todos e cada um, mudando a escala de suas posições e impulsionando qualquer um deles para o segundo turno.
7. Aqueles que conseguiram, durante os 35 dias de Rádio e TV, fixar suas imagens e seus temas, a resistência a terem suas porcentagens em pesquisa abaladas pelo silêncio e reflexão é provavelmente menor. E maior probabilidade de, neste caso, terem suas candidaturas impulsionadas, desde o degrau que ocupam, seja ele qual for. Da mesma maneira, uma presença nas ruas de eleitores e militantes com pouca estridência e com muita conversa poderá produzir um impacto sobre as candidaturas.
8. A estridência nesses dois dias de silêncio provavelmente produzirá resultado contrário, irritando o eleitor. Nesse sentido, as panfletagens tendem a produzir pouco resultado. E muito trabalho para a Comlurb. Para colher bons resultados afirmando e/ou mudando a intenção de voto dos eleitores, trata-se muito mais de usar técnicas de abordagem com elegância, educação, civilidade e suavidade.
9. Existem equipes profissionais para isso, mas poucas e de alcance limitado. Os partidos deveriam ter treinado seus militantes diretamente, ou mesmo seus eleitores através de redes sociais fechadas para fazer isso com milhares de eleitores.
10. Os institutos deveriam se preparar para realizar pesquisas no sábado a tarde de forma a captar as mudanças que possam estar ocorrendo ou terem ocorrido.

Ex-Blog do Cesar Maia

Bancários decidem manter paralisação

Segundo sindicato, federação não apresentou nova proposta
Rio - O impasse entre os bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a greve da categoria ainda não teve fim. De acordo com Adriana Nalesso, presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, a federação não apresentou nova proposta na reunião desta terça-feira, o que fez com que a paralisação fosse mantida.
“Seguimos com a greve. Amanhã vamos nos reunir novamente em São Paulo, as 15h, para retomar negociação”, conta. De um lado, os bancários, que exigem reposição da inflação de 9,57% e mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial — no valor do salário mínimo do Dieese (R$3.940,24), participação nos lucros, entre outras demandas. Do outro, a Fenaban mantém a proposta de reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil.
A greve dos bancários começou no dia 6. Já são 23 dias de paralisação, que mantém fechada cerca de 13.449 agências e 36 centros administrativos. O número representa 57,5% agências de todo o país, de acordo com a Contraf.

Fonte: O Dia Online - 28/09/2016 e Endividado

RIO GANHA TÍTULO COMO MELHOR DESTINO DE PRAIA LGBT DA AMÉRICA LATINA: E A TAL “HOMOFOBIA”?

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A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como o melhor destino de praia de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) da América Latina. Dividida em cinco categorias, a premiação acontece nesta quarta-feira, durante a 44ª ABAV, maior feira do Brasil voltada para o segmento de turismo, em São Paulo.

A eleição, também conhecido como Gnetwork360, foi realizada em agosto pela Câmara de Comércio Gay-Lésbica da Argentina, durante a 9ª Conferência Internacional de Negócios e Turismo LGBT, em Buenos Aires. Na ocasião foram ouvidos duzentos representantes e líderes da comunidade LGBT. A Cidade Maravilhosa recebeu 51% dos votos, seguida por Porto Vallarta e Cancún, ambas no México.

— Ficamos muito felizes toda vez que a cidade recebe um prêmio cuja votação é feita pelo público, o que torna ainda mais genuíno o resultado. Melhor ainda quando esse público faz parte de um mercado importante para a cidade, que tanto movimenta a economia, gerando emprego e renda no segmento do turismo — disse o secretário de Turismo do Rio, Antônio Pedro Figueira de Mello.  

O presidente-executivo do Rio Convention & Visitors Bureau, Alfredo Lopes, afirmou que a capital carioca tem um potencial muito grande para o turismo LGBT:

— Nossos visitantes se sentem em casa porque o Rio de Janeiro é uma cidade que recebe a todos de braços abertos, respeitando tendências e opções. O público LGBT representa um mercado excepcional, que valoriza toda a estrutura do turismo, desde as belezas naturais, passando pela gastronomia, cultura, arte e noite. É um reconhecimento muito positivo receber esse prêmio.

Alguns mais conservadores podem lamentar essa notícia, alegando que estão confundindo “tolerância” com libertinagem, talvez a marca registrada do Rio. Mas creio que os movimentos LGBT também não deveriam celebrar muito essa conquista. Afinal, como fica a narrativa de vitimismo agora? Como coadunar essa informação com a de que há muita “homofobia” na cidade, no estado, no país?

Um local tão “homofóbico” assim seria um lugar tão acolhedor para a turma gay, a ponto de ser escolhido o melhor do continente? O que esse título demonstra é que os movimentos LGBT precisam do vitimismo, mas que ele não faz o menor sentido na prática. Nossas praias são as melhores do ponto de vista dos próprios gays. Nelas eles se sentem em casa, seguros, tranquilos. Ao menos como gays. Que bom!

Porque no fundo ninguém está muito seguro em nossas praias, em nossas ruas, mas não por ser gay, e sim pela violência generalizada mesmo. O problema do Rio não é a tal “homofobia”, mas a insegurança geral. Portanto, pergunto: como Jean Wyllys vai fazer seu típico mimimi depois dessa? Pobrezinho…

Rodrigo Constantino

DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA E PARTIDÁRIA NA UFRN LEVA PAIS A REAGIREM

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Pais de crianças que estudam no Núcleo de Educação Infantil (NEI) da UFRN denunciaram ao Portal Agora RNque professores da instituição estão usando os alunos para fazerem protestos contra o presidente Michel Temer.

De acordo com um dos pais que ficou revoltado com a atitude dos profissionais do NEI, as professoras pediram para as crianças fazerem desenhos do presidente para usar em protesto.

“Na semana passada, mandaram as crianças desenharem uma prisão com uma pessoa dentro. A criança de cinco anos chegou em casa dizendo que Temer iria ser preso e que iria fechar a escola pública. No outro dia, a criança veio com um pedido de autorização para que a imagem da criança fosse usada em atos fora-temer”, disse a fonte que pediu para não ser identificada.

Em contato com o Portal Agora RN, a professora Teresa Araújo, diretora da instituição de ensino, disse que a política está presente na escola, e que não há doutrinação. “Nós trabalhamos com temas de pesquisa, e em todos estes a política está inserida, mas não a partidária. Estamos lutando por direitos nossos conquistados. Lutamos neste governo, assim como lutamos em todos os outros, pela democracia, por uma educação de qualidade. Se alguns pais estão interpretando como partidarismo, fazem erroneamente”, disse.

Uau! Pela cara de pau já dá para ver que é petista mesmo. Então as crianças fazem desenhos com Temer para serem usados em protestos contra o presidente e não é partidarismo? Imagina se fosse!

Como podemos ver, o fenômeno é nacional: a extrema-esquerda ocupou cada escola, cada universidade, e começa o processo de lavagem cerebral cada vez mais cedo. São criminosos! Mas felizmente os pais estão aos poucos acordando, percebendo a importância de projetos como o Escola Sem Partido, que leva esses doutrinadores ao desespero justamente porque sabem que violam as leis.

E políticos menos esquerdistas, ao perceberem os ventos de mudança, também reagem:

Após pais de alunos do Núcleo de Educação Infantil (NEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) denunciarem ao Portal Agora RN que professores estariam “doutrinando” as crianças para participarem de campanhas contra o atual presidente da República, Michel Temer (PMDB), o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) pediu atenção com o caso e cobrou medidas para que a prática não seja permitida.

O deputado anunciou que vai enviar um ofício a reitora da UFRN, Angela Paiva, e também ao Ministério Público Federal (MPF), para que se investigue as denúncias de que doutrinadores estariam utilizando a sala de aula do NEI da Universidade para fazer campanha contra o governo peemedebista. “A escola foi transformada em aparelho político de um partido”, criticou o deputado, dando a entender que o PT, da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), estaria influenciando essas situações no local.

Até quando vamos permitir esse abuso, esse crime, esse verdadeiro estupro cerebral em nossas escolas e universidades? Esses militantes disfarçados de professores acham que podem tudo, que podem transformar as salas de aula em diretório partidário, em nome da liberdade de cátedra? Estão enganados! E o Escola Sem Partido vem mostrar isso, vem esfregar a Constituição nas caras de pau dessa turma.

Aproveitem os últimos momentos de hegemonia, pois a maré vermelha vai virar, e com o apoio dos pais e de políticos mais esclarecidos teremos uma proteção maior dos alunos.

Rodrigo Constantino

Governo estuda desvincular benefícios do salário mínimo, confirma Padilha

por LAÍS ALEGRETTI e VALDO CRUZ

O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) confirmou que o governo Michel Temer estuda desvincular benefícios, como a pensão por morte e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), do salário mínimo.
O Palácio do Planalto já decidiu que não irá desvincular a aposentadoria do mínimo. Isso porque os técnicos concluíram que uma alteração nessa regra poderia gerar questionamentos na Justiça.
Segundo dados de agosto de 2016, 23 milhões de pessoas receberam um benefício previdenciário de até um salário mínimo. Equivalente a um desembolso mensal de R$ 19,9 bilhões, o que representa cerca de 49% do total de benefícios do INSS.
Há dez anos, eram 16,3 milhões de pessoas que recebiam o piso, com um desembolso de R$ 5,6 bilhões –pouco mais de 42% do valor total.
O governo quer desvincular o BPC para desestimular este tipo de benefício, pago a pessoas que completam 65 anos e recebem benefício assistencial de um salário mínimo mesmo sem contribuir para a Previdência.
Para ter direito, a renda per capita da família deve ser menor que 25% do salário mínimo. São 4,3 milhões de beneficiários (com um custo de R$ 3,8 bilhões por mês).
De acordo com as regras atuais, o salário mínimo é corrigido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), mais a variação do PIB de dois anos antes. Essa política de reajuste vale até 2019, quando o governo pode mudar a regra.
A correção dos benefícios da Previdência com valor acima do salário mínimo, hoje em R$ 880, também é feita com base no INPC.
MILITARES
O alcance que a reforma terá em relação às regras para os militares ainda será definida por Temer. A ideia, por enquanto, é manter um regime próprio para os integrantes das Forças Armadas, mas ajustar regras relacionadas ao tempo de contribuição necessário para aposentadoria.
Durante reunião com empresários do setor de mídia, Padilha afirmou que, se a Previdência continuar como está, "o sistema estoura em 2025, 2030". "O sujeito vai ao banco com o cartãozinho e não terá dinheiro para sacar."
O Palácio do Planalto desistiu de enviar antes das eleições a reforma da Previdência ao Congresso. Temer quer passar um "olho clínico" no texto e conversar com centrais sindicais, confederações e com líderes aliados no Congresso Nacional antes de enviar o texto ao Legislativo.
Nesta quarta, Padilha confirmou que a reforma vai prever uma idade mínima de 65 anos para a aposentadoria.
O projeto também prevê uma contribuição mínima de 25 anos. Para ter o benefício integral, no entanto, o tempo de contribuição deverá ser maior. O período de transição será de 20 anos para mulheres e de 15 para homens.
O projeto acaba ainda com o acúmulo de benefícios. O beneficiário terá direito apenas àquele de maior valor.

Fonte: Folha Online – e Endividado

 

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Brasil cai 6 posições no ranking de competitividade: liberalismo ou morte!

 

Por Rodrigo Constantino

São necessários 11 procedimentos para simplesmente abrir uma empresa no Brasil. Já cansa na largada. Fonte: Estadão

 

 

Black blocs acusados de matar cinegrafista vão a júri popular

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

 

Desemprego: a corda arrebenta sempre do lado mais fraco (e a culpa é do governo)

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

 

 

Taxa eleitoral: cobrança de milícias para que candidatos possam entrar demonstra avanço do estado paralelo

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

A...

 

Morre o estadista Shimon Peres: uma singela homenagem ao povo de Israel

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

 

Por que o PSOL é uma contradição política?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Ney Carvalho, publicado pelo

Endividamento das famílias cresce em agosto e atinge 58,2%, diz CNC

Contas e dívidas em atraso também aumentaram, passando para 24,6% entre julho e agosto; em setembro do ano passado, índice era de 23,1%

O endividamento de famílias brasileiras aumentou 0,2% de agosto para setembro, atingindo 58,2%. Apesar do pequeno crescimento, o resultado para o mês foi 5,3% menor, se comparado ao resultado de setembro do ano passado. Naquela, ocasião, o nível de endividamento era de 63,5%.

Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para o economista da CDC, Bruno Fernandes, o resultado apresenta dois aspectos. Se por um lado “a manutenção das altas taxas de juros e a instabilidade do mercado de trabalho ampliaram o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, tanto na comparação mensal como na anual”, por outro lado “a retração do consumo, em virtude da persistência da inflação e da contração da renda, além do elevado custo do crédito, explica a expressiva redução na comparação anual”.

O aumento do número de famílias com contas ou dívidas em atraso manteve uma tendência de alta que vem desde o ano passado. Em setembro de 2015, o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso era de 23,1%. O índice subiu para 24,6% no mesmo período deste ano, após ter fechado agosto em 24,4%.

Inadimplência cresce

Os dados divulgados pela CNC mostram que a inadimplência cresceu tanto na comparação mensal quanto na anual. O índice mede a quantidade de famílias que não tinham como pagar dívidas adquiridas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro ou seguro.  Em agosto, o índice era de 9,4%, passando para 9,6% em setembro. No mesmo período do ano anterior, as famílias que se diziam inadimplentes chegavam a 8,6%.

A pesquisa, no entanto, constatou que a proporção das famílias que se diziam muito endividades caiu. De agosto para setembro, o índice foi 0,2% menor, passando para 14,4%. Na comparação anual, houve crescimento de 0,5%.
Em setembro, o tempo médio das contas atrasadas chegava a 63,2 dias, enquanto o tempo médio de comprometimento com essas dívidas era de 7,1 meses. Do total de famílias endividadas, cerca de 21% estavam com mais da metade da renda comprometida com este tipo de pagamento. O principal responsável pelos atrasos foi o cartão de crédito, com 76,3%, seguido do carnê (14,8%) e do financiamento do carro (10,9%).

Faixa de renda

A pesquisa, que também avalia os grupos por faixa de renda, mostrou que o aumento da dívida de famílias foi observado tanto nas que sa encontram abaixo como nas que estão acima de dez salários mínimos, na comparação mensal. Quando o resultado de 2015 é levado em consideração, houve queda nos dois grupos pesquisados.

Entre as famílias com renda inferior a dez salários mínimos, o percentual de dívidas foi de 59,9% em setembro, ante 59,5% no mês anterior. Em setembro de 2015, o índice registrava 65,1%. Entre as famílias com renda superior a dez salários mínimos, o percentual das endividadas foi para 50,6%, em agosto, para 49,8%, em setembro. No mesmo período do ano anterior, o índice era de 55,6%.

Fonte: IG Notícias - 28/09/2016 e Endividado

 

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Armas Matam! E Spray de Pimenta… é Fascista!


Ricardo Bordin* Vamos ver se entendi bem: em diversos países do continente europeu, vem sendo registrados casos de abusos perpetrados por imigrantes contra mulheres; a regra vigente nestas nações é o desarmamento, isto é, afora algumas exceções como a Suíça, os cidadãos comuns tem grande dificuldade em adquirirem armas de fogo para sua proteção; e, […]

 

 

Entenda austeridade fiscal a partir do caso Flamengo


Ricardo Bordin* A torcida do Rubro-Negro carioca costuma afirmar que “se deixar chegar”, o Flamengo leva a taça. Não temos como saber se a mística irá se repetir neste campeonato brasileiro (o time persegue o líder Palmeiras incansavelmente há algumas rodadas, com direito a viradas épicas, como a protagonizada contra o Cruzeiro), mas é possível […]

Juro do cartão de crédito rotativo atinge 475,2% ao ano em agosto

por MAELI PRADO

Os juros do cartão de crédito rotativo alcançaram 475,2% ao ano em agosto, maior taxa para essa modalidade de crédito desde que o Banco Central começou a divulgá-la, em março de 2011. É uma taxa 71,7 pontos percentuais maior do que a observada no mesmo mês do ano passado, e 3,75 pontos percentuais mais alta que em julho.
Esse tipo de operação somou R$ 38,1 bilhões no mês passado, 0,3% a mais que em julho e 18,2% de alta na comparação com o mesmo mês de 2015, o que mostra que um número crescente de consumidores estão migrando do crédito parcelado para o rotativo.
"Esse aumento é uma má notícia, já que essa operação tem uma taxa de juros bastante elevada", alertou o chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel. "É um tipo de crédito que deve ser usado com parcimônia, em períodos muito curtos de tempo".
Os juros do cheque especial, outra modalidade cara de crédito, alcançaram 321,1% em agosto, o maior nível desde 1994, início da série histórica. A taxa é 2,7 pontos percentuais maior do que a de julho e 67,9 pontos percentuais maior do que a do mesmo mês do ano passado. O saldo dessas operações foi de R$ 25,5 bilhões, 1,2% a mais que em julho e uma queda de 7,3% na comparação com o mesmo mês de 2015.
No caso de veículos, a taxa de juros alcançou 26,2%, ou seja, 0,2 ponto percentual a mais que em julho e 1,4 ponto percentual a mais na comparação com agosto de 2015.
As operações à vista no cartão de crédito totalizaram R$ 122,8 bilhões no mês passado, um aumento de 7,1% em comparação com agosto de 2015, segundo divulgou nesta quarta-feira (28) o Banco Central. Em relação a julho, o crescimento dessas operações foi de 3,3%.
Maciel ressaltou que, apesar de esses empréstimos no cartão virem aumentando na comparação com 2015 ao longo do ano todo, em julho, por exemplo, a alta em 12 meses foi de 3,8%. Ou seja, esse crescimento do uso do cartão está se intensificando.
Fonte: Folha Online - 28/09/2016 e Endividado

 

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Lá no Lula-lá

A Lava Jato está “chegando lá”, diz o editorial do Estadão. Lá no Lula-lá: “A Lava Jato foi criada para investigar a prática de corrupção no governo, a partir do escândalo do petrolão, que acabou se revelando..." [leia mais


A PF já chegou lá

A Lava Jato investiga as empresas de Lula. As suspeitas, segundo o Estadão, “são que as movimentações financeiras da LILS e do Instituto Lula serviram para ocultar propinas”. A PF se concentra... [veja mais


Lula Gordo

Fernando Haddad escondeu Lula. Segundo a Folha de S. Paulo, sua equipe “chegou a testar Lula na TV, mas não levou ao ar programa com ele”. Fernando Haddad escondeu também... [leia mais


Chico Gordo e Fernando Magro

Fernando Haddad foi eleito com dinheiro roubado da Petrobras. A Folha de S. Paulo obteve mais uma prova desse crime: o número de telefone de “Chico Gordo” estava registrado no celular... [veja mais


PEC 241 já

O Antagonista fez campanha pelo impeachment. Agora vai fazer campanha pela PEC 241, que estabelece um teto para o gasto público. O tema é muito mais aborrecido, obviamente, mas depois da queda do PT é preciso reconstruir o país. 


Obstruindo a Paulista

O PT promete obstruir o voto da PEC do Teto. Mas não é só isso. A coluna do Estadão informa que o partido... [leia mais


Blog, pão e água

Os blogs petistas pararam de receber seu mensalinho em junho. A Folha de S. Paulo fez um levantamento na Petrobras, no Banco do Brasil, na Caixa, no BNDES e na Secom e descobriu que, de lá para cá, “nenhum dos 13 sites listados...” [veja mais


Vi o 79.466° lugar

Além do mensalinho estatal, os blogs petistas perderam também seus raros leitores. O Alexa mostra como esses blogs, que sempre foram ridiculamente nanicos, despencaram ainda mais... [leia mais

Expresso


Temer negocia com os militares

O governo negocia com os militares mudanças nas regras de concessão de pensões para incluir no texto da reforma da Previdência, que atingirá trabalhadores... [veja mais

- Temer cumpre promessa de Dilma
- 350 votos

Diplomata Alexandre Parola é escolhido porta-voz do governo Temer

Alexandre Parola é o novo porta-voz do Palácio do Planalto

Diplomata Alexandre Parola é o novo porta-voz da Presidência da RepúblicaDivulgação

O presidente Michel Temer escolheu o diplomata Alexandre Parola como porta-voz da Presidência da República. A nomeação para o cargo, que não era ocupado desde o início do ano passado, foi definida depois da divulgação de declarações de integrantes do governo consideradas contraditórias. Com um porta-voz, o Planalto espera uniformizar o discurso.

Alexandre Guido Lopes Parola já foi porta-voz da Presidência da República no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e é funcionário de carreira do Ministério das Relações Exteriores. Doutor em filosofia e mestre em economia, Parola foi escolhido após consultas de Temer e discussão de um plano estratégico de comunicação com o jornalista Eduardo Oinegue.

O governo tem atribuído à falta de articulação interna os ruídos gerados por algumas declarações de integrantes do alto escalão nas últimas semanas, como a do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, sobre o reconhecimento de jornada diária de doze horas para os trabalhadores; e a divulgação, pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de que haveria ação da Lava Jato nesta semana.

Integrante da base aliada de Michel Temer, o deputado Paulinho da Força (SD-SP) chegou a dizer há duas semanas que havia uma “confusão no governo”, com “cada ministro anunciando uma reforma”.

O último porta-voz da Presidência da República foi o jornalista Thomas Traumann, no governo da presidenta Dilma Rousseff. Ele deixou a Secretaria de Comunicação Social em março de 2015.

 

Agência Brasil